quarta-feira, 30 de setembro de 2015

5461. PORTUGAL: Tendência climática para o 4º trimestre de 2015

Tome nota: Esta é uma previsão sujeita a uma elevada margem de erro; apenas e só deve ser vista como uma linha de tendência geral, tendo em conta o que tem sucedido nos últimos anos.
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4º TRIMESTRE DE 2015
Probabilidade em percentagem
(relativamente aos valores normais)
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terça-feira, 29 de setembro de 2015

5460. PORTUGAL CONTINENTAL: Terça-feira convectiva

Imagem de satélite às 18h00
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"CopyRight Eumetsat 2015"
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Descargas eléctricas atmosféricas
(entre as 12h00 e as 21h00)
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Fonte: IPMA

5459. Terça-feira, 29 de setembro (18h26)

Tarde de instabilidade geral por todo o território de Portugal Continental, com excepção do litoral oeste. Aguaceiros e trovoadas frequentes e dispersas.

5458. SISTEMA CENTRAL: Acentuada instabilidade


5457. ALGARVE (BARLAVENTO): Acentuada instabilidade


5456. Terça-feira, 29 de Setembro: Tempo instável no centro/sul

Imagem de Satélite às 11h45
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Fonte: SAT24
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O estado do tempo em Portugal Continental continua a ser condicionado pela presença de um núcleo de ar frio em altitude, centrado sobre o centro/sul e que tem estado a favorecer o desenvolvimento de nebulosidade convectiva naquela região, com aguaceiros e trovoadas durante a madrugada e manhã.
A tendência para as próximas horas será para que o núcleo de ar frio se desgaste e a instabilidade tenda a dissipar-se.

5455. ARQUIPÉLADO DOS AÇORES: Tempo instável

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Terça-feira, 29 de Setembro de 2015_12h00UTC
Fonte: MetOffice
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O estado do tempo no Arquipélago dos Açores estará condicionado, a partir de hoje, pela formação de um centro de baixas pressões centrado junto do arquipélago e impedido de avançar para leste devido a um potente anticiclone localizado sobre o Mar do Norte. Ao longo dos próximos dias espera-se que o centro depressionário entre em cavamento, potencializando a instabilização do estado do tempo em todo o arquipélago.
Assim, o estado do tempo para o Arquipélago dos Açores permanecerá muito instável nos próximos dias, com períodos de chuva ou aguaceiros e possibilidade de trovoadas, descida de temperatura e mar agitado.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

5454. Segunda-feira, 28 de Setembro (18h00)

Imagem de satélite às 18h00
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"CopyRight Eumetsat 2015"
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Tarde marcada por nebulosidade convectiva e ocorrência de aguaceiros e trovoadas dispersas nas regiões do interior, a sul do rio Douro.

5453. Segunda-feira, 28 de Setembro: Progressão da instabilidade


5452. ALENTEJO: Manhã com instabilidade convectiva

 

5451. Vem aí o eclipse total da super-Lua

É já na noite de domingo para segunda-feira que se poderá observar um eclipse total da Lua especial, que não se via há mais de 30 anos. O fenómeno poderá ser visto em Portugal, na madrugada de segunda-feira, quando a Lua atravessar a sombra da Terra, ganhando a cor da ferrugem. Nessa altura, a Lua vai estar particularmente perto de nós, no chamado perigeu. A órbita da Lua é elíptica. Por isso, numa parte da sua órbita ela fica mais perto da Terra e noutra parte fica mais longe. Na madrugada de domingo, o satélite natural da Terra estará apenas a 356.877 quilómetros de distância, ou seja, 49.600 quilómetros mais próximo de nós do que se estivesse no ponto mais distante, o apogeu.
A órbita da Lua e o seu perigeu não coincidem com as fases lunares. Mas no domingo será dia de Lua cheia. Como ela estará especialmente perto, o resultado é que parecerá 14% maior e terá 30% mais brilho do que se estivesse no apogeu. Nesta situação, estamos na presença de uma super-Lua. Será então uma super-Lua que vai sofrer um eclipse, o que é uma conjugação bastante rara. Apesar dos eclipses lunares acontecerem duas vezes por ano, a última vez que a Terra tapou uma super-Lua foi em 1982, há 33 anos, e a próxima só acontecerá em 2033, daqui a 18 anos.
Segundo o site do ObservatórioAstronómico de Lisboa, a Lua vai entrar na penumbra na madrugada de segunda-feira à 1h10 (hora do continente), quando deixar de ser tocada por parte dos raios solares. A partir das 2h07, ficará completamente à sombra da Terra durante três horas e vinte minutos. Sairá da sombra às 5h27 e da penumbra às 6h24, marcando o fim do eclipse. Durante a fase em que atravessar a região da sombra, a Lua não estará completamente escurecida, poderá antes apresentar um brilho avermelhado, de ferrugem. Esta cor é causada pela atmosfera da Terra, que dispersa os raios e absorve muitos deles, principalmente aqueles que estão no comprimento de onda do azul e do verde. Desta filtragem resulta que, durante o eclipse, a Lua é iluminada não com luz branca mas sim com luz avermelhada.
O eclipse será visto em todos os locais da Terra que naquele momento têm a Lua acima do horizonte: em Portugal continental, nos Açores e na Madeira, na Europa Ocidental, na África Ocidental, na América do Sul e Central e no Leste da América do Norte. Quem não estiver disposto a ficar acordado durante a madrugada de segunda-feira – que será uma noite amena com uma mínima de 17 graus, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera – poderá ver, já durante o dia de domingo, uma super-Lua também encarnada, embora brilhante. O astro irá nascer às 19h10 e também terá nessa altura a cor da ferrugem. Mas ao contrário do fenómeno do eclipse, a luz que atingirá então a Lua é branca. No entanto, como a luz do Sol que é reflectida pela Lua chega até nós atravessando a atmosfera terrestre, parte dessa luz também é absorvida e perdida, restando no final, aos nossos olhos, uma Lua vermelha.
Nicolau Ferreira
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Fonte: PÚBLICO

domingo, 27 de setembro de 2015

5450. PORTUGAL CONTINENTAL: Segunda-feira instável


O estado do tempo em Portugal Continental está condicionado pela presença de baixas pressões atmosféricas a sudoeste do Algarve, a que corresponde em altura um núcleo de ar frio isolado que, ao meio – dia de Segunda – feira estará centrado sobre o território de Portugal Continental; um potente anticiclone centrado sobre o Mar do Norte estende o seu raio de acção sobre todo o sudoeste europeu.

A disposição dos centros atmosféricos dinâmicos condicionará o estado do tempo em Portugal Continental, contribuindo para o estabelecimento de uma corrente de leste/sueste nas camadas inferiores da troposfera. A forte insolação durante o período diurno irá favorecer o surgimento de correntes de ar ascendentes (aquecimento do ar pela base, tornando-o mais leve) que, associada à presença de humidade relativa bastante elevada aos 700 hPa e à presença de ar relativamente muito frio em altitude, contribuirão para o surgimento de nebulosidade do tipo convectivo.

Assim, a partir das horas centrais do dia (maior efeito da insolação), prevê-se o surgimento de nebulosidade, especialmente nas regiões do centro e sul, favoráveis à ocorrência de aguaceiros e trovoadas que persistirão até ao final da tarde, enquanto persistir a insolação.

5449. ALENTEJO: final de tarde instável


5448. SÁBADO, 27 de Setembro

Imagem de satélite às 17h00
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"CopyRight Eumetsat 2015"
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Tarde de Sábado marcado por nevoeiros na orla ocidental (temperaturas máximas a rondar os 16 ºC e os 20 ºC) e a instabilidade no interior, com ocorrência de aguaceiros e trovoadas (temperaturas máximas entre os 30 ºC e os 34 ºC, descendo rapidamente para os 16 ºC/ 18 ºC nas áreas de precipitação).

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

5446. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo incerto


A situação sinóptica em Portugal Continental estará amanhã e Sábado condicionado pela passagem de um núcleo de ar frio em altitude, procedente de noroeste e que se desloca para leste, atravessando o território do continente.
Assim, o estado do tempo estará marcado pelo aumento temporário da nebulosidade e a possibilidade de ocorrência de aguaceiros.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

5445. Viu o Sol passar no equador celeste? Então chegou o outono

O Outono chegou esta quarta-feira. Eram 9h20. Talvez nem tenha dado por isso, uma vez que os termómetros insistem em ultrapassar os 20º C em todo o país. A hora marcava o segundo momento do ano em que o Sol cruza o equador celeste – o equinócio de Outono no hemisfério norte (equinócio da Primavera no hemisfério sul). Mas nem isto significa que o dia e a noite têm hoje a mesma duração, nem que as estações são marcadas pela distância ao Sol. Saiba porquê.
Os dias e as noites não são iguais – Equinócio tem origem na palavra latina aequinoctium que junta os elementos “igual” (aequus) e “noite” (nox, noctium), conduzindo à ideia de que o dia iguala a noite em número de horas. Mas o Observatório Astronómico de Lisboa alerta que não é bem assim, porque no dia em que o Sol passa no equador celeste não consegue garantir 12 horas de luz a chegar à superfície da Terra. Isso só acontecerá no dia 26. “Nesse dia o disco solar nasce às 7h28 e põe-se às 19h28 em Lisboa, com apenas 10 segundos de desvio às 12 horas certas”, lê-se na página do OAL.
Além disso, os dias e as noites, em cada dia do ano, não têm exactamente a mesma duração em todos os locais do globo, lembra a National Geographic. À medida que nos afastamos do equador terrestre em direcção aos pólos teremos dias muito longos no Verão e muito curtos no Inverno. Nalguns sítios do planeta nunca anoitece durante seis meses e durante os restantes seis meses o máximo que se conseguirá é um lusco-fusco – noite cerrada só acontece durante 11 semanas no pólo norte, refere o site Space. Além disso, quem vive num vale verá o Sol nascer mais tarde e pôr-se bem mais cedo.
As estações não dependem da proximidade ao Sol – Há quem pense que as estações do ano são definidas pela proximidade da Terra ao Sol durante a órbita elíptica que descreve ao longo do ano – mais próxima no verão e mais afastada no inverno. Mas Jay Holberg, investigador na Universidade do Arizona, explica que na verdade no inverno do hemisfério norte a Terra até está mais perto do Sol.
A variação das estações está relacionada com a inclinação do eixo da Terra. Devido a esta inclinação o Sol não chega a todos os locais com a mesma intensidade. Quando o hemisfério norte está inclinado em direcção ao Sol é Verão e os dias são mais longos. Como os raios de Sol incidem mais directamente sobre a superfície da Terra, os dias são mais quentes. Pelo contrário, no hemisfério sul será Inverno nessa altura, os dias serão mais curtos e mais frios, neste caso porque a inclinação dos raios de Sol não conseguem aquecer aquela parte da Terra.
Menos Sol, menos alegria – À medida que caminhamos para o solstício de Inverno, o dia com menos horas de Sol no ano, os dias vão ficando cada vez mais curtos. E a escassez constante de luz solar acaba por afectar a produção de muitas hormonas, refere El Pais. Uma delas é a melatonina, que será tanto mais produzida, quanto maior a obscuridade. Esta hormona provoca mais sono, mais fome, mais frio e deixa as pessoas com um pior ânimo.
Outra das hormonas influenciadas pela quantidade de luz é a serotonina. Esta hormona é responsável pelos estados de felicidade e bem-estar e também tem um papel na sensibilidade à dor. Quanto maiores os níveis da hormona, maior o bem-estar e menor a sensibilidade à dor. E estes níveis aumentam com o aumento da luz, precisamente o oposto do que acontece no Outono e Inverno.
Além da influência das hormonas, os hábitos também podem determinar que uma pessoa se sinta mais letárgica como o regresso ao trabalho ou o ter menos tempo para estar com a família e amigos. Ainda assim, este transtorno sazonal não afecta da mesma forma todas as pessoas e há até quem não dê pela diferença. Portanto o melhor truque é continuar a fazer as coisas que mais gozo lhe dão sem se deixar convencer pelos dramas da estação.
Vera Novais
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Fonte: Observador

terça-feira, 22 de setembro de 2015

5444. RANKING EUROPEU: Tendência climática para o Outono de 2015

OUTONO 2015
(Outubro/Novembro/Dezembro)
  Tendência climática para o quarto trimestre de 2015
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TEMPERATURAS MÁXIMAS DIÁRIAS
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com temperaturas máximas diárias superiores aos valores máximos normais deste trimestre.
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TEMPERATURAS MÍNIMAS DIÁRIAS
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com temperaturas mínimas diárias inferiores aos valores mínimos normais deste trimestre.
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PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com precipitações máximas diárias superiores aos valores máximos diários normais deste trimestre.
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 Prováveis regiões da Europa
com valores INFERIORES à média
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OUTONO 2015
(Outubro/Novembro/Dezembro)
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TEMPERATURA MÁXIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para menos calor
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TEMPERATURA MÍNIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para menos frio 
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PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para uma diminuição da precipitação
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domingo, 20 de setembro de 2015

5442. Domingo, 20 de Setembro (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Coruche (Estacão de Regadio do I.N.I.A.) – 34,6 ºC
Tomar (Valdonas) – 33,9 ºC
Alvega – 33,8 º
Alvalade – 33,5 ºC
Elvas – 32,7 ºC
Portel (Oriola) – 32,7 ºC
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Sintra (Colares) – 22,4 ºC
Viana do Castelo (Chafé) – 22,2 ºC
Penhas Douradas – 20,5 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 20,1 ºC
Cabo Carvoeiro – 19,8 ºC
Cabo Raso – 19,6 ºC
Bica da Cana (Madeira) – 11,6 ºC
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Fonte: IPMA

sábado, 19 de setembro de 2015

5441. Situação de Seca Meteorológica em 16.09.2015 (Portugal Continental)

De 1 a 16 de Setembro o valor médio da quantidade de precipitação em Portugal Continental foi de 46.4 mm, o que corresponde já a um valor ligeiramente acima do valor normal do mês (42.1 mm). Os maiores valores, muito superiores aos valores médios ocorreram a norte do Mondego; o valor mais alto ocorreu em Cabril, 194.7 mm.
Em termos de percentagem em relação à média os valores foram superiores ao normal na região Norte e grande parte da região Centro, e inferiores nas restantes regiões, sendo mesmo inferiores a 25 % em quase todo o Baixo Alentejo e Algarve.
Os valores da quantidade de precipitação ocorridos em 24 horas (das 09 UTC do dia 15 às 09 UTC do dia 16) são superiores em 1, 5 a 2 vezes aos valores médios do mês de Setembro e representam, para as regiões do Norte e Centro, entre 70 e 90% do total de precipitação nestes 16 dias.
Em consequência e de acordo com o índice meteorológico de seca PDSI, houve um desagravamento da intensidade da situação de seca meteorológica (iniciada em Março 2015) tendo mesmo terminado a situação de seca na região noroeste do território.
Em 16 de Setembro, 15 % do território estava em situação de chuva fraca a normal, 37% em situação de seca fraca a moderada e 47 % do território estava em situação de seca severa e apenas cerca de 1% (sotavento algarvio) em seca extrema.
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Fonte (texto e mapa): IPMA

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

5440. ARQUIPÉLADO DOS AÇORES: Instabilidade para os grupos central e oriental

Imagem de satélite às 09h58
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Fonte: ImapWeather
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A passagem de uma superfície frontal fria irá condicionar o estado do tempo ao longo do dia de hoje, traduzindo-se no aumento da nebulosidade e a ocorrência de precipitação, podendo ser acompanhado por trovoadas dispersas. Após ter passado pelo Grupo Ocidental, a instabilidade irá afectar principalmente as ilhas do Grupo Central, nas horas centrais do dia, e o Grupo Oriental, já mais para o final da tarde.  

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

5439. PORTUGAL CONTINENTAL: Tarde com tempo instável nas regiões norte e centro

Intensidade da precipitação (mm/h)
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Fonte: IPMA

5438. Ex-tempestade Tropical HENRI: Precipitação acumulada em Portugal Continental

Precipitação acumulada igual ou superior a 50,0 mm
(15 de Setembro de 2015)
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Cabril – 155,5 mm
Luzim – 131,8 mm
Cabeceiras de Basto – 117,5 mm
Arouca – 104,4 mm
Porto (Aeroporto) – 101,7 mm
Ponte de Lima (Escola Agrícola) – 98,5 mm
Montalegre – 94,1 mm
Braga (Merelim) – 93,1 mm
Vila Real (Cidade) – 93,0 mm
V. N. Cerveira (Aeródromo) – 92,8 mm
Vinhais – 90,6 mm
Porto (S. Gens) – 90,3 mm
Viseu (Aeródromo) – 86,2 mm
Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 81,3 mm
Viana do Castelo (Chafé) – 78,3 mm
Macedo de Cavaleiros (Bagueixe) – 63,6 mm
Aldeia Souto (Quinta Lageosa) – 62,7 mm
Viseu (Cidade) – 56,9 mm
Moimenta da Beira – 59,3 mm
Carrazeda de Ansiães – 55,3 mm
Aveiro (Universidade) – 54,6 mm
Nelas – 53,6 mm
Bragança – 53,5 mm
Anadia – 53,1 mm
Viana do Castelo (Cidade) – 52,4 mm
Chaves (Aeródromo) – 52,3 mm
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Fonte: IPMA

terça-feira, 15 de setembro de 2015

5437. Terça-feira, 15 de Setembro (18h00)

Imagem de Satélite às 18h00
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(Tecle  sobre a imagem para ampliar)
CopyRight Eumetsat 2015
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Às 18h00 de hoje, a situação sinóptica está marcada pela presença de dois núcleos depressionários a condicionarem um estado do tempo na parte mais setentrional da Península Ibérica (um centro de baixas pressões a noroeste de Portugal Continental e outro centro de baixas pressões a nordeste de Portugal Continental).

Portugal Continental encontra-se entre uma superfície frontal quente, que já atravessou o território do continente ao longo do dia, estando já a leste em território espanhol, e uma superfície frontal fria que começa agora a afectar o noroeste da Península Ibérica e que se estende pelo oceano Atlântico até sobre o arquipélago dos Açores. Entre as duas superfícies frontais predomina uma massa de ar bastante húmida e que tem estado na origem de precipitação quase constante na regiões do noroeste do continente (Minho e Douro Litoral principalmente), atingindo em alguns locais valores próximos dos 100 mm de precipitação acumulada no dia de hoje.

Nas próximas horas continuará o deslocamento progressivo do sistema sinóptico para leste/nordeste, pelo que a superfície frontal fria irá atravessar todo o território de Portugal Continental; a parte mais activa da superfície frontal fria será a que se encontra mais próxima do centro de baixas pressões que na imagem se encontra a noroeste de Portugal Continental, pelo que a instabilidade, traduzida na precipitação acumulada, será bastante mais significativa nas regiões do norte e tenderá a ser cada vez menos expressiva e em quantidades de precipitação significativamente mais baixas quanto mais para sul do território de Portugal Continental.

A superfície frontal fria atravessará o território de Portugal Continental de norte para sul e do litoral para o interior, devendo encontrar-se já totalmente a leste do continente até às 12h00 de amanhã.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

5436. PORTUGAL CONTINENTAL: Tendência do estado do tempo associado à aproximação da ex-tempestade tropical HENRI

Figura 1
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Figura 2
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A partir da próxima noite, todo o território de Portugal Continental começara a sentir os efeitos da aproximação de uma complexa área depressionária em cavamento a noroeste da Península Ibérica (Figura 1 – Terça-feira, 00h00UTC), com uma pressão mínima de 999 hPa, resultante da ex – tempestade tropical HENRI. Estabelecer-se-á uma corrente moderada de sudoeste, com aumento de nebulosidade no litoral oeste, onde poderão começar a registar-se períodos de chuva fraca a partir da noite.
Ao longo da madrugada e na parte de amanhã de manhã ocorrerá um cavamento para os 986 hPa da pressão mínima no núcleo depressionário (Figura 1 – Terça-feira, 12h00UTC), ao mesmo tempo que linhas de instabilidade começam a incidir directamente sobre o noroeste do território de Portugal Continental; esta situação contribuirá para o aumento da nebulosidade e a passagem a períodos de chuva persistente, intensificando-se o vento à medida que as isóbaras fiquem cada vez mais próximas umas das outras. Entretanto formar-se-á um segundo núcleo depressionário mais a oeste 990 hPa, ao mesmo tempo que se começarão a organizar linhas de instabilidade sobre o Atlântico (superfícies frontais frias), ao largo da costa ocidental portuguesa.
No período da tarde de Terça-feira, a área depressionária entrará em deslocamento para nordeste, ao mesmo tempo que o seu centro continuará a cavar até aos 981 hPa (Figura 2 – Quarta-feira, 00h00UTC). O raio da acção da área depressionária passará a abranger todo o território de Portugal Continental, particularmente sentido pela acentuada intensificação do vento, ao tornar-se forte, com rajadas muito fortes, em especial no litoral oeste e terras altas. Neste período, entre o meio – dia de amanhã e a meia – noite de Terça para Quarta-feira, várias linhas de instabilidade começarão a penetrar sobre o território de Portugal Continental, começando por afectar inicialmente o Minho e Douro Litoral e estendendo-se progressivamente ao resto do território de Portugal Continental, de norte para sul e do litoral para o interior. O Baixo Alentejo e o Algarve deverão sentir a aproximação e passagem das linhas de instabilidade já durante a madrugada de Quarta-feira.
A passagem das linhas de instabilidade provocará fenómenos convectivos que poderão originar períodos de chuva, por vezes fortes, passando a regime de aguaceiros, podendo ser acompanhados de trovoadas, em especial nas regiões norte e centro, sendo possível a ocorrência de fenómenos de ventos extremos.
A situação de instabilidade tenderá a desanuviar a partir do final da madrugada de Quarta-feira, persistindo a maior instabilidade nesse dia nas regiões do norte e centro (Figura 2 – 12h00UTC).

sábado, 12 de setembro de 2015

5435. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável a partir de Terça-feira

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Quarta-feira, 16 de Setembro de 2015_12h00UTC
Fonte: MetOffice
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A situação sinóptica estará condicionada, nos meados da próxima semana, pela formação de uma depressão bastante cavada (983 hPa) a noroeste da Península Ibérica e consequentes linhas de instabilidade a atravessarem o território de Portugal Continental.
O estado do tempo caracterizar-se-á pelo aumento nítido da instabilidade, com o aumento da nebulosidade em todo o território de Portugal Continental a partir de Terça-feira. Espera-se também o aumento da intensidade do vento, tornando-se moderado a forte, com rajadas muito fortes no litoral oeste e nas terras altas.
A precipitação começara a ocorrer no noroeste a partir da segunda metade de Terça-feira, progredindo para o interior e para o sul e atingindo todo o território do continente na primeira metade do dia de Quarta-feira.
A passagem de uma superfície frontal fria, logo seguida por outras linhas de instabilidade, sobre o território de Portugal continental, irá favorecer a ocorrência de valores de precipitação relativamente elevados, nomeadamente nas regiões norte e centro, associados a períodos de chuva, por vezes fortes, dando lugar a aguaceiros e à possibilidade de ocorrência de trovoadas.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

5434. PORTUGAL CONTINENTAL: Previsão do estado do tempo para o fim de semana

Previsão para Sexta-feira, dia 11 de Setembro de 2015 – Céu pouco nublado ou limpo, apresentando períodos de maior nebulosidade no litoral oeste até meio da manhã. A partir da tarde, aumento gradual da nebulosidade nas regiões Norte e Centro, com ocorrência de chuva fraca ou chuvisco no Minho para o final do dia.
Vento em geral fraco do quadrante oeste, soprando moderado de noroeste nas terras altas e no litoral oeste a sul do Cabo Carvoeiro, em especial durante a tarde. Neblina ou nevoeiro matinal. Pequena descida da temperatura mínima na região Sul.
ESTADO DO MAR:
Costa Ocidental: Ondas de noroeste com 1 a 2 metros;
Costa Sul: Ondas de sudoeste inferiores a 1 metro.
Previsão para Sábado, dia 12 de Setembro de 2015 – Períodos de céu muito nublado, sendo por nuvens altas na região Sul a partir do meio da manhã. Períodos de chuva fraca nas regiões Norte e Centro, em especial no litoral e até meio da tarde.
Vento em geral fraco do quadrante oeste, soprando moderado no litoral a sul do Cabo Carvoeiro e nas terras altas, em especial a partir da tarde.
Previsão para Domingo, dia 13 de Setembro de 2015 – Céu em geral muito nublado, diminuindo temporariamente de nebulosidade na região Sul durante a tarde. Períodos de chuva no Minho e Douro Litoral a partir do início da manhã, estendendo-se gradualmente às restantes regiões Norte e Centro.
Vento fraco a moderado do quadrante oeste, soprando moderado a forte nas terras altas. Pequena descida de temperatura, em especial da máxima e nas regiões do interior.
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Fonte: IPMA

terça-feira, 8 de setembro de 2015

5433. Chuva forte em Angra (04.09.2015)


5432. ATLÂNTICO NORTE: Ciclogénese explosiva

Imagens de satélite às 00h28
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Fonte: ImapWeather
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Variação da pressão atmosférica no
centro da depressão
07.09.2015_00h00UTC = 1007 hPa
07.09.2015_06h00UTC = 1001 hPa
07.09.2015_12h00UTC = 995 hPa
07.09.2015_18h00UTC = 984 hPa
08.09.2015_00h00UTC = 978 hPa

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

5431. AÇORES: Passagem de superfície frontal fria

Fonte: ImapWeather
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Uma superfície frontal fria cruzada, às 18h00, o grupo central dos Açores, provocando períodos de chuva  por vezes moderados. Prevê-se também que a superfície frontal fria comece a afectar o grupo oriental a partir das 19h00.

5430. PORTUGAL CONTINENTAL: Tendência do estado do tempo

Carta de 200 hPa prevista para hoje,
Segunda-feira, 7 de setembro de 2015_12hUTC
Fonte: Wetter3
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Um núcleo de ar frio isolado em altitude (DANA) sobre o interior da Península Ibérica condiciona o estado do tempo em Portugal Continental. A presença de elevados valores de humidade relativa aos 700 hPa, aliado à insolação, favorecem o estabelecimento de correntes de ar ascendentes pelo que durante a tarde e início da noite de hoje poderá ocorrer o desenvolvimento de alguma nebulosidade convectiva nas regiões do interior centro e sul que, por sua vez, poderá originar um aumento temporário de nebulosidade e a ocorrência de aguaceiros ou trovoadas dispersas, embora a sua probabilidade de ocorrer seja diminuta.

5429. Seca afeta azeitona e castanha em Trás-os-Montes


5428. AÇORES: Tendência do estado do tempo

Carta Sinóptica de Superfície prevista para hoje,
Segunda-feira, 7 de Setembro de 2015_12h00UTC
Fonte: MetOffice
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O estado do tempo no Arquipélago dos Açores estará esta Segunda-feira pela aproximação e passagem de um centro de baixas pressões a noroeste do Grupo Ocidental, afectando principalmente as ilhas do Corvo e das Flores. À medida que o centro de baixas pressões for cavando, irá deslocando-se para nordeste e afastando-se do arquipélago. É provável que linhas de instabilidade associadas ao centro de baixas pressões cruzem as várias ilhas do arquipélago, dando origem a tempo instável, com períodos de chuva ou aguaceiros, pontualmente mais fortes e frequentes, acompanhado por trovoadas, no inicio do dia na parte mais ocidental do arquipélago e para o fim do dia na parte mais oriental do arquipélago.
Para Terça-feira ocorrerá uma melhoria geral do estado do tempo em todo o arquipélago.

sábado, 5 de setembro de 2015

5427. ALGARVE: Períodos de céu muito nublado com aguaceiros fracos


5426. ANGRA DO HEROÍSMO: precipitação acumulada

dia 2 de Setembro - 141,5 mm
dia 3 de Setembro -  14,4 mm
dia 4 de Setembro - 169,7 mm
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Fonte: IPMA

5425. Angra do Heroísmo regressa ao normal, mas com cautela

O trânsito reabriu em quase todas as estradas de Angra do Heroísmo, depois de vários troços terem estado cortados devido à chuva forte que se registou esta tarde (ONTEM) numa parte da ilha Terceira, nos Açores.
"Já temos todas as vias desobstruídas, com uma excepção, que é a ligação do Posto Santo para o Espigão, onde há uma passagem hidráulica com danos estruturais", disse, em declarações à Lusa, Álamo Meneses, presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo. De acordo com o autarca, o troço que permanece encerrado levará "algumas semanas" a ser reaberto, mas há várias vias de circulação alternativas naquela zona.
Segundo o delegado regional do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), Diamantino Henriques, entre as 14:00 e as 15:00 (hora local) a pluviosidade foi de 19 litros por metro quadrado numa parte da ilha Terceira, no grupo central, mas a chuva intensificou-se na hora seguinte, tendo-se registado 36 litros por metro quadrado entre as 15:00 e as 16:00. O estado do tempo melhorou nas últimas horas na ilha, mas as autoridades mantém-se em alerta, até porque há um aviso amarelo do IPMA até às 20:00.
Segundo o meteorologista do IPMA Carlos Ramalho, a "linha de instabilidade" está-se a deslocar para leste, sendo possível que atinja a ilha de São Miguel (grupo oriental) nas próximas horas, para onde existe um aviso amarelo entre as 18:00 e as 22:00. As chuvas fortes originaram o transbordo de duas ribeiras na ilha Terceira, tendo sido encerradas várias estradas, durante a tarde.
As operações de limpeza vão decorrer durante todo o dia amanhã, mas o autarca disse que não impedem a circulação dos automóveis. O mau tempo provocou ainda inundações em habitações, tendo os Bombeiros Voluntários de Angra do Heroísmo recebido até ao momento 170 pedidos de ajuda, sobretudo nas freguesias da Ribeirinha e de São Bento.
Álamo Meneses disse que se registaram sete realojamentos, mas salientou que foram "inundações domésticas", que necessitam sobretudo de "limpeza" e que, por isso, as pessoas deverão regressar a casa "ao longo do dia de amanhã". O autarca frisou, no entanto, que moradores e lojistas tiveram "prejuízos grandes", devido às inundações.
Também as estradas apresentam danos na calçada e nos pavimentos, que deverão demorar algum tempo a serem repostos.
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