quinta-feira, 31 de março de 2016

5709. Rajada de vento mais forte atingiu os 120 km/hora no Areeiro

A maior rajada de vento sentida nas últimas 24 horas na Madeira atingiu os 120 km/h e foi registada na estação do Pico do Areeiro, de acordo com o director do Observatório Meteorológico do Funchal, Victor Prior. No Aeroporto da Madeira o vento atingiu uma intensidade máxima de 102 km/h, sendo ainda de registar um valor surpreendente de 89 km/h numa rajada registada pelas 18 horas, no próprio Observatório Meteorológico do Funchal.
No global, adianta Victor Prior, os valores do vento situaram-se dentro do que estava previsto. Em termos de precipitação, o valor mais alto foi registado na Bica da Cana (170,1 ml), ao passo que no Areeiro, aos 1.500 metros, o valor máximo atingiu os 77,6 ml. No Funchal, a quantidade de precipitação foi baix0 (4.1 ml).
A temperatura mais baixa registado na Madeira foi de -2,2 graus no Pico do Areeiro, enquanto na Bica da Cana atingiu os 0,6 graus. Condições que levou à queda de neve, embora pouco significativa, acima dos 1.500 metros.
Relativamente às previsões para os próximos dias, Victor Prior adianta que "a intensidade do vento começa a diminuir significativamente a partir da tarde", prevendo-se "uma melhoria para os próximos dias". Em relação ao mar, até ao final do dia de hoje ainda poderão ser registadas ondas de três a quatro metros, mas com tendência a diminuir. Ainda segundo aquele responsável, a partir de sábado haverá uma subida da temperatura do ar, na ordem dos três graus, pelo que as temperaturas no Funchal deverão atingir os 20 graus.
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Fonte: dnoticias.pt

5708. Quinta-feira, 31 de Março

Montalegre
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Serra da Estrela
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Fonte: MeteoPT

terça-feira, 29 de março de 2016

5706. Análise sinóptica e tendência do estado do tempo para Portugal Continental

O estado do tempo em Portugal Continental estará condicionado, a partir do meio-dia de amanhã, pela aproximação e passagem de uma superfície frontal fria, em deslocamento para sueste.
Assim, a partir do final da manhã espera-se um aumento da nebulosidade e ocorrência de precipitação, inicialmente no litoral norte e estendendo-se progressivamente para o interior e para o sul do território de Portugal Continental. Após a passagem da superfície frontal, o vento rodará para noroeste ou norte, tornando-se moderado a forte, com rajadas muito fortes nas terras altas, passando o território do continente a ficar sob a acção de uma massa de ar fria pós-frontal (cavado muito prenunciado procedente de norte), de origem polar marítima, nitidamente mais fria e instável, passando os períodos de chuva a regime de aguaceiros, mais intensos e frequentes nas regiões do norte e centro, que tenderão a diminuir e a desaparecer ao longo da madrugada de Quinta-feira.
A temperatura do ar irá ter uma acentuada descida durante e após a passagem da superfície frontal fria, favorecendo uma descida bastante significativa das cotas de neve nas regiões do norte e centro a partir do final da tarde de amanhã.

sábado, 19 de março de 2016

5694. CENTRO-SUlL e SUL: Actividade convectiva


5693. Sábado convectivo

Carta Sinóptica prevista para hoje
Sábado, 19 de Março de 2016_12h00UTC
Fonte: MetOffice
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O estado do tempo no continente está hoje condicionado pela presença de um centro de baixas pressões centrado a oeste de Portugal Continental, ao qual se encontra associado um núcleo de ar frio em altitude. O posicionamento do centro de baixas pressões facilita o estabelecimento à superfície de uma corrente de sudoeste, muito húmida, que rapidamente facilita o desenvolvimento de nebulosidade vertical, associada ao aquecimento do ar provocada pela irradiação terrestre durante o período diurno e ao grande contraste de temperatura entre as camadas inferior e superior da troposfera, que facilita a ascensão rápida das massas de ar que rapidamente ficam saturadas.
Assim, para esta tarde é previsível o aumento da nebulosidade em Portugal Continental, sobretudo nas regiões do centro e do sul, com ocorrência de aguaceiros e trovoadas e possibilidade de queda de granizo. Queda de neve nos sistemas montanhosos mais elevados.

5692. PORTUGAL CONTINENTAL: Instabilidade

Intensidade da precipitação
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(Tecle sobre a imagem para ampliar)
Fonte: IPMA
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Linha de instabilidade progredindo para nordeste e afectando as regiões do interior norte e centro.

domingo, 13 de março de 2016

5689. Domingo, 13 de Março (17h16)

Fonte: ImapWeather

5688. Raio aterroriza 170 passageiros em voo da EasyJet

Os 170 passageiros que seguiam a bordo de um avião da companhia low-cost EasyJet viveram no sábado momentos de verdadeiro terror quando a aeronave, que fazia a ligação entre Londres e Agadir, Marrocos, foi atingida por um raio, obrigando a uma aterragem de emergência no aeródromo militar de Figo Maduro, em Lisboa. Os problemas a bordo foram comunicados à torre de controlo de Lisboa cerca das 18h00. O raio terá atingido uma das asas do avião, que partiu do aeroporto londrino de Gatwick, quando estaria a entrar em território português, por cima de Trás-os-Montes.
O protocolo de emergência foi logo activado no aeródromo de Figo Maduro, levando à mobilização de bombeiros e da PSP para socorrer o voo da EasyJet U25149. O avião aterrou numa das pistas do aeródromo e foi vistoriado com rigor durante cerca de meia hora. Fonte oficial da PSP disse ao CM que não foi encontrado nenhum dano material e que não houve feridos, o que permitiu que o avião levantasse voo. A aeronave, que tinha aterragem prevista em Agadir para as 20h15, chegou com algum atraso.
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5687. Arquipélago dos Açores (Grupo Ocidental): Instabilidade atmosférica

Fonte: ImapWeather
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O cavamento de um centro de baixas pressões a oeste do Arquipélago dos Açores e a passagem de uma superfície frontal fria sobre o Grupo Ocidental condiciona esta manhã o estado do tempo nas Flores e no Corvo, com períodos de chuva por vezes fortes e acompanhados de trovoadas frequentes e dispersas. A instabilidade tende a progredir lentamente para leste, devendo afectar as ilhas do Grupo central a partir da tarde de hoje.

5686. Domingo, 13 de Março (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Aeródromo do Pico (Açores): 17,3 ºC
Aveiro (Universidade): 11,1 ºC
Faro: 8,8 ºC
Porto (São Gens): 8,7 ºC
Setúbal (Areias): 8,6 ºC
Porto (Pedras Rubras): 8,4 ºC
Almada (P. Rainha): 8,3 ºC
Lisboa (Gago Coutinho): 8,3 ºC
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Figueira de Castelo Rodrigo (Vila Torpim): - 0,6 ºC
Aljezur: - 0,6 ºC
Mogadouro: - 0,8 ºC
Dunas de Mira: - 0,8 ºC
Sabugal (Martim Rei): - 1,0 ºC
Bragança: - 1,5 ºC
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Fonte: IPMA

quinta-feira, 10 de março de 2016

5684. Quinta-feira, 10 de Março (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Angra do Heroísmo (Açores): 15,7 ºC
Santa Cruz (Aeródromo): 12,1 ºC
Cabo Raso: 11,8 ºC
Barreiro (Lavradio): 11,5 ºC
Rio Maior: 10,9 ºC
Barreiro: 10,8 ºC
Alcobaça: 10,7 ºC
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Sabugal (Martim Rei): 1,0 ºC
Cabeceiras de Basto: 0,9 ºC
Montalegre: 0,8 ºC
Viseu: 0,2 ºC
Guarda: - 0,1 ºC
Penhas Douradas: - 2,0 ºC
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Fonte: IPMA

domingo, 6 de março de 2016

5681. Domingo, 6 de Março (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Porto Moniz (Madeira): 14,6 ºC
Barreiro (Lavradio): 9,9 ºC
Barreiro: 9,3 ºC
Santa Cruz (Aeródromo): 9,4 ºC
Cabo Raso: 9,2 ºC
Setúbal (Areias): 9,0 ºC
Lisboa (Geofísico): 8,7 ºC
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Tomar (Valdonas): 0,0 ºC
Cabeceiras de Basto: - 0,1 ºC
Sabugal (Martim Rei): - 0,3 ºC
Guarda: - 0,4 ºC
Moimenta da Beira: - 0,8 ºC
Penhas Douradas: - 2,5 ºC
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Fonte: IPMA

quarta-feira, 2 de março de 2016

5679. Cata-ventos: Em Espanha, o Tejo “é uma sombra do que foi”

Vale a pena obter informações sobre a situação do Tejo em Espanha. Como parte dos problemas do rio no nosso país vêm de lá, conheçamos o que se passa e faz pensar no grande problema futuro do acesso à água. Acesso à água em quantidade e qualidade que se agudizará devido às alterações climáticas geradas pelo aquecimento global. No caso da Península Ibérica, a disponibilidade de água diminuirá significativamente e afectará, também, as dinâmicas dos rios. O encontro, na semana passada, de eurodeputados da Comissão de Petições do Parlamento Europeu com representantes de associações de defesa do Tejo e cientistas das universidades Autónoma de Madrid e de Castilla-La Mancha, permitiu a revelação de alguns dos problemas do Tejo.
Por exemplo, o caudal legal estabelecido para Talavera de la Reina e Toledo deveria ser, pelo menos, o dobro e está comprovada a violação da garantia de caudais ecológicos nestas duas cidades e em Aranjuez que o Tejo atravessa a montante. O troço Aranjuez – Toledo – Talavera, onde os eurodeputados passaram, é particularmente preocupante. Com condições climáticas de precipitação fraca e de grande variabilidade, a capacidade de recuperação do rio é diminuta, pois o caudal já chega reduzido pelo transvase de 292 km para o rio Segura que, com elevado custo financeiro, vai regar as terras do Levante.
"Como parte dos problemas do rio no nosso país vêm de lá, conheçamos o que se passa e faz pensar no grande problema futuro do acesso à água"  Em Talavera, esta situação teve como consequência o aparecimento das agora conhecidas como ilhas do Tejo que não existiam há três décadas e “são criadas pelos sedimentos que o rio não é capaz de arrastar”. Teme-se que “o rio possa ficar tamponado”.
Nem em zonas protegidas se cumprem os valores estipulados para o caudal ecológico e os eurodeputados puderam testemunhar como se converte o Tejo “num rio parado com um ecossistema palustre mais próprio de um delta ou de um açude”. Quando chega a Aranjuez, tem, muitas vezes, caudal inferior a 6 m³/s, mínimo estabelecido pela normativa que regula o discutido transvase do Tejo para o Segura. Antes da inauguração do transvase em 1979, o rio fluía na cidade com um volume médio de 30 m³/s. A normativa prevê que possam retirar, para transvase, até 70,29% da água que o rio recebe nas cabeceiras, valor que os especialistas consideram, na realidade, ser muito maior. E perguntam: “Como podemos ter um rio quando 90% se considera excedente?”
Também entre Aranjuez e Talavera, a água se apresenta em mau estado visível, e com efeitos negativos para os ecossistemas. As afluências de contaminantes provenientes de várias actividades e da comunidade de Madrid, criam novos problemas, além dos efeitos nas espécies piscícolas, com a perda de capacidade de autodepuração e o desaparecimento dos bosques ribeirinhos. Confrontados com estes efeitos, os eurodeputados apenas puderam responder que a resolução das doenças transmitidas ao Tejo pertence às instâncias de poder espanholas e estas, tal como as portuguesas, continuam a desviar o olhar. Mas, os eurodeputados não se deslocaram a jusante de Talavera, onde poderiam ter-se apercebido da grande ameaça que a central nuclear de Almaraz representa. Nem, se aproximaram da barragem de Cedillo onde a quantidade e qualidade da água que Espanha entrega a Portugal terão de ser asseguradas. Está claro que, se tivessem passado a fronteira, haveriam de confrontar-se, por exemplo entre Vila Velha de Ródão e Abrantes, com o mesmo tipo de problemas. E também diriam que isso é com as autoridades portuguesas.
Manuel Costa Alves
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Fonte: Reconquista

terça-feira, 1 de março de 2016

5678. Poluição no Tejo: “O crime não pode compensar”

As acções promovidas pelos bloquistas, que consistiram na distribuição do “Manifesto em defesa do Rio Tejo e dos seus afluentes”, e na colocação de faixas desde Vila Velha de Ródão até ao Cartaxo, tiveram como objectivo principal “envolver mais cidadãos e cidadãs nesta causa que é de todos e de todas”. No distrito de Santarém, a iniciativa contou com a participação do deputado Carlos Matias.
"Sabemos que existem poderosíssimos interesses por detrás disto, mas o crime não pode compensar. O Governo, os políticos, os cidadãos e os ambientalistas têm de continuar a pressionar para que este investimento seja feito o mais rapidamente possível", avançou o dirigente bloquista. Carlos Matias destacou que o Tejo "tem estado nos últimos dias sem poluição visível" devido às denúncias dos ambientalistas e à pressão sobre o poder público.
"Esta pressão dos cidadãos, autarcas, políticos e ambientalistas começa a dar alguns resultados e é necessário que se mantenha este nível de exigência para que se faça uma intervenção a sério e que acabe, de uma vez por todas, com a poluição no Tejo", defendeu. Segundo o Bloco, a empresa Celtejo, de Vila Velha de Ródão, no distrito de Castelo Branco, terá de fazer um investimento de 80 milhões de euros para assegurar a qualidade dos efluentes que lança no rio.
"O Bloco não é contra as empresas, mas sim contra os crimes ambientais", vincou Carlos Matias. O deputado manifestou ainda a sua "preocupação com a situação da central nuclear espanhola de Almaraz", localizada a 100 quilómetros de Portugal e na qual foram detectadas falhas no sistema de arrefecimento de serviços essenciais.
"O tempo de vida da central acabou em 2010 e é inaceitável que o Governo espanhol tenha prolongado o seu funcionamento por mais 10 anos, com todos os problemas revelados, como as falhas nos sistemas de arrefecimento ou a ausência de revisões periódicas há 19 anos", referiu.
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Fonte: Esquerda NET