quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

7082. AVISO À POPULAÇÃO: PRECIPITAÇÃO, NEVE, VENTO E AGITAÇÃO MARÍTIMA

1. SITUAÇÃO METEOROLÓGICA: De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se para os próximos dias um agravamento das condições meteorológicas, com risco associado derivado da precipitação persistente, queda de neve, intensificação do vento, com possibilidade de formação de fenómenos extremos de vento e agravamento da agitação marítima em toda a costa:
-Precipitação: Pontualmente forte (10 a 20 mm/h), a afectar as regiões Norte e Centro com mais intensidade a partir da tarde de hoje estendendo-se progressivamente às restantes regiões. Prevêem-se acumulados durante o dia de hoje da ordem dos 40 mm/12H, em especial no litoral Norte e Centro. Amanhã (01fev) prevê-se precipitação mais significativa até final da manhã (25 mm/12h) nas regiões Norte e Centro, que pode acompanhada de trovoada e granizo, sendo as regiões do Sul mais afectadas no período da tarde (15 mm/12h).
-Vento: Do quadrante Oeste moderado a forte no litoral (<45 110="" 65="" 85="" a="" agravamento="" altas="" as="" atingir="" cabo="" com="" da="" do="" e="" h="" intensidade="" km="" litoral.="" litoral="" mais="" mondego="" nas="" no="" norte="" os="" podem="" que="" rajadas="" respectivamente.="" ser="" significativo="" span="" terras="" vento="">
-Neve: Precipitação acima dos 1000 m a partir do final do dia de hoje (31jan), descendo a cota para os 600 a 800 m (nordeste trasmontano) e até 800 m nas restantes formações montanhosas no Norte e Centro (podendo ainda atingir a serra de S. Mamede), até final da manhã de amanhã (01fev).
-Agitação marítima: Forte com ondas de noroeste de 4 a 5 metros a norte do Cabo Raso, com previsão de agravamento a partir da próxima madrugada, com ondulação que pode exceder 7 m e picos máximos até 15 m (com forte rebentação na costa), prevendo-se que o período mais crítico ocorra entre 12h e as 21h de amanhã (01fev).
2. EFEITOS EXPECTÁVEIS
Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:
-Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo;
-Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
-Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
-Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
-Danos em estruturas montadas ou suspensas;
-Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;
-Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte;
-Possíveis acidentes na orla costeira;
-Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.
3. MEDIDAS PREVENTIVAS
A Autoridade Nacional de Protecção Civil recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adopção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:
-Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objectos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
-Adoptar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias;
-Transporte e colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;
-Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
-Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placares e outras estruturas suspensas;
-Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
-Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;
-Não praticar actividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;
-Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Protecção Civil e Forças de Segurança.
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Fonte: ANPC

7081. PORTUGAL CONTINENTAL: Instabilidade atmosférica

Intensidade da precipitação às 21h00
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Fonte: IPMA
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Passagem de superfície frontal fria sobre o território de Portugal Continental, com deslocamento de norte para sul e do litoral oeste para o interior.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

7080. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável e frio

Carta de 500 hPa
prevista para 1 de Fevereiro de 2019_12h00
Fonte: MeteoPT
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Carta Sinóptica de Superfície
prevista para 1 de Fevereiro de 2019_12h00
Fonte: MetOffice
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O deslocamento de um núcleo de ar muito frio em altitude (temperaturas inferiores a 30 ºC negativos aos 500 hPa, sensivelmente aos 5300 metros de altitude) para as imediações do Golfo da Biscaia contribuirá para a formação de centro de baixas pressões muito profundo à superfície, que se centrará a norte da Península Ibérica ao meio – dia de Sexta-feira, de 1 de Fevereiro.
Assim, a partir de amanhã, Quinta-feira (dia 31 de Janeiro) espera-se um acentuado agravamento do estado do tempo no território de Portugal Continental, nomeadamente nas regiões do norte e centro. A enorme diferença de pressão entre o centro de baixas pressões (977 hPa) e a crista anticiclónica centrada no arquipélago dos Açores (1024 hPa) será responsável pela intensificação do vento que se tornará moderado a forte, inicialmente do quadrante oeste e rodando progressivamente para noroeste; a intensidade do vento será particularmente sentida no litoral oeste e terras altas, onde poderão ocorrer rajadas muito fortes, não sendo de excluir a ocorrência de fenómenos muito pontuais e isolados de ventos extremamente fortes.
Também a partir de amanhã espera-se a entrada de uma linhas de instabilidade (superfície frontal fria) que, rodando em torno do centro de baixas pressões em sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, irão atravessar o território de Portugal Continental, progredindo do litoral para o interior e estendendo-se de norte para sul, afectando todo o território de Portugal Continental até ao início da manhã de Sexta-feira. Esta superfície frontal dará origem ao aumento da nebulosidade e ocorrência de precipitação, que poderá por vezes ser forte.
Na Sexta-feira, dia 1 de Fevereiro, novas linhas de instabilidade irão cruzar o território de Portugal Continental, afectando sobretudo as regiões do norte e centro; simultaneamente, em altitude entrará ar muito frio, que acentuará a instabilidade atmosférica, criando condições para a ocorrência de trovoadas e aguaceiros, por vezes de granizo, sendo de neve nas terras altas do norte e centro. Possibilidade de ocorrência de queda de neve nos pontos mais altos do nordeste alentejano. Sensação de muito frio.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

7079. Alertas meteorológicos inoportunos

Chama-se a atenção para a divulgação de pretensos alertas meteorológicos que mais não são do que Fake News criados a partir de modelos computacionais automáticos que são interpretados de forma absolutamente deficiente e divulgados depois em paginas da Internet sem os devidos esclarecimentos, provocando situações de alarmismos desnecessários junto das populações. Sendo absolutamente irresponsáveis, cabe às autoridades competentes desenvolverem as acções necessárias para que situações destas sejam devidamente punidas em função do seu grau de gravidade.
Em Portugal, o organismo oficial para a emissão de alertas é da competência da ANPC, segundo o quadro seguinte:

domingo, 20 de janeiro de 2019

7074. Europa (Tendência climática)

Lista de estações com maior tendência de subida no
RANKING METEOROLÓGICO EUROPEU
(Actualização da postagem Nº 6960)
Temperaturas máximas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas máximas diárias mais elevadas ao longo do ano.
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Temperaturas minímas diárias 
(acumuladas em doze meses)
* * *
Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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* * *
Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas mínimas absolutas diárias mais baixas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas mínimas diárias mais baixas ao longo do ano.
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Precipitação total em 24 horas
(acumuladas em doze meses)
* * *
Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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* * *
Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez precipitações máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com maiores precipitações diárias acumuladas diariamente ao longo do ano.

7073. Tendências de dados meteorológicos (EUROPA)

ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 6959
 Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas máximas 
no TOP 10 diário
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas mínimas 
no TOP 10 diário
* * *
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos precipitações em 24 horas 
no TOP 10 diário
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

7070. Percentagem de acerto nas previsões climáticas trimestrais (Europa)

1º Trimestre 2017 até 4º Trimestre 2018 = 67,42 %
4º Trimestre 2016 até 3º Trimestre 2018 = 67,42 %
3º Trimestre 2016 até 2º Trimestre 2018 = 67,92 %
2º Trimestre 2016 até 1º Trimestre 2018 = 68,08 %
1º Trimestre 2016 até 4º Trimestre 2017 = 67,08 %
4º Trimestre 2015 até 3º Trimestre 2017 = 66,83 %
3º Trimestre 2015 até 2º Trimestre 2017 = 66,17 %
2º Trimestre 2015 até 1º Trimestre 2017 = 66,25 %
1º Trimestre 2015 até 4º Trimestre 2016 = 65,08 %
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1º Trimestre 2017 até 4º Trimestre 2018 = 67,42 %
1º Trimestre 2015 até 4º Trimestre 2016 = 65,08 %
1º Trimestre 2013 até 4º Trimestre 2014 = 58,00 %

7069. Estimativa climática (Resumo)

Em Setembro de 2018 foi apresentada uma estimativa (postagem 6903) para para as estações do Ranking Meteorológico Europeu sobre a provável evolução das temperaturas máximas diárias acumuladas, temperaturas mínimas diárias acumuladas e precipitações máximas diárias acumuladas, ao longo do quarto trimestre de 2018 (OUTONO). Terminado o período para o qual foram feitas as previsões, apresentam-se os quadros de apuramento final com os dados acertados.


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SÍNTESE RELATIVAMENTE AOS APURAMENTOS
(percentagem de acerto nas previsões)
* * *
  4º Trimestre de 2018 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 36 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
3º Trimestre de 2018 (MÉDIA = 67 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 48 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 56 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  92 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
2º Trimestre de 2018 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 72 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 80 %
1º Trimestre de 2018 (MÉDIA = 78 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 60 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 72 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 44 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média - 100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
  4º Trimestre de 2017 (MÉDIA = 63 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 36 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 24 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
 3º Trimestre de 2017 (MÉDIA = 70 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 64 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
2º Trimestre de 2017 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 36 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 48 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
1º Trimestre de 2017 (MÉDIA = 67 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 52 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 48 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
4º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 56 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
3º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 69 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 44 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 60 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
 

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

7068. PORTUGAL: Análise ponderada para dia de 31 de dezembro de 2018

(Actualização da postagem número 6926)
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Acima publicam-se os quadros referentes à situação meteorológica para as estações meteorológicas portuguesas representadas no portal WeatherOnline. O quadro superior refere-se ao acumulado das temperaturas máximas registadas diariamente entre 1 de Janeiro de 2018 e 31 de Dezembro de 2018; o quadro inferior refere-se ao acumulado das precipitações máximas diárias ocorridas ao longo do mesmo período de tempo.
Assim, no dia 31 de Dezembro de 2018, observamos que em Portugal, relativamente à acumulação de temperaturas máximas diárias, constata-se que todas as estações meteorológicas portuguesas representadas no portal acumularam valores absolutos inferiores à média ao longo do período compreendido entre 1 de Janeiro de 2018 e 31 de Dezembro de 2018, traduzindo assim um ano com registo de temperaturas máximas absolutas acumuladas inferiores ao normal (ano mais fresco).
A estação meteorológica do Porto/Pedras Rubras, em Portugal Continental, registou, no quarto trimestre de 2018, um valor acumulado superior ao normal (trimestre mais quente que o normal); a estação meteorológica do Aeroporto do Corvo, no Arquipélago dos Açores, registou, também no quarto trimestre de 2018, um valor acumulado igual ao normal, enquanto que todas as restantes estações meteorológicas do país tiveram valores acumulados de temperatura máxima inferiores ao normal (ultimo trimestre de 2018 mais fresco que o normal).
Por fim, constata-se que as estações meteorológicas da Horta/Faial, Lajes/Terceira, Ponta Delgada e de Santa Maria, no arquipélago dos Açores, do Aeroporto de Lisboa, Évora, Beja e Base Aérea de Beja, em Portugal Continental, transitaram de uma situação em que acumulavam valores superiores à média no dia 30 de Setembro de 2018 para uma acumulação de valores superiores à média no dia 31 de Dezembro de 2018; o Aeroporto de Ovar passou de uma situação de valores normais em 31 de Setembro para valores inferiores no dia 31 de Dezembro.
Relativamente à precipitação máxima acumulada diariamente para o período de 1 de Janeiro de 2018 até ao dia 31 de Dezembro de 2018, também todas as estações meteorológicas portuguesas representadas no mesmo portal acumularam valores inferiores à média (ano mais seco que o normal).
No último trimestre do ano (Outubro, Novembro e Dezembro), o défice de acumulação referente aos máximos de precipitação acumulada diariamente diminuiu nas estações meteorológicas das Flores, no arquipélago dos Açores, e de Viana do Castelo, Porto/Pedras Rubras, Lisboa, Lisboa/Geofísico, Portalegre, em Portugal Continental (estações meteorológicas que aliviaram o défice de precipitação, embora ainda mantivessem valores inferiores ao normal); pelo contrário, as estações meteorológicas das Lajes/Terceira, Angra do Heroísmo, Ponta Delgada e de Santa Maria, no arquipélago dos Açores, de Ovar, Viseu, Penhas Douradas, Castelo Branco, Base Aérea de Beja, em Portugal Continental, e do Porto Santo e do Aeroporto Cristiano Ronaldo, no arquipélago da Madeira, registaram défice de precipitação, levando Ovar a passar de uma situação de valor acumulado superior à media em 30 de Setembro de 2018 para uma situação de valor acumulado inferior à média em 31 de Dezembro de 2018, tendo as outras registado um agravamento no défice de precipitação acumulada.
Bragança, Vila Real, Coimbra, Évora, Sagres e Faro, em Portugal Continental, e o Funchal, no arquipélago da Madeira, repetem em 31 de Dezembro a mesma situação em que já se encontravam em 30 de Setembro de 2018. Nenhuma estação meteorológica portuguesa passou, no quarto trimestre de 2018, de uma situação de défice de valores de precipitação diária acumulada para uma situação de excesso de valores de precipitação máxima diária acumulada.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

7067. Segunda-feira, 14 de Janeiro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
* * *
Funchal/Lido (Madeira): 17,6 ºC
Portalegre: 10,1 ºC
Cabo da Roca: 10,1 ºC
Fóia: 10,0 ºC
Pampilhosa da Serra (Fajão): 9,2 ºC
Sines: 8,6 ºC
Penhas Douradas: 7,5 ºC
* * *
Mirandela: - 2,5 ºC
Dunas de Mira: - 2,5 ºC
Tomar (Valdonas): - 2,5 ºC
Alcobaça: - 2,7 ºC
Coruche: - 2,8 ºC
Miranda do Douro: - 3,0 ºC
Alvalade: - 3,0 ºC
Aljezur: - 5,2 ºC
* * *
Fonte: IPMA

7066. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média nos últimos 12 meses até 31.12.2018)

(Actualização da postagem número 6919)
BALANÇO ENTRE 01.01.2018 E 31.12.2018
 Estações com maiores desvios de temperaturas 
(Temperatura máxima absoluta acumulada diariamente)  
  * * *
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BALANÇO ENTRE 01.01.2018 E 31.12.2018
Estações com maiores desvios de temperaturas
(Temperatura mínima absoluta acumulada diariamente)
  * * *
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BALANÇO ENTRE 01.01.2018 E 31.12.2018
Estações com maiores desvios de precipitação
 (Precipitação máxima acumulada diariamente)
* * *

7065. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média no 4º Trimestre de 2018)

4º TRIMESTRE DE 2018
Estações com maiores desvios de temperaturas
(temperatura máxima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal no 4º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
* * *
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4º TRIMESTRE DE 2018
Estações com maiores desvios de temperaturas
(temperatura mínima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal no 4º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
* * *
 
 
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4º TRIMESTRE DE 2018
Estações com maiores desvios de precipitação
(precipitação máxima acumulada diariamente)
comparação ao normal no 4º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
* * *
 

domingo, 13 de janeiro de 2019

7064. Domingo, 13 de Janeiro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
* * *
Aeroporto de Santa Catarina (Madeira): 17,6 ºC
Cabo da Roca: 9,9 ºC
Aveiro (Universidade): 8,5 ºC
Faro (Aeroporto): 8,4 ºC
Fóia: 7,9 ºC
Porto (Massarelos): 7,8 ºC
Cabo Raso: 7,7 ºC
* * *
Alvalade: - 3,9 ºC
Bragança: - 4,0 ºC
Carrazeda de Ansiães: - 4,1 ºC
Miranda do Douro: - 4,2 ºC
Alvega: - 4,6 ºC
Aljezur: - 5,1 ºC
* * *
Fonte: IPMA

7063. Ranking Meteorológico Europeu (ACUMULADO)





Relatório descritivo para as estações portuguesas

A análise dos quadros acima representados permite concluir que, relativamente às temperaturas máximas acumuladas diariamente ao longo do último ano (entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2018), destacaram-se as estações meteorológicas da Horta, no Arquipélago dos Açores, e do Aeroporto de Ovar, Castelo Branco, Alverca do Ribatejo, Aeroporto de Lisboa e Beja, em Portugal Continental, que registaram uma acumulação superior aos valores normais, evidenciando temperaturas máximas acima do normal naquelas estações meteorológicas (ano tendencialmente mais quente que o normal, considerando apenas as temperaturas máximas registadas nos últimos doze meses); assim, comparativamente a 30 de Setembro de 2018, as estações meteorológicas da Base das Lajes/Ilha Terceira, no Arquipélago dos Açores, e de Évora e Base Aérea de Beja, em Portugal Continental, passaram de uma situação em que acumulavam valores superiores ao normal para uma situação normal, e as estações meteorológicas da Horta/Faial, Ponta Delgada e Santa Maria, no Arquipélago dos Açores, de Ovar, Viseu, Penhas Douradas e da Base Aérea de Sintra, em Portugal Continental, que registavam uma acumulação superior ao normal em 30 de Setembro de 2018 passaram para uma situação em que acumularam valores inferiores ao normal em 31 de Dezembro de 2018.
No que se refere aos dados de precipitação máximas acumuladas diariamente para o mesmo período (entre 1 de Janeiro de 2018 e 31 de Dezembro de 2018), as estações meteorológicas de Viana do Castelo, Penhas Douradas, Castelo Branco, Évora, Base Aérea de Beja e de Sagres, em Portugal Continental, e do Aeroporto Cristiano Ronaldo, no Arquipélago da Madeira, registaram uma acumulação superior aos valores normais, evidenciando precipitações máximas diárias acima do normal naquelas estações meteorológicas (ano tendencialmente mais húmido que o normal), repetindo uma situação que já ocorria em 30 de Setembro de 2018; a estação meteorológica de Portalegre apresentava valores acumulados normais em 31 de Dezembro, quando em 30 de Setembro apresentava valores superiores ao normal. As estações meteorológicas de Ponta Delgada, no Arquipélago dos Açores, de Ovar, em Portugal Continental, e do Porto Santo, no Arquipélago da Madeira apresentavam valores superiores ao normal em 30 de Setembro, tendo passado a apresentar valores inferiores ao normal em 31 de Dezembro. Todas as restantes estações meteorológicas continuam a registar, em 31 de Dezembro, valores inferiores ao normal.