segunda-feira, 30 de novembro de 2020

7975. PORTUGAL CONTINENTAL: Instabilidade a sudoeste (16h30)

Fonte: IPMA

7974. Alfandanga-Fuseta-Olhão

 


CopyRight @ Valentim Prazeres

7973. Domingo, 30 de Novembro (11h30)



Fonte: SAT24

7972. ALGARVE: Análise sinóptica


“Copyright Eumetsat 2020”

Com o centro depressionário CLEMENT centrado no Arquipélago da Madeira e a rotação das bandas de nebulosidade sobre o seu centro, no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, o Algarve continuará sobre o seu efeito durante grande parte do dia de hoje. A entrada de massas de ar muito húmidas e quentes procedentes do Atlântico e a existência de ar muito frio nas camadas mais altas da troposfera potencia o desenvolvimento de nebulosidade do tipo convectivo, favorável à ocorrência de aguaceiros, pontualmente fortes e acompanhados de trovoadas. O excesso de precipitação dos últimos dias e a saturação dos solos favorecerá a ocorrência de uma maior escorrência superficial que, conjugado com as marés, pontencializa a ocorrência de rápidas inundações, sobretudo junto aos leitos das principais linhas de água e zonas mais baixas próximas da linha de costa.

 

7971. ALGARVE: Madrugada de instabilidade

 




7970. Instabilidade no Arquipélago da Madeira

Arquipélago da Madeira
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Previsão para Segunda-feira, dia 30 de Novembro de 2020 - Períodos de céu muito nublado. Aguaceiros, que poderão ser por vezes fortes. Condições favoráveis à ocorrência de trovoada. Vento forte de sudoeste, com rajadas até 95 km/h, sendo forte com rajadas até 120 km/h nas terras altas.
ESTADO DO MAR:
Costa Norte: Ondas de noroeste com 5 a 7 metros, diminuindo gradualmente para 3 a 4 metros a partir da tarde.
Costa Sul: Ondas de oeste/sudoeste com 5 a 6 metros, diminuindo gradualmente para 3 a 4 metros a partir da tarde.

Previsão para Terça-feira, dia 1 de Dezembro de 2020 - Períodos de céu muito nublado. Aguaceiros, que poderão ser por vezes fortes. Condições favoráveis à ocorrência de trovoada. Vento moderado a forte de sudoeste, com rajadas até 70 km/h, sendo forte com rajadas até 100 km/h nas terras altas, diminuindo de intensidade a partir do final da tarde. Pequena subida de temperatura.
Previsão para Quarta-feira, dia 2 de Dezembro de 2020 - Períodos de céu muito nublado. Aguaceiros. Condições favoráveis à ocorrência de trovoada. Vento fraco a moderado (10 a 30 km/h) de sudoeste, rodando gradualmente de sueste, sendo moderado a forte nas terras altas até ao início da tarde.
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Fonte: IPMA

domingo, 29 de novembro de 2020

7969. PORTUGAL CONTINENTAL: Imagens do dia

 





7968. PORTUGAL CONTINENTAL: Instabilidade no centro/sul

Imagem de Satélite às 15h00
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Fonte: SAT24
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Instabilidade nas regiões do centro e sul, com aguaceiros e trovoadas.

7967. Dois dias de chuva intensa provoca inundações em Olhão 27-11-2020


7966. Domingo, 29 de Novembro (12h00)

Imagem de satélite às 12h00
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Fonte: SAT24
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Intensidade da precipitação às 12h00
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Fonte: IPMA
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Tempo severo no sudoeste do território de Portugal Continental, associado ao deslocamento para norte de uma linha de instabilidade, junto à costa ocidental. Ocorrência de aguaceiros, temporariamente fortes e com possibilidade de trovoadas.

sábado, 28 de novembro de 2020

7965. Depressão CLEMENT - Madeira - COMUNICADO Nº1

No seguimento dos critérios de emissão estabelecidos para a nomeação de tempestades da época 2020-2021, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera – IPMA nomeou a depressão CLEMENT, que se prevê estar centrada em 34°N e 18°W no dia 30 de Novembro de 2020 às 09:00UTC, com uma pressão atmosférica ao nível médio do mar prevista no seu centro de 995 hPa.
Os efeitos desta depressão serão essencialmente sentidos no arquipélago da Madeira, prevendo-se o agravamento das condições meteorológicas a partir da tarde de amanhã, dia 29. Assim, entre dia 29 e 01 de Dezembro, estão previstos aguaceiros por vezes fortes que podem ser acompanhados de trovoada. No dia 29, o vento soprará moderado a forte (20 a 40 km/h) do quadrante oeste, com rajadas até 70 km/h, tornando-se forte (40 a 50 km/h), com rajadas até 90 km/h, nas terras altas, a partir da tarde. No dia 30, espera-se um aumento da intensidade do vento para moderado a forte (35 a 45 km/h) de sudoeste, com rajadas até 90 km/h, sendo forte (40 a 55 km/h) com rajadas até 115 km/h, nas terras altas.
Prevê-se também um aumento da agitação marítima, com uma altura significativa das ondas de 5 a 6 metros no dia 30.
Tendo em conta o agravar da situação meteorológica na região do arquipélago da Madeira, recomenda-se o acompanhamento da previsão e dos avisos meteorológicos ao longo dos próximos dias, consultando:
 
-para mais detalhes sobre a previsão descritiva
http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev.descritiva/

-para mais detalhes sobre os avisos meteorológicos
http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev-sam/

-para mais detalhes sobre a previsão para a navegação marítima consultar
 
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Fonte: IPMA

7964. Sábado,28 de Novembro (15h30)

Imagem de satélite às 15h30
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Fonte: SAT24
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Aproximação e passagem de uma superfície frontal fria sobre o território de Portugal Continental, deslocando-se do litoral para o interior. Aumento da nebulosidade, com ocorrência de períodos de chuva, passando a regime de aguaceiros.

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

7963. OLHÃO: Precipitação acumulada

Fonte: IPMA

7962. OLHÃO: dilúvio e irresponsabilidade autárquica!


1-Ontem, mais uma vez assistimos a uma inundação da cidade, desta vez sim, provocada pelo excesso de chuva, mas que poderia ser mais suavizada se estivéssemos perante uma autarquia responsável.
2-Entre 1984 e 1992 foi construída a rede separativa de esgotos que teria a função de separar os esgotos domésticos e industriais das águas pluviais. No entanto, em muitos sítios, sob os auspícios da câmara foram feitas ligações de esgotos à rede de águas pluviais.
3-Para se perceber o que acontece quando cai uma chuva mais grada, é preciso ter conhecido a malha urbana da cidade que abrange a freguesia de Olhão e parte da de Quelfes.
4-A norte da Estrada Nacional 125, existiam terrenos agrícolas que a partir da década de oitenta foram impermeabilizados com as urbanizações que se foram criando. Na estrada de Quelfes, entalado entre a chamada Casinha da Gala e a 125 surgiram varias urbanizações cujas escorrências vêm ligar à rede na estrada. Rede subdimensionada e que não acompanhou o crescimento urbano, razão pela qual, cada vez que chove, as tampas dos colectores de aguas residuais dançam no ar, fruto da pressão. Os colectores não têm capacidade para escoar a água!
5-Entre a designada Zona Alta e a 125, mais do mesmo. Urbanizações, impermeabilização dos solos sem que as infraestruturas a sul da 125 fossem dotadas de capacidade para escoar tanta agua.
6-As águas oriundas da Estrada de Quelfes, uma vez chegadas à Patinha seguem rumo à Cavalinha, onde havia um leito de cheia que a autarquia aterrou sem ter o cuidado de o dotar das infraestruturas para escoar as águas que ali vão desaguar. E não há responsáveis?
7-As águas vindas da Zona Alta seguem rumo directo ao túnel, onde ontem, para navegar seria necessário um dos submarinos do Portas.
8-Por detrás do antigo Estádio Padinha, hoje transformado em Ria Shoping, havia uma linha de água que ia desaguar no leito de cheia que eram os terrenos onde foi construída a Escola Francisco Fernandes Lopes. No lado sul da 125, havia uma vala desde o antigo Tropical até ao fim da antiga Fabrica União e que encaminhava as águas da estrada para o dito leito de cheia, leito cuja cota do solo ficava cerca de dois metros mais baixo. É obvio que as águas, procurando o ponto mais baixo, correm para o túnel. E não há responsáveis pela falta de soluções?
9-Onde hoje está a Associação 18 de Maio era um leito de cheia, tendo impermeabilizado toda a zona. Claro que as águas correm para o sítio mais baixo, o túnel.
10-Temos também parte da Zona Industrial (antiga) localizada numa zona de antigo sapal e leito de cheia, sem que tivesse sido criado qualquer caixa de retenção que permitisse absorver as águas daquele sítio.
11-A Rua 18 de Junho é a rua mais alta da freguesia, não tendo sumidores, o que faz com que as aguas corram para a Avenida ou para a Rua Almirante Reis, criando uma pressão enorme nas infraestruturas existentes e obsoletas face á realidade da cidade. Quando chove um pouco mais, é ver as tampas dos colectores a dançar sob a pressão das águas. Não se trata de entupimentos de colectores ou de sumidores, mas de sub dimensionamento das infraestruturas.
12-Poderão alguns dizer que sempre foi assim e talvez tenham um pouco de razão em relação a algumas zonas, mas esquecem que no passado não havia os meios técnicos para evitar estas situações.
13-Em muitos países ribeirinhos fazem-se caixas ( tanques) onde vão desaguar as águas pluviais e a partir daí, são bombeadas para o mar para evitar o retorno das águas.
14-Agora que estão a destruir os jardins, onde se situam os principais pontos de descarga de aguas pluviais, era a altura ideal para fazerem as estações elevatórias para evitar o retorno das aguas. Para isso é preciso que haja vontade politica, o que não parece ser a disposições dos nossos autarcas.
15-Porque o texto já vai longo, lembramos que a actual situação resulta de um urbanismo planeado em cima do joelho, em obediência aos interesses de patos bravos sem cuidar dos interesses da maioria da população. Afinal são os patos bravos quem pode enriquecer quem tem a faculdade de decidir.
16-Não venham é dizer que não há responsáveis, porque os há e foram precisamente aqueles que tomaram por opção um péssimo planeamento urbanístico! 
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7961. OLHÃO: Fique em casa


 

Comunicado do presidente da Câmara Municipal, António Miguel Pina, relativo à situação extraordinária de precipitação nas últimas horas. Segundo o IPMA, trata-se de uma ocorrência que não estava prevista e que, até às 3h00 da madrugada, poderá voltar a ter um período de agravamento.

Nesse sentido, o presidente da Câmara encontra-se no comando das operações, para as quais foram mobilizados todos os operacionais da Protecção Civil, Corpo de Bombeiros Municipais de Olhão, Polícia Municipal de Olhão, Serviços Gerais de Trânsito e Ambiolhão, EM, no sentido de dar resposta e acautelar as situações ocorridas e as que possam advir do agravamento do estado do tempo.


quarta-feira, 25 de novembro de 2020

7957. Primeira neve da estação anima madeirenses



O termómetro do carro marcava 0°C e, pelas 17 horas de hoje, no visor do computador de bordo lia-se ‘perigo de gelo’. No pára-brisas continuavam a bater as pedras de granizo que pintavam de branco os cantos da estrada e os carros que se dirigiam ao Pico do Areeiro eram cada vez mais. Foi o caso de Rodolfo Gonçalves e Borisbel Barreto que aproveitaram a folga para ver a neve e beber um chocolate quente no Poiso.

O casal, que foi ver a neve pela segunda vez, tirou várias fotografias para o álbum de recordação e aproveitou o frio para “dar um passeio romântico e ver a bonita paisagem”. Ao DIÁRIO, Rodolfo confessou que foi a mulher que o convenceu depois de ter visto que as previsões de queda de neve se tinham confirmado.

Neve encerra estrada entre o Poiso e o Pico do Areeiro – A estrada entre o Poiso e o Pico do Areeiro foi encerrada devido à queda de neve. A Polícia Florestal e a GNR estão no local a colocar correntes neste momento para impedir a passagem de automóveis. A Estrada da Ribeira das Cales também irá ficar condicionada

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Fonte: dnoticias.pt

7956. PORTUGAL CONTINENTAL E MADEIRA: Instabilidade



Um núcleo de ar em altitude, estendendo-se longitudinalmente desde o norte do Oceano Atlântico até ao Arquipélago da Madeira, transporta consigo ar muito frio em altitude (temperaturas inferiores aos 30 ºC negativos aos 5500 metros de altitude) e está a ser responsável pela queda de neve na ilha da Madeira. É expectável que este núcleo de ar muito frio se desloque em direcção ao Golfo de Cádiz e condicione o estado do tempo nas regiões do centro e sul de Portugal Continental no dia de amanhã, Quinta-feira: possibilidade de aguaceiros, pontualmente fortes e acompanhados de trovoadas, com possibilidade de queda de granizo.

 

terça-feira, 24 de novembro de 2020

7955. Terça-feira, 24 de Novembro (18h00)

Imagem de satélite às 18h00
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Fonte: SAT24
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Na imagem observa-se a aproximação de uma superfície frontal fria à Península Ibérica e que irá atravessar o território de Portugal Continental, a partir desta noite. Assim, o estado do tempo em Portugal Continental irá sofrer uma significativa alteração, tornando-se instável e com períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes acompanhados de trovoadas e queda de granizo; queda de neve nas terras altas.

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

7951. ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA: Tempestade Tropical THETA

 
O IPMA informa que às 15:00 UTC do dia 13 de Novembro, o centro da tempestade tropical Theta, localizava-se em 31.7°N e 23.8°W, com um valor mínimo de pressão no seu centro de 993 hPa, situando-se cerca de 760 km a Su-Sudeste (SSE) do arquipélago dos Açores e em deslocamento para Este (E), com uma velocidade aproximada de 19 km/h (10 kt). O vento estimado era de 93 km/h (50 kt) com rajadas até 111 km/h (60 kt).
A tempestade tropical Theta, que deverá passar a tempestade pós-tropical no dia 16, irá influenciar o estado do tempo no arquipélago da Madeira entre sábado (dia 14) e segunda-feira (dia 16). Segundo a previsão do NHC, foi atribuída uma probabilidade de 10 a 30% do arquipélago da Madeira ser atingido com vento de intensidade de tempestade tropical, ou seja, vento superior a 63 km/h e inferior a 118 km/h.
Assim, prevê-se para o arquipélago da Madeira precipitação intensa, por vezes acompanhada de trovoada, entre sábado e segunda-feira. O vento irá soprar do quadrante sul por vezes forte (até 55 km/h), com rajadas até 80 km/h, que poderão alcançar 100 km/h nas zonas montanhosas, em especial na segunda-feira. Relativamente ao estado do mar, prevê-se também um aumento da agitação marítima com ondas de sul que podem atingir os 4 m de altura significativa.
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Fonte: IPMA

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

7950. Outubro 2020: Mês frio e chuvoso em Portugal Continental

O mês de Outubro, em Portugal continental, classificou-se como frio e chuvoso. Foi  o 2º  Outubro  mais  frio  dos últimos  20  anos (Outubro  de 2003foi  o  mais  frio). O  valor  médio  da  temperatura média do ar, 15.36 °C, foi -0.85 °C inferior ao normal. Valores de temperatura do ar inferiores aos agora registados ocorreram em 25 % dos anos desde 1931.
O valor médio da temperatura mínima do ar, 9.88 °C, foi -1.31 °C inferior ao valor normal sendo o 9º mais baixo desde 1931 e o mais baixo dos últimos 20 anos. O valor médio da temperatura máxima do ar, 20.84 °C, com uma anomalia de -0.39 °C, foi o 3º valor mais baixo desde 2000. Valores de temperatura do ar inferiores aos agora registados ocorreram em 35% dos anos desde 1931.
O mês de Outubro foi marcado por alguma variabilidade nos valores de temperatura do ar, sendo a temperatura média em geral inferior ao valor normal mensal, excepto entre os dias 6 e 11 de Outubro. Em relação aos valores de temperatura máxima e mínima do ar destacam-se os seguintes períodos:
-Valores  de  temperatura  máxima  do  ar  acima  do valor normal  entre  6 e  13  de  Outubro,  sendo  de  destacar  os dias  7 e 8 com anomalias superiores a 5 °C;
-Temperatura máxima muito abaixo do normal entre os dias 20 e 28, sendo de destacar os dias 26 e 27 (anomalias de -5.0 e -4.7 °C, respectivamente);
-Valores de temperatura mínima do ar quase sempre inferiores ou próximos ao valor normal mensal, sendo  de destacar os dias 15 a 17 (anomalias inferiores a -4.0 °C).
O valor médio da quantidade de precipitação em Outubro, 119.7 mm, corresponde a 120 % do valor normal 1971-2000 (98.2  mm).  Durante  o  mês  ocorreu  precipitação  nos  dias  1  a  4  e  no  período  de  19  a  28  de Outubro. Nos dias 19 e 20, ocorreram valores de precipitação muito elevados, em todo o território mas em particular nas regiões do Centro e Sul, associados à aproximação e passagem da depressão Barbara. Foram ultrapassados os maiores valores diários de precipitação (09-09 UTC) nas estações meteorológicas de Évora, Portalegre, Portel, Zebreira, Tomar, Figueira Castelo Rodrigo e Viseu.
No  final  do  mês  de  Outubro,  verificou-se  um aumento generalizado  em  todo  o  território  dos  valores  de percentagem de água no solo. No Minho e Douro Litoral verificam-se alguns locais com valores próximos da capacidade de campo. Por outro lado nalgumas zonas do Baixo Alentejo e Algarve ainda se verificam valores de percentagem de água no solo inferiores a 20%.
De acordo com o índice PDSI, no final de Outubro verificou-se  um desagravamento significativo da área e da intensidade da situação de seca meteorológica em todo o território, terminando mesmo nas regiões Norte e Centro e no Alto Alentejo. Nas regiões do Baixo Alentejo e Algarve mantém-se ainda a classe de seca fraca em muitos locais, totalizando 12% do território de Portugal continental.
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Fonte: IPMA

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

7947. Tendência de evolução das estações meteorológicas portuguesas no portal WeatherOnline (evolução no VERÃO)

Actualização da postagem Nº 7465
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Neste quadro de dados, referente à temperatura máxima diária no terceiro trimestre do ano (Verão), constata-se que nas estações meteorológicas com TENDÊNCIA A REGISTAR MAIS DIAS DE CALOR EXTREMO, Castelo Branco, Aeroporto de Lisboa, Alverca do Ribatejo, Montijo, Portalegre, Évora, Base Aérea de Beja e Beja, em Portugal Continental, têm a tendência de registar no Verão, cada vez com mais frequência, valores entre as 10 estações meteorológicas com temperaturas mais elevadas diariamente na Europa.

Pelo contrário, nas estações meteorológicas com TENDÊNCIA A REGISTAR MENOS DIAS DE CALOR EXTREMO, Porto/Pedras Rubras, Bragança, Viseu, Monte Real, Sines/Montes Chaos e Faro, em Portugal Continental, e o Funchal, no Arquipélago da Madeira, têm tendência de registar no Verão, cada vez menos, valores entre as 10 estações meteorológicas com temperaturas mais elevadas diariamente na Europa (são as estações meteorológicas portuguesas onde existe cada vez menos a tendência de registarem as temperaturas mais elevadas do continente europeu durante o verão).

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Neste quadro de dados, referente à precipitação máxima diária no terceiro trimestre do ano (Verão), constata-se que nas estações meteorológicas com TENDÊNCIA A REGISTAR MAIS DIAS DE PRECIPITAÇÃO EXTREMA, Flores, Horta, Lajes/Terceira, Angra do Heroísmo, Ponta Delgada e Santa Maria, no Arquipélago dos Açores, e o Aeródromo de Viseu, em Portugal Continental, têm a tendência de registar no Verão, cada vez mais, valores entre as 10 estações meteorológicas com precipitações mais elevadas diariamente na Europa (são as estações meteorológicas portuguesas onde existe cada vez mais a tendência de registarem as precipitações mais elevadas diariamente do continente europeu no Verão).

Pelo contrário, nas estações meteorológicas com TENDÊNCIA A REGISTAR MENOS DIAS DE PRECIPITAÇÃO EXTREMA, as estações meteorológicas de Vila real, Penhas Douradas, Castelo Branco, Lisboa/Geofísico, Lisboa, Portalegre, Montijo, Évora, Sines/Montes Chaos, Beja, Sagres e Faro, em Portugal Continental, e do Funchal, no Arquipélago da Madeira, têm tendência de registar no Verão, cada vez menos, valores entre as 10 estações meteorológicas com precipitação mais elevadas diariamente na Europa (são as estações meteorológicas portuguesas onde existe cada vez menos a tendência de registarem as precipitações mais elevadas diariamente do continente europeu no Verão).

domingo, 8 de novembro de 2020

7946. Tendência de evolução das estações meteorológicas portuguesas no portal WeatherOnline (evolução anual)

Actualização da postagem Nº 7829
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Neste quadro de dados, referente à temperatura máxima diária ao longo do ano, constata-se que nas estações meteorológicas com TENDÊNCIA A REGISTAR MAIS DIAS DE CALOR EXTREMO, Aeródromo da Graciosa, no Arquipélago dos Açores, e Viana do Castelo, Ovar (17) e Alverca do Ribatejo, em Portugal Continental, tinham a tendência de registar (em 30 de Setembro de 2020), cada vez com mais frequência, valores entre as 10 estações meteorológicas com temperaturas mais elevadas diariamente na Europa. Comparativamente ao que sucedia em 30 de Junho deste ano, entrou para este grupo a estação meteorológica do Aeródromo da Graciosa, no Arquipélago dos Açores, e saiu deste grupo a estação meteorológica de Ovar (22), em Portugal Continental.

Pelo contrário, nas estações meteorológicas com TENDÊNCIA A REGISTAR MENOS DIAS DE CALOR EXTREMO, Flores, Horta, Horta/Faial, Angra do Heroísmo, Ponta Delgada e Santa Maria, no Arquipélago dos Açores, Porto/Pedras Rubras, Bragança, Vila Real, Viseu, Penhas Douradas, Monte Real, Lisboa/Geofísico, Lisboa, Base Aérea de Sintra, Sines/Montes Chaos e Faro, em Portugal Continental, e o Aeroporto Cristiana Ronaldo, no Arquipélago da Madeira, têm tendência de registar, cada vez menos, valores entre as 10 estações meteorológicas com temperaturas mais elevadas diariamente na Europa (são as estações meteorológicas portuguesas onde existe cada vez menos a tendência de registarem as temperaturas mais elevadas do continente europeu). Comparativamente ao que sucedia em 30 de Junho deste ano, entraram para este grupo as estações meteorológicas do Porto Pedras/Rubras, Lisboa/Geofísico e Faro, em Portugal Continental.

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Neste quadro de dados, referente à precipitação máxima diária ao longo do ano, constata-se que nas estações meteorológicas com TENDÊNCIA A REGISTAR MAIS DIAS DE PRECIPITAÇÃO EXTREMA, Aeródromo do Pico, Lajes, e Lajes/Terceira, no Arquipélago dos Açores, Viana do Castelo, Porto/Pedras Rubras, Ovar (17), Castelo Branco e Évora, em Portugal Continental, e do Porto Santo, no Arquipélago da Madeira, tinham a tendência de registar (em 30 de Setembro de 2020), cada vez mais, valores entre as 10 estações meteorológicas com precipitações mais elevadas diariamente na Europa (são as estações meteorológicas portuguesas onde existe cada vez mais a tendência de registarem as precipitações mais elevadas diariamente do continente europeu). Comparativamente ao que sucedia em 30 de Junho deste ano, entraram para este grupo as estações meteorológicas de Castelo Branco e de Évora, em Portugal Continental; saiu deste grupo a estação meteorológica de Sagres, em Portugal Continental.

Pelo contrário, nas estações meteorológicas com TENDÊNCIA A REGISTAR MENOS DIAS DE PRECIPITAÇÃO EXTREMA, as estações meteorológicas de Angra do Heroísmo, no Arquipélago dos Açores, de Bragança, Vila real, Aeródromo de Viseu, Monte Real, Lisboa, Montijo, Portalegre, Sines/Montes Chaos, Beja e Faro, em Portugal Continental, e do Funchal, no Arquipélago da Madeira, têm tendência de registar, cada vez menos, valores entre as 10 estações meteorológicas com precipitação mais elevadas diariamente na Europa (são as estações meteorológicas portuguesas onde existe cada vez menos a tendência de registarem as precipitações mais elevadas diariamente do continente europeu). Comparativamente ao que sucedia em 30 de Junho deste ano, entrou para este grupo a estação meteorológica de Angra do Heroísmo, no Arquipélago dos Açores; saiu deste grupo a estação meteorológica de Santa Maria, no Arquipélago dos Açores.

 

7945. Domingo, 8 de Novembro (15h00)

 


Linhas de instabilidade cruzando o território do continente, dando origem a períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes e progredindo do litoral para o interior.

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

7944. Instabilidade no vale do Guadiana

 Descargas eléctricas atmosféricas
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7943. Temporal no Baixo Alentejo e Algarve

 



7942. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo severo





O estado do tempo em Portugal Continental está esta tarde condicionado pela passagem de uma superfície frontal fria em deslocamento para leste, do litoral para o interior. As massas de ar húmidas, procedentes do Atlântico, têm uma orientação de sul para norte e são muito instáveis devido à presença de ar muito frio em altitude (núcleo de ar frio centrado a oeste de Portugal Continental).

Assim, para esta tarde são esperados períodos de chuva, passando a regime de aguaceiros, pontualmente fortes e acompanhados de trovoadas frequentes e dispersas, com possibilidade de queda de granizo; a instabilidade desloca-se do litoral para o interior, afectando particularmente as regiões do centro e do sul.