sexta-feira, 6 de junho de 2014

4778. Sexta-feira, 6 de Junho (20h00)

Imagem de satélite às 20h00
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"CopyRight Eumetsat 2014"
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Lenta passagem para leste de sistema frontal em fase de dissipação, deixando o céu muito nublado e a ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros esporádicos e dispersos.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

4777. PORTUGAL CONTINENTAL: Aproximação e passagem de sistema frontal

Imagem de satélite às 18h30
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Fonte: Sat24.com
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Previsão do estado do tempo para
Sexta-feira, 6 de Junho de 2014
(Fonte: IPMA)
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Regiões do norte e centro – céu geralmente muito nublado, diminuindo a nebulosidade a partir do fim da tarde. Períodos de chuva, por vezes forte no litoral, passando gradualmente a aguaceiros a partir do fim da manhã. Condições favoráveis à ocorrência de trovoada.
Vento fraco a moderado do quadrante sul, tornando-se moderado a forte no litoral e nas terras altas, com rajadas até 85 km/h.
Subida da temperatura mínima. Pequena descida da temperatura máxima.
Região sul – céu geralmente muito nublado, apresentando-se temporariamente pouco nublado no Algarve. Períodos de chuva fraca a partir da tarde, passando a aguaceiros.
Vento fraco a moderado do quadrante sul, temporariamente moderado a forte no litoral e nas terras altas.
Pequena subida da temperatura mínima.
ESTADO DO MAR
Costa Ocidental: Ondas de oeste com 1 a 2 metros, sendo 2,5 a 3,5 metros a norte do Cabo Carvoeiro.
Costa Sul: Ondas de sudoeste inferiores a 1 metro.
 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

4776. Quarta-feira, 4 de Junho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Mértola (Vale Formoso) – 27,0 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 26,9 ºC
Elvas – 26,8 ºC
Alvalade – 26,6 ºC
Alcoutim (Martim Longo) – 26,3 ºC
Portimão (Aeródromo) – 26,3 ºC
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Cabo Carvoeiro – 16,8 ºC
Cabo Raso – 16,8 ºC
São Pedro de Moel – 16,6 ºC
Montalegre – 15,5 ºC
Mas de Mouro (P. Ribeiro) – 15,4 ºC
Guarda – 15,3 ºC
Areeiro (Madeira) – 10,0 ºC
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Fonte: IPMA

domingo, 1 de junho de 2014

4775. Domingo, 1 de Junho de 2014 (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Tomar (Valdonas) – 29,7 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 29,7 ºC
Elvas – 29,1 ºC
Viana do Alentejo – 28,8 ºC
Setúbal (Estação da Fruticultura) – 28,7 ºC
Santarém (Cidade) – 28,6 ºC
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Santa Cruz (Aeródromo) – 20,0 ºC
Montalegre – 19,7 ºC
São Pedro de Moel – 18,7 ºC
Guarda – 18,1 ºC
Cabo Carvoeiro – 17,7 ºC
Cabo Raso – 17,3 ºC
Areeiro (Madeira) – 9,9 ºC
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Fonte: IPMA

sábado, 24 de maio de 2014

4772. Metereologistas querem saber se ondas gigantes do inverno podem repetir-se

As temperaturas negativas registadas na América do Norte podem ajudar a explicar as ondas gigantes do inverno passado em Portugal, fenómeno que os meteorologistas querem perceber se foi excecional ou fruto de alterações climáticas mais duradouras.
Portugal registou durante o inverno de 2013/2014 períodos prolongados de chuva acima dos valores considerado normais, ventos e forte agitação marítima, com ondas gigantes que em zonas como na Costa de Caparica ou na Nazaré galgaram a costa, causando milhares de euros de prejuízos. Baixas temperaturas, neve e tempestades foram outros fenómenos que marcaram o inverno passado e que os especialistas procuram agora perceber se foram excecionais ou prenúncio do clima que irá marcar Portugal no futuro.
O presidente da Associação Portuguesa de Meteorologia e Geofísica (APMG), Luís Pessanha, diz que é consensual que o inverno "foi muito prolongado" e "particularmente intenso e severo", mas, considerou, importa agora perceber se se tratou de um fenómeno inédito, se vai voltar a repetir-se e com que frequência. Para responder a esta e outras questões, a APMG e o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) juntaram em Lisboa especialistas nas áreas de mar, tempo e clima e representantes de instituições afetadas pelos temporais, como a Rede Elétrica Nacional (REN), num colóquio que pretendeu avaliar os impactos do inverno passado.
A ideia é, explicou Luís Pessanha à agência Lusa, analisar o que aconteceu, qual a sua relação com "uma eventual anomalia" em termos de clima e se se enquadra nos efeitos das alterações climáticas. Luís Pessanha sublinhou a intensidade dos temporais de mar que ocorreram neste inverno, mas lembrou que "em 1978/1979 o molhe de Sines foi derrubado duas vezes em anos seguidos". "Aparentemente este fenómeno tem um período de retorno de 50 em 50 anos, mas isso não prova nada em matéria de alterações climáticas", disse.
Para Pedro Viterbo, diretor do departamento de Meteorologia e Geofísica do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a pergunta "Inverno de 2013/14: Excecionalidade?" - que dá nome ao colóquio - não é de resposta pronta, como também não é fácil encontrar um "culpado evidente" pelo inverno rigoroso. "Temos diagnóstico de um continente norte-americano muito frio em dezembro e janeiro e isso contribuiu com certeza para aumentar a frequência das depressões e a geração de depressões muito intensas", disse Pedro Viterbo.
O especialista explicou que a diferença de temperaturas entre um "continente muito frio", que registou várias vezes temperaturas de 10 graus negativos, e um oceano Atlântico "relativamente quente" cria um grande potencial de energia. Energia que se traduziu, segundo Pedro Viterbo, em "desenvolvimentos explosivos" gerados na Costa Leste dos Estados Unidos, que se propagaram muito rapidamente pelo Atlântico até chegar à Europa, sobre a forma de ventos e agitação marítima.
Para Pedro Viterbo, esta é uma parte da explicação do "inverno invulgar" que Portugal viveu este ano, mas não se consegue ainda dizer se "estamos ou não a ver uma coisa que não é deste clima, mas prenúncio do clima que aí vem". "Foi excecional do ponto de vista do número de depressões muito cavadas. Contei pelo menos 10 depressões que de um dia para o outro cavaram mais de 20 hectopascal [unidade de medida da pressão atmosférica]. Isso é muito invulgar. Acontecem três ou quatro no inverno, acontecerem 10 repentinas é muito invulgar. A persistência destas depressões, uma a seguir à outra, é qualquer coisa de muito excecional", disse.
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terça-feira, 20 de maio de 2014

4767. Neve corta estradas na Serra da Estrela

A queda de neve levou hoje ao corte das estradas de acesso à Torre, o ponto mais alto da Serra da Estrela, disse à agência Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), da Guarda. Segundo a fonte do CDOS, as ligações entre Piornos/Torre e Torre/Lagoa Comprida foram encerradas pelas 19h15.
Fonte do Centro de Limpeza de Neve, nos Piornos, disse à agência Lusa que as vias foram fechadas à circulação rodoviária depois de ter nevado "bastante" na zona mais alta da Serra da Estrela.
Pelas 21h50 continuava a nevar e a fonte indicava que os termómetros marcavam zero graus na Torre e três graus positivos na zona de Piornos, onde está instalado o Centro de Limpeza de Neve.
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Fonte: EXPRESSO

segunda-feira, 19 de maio de 2014

4766. PORTUGAL CONTINENTAL: Avisos meteorológicos (Agravamento substancial do estado do tempo)


4765. PORTUGAL COTINENTAL: Instabilidade convectiva

Fonte: MeteoPT
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A partir da tarde de amanhã ocorrerá um agravamento do estado do tempo em Portugal Continental, com a aproximação de um núcleo de ar muito frio, procedente do Oceano Atlântico e em lento deslocamento para leste. Assim, espera-se a ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados por trovoadas e queda de granizo.
Descida acentuada da temperatura, com a possibilidade de ocorrência de queda de neve acima dos 1400/1600 metros de altitude.

sábado, 17 de maio de 2014

4764. PORTUGAL CONTINENTAL: Análise sinóptica e tendência do estado do tempo

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Quarta-feira, 21 de Maio de 2014
Fonte: MetOffice
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A aproximação e passagem de sistemas frontais serão responsáveis pelo agravamento do estado do tempo em todo o território de Portugal Continental, a partir de Segunda-feira no litoral oeste e estendendo-se ao resto do território de Portugal Continental a partir de Terça-feira: aumento de nebulosidade, intensificação do vento e ocorrência de precipitação, ao mesmo tempo que a temperatura do ar terá uma descida significativa.
Possibilidade de queda de neve nos sistemas montanhosos do interior norte e centro (acima dos 1 400 metros de altitude).

quinta-feira, 15 de maio de 2014

4760. Quinta-feira, 15 de Maio

Imagem de satélite às 17h00
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Fonte: Sat24.com
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Algumas temperaturas às 16h00
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Tomar (Valdonas) – 34,3 ºC
Monção (Valinha) – 34,0 ºC
Leiria (Cidade) – 34,0 ºC
Porto (Massarelos) – 33,5 ºC
Lousã (Aeródromo) – 32,8 ºC
Mora – 32,7 ºC
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Santa Cruz (Aeródromo) – 22,1 ºC
Sagres – 21,7 ºC
Montalegre – 21,3 ºC
Sintra (Colares) – 20,7 ºC
Cabo Raso – 20,6 ºC
Cabo Carvoeiro – 19,0 ºC
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Fonte: IPMA

quarta-feira, 14 de maio de 2014

4759. Quarta-feira, 14 de Maio (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Leiria (Cidade) – 35,2 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 32,4 ºC
Alvalade – 32,3 ºC
Mora – 32,1 ºC
Tomar (Valdonas) – 32,0 ºC
Porto (Massarelos) – 31,8 ºC
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Trancoso (Bandarra) – 21,9 ºC
São Pedro de Moel – 21,6 ºC
Guarda – 21,2 ºC
Cabo Raso – 20,7 ºC
Cabo Carvoeiro – 19,2 ºC
Montalegre – 18,6 ºC
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Fonte: IPMA

quarta-feira, 7 de maio de 2014

4757. Dispositivo de alerta de `tsunamis´ de Setúbal deve estar operacional em 2015

O dispositivo de alerta de ‘tsunamis’ de Setúbal, o primeiro a ser instalado em Portugal, pode estar a funcionar em pleno em 2015, admitiu hoje o italiano Alessandro Annunziato, do Centro Comum de Investigação da Comunidade Europeia.
O dispositivo de alerta de ‘tsunamis’ de Setúbal, o primeiro a ser instalado em Portugal, pode estar a funcionar em pleno em 2015, admitiu hoje o italiano Alessandro Annunziato, do Centro Comum de Investigação da Comunidade Europeia. "Estamos no processo de ligação do equipamento de medição instalado aqui junto ao cais da Secil", disse Alessandro Annunziato, durante um teste de verificação do bom funcionamento daquele dispositivo de recolha de dados sobre o estado do mar, que hoje foi testado pela primeira vez.
O equipamento dispõe de um mecanismo de raios laser que detecta eventuais alterações do estado do mar, e que também interpreta as características de algumas ondas que, por vezes, antecedem a ocorrência de um `tsunami´. Os dados recolhidos são transmitidos para a Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra (APSS), e para o Centro Comum de Investigação da Comunidade Europeia, em Itália, bem como para um painel informativo instalado em 2011 no Parque Urbano de Albarquel, em Setúbal.
Em caso de alerta de `tsunamis´, a população da zona ribeirinha teria apenas dois ou três minutos para se afastar da zona ribeirinha, devido à proximidade do equipamento, instalado a poucos quilómetros de Setúbal. Este período de tempo poderá, no entanto, aumentar para 20 a30 minutos quando forem instalados outros equipamentos de medição (bóias) ao largo da costa portuguesa, o que deverá acontecer até final deste ano, em locais ainda a definir.
O projecto do dispositivo de alerta de `tsunamis´ de Setúbal foi desenvolvido pelo Centro Comum de Investigação da Comunidade Europeia, em colaboração com a Câmara Municipal de Setúbal, a Protecção Civil e a APSS. O dispositivo, que já dispõe do painel informativo com sistema de alerta no Parque Urbano de Albarquel e do equipamento de medição junto ao cais da Secil, deve incluir, também, outros equipamentos de medição ao serviço da APSS.
"Aqui, em Setúbal, há apenas este ponto de recolha de dados instalado no molhe da Secil, mas a APSS dispõe de outros instrumentos de monitorização, designadamente estações meteorológicas e marégrafos", disse à Lusa Ernesto Carneiro, da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, salientando que todos estes instrumentos vão ajudar à monitorização para detectar a eventual ocorrência de um `tsunami´. "Há ainda uma rede de bóias instaladas ao largo da costa que também fazem essa monitorização, o que permite a triangulação de toda essa informação e a transmissão automática para o dispositivo de alerta", acrescentou.
A zona ribeirinha da cidade de Setúbal ficou totalmente destruída após o `tsunami´ que se seguiu ao sismo de 1755, tal como aconteceu na zona ribeirinha de Lisboa. De acordo com alguns estudos realizados em Portugal, um sismo idêntico ao de 1755 poderia provocar uma onda com sete metros de altura com um poder de destruição que poderia devastar o centro histórico e entrar pela cidade dentro, percorrendo uma distância estimada de cerca de 800 metros, desde a linha de costa até ao Parque do Bonfim.
GR // JLG
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Fonte (Texto e imagem): MSN Notícias

domingo, 4 de maio de 2014

4754. Domingo, 4 de Maio (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Tomar (Valdonas) – 31,6 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 31,6 ºC
Coruche (Estação de Regadio do I.N.I.A.) – 31,3 ºC
Santarém (Cidade) – 31,0 ºC
Alvalade – 30,8 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 30,5 ºC
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Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 21,0 ºC
Montalegre – 21,0 ºC
São Pedro de Moel – 20,2 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 20,1 ºC
Sintra (Colares) – 19,1 ºC
Cabo Carvoeiro – 18,7 ºC
Cabo Raso – 18,0 ºC
Santana (Madeira) – 15,9 ºC
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Fonte: IPMA