A Organização das Nações Unidas (ONU) avançou em direcção a um novo tratado climático ao divulgar os primeiros textos para discussão a fim de superar as diferenças entre os países ricos com relação à redução nas emissões de gases de efeito estufa.
Dois documentos com 68 páginas no total também dispõem opções sobre assuntos controversos, como energia nuclear, comercialização de emissões, florestas, navegação ou aviação sob um novo pacto da ONU contra o aquecimento global, previsto para ser aprovado em Copenhaga em Dezembro.
"Isto tem como objectivo fazer avançar o processo de negociação", disse à Reuters por telefone John Ashe, embaixador de Antiqua e Barbuda na ONU. Ashe foi quem reuniu os textos como chefe de um grupo da ONU que analisa os futuros cortes nas emissões dos países ricos.
"Há uma diferença enorme entre os diversos números apresentados pelas partes", afirmou Ashe. "Não será possível agradar a todos. Todos ficarão insatisfeitos com o resultado de Copenhaga, mas a minha esperança é de que o resultado disso seja bom para o planeta."
Os países em desenvolvimento, que culpam os ricos de provocar o aquecimento global ao queimarem combustíveis fósseis desde a Revolução Industrial, pedem por cortes muito maiores do que os planeados pelos governos dos países desenvolvidos, agora atingidos pela recessão.
Uma das sugestões mais radicais pede que os países ricos cortem as suas emissões em mais da metade do que era registado em 1990; isto até 2018-2022 a fim de deter o aquecimento global, que, segundo o Painel Climático da ONU, provocará o aumento no nível dos oceanos, ondas de calor, enchentes e secas.
O presidente Barack Obama, por exemplo, visa reduzir as emissões dos EUA para os níveis de 1990 até 2020, aproximadamente 14 por cento abaixo dos níveis de 2007.
Um outro texto da ONU – que contará com metas para as emissões mundiais até 2050 e possíveis acções dos países em desenvolvimento liderados por China e Índia também está em vias de publicação. Todos os textos serão discutidos na próxima conferência sobre mudança climática da ONU que ocorrerá em Bona a partir de amanhã e até Sexta-feira.
Dois documentos com 68 páginas no total também dispõem opções sobre assuntos controversos, como energia nuclear, comercialização de emissões, florestas, navegação ou aviação sob um novo pacto da ONU contra o aquecimento global, previsto para ser aprovado em Copenhaga em Dezembro.
"Isto tem como objectivo fazer avançar o processo de negociação", disse à Reuters por telefone John Ashe, embaixador de Antiqua e Barbuda na ONU. Ashe foi quem reuniu os textos como chefe de um grupo da ONU que analisa os futuros cortes nas emissões dos países ricos.
"Há uma diferença enorme entre os diversos números apresentados pelas partes", afirmou Ashe. "Não será possível agradar a todos. Todos ficarão insatisfeitos com o resultado de Copenhaga, mas a minha esperança é de que o resultado disso seja bom para o planeta."
Os países em desenvolvimento, que culpam os ricos de provocar o aquecimento global ao queimarem combustíveis fósseis desde a Revolução Industrial, pedem por cortes muito maiores do que os planeados pelos governos dos países desenvolvidos, agora atingidos pela recessão.
Uma das sugestões mais radicais pede que os países ricos cortem as suas emissões em mais da metade do que era registado em 1990; isto até 2018-2022 a fim de deter o aquecimento global, que, segundo o Painel Climático da ONU, provocará o aumento no nível dos oceanos, ondas de calor, enchentes e secas.
O presidente Barack Obama, por exemplo, visa reduzir as emissões dos EUA para os níveis de 1990 até 2020, aproximadamente 14 por cento abaixo dos níveis de 2007.
Um outro texto da ONU – que contará com metas para as emissões mundiais até 2050 e possíveis acções dos países em desenvolvimento liderados por China e Índia também está em vias de publicação. Todos os textos serão discutidos na próxima conferência sobre mudança climática da ONU que ocorrerá em Bona a partir de amanhã e até Sexta-feira.
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Fonte: O Globo (Adaptado)
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