quinta-feira, 20 de novembro de 2014

5031. BARLAVENTO ALGARVIO: Tempo severo



Tempo severo no barlavento algarvio, associado ao deslocamento para nordeste de uma linha de instabilidade severa. Aguaceiros fortes e acompanhados por trovoadas frequentes e concentradas, estendendo-se no litoral desde Lagos até à Quarteira, progredindo agora para o interior, na direcção de S.Bartolomeu de Messines.

5030. QUARTA-FEIRA (19 de Novembro): Precipitação acumulada

Precipitação acumulada
(19 de Novembro de 2014)
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Sagres – 70,9 mm
Lisboa (Gago Coutinho) – 67,4 mm
Santarém (Fonte Nova) – 66,8 mm
Rio Maior – 66,3 mm
Lisboa (Geofísico) – 65,3 mm
Setúbal (Estação da Fruticultura) – 63,7 mm
Barreiro (Lavradio) – 62,5 mm
Almada (P. da Rainha) – 56,3 mm
Lisboa (Tapada da Ajuda) – 46,2 mm
Aljezur – 45,8 mm
Penhas Douradas – 45,3 mm
Lisboa (Baixa) – 42,4 mm
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Fonte: IPMA

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

5029. Próximas horas: Tempo instável



5028. PORTUGAL CONTINENTAL: Progressão da instabilidade do litoral para o interior (de sudoeste para nordeste)



5027. Quarta-feira, 19 de Novembro (11h00)



5026. PORTUGAL CONTINENTAL: Análise sinóptica e tendência do estado do tempo

O estado do tempo em Portugal Continental será condicionado, esta Quarta-feira, pela formação de núcleos de baixas pressões, a sudoeste da Península Ibérica e que exercerão a sua influencia à parte ocidental da Península Ibérica, e pela presença de altas pressões no Mediterrâneo ocidental.
A posição dos centros de pressão a oeste/sudoeste (baixas pressões) e a este (altas pressões) de Portugal Continental fará com que as isóbaras sejam relativamente apertadas sobre o território de Portugal Continental (acentuada diferença de pressão atmosférica entre os locais a oeste e os locais a leste), que terá com consequência o aumento da intensidade do vento, que se tornará moderado a forte do quadrante sul, com rajadas muito fortes.
Com o barramento das altas pressões no Mediterrâneo ocidental, as baixas pressões circularão no Atlântico, a oeste de Portugal Continental, levando ao aumento da nebulosidade no território do continente e à ocorrência de precipitação, por vezes forte e acompanhada por trovoadas, em especial na faixa mais litoral, a sul do rio Mondego.
Com vento moderado a forte de sul espera-se também uma nítida subida de temperatura do ar.
 

5025. Tornado de Courelinhas (concelho de Coruche), 13 Novembro 2014

Relativamente ao episódio de vento forte que foi objecto do comunicado publicado em 14/11/2014 na página do IPMA, foi entretanto possível recolher mais elementos relevantes quanto à destruição observada e locais afectados. A natureza dos danos que foi possível observar localmente em árvores e em edifícios, é compatível com a ocorrência de um tornado.
Segundo o trajecto de destruição que foi possível identificar, o tornado manteve contacto com o solo numa extensão de, pelo menos, 3 quilómetros, por um período total que se estima entre 2:30 e 3:00 minutos, pouco antes das 20 UTC. Atendendo à velocidade de propagação da nuvem-mãe, estima-se que o tornado tenha afectado cada local situado no seu trajecto de destruição durante poucos segundos. A localidade de Courelinhas situou-se dentro do trajecto de destruição do tornado. Danos generalizados em árvores, grandes ramos cortados, algumas árvores de maior porte partidas ou desenraizadas, algumas dependências de habitações destruídas e detritos (neste caso parte da estrutura de edifícios) projectados a várias centenas de metros, permitem classificar o tornado de Courelinhas como um tornado F1/T3, segundo a utilização conjunta das escalas de Fujita (F) e Torro (T). Esta classificação corresponde a estimar que o valor do vento máximo instantâneo (rajada, 3s) se situou numa gama compreendida entre 42 m/s e 51 m/s, isto é, entre aproximadamente 151 km/h e 184 km/h.
Observações do radar Doppler de Coruche/Cruz do Leão permitiram identificar a estrutura convectiva de tipo supercelular à qual o fenómeno esteve associado O mesociclone correspondente a esta supercélula é visível na figura, pelas 19:56 UTC.
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Fonte (texto e imagem): IPMA

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

5024. IPMA: Faleceu Anthímio José de Azevedo

Faleceu hoje Anthímio José de Azevedo, um dos maiores profissionais portugueses de meteorologia e grande divulgador da meteorologia e da física do clima. O desaparecimento de Anthímio de Azevedo deixa a meteorologia nacional de luto, e em especial o Instituto Português do Mar e da Atmosfera onde desenvolveu uma grande parte da sua actividade profissional, e onde foi um dirigente relevante.
Por indicação da família solicitamos contudo que a privacidade seja assegurada, neste momento difícil para todos, em que parte aquele que foi para muitos a cara da meteorologia portuguesa.
Nota Biográfica – Anthímio José de Azevedo nasceu em Ponta Delgada, na Ilha de São Miguel, Açores, a 27 de Abril de 1926. Frequentou o Liceu Antero de Quental e a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, onde se formou em Ciências Geofísicas. Meteorologista de profissão, tornou-se um dos rostos mais conhecidos da televisão, tendo dado a cara pela meteorologia portuguesa na televisão pública desde 1 de Novembro de 1964 a 1967, de 1971 a 1977, e de 1981 a 1990, altura em que este serviço foi interrompido pela primeira vez, apesar dos protestos dos espectadores.
Anthímio de Azevedo teve um extenso percurso profissional no Serviço Meteorológico Nacional e no Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica, predecessores do actual Instituto Português do Mar e da Atmosfera. Foi director do Serviço Meteorológico da Guiné de 1967 a 1971 e de 1976 a 1977, neste período como perito da Organização Meteorológica Mundial, tendo coordenado a organização do novo Serviço Nacional e a formação dos seus quadros. Foi ainda Delegado Nacional ao Grupo de Códigos da Organização Meteorológica Mundial (1975-1990) e ao Grupo de Meteorologia do Comité Militar da OTAN (1986-1992). O último cargo institucional foi o de director do Serviço Regional dos Açores, na sua terra de nascimento e de coração.
Ao longo da sua actividade profissional acompanha a modernização da meteorologia moderna, transformada numa actividade essencialmente assente em observação da Terra, modelação numérica e análise. Numa entrevista dada em Setembro de 2010 considera: “Deu-se um grande salto no tempo de análise e previsão. Quando começamos a trabalhar com análise e previsão por computador, com as observações das 18h TUC tínhamos a previsão, para o dia seguinte, por volta das 04h. Agora, por volta das 04hTUC, temos a previsão para 4 dias e, um pouco mais tarde, para 10 dias e a 30 níveis na atmosfera. Os coeficientes de acerto no Centro Europeu de Previsão a Médio Prazo, que pode orgulhar-se da qualidade das suas previsões em áreas de previsão de outros centros, são de 96 % para 24 h, de 75% para o quarto dia e de 30% para o décimo dia”.
Após a aposentação do serviço público manteve intensa actividade de divulgação da previsão meteorológica, em particular na TVI entre 1992 e 1996. Dedicou-se à escrita e tradução de livros científicos, com foco na meteorologia e climatologia e interesse particular pela ciclogénese, os fenómenos de tempo adverso e a mudança climática. Participou em inúmeras palestras, entrevistas e acções de divulgação, sempre disponível. Anthímio de Azevedo foi durante toda a vida um apaixonado pela Meteorologia, um grande comunicador e um grande profissional.
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Fonte (imagem e texto): IPMA

sábado, 15 de novembro de 2014

5023. Sábado, 15 de Novembro: Tempo instável

Imagem de Satélite às 15h00
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"CopyRight Eumetsat 2014"
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O dia de hoje está-se a caracterizar pela ocorrência de aguaceiros alternando com abertas, especialmente nas regiões do norte e centro. Ocorrência de trovoadas dispersas e queda de neve nas terras altas.

5022. Lisboa (Trovoada)


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

5021. Tornado faz três desalojados no concelho de Coruche

CopyRight @ RTP Notícias

5020. Queda intensa de granizo condicionou trânsito na A3

O fenómeno aconteceu ao quilómetro 41 da autoestrada que liga Braga e Porto, pelas 10.30 horas, criando um manto branco de gelo, durante cerca de dois quilómetros. A GNR de Ponte de Lima esteve no local a regular o trânsito e teve a colaboração dos Bombeiros Voluntários Famalicenses e de Famalicão para a limpeza da via. Segundo fonte dos bombeiros, tratou-se de uma situação "anormal" e o granizo foi "muito difícil de remover".
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5019. PORTUGAL CONTINENTAL: Actividade convectiva (aguaceiros e trovoadas)

Imagem de Satélite às 12h00
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"CopyRight Eumetsat 2014"
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Descargas eléctricas atmosféricas
(entre as 06h00 e as 12h00)
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Fonte: IPMA

5018. IPMA: No olho do furacão (uma manhã com meteorologistas)

Fotoreportagem:
http://observador.pt/2014/11/13/olho-furacao-uma-manha-com-meteorologistas/

5017. LITORAL NORTE: Chuva deixa rasto de destruição

Dezenas de casas e lojas inundadas, ruas interditas ao trânsito e uma linha-férrea cortada. Foi este o cenário encontrado nas primeiras horas da manhã de ontem, um pouco por toda a zona litoral norte do País, mas com maior incidência nos distritos do Porto e Aveiro (ver infografia). Os danos foram apenas materiais.
Os bombeiros não tiveram mãos a medir. Às 05h30, a corporação de Esmoriz, em Ovar, recebeu 30 alertas. O mais preocupante ocorreu num túnel, onde uma carrinha ficou submersa. O condutor saiu pela janela e, só a nado, chegou a uma zona mais elevada. Na mesma cidade, várias ruas estiveram interditas após inundações. A linha do Norte, junto ao apeadeiro de Cortegaça, esteve cortada devido à lama e água que se acumulou nos carris.
Em Santa Maria da Feira, o cenário era idêntico. Na freguesia de Lourosa – onde uma escola esteve encerrada –, 21 viaturas ficaram submersas após fortes chuvadas; em Santa Maria de Lamas, as estradas ficaram cobertas de lixo arrastado pela força das águas, e houve mesmo o aluimento de uma via. Já em Angeja, Albergaria-a-Velha, um afluente do rio Vouga galgou as margens e inundou dois estabelecimentos comerciais. A Barra de Aveiro está fechada. Na Maia, vários moradores e comerciantes pediram ajuda aos bombeiros para retirarem água de casas e lojas, situação que se repetiu na zona de Alfena, Valongo. Em Ponte de Lima, o vento forte arrancou três árvores.
Ágata Rodrigues, Catarina Gomes Sousa, José António Pereira
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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

5016. OVAR (Precipitação acumulada)


5015. Tempestade STEPHANIE (2ª Stephanie de 2014)

Carta Sinóptica prevista para Quinta-feira,
13 de Novembro de 2914_12h00UTC
Fonte: MetOffice
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Uma profunda depressão (959 hPa), centrada no Atlântico a oeste das ilhas britânicas, irá condicionar o estado do tempo em Portugal Continental a partir da manhã de hoje. Assim, espera-se um progressivo aumento da intensidade do vento, tornando-se moderado a forte, de sudoeste, com rajadas no litoral oeste e terás altas; simultaneamente ocorrerá um aumento da nebulosidade e ocorrência de precipitação, inicialmente nas regiões do litoral oeste e progredindo posteriormente para o interior.
O facto do centro de baixas pressões permanecer quase estacionário no Atlântico leva os modelos meteorológicos a prognosticarem a passagem de sucessivas superfícies frontais e linhas de instabilidade sobre o território de Portugal Continental ao longo do dia de hoje e na noite de hoje para amanhã, pelo que serão esperados a ocorrência de sucessivos períodos de chuva, por vezes fortes e provavelmente prolongados, o que, por sua vez, originará uma acumulação de precipitação bastante significativa.
Neste sentido, poderão ocorrer situações pontuais de excesso de acumulação de águas que poderão originar lençóis de água e inundações repentinas, nomeadamente em zonas baixas e de leito de cheias. O vento muito forte reflectir-se-á numa agitação marítima também muito significativa que afectará toda a costa, sobretudo da faixa ocidental.
Recomenda-se o acompanhamento do evoluir das condições meteorológicas pelo site do Instituto Português do Mar eda Atmosfera e aos alertas que vejam a ser divulgados pela Autoridade Nacionalde Protecção Civil.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

5014. Chuva e descida de temperatura pode ter alterado evolução do surto de legionella

O presidente do Instituto Português do Mar e da Atmosfera disse hoje que a mudança das condições meteorológicas dos últimos dias, com chuva e descida das temperaturas, "provavelmente alterou" o desenvolvimento do surto de legionella, que prefere temperaturas tépidas. "A alteração das condições meteorológicas que se têm verificado nos últimos dias provavelmente alterou significativamente as condições de desenvolvimento e transporte [da bactéria legionella]", referiu à agência Lusa Jorge Miranda, apontando "a chuva e o abaixamento de temperatura".
Entre os factores que favorecem o desenvolvimento da bactéria legionella está a temperatura da água entre 20°C e 45°C, sendo a óptima entre os 35ºC e 45ºC, conforme refere um documento da Comissão Sectorial para a Água. O surto de legionella já causou 235 doentes e cinco mortos, estimando-se que todos têm relação com a região de Vila Franca de Xira.
O IPMA é uma das entidades que faz parte do grupo de trabalho que está a acompanhar as acções relacionadas o surto de legionella, bactéria que provoca pneumonias graves e pode ser mortal, e tem fornecido informação sobre as condições meteorológicas registadas desde o início de Outubro, nomeadamente naquela região. A tarefa do IPMA, desenvolvida em coordenação com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), é "fornecer estimativas da velocidade do vento em superfície e em altitude, para as regiões que têm sido potencialmente estudadas pelo grupo de trabalho de forma a ser possível identificar indirectamente qual a possível fonte da emissão das partículas que contêm legionella", esclareceu o presidente do Instituto.
"Temos fornecido informação relacionada com as condições meteorológicas, com a temperatura, factor também relacionado com a multiplicação das bactérias em meio aquoso", acrescentou Jorge Miranda. O responsável do IPMA explicou que é importante saber qual a direcção do vento "porque permite relacionar cada caso com a direcção de onde poderá ter havido o transporte da legionella", mas também a intensidade "porque permite saber a distância entre a fonte e as pessoas que são afectadas" e a variação em altitude, "porque condiciona a forma como o transporte é feito".
Jorge Miranda disse ainda que, à medida que são transportadas, as gotículas podem cair, descer na atmosfera, e atingir a superfície, ou podem evaporar-se, situações em que a legionella deixa de representar perigo. A Doença do Legionário transmite-se por inalação de gotículas de vapor de água contaminada (aerossóis) de dimensões tão pequenas que transportam a bactéria para os pulmões, depositando-a nos alvéolos pulmonares.
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Fonte: Sol

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

5013. GEROTEMPO (9 anos)

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VISITS : Total 262 677
1º ano - 4 182
2º ano - 16 060
3º ano - 52 493
4º ano - 41 843
5º ano - 34 558
6º ano - 31 700
7º ano - 31 062
8º ano - 30 418
9º ano - 20 361
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PAGE VIEWS: Total 386 055
1º ano - 7 225
2º ano - 23 655
3º ano - 74 338
4º ano - 58 654
5º ano - 49 823
6º ano - 47 261
7º ano - 51 356
8º ano - 44 739
9º ano - 29 004
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Fonte: Site Meter

5012. Chuva intensa origina 75 pequenas inundações na Grande Lisboa

A chuva intensa que caiu ao início da noite desta segunda feira na zona da Grande Lisboa motivou 75 pedidos de ajuda aos bombeiros, embora, segundo o JN apurou, não se tenha registado nenhuma situação grave.
Na cidade de Lisboa, segundo fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros, até cerca das 20.45 horas, tinham sido recebidos 30 pedidos, todos devido a pequenas inundações em caves e lojas. "Neste momento temos os carros todos na rua, mas não há registo de ocorrências mais graves", sublinhou a fonte.
Já nos concelhos limítrofes, houve 45 pedidos de ajuda, segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Lisboa. "São sobretudo inundações de via, mas sem vítimas ou estragos elevados", referiu fonte daquele órgão da Protecção Civil. Segundo a mesma, os concelhos mais afectados são Cascais, Oeiras e Sintra.
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Fonte: JN

sábado, 8 de novembro de 2014

5011. PORTUGAL CONTINENTAL: Previsão do estado do tempo no fim de semana

Previão para Sábado, 8 de Novembro de 2014 – Céu geralmente muito nublado. Períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes a partir da manhã em especial no litoral das regiões Norte e Centro, onde poderão ser de granizo e acompanhados de trovoada a partir da tarde. Queda de neve acima de 1800 metros de altitude, descendo gradualmente a cota para 1200/1400 metros.
Vento fraco a moderado do quadrante oeste, tornando-se, a partir do meio da manhã, moderado a forte e por vezes com rajadas da ordem de 60 km/h no litoral oeste, e forte nas terras altas. Descida da temperatura mínima, mais significativa nas regiões do interior. Pequena descida da temperatura máxima.
ESTADO DO MAR:
Costa Ocidental a norte do Cabo Raso: Ondas de noroeste com 4 a 5 metros.
Costa Ocidental a sul do Cabo Raso: Ondas de noroeste com 2,5 a 3,5 metros, aumentando para 3 a 4 metros.
Costa Sul: Ondas de sudoeste com 1 a 1,5 metros, sendo 2 a 2,5 metros junto ao Cabo de Sagres.
Previsão para Domingo, 9 de Novembro de 2014 – Céu com períodos de muita nebulosidade. Aguaceiros, em especial no litoral oeste, onde poderão ser por vezes fortes, de granizo e acompanhados de trovoada, diminuindo de intensidade e frequência a partir do meio da tarde. Queda de neve acima de 1100/1200 metros de altitude até ao meio da manhã.
Vento fraco a moderado de noroeste, soprando moderado (25 a 35 km/h) no litoral e nas terras altas, onde será por vezes forte e com rajadas da ordem de 60 km/h até ao início da manhã. Pequena descida de temperatura.
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Fonte: IPMA

terça-feira, 4 de novembro de 2014

5010. Princípio de tornado nas Caldas da Rainha

CopyRight @ Rui Matos

5009. PORTUGAL CONTINENTAL: Descargas eléctricas atmosféricas até às 18h00

Fonte: IPMA

5008. PORTUGAL CONTINENTAL: aguaceiros, trovoadas e queda de neve

Imagem de satélite às 15h00
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"CopyRight Eumetsat 2014"
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Algumas temperaturas às 15h00
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Faro (Aeroporto) – 19,0 ºC
Castro Marim (R.N. Sapal) – 18,5 ºC
Vila Real de S. António – 18,3 ºC
Aljezur – 18,2 ºC
Zambujeira – 16,9 ºC
Sagres – 16,8 ºC
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Vinhais – 6,8 ºC
Pampilhosa da serra (Fajão) – 6,3 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 4,8 ºC
Montalegre – 4,8 ºC
Guarda – 3,3 ºC
Penhas Douradas – 1,6 ºC
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Fonte: IPMA
 


5007. Primeira neve de Outono


A neve caiu esta terça-feira pela primeira vez este Outono na Serra da Estrela e obrigou ao corte de estradas do maciço central, disse à agência Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) da Guarda.

Segundo o CDOS, os troços Piornos/Cruzamento da Torre (troço 11), Cruzamento da Torre/Torre (12) e Lagoa Comprida/Cruzamento da Torre (13) foram encerrados pelas 05h00 de hoje. Devido à queda de neve, pelas 08h30 também foram fechados à circulação rodoviária os troços Portela do Arão/Lagoa Comprida (troço 01) e Lagoa Comprida/Sabugueiro (troço 02).
Fonte do Centro de Limpeza de Neve da Estradas de Portugal disse à Lusa, pelas 09h00, que continuava a nevar e na área das suas instalações, nos Piornos, os termómetros marcavam um grau negativo. A primeira neve do Outono, que começou a cair pelas 04h30, "é pouca coisa", referiu a fonte, embora suficiente para fechar as estradas do ponto mais alto da Serra da Estrela. "Se continuar a nevar, é difícil reabrir as estradas", disse, não adiantando previsões para a reabertura dos troços encerrados à circulação automóvel.
Em relação ao último ano, este primeiro nevão surge mais cedo, pois em 2013 as primeiras neves aconteceram a 16 de Novembro.
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Fonte: Sol

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

5006. Portugal participou em exercício internacional de resposta a tsunami

Portugal participou, através da ANPC e do IPMA, num exercício internacional de teste à capacidade de resposta a tsunami susceptível de afectar a nossa orla costeira. O exercício, denominado NEAMWave14, que se realizou entre 28 e 30 de Outubro, previa quatro cenários possíveis de ocorrência de tsunami.
Além de Portugal, participaram outros 20 países da bacia do Mediterrâneo e do Atlântico Norte: Croácia, Chipre, Egipto, Finlândia, França, Grécia, Irlanda, Israel, Itália, Líbano, Malta, Mónaco, Marrocos, Portugal, Roménia, Rússia, Espanha, Suécia, Turquia e Reino Unido. O objectivo do exercício visou testar a capacidade de resposta dos participantes que integram o Sistema de Alerta Precoce do Atlântico Nordeste, Mediterrâneo e mares conexos, constituído sob a égide da Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO (IOC).
O IPMA funcionou como Centro de Alerta para o sistema nacional de protecção civil e para as autoridades dos países do nordeste atlântico, tendo realizado a detecção e o acompanhamento da evolução do cenário de um tsunami gerado por evento sísmico com origem localizada a sudoeste do Cabo de São Vicente. A ANPC, que envolveu toda a sua estrutura operacional neste exercício, difundiu a informação técnico-operacional pertinente para a gestão das operações de protecção e socorro e avaliou a capacidade do sistema de aviso e alerta implementado responder a este tipo de situações de emergência, envolvendo os três escalões operacionais que concorrem para o efeito: nacional, distrital e municipal.
No final, o exercício permitiu aferir a fiabilidade das soluções implementadas pelas duas instituições em relação aos alertas de tsunami, permitindo às autoridades nacionais competentes melhorarem o seu grau de preparação para responder a este tipo de perigos.
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Fonte: IPMA

5005. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável

Imagem de satélite às 19h30
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O estado do tempo em Portugal Continental passa a estar, a partir de hoje, sob a influência de um centro depressionário centrado próximo das ilhas britânicas e a consequente passagem de sistemas frontais e linhas de instabilidade, geradoras de instabilidade traduzida pelo aumento da nebulosidade e ocorrência de precipitação, em especial nas regiões norte e centro; o vento tornar-se-á moderado a forte e a temperatura do ar terá uma significativa descida.

sábado, 1 de novembro de 2014

5004. Sábado, 1 de Novembro (15h00)

Imagem de satélite às 15h00
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"CopyRight Eumetsat 2014"
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Algumas temperaturas às 15h00
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Elvas – 27,0 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 26,4 ºC
Alvalade – 26,1 ºC
Alcácer do Sal – 25,9 ºC
Ponta do Sol (Madeira) – 25,8 ºC
Beja – 25,6 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 25,1 ºC
Portel (Oriola) – 25,1 ºC
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Moimenta da Beira – 15,9 ºC
Pampilhosa da Serra (Fajão) – 15,1 ºC
Guarda – 14,0 ºC
Penhas Douradas – 13,7 ºC
Montalegre – 13,5 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 11,9 ºC
Areeiro (Madeira) – 10,0 ºC
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Fonte: IPMA

5003. LITORAL OESTE: Aguaceiros e trovoadas

Descargas eléctricas atmosféricas
(entre as 17h00 e as 23h00)
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 Fonte: IPMA