sábado, 14 de junho de 2014

4783. Sábado, 14 de Junho (16h00)

Intensidade da precipitação às 17h00
(MÉRTOLA, BAIXO ALENTEJO)
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Fonte da imagem: Rain Alarm
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Algumas temperaturas às 16h00
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Alcácer do Sal (Barrosinha) – 40,2 ºC
Alvalade – 40,1 ºC
Beja – 39,2 ºC
Portel (Oriola) – 38,9 ºC
Tomar (Valdonas) – 38,7 ºC
Mora – 38,6 ºC
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Aveiro (Universidade) – 25,4 ºC
Sintra (Colares) – 22,8 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 20,6 ºC
Cabo Raso – 18,8 ºC
Cabo Carvoeiro – 17,8 ºC
São Pedro de Moel – 17,7 ºC
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Fonte: IPMA

sexta-feira, 13 de junho de 2014

4782. Sexta-feira, 13 de Junho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Mora – 38,8 ºC
Portalegre (Cidade) – 38,1 ºC
Portel (Oriola) – 38,0 ºC
Avis (Benavila – Escola Abreu Callado) – 37,8 ºC
Beja – 37,8 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 37,8 ºC
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Aveiro (Universidade) – 20,5 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 20,3 ºC
Sintra (Colares) – 18,7 ºC
São Pedro de Moel – 17,8 ºC
Cabo Carvoeiro – 17,8 ºC
Cabo Raso – 17,7 ºC
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Fonte: IPMA

quinta-feira, 12 de junho de 2014

4781. Quinta-feira, 12 de Junho: Aguaceiros e trovoadas no interior

Imagem de Satélite às 19h00
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Fonte: Sat24.com
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Algumas temperaturas às 16h00
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Tomar (Valdonas) – 39,4 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 37,9 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 3s7,1 ºC
Mora – 37,0 ºC
Pegões – 37,0 ºC
Portel (Oriola) – 36,9 ºC
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Santa Cruz (Aeródromo) – 21,9 ºC
Sintra (Colares) – 21,0 ºC
São Pedro de Moel – 19,9 ºC
Cabo Raso – 19,1 ºC
Cabo Carvoeiro – 18,8 ºC
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Fonte: IPM

terça-feira, 10 de junho de 2014

4780. IPMA-Escolas

A Ciência está, hoje em dia, omnipresente nas nossas vidas: da exploração dos recursos naturais às consequências das alterações climáticas, há poucos aspectos do quotidiano que não dependam de novas descobertas científicas e avanços tecnológicos. A literacia científica e uma profunda compreensão do modo como os cientistas interrogam o mundo – o método científico –, mais do que um parêntesis meramente cultural, tornou-se uma crucial questão de sobrevivência para toda a Humanidade. Assim, consciente do papel institucional do IPMA enquanto laboratório do Estado, um grupo de investigadores arregaçou as mangas e lançou o “IPMA-Escolas: Os porquês do mar e da atmosfera”.
Como o próprio nome indica, trata-se de um projecto de divulgação da Ciência para os alunos dos diferentes níveis de ensino, por enquanto focado no pré-escolar e no primeiro ciclo do ensino básico.
Contando já com a experiência no terreno de alguns dos membros do grupo, o objectivo é o de, descontraidamente, levar a Ciência até aos mais novos, através de divertidas experiências ao vivo, histórias, vídeos, apresentações e textos adequados aos diferentes níveis etários, ou simples conversas “à roda da fogueira”.
As acções a desenvolver centrar-se-ão na temática do mar e da atmosfera e visam mostrar um pouco da Ciência que se faz no IPMA. Incutir nas crianças o gosto pela procura de respostas aos “porquês” que as habitam, aguçar-lhes o espírito crítico, estimular-lhes o raciocínio dedutivo e conduzi-los à alegria da descoberta são os pilares centrais deste autêntico projecto de cidadania participativa.
E, porque atento às possibilidades abertas pelas novas tecnologias de informação e comunicação, o projecto “IPMA-Escolas” marcará presença na Internet através do blogue “IPMA-Escolas” (ipmaescolas.blogspot.com/) e de uma página no Facebook.
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Fonte: IPMA

4779. Terça-feira, 10 de Junho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Elvas – 28,1 ºC
Portel (Oriola) – 27,2 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 26,9 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 26,9 ºC
Beja – 26,8 ºC
Alvalade – 26,7 ºC
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Porto (Aeroporto) – 19,2 ºC
Viana do Castelo (Chafé) – 19,2 ºC
Cabo Raso – 18,3 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 18,2 ºC
Cabo Carvoeiro – 17,8 ºC
Guarda – 16,1 ºC
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Fonte: IPMA

sexta-feira, 6 de junho de 2014

4778. Sexta-feira, 6 de Junho (20h00)

Imagem de satélite às 20h00
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"CopyRight Eumetsat 2014"
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Lenta passagem para leste de sistema frontal em fase de dissipação, deixando o céu muito nublado e a ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros esporádicos e dispersos.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

4777. PORTUGAL CONTINENTAL: Aproximação e passagem de sistema frontal

Imagem de satélite às 18h30
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Fonte: Sat24.com
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Previsão do estado do tempo para
Sexta-feira, 6 de Junho de 2014
(Fonte: IPMA)
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Regiões do norte e centro – céu geralmente muito nublado, diminuindo a nebulosidade a partir do fim da tarde. Períodos de chuva, por vezes forte no litoral, passando gradualmente a aguaceiros a partir do fim da manhã. Condições favoráveis à ocorrência de trovoada.
Vento fraco a moderado do quadrante sul, tornando-se moderado a forte no litoral e nas terras altas, com rajadas até 85 km/h.
Subida da temperatura mínima. Pequena descida da temperatura máxima.
Região sul – céu geralmente muito nublado, apresentando-se temporariamente pouco nublado no Algarve. Períodos de chuva fraca a partir da tarde, passando a aguaceiros.
Vento fraco a moderado do quadrante sul, temporariamente moderado a forte no litoral e nas terras altas.
Pequena subida da temperatura mínima.
ESTADO DO MAR
Costa Ocidental: Ondas de oeste com 1 a 2 metros, sendo 2,5 a 3,5 metros a norte do Cabo Carvoeiro.
Costa Sul: Ondas de sudoeste inferiores a 1 metro.
 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

4776. Quarta-feira, 4 de Junho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Mértola (Vale Formoso) – 27,0 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 26,9 ºC
Elvas – 26,8 ºC
Alvalade – 26,6 ºC
Alcoutim (Martim Longo) – 26,3 ºC
Portimão (Aeródromo) – 26,3 ºC
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Cabo Carvoeiro – 16,8 ºC
Cabo Raso – 16,8 ºC
São Pedro de Moel – 16,6 ºC
Montalegre – 15,5 ºC
Mas de Mouro (P. Ribeiro) – 15,4 ºC
Guarda – 15,3 ºC
Areeiro (Madeira) – 10,0 ºC
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Fonte: IPMA

domingo, 1 de junho de 2014

4775. Domingo, 1 de Junho de 2014 (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Tomar (Valdonas) – 29,7 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 29,7 ºC
Elvas – 29,1 ºC
Viana do Alentejo – 28,8 ºC
Setúbal (Estação da Fruticultura) – 28,7 ºC
Santarém (Cidade) – 28,6 ºC
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Santa Cruz (Aeródromo) – 20,0 ºC
Montalegre – 19,7 ºC
São Pedro de Moel – 18,7 ºC
Guarda – 18,1 ºC
Cabo Carvoeiro – 17,7 ºC
Cabo Raso – 17,3 ºC
Areeiro (Madeira) – 9,9 ºC
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Fonte: IPMA

sábado, 24 de maio de 2014

4772. Metereologistas querem saber se ondas gigantes do inverno podem repetir-se

As temperaturas negativas registadas na América do Norte podem ajudar a explicar as ondas gigantes do inverno passado em Portugal, fenómeno que os meteorologistas querem perceber se foi excecional ou fruto de alterações climáticas mais duradouras.
Portugal registou durante o inverno de 2013/2014 períodos prolongados de chuva acima dos valores considerado normais, ventos e forte agitação marítima, com ondas gigantes que em zonas como na Costa de Caparica ou na Nazaré galgaram a costa, causando milhares de euros de prejuízos. Baixas temperaturas, neve e tempestades foram outros fenómenos que marcaram o inverno passado e que os especialistas procuram agora perceber se foram excecionais ou prenúncio do clima que irá marcar Portugal no futuro.
O presidente da Associação Portuguesa de Meteorologia e Geofísica (APMG), Luís Pessanha, diz que é consensual que o inverno "foi muito prolongado" e "particularmente intenso e severo", mas, considerou, importa agora perceber se se tratou de um fenómeno inédito, se vai voltar a repetir-se e com que frequência. Para responder a esta e outras questões, a APMG e o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) juntaram em Lisboa especialistas nas áreas de mar, tempo e clima e representantes de instituições afetadas pelos temporais, como a Rede Elétrica Nacional (REN), num colóquio que pretendeu avaliar os impactos do inverno passado.
A ideia é, explicou Luís Pessanha à agência Lusa, analisar o que aconteceu, qual a sua relação com "uma eventual anomalia" em termos de clima e se se enquadra nos efeitos das alterações climáticas. Luís Pessanha sublinhou a intensidade dos temporais de mar que ocorreram neste inverno, mas lembrou que "em 1978/1979 o molhe de Sines foi derrubado duas vezes em anos seguidos". "Aparentemente este fenómeno tem um período de retorno de 50 em 50 anos, mas isso não prova nada em matéria de alterações climáticas", disse.
Para Pedro Viterbo, diretor do departamento de Meteorologia e Geofísica do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a pergunta "Inverno de 2013/14: Excecionalidade?" - que dá nome ao colóquio - não é de resposta pronta, como também não é fácil encontrar um "culpado evidente" pelo inverno rigoroso. "Temos diagnóstico de um continente norte-americano muito frio em dezembro e janeiro e isso contribuiu com certeza para aumentar a frequência das depressões e a geração de depressões muito intensas", disse Pedro Viterbo.
O especialista explicou que a diferença de temperaturas entre um "continente muito frio", que registou várias vezes temperaturas de 10 graus negativos, e um oceano Atlântico "relativamente quente" cria um grande potencial de energia. Energia que se traduziu, segundo Pedro Viterbo, em "desenvolvimentos explosivos" gerados na Costa Leste dos Estados Unidos, que se propagaram muito rapidamente pelo Atlântico até chegar à Europa, sobre a forma de ventos e agitação marítima.
Para Pedro Viterbo, esta é uma parte da explicação do "inverno invulgar" que Portugal viveu este ano, mas não se consegue ainda dizer se "estamos ou não a ver uma coisa que não é deste clima, mas prenúncio do clima que aí vem". "Foi excecional do ponto de vista do número de depressões muito cavadas. Contei pelo menos 10 depressões que de um dia para o outro cavaram mais de 20 hectopascal [unidade de medida da pressão atmosférica]. Isso é muito invulgar. Acontecem três ou quatro no inverno, acontecerem 10 repentinas é muito invulgar. A persistência destas depressões, uma a seguir à outra, é qualquer coisa de muito excecional", disse.
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