terça-feira, 31 de julho de 2018

6813. PORTUGAL CONTINENTAL: Avisos meteorológicos





6812. Governo e Protecção Civil à espera das altas temperaturas

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Governo e Protecção Civil garantem que o país está mais bem preparado para o combate aos incêndios. Há 10.700 operacionais a postos e 55 meios aéreos disponíveis. Face ao aumento previsto da temperatura, que pode ultrapassar os 40 graus nalgumas regiões, já há meios de prevenção no terreno.
O calor chega esta semana e com valores muito acima dos habituais – temperaturas que vão ultrapassar os 40 graus, vento e níveis de humidade muito baixos. Todo o interior do Continente está em alerta especial. A Protecção Civil garante que um ano depois o país está capaz de combater melhor os incêndios.
Tendo em conta as previsões do brusco aumento de temperatura para esta semana, Protecção Civil, Direção-Geral da Saúde e Meteorologia estiveram juntos numa conferência de imprensa para alertar para a situação. Nos próximos dias o risco de incêndio é muito elevado. É no interior do país que as condições são mais desfavoráveis.
O Governo realça, por outro lado, que nunca Portugal teve um dispositivo de combate aos incêndios tão grande: 55 meios aéreos disponíveis no Continente e um na Madeira. Perante a onda de calor a caminho, os dois aviões que estavam na ajuda ao combate aos incêndios na Suécia vão regressar. Quinta-feira é o dia mais quente. A Protecção Civil reforçou as acções de monitorização da floresta e há bombeiros pré-posicionados, numa semana de muito calor, onde se prevêem temperaturas que no interior podem chegar aos 45 graus.
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sexta-feira, 27 de julho de 2018

6811. Um eclipse total da Lua para ver em Portugal


O mais longo eclipse total da Lua do século tem lugar esta sexta-feira e deverá ser visível em quase todo o mundo. Portugal apanhará o fenómeno a meio, dado que o satélite natural da Terra nasce quando o fenómeno estiver a decorrer. O ponto máximo está previsto para as 21h22. O tom vermelho será predominante, por causa da luz projectada pelo Sol. Para o fenómeno ser observável, o céu tem de estar limpo e a linha de horizonte, a nascente, desimpedida. É possível observá-lo a olho nu, com binóculos, óculos, telescópios ou instrumentos ópticos mais poderosos.
Ao contrário de um eclipse solar total, durante o qual é perigoso olhar para o Sol, a Lua nunca fica brilhante o suficiente para ameaçar os olhos. Durante um eclipse lunar total, a luz e o calor do Sol desaparecem em minutos. Por definição, o eclipse total da Lua ocorre quando "a Terra se encontra entre o Sol e a Lua, de forma a projectar a sua sombra na Lua, e a Lua atravessa completamente a sombra da Terra", refere o portal do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL).
Visível em todo o território – O eclipse lunar total desta sexta-feira terá uma duração de cerca de uma hora e 43 minutos. Em Portugal, o fenómeno será observável em todo o território nacional. "Os arquipélagos e o continente vão poder ver mais ou menos a mesma coisa. Quem quiser ver esta progressão do eclipse deve escolher um local onde tenha uma boa vista sobre o horizonte do lado nascente", explicou Rui Agostinho, director do Observatório Astronómico de Lisboa. A Lua nasce às 20h47 (hora de Lisboa). Subirá lentamente e o meio do eclipse – que corresponde ao máximo do eclipse visível – acontece às 21h22 e terminará às 22h14. Já o pôr-do-sol ocorre às 20h52.
Na maior parte das vezes, existem dois eclipses da Lua por ano. Este será o 17º eclipse lunar total do século. O próximo ocorrerá a 21 de Janeiro de 2019. Para esta sexta-feira, o Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, o Planetário Calouste Gulbenkian, o Planetário do Porto e o Centro Ciência Viva de Constância organizam sessões de observação do eclipse lunar, dos planetas e das estrelas. Para além de Portugal, a Lua pode ser observada a partir da Austrália, Antártida, Ásia, África, Médio Oriente, Europa, América do Sul, sul do Oceano Pacífico, Oceano Índico e Oceano Atlântico.
No entanto, o melhor lugar do planeta para ver este eclipse é a ilha de Reunião, onde a lua está no zénite em plena noite. Os únicos países que não conseguirão ver o eclipse total da Lua são a Groenlândia, o Canadá e os Estados Unidos.
Lua vermelha – Um eclipse lunar total acontece quando o Sol, a Terra e a Lua se alinham perfeitamente. Quando a Lua está totalmente na sombra da Terra, fica avermelhada. Por isso mesmo, o fenómeno ganhou o nome de Lua de sangue. A cor vermelha acontece porque a luz solar é desviada através da atmosfera da Terra. "A luz do sol passa tangente à Terra e consegue iluminar a Lua. Perde a coloração azul porque fica presa dentro da nossa atmosfera", aponta Rui Agostinho.
Enquanto estiver em fase de eclipse total, a Lua manterá esta cor avermelhada “mais escura no início e depois vai ficando um bocadinho mais brilhante consoante se aproxima do final do eclipse total”, realça o astrónomo. Se a Terra não tivesse atmosfera, a Lua eclipsada seria negra.
Na mesma noite e nos próximos dias, Marte estará no ponto mais próximo da Terra desde 2003. Será visível como uma estrela vermelha brilhante.
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quarta-feira, 25 de julho de 2018

6808. Quarta-feira, 25 de Julho (12h00)

Imagem de Satélite às 12h00
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Fonte: SAT24
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Nebulosidade na faixa costeira ocidental.

6807. Fenómenos meteorológicos extremos vão ocorrer com maior frequência

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6806. Acontecimentos de Pedrógão Grande são semelhantes aos incêndios na Grécia

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6805. Aviões para a Suécia e “canarinhos” para a Grécia

Em menos de 48 horas, meios e pessoal de combate a incêndios florestais de Portugal foram ou vão ser enviados para dois cenários de operações de fogos florestais na Europa. Aos dois aviões anfíbios médios que partiram terça-feira de Vila Real para a Suécia, juntam-se 50 elementos da Força Especial de Bombeiros (FEB), conhecidos por “canarinhos”, que esta quarta-feira chegam à Grécia.
“Esse pedido [de Atenas] foi feito na segunda-feira ao final do dia pelo Governo grego. Fizemos uma avaliação com grande urgência, compreendendo o nível dramático do que está a acontecer na Grécia. Decidimos dentro de um quadro de emergência e dos nossos recursos enviar, para já, cerca de 50 elementos dos FEB”, anunciou esta terça-feira o titular da Administração Interna. Eduardo Cabrita falava na partida da missão portuguesa para o combate aos fogos florestais na Suécia, composta por oito elementos da Autoridade Nacional de Protecção Civil, dois aviões médio anfíbios. Para este contingente, um C259 da Força Aérea Portuguesa transporta 700 quilos de material.
Quanto ao apoio à Grécia, o ministro sublinhou que a prioridade é de “apoio terrestre de pessoal especializado” e que será feita uma avaliação diária “em função das necessidades nacionais de meios disponíveis e da situação no terreno”. Esta ajuda de Portugal, considerou Eduardo Cabrita, significa que o país “dotou-se dos meios necessários para responder às necessidades do país” e para disponibilizar meios no âmbito da solidariedade europeia, tal como recebeu em 2017.
O envio dos 50 “canarinhos” para combater os fogos florestais na Grécia recebeu o apoio da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais. “É uma demonstração de excelência e do mérito da FEB”, considerou em comunicado aquela associação.
O Presidente da República, o primeiro-ministro e o presidente da Assembleia da República enviaram mensagens de pesar aos seus homólogos helénicos pelas mortes e devastação provocadas pelos incêndios. Também a Associação de Vítimas de Pedrógão Grande manifestou terça-feira a sua solidariedade junto do embaixador da Grécia em Lisboa.
Por seu lado, o secretário de Estado da Protecção Civil garantiu esta terça-feira que apesar do envio de dois meios aéreos para a Suécia “não haverá nenhum local do país que fique desprotegido por esta ou aquela decisão”.
José Artur Neves foi peremptório. “As projecções que temos até ao dia 31 [de Julho] permitem-nos tomar a decisão de darmos esta ajuda à Suécia, avaliaremos em cada momento e rapidamente também faremos voltar estes meios que em 48 horas estarão cá”, salientou. O secretário de Estado adiantou que desde o início do ano, já foram registados em Portugal seis mil fogos florestais.
“Todos os dias temos incêndios, mas o dispositivo que temos no terreno, neste momento, com 56 meios aéreos, menos dois dá 54. Mesmo assim é mais do que aquilo que tivemos nos últimos cinco anos que eram 48”, referiu Artur Neves.  
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Fonte: PÚBLICO

terça-feira, 24 de julho de 2018

6804. Incêndios florestais saem de controlo na Grécia e deixam dezenas de mortos

Os incêndios florestais que se alastram pela Grécia já provocaram ao menos 74 mortes, informou o serviço de Defesa Civil do país no começo da tarde desta terça-feira (24/07). Além disso, há pelo menos 170 feridos, muitos deles em estado crítico. A Defesa Civil grega pediu ajuda à União Europeia (UE) para combater o fogo.
Os números devem aumentar ainda mais nas próximas horas, pois as autoridades continuam a receber telefonemas de alerta para pessoas desaparecidas. Mais de 3 mil bombeiros estão em acção. As chamas estão fora de controlo desde a tarde desta segunda-feira, devido aos fortes ventos na região. O fogo destruiu várias casas e obrigou dezenas de pessoas a deixarem suas residências.
Ainda não se sabe o que causou o fogo. Os números da actual tragédia já superam o incêndio florestal de 2007, quando mais de 60 pessoas morreram. Um porta-voz da Cruz Vermelha disse à rede de televisão pública ERT que, depois de terem sido encontrados 24 corpos na segunda-feira, os bombeiros descobriram nesta terça-feira mais 26 cadáveres carbonizados num campo localizado na pequena cidade de Mati. Aparentemente, o grupo, que incluía adultos e crianças, morreu abraçado, a poucos metros do mar.
Todas as vítimas foram encontradas entre o porto de Rafina, a cerca de 30 quilómetros de Atenas, e Nea Makri, cerca de dez quilómetros mais ao norte. As vítimas estavam em casa ou nos seus carros. Outras tentaram fugir do fogo atirando-se ao mar, mas acabaram por morrer afogadas. Entre os mortos está uma adolescente de 15 anos. Segundo testemunhas ouvidas pela agência de notícias Reuters, quatro pessoas morreram quando o fogo atingiu uma rodovia na comunidade de Mati, ao leste de Atenas, um popular destino turístico. Duas pessoas morreram numa moto e outras duas num carro.
A polícia estimou ainda que 300 pessoas estejam presas em suas casas. Um orfanato, duas bases militares, acampamentos de verão para crianças em Atenas e diversas comunidades na região foram evacuados. Um primeiro incêndio florestal começou no nordeste de Atenas, na área de Penteli, estendendo-se à cidade de Rafina. Em Mati, a guarda costeira enviou um barco de patrulha para retirar as pessoas de uma praia que ficou cercada pelas chamas. A guarda costeira afirmou que várias pessoas entraram no mar em pânico com aproximação do fogo. Várias foram resgatadas, mas há relatos de desaparecidos, incluindo quatro turistas da Dinamarca.
Um segundo incêndio devastou florestas montanhosas de pinheiros, a 50 quilómetros ao oeste de Atenas. O incêndio criou uma nuvem de fumaça tão espessa fazendo com que as principais vias rodoviárias entre a península de Peloponeso e Grécia continental fossem fechadas. Autoridades gregas declararam estado de emergência ao leste e oeste da grande Atenas. A Defesa Civil da Grécia pediu ajuda à União Europeia (UE) para combater o fogo. O país necessita de recursos terrestres e aéreos para controlar as chamas.
"Estamos lidando com algo completamente assimétrico", afirmou o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, que encurtou uma viagem oficial à Bósnia-Herzegovina diante da situação. "Estamos fazendo tudo que é humanamente possível para controlar esses incêndios", acrescentou.
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Fonte (Texto e imagem): DeutscheWelle

sábado, 21 de julho de 2018

6801. Este é o julho mais fresco em 30 anos. A explicação é um anticiclone fora do sítio

Posicionamento do anticiclone dos Açores, que está deslocado para oeste em relação ao normal nesta época do ano, é o principal responsável pelos muitos dias de temperaturas baixas que têm caracterizado este verão. Os termómetros não vão subir nos próximos dias. E Agosto não será melhor
O mês de Julho regista, até agora, o valor médio da temperatura máxima mais baixo dos últimos 30 anos. A culpa é do posicionamento atípico do Anticiclone dos Açores, que está deslocado para oeste em relação ao que é normal nesta época do ano. "Verifica-se que o valor médio da temperatura máxima do ar no período de 01 a 18 de Julho apresenta um desvio em relação ao valor normal mensal de -1,6°C [graus Celsius], sendo até 18 de Julho o valor mais baixo dos últimos 30 anos", de acordo com informação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Por exemplo, nos dias 12, 14 e 15 Julho, as temperaturas máximas nas regiões do sul foram de menos quatro graus Celsius do que o normal. Já nos primeiros 13 dias de Junho, os valores de temperatura máxima tinham sido inferiores ao normal em todo o território. Contudo, seguiu-se um período quente, entre 15 a 25 de Junho -- altura em que ocorreu uma onda de calor, na região norte e em alguns locais do centro - e um período normal, entre 26 e 30 de Junho.
Em Junho e na primeira metade de Julho, a situação meteorológica foi "determinada por um ou mais núcleos anticiclónicos localizados sobre o Atlântico, cuja acção se fazia sentir desde a região dos Açores, para nordeste, até à Escandinávia, enquanto a Península Ibérica esteve sob a influência de depressões, com expressão em altitude, e pela passagem de superfícies frontais de fraca actividade", de acordo com a explicação científica do IPMA.
À Lusa, a meteorologista do IPMA Sandra Correia explicou que o posicionamento do anticiclone dos Açores é determinante para as condições meteorológicas em Portugal. Este anticiclone, cuja posição média se localiza na região do arquipélago dos Açores, move-se em geral para nordeste no verão e mais para sul no Inverno, conforme explicação do IPMA.
De acordo com as previsões feitas a esta data, os próximos dias não serão mais quentes. – O IPMA, na sua previsão mensal actualizada na quinta-feira, indica que na próxima semana - de 23 a 29 de Julho - há indicação de precipitação abaixo do normal e de temperatura também abaixo do normal praticamente para todo o território. Na semana seguinte, de 30 de Julho a 05 de Agosto, o panorama é semelhante, com a possibilidade de formação de nevoeiro ou nebulosidade baixa junto à faixa costeira ocidental, e que poderá também formar-se noutras regiões do território.
Relativamente à previsão trimestral, actualizada na segunda-feira, a análise conjunta de vários modelos feita pelo IPMA, a antevisão para o mês de Agosto é de "precipitação acima do normal (5 a 10 mm) nas regiões do interior norte e centro e de temperatura abaixo do normal (-0,5 a -0,25 °C) nas regiões do interior sul". Para Setembro, um dos modelos matemáticos com base nos quais o IPMA faz as suas previsões, não indica qualquer orientação de sobre se vai chover mais ou menos ou se a temperatura vai subir ou descer, no entanto, outro modelo tem indicação de temperatura abaixo do normal na região sul.
A meteorologista Sandra Correia sublinha que "a previsão mensal corresponde a um produto em fase de desenvolvimento e apresenta cenários em termos probabilísticos. A sua utilização deve ser feita com reservas".
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Fonte: Expresso

6800. Suécia: extinção de fogos florestais poderá demorar semanas

As autoridades da Suécia anunciaram hoje que a extinção dos maiores fogos florestais em curso no país, que consumiram mais de 20.000 hectares nos últimos dias, poderá demorar semanas. O responsável da Agência de Protecção Civil sueca, Dan Eliasson, assegurou em conferência de imprensa que actualmente "os maiores fogos não podem ser extintos" e que os efectivos no terreno estão a tratar do perímetro dos incêndios.
Segundo Eliasson, o objectivo das operações de contenção é evitar a propagação dos fogos enquanto se espera por uma alteração das condições meteorológicas no país, que actualmente enfrenta temperaturas extremamente elevadas. "Os serviços de emergência estão a trabalhar para minimizar a propagação, enquanto esperamos que o tempo mude. Isto poderá demorar semanas", afirmou Eliasson, segundo o jornal Dagens Nyheter.
O incêndio de maiores dimensões já queimou cerca de 8.500 hectares do município de Ljusdal (no centro do país), segundo cálculos dos bombeiros citados por meios de comunicação locais, que expressam a dificuldade em conter as chamas apesar da ajuda internacional. Segundo a rádio pública sueca, "centenas de pessoas" foram obrigadas a abandonar as suas residências, por precaução, devido ao avanço das chamas nos pequenos municípios das províncias de Jämtland, Västerbotten, Gävleborg e Dalarna.
Situação "rara", admite primeiro-ministro sueco – O centro e o sul do país são os mais afectados, no entanto contam-se fogos em todo o território sueco. "A situação em que nos encontramos é rara", disse o primeiro-ministro sueco, Stefan Löfven, durante uma visita a uma das regiões mais afectadas. No combate aos 50 incêndios florestais registados encontram-se todos os corpos de bombeiros disponíveis, incluindo os que estavam de férias, centenas de voluntários coordenados pela Cruz Vermelha e cerca de 500 soldados, auxiliados por dois helicópteros e por um avião de transporte.
A Suécia pediu na quinta-feira ajuda à União Europeia (UE), através do Mecanismo Europeu de Protecção Civil. A Noruega enviou 10 helicópteros e a Itália e França forneceram dois hidroaviões cada. A multiplicação dos incêndios em curso no país deve-se à vaga de calor pouco habitual, após semanas sem chuva, verificando-se em Upsalla, a 70 quilómetros a norte de Estocolmo, temperaturas recorde superiores a 33 graus. Este mês já se registaram três vezes mais incêndios na Suécia do que no mesmo período do ano passado.
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6799. Onda de calor atingiu a Sibéria e bate recordes em Inglaterra

Os termómetros dispararam um pouco por todo o hemisfério norte nos últimos dois meses. O calor extremo atingiu zonas que no Inverno têm as mais baixas temperaturas do mundo.
Uma dessas zonas do globo é a Sibéria, que no final de Junho chegou a ter os termómetros a marcar bem acima dos 30 graus centígrados, cerca de oito graus a mais do que o habitual em anos anteriores. Mas o Canadá, a Escandinávia, a Irlanda e o Reino Unido também estão a viver situações semelhantes, algo que a comunidade científica internacional relaciona com o aquecimento global, embora defendam que precisam de mais estudos para confirmar essa tese.
Uma das principais consequências destas altas temperaturas têm sido os incêndios que ocorreram na região russa da Sibéria, o Canadá e os Estados Unidos, que segundo a Agência Especial Europeia e a NASA tiveram consequências alarmantes, sobretudo o que ocorreu na região siberiana. "As consequências dos incêndios foi fazer derreter o gelo marinho no mar Laptev [norte da Rússia] e do permafrost [as camadas de solo ou do fundo do mar permanentemente congeladas] da superfície terrestre e submarina", afirmou o meteorologista norte-americano Nicholas Humphrey em entrevista ao jornal espanhol El País. Refira-se que neste momento, a Suécia está a contas com vários incêndios, juntando-se ao Reino Unido como os países com maior área ardida nos países da União Europeia neste ano
Tempestade à vista no Reino Unido – A onda de calor no Reino Unido está a preocupar as autoridades, estando previsto que na próxima semana os termómetros atinjam os 35 graus. No entanto, para as próximas horas o calor britânico deverá ser interrompido por uma enorme tempestade, precisamente provocada pelas altas temperaturas. De acordo com as autoridades, que já emitiram um aviso amarelo, são esperadas chuvas torrenciais no sudeste da Grã-bretanha, que poderá atingir os 30 metros cúbicos em apenas uma hora, o que representa um valor médio semelhante para toda esta época do ano.
As autoridades britânicas prevêem mesmo que a tempestade provoque o caos no trânsito e até algumas inundações. O temporal já é apelidado de Sexta-feira Frenética, mas é certo que para o fim-de-semana já está previsto que as temperaturas subam a pique, podendo atingir os 30 graus no sul de Inglaterra. E durante a próxima semana já se prevêem altas temperaturas, que podem atingir valores recorde dos últimos 42 anos no Reino Unido.
Carlos Nogueira
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6798. Automobilistas em contramão na A12 para fugir a incêndio

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6797. Trânsito na A12 cortado devido a fumo intenso de incêndio no Pinhal Novo

O trânsito na A12, perto do Pinhal Novo, no sentido Setúbal-Lisboa, foi hoje cortado devido a uma massa densa de fumo originária de um incêndio em mato que impede a visibilidade dos automobilistas. Algumas pessoas fugiram mesmo em contramão. O oficial de operações da Autoridade Nacional de Protecção Civil adiantou à agência Lusa que em causa está um incêndio em mato, na freguesia do Pinhal Novo, concelho de Palmela, que "tendo em consideração o combustível produziu uma massa densa de fumo" que, devido ao vento, atinge a A12.
Segundo a mesma fonte, devido à reduzida visibilidade, algumas pessoas deverão ter-se assustado e iniciaram inversão de marcha, tendo sido de imediato enviado para o local equipas da Brisa e da Brigada de Trânsito da GNR para "auxiliar nesta manobra". A referida auto-estrada está cortada no sentido Setúbal-Lisboa "enquanto não há condições de visibilidade".
Segundo a página da Autoridade Nacional de Protecção Civil, o alerta para este incêndio foi dado às 16:10, estando no local 63 operacionais apoiados por 19 viaturas e dois meios aéreos.
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terça-feira, 17 de julho de 2018

6795. OLIVEIRA DO HOSPITAL / ARGANIL: Cheias em dia de sol nas zonas ribeirinhas

A época balnear em algumas praias fluviais dos concelhos de Oliveira do Hospital e Arganil pode estar em causa, devido à enxurrada de domingo à tarde. A chuva forte causou inundações nas zonas ribeirinhas e deixou as zonas balneares submersas com detritos e pedras, em alguns casos com dois metros de altura.
Trovoada, granizo e chuva forte caíram durante meia-hora, na serra do Açor e Serra da Moura. Em Sobral Magro, aldeia montanhosa de Arganil, algumas pontes pedonais de acesso à encosta e para algumas casas foram destruídas pela força da água, que arrastou "árvores, pedras e muita terra", contou Paula Lima, que vive em Lisboa e que chegou no domingo à aldeia onde tem casa, para uma semana de férias.
O largo da capela foi a zona mais afectada. Uma das entradas ficou com 90 centímetros de terras. "A maçaneta da porta ficou enterrada. Estão aqui vários dias de trabalho", calculou Amândio Dinis, presidente da Junta de Pomares.
Nas zonas ribeirinhas, "não choveu e até estava bom tempo", contou José Costa, de 72 anos, que mora em Pomares. Foi surpreendido pela subida rápida da ribeira, "que galgou as margens como nunca vi". A montante, em Avô (Oliveira do Hospital), a população foi avisada pelos vizinhos e conseguiram abrir as comportas do rio Alva, mas não evitaram algumas inundações.
Mário Freire
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6794. Queda de granizo cobriu Serra da Estrela de branco no domingo

Uma tempestade com queda de granizo cobriu a Serra da Estrela de branco, por algumas horas no domingo. Imagens partilhadas nas redes sociais e em sites de meteorologia mostram os momentos, antes do gelo no solo derreter. Vânia Lopes, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), explica que houve uma situação de queda de granizo ou saraiva (a designação utilizada depende to tamanho das bolas de gelo).
As imagens podem parecer insólitas, mas Vânia Lopes explica que se devem à situação de instabilidade que afecta Portugal, com o anticiclone dos Açores muito recuado em relação ao que é a sua posição normal, e por isso incapaz de funcionar como bloqueio à passagem de depressões e superfícies frontais. Assim, o território tem sido afectado por uma série de depressões, mas com as temperaturas mais elevadas deste altura do ano geram-se também condições de instabilidade.
Embora situações destas, que dão origem a chuvadas e trovoadas, sejam normais até nesta época do ano, o que não é tão normal é a frequência com que têm ocorrido este ano, explica Vânia Lopes. O mês de Junho, por exemplo, classificou-se como muito chuvoso em relação à precipitação e como normal em relação à temperatura do ar.
Patrícia Jesus
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Fonte: DN

domingo, 15 de julho de 2018

6792. Segunda, 16 de Julho (19h00)

Imagem de satélite às 19h00
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Fonte: SAT24
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Instabilidade no interior da região centro, com aguaceiros e trovoadas.

6791. CHAVES e CAMPO MAIOR: Núcleos convectivos de forte instabilidade




6790. Região Centro / Alto Alentejo: Instabilidade dispersa

Descargas eléctricas atmosféricas
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6789. Tempo instável e fresco


Instabilidade para este domingo (localização das baixas pressões às 20h00 de sábado e trajecto nas próximas 24 horas): períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes acompanhados de trovoadas, especialmente na área da Grande Lisboa (madrugada e manhã de domingo), progredindo depois para o Centro – Sul e Alentejo (final da manhã e início da tarde de domingo). Ao final da tarde o céu vai tornar-se pouco nublado ou limpo, o vento rodará para noroeste e a temperatura diminuirá.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

6788. PORTUGAL CONTINENTAL: Chuva vai continuar e a culpa é do anticiclone dos Açores

A chuva vai continuar em Portugal continental pelo menos até ao início da próxima semana, uma situação que segundo a meteorologista Ângela Lourenço se deve à posição do anticiclone dos Açores. Em declarações esta sexta-feira à agência Lusa, a especialista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) explica que "é normal chover no verão", mas o que é "menos comum" é a persistência de dias em que esta ocorre.
"Se pensarmos no dia isoladamente é uma situação normal. As pessoas falam muito das trovoadas e da chuva, mas é uma situação típica de verão. Aqui o que talvez possa não ser tão comum é a persistência, a sequência de dias em que estas condições meteorológicas se repetem poderá não ser tão comum acontecer", adianta. De acordo com a Ângela Lourenço, a situação está relacionada com o posicionamento do anticiclone dos Açores. "Está relacionado com o facto de o anticiclone dos Açores se encontrar muito para oeste permitindo que as regiões depressionárias, aquelas que poderão dar ocorrência de precipitação, estejam mais nas latitudes de Portugal continental e na Península Ibérica. É uma situação que pode acontecer no verão e acontece com alguma frequência, mas a persistência é que não é tão comum", salienta.
A meteorologista adianta que as condições meteorológicas previstas para esta sexta-feira e para o fim-de-semana vão ser semelhantes ao que têm sido nos últimos dias. "Vamos ter nebulosidade matinal, que atinge quase todo o litoral oeste e o interior do Alentejo que tem tendência a dissipar ao longo da manhã, embora possa persistir na faixa costeira ocidental", diz. Durante a tarde de esta sexta-feira está prevista a ocorrência de aguaceiros com possibilidade de ocorrência de trovoadas, granizo e rajadas fortes em particular nas regiões mais a norte.
"Por causa desta situação, o IPMA emitiu aviso amarelo para os distritos de Viana do Castelo, Braga, Vila Real e Bragança [até às 21:00 desta sexta-feira]. Nestes distritos e nas regiões interiores, mais montanhosas, mais nas serras e até junto à fronteira com Espanha podem desenvolver-se trovoadas mais severas", explica a meteorologista.
No domingo, segundo Ângela Lourenço, está previsto um agravamento do estado do tempo mais generalizado em todo o território com ocorrência de aguaceiros e possibilidade de trovoadas, podendo ocorrer até na região sul.
No que diz respeito às temperaturas, a tendência é para baixarem, mas não de forma significativa. "Para hoje [sexta-feira] e amanhã [sábado] vão registar-se valores próximos dos 30 graus ou mesmo superiores no interior (31/32 graus). No domingo, a tendência é para baixarem, registando-se valores entre os 25 e os 30 graus no interior e no litoral", conclui.
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Fonte: EXPRESSO

6787. NORDESTE TRANSMONTANO: Cenário desolador de destruição das culturas agrícolas

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Cenário desolador de destruição das culturas agrícolas no nordeste transmontano, provocado pelas trombas de água que têm afectado a região diariamente esta semana.

6786. PORTUGAL CONTINENTAL: Avisos meteorológicos para esta tarde


6785. Trovoada e chuva forte provocam inundações em Macedo de Cavaleiros e Mogadouro

Uma forte trovoada acompanhada de chuva intensa provocou várias inundações nos concelhos de Macedo de Cavaleiros e Mogadouro, esta quinta-feira à noite. A intempérie obrigou à intervenção dos bombeiros nas localidades de Talhinhas, em Macedo de Cavaleiros, e Vale Porco, Valverde e Vilar do Rei, em Mogadouro, onde a água das ruas galgou as bermas e entrou em algumas casas.
Segundo uma fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Bragança, entre as 19.30 e as 21 horas, receberam vários pedidos de ajuda para inundações em habitações e limpeza de ruas. Mais de duas dezenas de bombeiros estão envolvidos nos trabalhos de limpeza, na região.
Já durante a madrugada desta quinta-feira, cerca das 5 horas, uma trovoada, com forte precipitação, provocou inundações e estragos em culturas agrícolas em aldeias da zona da Lombada, no concelho de Bragança.
Desde o final do mês passado que a região transmontana tem sido afectada e sofrido prejuízos com as trovoadas quase diariamente. A chuva intensa e o granizo, com pedras de grande dimensão, como sucedeu, quarta-feira, em Vila Pouca de Aguiar, têm deixado rasto sobretudo nas aldeias e nos campos agrícolas devido ao arrastamento de terras.
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quinta-feira, 12 de julho de 2018

6784. Europa (Tendência climática)

Lista de estações com maior tendência de subida no
RANKING METEOROLÓGICO EUROPEU
(Actualização da postagem Nº 6696)
Temperaturas máximas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas máximas diárias mais elevadas ao longo do ano.
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Temperaturas minímas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas mínimas absolutas diárias mais baixas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas mínimas diárias mais baixas ao longo do ano.
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Precipitação total em 24 horas
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez precipitações máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com maiores precipitações diárias acumuladas diariamente ao longo do ano.

6783. Tendências de dados meteorológicos (EUROPA)

ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 6695
 Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas máximas 
no TOP 10 diário
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas mínimas 
no TOP 10 diário
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos precipitações em 24 horas 
no TOP 10 diário
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quarta-feira, 11 de julho de 2018

6782. Percentagem de acerto nas previsões climáticas trimestrais (Europa)

3º Trimestre 2016 até 2º Trimestre 2018 = 67,92 %
2º Trimestre 2016 até 1º Trimestre 2018 = 68,08 %
1º Trimestre 2016 até 4º Trimestre 2017 = 67,08 %
4º Trimestre 2015 até 3º Trimestre 2017 = 66,83 %
3º Trimestre 2015 até 2º Trimestre 2017 = 66,17 %
2º Trimestre 2015 até 1º Trimestre 2017 = 66,25 %
1º Trimestre 2015 até 4º Trimestre 2016 = 65,08 %
4º Trimestre 2014 até 3º Trimestre 2016 = 65,58 %
3º Trimestre 2014 até 2º Trimestre 2016 = 63,83 %
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1º Trimestre 2015 até 4º Trimestre 2016 = 65,08 %
1º Trimestre 2013 até 4º Trimestre 2014 = 58,00 %

6781. Estimativa climática (Resumo)

Em Março de 2018 foi apresentada uma estimativa (postagem 6677)  para para as estações do Ranking Meteorológico Europeu sobre a provável evolução das temperaturas máximas diárias acumuladas, temperaturas mínimas diárias acumuladas e precipitações máximas diárias acumuladas, ao longo do segundo trimestre de 2018 (PRIMAVERA). Terminado o período para o qual foram feitas as previsões, apresentam-se os quadros de apuramento final com os dados acertados.


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SÍNTESE RELATIVAMENTE AOS APURAMENTOS
(percentagem de acerto nas previsões)
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2º Trimestre de 2018 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 72 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 80 %
1º Trimestre de 2018 (MÉDIA = 78 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 60 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 72 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 44 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média - 100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
  4º Trimestre de 2017 (MÉDIA = 63 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 36 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 24 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
 3º Trimestre de 2017 (MÉDIA = 70 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 64 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
2º Trimestre de 2017 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 36 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 48 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
1º Trimestre de 2017 (MÉDIA = 67 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 52 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 48 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
4º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 56 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
3º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 69 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 44 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 60 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
2º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 68 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 56 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 16 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
1º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 70 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 68 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 44 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 100 %