segunda-feira, 13 de outubro de 2014

4985. LISBOA: dezenas de inundações

A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) informou a meio da tarde desta segunda-feira que registou, até às 16h00, "quatro dezenas de inundações na zona da Grande Lisboa". Inicialmente, a ANPC dava conta de casos de "pequena dimensão, na via pública, ou em garagens". No entanto, a chuva intensa que se registou durante a tarde fez com que estas inundações tomassem outras proporções. "Os meios estão na rua a fazer o ponto da situação e em breve teremos novas informações", acrescentou ao CM a Proteção Civil.
Pedro Patrício, comandante do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa, disse que uma pessoa foi arrastada pelas águas na zona de Xabregas, tendo ficado com algumas escoriações. A chuva que caiu em Lisboa causou diversas inundações em vários pontos da cidade. A baixa, Benfica, São Domingos de Benfica, Olivais e Misericórdia foram zonas onde se verificaram inundações, segundo os bombeiros. Parque das Nações, Estrela, Alvalade, Santa Clara, Campolide, Ajuda e Santo António foram outras zonas também afetadas.
Estações do Metro de Lisboa inundadas – Às 16h00, na estação de Metro do Jardim Zoológico (Linha Azul), em Lisboa, a água estava a inundar a plataforma. A estação de São Sebastião também não escapou a uma inundação. Fonte do Metropolitano de Lisboa informou que algumas estações foram afetadas pela entrada de água e lama, estando um dos acessos à estação do Rossio encerrada para limpezas, assim como metade do átrio norte da Estação do Jardim Zoológico. Contudo, estas ocorrências não afetaram o normal funcionamento dos comboios do Metro.
Calçada de Carriche cortada ao trânsito – A Calçada de Carriche foi cortada ao trânsito nos dois sentidos, às 16h00, devido à acumulação de água provocada pela chuva intensa, disse fonte policial. A Polícia de Segurança Pública (PSP) desviou o trânsito até estarem reunidas as condições para reabrir a via. Fonte do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP (COMETLIS), afirmou que a circulação nesta artéria da cidade foi restabelecida por volta das 19h00.
Túnel da Avenida João XXI intransitável – O túnel da Avenida João XXI, em Lisboa, foi cortado ao trânsito por volta das 16h15, nos dois sentidos, devido à acumulação de água provocada pela chuva intensa, disse fonte policial, acrescentando que o trânsito foi desviado para outras vias próximas. Pouco depois das 19h00, fonte do COMETLIS referiu que o trânsito nesta zona continua fechado em ambos os sentidos, não havendo previsão para a reabertura do túnel, que se encontra "isolado" pela água. Nas restantes vias da cidade, a circulação "está normalizada", acrescentou a fonte do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP.
Circulação interrompida nos Túneis do Campo Grande – Os túneis do Campo Grande, em Lisboa, foram cortados ao trânsito devido à acumulação de água, na sequência da chuva intensa que se fez sentir durante a tarde desta segunda-feira, disse a PSP. Segundo fonte do COMETLIS, às 17h10, estes túneis mantinham-se encerrados à circulação, tal como o túnel da Avenida João XXI e a Calçada de Carriche. A avenida Dr. Augusto Castro, na zona de Chelas, foi também cortada ao trânsito, nos dois sentidos, com a água acumulada na via a entrar para a estação do Metropolitano de Chelas. A mesma fonte afirmou que os túneis foram reabertos por volta das 19h00.
J.F.S., T.L.P., T.R.
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4984. Lisboa: Precipitação acumulada e intensidade de precipitação



4983. PORTUGAL CONTINENTAL: Aproximação e passagem de um sistema frontal

Imagem de satélite às 14h00
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domingo, 12 de outubro de 2014

4982. Tarde de Domingo instável

Imagem de Satélite às 16h00
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O dia de hoje continua a ser marcado por tempo instável, com períodos de céu muito nublado e ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes moderados e acompanhados por trovoadas, especialmente nas regiões do centro e centro/sul. Tempo menos instável nas regiões do norte e do Algarve.

4981. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média no 3º Trimestre de 2014)

3º TRIMESTRE DE 2014
Estações com maiores desvios de temperaturas
(temperatura máxima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal no 3º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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3 TRIMESTRE DE 2014
Estações com maiores desvios de temperaturas
(temperatura mínima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal no 3º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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3º TRIMESTRE DE 2014
Estações com maiores desvios de precipitação
(precipitação máxima acumulada diariamente)
comparação ao normal no Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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sábado, 11 de outubro de 2014

4980. PORTUGAL CONTINENTAL: Centro/Sul com instabilidade nesta noite

Um centro de baixas pressões centrado a oeste de Lisboa (12.10.2014_00h00UTC) é responsável pela continuação do tempo instável sobre o território de Portugal Continental, afectando especialmente as regiões do centro e do sul. Assim, ao longo desta noite, prosseguirão os períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoadas, estendendo-se do litoral para o interior e de sul para norte.


Fig. 1 – Carta Sinóptica de Superfície (12.10.2014_00h00)

Fig. 2 – Intensidade da precipitação às 20h30 (IPMA)

Fig. 3 – Imagem de Satélite às 20h30 (Sat24.com)

Fig. 4 – Descargas eléctricas atmosféricas (20h36)

Fig. 5 – Intensidade da precipitação às 20h00

4979. DOMINGO, 11 de Outubro (Tempo instável)

Imagens de satélite às 15h00 e às 18h00
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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

4978. PORTUGAL CONTINENTAL: Avisos meteorológicos


4977. CENTRO/SUL: Progressão de linha de instabilidade

Fonte: IPMA
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Fonte: iMap Weather
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Nesta madrugada ocorrerá a progressão de uma linha de instabilidade pelas regiões do centro e sul de Portugal Continental, avançando do litoral para o interior e dando origem a períodos de chuva ou aguaceiros, pontualmente fortes e acompanhados de trovoadas, por vezes frequentes e concentradas.

4976. Ranking Meteorológico Europeu (ACUMULADO)



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TECLE SOBRE OS QUADROS PARA AMPLIAR
(Actualização da postagem nº 4811)
Nestes quadros de dados mostra-se que, relativamente às estações meteorológicas portuguesas representadas no Weatheronline, o período de um ano, compreendido entre Outubro de 2013 e Setembro de 2014, ficou caracterizado, relativamente às temperaturas máximas diárias, pelo predomínio de estações meteorológicas que acumularam valores inferiores ao esperado ao longo dos doze meses (ano mais fresco que o normal); no entanto, um pequeno número de estações meteorológicas tiveram um comportamento inverso e registaram doze meses relativamente mais quente que o normal: Lajes/Terceira, Angra do Heroísmo, Viana do Castelo, Ovar, Alverca do Ribatejo, Faro e Porto Santo (reduziu-se de 8 para 7 as estações que surgem em contra ciclo, uma vez que a Base Aérea de Beja também passou a integrar o lote de estações com valores acumulados inferiores ao normal nos últimos doze meses).
No terceiro trimestre deste ano (Julho a Setembro de 2014), destacam-se as estações meteorológicas de Angra do Heroísmo, Viana do Castelo, Ovar e Faro por terem registado valores relativamente acima da média (tiveram uma acumulação de temperaturas máximas superior ao normal, ou seja, tiveram um trimestre relativamente mais quente que o esperado). Já as estações meteorológicas da Horta, Horta/Faial, Monte Real, Castelo Branco, Lisboa, Lisboa/Geofísico, Montijo, Portalegre, Évora, Beja, Base Aérea de Beja e do Aeroporto da Madeira registaram valores relativamente abaixo da média (tiveram uma acumulação de temperaturas máximas inferiores ao normal, ou seja, tiveram um trimestre relativamente mais fresco que o esperado).
No que concerne à precipitação, considerando o último ano compreendido entre Outubro de 2013 e Setembro de 2014, também ocorreu um claro predomínio de estações com uma acumulação inferior à média (ano menos húmido do que o normal, se considerado o parâmetro relativamente à quantidade máxima de precipitação em 24 horas, acumulado ao longo de doze meses consecutivos); as excepções a esta evolução foram as estações da Horta, Ponta Delgada, Viana do Castelo, Ovar e Montijo, onde os últimos doze meses podem considerar como tendo sido mais húmidos que o normal (quase todas as estações meteorológicas a sul do rio Tejo passaram, nos últimos três meses, da situação de ano mais húmido que o normal para ano mais seco que o normal).
No terceiro trimestre deste ano (Julho a Setembro de 2014), destacam-se as estações meteorológicas de Ponta Delgada, Viana do Castelo, Ovar e Montijo por terem registado valores relativamente acima da média (tiveram uma acumulação de registos, de precipitação máxima em 24 horas, superiores ao normal); pelo contrário, as estações de Angra do Heroísmo, Vila Real, Porto/Pedras Rubras, Penhas Douradas, Monte Real, Cabo Carvoeiro, Castelo Branco, Lisboa, Portalegre, Beja, Sines, Sagres, Faro, Porto Santo, Funchal e Aeroporto da Madeira registaram, no conjunto do trimestre, valores relativamente abaixo da média (tiveram uma acumulação de registos, de precipitação máxima em 24 horas, inferiores ao normal).

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

4975. LITORAL OESTE: Tempo severo

Descargas eléctricas atmosféricas às 22h02
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Fonte: ImapWeather
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Condições para a ocorrência de aguaceiros, pontualmente fortes e acompanhados por trovoadas, na região oeste e progredindo para nordeste. Sugere-se atenção especial à circulação automóvel e a zonas de leito de inundação.

4974. Descargas eléctricas atmosféricas e intensidade da precipitação

(Tecle na imagem para ampliar)
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4973. NOROESTE: Noite convectiva

Descargas eléctricas atmosféricas
(21h17)
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Fonte: iMap Weather 
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Núcleos convectivos afectando o noroeste, provocando aguaceiros e trovoadas, deslocando-se do litoral para o interior.

4972. PORTUGAL CONTINENTAL: Tarde instável

Imagem de satélite às 18h00
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"CopyRight Eumetsat 2014"
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A tarde de hoje ficou marcada pela ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, especialmente nas regiões do norte e centro, acompanhados por trovoadas pouco frequentes e muito dispersas.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

4971. PORTUGAL CONTINENTAL: Avisos meteorológicos para amanhã, Terça-feira

(Tecle na imagem para ampliar)
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4970. Ranking Meteorológico Europeu (3º Trimestre de 2014)

Totais acumulados e percentagens de desvio em relação ao normal
TEMPERATURA MÁXIMA DIÁRIA
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TEMPERATURA MÍNIMA DIÁRIA
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PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA
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Uma análise sintética aos dados para as estações meteorológicas portuguesas permite concluir que, no registo das temperaturas máximas observadas diariamente ao longo do trimestre, a esmagadora maioria das estações meteorológicas portuguesas com dados registadas no WeatherOnline apresentaram valores acumulados inferiores à média esperada para o terceiro trimestre de 2014, traduzindo um trimestre mais fresco do que é que normal, sendo assim o quarto trimestre consecutivo com esta tendência.
Já no que se refere aos máximos diários de precipitação acumulados ao longo do terceiro trimestre de 2014, os valores da maioria das estações portuguesas ficaram também abaixo dos valores normais esperados para os meses de Julho, Agosto e Setembro; apenas as estações da Horta, no Arquipélago dos Açores, e de Viana do Castelo tiveram acumulados de máximos diários de precipitação acima do que é normal neste terceiro trimestre de 2014.
Os presentes dados referem-se ao terceiro trimestre do ano de 2014. Os dados entre parênteses correspondem ao desvio em relação à média para o terceiro trimestre do ano, calculado com os valores registados desde 2007 (acumulação de temperatura máxima diária e precipitação máxima diária) e 2010 (acumulação de temperatura mínima diária). A cor verde assinala que, no referido trimestre, a estação meteorológica registou valores superiores ao que é normal no trimestre, enquanto a cor vermelha significa que a estação meteorológica registou valores inferiores ao que é normal para o trimestre.
Os dados estatísticos assinalam uma pontuação elaborada a partir do WeatherOnline, atribuindo uma pontuação de 10 a 1 a cada estação meteorológica que se posicionou nos 1º a 10º lugar no ranking diário de temperaturas máximas e mínimas e de precipitação acumulada em 24 horas, no conjunto de todas as estações meteorológicas da Europa, consideradas no seu conjunto como padrão de comparação. Todos os dados vão sendo actualizados e disponíveis livremente em ficheiro Excel no Grupo Yahoo TEMPOGERO

domingo, 5 de outubro de 2014

4969. Sistema de alerta para tsunamis foi testado em Setúbal

Setúbal ensaiou nesta quinta-feira um sistema para alertar quem vive nas zonas costeiras de que um tsunami está a caminho do continente. No Parque de Albarquel, junto ao cais da Secil, foram realizadas experiências com um equipamento protótipo capaz de detectar antecipadamente a ocorrência deste tipo de fenómenos naturais. Estiveram envolvidos cientistas europeus e do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). A responsabilidade desta experiência esteve a cargo do Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia (JRC, na sigla inglesa) um organismo sediado em Bruxelas, que desenvolveu equipamento experimental, constituído por sistemas de medição do nível do mar e por um painel digital informativo.
Fernando Carrilho, cientista do IPMA, disse ao PÚBLICO que, apesar do sistema estar ainda em fase experimental no país, este permitirá fazer “chegar às populações de zonas costeiras” um aviso que permita evacuar o maior número possível de pessoas em caso de maremoto.
O teste efectuado esta quinta-feira em Setúbal pretendia verificar se o sinal enviado pelos sistemas de medição do nível do mar, e transmitido em tempo real, era fidedigno e poderia ser usado eficazmente como mecanismo de alerta para a ocorrência de tsunamis. Para o testar, um computador vigiava, através de uma simulação, a elevação do nível do mar correspondente a um tsunami. O cenário foi criado com base no conhecimento que há do terramoto de 1755 que devastou Lisboa. Esse violento sismo e o maremoto consequente atingiram a costa sul e ocidental portuguesa e a escolha de Setúbal não foi por acaso: “É uma baía e portanto uma zona vulnerável a um tsunami”, explica o cientista Fernando Carrilho. Mais de cem anos depois do terramoto de Lisboa, um outro sismo de menor intensidade foi sentido em Setúbal, ao que tudo indica com origem no mar, numa falha sísmica mais próxima da costa ocidental.
O especialista do Instituto Português e do Mar e da Atmosfera diz que este sistema “consegue avaliar o potencial de risco, sendo distribuída a primeira informação, após a qual é necessário verificar se as ondas ultrapassam os níveis normais”. Cabe às diversas entidades, como a Autoridade Nacional de Protecção Civil ou os serviços municipais de protecção civil, emitirem os alertas “através dos meios mais adequados, que podem ser SMS”. Depois de confirmado o risco, a população é alertada, com um aviso colocado no painel digital instalado no Parque de Albarquel.
O simulacro, a partir do software desenvolvido por estes cientistas europeus, conseguiu, por exemplo, detectar uma variação de dois metros e meio do nível do mar acima do normal. E pode ser feito por controlo remoto. Este modelo de propagação de ondas tsunami foi desenvolvido pelo Centro Comum de Investigação da Comunidade Europeia no contexto do Sistema de Coordenação e Alerta Global de Desastres.
Luís Nascimento
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Fonte: PÚBLICO

4968. Apresentação pública da MeteoAlentejo

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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

4965. PORTUGAL CONTINENTAL: Substancial alteração do estado do tempo

Carta Sinóptica prevista para Segunda-feira,
6 de Outubro de 2014_12h00UTC
Fonte: MetOffice
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A formação de uma profunda depressão que se centrará ao largo das ilhas britânicas na próxima Segunda-feira marcará meteorologicamente a entrada definitiva no Outono em Portugal Continental.
A aproximação e passagem de um sistema frontal sobre o território de Portugal Continental a partir da noite de Sábado para Domingo, com a consequente rotação do vento para sudoeste, ao mesmo tempo que aumentará de intensidade, será acompanhado pelo aumento da nebulosidade e ocorrência de precipitação, que se estenderá de norte para sul e do litoral para o interior.
Na Segunda-feira dar-se-á a passagem da frente fria do refiro sistema frontal, favorável ao aumento da intensidade da precipitação, que poderá ser forte no Minho e Douro Litoral, com a possibilidade de ocorrência de trovoadas. Após a passagem da frente fria sobre todo o território do continente, manter-se-á uma situação instável, com a rotação do vento para noroeste, moderado a forte, acompanhado por uma acusada descida da temperatura, especialmente nas regiões do norte e centro, continuando sucessivas linhas de instabilidade a afectar particularmente as regiões do norte e centro, onde a precipitação permanecerá quase constante.
Eventualmente, a próxima semana poderá vir a ser assinada pela ocorrência dos primeiros nevões na Serra da Estrela para época de Outono e Inverno de 2013/14 (massa de ar polar marítima significativamente fria).
Esta é uma previsão a médio prazo com base em modelos, necessariamente sujeita a reajustamentos consoante variações apontadas por aqueles.

4964. MeteoAlerta: facebook português de caçadores de tempestades

https://pt-br.facebook.com/pages/Meteoalerta/124275617614183
No último sábado dia 27 de Setembro, a equipa MeteoAlerta foi convidada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) para a primeira formação e integrar o recém-criado projecto O.M.V. Observadores Meteorológicos Voluntários. O projecto pretende ter observadores meteorológicos espalhados pelo país com o objectivo de comunicarem em tempo real fenómenos meteorológicos severos que possam pôr em perigo vidas e bens de forma a que o IPMA possa emitir avisos mais atempadamente.

4963. IPMA reconhece trabalho do projeto MeteoAlentejo

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Luís Mestre, mentor do projecto MeteoAlentejo, em Serpa, foi convidado pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) para integrar o recém-criado Corpo Nacional de Observadores Meteorológicos. A estrutura pretende ter observadores meteorológicos em diversos pontos do País “com o objectivo de comunicarem quase em tempo real fenómenos meteorológicos gravosos que possam pôr em perigo vidas e bens de forma a que o IPMA possa advertir a população para fenómenos que por vezes são bastante localizados”, explicou Luís Mestre. O reconhecimento do serpense “como Observador Meteorológico Voluntário” surgiu na sequência de uma acção de formação que decorreu no último dia 27, nas instalações do IPMA em Lisboa.

4962. Plataforma de E-Learning Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P.

http://elearning.ipma.pt/
http://elearning.ipma.pt/