terça-feira, 17 de março de 2015

5169. Terça-feira, 17 de Março (17h00)

CopyRight Eumetsat 2015
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O estado do tempo em Portugal Continental tem estado condicionado no dia de hoje pela presença de dois núcleos depressionários que deram origem a tempo instável, com ocorrência de períodos de chuva e/ou aguaceiros, especialmente nas regiões do centro e sul, onde se registou uma acentuada descida da temperatura máxima, na ordem dos 8 / 10 ºC.
Nas próximas horas poderão surgir condições para a ocorrência de precipitação forte nas regiões do sul, particularmente para o Algarve; a instabilidade permanecerá ao longo dos próximos dias.

segunda-feira, 16 de março de 2015

5168. PORTUGAL CONTINENTAL: Moderada instabilidade para amanhã

Fonte: MeteoPT
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Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Terça-feira, 17 de Março de 2015_12h00UTC
Fonte: MetOffice
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Um vale bastante cavado em altitude, a oeste da Península Ibérica, levará à formação, nas próximas horas, de um centro depressionário (baixas pressões) junto à costa ocidental do território de Portugal Continental.
Esta depressão estará centrada, amanhã às 12h00, aproximadamente a oeste de Lisboa; em altitude estará caracterizada pela presença de um núcleo muito frio (entre os 25 e os 30 graus negativos aos 500 hPa, mais ou menos a 5500 metros de altitude); o raio da acção da depressão afectará todo o território de Portugal Continental, sobretudo as regiões do sul e centro. Assim, tendo em conta que o ar circula nas baixas pressões no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, ocorrerá vento moderado a forte do quadrante sul, transportando uma massa de ar relativamente húmida que, conjugado com o aquecimento diurno da camada inferior da troposfera, proporcionará uma acentuada instabilidade vertical da atmosfera, aliada ao ar bastante frio em altitude.
Esta situação será bastante favorável à formação de nebulosidade do tipo vertical e de precipitação, associada à ocorrência de aguaceiros que serão pontualmente fortes e acompanhados de trovoadas dispersas, não se descartando a queda de granizo e a ocorrência de neve nas terras altas. O vento poderá tornar-se forte, com rajadas muito fortes durante os períodos de maior instabilidade atmosférica.
A temperatura do ar tenderá a descer, sendo bastante acentuada a descida da temperatura máxima.

sexta-feira, 13 de março de 2015

5167. Corrente de jacto incomum

"CopyRight Eumetsat 2015"
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Corrente de jacto de leste, pouco comum para as latitudes da Europa, e que prevaleceu sobre todo o continente no início de Fevereiro.

terça-feira, 10 de março de 2015

5164. Terça-feira, 10 de Março (15h00)

Imagem de satélite às 14h22
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Algumas temperaturas às 15h00
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Elvas – 26,3 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 25,1 ºC
Aldeia do Souto (Quinta Lageosa) – 24,5 ºC
Viana do Alentejo – 24,5 ºC
Beja – 24,4 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 24,3 ºC
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Porto (S. Gens) – 13,9 ºC
Aveiro (Universidade) – 13,9 ºC
Viana do Castelo (Cidade) – 13,6 ºC
Cabo Carvoeiro – 12,4 ºC
Viana do Castelo (Chafé) – 12,2 ºC
Porto (Aeroporto) – 12,2 ºC
São Pedro de Moel – 11,7 ºC
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Fonte: IPMA

domingo, 8 de março de 2015

5162. Domingo, 8 de Março (15h00)

Algumas temperaturas às 15h00
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Alvega – 27,5 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 27,3 ºC
Lisboa (Estefânia) – 26,8 ºC
Portimão (Aeródromo) – 26,8 ºC
Pegões – 26,4 ºC
Santarém (Cidade) – 26,2 ºC
Quinta Grande (Madeira) – 26,2 ºC
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Guarda – 16,9 ºC
Viana do Castelo (Chafé) – 16,9 ºC
Porto (Aeroporto) – 16,7 ºC
Aveiro (Universidade) – 16,7 ºC
Cabo Raso – 15,1 ºC
Cabo Carvoeiro – 14,8 ºC
Areeiro (Madeira) – 13,3 ºC
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Fonte: IPMA

segunda-feira, 2 de março de 2015

5159. Eclipse do Sol despede-se do inverno e dá as boas vindas à primavera

O eclipse do Sol, a 20 de Março, será visível na Europa, Ásia e África. Em Portugal, quase 70% do Sol ficará coberto pela Lua Nova, mas nas Ilhas Faroe é possível ver um eclipse total.
No dia 20 de Março reúnem-se as condições ideais para ver um belo eclipse solar. A Lua estará na fase de Lua Nova (requisito essencial) e só terá passado um dia desde o perigeu – o dia em que a Lua está mais perto da Terra durante o movimento de translação. O Sol e a Lua despedem-se assim do inverno e dão as boas vindas à primavera, que começa oficialmente às 22h45.
O Sol é 400 vezes maior que a Lua, mas como está a uma distância 400 vezes maior da Terra, os dois astros acabam por parecer do mesmo tamanho. Graças à proximidade da Lua no perigeu, vai ser possível ver um eclipse total do Sol nas Ilhas Faroe. Mas mesmo no Reino Unido o eclipse será superior a 80%. Em Portugal, mais precisamente em Braga, pode chegar aos 72,46%, refere João Vieira, director do Observatório Astronómico de Braga. Mas em Faro não ultrapassa os 62,32% de obscurecimento.
Ainda assim tente fazer uma pausa nas suas actividades diárias para assistir ao fenómeno, porque só em 2026 voltará a acontecer um eclipse solar total na Europa.  Em Lisboa começa às 07h59 e termina às 10h08, e atingirá o máximo às 9h01, conforme informou o Observatório Astronómico de Lisboa, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Além da Europa, o eclipse também é parcialmente visível no norte de África e da Ásia. Embora sejam pouco mais de duas horas de luminosidade reduzida o eclipse tem dado que falar. Há quem esteja preocupado com a produção de energia solar, mas também há quem considere que, em termos energéticos, um eclipse não é mais do que um dia de nevoeiro.
Mas porque é que nem todos os locais vêm um eclipse total? A Lua, mais pequena do que o Sol forma duas sombras sobre a Terra. A umbra, completamente escura, vai diminuindo de tamanho à medida que se aproxima da Terra, enquanto a penumbra vai aumentando à medida que se aproxima do planeta. Os países que ficam na área da penumbra só vêm um eclipse parcial.
Aproveite bem o eclipse de dia 20 ou a Lua Cheia de dia 5, mas não perca os planetas que continuam bem visíveis no céu nocturno durante o mês de Março. Se é mais matutino pode ver Mercúrio a sudoeste até dia 23 de Março, mas os outros quatro planetas visíveis a olho nu só aparecem a partir do fim da tarde. Vénus continua como estrela da tarde, facilmente identificável por ser tão brilhante, mas este mês o astro mais brilhante do céu nocturno será Júpiter.
Algumas dicas para encontrar os planetas do sistema solar no céu nocturno de Março:
-Vénus e Marte aparecem ao crepúsculo a sudoeste;
-Júpiter vai mostrar o tom amarelado durante toda a noite;
-Saturno nasce por volta da meia-noite e pode ser visto a sudeste;
-Entre os planetas que só podem ser visto ao telescópio, Neptuno aparece pela manhã na constelação Aquário e Úrano ao anoitecer na constelação Peixes
Vera Novais
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Fonte: OBSERVADOR

5158. Dezenas de crateras na Sibéria podem ser consequência do aumento da temperatura

À medida que se vão encontrando mais crateras na Sibéria, torna-se urgente dar uma explicação ao fenómeno que pode ser uma combinação de derretimento de gelo com explosão de gás.
Ainda se lembra da cratera de 80 metros de diâmetro descoberta em Julho na Sibéria? Pouco tempo depois encontraram-se mais duas, mas afinal são dezenas delas. Entre as várias teorias possíveis, como a queda de um meteorito ou uma explosão de gás subterrâneo, a mais plausível parece ser o rápido derretimento do gelo causado pelo aumento global da temperatura, segundo a National Geographic.
A hipótese do meteorito foi rapidamente descartada, mas a hipótese de uma explosão de gás parecia viável. Por um lado, porque a região da península de Iamal, onde foram as duas primeiras crateras, está localizada sobre a importante zona de produção de gás da Rússia. Por outro, porque o perímetro das crateras parecia ter terra como se resultasse de uma explosão. Outra hipótese, também avançada em Agosto de 2014 propunha que o gelo tivesse derretido, mais propriamente o colapso de um monte de terra coberto de gelo (pingo).
Agora, mas ainda sem certezas absolutas, os investigadores avançam uma possível combinação das duas hipóteses. As temperaturas anormalmente altas na Sibéria em alguns momentos durante o último ano podem ter feito com que o gelo derretesse, mas só por si não parecia explicar as crateras, refere a National Geographic. Mas aumento da temperatura do permafrost – uma camada de solo que se mantém por mais de dois anos abaixo de zero graus Célsius – pode justificar a libertação brusca de gás, explica Carolyn Ruppel, líder do projecto norte-americano para a Pesquisa Geológica de Hidratos de Gás, e o colapso dos pingos formando as crateras.
Embora ainda ninguém tenha sido ferido ou tão pouco assistido a uma das explosões, o tamanho das crateras deixa antever que poderão ser grandes explosões. A falta de conhecimento sobre o fenómeno deixa os investigadores receosos até de explorar as crateras, refere o Washington Post. Ninguém sabe quando uma nova explosão pode acontecer. Além disso, o gás libertado (metano) é altamente inflamável.
Vera Novais
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Fonte: OBSERVADOR

domingo, 1 de março de 2015

5157. PORTUGAL CONTINENTAL: Contrastes meteorológicos

Imagem de satélite às 15h00
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"CopyRight Eumetsat 2015"
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Contrastes meteorológicos entre o litoral oeste, com períodos de céu muito nublado e alguma precipitação fraca , e o interior centro e região sul com o predomínio do céu pouco nublado ou limpo.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

5156. Observações Radar incluem o novo Radar do Norte

O radar meteorológico da região Norte (sistema de Arouca/Pico do Gralheiro) foi inaugurado no passado dia 18 de Fevereiro, constituindo o mais moderno sistema da rede nacional de radares e concretizando a expansão desta rede para norte. A página do IPMA passou, a partir da tarde de hoje, dia 26 de Fevereiro, a incluir nas observações radar sob a forma de Mosaico o contributo deste novo sistema, quer no produto Intensidade da Precipitação, quer no produto Precipitação Acumulada em 1 h. Oportunamente serão disponibilizadas imagens individuais deste sistema à semelhança do que se verifica com os restantes sistemas de radar da rede nacional.
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Fonte: IPMA

sábado, 21 de fevereiro de 2015

5154. Radar Meteorológico do Pico do Gralheiro (Serra da Freita)

Fonte da Imagem: IPMA

5153. Portugal já não precisa de radares espanhóis para fazer previsões

CopyRight @ RTP Notícias

5152. Região Norte tem finalmente um radar meteorológico

No Pico do Gralheiro, em plena Serra da Freita, em Arouca, a cerca de 1100 metros de altitude, está uma torre com 47 metros e 13 pisos. É o radar meteorológico mais moderno de Portugal, que cobrirá a zona Norte, até agora dependente dos dados de quatro radares espanhóis. É o único radar do país com polarização dupla e com um miradouro à disposição dos visitantes. Foi inaugurado dia 18 deste mês, pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, que andará pelo geoparque de Arouca num roteiro que inclui uma visita às pedras parideiras. Ainda em regime experimental, o radar do Norte, que representou um investimento de cerca de três milhões de euros comparticipados em 85% por fundos comunitários, deverá entrar em funcionamento durante este trimestre.
No Pico do Gralheiro, em plena Serra da Freita, em Arouca, a cerca de 1100 metros de altitude, está uma torre com 47 metros e 13 pisos. É o radar meteorológico mais moderno de Portugal, que cobrirá a zona Norte, até agora dependente dos dados de quatro radares espanhóis. É o único radar do país que emite os seus sinais tanto na horizontal como na vertical — o que permite identificar o tipo de partículas de água em diversos estados na atmosfera — e, além disso, tem um miradouro à disposição dos visitantes. Vai ser inaugurado dia 18, pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, que andará pelo geoparque de Arouca num roteiro que inclui uma visita às pedras parideiras.
Ainda em fase experimental, o radar do Norte, que custou cerca de três milhões de euros comparticipados em 85% por fundos comunitários, deverá entrar em funcionamento durante este trimestre. Portugal passará a ter um terceiro radar com tecnologia mais avançada do que os dois já existentes. O radar de Coruche, que cobre a zona Centro, funciona desde Junho de 1998, e o de Loulé, no Sul, desde Janeiro de 2005. O radar de Arouca distingue-se, desde logo, pela emissão horizontal e verticalmente dos seus sinais (polarização dupla do sinal), o que facilita a classificação do tipo de partículas na atmosfera — de chuva, neve ou granizo — e permite determinar com mais rigor a sua intensidade.
“Com um radar de polarização dupla podemos ter uma definição mais correcta dos contornos das partículas e, com isso, podemos dizer com boa precisão o tipo de partícula estamos a detectar. Dentro da chuva [por exemplo], se são chuviscos ou é chuva forte”, explica o gestor do projecto do radar, o meteorologista Sérgio Barbosa, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Os radares de Coruche e Loulé, acrescenta, são de polarização só horizontal, pelo que permitem dizer que se está a detectar uma mancha forte de partículas, por exemplo, mas não o seu tipo.
A tecnologia permite assim detectar alterações meteorológicas e hidrológicas, como fenómenos inesperados e o aumento da intensidade da chuva, além de ocorrências pontuais como nuvens de fumo que se formam nos incêndios florestais. Ou seja, detecta chuva forte e localizada, chuva forte e prolongada, saraiva, granizo, ventos muito fortes e acompanha as suas trajectórias. Os radares de Coruche e de Loulé também o fazem, mas o do Norte será mais eficiente pela tecnologia que incorpora. E a distância de 200 quilómetros entre cada um dos três radares permite desenvolver um padrão espacial da precipitação e medir a velocidade do vento com maior precisão.
O receptor do novo radar é mais sensível, por isso detecta partículas mais pequenas. E há um aspecto que Sérgio Barbosa salienta como um “contributo valioso” na salvaguarda de pessoas e bens: o radar de Arouca fornecerá informações actualizadas e com previsões até um máximo de três horas de fenómenos meteorológicos adversos e perigosos. “Será possível detectar e acompanhar esses fenómenos com uma previsão a tempo imediato.” Além disso, permitirá melhorar os modelos de previsão meteorológica e, segundo Sérgio Barbosa, será o local ideal para fazer investigação na área da meteorologia.
“É uma ferramenta de observação remota que emitirá um feixe com um alcance de 300 quilómetros”, especifica. É automático e, tal como o de Coruche e de Loulé, será gerido em Lisboa. Desde Outubro que está em regime experimental. “Há sempre ajustamentos a fazer, rastreios...” Tarefas que incluem reduzir a influência dos parques eólicos.
Com o radar de Arouca, a região Norte deixa de depender, como agora acontece, dos radares espanhóis da Corunha, Santander, Valladolid e Cáceres. “Estes radares têm sido muito úteis e a colaboração com Espanha continuará”, diz Sérgio Barbosa. Os radares espanhóis serão utilizados para cobrir zonas onde se verifiquem ocultações, nomeadamente devido a cadeias montanhosas, e quando o radar de Arouca estiver em manutenção.
Um miradouro para o mar e as serras – E há ainda o miradouro. Não estava programado no projecto inicial, mas quando a torre do radar meteorológico de Arouca começou a ganhar formas percebeu-se que um dos seus varandins daria um belo miradouro. E assim é. A 45 metros de altura, no 10º piso, está um miradouro, um varandim envidraçado, que permite um giro de 360 graus para ver o mar, a ria de Aveiro, o Porto, as serras da Estrela, do Caramulo e de Montemuro e a frecha da Mizarela, uma das cascatas mais altas da Europa — ou seja, toda a paisagem em redor. O acesso é por elevador ou escadas. Depois da inauguração, as visitas podem ser marcadas através do Geoparque de Arouca, que vai gerir o miradouro que será mais um geossítio do seu roteiro. O presidente da Câmara de Arouca, Artur Neves, está feliz com a obra e com a receptividade do IPMA para aí albergar o miradouro. “É um exemplo que nem sempre acontece. Trata-se de um investimento da Administração Central que, em boa hora, se disponibilizou para uma concertação com a estratégia local, que assenta no geoparque e nas visitas ao território”, frisa. “É fantástico. As pessoas têm possibilidade de subir e apreciar a paisagem.”
Sara Dias Oliveira
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Fonte: PÚBLICO

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

5151. Terça-feira, 17 de Fevereiro

 Imagem de Satélite às 08h00
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Fonte: Sat24.com
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Algumas temperaturas às 07h00
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Aeródromo do Corvo (Açores): 17,0 ºC
Santa Cruz (Aeródromo): 11,3 ºC
Cabo Raso: 10,6 ºC
Cabo Carvoeiro: 10,7 ºC
Sagres: 10,0 ºC
Barreiro (Lavradio): 9,9 ºC
Aljezur: 9,7 ºC
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Sabugal (Martim Rei): 0,1 ºC
Moimenta da Beira: 0,0 ºC
Macedo de Cavaleiros (Bagueixe): - 0,3 ºC
Montalegre: - 0,5 ºC
Penhas Douradas: - 1,1 ºC
Guarda: - 2,0 ºC
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Fonte: IPMA

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

5150. Análise sinóptrica e tendência do estado do tempo

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2015_00h00
Fonte: MetOffice
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O estado do tempo em Portugal Continental estará condicionado pela passagem de um sistema frontal de fraca actividade sobre o território do continente até ao final do dia de hoje; simultaneamente vai-se instalando um anticiclone pelo noroeste da Península Ibérica. Assim, o acentuar do contraste de pressão entre o anticiclone localizado a noroeste da Península Ibérica e as baixas pressões existentes no Mediterrâneo Ocidental, favorecerão um fluxo seco de nordeste sobre o território de Portugal Continental a partir de amanhã.
Com esta situação sinóptica, relativamente ao estado do tempo no território de Portugal Continental, prevalecerá a partir de amanhã o tempo seco, com o céu pouco nublado ou limpo, intervalado com períodos de maior nebulosidade no litoral oeste e regiões mais montanhosas do norte e centro, acompanhado por vento moderado do quadrante norte, sendo forte com rajadas nas terras altas. A entrada da massa de ar pós-frontal, procedente de norte, levará a uma descida moderada da temperatura do ar, que será sentida com maior desconforto devido à forte intensidade do vento.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

5149. O Ciclone de 15 de Fevereiro de 1941



No dia 15 de fevereiro de 1941 Portugal foi assolado por um ciclone que deixou um rasto de destruição por todo o país, além de um elevado número de mortos, de feridos e de desaparecidos. A extensão e a gravidade dos danos levaram mesmo a que este fosse recordado como "o dia do ciclone".
Segundo informações da época, o ciclone formou-se entre a Madeira e o Cabo de S. Vicente e o vento terá atingido em Lisboa a velocidade de 127 km/h. No resto do país os ventos atingiram valores ainda mais elevados, com o anemómetro da Serra do Pilar a registar rajadas de 167 km/h.
Os danos provocados foram consideráveis: estradas cortadas, milhares de árvores arrancadas, casas destelhadas, chaminés derrubadas, famílias sem-abrigo, ligações telegráficas e telefónicas interrompidas, naufrágio de embarcações, etc., como poderá ser constatado nas notícias publicadas no periódico O Século que aqui disponibilizamos: