domingo, 31 de janeiro de 2016

5631. Beira-Baixa, Alentejo e Algarve com tempo primaveril

Imagem de satélite às 15h00
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Fonte: Sat24
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Algumas temperaturas às 15h00
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Ponta do Sol (Madeira): 21,9 ºC
Portimão (Aeródromo): 19,6 ºC
Alvega: 19,0 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha): 18,9 ºC
Elvas: 18,5 ºC
Castro Marim (R.N. Sapal): 18,0 ºC
Reguengos (S. Pedro Corval): 17,9 ºC
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Areeiro (Madeira): 11,1 ºC
Luzim: 11,1 ºC
Moimenta da Beira: 10,9 ºC
Mogadouro: 10,7 ºC
Montalegre: 10,1 ºC
Viseu (Aeródromo): 9,3 ºC
Guarda: 8,5 ºC
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Fonte: IPMA

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

domingo, 24 de janeiro de 2016

5627. Mini tornado atingiu ilha de Santa Maria nos Açores


Mini tornado atingiu ilha de Santa Maria nos... por Gerofil

5626. Domingo, 24 de Janeiro (15h00)

Algumas temperaturas às 15h00
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S.Vicente (Madeira): 23,4 ºC
Porto (serra do Pilar): 23,2 ºC
Monção (Valinha): 22,7 ºC
Porto (S. Gens): 22,7 ºC
Ponte de Linha: 22,3 ºC
Aveiro (Universidade): 22,1 ºC
Porto (P. Rubras): 21,9 ºC
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Pampilhosa da Serra (Fajão): 13,9 ºC
Montalegre: 11,8 ºC
Miranda do Douro: 11,7 ºC
Foía: 11,6 ºC
Guarda: 11,1 ºC
Penhas Douradas: 8,9 ºC
Bico da Cana (Madeira): 7,8 ºC
Areeiro: 7,8 ºC
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Fonte: IPMA

sábado, 23 de janeiro de 2016

5625. Arquipélago dos Açores: tempo instável

Imagem de satélite às 15h15
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Fonte: iMapWeather
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Arquipélago dos Açores com tempo instável, especialmente nos grupos Central e Oriental: céu muito nublado e ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoadas.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

5624. Previsão do estado do tempo para o fim-de-semana das eleições presidencais

Portugal Continental – O estado do tempo em Portugal continental será condicionado, desde hoje dia 20 de Janeiro, e pelo menos até Domingo, dia 24 de Janeiro, por dois centros de acção: uma vasta região depressionária complexa centrada sobre o Atlântico Norte, e por outro lado, um anticiclone localizado sobre o interior do continente europeu que, gradualmente, tende a impor a sua influência no fim-de-semana das eleições. Associada a esta corrente, ter-se-á a passagem de massas de ar tropical húmido.
Prevê-se a ocorrência de períodos de chuva fraca ou chuvisco, que no fim de semana tendem a ser pouco frequentes e eventualmente apenas nas regiões Norte e Centro, e em particular no Domingo, dia 24, a probabilidade de não ocorrer precipitação em todo o território é superior a 90%, com predomínio de céu pouco nublado.
As temperaturas mínimas tenderão a subir ligeiramente, e no dia 24, deverão variar aproximadamente entre 8ºC e 12ºC, embora com valores ligeiramente mais baixos no nordeste transmontano e na Beira Alta, e valores ligeiramente mais elevados na costa sul do Algarve. As temperaturas máximas serão agradáveis, variando aproximadamente, entre 14ºC e 20ºC, com excepção da zona da serra da Estrela, onde serão ligeiramente inferiores.
Arquipélago dos Açores – Devido à passagem de um sistema frontal com ondulações no dia 23, o céu irá apresentar-se muito nublado com períodos de chuva e aguaceiros em todo o arquipélago. O vento irá soprar de sudoeste muito fresco a FORTE, com rajadas que poderão atingir 85 km/h. As temperaturas mínimas irão variar entre 14ºC e 15ºC e as máximas entre 16ºC e 17ºC.
Para o dia 24 prevê-se ainda alguns aguaceiros em todo o arquipélago, descida da temperatura e vento moderado a fresco de noroeste, com rajadas até 55 km/h. As temperaturas mínimas irão variar entre 09ºC e 10ºC e as máximas entre 12ºC e 13ºC.
Arquipélago da Madeira – O estado do tempo na Madeira será condicionado, desde hoje, dia 20 de Janeiro, e pelo menos até Domingo, dia 24 de Janeiro, por um anticiclone relativamente estacionário localizado a su-sudoeste do arquipélago, e ao qual está associada uma massa de ar, maioritariamente tropical. No final de dia 24, ter-se-á aproximação de uma superfície frontal fria.
O céu terá períodos de muita nebulosidade e poderão ocorrer períodos de chuva fraca ou aguaceiros fracos e pouco frequentes, e para o final do dia 24 poderão ocorrer períodos de chuva.
As temperaturas mínimas deverão variar, aproximadamente, entre 15ºC e 17ºC, e as máximas, entre 18ºC e 22ºC. Nas zonas montanhosas, os valores mínimos e máximos serão substancialmente mais baixos.
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Fonte: IPMA

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

5623. Europa (Tendência climática)

Lista de estações com maior tendência de subida no
RANKING METEOROLÓGICO EUROPEU
(ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 5508)
Temperaturas máximas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas máximas diárias mais elevadas ao longo do ano.
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Temperaturas minímas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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 Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas mínimas absolutas diárias mais baixas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas mínimas diárias mais baixas ao longo do ano.
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Precipitação total em 24 horas
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez precipitações máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com maiores precipitações diárias acumuladas diariamente ao longo do ano.

5622. Tendências de dados meteorológicos (EUROPA)

ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 5507
Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas máximas 
no TOP 10 diário
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas mínimas 
no TOP 10 diário
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos precipitações em 24 horas 
no TOP 10 diário
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Estatísticas elaboradas diariamente a partir do WeatherOnline, com o registo diário das dez estações meteorológicas com temperaturas máximas mais elevadas, temperaturas mínimas mais baixas e maiores quantidades de precipitação em vinte e quatro horas.

5621. Percentagem de acerto nas previsões climáticas trimestrais (Europa)

1º Trimestre 2014 até 4º Trimestre 2015 = 61,17 %
4º Trimestre 2013 até 3º Trimestre 2015 = 61,14 %
3º Trimestre 2013 até 2º Trimestre 2015 = 60,42 %
2º Trimestre 2013 até 1º Trimestre 2015 = 59,17 %
1º Trimestre 2013 até 4º Trimestre 2014 = 58,00 %

5620. Governo satisfeito com a reacção da população face à ameaça do furacão ALEX

O Presidente do Governo dos Açores manifestou reconhecimento pela disponibilidade e dedicação de centenas de pessoas que estiveram envolvidas, a vários níveis, no dispositivo de prevenção para a passagem do furacão Alex pelo arquipélago. “É-lhes devida uma palavra de reconhecimento pelo seu trabalho, pela sua dedicação e pelo seu esforço. Foram algumas centenas de pessoas, entre bombeiros e membros da Protecção Civil regional e municipais, dos departamentos do Governo e das autarquias locais, entre outros, que estiveram disponíveis” ao longo dos últimos dias, salientou Vasco Cordeiro.
O Presidente do Governo, que falava sexta-feira aos jornalistas na freguesia de São Roque, em São Miguel, considerou que a “melhor retribuição que cada Açoriano pode dar a este esforço e a esta dedicação é, exactamente, cumprir as recomendações da Protecção Civil numa situação como esta”. Num balanço final à passagem do furacão Alex pelos Açores, Vasco Cordeiro adiantou que não se registaram danos de monta, mas apenas ocorrências como pequenas inundações, algumas derrocadas e quedas de árvores, entre outras, que foram sendo resolvidas ao longo do dia pelas equipas de Protecção Civil regional e municipais, pelas autarquias locais e pelos departamentos do Governo que estiveram no terreno.
“Penso que, para termos este resultado, foi fundamental o cuidado que os Açorianos tiveram no cumprimento das recomendações emitidas, na devida altura, pela Protecção Civil”, afirmou o Presidente do Governo, ao salientar que o facto de não se terem registado danos graves “não pode constituir motivo para não se seguir sempre, com o máximo rigor, essas recomendações”. “Nunca é demais realçar a importância de serem seguidas as recomendações da Protecção Civil, que são baseadas em dados, desde logo, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera”, frisou Vasco Cordeiro.
O Presidente do Governo dos Açores esteve desde o início da noite de quinta-feira na sede do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA), na ilha Terceira, a acompanhar a evolução da situação meteorológica, tendo em conta as previsões que indicavam que o Grupo Central seria o mais atingido pelo furação Alex.
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

5619. Ex-furacão Alex (Tempestade tropical/subtropical)

Desde o último comunicado, o furacão ALEX acabou por atravessar a região do arquipélago, tendo o seu centro passado a cerca de 20 km a leste da ilha Terceira. A área com ventos mais fortes localizava-se a leste do seu centro, tendo por isso afectado com maior intensidade as ilhas do Grupo Oriental. Durante a sua passagem, o vento observado não atingiu a força de furacão em terra, tendo sido apenas observados ventos médios até 70 km/h e rajadas até 110 km/h (Ponta Delgada). As quantidades máximas de precipitação observadas atingiram apenas valores correspondentes ao nível de alerta amarelo.
De acordo com o Centro de Furacões de Miami (National Hurricane Center) o ALEX perdeu intensidade, tendo passado a tempestade tropical/subtropical e encontrando-se pelas 15:00 UTC de hoje centrado a cerca de 65 km a NNE da ilha Terceira, dirigindo-se para norte e devendo passar a depressão pós-tropical/extratropical nas próximas horas. Nestas condições, prevê-se a melhoria gradual das condições meteorológicas, mantendo-se apenas o aviso para a agitação marítima para os Grupos Oriental e Central.
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Fonte: IPMA

5618. Furacão Alex (15h30)

Fonte: ImapWeather

5617. Furacão Alex

5616. Furacão Alex (12h30)

Fonte: ImapWeather

5615. Furacão Alex

Um alerta de furacão está em vigor para o Grupo Central do Arquipélago dos Açores (Ilhas do Faial, Pico, São Jorge, Graciosa e Terceira) e um aviso de tempestade tropical está em vigor para o Grupo Oriental do Arquipélago dos Açores (Ilhas de São Miguel e Santa Maria).
Discussão e perspectivas nas próximas 48 horas – Às 00h00_UTC, o centro do furacão Alex estava localizado perto da latitude 33,9º Norte e da longitude 27,8º Oeste. O furacão Alex está-se a mover em direcção ao norte, aproximadamente a 22 milhas por hora (35 km/h). Um deslocamento para norte com um aumento da velocidade é esperado esta noite e ao longo do dia de sexta-feira; para sábado espera-se que o furação gire para noroeste. Assim, o furacão irá atravessar o Arquipélago dos Açores ao longo desta sexta-feira.
Os ventos máximos do furacão rondam as 85 milhas por hora (140 km/h) com rajadas mais fortes. Poucas mudanças são esperados na força dos ventos ao longo desta sexta-feira; no entanto, Alex é provável que perca as suas características tropicais ainda durante esta sexta-feira.
Ventos com força de furacão estendem-se num raio até 25 milhas (35 km) do centro (olho) do furacão; ventos com força de tempestade tropical estendem-se num raio até 175 milhas (280 km) do centro do furacão. Santa Maria, nos Açores relatou rajadas de vento de até 45 milhas por hora (72 km/h) durante as últimas horas. A pressão central mínima estimada é de 981 milibares.
Perigos que podem ser sentidos em terra – Os ventos de força de tempestade tropical deverão começar a afectar o Arquipélago dos Açores a partir das próximas horas; ventos de força de furacão são esperados para as ilhas do Grupo Central do Arquipélago dos Açores na primeira metade do dia de hoje.
A velocidade do vento nos topos montanhosos e nas vertentes laterais expostas aos ventos das áreas mais elevadas são frequentemente até 30 por cento mais forte do que os ventos referidos atrás neste comunicado, podendo mesmo vir a ocorrer rajadas mais fortes pontualmente em alguns locais mais elevados.
Precipitação – O furacão Alex deverá produzir nesta sexta-feira acumulações totais de precipitação, no Arquipélago dos Açores, entre os 76,3 mm e os 127,0 mm, com possibilidade de serem atingidos os 177,8 mm em alguns locais. Estas precipitações poderão originar enchentes e deslizamentos de terra com risco de vida.
Tempestade no mar – Uma maré de tempestade perigosa deverá produzir inundações costeiras significativa perto e a leste do olho do furacão. Junto à costa, o aumento da ondulação poderá provocar grandes ondas destrutivas.

5614. Coimbra diz que Agência do Ambiente tenta branquear cheias do Mondego

O presidente da Câmara de Coimbra, Manuel Machado, disse hoje que a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) está a tentar "branquear responsabilidades" em relação às cheias do fim-de-semana naquela cidade. "No comunicado que ontem [na quarta-feira] distribuiu, a APA não explica e tenta branquear responsabilidades, num estranho conluio com a entidade que explora a barragem [da Aguieira]", no rio Mondego, afirmou Manuel Machado, que falava hoje à tarde durante a sessão da Câmara Municipal de Coimbra.
A APA afirma, num comunicado distribuído na quarta-feira, que a ocorrência de cheias no vale do Mondego, sobretudo na zona do Baixo Mondego, é uma "situação recorrente" e que acontece quando há períodos de grande precipitação. O aumento intenso e brusco dos caudais afluídos à albufeira da Aguieira desde a tarde de domingo até à madrugada do dia seguinte resultou da "intensificação da pluviosidade", que foi "superior às previsões", e "levou a um incremento dos caudais debitados, não só para garantir a segurança da barragem, como também para evitar o lançamento de caudais muito superiores mais tarde", refere a APA na mesma nota. O aumento do volume de caudais de água poderia "pôr em risco a segurança dos diques no Baixo Mondego e provocar assim inundações mais graves", justifica a APA.
A posição da APA foi divulgada depois de, também na quarta-feira, os presidentes das câmaras de Coimbra, Manuel Machado, da Figueira da Foz, João Ataíde das Neves, de Montemor-o-Velho, Emílio Torrão, e de Soure, Mário Jorge Nunes, terem exigido, em conferência de imprensa, informações sobre "o critério que enquadrou as descargas de água entre a madrugada de 09 de Janeiro e as 24:00 do dia 11".
Na reunião de hoje do executivo municipal de Coimbra, o presidente da Câmara voltou a referir os efeitos provocados pelas cheias no Baixo Mondego, resultantes de uma "subida abrupta" do nível das águas do rio (o volume de água "quase triplicou" num curto espaço de tempo), causando prejuízos elevados, sobretudo no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. "Custa-me acreditar em maldades, mas há razões para desconfiança e é muito difícil explicar" ao aumento do volume de água no Mondego, no fim-de-semana anterior, que "não seja explorar o recurso 'água'", sustentou o vereador do movimento Cidadãos por Coimbra (CpC), José Augusto Ferreira da Silva.
O vereador do CpC defendeu a criação de "uma comissão de inquérito", integrando, designadamente, representantes das autarquias e da administração central, para que seja possível tirar "conclusões sólidas", responsabilizar os culpados e "fazer contas" para que esta situação não se repita. "Exigimos que nos expliquem o que aconteceu e se andaram a brincar com os 'coitadinhos de Coimbra'", salientou o vereador eleito pela CDU, Francisco Queirós.
Perante as posições assumidas na reunião camarária de hoje, o vereador Paulo Leitão concluiu que existem "fortes indícios da prática de um crime ambiental na gestão da barragem da Aguieira", devendo, por isso, a Câmara comunicar ao Ministério Público para que averigúe o que realmente se passou".
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

5613. Furacão Alex

Fonte: ImapWeather

5612. Furacão Alex

De acordo com o Centro de Furacões de Miami, a tempestade tropical Alex intensificou-se sendo neste momento um furacão de categoria 1, prevendo-se um aumento da intensidade de vento e da agitação marítima, em especial nas ilhas do Grupo Central.
Nestas condições prevê-se a ocorrência de precipitação forte (superior a 60 mm/6h), vento muito forte (superior a 87 km/h) de leste rodando para sul, com rajadas até 130 km/h no Grupo Oriental e até 170 km/h no Grupo Central e agitação marítima forte, com ondas de leste/sueste de 6 a 8 m no Grupo Oriental e de 10 a 12 m do Grupo Central, podendo a onda máxima atingir os 18m.
O ciclone deverá começar a notar-se nas ilhas, sensivelmente a partir das 23h de hoje (14 de Janeiro), devendo atingir o máximo de intensidade entre as 05h e as 13 horas de amanhã.
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Fonte: IPMA

5611. PORTUGAL CONTINENTAL: Precipitação forte e persistente no período de 1 a 11 de janeiro 2016

No final de Dezembro 2015 (dias 28 a 31) registaram-se valores de precipitação superiores a 50 mm em alguns locais das regiões do Norte e Centro. A ocorrência de precipitação prolongou-se pelo início de Janeiro.
Nos primeiros onze dias de Janeiro ocorreram valores muito elevados da quantidade de precipitação nas regiões a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela, em especial nos dias 3 e 4 e nos dias 8 a 10 de Janeiro. Nestas regiões os valores acumulados da precipitação observados até ao dia 11 de Janeiro são cerca de 1.5 a 2 vezes o valor médio mensal de Janeiro. Os maiores valores acumulados de precipitação, considerando a rede meteorológica do IPMA, ocorreram em: Cabril, 475.5 mm; Penhas Douradas, 451.9 mm; Arouca, 419.2 mm; Lamas de Mouro, 395.9 mm; Luzim, 382.0 mm; Braga, 375.4 mm.
Neste período (1 a 11 de Janeiro) e nas regiões referidas, ocorreu precipitação em todos os dias. O número de dias chuvosos (precipitação ≥ 10 mm) variou entre 5 e 10 dias; e o número de dias muito chuvosos (precipitação ≥ 30 mm) variou entre 4 e 8 dias. Nos dias 3, 4 e 8 a 10 (5 dias) os valores de precipitação ocorridos correspondem a 70% a 90% do valor total no período de 11 dias. No dia 11 de Janeiro, a Norte do rio Mondego, os valores de percentagem de água no solo excederam a capacidade de campo, chegando em algumas regiões à saturação.
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Fonte: IPMA

5610. PORTUGAL CONTINENTAL: Depois da chuva, vem aí o frio

As temperaturas mínimas vão descer entre três e cinco graus Célsius de sexta-feira para sábado, prevendo-se tempo frio, disse à agência Lusa a meteorologista Madalena Rodrigues, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). “Para o fim-de-semana, estamos a prever uma descida da temperatura mínima entre três e cinco graus. A máxima não vai registar alterações significativas”, adiantou a meteorologista.

Madalena Rodrigues referiu que durante o dia de hoje vai ocorrer precipitação forte no Minho e Douro litoral devido à passagem de uma superfície frontal. “Esta situação vai progredindo de norte para sul, mas diminuindo de intensidade. Não se prevê precipitação forte na região sul. O vento será fraco a moderado do quadrante sul, rondado para o quadrante noroeste e soprando por vezes forte no litoral a norte do Cabo Carvoeiro e terras altas”, indicou.

Na sexta-feira, referiu a meteorologista do IPMA, prevê-se apenas alguma nebulosidade até ao final da manhã, mas depois deverá predominar o céu pouco nublado ou limpo. “Amanhã [sexta-feira], já teremos uma descida da temperatura mínima entre quatro a cinco graus nas regiões do litoral e dois a três nas restantes regiões. No sábado vamos ter uma nova descida da mínima”, adiantou.

De acordo com Madalena Rodrigues, no sábado prevêem-se valores negativos da temperatura mínima nas regiões do interior e mesmo no litoral vão situar-se entre um e cinco graus. “No sábado, a descida será em todo o território. A temperatura máxima não deverá ultrapassar os 13/14 graus”, disse.

O IPMA prevê para sábado temperaturas mínimas de quatro graus negativos nas Penhas Douradas, três negativos em Bragança, dois negativos na Guarda, quatro [positivos] em Lisboa e no Porto e oito em Faro. Quanto a domingo, a especialista do IPMA, adiantou que está prevista precipitação fraca e na segunda-feira calcula-se nova descida da temperatura.
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Fonte: TVI24

5609. AÇORES (/Grupos central e oriental): Avisos meteorológicos vermelhos


5608. Ciclone tropical Alex deve atingir Açores na noite de quinta-feira

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O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) informou hoje que o ciclone tropical Alex deve atingir os Açores no final do dia de quinta-feira, situação que pode originar fenómenos extremos de chuva, vento e agitação marítima. Em declarações à agência Lusa, pelas 20:00 (mais uma hora em Lisboa), a meteorologista Vanda Costa, da delegação regional dos Açores do IPMA, informou que o ciclone tropical “está sensivelmente a 1.260 quilómetros sul-sudoeste dos Açores, a deslocar-se para nordeste”.
“Nas próximas 48 horas deve manter a sua força e chegará aos Açores no final do dia de quinta-feira, prolongando-se até sexta-feira”, adiantou Vanda Costa, referindo que se prevê que o ciclone tropical atinja os grupos central (ilhas do Faial, Pico, Terceira, Graciosa e São Jorge) e oriental (São Miguel e Santa Maria) do arquipélago. A meteorologista explicou que um ciclone é “uma depressão cujos ventos atingem velocidade elevada e, por norma, inclui precipitação”, salientando que “é uma situação que poderá originar fenómenos extremos de chuva, vento e de agitação marítima”.
Segundo Vanda Costa, “este ciclone tropical Alex é, desde 1978, o primeiro a formar-se em Janeiro, de acordo com o National Hurricane Center, sediado em Miami, Estados Unidos da América”. “É, também, apenas o quarto conhecido no mês de Janeiro desde que há registos, ou seja, desde 1851″, afirmou Vanda Costa, acrescentando que “nas próximas horas o IPMA prevê emitir avisos meteorológicos de acordo com o evoluir da situação”.
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

5607. Estimativa climática (Resumo)

Em Setembro de 2015 foi apresentada uma estimativa (postagem 5444)  para para as estações do Ranking Meteorológico Europeu sobre a provável evolução das temperaturas máximas diárias acumuladas, temperaturas mínimas diárias acumuladas e precipitações máximas diárias acumuladas, ao longo do quarto trimestre de 2015 (OUTONO). Terminado o período para o qual foram feitas as previsões, apresentam-se os quadros de apuramento final com os dados acertados.


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SÍNTESE RELATIVAMENTE AOS APURAMENTOS
(percentagem de acerto nas previsões)
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4º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 61 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 16 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
3º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 52 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
2º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 40 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
1º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 59 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
4º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 68 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 68 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 44 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
3º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 55 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 76 %
2º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 61 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 36 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 4 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
1º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 56 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
4º Trimestre de 2013 (MÉDIA = 62 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 48 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 16 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
3º Trimestre de 2013 (MÉDIA = 58 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 24 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

5606. PORTUGAL: Dados ponderados para dia 31 de Dezembro de 2015

Ranking Meteorológico para Portugal
Janeiro/2015 a Dezembro/2015 
(Últimos doze meses) 
ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 5494
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Desvios em relação ao normal 
(considerando os dados desde MARÇO/2007) 
acima do normal > 0; normal = 0; abaixo do normal < 0
  • Simbologia a verde = subiu de valor (Mais quente/Mais húmido no último trimestre) 
  • Simbologia a encarnado = desceu de valor (Mais fresco/Mais seco no último trimestre)
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Temperaturas máximas diárias acumuladas
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VALORES POSITIVOS
 Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de temperatura máxima diária
superiores ao normal
 VALORES NEGATIVOS
 Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de temperatura máxima diária
inferiores ao normal
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Precipitação máxima diária acumulada
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VALORES NEGATIVOS
Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de precipitação máxima diária
 inferiores ao normal
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A análise dos quadros representados acima permite constatar que, em 31 de Dezembro de 2015, e tendo em conta os últimos doze meses, tínhamos as seguintes situações referente às estações meteorológicas portuguesas representadas no painel do Weatheronline:
-em relação às temperaturas máximas diárias acumuladas diariamente, os valores estavam acima do normal apenas nas estações meteorológicas das Flores e das Lajes/Terceira, no Arquipélago dos Açores, e em Viana do Castelo, em Portugal Continental. Todas as outras estações meteorológicas portuguesas acumularam, nos últimos doze meses, valores de temperatura máxima diária inferiores ao normal esperado para cada uma das estações meteorológicas; relativamente ao registado três meses antes, a estação meteorológica de Faro passou do grupo das estações meteorológicas com valores acumulados de temperatura máxima superiores ao normal para o grupo das estações meteorológicas com valores acumulados de temperatura máxima inferior ao normal.
Os três valores mais baixos referiram-se às estações meteorológicas de Beja, Aeroporto da Madeira e Funchal (estações meteorológicas com maior desfasamento em relação às temperaturas máximas acumuladas entre Janeiro e Dezembro de 2015 e os valores normais que seriam de esperar no mesmo período nessas estações meteorológicas).
No último trimestre (Outubro a Dezembro de 2015), quase todas as estações meteorológicas portuguesas representadas no WeatherOnline mantiveram ou viram diminuir os seus dados relativamente aos valores normais; as excepções dizem respeito unicamente às três estações meteorológicas do Arquipélago da Madeira (trimestre relativamente quente), que aproximaram-se dos valores normais embora continuem a ser relativamente inferiores ao que seria normal. As estações meteorológicas do litoral oeste e do sul, bem como das Lajes/Terceira foram onde se acentuou o desfasamento, pela negativa, relativamente aos valores normais.
-relativamente às precipitações máximas diárias acumuladas diariamente ao longo dos últimos doze meses, a situação em 31 de Dezembro de 2015 mostra todas as estações meteorológicas portuguesas com valores inferiores ao normal neste indicador (precipitações máximas diárias acumuladas diariamente ao longo dos últimos doze meses), repetindo uma situação que já se registava três meses antes.
Os três valores mais desfasados dos valores normais correspondiam às estações meteorológicas de Santa Maria, no Arquipélago dos Açores, e de Viseu e Penhas Douradas, em Portugal Continental (estações meteorológicas com maior desfasamento em relação às precipitações máximas diárias acumuladas diariamente entre Janeiro e Dezembro de 2015).
No entanto, no último trimestre (Outubro a Dezembro de 2015), quase todas as estações meteorológicas portuguesas registaram valores idênticos ou uma recuperação para valores mais próximos dos valores normais, o que revelou uma tendência para o desagravamento do desfasamento relativamente ao que é normal registar-se. Apenas a estação meteorológica de Porto Santo, no Arquipélago da Madeira, registou um aumento, em termos negativos, do intervalo entre a precipitação máxima diária acumulada diariamente e o normal que seria de esperar que tivesse ocorrido.

5605. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média nos últimos 12 meses até 31.12.2015)

(Actualização da postagem número 5485)
BALANÇO ENTRE 01.01.2015 E 31.12.2015
 Estações com maiores desvios de temperaturas 
(Temperatura máxima absoluta acumulada diariamente)  
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 BALANÇO ENTRE 01.01.2015 E 31.12.2015
Estações com maiores desvios de temperaturas
(Temperatura mínima absoluta acumulada diariamente)
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BALANÇO ENTRE 01.01.2015 E 31.12.2015
Estações com maiores desvios de precipitação
 (Precipitação máxima acumulada diariamente)
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5604. Cheias no Mondego: Estação do Foja não funcionou

A Agência Portuguesa do Ambiente esclareceu que a Estação do Foja ainda não entrou em funcionamento porque não foi atingida a cota prevista para esta operação, que vem sendo reclamada por autarcas para evitar cheias no Vale do Mondego. "Esclarece-se de que a bomba da estação do Foja, que neste momento se encontra operacional, ainda não entrou em funcionamento porque ainda não foi atingida a cota prevista para esta operação (2,30m)", disse a agência.
De acordo com fonte da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), está tudo preparado para que a bomba seja ligada, assim que se atingir a referida cota. "Neste momento, a cota de inundação no campo situa-se em 2,15 m, não havendo corte de comunicações, pelo que ainda não se justifica a sua entrada em funcionamento para drenar simplesmente campos de arroz, em pousio nesta época do ano", acrescentou.
Ao início da tarde de segunda-feira, o presidente da câmara de Montemor-o-Velho, Emílio Torrão, criticou a APA, questionando o porquê da chamada Estação do Foja [sistema de bombagem que pode retirar água do rio Foja, afluente da margem direita do Mondego e despejá-la no leito principal do rio] não estar a funcionar. "Devem estar em poupança de energia porque as bombas estão paradas. Quando temos água a mais não actuam, só o fazem no limite, quando a cheia já é irreversível. Lamentavelmente, estamos num país de faz de conta", acusou.
O autarca de Montemor-o-Velho apontou ainda o dedo à EDP, por ter deixado encher a barragem da Aguieira e estar a fazer descargas que põem em risco as populações do vale do Mondego. "Não compreendemos e não aceitamos que sejamos confrontados ao início da manhã de hoje [segunda-feira] com esta situação de cheia iminente. Quem gere a barragem da Aguieira não a pode deixar encher e depois largar a água como se não houvesse pessoas e bens a jusante. Não há o mínimo respeito pelas populações", referiu.
Por sua vez, a EDP veio garantir que a barragem da Aguieira cumpriu a sua função de contenção de caudais de cheia, apesar da subida brusca que foi registada ao longo do fim-de-semana. "A barragem da Aguieira cumpriu, mesmo com a subida brusca dos caudais afluentes ocorrida neste fim-de-semana, a sua função de contenção de caudais de cheia. Mesmo com picos entre 1.500 e os 1.600 metros cúbicos, ocorridos na madrugada de 10 para 11 de Janeiro, o caudal máximo lançado na Raiva foi de 1.100 metros cúbicos e durante apenas um período de duas horas", alegou.
A EDP sublinhou ainda que "fez uma exploração controlada e com segurança, tendo sempre como primeira preocupação a minimização de danos gravosos nas populações". "A exploração do sistema Aguieira/Raiva/Fronhas é feita em articulação com a Agência Portuguesa do Ambiente, a quem compete a decisão final no que respeita aos caudais lançados pela Raiva que se reflecte na exploração da Aguieira. Compete-lhes também o aviso às diversas entidades, no que possam ser afectadas", concluiu.
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Fonte: TVI24