domingo, 21 de abril de 2013

4307. ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA: Tempo quente

Avisos meteorológicos
(21 de Abril de 2013)
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Temperaturas máximas
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20 de Abril de 2013
Quinta Grande – 32,3 ºC
Lugar de Baixo – 31,5 ºC
Funchal (Observatório) – 30,3 ºC
21 de Abril de 2013
Lugar de Baixo - 32,1 ºC
Funchal (Observatório) - 31,8 ºC
Santana - 31,5 ºC
Quinta Grande - 30,3 ºC
Funchal (Lido) - 30,1 ºC

sexta-feira, 19 de abril de 2013

4306. Na Rússia cresce o número de anomalias naturais

O ano de 2012 foi um ano recorde quanto ao número de calamidades naturais que afectaram a Rússia. A tal conclusão chegaram os especialistas do Comité Meteorológico Nacional depois de processarem os dados relativos a observações de muitos anos.
Face a 2011, foi registado um aumento de 30%. No entanto, os peritos não vêem motivos para entrar em pânico, apontando a necessidade de tomar "medidas oportunas e adequadas".
No ano passado, foram registados 469 casos de fenómenos anormais que resultaram na morte de quase 200 pessoas. Com isso, o dano material causado à economia nacional se estima em 6,5 mil milhões de dólares. Em 2011, o número de cataclismos foi muito mais reduzido – um pouco mais de 300. A história de observações meteorológicas não conhece tais "saltos" e oscilações bruscas, constata Alexander Golubev, contactado pela emissora Voz da Rússia.
"Pode-se dizer que tal crescimento brusco se deve aos fenómenos locais como aguaceiros, tempestades, quedas de granizo, cheias, chuvas torrenciais e deslizamentos de terras. Daí, um aumento de anomalias em 30%. As intempéries ocorrem, sobretudo, na época de verão quente quando se formam as nuvens densas designadas de cúmulos. Por isso, nas zonas de passagem de frentes atmosféricas podem surgir fenómenos perigosos."
No ano passado, a seca afectou também a safra, que foi 25% menor em relação ao ano anterior. Em 20 regiões, por causa do calor, foi decretado o estado de emergência. Foi registada ainda a maior, nos últimos 10 anos, área de incêndios florestais. Estes últimos, segundo especialistas, a par de furacões e inundações, fazem parte de trio das calamidades naturais mais perigosas:
"Os incêndios florestais são registados todos os anos. No período de primavera ocorre a inflamação espontânea de árvores mortas e secas e o fogo, não raro, se alastra pela floresta. Neste caso, os focos de incêndios podem ser detectados por satélites de monitorização que transmitem respectivas informações para o Ministério das Situações de Emergência. Tal enorme trabalho requer elevados esforços que, lamentavelmente, nem sempre dão certo."
As calamidades naturais têm afectado também a Europa, na qual se registaram numerosos incêndios e os EUA, que foram assolados por tornados destruidores. Chuvas torrenciais provocando avalanches de lodo caíram ainda em várias províncias chinesas. "O fenómeno se deve à intensificação de ciclones tropicais do Oceano Pacífico que se deslocam rumo ao norte e ao litoral da China, provocando por ai e no Extremo Oriente da Rússia vários problemas. Neste inverno os ciclones activos causaram um elevado número tempestades de neve e precipitações."
Perante tal cenário, o Centro Meteorológico Nacional dispõe-se a elevar a eficácia das previsões através do aperfeiçoamento da rede de satélites, estações de observação e radares. Este ano pode trazer novas surpresas. Uma dessas chegou já do espaço cósmico, tendo a queda de um meteorito na região dos Urais causado acaloradas polémicas na média sobre a sua origem e consequências.
Elena Kovachich
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quarta-feira, 17 de abril de 2013

4305. Quarta-feira, 17 de Abril (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Elvas – 29,2 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 28,8 ºC
Amareleja – 28,8 ºC
Alvalade – 28,6 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 27,9 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 27,8 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 27,8 ºC
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Sines (Cabo) – 17,0 ºC
Porto (Aeroporto) – 16,9 ºC
Sintra (Colars) – 16,7 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 16,5 ºC
São Pedro de Moel – 16,2 ºC
Cabo Raso – 15,8 ºC
Lombo da Terça (Madeira) – 14,2 ºC
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Fonte: IPMA

segunda-feira, 15 de abril de 2013

4304. Água no solo pode ter estado na origem de cratera que se abriu em Marvão

O excesso de água nos solos poderá estar na origem do fenómeno geológico ocorrido em Marvão, no Alto Alentejo, que resultou na abertura de uma cratera com cerca de 100 metros de profundidade e 17 de diâmetro. O geólogo Vítor Lamberto explicou hoje à agência Lusa que se trata de "um fenómeno típico" de zonas onde existem rochas calcárias e que em Portugal existem situações “similares”, embora “não tenham esta dimensão”.
O geólogo, que desenvolve trabalhos para instituições de investigação e rochas ornamentais, relatou, no local, que a zona de Marvão possui grutas e o tipo de rocha existente (calcário) tem tendência a “dissolver-se”, formando as grutas. “Aqui em Marvão, tivemos um ano de muita chuva. A água, nestas estruturas, infiltra-se, circula no interior e, nos calcários, circula a grandes velocidades, ou seja, o impacto que pode causar é maior”, explicou.
Com a existência de rios subterrâneos, onde a água circula a grandes profundidades e velocidades e perante um ano de muita chuva no Alentejo, Vítor Lamberto indicou que esses rios “não conseguem dar vazão”. “Quando a água chega ao topo da gruta lava o material acumulado e esse material, arrastado pela água, abate isto tudo. Por isso, a dimensão que isto tem”, referiu.
No entanto, o geólogo salientou que a cratera em Marvão é “interessante”, devido à profundidade e com “três pequenos sumidores”, mas fez questão de sublinhar que este caso não representa um episódio de “extraterrestres”. Na propriedade privada onde o fenómeno ocorreu, situada perto da aldeia de Porto da Espada, encontra-se também uma outra cratera de menor dimensão, tendo sido criado em redor de toda aquela zona um perímetro de segurança pelas autoridades.
Em declarações à Lusa, Mário Galego, rendeiro da propriedade onde o fenómeno ocorreu, mostrou-se “surpreendido” com a situação, que considerou “assustadora”. “Na sexta-feira à tarde demos com isto, não sabemos o dia certo em que isto aconteceu, provavelmente quarta ou quinta-feira. É uma situação chata e só de pensar que há poucos dias tinha aqui animais e que podiam ter abalado...”, desabafou.
O presidente da Câmara de Marvão, Vítor Frutuoso, disse à Lusa que o município quer saber os “impactos” que a situação poderá vir a causar. “Nós temos de saber os impactos que isto poderá ter em termos de estabilidade, relativamente à propriedade que é utilizada e ao acesso de pessoas. Por isso, temos que controlar uma série de situações em termos de segurança e perceber quais são as consequências que poderemos ter”, disse.
Com um perímetro de segurança criado e com elementos da GNR no local, a zona tem sido alvo de visitas por parte de populares que não resistem à curiosidade de ver “in loco” o fenómeno geológico.
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Fonte: Sol

sábado, 13 de abril de 2013

4303. PORTUGAL CONTINENTAL: Primavera

Imagem de Satélite às 16h00
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Fonte: Sat24.com
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Algumas temperaturas às 16h00
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Leiria (Cidade) – 26,1 ºC
Castro Marim (RN Sapal) – 24,3 ºC
Amareleja – 23,9 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 23,5 ºC
Faro (Aeroporto) – 23,5 ºC
Portalegre (Cidade) – 23,4 ºC
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Sines (Cabo) – 16,8 ºC
Sintra (Pena) – 16,5 ºC
Guarda – 14,7 ºC
Montalegre – 14,3 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 14,3 ºC
Penhas Douradas – 12,4 ºC
Areeiro (Madeira) – 11,5 ºC
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Fonte: IPMA

quinta-feira, 11 de abril de 2013

4302. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável

Imagem de satélite às 12h00
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"CopyRight Eumetsat 2013"
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Passagem de superfície frontal fria sobre o território de Portugal Continental, dando origem a períodos de chuva, mais intensos e frequentes nas regiões norte e centro.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

4301. Dois mortos em naufrágio na Figueira da Foz



Duas pessoas morreram num naufrágio ocorrido na tarde desta quarta-feira, na praia do Cabedelo, na Figueira da Foz. Uma das vítimas mortais era um dos cinco tripulantes do veleiro "Meri Tuuli", de bandeira alemã, que naufragou. A outra era um agente da Polícia Marítima, que seguia na lancha de socorro que acabou por virar.
De acordo com um comunicado da Marinha, o alerta foi dado às 17h58, através de um veleiro que se encontrava próximo do local, tendo a Capitania do Porto da Figueira da Foz assumido a coordenação da acção, “empenhando para esse efeito uma lancha e uma mota de água da estação salva-vidas da Figueira da Foz”, com o apoio de uma lancha semi-rígida da Polícia Marítima. “No decorrer da acção de resgate e devido às condições de mar no local, a embarcação da Polícia Marítima acabou por virar, tendo os três elementos caído à água. Os cinco tripulantes do veleiro e os três agentes da Polícia Marítima foram resgatados da água havendo a lamentar o falecimento de um dos tripulantes e de um elemento da Polícia Marítima”, refere o mesmo comunicado.
Na sequência do resgate, oito pessoas deram entrada no hospital distrital da Figueira da Foz: os cinco tripulantes do veleiro e os três elementos da Polícia Marítima. As duas mortes confirmadas são de um tripulante do veleiro, de 47 anos, e de um elemento da Polícia Marítima, de 41 anos. A causa das mortes foi afogamento, referiu o director clínico do hospital, Adriano Rodrigues. Dois dos outros quatro tripulantes do veleiro estão feridos, com lesões traumáticas, e os outros dois apresentam sintomas de hipotermia, tal como os dois elementos da Polícia Marítima.
Vários meios estiveram envolvidos na operação, desde Polícia Marítima, bombeiros voluntários e municipais da Figueira da Foz, Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), Cruz Vermelha, PSP e GNR e um helicóptero da Protecção Civil. Dezenas de moradores nas imediações também ajudaram no resgate.
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Fonte (Texto e imagem): PÚBLICO

segunda-feira, 8 de abril de 2013

4300. Europa (Tendência climática)

(TECLE SOBRE AS IMAGENS PARA AMPLIAR)
Lista de estações com maior tendência de subida no
RANKING METEOROLÓGICO EUROPEU
(ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 4176)
Temperaturas máximas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas máximas diárias mais elevadas ao longo do ano.
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Temperaturas minímas diárias 
(acumuladas em doze meses)
* * *
Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas mínimas absolutas diárias mais baixas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas mínimas diárias mais baixas ao longo do ano.
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Precipitação total em 24 horas
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez precipitações máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com maiores precipitações diárias acumuladas diariamente ao longo do ano.

4299. Estimativa climática (Resumo)

(ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM NÚMERO 4175)
* * *
Em Dezembro de 2012 foi apresentada uma estimativa (postagem 4148) para as estações do Ranking Meteorológico Europeu sobre a provável evolução das temperaturas máximas diárias acumuladas, temperaturas mínimas diárias acumuladas e precipitações máximas diárias acumuladas, ao longo do primeiro trimestre de 2013. Terminado o período para o qual foram feitas as previsões, apresentam-se os quadros de apuramento final com os dados acertados.


 
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SÍNTESE RELATIVAMENTE AOS APURAMENTOS
(percentagem de acerto nas previsões)
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1º Trimestre de 2013
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 4 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
4º Trimestre de 2012
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 % 
3º Trimestre de 2012
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 16 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 60 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 12 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 96 %
2º Trimestre de 2012
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 24 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 76 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 68 %
1º Trimestre de 2012
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 28 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 48 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 88 %
4º Trimestre de 2011
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 24 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 72 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 64 %
3º Trimestre de 2011
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 44 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 36 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 40 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 72 %
2º Trimestre de 2011
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 60 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 32 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 52 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 80 %
1º Trimestre de 2011
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 36 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 40 %
4º Trimestre de 2010
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 56 %  

4298. PORTUGAL: Dados ponderados para dia 31 de Março de 2013

Ranking Meteorológico para Portugal
(Últimos doze meses)
ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 4170
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Desvios em relação ao normal
(considerando os dados desde MARÇO/2007)
acima do normal > 0; normal = 0; abaixo do normal < 0

  • Simbologia a verde = subiu de valor (Mais quente/Mais húmido no último trimestre)
  • Simbologia a encarnado = desceu de valor (Mais fresco/Mais seco no último trimestre)
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Temperaturas máximas diárias acumuladas
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Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de temperatura máxima diária
superiores ao normal 

VALORES NEGATIVOS
 Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de temperatura máxima diária
inferiores ao normal


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Precipitação máxima diária acumulada

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 Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de precipitação máxima diária
superiores ao normal


VALORES NEGATIVOS
Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de precipitação máxima diária
 inferiores ao normal
 

sábado, 6 de abril de 2013

4297. ABRIL

(c) Modis NASA

4296. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média nos últimos 12 meses até 31.03.2013)

TECLE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR
(Actualização da postagem número 4168)
BALANÇO ENTRE 01.04.2012 E 31.03.2013
Estações com maiores desvios de temperaturas 
(Temperatura máxima absoluta acumulada diariamente) 
comparação ao normal ao longo de cada ano/
variação com o último trimestre
VALORES ABSOLUTOS

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 BALANÇO ENTRE 01.04.2012 E 31.03.2013
Estações com maiores desvios de temperaturas
(Temperatura mínima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal ao longo de cada ano/
variação com o último trimestre
VALORES ABSOLUTOS
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BALANÇO ENTRE 01.04.2012 E 31.12.2013
Estações com maiores desvios de precipitação
 (Precipitação máxima acumulada diariamente)
comparação ao normal ao longo de cada ano/
variação com o último trimestre
 VALORES ABSOLUTOS
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sexta-feira, 5 de abril de 2013

4295. AÇORES: Chuva atinge níveis recorde em São Miguel

CopyRight @ RTP Açores

4294. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média no 1º Trimestre de 2013)

1º TRIMESTRE DE 2013
Estações com maiores desvios de temperaturas
(temperatura máxima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal no 1º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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1º TRIMESTRE DE 2013
Estações com maiores desvios de temperaturas
(temperatura mínima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal no 1º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
 * * *
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1º TRIMESTRE DE 2013
Estações com maiores desvios de precipitação
(precipitação máxima acumulada diariamente)
comparação ao normal no 1º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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4293. Geógrafo diz que atividade humana maximizou efeito das cheias nalguns casos

CopyRight @ SIC Notícias

4292. Autoridades investigam as causas do deslizamento de terras em Mesão Frio

CopyRight @ SIC Notícias

quinta-feira, 4 de abril de 2013

4291. Tempo frio e geada

Portugal Continental, nos dias 5 a 7, irá ficar sob a influência de uma massa de ar frio Ar Polar, transportada do norte da Europa por uma corrente forte de norte causando, descida acentuada da temperatura do ar e formação de geada. Esta descida de temperatura, que se reflectirá sobretudo na temperatura mínima, será acompanhada de vento de norte moderado ou forte no litoral oeste e terras altas, o que irá provocar um aumento significativo da sensação de frio.
A ocorrência de geada, com condições de formação de geada negra, dar-se-á no dia 5 na região do Norte e estender-se-á a todo o território, com excepção das regiões do litoral a sul do cabo Carvoeiro, na noite do dia 6. Na noite do dia 7, a formação de geada dar-se-á, apenas, nas regiões mais interiores de Trás-os-Montes e Beira Interior.
A partir de domingo, dia 7, haverá uma subida gradual da temperatura, prevendo-se, novamente, ocorrência de precipitação na próxima semana, começando no final de domingo na região Norte.
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Fonte: IPMA

4290. Ranking Meteorológico Europeu (ACUMULADO)



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(Actualização à postagem nº 4165)
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Relativamente à evolução dos valores de temperaturas máximas diárias acumuladas, referentes a Portugal, pode-se constatar que nos últimos doze meses (entre Abril de 2012 e Março de 2013) ocorreu uma evolução predominantemente negativa nas estações meteorológicas localizadas em Portugal Continental, que registaram valores acumulados de temperatura máxima diária inferiores aos valores normais; apenas no Funchal não se registou essa tendência. Globalmente, as estações meteorológicas portuguesas registaram valores de temperatura máxima acumulada diariamente inferior ao esperado.
No trimestre (Janeiro a Março de 2013) nenhuma estação portuguesa registou temperaturas máximas diárias acumuladas diariamente elevadas. Pelo contrário, quase todas as estações meteorológicas portuguesas foram particularmente mais frescas que o normal (valor de temperaturas máximas diárias acumuladas significativamente mais baixas relativamente aos valores normais); as excepções foram apenas Flores, Lajes/Terceira, Porto Santo, Funchal, Funchal/Madeira e Monte Real.
Relativamente à evolução dos valores de precipitação (máximos diários acumulados diariamente ao longo de doze meses consecutivos), constata-se que a maior parte das estações meteorológicas portuguesas, nomeadamente as dos arquipélagos dos Açores e da Madeira, tiveram uma evolução superior à média de todas as estações meteorológicas europeias ao longo dos últimos doze meses (entre Abril de 2012 e Março de 2013), traduzindo níveis de precipitações superiores ao normal esperado nessas estações; no entanto, as estações de Bragança, Vila Real, Porto/Pedras Rubras, Coimbra, Castelo Branco, Monte Real, Sintra/Granja (ausência de dados?), Montijo, Beja, Sagres e Faro (ausência de dados?) não seguiram essa tendência.
O trimestre (Janeiro a Março de 2013) foi particularmente chuvoso (valores de precipitação máximos diários acumulados significativamente elevados) em Ponta Delgada, Santa Maria, Funchal, Funchal/Madeira, Viana do Castelo, Penhas Douradas, Cabo Carvoeiro, Portalegre, Lisboa e Lisboa/Geofísico.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

4289. Análise sinóptica e tendência do estado do tempo

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Quinta-feira, 4 de Abril de 2013_12h00UTC
Fonte: MetOffice
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Um centro de baixas pressões, localizado Quinta-feira entre Portugal Continental e o Arquipélago da Madeira, condicionará o estado do tempo tanto no continente como na Região Autónoma da Madeira.
Assim, espera-se um agravamento das condições de instabilidade nas regiões do centro e sul de Portugal Continental, com o aumento da intensidade do vento e da nebulosidade; haverá condições para a ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, que poderão ser acompanhados de trovoada, especialmente a partir da manhã.
No Arquipélago da Madeira espera-se um aumento da intensidade do vento, que poderá tornar-se muito forte, especialmente nas regiões montanhosas (rajadas até aos 120 quilómetros por hora); haverá condições para a ocorrência de precipitação, sobretudo nas vertentes expostas a norte, podendo ser de neve nos pontos mais elevados da ilha da Madeira.

4288. Quarta-feira, 3 de Abril: Tarde instável

Imagem de Satélite às 18h30
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Fonte: Sat24.com
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Tarde instável, com a ocorrência de aguaceiros e trovoadas dispersas.

terça-feira, 2 de abril de 2013

4287. Ranking Meteorológico Europeu (1º Trimestre de 2013)

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Uma análise sintética aos dados para as estações meteorológicas portuguesas permite concluir que, no registo das temperaturas máximas observadas diariamente ao longo do trimestre, as estações meteorológicas portuguesas com dados registadas no WeatherOnline apresentaram, em termos gerais, valores acumulados inferiores à média esperada para o primeiro trimestre de 2013, traduzindo um trimestre mais fresco que o normal, tendência que já se tinha registado no último trimestre de 2012. Apenas uma das estações meteorológicas do Funchal teve a situação inversa relativamente a todas as restantes estações meteorológicas portuguesas.
Já no que se refere aos máximos diários de precipitação acumulados ao longo do primeiro trimestre de 2013, não existe uma linha padrão de distribuição ao longo do território nacional, destacando-se pela positiva (valores superiores à média espera) num número significativo de estações, mas também se destacam pela negativa (valores inferiores à média esperada) noutras estações. Assim, destacam-se a Horta, Santa Maria, Lajes/Terceira, Penhas Douradas e Coimbra com valores muito superiores ao esperado (mais de 50 %),enquanto que Angra do Heroísmo e Beja se destacam com valores muito inferiores ao esperado (menos de 50 %).
Os presentes dados referem-se ao primeiro trimestre do ano de 2013. Os dados entre parênteses correspondem ao desvio em relação à média para o primeiro trimestre do ano, calculado com os valores registados desde 2007 (acumulação de temperatura máxima diária e precipitação máxima diária) e 2010 (acumulação de temperatura mínima diária). A cor verde assinala que, no referido trimestre, a estação meteorológica registou valores superiores ao que é normal no trimestre, enquanto a cor vermelha significa que a estação meteorológica registou valores inferiores ao que é normal para o trimestre.
Os dados estatísticos assinalam uma pontuação elaborada a partir do WeatherOnline, atribuindo uma pontuação de 10 a 1 a cada estação meteorológica que se posicionou nos 1º a 10º lugar no ranking diário de temperaturas máximas e mínimas e de precipitação acumulada em 24 horas, no conjunto de todas as estações meteorológicas da Europa, consideradas no seu conjunto como padrão de comparação. Todos os dados vão sendo actualizados e disponíveis livremente em ficheiro Excel no YAHOO GRUPOS.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

4286. Cerca de 70 estradas cortadas e duas localidades continuam isoladas devido ao mau tempo

Perto de 70 estradas cortadas ou totalmente inundadas de Norte a Sul do país, devido a deslizamentos de terras e inundações, e duas localidades isoladas: é este o balanço mais recente da Protecção Civil sobre os efeitos do temporal dos últimos dias. O Governo garante estar a acompanhar a situação e promete avaliar “eventuais danos”.

Segundo o ponto de situação feito às 16h30, no total estão cortadas 68 estradas nos distritos de Aveiro, Braga, Coimbra, Évora, Lisboa, Leiria, Portalegre, Santarém, Setúbal e Viseu. Este número não inclui acessos aos cais e portos que permanecem inundados depois da forte chuva que caiu durante o fim-de-semana. “Estamos a acompanhar no terreno a evolução das situações afectadas em estreita articulação com as autarquias, a Protecção Civil e demais autoridades competentes”, disse à Lusa, esta tarde, fonte do ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território. “Em sede própria será feita uma avaliação concertada dos eventuais danos”, acrescentou.

Os deputados do PS eleitos por Leiria vão enviar ao ministério de Assunção Cristas um requerimento a pedir que o Fundo de Protecção dos Recursos Hídricos seja accionado "de imediato" para minimizar os prejuízos do mau tempo que se verificaram naquele distrito. A ideia é “acudir aos problemas de regularização do rio [Lis]” e, ao mesmo tempo, “permitir a candidatura imediata de entidades públicas e privadas, por forma a verem minorados os graves prejuízos que esta situação lhes acarretou”, defendem os parlamentares, segundo a agência Lusa.

O distrito de Santarém é o mais fustigado pelas cheias e inundações: há 36 estradas cortadas, segundo a Protecção Civil. A população de Reguengo do Alviela, no concelho de Santarém, está isolada desde sábado devido ao corte da Estrada Nacional (EN) 365, na Ponte do Alviela. Os dois barcos dos bombeiros de Pernes são as únicas formas de contactar com os cerca de 30 moradores, a quem ainda não faltaram os bens essenciais, segundo garantiu à Lusa o comandante José Viegas. Ainda neste distrito, no concelho de Constância, estão submersos o parque de estacionamento e o parque de campismo que ficam próximos do rio Zêzere, e ainda parte da Baixa da Vila. No município de Vila Nova da Barquinha, está parcialmente submerso o cais de Tancos. Em Abrantes, a praia fluvial de Alvega e a respectiva casa de apoio estão também inundadas, bem como a Fonte dos Touros e a Marginal em Rossio ao Sul do Tejo, e ainda uma passadeira de cimento, locais habitualmente frequentados para pesca e parte de um jardim em Barreiras do Tejo. No concelho da Golegã há registo de diversos campos agrícolas inundados, bem como na margem esquerda do rio Sorraia, no município de Coruche.

Mais a Sul, ao início da tarde permanecia isolado o lugar de Enxara, em São João Batista, no concelho de Campo Maior, distrito de Portalegre, de onde cerca de 60 pessoas tiveram de ser retiradas durante a noite e madrugada, devido à subida do nível das águas. As pessoas estavam acampadas junto ao rio Xévora, perto da Ermida de Nossa Senhora da Enxara, onde anualmente se realiza uma festa religiosa.

Em Setúbal, os bombeiros tiveram de resgatar ao início da tarde o condutor de uma viatura que terá desrespeitado a proibição de circular na EN 543 de São Romão, que se mantém cortada devido a inundação. Outra situação que tem motivado a preocupação das autoridades é o isolamento da povoação de Valonguinho, na freguesia de Barrô, concelho de Resende, distrito de Viseu, na sequência do desabamento de parte da estrada municipal que dá acesso àquela localidade.

As previsões para os próximos dias são mais animadoras, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Nos próximos dez dias não estão previstos períodos de chuva forte. “As quantidades de precipitação expectáveis para os próximos dias serão bastante inferiores [do que as registadas nos últimos dias]”, disse à Lusa a meteorologista Ângela Lourenço. A meteorologista explica que na próxima quarta-feira, “com a passagem de um sistema frontal”, poderá cair “chuva forte”, mas será “uma situação de apenas um único dia”.

Para os próximos dez dias, o IPMA prevê a queda de precipitação nesta segunda-feira, “em regime de aguaceiros”, na terça-feira “pouco frequente e também em regime de aguaceiros”. Sexta-feira, sábado e domingo serão dias sem chuva, mas na terça-feira e quarta-feira da próxima semana haverá “um agravamento das condições meteorológicas, nas regiões do litoral Norte e Centro”.

Marisa Soares

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Fonte: PÚBLICO