quinta-feira, 11 de abril de 2013

4302. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável

Imagem de satélite às 12h00
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"CopyRight Eumetsat 2013"
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Passagem de superfície frontal fria sobre o território de Portugal Continental, dando origem a períodos de chuva, mais intensos e frequentes nas regiões norte e centro.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

4301. Dois mortos em naufrágio na Figueira da Foz



Duas pessoas morreram num naufrágio ocorrido na tarde desta quarta-feira, na praia do Cabedelo, na Figueira da Foz. Uma das vítimas mortais era um dos cinco tripulantes do veleiro "Meri Tuuli", de bandeira alemã, que naufragou. A outra era um agente da Polícia Marítima, que seguia na lancha de socorro que acabou por virar.
De acordo com um comunicado da Marinha, o alerta foi dado às 17h58, através de um veleiro que se encontrava próximo do local, tendo a Capitania do Porto da Figueira da Foz assumido a coordenação da acção, “empenhando para esse efeito uma lancha e uma mota de água da estação salva-vidas da Figueira da Foz”, com o apoio de uma lancha semi-rígida da Polícia Marítima. “No decorrer da acção de resgate e devido às condições de mar no local, a embarcação da Polícia Marítima acabou por virar, tendo os três elementos caído à água. Os cinco tripulantes do veleiro e os três agentes da Polícia Marítima foram resgatados da água havendo a lamentar o falecimento de um dos tripulantes e de um elemento da Polícia Marítima”, refere o mesmo comunicado.
Na sequência do resgate, oito pessoas deram entrada no hospital distrital da Figueira da Foz: os cinco tripulantes do veleiro e os três elementos da Polícia Marítima. As duas mortes confirmadas são de um tripulante do veleiro, de 47 anos, e de um elemento da Polícia Marítima, de 41 anos. A causa das mortes foi afogamento, referiu o director clínico do hospital, Adriano Rodrigues. Dois dos outros quatro tripulantes do veleiro estão feridos, com lesões traumáticas, e os outros dois apresentam sintomas de hipotermia, tal como os dois elementos da Polícia Marítima.
Vários meios estiveram envolvidos na operação, desde Polícia Marítima, bombeiros voluntários e municipais da Figueira da Foz, Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), Cruz Vermelha, PSP e GNR e um helicóptero da Protecção Civil. Dezenas de moradores nas imediações também ajudaram no resgate.
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Fonte (Texto e imagem): PÚBLICO

segunda-feira, 8 de abril de 2013

4300. Europa (Tendência climática)

(TECLE SOBRE AS IMAGENS PARA AMPLIAR)
Lista de estações com maior tendência de subida no
RANKING METEOROLÓGICO EUROPEU
(ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 4176)
Temperaturas máximas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas máximas diárias mais elevadas ao longo do ano.
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Temperaturas minímas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas mínimas absolutas diárias mais baixas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas mínimas diárias mais baixas ao longo do ano.
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Precipitação total em 24 horas
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez precipitações máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com maiores precipitações diárias acumuladas diariamente ao longo do ano.

4299. Estimativa climática (Resumo)

(ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM NÚMERO 4175)
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Em Dezembro de 2012 foi apresentada uma estimativa (postagem 4148) para as estações do Ranking Meteorológico Europeu sobre a provável evolução das temperaturas máximas diárias acumuladas, temperaturas mínimas diárias acumuladas e precipitações máximas diárias acumuladas, ao longo do primeiro trimestre de 2013. Terminado o período para o qual foram feitas as previsões, apresentam-se os quadros de apuramento final com os dados acertados.


 
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SÍNTESE RELATIVAMENTE AOS APURAMENTOS
(percentagem de acerto nas previsões)
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1º Trimestre de 2013
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 4 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
4º Trimestre de 2012
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 % 
3º Trimestre de 2012
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 16 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 60 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 12 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 96 %
2º Trimestre de 2012
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 24 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 76 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 68 %
1º Trimestre de 2012
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 28 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 48 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 88 %
4º Trimestre de 2011
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 24 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 72 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 64 %
3º Trimestre de 2011
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 44 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 36 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 40 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 72 %
2º Trimestre de 2011
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 60 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 32 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 52 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 80 %
1º Trimestre de 2011
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 36 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 40 %
4º Trimestre de 2010
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 56 %  

4298. PORTUGAL: Dados ponderados para dia 31 de Março de 2013

Ranking Meteorológico para Portugal
(Últimos doze meses)
ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 4170
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Desvios em relação ao normal
(considerando os dados desde MARÇO/2007)
acima do normal > 0; normal = 0; abaixo do normal < 0

  • Simbologia a verde = subiu de valor (Mais quente/Mais húmido no último trimestre)
  • Simbologia a encarnado = desceu de valor (Mais fresco/Mais seco no último trimestre)
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Temperaturas máximas diárias acumuladas
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Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de temperatura máxima diária
superiores ao normal 

VALORES NEGATIVOS
 Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de temperatura máxima diária
inferiores ao normal


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Precipitação máxima diária acumulada

 * * *
 Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de precipitação máxima diária
superiores ao normal


VALORES NEGATIVOS
Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de precipitação máxima diária
 inferiores ao normal
 

sábado, 6 de abril de 2013

4297. ABRIL

(c) Modis NASA

4296. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média nos últimos 12 meses até 31.03.2013)

TECLE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR
(Actualização da postagem número 4168)
BALANÇO ENTRE 01.04.2012 E 31.03.2013
Estações com maiores desvios de temperaturas 
(Temperatura máxima absoluta acumulada diariamente) 
comparação ao normal ao longo de cada ano/
variação com o último trimestre
VALORES ABSOLUTOS

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 BALANÇO ENTRE 01.04.2012 E 31.03.2013
Estações com maiores desvios de temperaturas
(Temperatura mínima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal ao longo de cada ano/
variação com o último trimestre
VALORES ABSOLUTOS
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BALANÇO ENTRE 01.04.2012 E 31.12.2013
Estações com maiores desvios de precipitação
 (Precipitação máxima acumulada diariamente)
comparação ao normal ao longo de cada ano/
variação com o último trimestre
 VALORES ABSOLUTOS
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sexta-feira, 5 de abril de 2013

4295. AÇORES: Chuva atinge níveis recorde em São Miguel

CopyRight @ RTP Açores

4294. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média no 1º Trimestre de 2013)

1º TRIMESTRE DE 2013
Estações com maiores desvios de temperaturas
(temperatura máxima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal no 1º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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1º TRIMESTRE DE 2013
Estações com maiores desvios de temperaturas
(temperatura mínima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal no 1º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
 * * *
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1º TRIMESTRE DE 2013
Estações com maiores desvios de precipitação
(precipitação máxima acumulada diariamente)
comparação ao normal no 1º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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4293. Geógrafo diz que atividade humana maximizou efeito das cheias nalguns casos

CopyRight @ SIC Notícias

4292. Autoridades investigam as causas do deslizamento de terras em Mesão Frio

CopyRight @ SIC Notícias

quinta-feira, 4 de abril de 2013

4291. Tempo frio e geada

Portugal Continental, nos dias 5 a 7, irá ficar sob a influência de uma massa de ar frio Ar Polar, transportada do norte da Europa por uma corrente forte de norte causando, descida acentuada da temperatura do ar e formação de geada. Esta descida de temperatura, que se reflectirá sobretudo na temperatura mínima, será acompanhada de vento de norte moderado ou forte no litoral oeste e terras altas, o que irá provocar um aumento significativo da sensação de frio.
A ocorrência de geada, com condições de formação de geada negra, dar-se-á no dia 5 na região do Norte e estender-se-á a todo o território, com excepção das regiões do litoral a sul do cabo Carvoeiro, na noite do dia 6. Na noite do dia 7, a formação de geada dar-se-á, apenas, nas regiões mais interiores de Trás-os-Montes e Beira Interior.
A partir de domingo, dia 7, haverá uma subida gradual da temperatura, prevendo-se, novamente, ocorrência de precipitação na próxima semana, começando no final de domingo na região Norte.
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Fonte: IPMA

4290. Ranking Meteorológico Europeu (ACUMULADO)



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(Actualização à postagem nº 4165)
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Relativamente à evolução dos valores de temperaturas máximas diárias acumuladas, referentes a Portugal, pode-se constatar que nos últimos doze meses (entre Abril de 2012 e Março de 2013) ocorreu uma evolução predominantemente negativa nas estações meteorológicas localizadas em Portugal Continental, que registaram valores acumulados de temperatura máxima diária inferiores aos valores normais; apenas no Funchal não se registou essa tendência. Globalmente, as estações meteorológicas portuguesas registaram valores de temperatura máxima acumulada diariamente inferior ao esperado.
No trimestre (Janeiro a Março de 2013) nenhuma estação portuguesa registou temperaturas máximas diárias acumuladas diariamente elevadas. Pelo contrário, quase todas as estações meteorológicas portuguesas foram particularmente mais frescas que o normal (valor de temperaturas máximas diárias acumuladas significativamente mais baixas relativamente aos valores normais); as excepções foram apenas Flores, Lajes/Terceira, Porto Santo, Funchal, Funchal/Madeira e Monte Real.
Relativamente à evolução dos valores de precipitação (máximos diários acumulados diariamente ao longo de doze meses consecutivos), constata-se que a maior parte das estações meteorológicas portuguesas, nomeadamente as dos arquipélagos dos Açores e da Madeira, tiveram uma evolução superior à média de todas as estações meteorológicas europeias ao longo dos últimos doze meses (entre Abril de 2012 e Março de 2013), traduzindo níveis de precipitações superiores ao normal esperado nessas estações; no entanto, as estações de Bragança, Vila Real, Porto/Pedras Rubras, Coimbra, Castelo Branco, Monte Real, Sintra/Granja (ausência de dados?), Montijo, Beja, Sagres e Faro (ausência de dados?) não seguiram essa tendência.
O trimestre (Janeiro a Março de 2013) foi particularmente chuvoso (valores de precipitação máximos diários acumulados significativamente elevados) em Ponta Delgada, Santa Maria, Funchal, Funchal/Madeira, Viana do Castelo, Penhas Douradas, Cabo Carvoeiro, Portalegre, Lisboa e Lisboa/Geofísico.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

4289. Análise sinóptica e tendência do estado do tempo

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Quinta-feira, 4 de Abril de 2013_12h00UTC
Fonte: MetOffice
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Um centro de baixas pressões, localizado Quinta-feira entre Portugal Continental e o Arquipélago da Madeira, condicionará o estado do tempo tanto no continente como na Região Autónoma da Madeira.
Assim, espera-se um agravamento das condições de instabilidade nas regiões do centro e sul de Portugal Continental, com o aumento da intensidade do vento e da nebulosidade; haverá condições para a ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, que poderão ser acompanhados de trovoada, especialmente a partir da manhã.
No Arquipélago da Madeira espera-se um aumento da intensidade do vento, que poderá tornar-se muito forte, especialmente nas regiões montanhosas (rajadas até aos 120 quilómetros por hora); haverá condições para a ocorrência de precipitação, sobretudo nas vertentes expostas a norte, podendo ser de neve nos pontos mais elevados da ilha da Madeira.

4288. Quarta-feira, 3 de Abril: Tarde instável

Imagem de Satélite às 18h30
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Fonte: Sat24.com
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Tarde instável, com a ocorrência de aguaceiros e trovoadas dispersas.

terça-feira, 2 de abril de 2013

4287. Ranking Meteorológico Europeu (1º Trimestre de 2013)

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Uma análise sintética aos dados para as estações meteorológicas portuguesas permite concluir que, no registo das temperaturas máximas observadas diariamente ao longo do trimestre, as estações meteorológicas portuguesas com dados registadas no WeatherOnline apresentaram, em termos gerais, valores acumulados inferiores à média esperada para o primeiro trimestre de 2013, traduzindo um trimestre mais fresco que o normal, tendência que já se tinha registado no último trimestre de 2012. Apenas uma das estações meteorológicas do Funchal teve a situação inversa relativamente a todas as restantes estações meteorológicas portuguesas.
Já no que se refere aos máximos diários de precipitação acumulados ao longo do primeiro trimestre de 2013, não existe uma linha padrão de distribuição ao longo do território nacional, destacando-se pela positiva (valores superiores à média espera) num número significativo de estações, mas também se destacam pela negativa (valores inferiores à média esperada) noutras estações. Assim, destacam-se a Horta, Santa Maria, Lajes/Terceira, Penhas Douradas e Coimbra com valores muito superiores ao esperado (mais de 50 %),enquanto que Angra do Heroísmo e Beja se destacam com valores muito inferiores ao esperado (menos de 50 %).
Os presentes dados referem-se ao primeiro trimestre do ano de 2013. Os dados entre parênteses correspondem ao desvio em relação à média para o primeiro trimestre do ano, calculado com os valores registados desde 2007 (acumulação de temperatura máxima diária e precipitação máxima diária) e 2010 (acumulação de temperatura mínima diária). A cor verde assinala que, no referido trimestre, a estação meteorológica registou valores superiores ao que é normal no trimestre, enquanto a cor vermelha significa que a estação meteorológica registou valores inferiores ao que é normal para o trimestre.
Os dados estatísticos assinalam uma pontuação elaborada a partir do WeatherOnline, atribuindo uma pontuação de 10 a 1 a cada estação meteorológica que se posicionou nos 1º a 10º lugar no ranking diário de temperaturas máximas e mínimas e de precipitação acumulada em 24 horas, no conjunto de todas as estações meteorológicas da Europa, consideradas no seu conjunto como padrão de comparação. Todos os dados vão sendo actualizados e disponíveis livremente em ficheiro Excel no YAHOO GRUPOS.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

4286. Cerca de 70 estradas cortadas e duas localidades continuam isoladas devido ao mau tempo

Perto de 70 estradas cortadas ou totalmente inundadas de Norte a Sul do país, devido a deslizamentos de terras e inundações, e duas localidades isoladas: é este o balanço mais recente da Protecção Civil sobre os efeitos do temporal dos últimos dias. O Governo garante estar a acompanhar a situação e promete avaliar “eventuais danos”.

Segundo o ponto de situação feito às 16h30, no total estão cortadas 68 estradas nos distritos de Aveiro, Braga, Coimbra, Évora, Lisboa, Leiria, Portalegre, Santarém, Setúbal e Viseu. Este número não inclui acessos aos cais e portos que permanecem inundados depois da forte chuva que caiu durante o fim-de-semana. “Estamos a acompanhar no terreno a evolução das situações afectadas em estreita articulação com as autarquias, a Protecção Civil e demais autoridades competentes”, disse à Lusa, esta tarde, fonte do ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território. “Em sede própria será feita uma avaliação concertada dos eventuais danos”, acrescentou.

Os deputados do PS eleitos por Leiria vão enviar ao ministério de Assunção Cristas um requerimento a pedir que o Fundo de Protecção dos Recursos Hídricos seja accionado "de imediato" para minimizar os prejuízos do mau tempo que se verificaram naquele distrito. A ideia é “acudir aos problemas de regularização do rio [Lis]” e, ao mesmo tempo, “permitir a candidatura imediata de entidades públicas e privadas, por forma a verem minorados os graves prejuízos que esta situação lhes acarretou”, defendem os parlamentares, segundo a agência Lusa.

O distrito de Santarém é o mais fustigado pelas cheias e inundações: há 36 estradas cortadas, segundo a Protecção Civil. A população de Reguengo do Alviela, no concelho de Santarém, está isolada desde sábado devido ao corte da Estrada Nacional (EN) 365, na Ponte do Alviela. Os dois barcos dos bombeiros de Pernes são as únicas formas de contactar com os cerca de 30 moradores, a quem ainda não faltaram os bens essenciais, segundo garantiu à Lusa o comandante José Viegas. Ainda neste distrito, no concelho de Constância, estão submersos o parque de estacionamento e o parque de campismo que ficam próximos do rio Zêzere, e ainda parte da Baixa da Vila. No município de Vila Nova da Barquinha, está parcialmente submerso o cais de Tancos. Em Abrantes, a praia fluvial de Alvega e a respectiva casa de apoio estão também inundadas, bem como a Fonte dos Touros e a Marginal em Rossio ao Sul do Tejo, e ainda uma passadeira de cimento, locais habitualmente frequentados para pesca e parte de um jardim em Barreiras do Tejo. No concelho da Golegã há registo de diversos campos agrícolas inundados, bem como na margem esquerda do rio Sorraia, no município de Coruche.

Mais a Sul, ao início da tarde permanecia isolado o lugar de Enxara, em São João Batista, no concelho de Campo Maior, distrito de Portalegre, de onde cerca de 60 pessoas tiveram de ser retiradas durante a noite e madrugada, devido à subida do nível das águas. As pessoas estavam acampadas junto ao rio Xévora, perto da Ermida de Nossa Senhora da Enxara, onde anualmente se realiza uma festa religiosa.

Em Setúbal, os bombeiros tiveram de resgatar ao início da tarde o condutor de uma viatura que terá desrespeitado a proibição de circular na EN 543 de São Romão, que se mantém cortada devido a inundação. Outra situação que tem motivado a preocupação das autoridades é o isolamento da povoação de Valonguinho, na freguesia de Barrô, concelho de Resende, distrito de Viseu, na sequência do desabamento de parte da estrada municipal que dá acesso àquela localidade.

As previsões para os próximos dias são mais animadoras, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Nos próximos dez dias não estão previstos períodos de chuva forte. “As quantidades de precipitação expectáveis para os próximos dias serão bastante inferiores [do que as registadas nos últimos dias]”, disse à Lusa a meteorologista Ângela Lourenço. A meteorologista explica que na próxima quarta-feira, “com a passagem de um sistema frontal”, poderá cair “chuva forte”, mas será “uma situação de apenas um único dia”.

Para os próximos dez dias, o IPMA prevê a queda de precipitação nesta segunda-feira, “em regime de aguaceiros”, na terça-feira “pouco frequente e também em regime de aguaceiros”. Sexta-feira, sábado e domingo serão dias sem chuva, mas na terça-feira e quarta-feira da próxima semana haverá “um agravamento das condições meteorológicas, nas regiões do litoral Norte e Centro”.

Marisa Soares

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Fonte: PÚBLICO

domingo, 31 de março de 2013

4285. Portugal Santarém 2013.03.31

4284. PORTUGAL CONTINENTAL: Ponto de situação das 16h30 sobre estradas cortadas

AVEIRO
Município de Águeda
- EM Espinhel -» Oronhe – Cortada devido a inundação
- EM Túnel do Sardão – Cortada devido a inundação
- EM Campo em Recardães – Cortada devido a inundação
Município de Ovar
-Estrada da praia do Furadouro – Condicionada a uma faixa, devido a inundação.
BRAGA
Município de Braga
- EN 103-3 – Tenões – Cortada devido a deslizamento de terras
Município de Celorico de Bastos
- EN 101-4 – Celorico de Basto -» Agildo – Cortada devido a deslizamento de terras
Município de Guimarães
- EN 309 – São Trocado – Cortada devido a inundação
Município Viera do Minho
- EM 1394 – São Miguel (Um dos acessos à Barragem da Caniçada) – cortada devido a deslizamento de terras
COIMBRA
Município de Arganil
-EN 544 entre Arganil e Monte Alto – cortada devido a deslizamento de terras
Município Montemor-o-Velho
Estrada do campo – Pereira -» Formoselha - Cortada devido a inundação
Município de Penacova
-ER 235 Km 0.8 Penacova -» Largo Dona Amélia - cortada devido a deslizamento de terras
LISBOA
Município de Vila Franca de Xira
- EN-10 Vila Franca de Xira - cortada devido inundação
- EM-535 Granja/ Vialonga/ Vila Franca de Xira - cortada devido a inundação
Município de Arruda dos Vinhos
 - EM-1359 Casal da Várzea/ Arruda do Vinhos  - cortada devido transbordo Ribeira da Pipa
SANTARÉM
Município de Constância
-Submersão do parque de estacionamento de Constância junto ao rio Zêzere
-Submersão da estrada do Campo, que circunda Constância e liga a Montalvo.
Município de Abrantes
-Praia Fluvial de Alvega e Casa de apoio - inundada
-Fonte dos Touros em Rossio ao Sul do Tejo - inundada
Município de Vila Nova da Barquinha
-Submersão parcial do cais de Tancos
Município da Golegã
-Submersão da EM30 que liga Azinhaga à Ponte do Cação
-Submersão da EM1 entre a Ponte da Broa e a Ponte dos Lázaros
-Submersão da EM07 que liga EN365 ao Pombalinho
-Submersão da EN365 que liga Pombalinho a Santarém
-Inundação de diversos campos agrícolas
Município da Alpiarça
-Submersão da Estrada do Mouchão
Município de Santarém
-Submersão da EN365 na Ponte do Alviela
-Submersão da EN365 na Ponte do Alviela a jusante do Pombalinho isolando a povoação do Reguengo do Alviela
-Submersão da EN 365 entre Vale de Figueira e Pombalinho na zona de Chões 
-Submersão da EM1345 que liga a Ribeira de Santarém a Vale Figueira, junto à Ponte de Palhais
Município do Cartaxo
-Cais da marina de Valada encontra-se inoperacional não podendo receber embarcações.
 Município de Coruche
-Submersão da EM H – Ponte do Rebolo (rio Sorraia)
-Submersão da EM 1427 – Ponte da Amieira (rio Sorraia)
-Submersão da estrada de Meias
-Zona de campos agrícolas na margem esquerda do rio Sorraia
Município de Benavente
-Submersão parcial da EM1456, Estrada do Campo
VISEU
Município de Resende
- Povoação de Valonguinho, freguesia de Barrô, Concelho de Resende - isolada devido ao desabamento de parte da EM ( s/número) que dá acesso á mesma
- EM 537 – Barrô -» Penajoia – cortada devido a deslizamento de terras
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Fonte: ANPC

4283. Domingo, 31 de NMarço (15h00)

Imagem de Satélite às 15h00
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Fonte: Sat24.com
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A passagem de sistemas frontais sobre o território de Portugal Continental está a originar de períodos de chuva, por vezes intensos, nas regiões do centro e sul (progredindo do litoral para o interior e de norte para sul).
Passagem a regime de aguaceiros, nas regiões do norte, por vezes acompanhados de trovoadas.

4282. GRANDE LISBOA/ALTO ALENTEJO: Períodos de chuva fortes

Imagem de Satélite às 10h30
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Fonte: Sat24.com
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Manhã de Domingo com períodos de chuva forte na Grande Lisboa, Península de Setúbal e Alto Alentejo.

sexta-feira, 29 de março de 2013

4281. Cientistas referem o aquecimento global como causa de invernos mais severos

Cientistas que observam o quarto ano consecutivo em que o clima de fim de inverno em zonas da Europa e dos Estados Unidos é extremamente severo sugeriram que o aquecimento global é a fonte do problema. “O aquecimento está a causar uma massa de ar polar entre o oceano e a atmosfera que será deslocada para sul”, disse à agência de notícias francesa AFP Dim Coumou do Instituto de Potsdam para Pesquisa do Impacto Climático, na Alemanha.
O aumento das temperaturas está a causar o degelo da calota polar do Oceano Ártico, principalmente durante o verão. Em 1979, quando começaram as medições por satélite, o gelo durante o verão cobria cerca de sete milhões de quilómetros quadrados, mas em setembro de 2012 atingiu a sua extensão mais baixa alguma vez registada com apenas 3,4 milhões de quilómetros quadrados.
Sem gelo que reflita a luz, o mar absorve a radiação solar, que por sua vez causa o degelo. O calor adicional, armazenado em uma vasta área de água à superfície, é gradualmente libertado para a atmosfera, aumentando a pressão do ar e da humidade no Ártico e reduzindo a temperatura em latitudes mais baixas. O vórtice polar, um ciclone persistente em grande escala que varre o ar ártico, começa a enfraquecer e uma massa de ar frio húmido propaga-se para sul, trazendo neve e frio para a Europa e Estados Unidos, mantendo-se nestas zonas devido à corrente de jato, uma corrente de ar veloz que ocorre na alta troposfera.
Em vez de rodear o hemisfério norte de uma forma resistente e previsível, este vento de grande altitude percorre um trajeto na Europa, no Oceano Atlântico e nos Estados Unidos. As zonas mais a sul que fazem parte deste caminho sofrem um clima frio que por lá fica. “O calor que é armazenado no Oceano Ártico pode rapidamente transferir-se para a atmosfera, afetando a dinâmica de padrões climáticos do hemisfério norte”, afirmou Coumou.
O diretor do Programa de Recursos Oceânicos e Ecossistemas na Universidade de Cornell em Nova Iorque, Charles Greene, disse que “com as mudanças no gelo do mar” se estabelece uma situação em que “a probabilidade de invasões de ar frio do Ártico” aumenta.
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