segunda-feira, 21 de julho de 2014

4832. METSUL METEOROLOGIA: Mau tempo pode ter levado avião para zona do desastre na Ucrânia

ARTIGO ORIGINAL: METSULMeteorologia
(Professor Eugenio Hackbart)
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Tempestades podem ter ajudado na cadeia de eventos desastrosos a selar o destino do Boeing 777 da empresa Malaysia Airlines com 298 pessoas, provavelmente abatido por um míssil terra-ar a Leste de Donetsk, perto da fronteira da Rússia com a Ucrânia, na quinta-feira. A aeronave fazia rota cerca de 300 a 400 quilômetros ao Norte da percorrida pelo mesmo voo nos dez dias anteriores, conforme dados de sites de tráfego aéreo. Ora, por que o piloto da empresa malaia optou por rota tão ao Norte que colocou a aeronave numa zona de alto risco e diferente da inicial prevista no plano de voo aprovado na Holanda ?

Há várias alternativas para a trajetória ao Norte, mas a mais provável é de uma grande simplicidade em aviação. A tripulação do voo MH17 teria optado por desviar de mau tempo. As imagens de satélite e de sensores de raios coletadas pela MetSul Meteorologia das três horas anteriores ao desastre  mostravam temporais ao Sul e ao Norte da região de Donetsk É possível, assim, que em razão da segurança do voo, o piloto tenha optado por desviar de tempestades sem imaginar que estava entrando numa área sem risco meteorológico, mas conflagrada e com ameaça muito pior em solo. Observe nas ilustrações abaixo a rota do MH17 (linha em vermelho) no dia do desastre e a percorrida pelo mesmo voo nos dias anteriores. Atente ainda na imagem inferior para a incidência de raios sobre o Sul da Ucrânia, onde o voo havia passado nos outros dias.

A rota decidida pelo piloto do MH17 era legítima, legal e dentro dos regulamentos. Algumas empresas aéreas, como a australiana Qantas, tinham decidido por conta há semanas não sobrevoar esta região onde ocorreu o desastre, mas inexistiam restrições para aquele nível de voo na aerovia. Quando ocorreu a tragédia, o MH17 estava a 33 mil pés de altitude (FL330). Havia proibição de voos comerciais por parte do controle de tráfego ucraniano até 32 mil pés (FL320) a partir de um NOTAM (Notice to Airmen) emitido em 14 de julho. Logo após o desastre que se deu a proibição com altitude ilimitada (UNL).

Pode se questionar a decisão das autoridades de Kiev de terem liberado voos se sabendo que mísseis terra-ar operados na região poderiam atingir altitudes muito superiores as que eram permitidas, mas não a do piloto que voava dentro de altitude autorizada pelo controle local e sem restrição do órgão regulador internacional. Tanto que no mesmo dia aviões de outras empresas aéreas sobrevoaram a mesma área. No dia anterior ao desastre, cerca de 400 voos comerciais cruzaram o Leste da Ucrânia, sendo 150 voos internacionais. A Eurocontrol destacou que na véspera 75 diferentes empresas voaram a mesma rota do MH17. Na hora da tragédia, o Singapore Airlines SQ351 (B777) e o Air India AI113 (B787) estavam bem próximos do MH17.

Solicitar alterações de rota por mau tempo é comum. Pilotos tendem a evitar mau tempo. Em 1977, avião da Southern Airways sofreu acidente com 72 mortos ao perder os dois motores ao passar por uma tempestade de granizo. Recentemente, em 2009, o voo 447 da Air France entre o Rio de Janeiro e Paris caiu após passar por tempestade. Os tubos pitot que indicam a velocidade do avião falharam com o gelo, o que levou a uma série de erros da tripulação e à queda do avião com 228 mortos. Semelhante ao que ocorreu com o Austral 2553 que caiu no Uruguai ao enfrentar temporais, com 74 mortos em 1997.
Professor Eugenio Hackbart
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Fonte (Textos e imagens): MetSulMeteorologia

domingo, 20 de julho de 2014

4831. Espanha não divulga caudais que debita no Guadiana

A Confederação Hidrográfica do Guadiana (CHG), entidade que faz a gestão da bacia do rio em território espanhol, desde meados de Março que não insere na sua página online quaisquer dados sobre as afluências que debita para Portugal. A única informação que veicula é semanal e refere-se apenas ao volume dos armazenamentos nas 29 barragens que Espanha instalou na bacia do Guadiana. O PÚBLICO questionou a CHG sobre esta prolongada ausência de informação. A explicação prestada refere apenas que “devido a problemas técnicos o sistema automático de informação hidrológica não se encontra em funcionamento”.
Assim, desde Março que não há forma de se saber que volume de água entra diariamente em Portugal através do Açude de Badajoz, já que os dados divulgados no portal do Serviço Nacional de Informação dos Recursos Hídricos (SNIRH), da Agência Portuguesa do Ambiente, apresentam valores desvirtuados e muito inferiores aos que são publicados pela Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA).
Um exemplo: no dia 4 de Junho, a EDIA publicava na sua página online que a reserva de água em Alqueva era de 3864 hectómetros cúbicos e a cota encontrava-se nos 151,11 metros acima do nível do mar. Faltavam 89 centímetros e 636 hectómetros cúbicos para o pleno enchimento da albufeira. Já os valores publicados pelo SNIRH no mesmo dia apontavam para um volume armazenado em Alqueva de 2518 hectómetros cúbicos, com a cota a atingir os 143,61 metros, ou seja, menos 1982 hectómetros cúbicos e menos cerca de 8,4 metros no nível da água.
Uma tão acentuada diferença nos dados publicados pelas duas entidades não reflecte o que se poderia entender como uma situação pontual ou um problema técnico momentâneo. A leitura desvirtuada do SNIRH relativo ao armazenamento de água em Alqueva mantém-se inalterada desde Maio de 2013.
A incoerência da informação não acaba aqui. O registo publicado diariamente no portal da EDIA é omisso quanto ao volume de água que chega a Alqueva vinda de Espanha. Os dados que deveriam ser fornecidos a partir das leituras feitas do açude Monte da Vinha, instalado no troço do Guadiana em território português, localizado a cerca de seis quilómetros a jusante do açude de Badajoz, não estão a ser facultados pelo SNIRH devido a problemas nos equipamentos.
Acresce ainda que para o nível da água armazenada na albufeira de Alqueva contribuem os sistemas reversíveis das duas centrais hidroeléctricas instaladas nesta barragem. A água que é debitada durante o dia para a produção de energia eléctrica é recolocada durante a noite na albufeira, através de turbinagem, não facultando informação precisa sobre as afluências vindas diariamente de Espanha.
A sistemática disparidade que se tem registado tanto no armazenamento como nas afluências de água a Alqueva acontece desde que foi criada a Comissão para a Aplicação e o Desenvolvimento da Convenção (CADC), no âmbito do Convénio de Albufeira assinado em 1998 para coordenar o uso e aproveitamento dos rios transfronteiriços na Península Ibérica.
Apesar das constantes referências que são feitas às prevalências das “discrepâncias” sobre os volumes de água que Espanha envia para Portugal através do rio Guadiana nas reuniões dos membros que integram este organismo, o equívoco mantém-se. A confirmação desta situação anómala já foi feita pelo Instituto da Água (Inag) na apreciação que efectuou ao regime de caudais do ano hidrológico 2004/2005, em que é reconhecida “a discrepância de volumes medidos de um lado e do outro da fronteira”. Para superar o contencioso, é proposta “uma peritagem técnica” às estruturas de medição utilizadas.
O Inag admitia naquele ano que as autoridades espanholas “estão conscientes” de que a secção de controlo portuguesa de Monte da Vinha imediatamente a jusante de Badajoz “registava sistematicamente menor caudal” do que aquele que foi estimado pela CHG para o açude de Badajoz.
No relatório de actividades de 2005 do CADC confirma-se a “existência de uma discrepância” na leitura dos valores dos caudais afluentes no Guadiana e os seus membros propõem a designação “de um técnico de cada parte para solucionar" o problema – uma solução que poderia passar pela construção de uma nova secção de controlo dos caudais. Contudo, na sua reunião de 31 de Março de 2009, aquele organismo é informado de que a instalação de um novo sistema de leitura de caudais foi “abandonada por razões ambientais”. O grupo de trabalho, entretanto criado para superar o contencioso, acordou que deveria continuar a utilizar-se o açude de Badajoz “como ponto de medida”, com o compromisso de “modificar o sistema” para se ter um “método fiável” de forma a responder às necessidades de ambos os países. Mas a ausência de resposta para o problema subsiste, agravada pela inoperacionalidade que se verifica nos equipamentos de medição instalados no açude do Monte da Vinha.
O presidente da EDIA, José Pedro da Costa Salema, adiantou recentemente ao PÚBLICO que vai ser assinado um protocolo com a Agência Portuguesa do Ambiente para esta assumir a responsabilidade na gestão das estações hidrométricas que se encontram dentro da área de influência de Alqueva.
Carlos Dias e Pedro Cunha
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Fonte (Texto e imagem): PÚBLICO

sexta-feira, 18 de julho de 2014

4830. PORTUGAL CONTINENTAL: Análise sinóptica e tendência do estado do tempo

Carta Sinóptica prevista para amanhã,
Sábado, 19 de Julho de 2014_12h00UTC
Fonte: MetOffice
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Um embolsamento de ar frio a noroeste da Península Ibérica, com expressão no surgimento de um centro de baixas pressões à superfície, ao qual se encontram acoplado linhas de instabilidade que irão cruzar o território de Portugal Continental, irá condicionar o estado do tempo em Portugal Continental neste Sábado e Domingo.
Assim, para as regiões do norte e centro espera-se um aumento da nebulosidade e possibilidade de ocorrência de precipitação. O aquecimento diurno da superfície terrestre, conjugado com a presença de ar mais frio em altitude, irá favorecer o desenvolvimento de actividade convectiva, que poderá originar a ocorrência de trovoadas.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

4829. PORTUGAL CONTINENTAL: Temperaturas máximas

Temperaturas máximas ontem
(Quarta-feira, 16 de Julho)
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Elvas – 41,6 ºC
Mirandela – 40,6 ºC
Reguengos (S. Pedro do Corval) – 40,1 ºC
Beja – 39,8 ºC
Portel (Oriola) – 39,7 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 39,5 ºC
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Fonte: IPMA

4828. Tendências de dados meteorológicos (EUROPA)

Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas máximas 
no TOP 10 diário
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas mínimas 
no TOP 10 diário
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos precipitações em 24 horas 
no TOP 10 diário
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Estatísticas elaboradas diariamente a partir do WeatherOnline, com o registo diário das dez estações meteorológicas com temperaturas máximas mais elevadas, temperaturas mínimas mais baixas e maiores quantidades de precipitação em vinte e quatro horas.

4827. Questionário

quarta-feira, 16 de julho de 2014

4826. Quarta-feira, 16 de Julho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (S. Pedro do Corval) – 39,4 ºC
Mirandela – 39,2 ºC
Portel (Oriola) – 39,0 ºC
Beja – 38,8 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 38,4 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 38,1 ºC
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Santa Cruz (Aeródromo) – 21,5 ºC
Porto (Aeroporto) – 21,5 ºC
Viana do Castelo (Chafé) – 20,9 ºC
Figueira da Foz (Vila Verde) – 20,4 ºC
Viana do Castelo (Cidade) – 19,6 ºC
Cabo Carvoeiro – 19,2 ºC
São Pedro de Moel – 19,0 ºC
Lombo da Terça (Madeira) – 18,2 ºC
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Fonte: IPMA

terça-feira, 15 de julho de 2014

4825. Terça-feira, 15 de Julho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Mirandela – 38,0 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 37,4 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 37,4 ºC
Reguengos (S. Pedro do Corval) – 37,3 ºC
Portel (Oriola) – 37,1 ºC
Alvalade – 36,5 ºC
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Santa Cruz (Aeródromo) – 21,9 ºC
Viana do Castelo (Chafé) – 21,1 ºC
Aveiro (Universidade) – 21,1 ºC
Sintra (Colares) – 20,9 ºC
Cabo Carvoeiro – 19,6 ºC
Cabo Raso – 19,0 ºC
Lombo da Terça (Madeira) – 16,8 ºC
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Fonte: IPMA


4824. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo quente para hoje e amanhã


segunda-feira, 14 de julho de 2014

4823. Europa (Tendência climática)

Lista de estações com maior tendência de subida no
RANKING METEOROLÓGICO EUROPEU
Temperaturas máximas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas máximas diárias mais elevadas ao longo do ano.
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Temperaturas minímas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas mínimas absolutas diárias mais baixas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas mínimas diárias mais baixas ao longo do ano.
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Precipitação total em 24 horas
(acumuladas em doze meses)
* * *
Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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* * *
Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez precipitações máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com maiores precipitações diárias acumuladas diariamente ao longo do ano.

domingo, 13 de julho de 2014

4822. Estimativa climática (Resumo)


Em Março de 2014 foi apresentada uma estimativa (postagem 4723) para as estações do Ranking Meteorológico Europeu sobre a provável evolução das temperaturas máximas diárias acumuladas, temperaturas mínimas diárias acumuladas e precipitações máximas diárias acumuladas, ao longo do segundo trimestre de 2014. Terminado o período para o qual foram feitas as previsões, apresentam-se os quadros de apuramento final com os dados acertados.

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SÍNTESE RELATIVAMENTE AOS APURAMENTOS
(percentagem de acerto nas previsões)
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2º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 61 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 36 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 4 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
1º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 56 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
4º Trimestre de 2013 (MÉDIA = 62 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 48 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 16 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
3º Trimestre de 2013 (MÉDIA = 58 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 24 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
2º Trimestre de 2013 (MÉDIA = 55 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 4 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
1º Trimestre de 2013 (MÉDIA = 49 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 4 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
4º Trimestre de 2012
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 % 
3º Trimestre de 2012
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 16 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 60 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 12 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 96 %
2º Trimestre de 2012
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 24 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 76 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 68 %
1º Trimestre de 2012
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 28 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 48 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 88 %


sábado, 12 de julho de 2014

4821. As 3 Super Luas de 2014

Neste Verão de 2014, todas as Luas Cheias, que ocorrerão nos dias 12 de Julho, 10 de Agosto e 9 de Setembro, serão Super Luas. Os instantes de Lua Cheia não coincidirão exatamente com os instantes do perigeu, mas estarão muito próximos.
A Super Lua mais favorável para observar será a do dia 10 de Agosto, em que por um lado os instantes do perigeu e da lua cheia estão apenas desfasados de 26 minutos e por outro lado são próximos do instante do nascimento da lua. Estando a lua próxima do horizonte, ocorre um efeito extra de ampliação, mas que é apenas uma ilusão produzida por razões ainda não totalmente compreendidas pelos astrónomos e psicólogos.
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Fonte: OAL

sexta-feira, 11 de julho de 2014

4820. Sexta-feira, 11 de Julho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Castro Verde (N. Corvo) – 37,5 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 37,4 ºC
Viana do Alentejo – 37,2 ºC
Portel (Oriola) – 37,2 ºC
Alvalade – 37,0 ºC
Beja – 36,8 ºC
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Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 23,8 ºC
Cabo Raso – 23,7 ºC
Guarda – 23,4 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 23,3 ºC
São Pedro de Moel – 21,3 ºC
Cabo Carvoeiro – 21,1 ºC
Santo da Serra (Madeira) – 16,1 ºC
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Fonte: IPMA

4819. ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA: vortices de Von Karman e pó do Saara na atmosfera

 Fonte: Tempo nas ilhas

4818. Estremoz: tempo fresco (19 de Junho a 8 de Julho)

(Tecle sobre a imagem para ampliar)
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quinta-feira, 10 de julho de 2014

4817. PORTUGAL: Dados ponderados para dia 31 de Março de 2014

Ranking Meteorológico para Portugal
Julho 2013/Junho 2014
(Últimos doze meses) 
ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 4740 
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Desvios em relação ao normal 
(considerando os dados desde MARÇO/2007) 
acima do normal > 0; normal = 0; abaixo do normal < 0
  • Simbologia a verde = subiu de valor (Mais quente/Mais húmido no último trimestre) 
  • Simbologia a encarnado = desceu de valor (Mais fresco/Mais seco no último trimestre)
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Temperaturas máximas diárias acumuladas
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 Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de temperatura máxima diária
superiores ao normal
  VALORES NEGATIVOS
 Estações meteorológicas em que os últimos doze meses

acumularam valores de temperatura máxima diária
inferiores ao normal
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Precipitação máxima diária acumulada
 * * *
Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de precipitação máxima diária
superiores ao normal
 VALORES NEGATIVOS
Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de precipitação máxima diária
 inferiores ao normal
 
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A análise dos quadros representados acima permite constatar que, em 30 de Junho de 2014, e tendo em conta os últimos doze meses, tínhamos as seguintes situações referente às estações meteorológicas portuguesas representadas no painel do Weatheronline:
-em relação às temperaturas máximas diárias acumuladas diariamente, os valores estavam acima do normal em Castelo Branco, Alverca do Ribatejo, Évora e na Base Aérea de Beja, no continente, e em Angra do Heroísmo, Lajes / Terceira e Porto Santo, nas ilhas; Ovar/Aeroporto apresentava uma situação idêntica aos valores normais. Todas as outras estações meteorológicas acumularam, nos últimos doze meses, valores de temperatura máxima diária inferiores ao normal esperado para cada uma das estações meteorológicas; os três valores mais baixos referiram-se às estações meteorológicas de Lisboa/Geofísico, Montijo e Funchal (estações meteorológicas com maior desfasamento em relação às temperaturas máximas acumuladas entre Julho de 2013 e Junho de 2014 e os valores normais que seriam de esperar no mesmo período nessas estações meteorológicas), tal e qual como já ocorria em 31.03.2014.
No último trimestre (Abril a Junho de 2014), destaca-se o facto das estações de Castelo Branco e da Base Aérea de Beja terem registado uma acumulação de temperaturas máximas diárias muito acima da média esperada para o trimestre; pelo contrário, e para o mesmo período de tempo (segundo trimestre de 2014), nas estações meteorológicas do Funchal e Madeira/Aeroporto, registaram uma acumulação de temperaturas máximas diárias muito abaixo da média esperada para o trimestre, acentuado ainda mais neste trimestre o desfasamento entre os valores observados e o que seria de esperar que tivesse ocorrido.
-relativamente às precipitações máximas diárias acumuladas diariamente ao longo dos últimos doze meses, a situação em 30 de Junho de 2014 mostra que Viana do Castelo continua a ser a única estação meteorológica onde os valores acumulados nos últimos doze meses se apresenta superior à média esperada, repetindo assim a mesma situação que já se registava no final do primeiro trimestre deste ano; todas as restantes estações apresentaram valores inferiores ao normal. Os três valores mais baixos relativamente aos valores médios ocorreram nas estações meteorológicas ocorriam nas Flores, Penhas Douradas e no Aeroporto da Madeira (estações meteorológicas com maior desfasamento em relação às precipitações máximas diárias acumuladas diariamente entre Julho de 2013 e Junho de 2014).
No último trimestre (Abril a Junho de 2014), na maior parte das estações meteorológicas alterou a sua evolução relativamente ao trimestre anterior, uma vez que houve uma diminuição generalizada entre a precipitação máxima diária acumulada diariamente, ao longo dos últimos doze meses, e o normal que seria de esperar que tivesse ocorrido; a excepção desta evolução foi registada apenas nas estações meteorológicas nas Flores, Lajes/Terceira e Horta no Arquipélago dos Açores, e Penhas Douradas e Coimbra em Portugal Continental.
Utilize o link de comentários abaixo para colocar questões ou tirar dúvidas.