segunda-feira, 31 de março de 2014

4724. PORTUGAL CONTINENTAL: Tarde primaveril instável

Imagem de Satélite às 17h00
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Fonte: Sat24.com
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Ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, com trovoadas dispersas.

4723. RANKING EUROPEU: Tendência climática para a Primavera de 2014

PRIMAVERA 2014
(Abril/Maio/Junho)
  Tendência climática para o segundo trimestre de 2014
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TEMPERATURAS MÁXIMAS DIÁRIAS
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com temperaturas máximas diárias superiores aos valores máximos normais deste trimestre.
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TEMPERATURAS MÍNIMAS DIÁRIAS
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com temperaturas mínimas diárias inferiores aos valores mínimos normais deste trimestre.
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 PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com precipitações máximas diárias superiores aos valores máximos diários normais deste trimestre.
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 Prováveis regiões da Europa
com valores INFERIORES à média
Estes cálculos basearam-se no Ranking Meteorológico Europeu, seguindo os seguintes critérios: 1 – entrada no TOP TEN do WeatherOnline pelo menos uma vez nos últimos 8 trimestres; 2 – tendência de evolução mais negativa para este trimestre; 3 – melhor posição no Ranking geral.
PRIMAVERA 2014
(Abril/Maio/Junho)
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TEMPERATURA MÁXIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para menos calor
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TEMPERATURA MÍNIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para menos frio 
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 PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para uma diminuição da precipitação
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sexta-feira, 28 de março de 2014

4721. Neve na Serra da Estrela obriga a cortes de estradas

CopyRight @ RTP Notícias

4720. Queda de granizo causa acidentes na A23

CopyRight @ RTP Notícias

4719. Neve cobre as serras da Madeira

CopyRight @ RTP Notícias

4718. V.N.GAIA/PORTO: Tempo severo


4717. Sexta-feira, 28 de Março (14h00)

Imagem de Satélite às 14h00
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"CopyRight Eumetsat 2014"
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Tempo instável em Portugal Continental, em especial nas regiões do centro e sul, com a ocorrência de aguaceiros e trovoadas dispersas. Queda de neve nas terras altas.

4716. MADEIRA: Queda de neve durante esta madrugada

Está confirmado o encerramento da ER 202 entre o Poiso e o Pico do Areeiro, devido à queda de neve ocorrida esta madrugada. Logo pela manhã indicações da estrada davam conta dessa medida por parte da Direcção Regional de Estrada, que só às 10 horas passou a figurar na página oficial do Serviço Regional de Protecção Civil. De acordo com informações de automobilistas, também a estrada florestal entre a Eira do Serrado e as imediações do Pico do Areeiro, não chegou a ser reaberta esta manhã, igualmente por causa do 'manto branco' que voltou a cobrir os pontos mais altos da ilha.
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Fonte: dnoticias


quinta-feira, 27 de março de 2014

4715. PORTUGAL CONTINENTAL: Análise sinóptica e tendência do estado do temppo

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Sexta-feira, 27 de Março de 2014_00h00
Fonte: MetOffice
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O território de Portugal Continental estará influenciado, a partir de hoje e ao longo dos próximos dias, pela aproximação e passagem de sucessivos sistemas frontais associados a centros de baixas pressões formados no Oceano Atlântico, barrados pela presença de altas pressões no centro e norte da Europa.
Assim, já hoje haverá condições para o aumento da nebulosidade e ocorrência de precipitação, inicialmente no litoral e posteriormente estendendo-se a todo o território. O estado do tempo em Portugal Continental permanecerá instável ao longo dos próximos dez dias, com alternância de períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes, intercalados por melhorias temporárias do estado do tempo.

4714. Quinta-feira, 27 de Março (06h00)

Algumas temperaturas às 06h00
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Santa Cruz (Aeródromo): 12,2 ºC
Cabo Carvoeiro: 10,9 ºC
Sintra (Colares): 10,8 ºC
Castro Marim (R.N. Sapal): 8,1 ºC
Faro (Aeroporto): 7,7 ºC
Sines: 7,6 ºC
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Aldeira Souto (Quinta Lageosa): 0,6 ºC
Luzim: 0,5 ºC
Arouca: 0,5 ºC
Chaves (Aeródromo): - 0,4 ºC
Bragança: - 1,7 ºC
Miranda do Douro: - 2,0 ºC
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Fonte: IPMA

segunda-feira, 24 de março de 2014

4712. PORTUGAL CONTINENTAL: Análise sinóptica e tendência do estado do tempo

Carta sinóptica de superfície prevista para
Terça-feira, 25 de Março de 2014_12h00UTC
Fonte: MetOffice
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O posicionamento de um centro de baixas pressões no Golfo de Biscaia para amanhã, Terça-feira, favorecerá o incremento da instabilidade nas regiões do norte e centro, com a ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, pontualmente moderados e persistentes, acompanhados de vento moderado de noroeste, com rajadas fortes nas terras altas, e descida de temperatura com consequente diminuição da cota de neve para os 800/1000 metros de altitude.

4711. Segunda-feira, 24 de Março (11h00)

Imagem de satélite às 11h00
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"CopyRight Eumetsat 2014"
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A passagem de uma superfície frontal fria condicionou o estado do tempo em Portugal Continental ao longo do dia de hoje, tendo dado origem a períodos de chuva, com passagem a aguaceiros, principalmente nas regiões do norte, centro e Alto Alentejo.
A descida de temperatura após a passagem da superfície frontal favoreceu a ocorrência de aguaceiros de neve nas regiões mais elevadas do interior norte e centro.

domingo, 23 de março de 2014

4710. Domingo, 23 de Março (07h00)

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Algumas temperaturas às 07h00
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Flores (Açores) – 18,4 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 13,1 ºC
Cabo Carvoeiro – 12,2 ºC
Sintra (Colares) – 11,3 ºC
Lisboa (G. Coutinho) – 10,1 ºC
Faro (Aeroporto) – 8,6 ºC
Vila Real de Santo António – 8,6 ºC
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Zambujeira – 3,2 ºC
Vila Real – 3,0 ºC
Fundão – 2,8 ºC
Bragança – 2,3 ºC
Luzim – 2,2 ºC
Miranda do Douro – 1,7 ºC
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Fonte: IPMA

quinta-feira, 20 de março de 2014

4707. Estudo contabiliza 148 tempestades fortes em Portugal no século XIX

O mau tempo não perdoa. As marés “produziram inundações desastrosas na foz do Douro e nas praias de Ovar”. A água avançou com “força espantosa” sobre a Ericeira, arrombando muros. “Há anos que não chega a tão grande altura”. Em Torres Vedras, “em algumas povoações marítimas têm havido sinistros”. Algumas pessoas foram arrastadas pelas ondas. Na Costa da Caparica, os pescadores ficaram mais de um mês sem sustento “porque o mau tempo não os tem deixado pescar”.
Quem lê estas linhas pensa que se referem a este Inverno de 2013-2014, marcado por sucessivas tempestades e um rasto de estragos pelo país. Mas não: são relatos e notícias do século XIX. Houve pelo menos 148 episódios associados a tempestades de vento, segundo um levantamento realizado por investigadores do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa.
E, em grande medida, são uma cópia do que se continua a assistir no país: inundações nas zonas costeiras, casas destruídas pelo mar, ondas que varrem pessoas, árvores caídas nas cidades, construções afectadas. “As consequências é que podem ser piores, porque a pressão humana agora é maior”, diz Maria João Alcoforado, co-autora do estudo, juntamente com David Marques e António Lopes.
Olhar para as tempestades do século XIX é uma das várias linhas do KlimHist, um projecto envolvendo quatro universidades – de Lisboa, do Porto, de Évora e de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) – que pretende reconstituir o clima em Portugal nos últimos 350 anos. O projecto vai a meio e alguns resultados preliminares são apresentados esta segunda-feira na UTAD.
O ponto de partida é 1645, o ano em que começa um período de actividade solar muito baixa, conhecido como Mínimo de Maunder. Para um passado tão distante, não há senão registos meteorológicos indirectos. Os anéis de crescimento de centenários carvalhos-alvarinhos (Quercus rubor) da Mata Nacional do Buçaco estão a ser analisados para estudar a precipitação desde o século XVII. Descrições feitas por um mercador holandês do século XVIII, Inácio António Henkell, estão a ajudar na reconstituição das cheias do Douro. Há também estudos sobre a evolução da temperatura a partir de furos no solo ou sobre a aplicação de modelos climáticos para simular eventos meteorológicos extremos no passado.
A escala de Franzini – As informações sobre as tempestades de vento no século XIX vêm sobretudo de uma fonte: os registos sistemáticos de Marino Miguel Franzini (1779-1861), um dos pioneiros da estatística e da meteorologia em Portugal. Em 1815, Franzini começou a fazer anotações sobre o clima, a pedido do médico Bernardino Gomes, intrigado com a mortalidade elevada durante os verões. Deixou duas séries de dados, de 1815 a 1826 e de 1836 a 1859, com informações sobre o estado do tempo, a temperatura, o vento, as tempestades.
Os investigadores do projecto KlimHist traçam um paralelo da escala utilizada por Franzini para medir a força do vento com a desenvolvida pelo almirante britânico Francis Beaufort mais ou menos na mesma altura. Beaufort baseou a sua escala no estado “visível” do mar – o tipo e tamanho de vagas, se formavam “carneirinhos” ou se rebentavam, a concentração de aerossóis no ar ou de espuma sobre a água, a visibilidade. Para cada combinação de sinais era atribuído um grau – de 1 a 12 – associado a uma velocidade estimada do vento.
A escala de Beaufort tornou-se muito popular, mas Franzini, embora também servisse na Marinha, não a utilizou. “É estranho que não a conhecesse”, afirma António Lopes, um dos co-autores do estudo. Desenvolveu antes a sua, primeiro com quatro níveis, posteriormente com seis.
Os dados que deixou permitiram traçar, agora, uma primeira cronologia de eventos meteorológicos extremos no século XIX. Juntando outras fontes documentais, como notícias de jornais da época, os investigadores contabilizaram 148 tempestades associadas a ventos fortes nesse período. Três em cada quatro estavam relacionadas com ventos de Sul ou Sudoeste e a maior parte ocorreu nos meses de Inverno (Dezembro, Janeiro e Fevereiro).
É uma primeira aproximação, num trabalho cujo objectivo é ir preenchendo as lacunas de conhecimento do passado climático do país. “Quando se fazem reconstruções de clima na Europa, falta sempre informação de Portugal”, afirma Maria João Alcoforado, que coordena o projecto KlimHist.
Registos históricos de alguns fenómenos naturais dão informações preciosas para trabalhos deste tipo. No Japão, há documentos com as datas precisas da festa da floração das cerejeiras pelo menos desde o século XI. “Isto permitiu reconstituir a temperatura da Primavera ao longo de séculos”, diz Maria João Alcoforado. Na Europa Central e do Norte, registos dos dias em que canais e rios congelaram também dão pistas para compor a meteorologia do passado.
Para o Sul da Europa, são os eventos extremos que mais ficaram na memória através de documentos escritos. “Quando são coisas fortes, sempre aparecem em algum lado”, afirma Alcoforado.
Um exemplo é o das catastróficas tempestades que varreram o país de 3 a 6 de Dezembro de 1739. Relatos eclesiásticos, manuscritos e impressos permitiram reconstituir parte do que aconteceu nesses dias em vários pontos do país – Porto, Coimbra, Santarém, Lisboa, Évora, Montemor-o-Novo e Cuba.
Uma fonte essencial são dois poemas que registam em 1740, em verso, a tragédia do ano anterior. O cónego Martinho Lopes de Morais Alão, por exemplo, escreveu sobre o Porto: “Corria o Douro taõ arrebatado/Taõ rápido, cruel, e taõ valente/Que parecia vinha declarado/Inimigo de todo o ser vivente”. E sobre Coimbra, escreveu Manoel José Correa e Alvarenga: “Vay o Monda correndo arrebatado/Aqui cazas, alli plantas quebrando/Se a huns leva as alfayas desbocado/Da mesma vida a outros vay privando”.
Ricardo Garcia
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Fonte: PÚBLICO

quarta-feira, 19 de março de 2014

4706. Quarta-feira, 19 de Março (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Elvas – 26,0 ºC
Tomar (Valdonas) – 25,4 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 25,0 ºC
Lousã (Aeródromo) – 24,7 ºC
Anadia – 24,4 ºC
Coimbra (Bencata) – 24,1 ºC
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Zambujeira – 16,8 ºC
Sintra (Pena) – 16,8 ºC
São Pedro de Moel – 15,9 ºC
Sintra (Colares) – 15,6 ºC
Sines – 15,5 ºC
Cabo Carvoeiro – 15,1 ºC
Areeiro (Madeira) – 4,3 ºC
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Fonte: IPMA

domingo, 16 de março de 2014

4705. Bombeiros dos distritos de Viana e de Braga combatem chamas na serra de Santa Luzia

Uma dezena de corporações de bombeiros dos distritos de Viana do Castelo e de Braga estão envolvidas no combate a um incêndio florestal na serra de Santa Luzia. De acordo com informação avançada à Lusa pelo segundo comandante distrital de operações de socorro, estão no terreno 113 bombeiros e o fogo, que começou pelas 11:00 em Outeiro, alastrou às localidades de Perre e Meadela, junto à cidade de Viana do Castelo.
"Estamos a falar de uma extensão muito grande, de cerca de quatro quilómetros de fogo, com interrupções. Não temos estradões que nos levem ao coração do incêndio e tivemos cinco fogos em simultâneo nesta área", apontou Robalo Simões. Acrescentou que face à situação no terreno, com duas frentes activas, "não há previsões para ter o incêndio dominado nas próximas horas", mesmo com o "reforço substancial" de meios de corporações do distrito de Braga.
"É incêndio muito difícil, muito extenso. Temos muito trabalho pela frente. Estamos em combate directo ao incêndio", disse ainda o segundo comandante distrital. Do distrito de Viana do Castelo estão envolvidos meios de oito das doze corporações de bombeiros. A circulação na A28, em Viana do Castelo, chegou a estar condicionada durante a tarde de hoje devido ao forte fumo que também se fez sentir no centro da cidade. As chamas chegaram a estar próximas de terrenos agrícolas e de casas na freguesia de Outeiro, onde foram colocados meios dos bombeiros como medida de precaução. Nesta freguesia deflagraram três incêndios durante a manhã de domingo, mas no concelho de Viana do Castelo, na serra de Santa Luzia – ainda entre Afife e Carreço – há registo de outros três fogos nas últimas horas.
Conforme o evoluir do combate durante a noite, os bombeiros admitem a necessidade de pedir o apoio de um meio aéreo ao comando nacional ao início da manhã de segunda-feira.
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Fonte: Porto Canal

quinta-feira, 13 de março de 2014

4704. Clear Skies Over the Iberian Peninsula (08.03.2014)

CopyRight @ EarthObservatoy

4703. Navio português naufraga ao largo das Astúrias

A embarcação, de bandeira portuguesa, saía do porto de Avilés, nas Astúrias, para mais uma campanha na pesca da cavala. Junto ao ilhéu de Erbosa, a meia milha de Cabo Peñas, encalhou e começou a afundar. O contacto com o "Santa Ana" perdeu-se pouco antes das quatro da manhã.
A bordo seguiam nove tripulantes - dois portugueses, cinco espanhóis e dois indonésios. Um português e um espanhol foram resgatados já sem vida. O capitão do navio, também espanhol, sobreviveu e foi salvo por uma outra embarcação que se encontrava na zona. O resto da tripulação continua desaparecida.
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