quinta-feira, 1 de novembro de 2012

4064. ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA: Previsão de mau tempo

O Serviço de Protecção Civil da Madeira (SRPC) emitiu hoje uma série de recomendações devido às previsões de chuva e vento forte do Instituto de Meteorologia, que colocou o arquipélago em aviso amarelo. Este organismo salienta que, a partir do final do dia de hoje deverão acontecer períodos de chuva ou aguaceiros por vezes fortes e acompanhados de trovoada e rajadas de vento que poderão atingir os 90 quilómetros por hora nas zonas montanhosas.
O serviço recomenda à população em geral que "tenha em atenção as áreas que foram afectadas pelos incêndios do passado mês de Julho", bem como aos "riscos que representam os percursos de carro e a pé nas zonas montanhosas e vertentes expostas". É também aconselhado que seja reduzida a circulação automóvel, que as pessoas contactem os bombeiros ou a Protecção Civil em caso de inundações, evitem circular junto de edifícios degradados e tenham redobrada atenção nas zonas arborizadas, devido ao perigo de quedas de árvores. Pede ainda que sejam retirados todos os objectos das respectivas varandas que possam constituir perigo.
O sítio do serviço regional da Protecção Civil informa que está encerrada a estrada regional 105 no troço compreendido entre a Encumeada e o Paul da Serra e condicionadas à circulação a ER 201 (Caminho do Pretos) e a 102 na zona entre a Camacha e o sítio das Águas Mansas.
No início desta semana, o arquipélago da Madeira esteve sob aviso laranja (o segundo mais grave de uma escala de quatro) devido à chuva e amarelo (o segundo menos grave) por causa do vento, uma situação que provocou quedas de árvores, pequenas derrocadas e inundações, condicionou o movimento no porto e aeroporto da ilha, mas sem provocar danos pessoais.
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terça-feira, 30 de outubro de 2012

4062. TVI MADEIRA TEMPORAL


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CopyRight @ Renato Abreu

4061. Madeira: Derrocadas, quedas de árvores e cheias marcaram manhã

O mau tempo na Madeira provocou hoje o fecho de estradas, devido a derrocadas e quedas de árvores, pequenas inundações e transbordo de ribeiros, o condicionamento do movimento aeroportuário e o cancelamento da escala de um navio de cruzeiro. O responsável do Serviço Regional da Protecção Civil, Luis Néri, disse ao final da manhã que as situações registadas em vários concelhos estavam “perfeitamente controladas pelos bombeiros e pelas câmaras" e que "não existem danos pessoais a registar".
A empresa Aeroportos da Madeira confirmou, numa nota distribuída na região, que, devido às condições atmosféricas adversas, divergiram para o Porto Santo (a outra ilha do arquipélago) três voos da TUI provenientes de Colónia, Frankfurt e Hannover, dois da TAP do Porto e de Londres, bem como um avião cargueiro e um da Primeira, com origem em Estocolmo. A empresa adiantou que a Sata Air Açores "ainda não fez qualquer operação entre ilhas" e que o voo da Easyjet com origem em Lisboa regressou à origem. "Até ao momento apenas aterrou um voo da TAP com origem em Lisboa e registámos duas partidas, também da TAP, uma com destino Lisboa e outra Porto", referia a nota, distribuída de manhã.
Por seu turno, o navio de cruzeiros "Gran Princess", que chegou ao Funchal pelas 08:00, não conseguiu entrar no porto da capital madeirense. Ainda aguardou ao largo durante algumas horas, mas acabou por cancelar a escala.
Segundo o sítio do Serviço Regional da Protecção Civil na Internet, continuam ao início da tarde encerradas diversas estradas, mas a de acesso à freguesia do Curral das Freiras, que esteve temporariamente fechada de manhã, deixando a população isolada, já está transitável, apesar da circulação se efectuar de forma condicionada.
Também em comunicado, a Secretaria Regional da Educação e Recursos Humanos informou que as escolas da Madeira "estão a funcionar dentro da normalidade", sendo excepção os casos da básica e secundária da Ponta do Sol – que está "encerrada por indicação da Protecção Civil Municipal – e de dois outros estabelecimentos no Curral das Freiras que estão "sem alunos devido a derrocada nas estradas de acesso".
O director do Instituto de Meteorologia na Madeira, Vítor Prior, revelou que a precipitação entre a meia-noite e a manhã de hoje foi elevada nas zonas montanhosas, atingindo os 238 milímetros por metro quadrado no Pico do Arieiro e os 174 na Bica da Cana, enquanto no Funchal foi de 50 e na costa Norte, em São Vicente, de 85. Quanto ao vento, foram registadas rajadas de 120 quilómetros/hora nas zonas montanhosas e de 70 quilómetros/hora no Funchal. Segundo Vítor Prior, as condições atmosféricas – chuva e vento fortes – deverão manter-se até ao princípio da tarde de hoje.
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Fonte: Sol

4060. ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA: Chuvas torrenciais

Precipitação acumulada
(entre as 29.10.2012_09h00 e as 30.10.2012_09h00)
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Areeiro – 258,1 mm
Bica da Cana – 190,3 mm
Santa Catarina (Aeroporto) – 101,1 mm
Santo da Serra – 92,6 mm
S. Vicente – 90,0 mm
Funchal (Observatório) – 55,7 mm
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

4059. AÇORES/MADEIRA: Acentuada instabilidade atmosférica

Imagem de Satélite às 22h45
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 Fonte: Sat24.com
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Noite com aguaceiros/períodos de chuva, temporariamente fortes, nos arquipélagos dos Açores e da Madeira.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

4058. PORTUGAL CONTINENTAL: Tornados

Tornado provoca estragos em Castelo Branco – Um tornado afectou esta tarde a região de Castelo Branco, tendo provocado estragos em cinco empresas. O fenómeno atingiu vários telhados de fábricas localizadas na zona industrial local e veículos que ali se encontravam estacionados. O "fenómeno adverso", como o classifica a Protecção Civil, terá ocorrido por volta das 14.40. Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Castelo Branco "foram atingidos cinco edifícios, nas suas coberturas e vedações".
Resultado da força dos ventos 33 veículos estacionados nas imediações foram também atingidos. "Felizmente não há danos humanos a registar", esclarece a mesma fonte. Para o local foram mobilizados 20 homens e dez veículos. De momento os Bombeiros Voluntários de Castelo Branco ainda estão no local, com três veículos e oito homens, para fazer uma avaliação da dimensão total dos estragos.
O tornado mais intenso em Portugal (um F3) ocorreu em Castelo Branco, em 6 de Novembro de 1954, causando 5 mortos e 220 feridos e destruindo a estação meteorológica local. (Hélder Robalo, JN)
Rajadas fortes de vento arrancam mais de 100 árvores em Arraiolos – Rajadas fortes de vento fustigaram hoje o concelho de Arraiolos, na zona de Igrejinha, arrancando mais de cem sobreiros e azinheiras, muitos de grande porte, e as coberturas de dois edifícios, revelou um vereador do município. Armando Oliveira, vereador da Câmara de Arraiolos com a tutela da Protecção Civil, explicou à agência Lusa que o fenómeno meteorológico, que não causou danos pessoais, aconteceu "por volta das 13:00", perto da localidade de Igrejinha, em direcção a Azaruja (Évora).
"O que sei é que foi um fenómeno atmosférico fora do normal, que provocou estragos numa extensão de mais de três quilómetros e com mais de 200 metros de largura", adiantou. Os ventos fortes, segundo o vereador, "apanharam pelo menos duas herdades", onde arrancaram mais de cem árvores, "sobretudo sobreiros e azinheiras de grande porte". "Algumas das árvores foram arrancadas pela raiz e foram projectadas vários metros. Havia mesmo ramos projectados a dezenas de metros", acrescentou. Além disso, disse, "duas ou três ovelhas também foram projectadas e sofreram ferimentos".
As rajadas de vento afectaram ainda um casão agrícola, arrancando "totalmente a cobertura de telha", e uma fábrica de descasque de nozes, em que "o portão ficou metido para dentro e parte da cobertura do telhado, em chapa, voou". "E, por causa da queda das árvores, uma parte do alcatrão da estrada municipal que liga Igrejinha à Azaruja também sofreu danos", revelou o vereador.
Armando Oliveira explicou ainda que as autoridades foram alertadas para a situação "por uma pessoa que comunicou que havia muitos danos na via pública", tendo ainda uma mulher, residente num monte próximo, observado o fenómeno. "Essa senhora diz que caía muita chuva e que viu uma espiral de vento, como se fosse um tornado. E que o fenómeno não durou mais de um minuto, no máximo", relatou.
Contactado pela Lusa, o Instituto de Meteorologia (IM) limitou-se a confirmar que, naquela zona alentejana, "passou ao início da tarde uma nuvem com grande desenvolvimento vertical, que poderá ter causado a ocorrência de fenómenos extremos". (Ana Meireles, JN)

4057. Quinta-feira, 25 de Outubro (18h00)

Imagem de Satélite às 18h00
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Fonte: Sat24.com

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

4056. PORTUGAL CONTINENTAL: Tarde convectiva

Imagem de satélite e máximos de reflectividade
(17h00)
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4055. PORTUGAL CONTINENTAL: Análise sinóptica e tendência do estado do tempo

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Quarta-feira, 24 de Outubro de 2012 (12h00_UTC)
Fonte: Met Office
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Uma frente oclusa, associada a um centro de baixas pressões centrado entre o Arquipélago dos Açores e a Península Ibérica, irá deslocando-se progressivamente para nordeste e atravessará o território de Portugal Continental.
Assim, espera-se um aumento da nebulosidade e ocorrência de precipitação, que progredirá de sul para norte e do litoral para o interior. Os períodos de chuva poderão pontualmente ser fortes e acompanhados de trovoadas.
A situação de instabilidade tenderá a permanecer sobre o território de Portugal Continental ao longo dos próximos dias, com novas linhas de instabilidade a atravessar o continente, progredindo do litoral para o interior. Para Sexta-feira espera-se que o centro de baixas pressões acabe por também ele atravessar o território de Portugal Continental, em direcção para leste, permitindo então uma significativa melhoria das condições meteorológicas em todo o continente.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

4054. TOMAR: prejuízos de 661.000 euros por causa de incêndios

Os incêndios que ocorreram em Julho e Setembro no concelho de Tomar provocaram danos em edificações da ordem dos 661.000 euros, de acordo com um levantamento feito pela autarquia. O presidente da Câmara Municipal de Tomar disse à agência Lusa que vai remeter o documento elaborado para o Ministério da Administração Interna e para a Autoridade Nacional de Protecção Civil, para que sejam “avaliados eventuais apoios”, a exemplo do que aconteceu no Algarve.
O levantamento feito aponta para danos em edificações no valor de 406.000 euros no incêndio que atingiu as freguesias da Sabacheira (255.000) e da Carregueira (151.000) a 18 de Julho e de 255.000 no que aconteceu em 3 e 4 de Setembro nas freguesias da Serra (164.000) e de S. Pedro (91.000). O Presidente da Câmara afirmou que as edificações afectadas são sobretudo casas de habitação desabitadas, anexos, arrecadações e garagens.
No conjunto, nos dois maiores incêndios que neste Verão afectaram o concelho, arderam cerca de 3000 hectares de mato e floresta (2000 no incêndio de Setembro e cerca de mil no de Julho), adiantou.
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Fonte: PÚBLICO

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

4051. PORTUGAL: Precipitação acumulada

Precipitação acumulada nas últimas 48 horas
(até às 18h00 de hoje)
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Ovar/Maceda (22 m) 98.0 mm
Porto/Pedras Rubras (77 m) 56.0 mm
Portalegre (590 m) 55.0 mm
Penhas Douradas (1388 m) 54.0 mm
Viseu (644 m) 52.0 mm
Lissabon/Geof (95 m) 45.0 mm
Viana do Castelo-Chafé (52 m) 44.0 mm
Monte Real (54 m) 42.0 mm
Castelo Branco (384 m) 42.0 mm
Coimbra (179 m) 41.0 mm
Lisbon (105 m) 39.4 mm
Braganca (692 m) 32.0 mm
Évora (246 m) 32.0 mm
Vila Real (562 m) 31.0 mm
Montijo (11 m) 28.3 mm
Sines/Montes Chaos (103 m) 28.0 mm
Porto Santo (82 m) 22.0 mm
Beja/B. Aerea (203 m) 14.0 mm
Sagres (26 m) 14.0 mm
Beja (247 m) 13.0 mm
Lajes/Terceira (54 m) 6.0 mm
Ponta Delgada (72 m) 6.0 mm
Horta (62 m) 4.2 mm
Funchal/Madeira (49 m) 4.0 mm
Angra do Heroísmo (76 m) 3.9 mm
Flores Island (29 m) 3.3 mm
Santa Maria (100 m) 3.0 mm
Faro (8 m) 2.0 mm
Funchal (56 m) 0.9 mm
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4050. Neve fecha estradas na Serra da Estrela

O acesso à Torre da Serra da Estrela está fechado desde a manhã de quinta-feira devido à queda de neve. Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Castelo Branco encontram-se fechados os troços entre Piornos e o cruzamento da Torre e deste à Torre. Também se encontram fechados os acessos entre Lagoa Comprida e o cruzamento da Torre.
De acordo com o CDOS as estradas foram encerradas às 08H30 devido à queda de neve. A mesma fonte informa que estão a ser feitas operações de desobstrução da via e prevê-se que o trânsito possa ser retomado ao final da tarde de quinta-feira. Às 09H00 de quinta-feira o Instituto de Meteorologia registava 3 graus na estação das Penhas Douradas.
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Fonte: Reconquista


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

4049. Quarta-feira, 17 de Outubro (18h30)

Imagem de satélite às 18h30
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Fonte: Sat24.com
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Uma primeira linha de instabilidade provocou períodos de chuva ao longo da tarde, afectando as regiões do interior neste momento. Uma segunda linha de instabilidade irá cruzar o território de Portugal Continental durante a próxima madrugada, também no sentido do litoral para o interior, podendo dar origem a períodos de chuva por vezes fortes e acompanhados de trovoada.
Ao longo da manhã de Quinta-feira teremos a passagem gradual a regime de aguaceiros, que poderão também continuar a ser pontualmente fortes e acompanhados de trovoadas.

4048. Quarta-feira, 17 de Outubro (14h00)


Fonte: Sat24.com
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Passagem de sistema frontal sobre o território de Portugal Continental, originando tempo instável com ocorrência de períodos de chuva e aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoadas, em especial nas regiões do norte e centro.
A partir da tarde de quinta-feira haverá um progressivo desagravamento das condições de instabilidade.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

4047. Degelo do Árctico atinge novos recordes

O verão de 2012 no hemisfério norte vai ficar para a história. O degelo no Árctico voltou a atingir recordes, revelou o Centro Nacional de Neve e Gelo dos EUA (NSIDC). As imagens de satélite mostram que, no passado dia 16 de Setembro, a superfície gelada do Árctico era de apenas 3,4 milhões de quilómetros quadrados, o que parece ser a extensão mais baixa deste ano. Isto significa menos 18% do que em igual período de 2007.
Relativamente ao mínimo de há cinco anos, a diferença é de 760 mil quilómetros quadrados, ou seja, 1,5 vezes o tamanho de Espanha. "É surpreendente, porque o recorde de 2007 já representava 22% abaixo do anterior. Resta agora apenas metade da superfície gelada que havia há poucas décadas", afirmou Walt Meier, cientista do NSCID.
O recorde de 2007 já havia sido ultrapassado no dia 18 de Agosto, quando a superfície de gelo caiu para 4,10 milhões de quilómetros quadrados contra os 4,17 milhões alcançados há cinco anos. "Há poucos dados, mas acreditamos que o gelo actualmente é 50% mais fino", assinalou Meier, acrescentando que, curiosamente, "enquanto em 2007 a zona enfrentou condições meteorológicas adversas, com vento, nuvens e temperatura do ar que favoreceram a perda de gelo, este ano, no entanto, as condições não foram tão extremas".
A rapidez do degelo está a surpreender os cientistas, pois está a ocorrer mais depressa do que previam os modelos climáticos, o que não quer dizer, segundo Meier, que a situação vá fatalmente piorar no próximo, podendo mesmo estabilizar durante uns anos. "Estamos em território desconhecido", afirma em comunicado o director do NSIDC. "Sabemos, desde há muito tempo, que as consequências do aquecimento do planeta apareceriam primeiro e seriam mais pronunciadas no Árctico, mas poucos de nós estávamos preparados para a rapidez com que isso iria ocorrer", disse Mark Serreze.
Há poucos anos, os cientistas previram que um dia o Árctico poderia ficar sem gelo no verão. Mas os prazos para isso acontecer foram ficando cada vez mais curtos. De 2070 baixaram para 2040, e agora não descartam que possam acontecer nos próximos 20 anos, como admitiu Meier.
De acordo com a cientista Julienne Stroeve, do NSICD, as medições em algumas placas mostram que não apenas o tamanho, mas também a espessura também estão a diminuir, o que acelera o processo de degelo. Na inspecção feita a bordo do navio My Artic Sunrise, do Greenpeace, Stroeve não encontrou gelo 'antigo' no Árctico, mas apenas placas mais finas e formadas recentemente, o que quer dizer que há perda na camada permanente. No passado dia 14 de Setembro, activistas do Greenpeace fizeram um apelo em defesa do Árctico, instalando um coração com as bandeiras dos 193 países membros da ONU numa placa de gelo ao norte do Círculo Árctico.
Maria Luiza Rolim
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Fonte: Expresso

domingo, 14 de outubro de 2012

4046. Os peixes estão a ficar mais pequenos por causa das alterações climáticas

Os peixes dos oceanos do planeta estão a ficar mais pequenos e podem ainda encolher mais por causa de águas mais quentes e com menos oxigénio, conclui um estudo publicado na última edição da revista Nature Climate Change. Os investigadores da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, utilizaram modelos informáticos para estudar o impacto de águas mais quentes e com menos oxigénio no tamanho de 610 espécies de peixes dos oceanos do planeta. Concluíram, então, que o peso corporal máximo dos animais pode diminuir entre 14% e 20%, entre 2000 e 2050, segundo um cenário de elevadas emissões de gases com efeito de estufa, elaborado pelo Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, sigla em inglês).
A capacidade de crescimento dos peixes está limitada pela quantidade de oxigénio que existe na água. É daí que retiram grande parte da energia necessária para aumentar de tamanho. Mas quando o meio onde vivem deixa de responder às suas necessidades energéticas, os peixes deixam de crescer. “Conseguir retirar oxigénio suficiente da água é um desafio constante para os peixes. Um oceano mais quente e com menos oxigénio, como se prevê, vai tornar mais difícil os peixes maiores obterem oxigénio suficiente, o que significa que vão parar de crescer mais cedo”, disse William Cheung, coordenador do estudo e investigador no Centro de Pescas daquela universidade canadiana. O oceano Índico será o mais afectado, seguido do Atlântico e do Pacífico.
“Ficámos surpreendidos por ver uma diminuição tão grande no tamanho dos peixes”, mesmo com uma previsão de alterações relativamente pequenas nas temperaturas no fundo do mar, admitiu Cheung.  Estudos anteriores já tinham sugerido que as alterações na temperatura dos oceanos teriam impacto na distribuição de muitas espécies de peixes e na sua reprodução. Agora, investigadores olharam para o que pode acontecer ao tamanho dos animais. “Talvez tenhamos vindo a esquecer uma peça muito importante do puzzle”, acrescentou Cheung.
Apesar de os autores salientarem que o estudo tem incertezas – nomeadamente as projecções sobre o clima e os oceanos –, dizem que esta é a primeira vez que se usam modelos para analisar os efeitos integrados das alterações na distribuição das espécies marinhas, abundância de populações e tamanho dos animais. Descobriram que as mudanças nos oceanos terão “graves implicações” nas interacções entre espécies, nas funções dos ecossistemas e no abastecimento de stocks piscícolas. “O estudo indica que as consequências de não reduzirmos as emissões de gases com efeito de estufa são maiores do que se pensava”, escrevem os investigadores.
Helena Geraldes
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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

4045. Surto de dengue alastra na Madeira

O surto da febre da dengue, provocada pela picada de mosquitos Aedes aegypti, está a alastrar muito rapidamente no Funchal, ilha da Madeira, e vai continuar a propagar-se nos próximos dias, admitiu ao CM o director-geral da Saúde, Francisco George. O número de casos prováveis da doença disparou de 34, na sexta-feira, para os 191 em apenas quatro dias, segundo os dados divulgados ontem pela Direcção-Geral da Saúde. Há 18 casos confirmados. Desde o início do surto, dia 3, já foram internados 26 doentes.
Estão hospitalizados 11, três deles crianças, sete doentes crónicos e ainda uma grávida, de 16 anos, que foi uma das duas primeiras pessoas infectadas no Funchal mas que já teve alta hospitalar, encontrando-se "em casa a recuperar", afirmou ao CM fonte dos Secretaria Regional dos Assuntos Sociais da Madeira. Esta fonte acrescentou que "não há casos graves" e que os doentes internados estão em "situação estável". Francisco George explicou que a propagação muito rápida do vírus é "esperada", porque essa é uma característica do vírus que circula no Funchal (o serotipo DEN-1), o menos perigoso dos quatro serotipos do vírus da dengue que existem.
Segundo o responsável, para combater o surto é preciso actuar em várias frentes, como a eliminação dos mosquitos, o tratamento dos doentes e a divulgação de informação à população. "É necessário eliminar as águas armazenadas, que propiciam a criação dos mosquitos", sublinhou Francisco George, dando como exemplo as águas paradas em pratos de plantas ou pneus. Segundo o responsável, todos os anos são registados no continente "20 casos importados de dengue", doença que existe em 100 países. A transmissão não é possível no continente porque não existe o mosquito, desaparecido desde 1957.
Jorge Seixas, do Instituto de Higiene e Medicina Tropical, afirmou ao CM que os casos de morte por dengue "são raros" – dois a três por cento do total –, provocados, sobretudo, pelos vírus dos serotipos 3 e 4.
Cristina Serra
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Fonte (texto e imagem): Correio da Manhã

domingo, 7 de outubro de 2012

4043. Europa (Tendência climática)

(TECLE SOBRE AS IMAGENS PARA AMPLIAR)
Lista de estações com maior tendência de subida no
RANKING METEOROLÓGICO EUROPEU
(ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 3931)
Temperaturas máximas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas máximas diárias mais elevadas ao longo do ano.
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Temperaturas minímas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas mínimas absolutas diárias mais baixas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas mínimas diárias mais baixas ao longo do ano.
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Precipitação total em 24 horas
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez precipitações máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com maiores precipitações diárias acumuladas diariamente ao longo do ano.

4042. Estimativa climática (Resumo)

(ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM NÚMERO 3948)
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Em Julho de 2012 foi apresentada uma estimativa (postagem 3937) para as estações do Ranking Meteorológico Europeu sobre a provável evolução das temperaturas máximas diárias acumuladas e precipitações máximas diárias acumuladas, ao longo do terceiro trimestre de 2012.Terminado o período para o qual foram feitas as previsões, apresentam-se os quadros de apuramento final com os dados acertados. Refira-se que as percentagens para os valores acima das médias são relativamente menores que as percentagens para os valores abaixo da média; tal facto deve-se ao aumento do número de estações meteorológicas que constantemente integram o painel de dados do WeatherOnline.
Destaque especial para a previsão das estações meteorológicas com precipitação máxima diária acumulada inferior à média, em que atingiu 96 %  de acerto (24 em 25 estações).


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SÍNTESE RELATIVAMENTE AOS APURAMENTOS
(percentagem de acerto nas previsões)
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3º Trimestre de 2012
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 16 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 60 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 12 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 96 %
2º Trimestre de 2012
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 24 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 76 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 68 %
1º Trimestre de 2012
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 28 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 48 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 88 %
4º Trimestre de 2011
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 24 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 72 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 64 %
3º Trimestre de 2011
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 44 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 36 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 40 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 72 %
2º Trimestre de 2011
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 60 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 32 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 52 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 80 %
1º Trimestre de 2011
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 36 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 40 %
4º Trimestre de 2010
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 56 %
3º Trimestre de 2010Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 40 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 20 %
2º Trimestre de 2010
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 32 %

sábado, 6 de outubro de 2012

4041. PORTUGAL: Dados ponderados para dia 30 de Setembro de 2012

Ranking Meteorológico para Portugal
(Últimos doze meses)
ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 3933
* * *
Desvios em relação ao normal
(considerando os dados desde MARÇO/2007)
acima do normal > 0; normal = 0; abaixo do normal < 0

  • Simbologia a verde = subiu de valor (Mais quente/Mais húmido no último trimestre)
  • Simbologia a encarnado = desceu de valor (Mais fresco/Mais seco no último trimestre)
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Temperaturas máximas diárias acumuladas
 * * *
Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de temperatura máxima diária
superiores ao normal 
 
VALORES NEGATIVOS
 Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de temperatura máxima diária
inferiores ao normal

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Precipitação máxima diária acumulada

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 Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de precipitação máxima diária
superiores ao normal

VALORES NEGATIVOS
Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de precipitação máxima diária
 inferiores ao normal
 
 
 

4040. Arquipélago dos Açores (Grupos Ocidental e Central): Tempo instável/severo

Imagem AirMass (13h00)
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Uma profunda depressão centrada a sudoeste das ilhas das Flores e do Corvo, em lenta progressão para norte/nordeste, está a condicionar o estado do tempo nos grupos Ocidental (Corvo e Flores) e Central (Graciosa, Faial, Pico, Terceira e S. Jorge) do Arquipélago dos Açores. Assim, tomando o sentido giratório em torno do centro da baixa pressão, linhas de instabilidade vão-se formando e cruzam aqueles dois grupos de ilhas, procedentes do quadrante sul e favoráveis a ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, pontualmente fortes e acompanhados por trovoadas frequentes e dispersas.
Estas condições de grande instabilidade deverão prolongar-se ao longo dos próximos dias e afectar especialmente os grupos Ocidental e Central do Arquipélago dos Açores.

4039. AÇORES: Precipitação acumulada


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

4038. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média nos últimos 12 meses até 30.09.2012)

TECLE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR
(Actualização da postagem número 3930)
BALANÇO ENTRE 01.10.2011 E 30.09.2012
Estações com maiores desvios de temperaturas 
(Temperatura máxima absoluta acumulada diariamente) 
comparação ao normal ao longo de cada ano/
variação com o último trimestre
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM 

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 BALANÇO ENTRE 01.10.2011 E 30.09.2012
Estações com maiores desvios de temperaturas
(Temperatura mínima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal ao longo de cada ano/
variação com o último trimestre
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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BALANÇO ENTRE 01.10.2011 E 30.09.2012
Estações com maiores desvios de precipitação
 (Precipitação máxima acumulada diariamente)
comparação ao normal ao longo de cada ano/
variação com o último trimestre
 VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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4037. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média no 3º Trimestre de 2012)

3º TRIMESTRE DE 2012
Estações com maiores desvios de temperaturas
(temperatura máxima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal no 3º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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3º TRIMESTRE DE 2012
Estações com maiores desvios de temperaturas
(temperatura mínima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal no 3º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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3º TRIMESTRE DE 2012
Estações com maiores desvios de precipitação
(precipitação máxima acumulada diariamente)
comparação ao normal no 3º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

4036. Quinta-feira, 4 de Outubro (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Alvalade – 29,9 ºC
Amareleja – 29,3 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 29,3 ºC
Viana do Alentejo – 29,2 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 29,0 ºC
Reguengos (S.Pedro Corval) – 28,9 ºC
Alvega – 28,9 ºC
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Viana do Castelo (Chafé) – 19,3 ºC
Vinhais – 19,3 ºC
Sintra (Pena) – 18,8 ºC
Cabo Carvoeiro – 18,6 ºC
Sines (Cabo) – 18,5 ºC
Cabo Raso – 18,4 ºC
Penhas Douradas – 18,0 ºC
Areeiro (Madeira) – 12,1 ºC
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4035. ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES: Aproximação de tempestade (S.Miguel/S.Maria)

Imagem de satélite às 12h15
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"CopyRight Eumetsat 2012"

4034. ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES: Temporal (Tempestade Tropical Nadine)

Previsão para 5ª feira, 4 de Outubro de 2012
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GRUPO OCIDENTAL – Céu muito nublado, diminuindo de nebulosidade ao longo da tarde. Períodos de chuva durante a madrugada e manhã, passando a aguaceiros. Vento sul fresco com rajadas até 55 km/h, tornando-se moderado e soprando temporariamente de oeste.
GRUPO CENTRAL – Céu geralmente muito nublado, apresentando-se por vezes encoberto. Períodos de chuva pontualmente FORTE durante a manhã, passando a aguaceiros. Vento do quadrante sul FORTE a MUITO FORTE temporariamente TEMPESTUOSO (75/87km/h) com rajadas até 130km/h, diminuindo gradualmente de intensidade ao longo da tarde, tornando-se moderado (20/30km/h) para a noite.
GRUPO ORIENTAL – Períodos de céu muito nublado, tornando-se encoberto. Períodos de chuva. Vento sul muito fresco a FORTE com rajadas até 90km/h, tornando-se fresco para a noite.
ESTADO DO MAR:
GRUPO OCIDENTAL: Mar cavado; Ondas sudoeste de 4 metros.
GRUPO CENTRAL: Mar alteroso a tempestuoso, tornando-se gradualmente cavado; Ondas sudoeste de 5 a 7 metros.
GRUPO ORIENTAL: Mar grosso a alteroso, tornando-se cavado; Ondas sudoeste de 5 metros.
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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

4033. Ranking Meteorológico Europeu (ACUMULADO)



Relativamente à evolução dos valores de temperaturas máximas diárias acumuladas, referentes a Portugal, pode-se constatar que nos últimos doze meses (entre Outubro de 2011 e Setembro de 2012) continua a não existir um padrão homogéneo de evolução, tal como já se tinha constatado há três meses atrás, registando-se valores superiores à evolução média, registada por todas as estações meteorológicas europeias, em algumas estações meteorológicas do país, enquanto outras estações meteorológicas registaram valores inferiores aquela evolução média europeia.
O trimestre (Julho a Setembro de 2012) registou Alverca do Ribatejo como a única estação portuguesa particularmente quente, com valor de temperaturas máximas diárias acumuladas significativamente elevados. Pelo contrário, as estações meteorológicas de Bragança, Vila Real, Porto/Pedras Rubras, Castelo Branco, Sintra/Granja, Lisboa, Lisboa/Geof., Sines/Montes Chãos, Flores, Horta, Angra do Heroísmo e Porto Santo foram particularmente mais frescas que o normal (valor de temperaturas máximas diárias acumuladas significativamente mais baixas relativamente aos valores normais).
Relativamente à evolução dos valores de precipitação (máximos diários acumulados diariamente ao longo de doze meses consecutivos), constata-se que a maior parte das estações meteorológicas portuguesas tiveram uma evolução inferior à média de todas as estações meteorológicas europeias ao longo dos últimos doze meses (entre Outubro de 2011 e Setembro de 2012), traduzindo níveis de precipitações inferiores ao normal esperado na maior parte das estações. Apenas as estações meteorológicas de Viana do Castelo/Chafé, Porto/Pedras Rubras, Ovar/Maceda, Coimbra, Castelo Branco, Évora Sines/Montes Chãos, Flores, Horta, Santa Maria e Ponta Delgada conseguiram manter uma evolução positiva e mantiveram-se com níveis de precipitação iguais ou superiores ao normal durante os 12 meses.
O trimestre (Julho a Setembro de 2012) foi particularmente chuvoso (valores de precipitação máximos diários acumulados significativamente elevados) em Ponta Delgada, Viana do Castelo/Chafé e em Évora; pelo contrário, este trimestre foi particularmente seco (valores de precipitação máximos diários acumulados significativamente reduzidos) em Bragança, Vila Real, Viseu, Penhas Douradas, Monte Real, Portalegre, Sintra/Granja, Lisboa, Lisboa/Geof., Montijo, Beja, Sagres, Faro, Porto Santo, Funchal e Funchal/Madeira.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

4032. ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES: Aviso de tempestade tropical

Aviso de Tempestade Tropical Nadine
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Fonte (Imagem): ImapWeather
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A tempestade tropical Nadine encontrava-se localizada pelas 21h (hora dos Açores) de hoje (2 de Outubro de 2012) a cerca de 850 km a sudoeste da ilha do Faial e deslocando-se para este a cerca de 11 km/h. Prevê-se que nas próximas 24h esta tempestade venha a acelerar o seu movimento para nordeste em direcção as ilhas do Grupo Central e se encontre pelas 09h (hora dos Açores) de amanhã a cerca de 670 km da ilha do Faial.
Nestas condições, mantêm-se as previsões de condições de tempestade tropical para as ilhas do Grupo Central a partir da próxima quinta-feira (4 de Outubro), com ventos médios até 85 km/h, rajadas de 130 km/h, precipitação forte e ondas entre 6 e 7 metros.
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Fonte: Instituto de Meteorologia

4031. Terça-feira, 2 de Outubro (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Alvalade – 28,9 ºC
Amareleja – 28,3 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 28,2 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 28,1 ºC
Viana do Alentejo – 28,0 ºC
Elvas – 27,7 ºC
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Montalegre – 18,8 ºC
Sines (Cabo) – 18,3 ºC
Vinhais – 17,8 ºC
Penhas Douradas – 16,9 ºC
Sintra (Pena) – 16,1 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 14,9 ºC
Areeiro (Madeira) – 9,5 ºC
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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

4030. Ranking Meteorológico Europeu (3º Trimestre de 2012)



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Uma análise sintética aos dados para as estações meteorológicas portuguesas permite concluir que, no registo das temperaturas máximas observadas diariamente ao longo do trimestre, as estações meteorológicas portuguesas com dados registadas no WeatherOnline apresentaram valores acumulados inferiores à média esperada para o terceiro trimestre deste ano, traduzindo um trimestre mais fresco que o normal.
No que se refere aos máximos diários de precipitação acumulados ao longo do terceiro trimestre de 2012, apenas as estações meteorológicas de Porto/Pedras Rubras e de Évora, em Portugal Continental, e as estações de S.Maria e Lajes/Terceira, no Arquipélago dos Açores, registaram valores de precipitação máximos acumulados diariamente superiores aos valores normais esperados para este terceiro trimestre do ano; todo o restante território de Portugal registou valores inferiores ao normal, traduzindo um trimestre menos húmido a seco para o que costuma ser normal.
Os presentes dados referem-se ao terceiro trimestre do ano de 2012. Os dados entre parênteses correspondem ao desvio em relação à média para o terceiro trimestre do ano, calculado com os valores registados desde 2007 (acumulação de temperatura máxima diária e precipitação máxima diária) e 2010 (acumulação de temperatura mínima diária). A cor verde assinala que, no referido trimestre, a estação meteorológica registou valores superiores ao que é normal no trimestre, enquanto a cor vermelha significa que a estação meteorológica registou valores inferiores ao que é normal para o trimestre.
Os dados estatísticos assinalam uma pontuação elaborada a partir do WeatherOnline, atribuindo uma pontuação de 10 a 1 a cada estação meteorológica que se posicionou nos 1º a 10º lugar no ranking diário de temperaturas máximas e mínimas e de precipitação acumulada em 24 horas, no conjunto de todas as estações meteorológicas da Europa, consideradas no seu conjunto como padrão de comparação. Todos os dados vão sendo actualizados e disponíveis livremente em ficheiro Excel no YAHOO GRUPOS.