segunda-feira, 10 de agosto de 2015

5401. Domingo, 9 de Agosto (16h00)

Imagem de satélite às 16h00
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Algumas temperaturas às 16h00
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Tomar (Valdonas) – 40,6 ºC
Mora – 40,3 ºC
Alvega – 40,1 ºC
Lousã (Aeródromo) – 39,5 ºC
Coruche – 39,5 ºC
Santarém (Cidade) – 39,2 ºC
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Almada (P. Rainha) – 26,9 ºC
Sintra (Colares) – 25,3 ºC
Zambujeira – 22,0 ºC
Cabo Raso – 21,8 ºC
Cabo Carvoeiro – 21,6 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 21,6 ºC
Lombo da Terça (Madeira) – 16,9 ºC
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Fonte: IPMA

domingo, 9 de agosto de 2015

5400. Domingo, 9 de Agosto (12h00)

Imagem de Satélite às 12h00
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Fonte: Sat24

5399. IPMA: Tempo quente e seco

Uma massa de ar quente e seco, proveniente do interior da Península Ibérica e do Norte de África, irá influenciar a temperatura em todo o território continental durante os dias de domingo e segunda-feira (dias 9 e 10 de Agosto) e será também responsável pela presença de poeiras no ar, nomeadamente na região Sul.
No domingo, prevê-se que as temperaturas máximas se compreendam entre os 30 e os 40ºC, com as máximas mais elevadas a preverem-se para Lisboa, Setúbal, Santarém e interior do Alentejo. Na segunda-feira, ocorrerá uma descida entre 4 e 6ºC, em especial no litoral oeste.
As noites também deverão ser quentes na região Sul, até segunda-feira, com previsões de temperaturas mínimas acima dos 20ºC em vários locais.
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Fonte: IPMA

sábado, 8 de agosto de 2015

5398. Sábado, 8 de Agosto (17h00)

Imagem de Satélite às 17h00
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"CopyRight Eumetsat 2015"

5397. PORTUGAL CONTINENTAL: Análise sinóptica e tendência do estado do tempo

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Domingo, 8 de Agosto de 2015_12h00UTC
Fonte: Met Office
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O estado do tempo em Portugal Continental encontra-se este Sábado condicionado pela presença de um núcleo de ar frio em altitude, com correspondente baixa pressão em superfície, centrado no Golfo de Biscaia, e um anticiclone centrado sobre o arquipélago dos Açores. Como resultado desta configuração resulta a formação de uma corrente de ar sobre Portugal Continental procedente de nordeste, relativamente fresca. Sobre o norte de África forma-se uma depressão térmica e no sul da Península Ibérica estende-se uma linha de instabilidade, com uma orientação sudoeste/nordeste, em progressão para leste.
Assim, o estado do tempo previsível para o dia de hoje será marcado pelo predomínio do céu pouco nublado ou limpo, aumentando temporariamente de nebulosidade nas regiões do centro e sul, onde poderá vir a ocorrer alguma precipitação, que tenderá a dissipar-se ao longo da tarde.

5396. IPMA: Previsão inicial e previsão final para Portugal Continental (07.08.2015)

Previsão para Sexta-feira, 7 de Agosto de 2015
Céu pouco nublado ou limpo, apresentando períodos de maior nebulosidade no litoral a norte do Cabo Raso até ao meio da manhã. Vento fraco a moderado (10 a 30 km/h) do quadrante norte, soprando moderado a forte (30 a 45 km/h) nas terras altas e no litoral oeste, com rajadas da ordem de 65 km/h, em especial durante a tarde.
GRANDE LISBOA: Céu pouco nublado ou limpo. Vento moderado (20 a 35 km/h) de norte, por vezes com rajadas da ordem de 55 km/h, em especial durante a tarde.
GRANDE PORTO: Céu pouco nublado, apresentando períodos de maior nebulosidade até ao início da manhã. Vento em geral fraco (inferior a 20 km/h) do quadrante norte, soprando moderado (20 a 35 km/h) durante a tarde, por vezes com rajadas da ordem de 55 km/h.
Atualizado a 7 de agosto de 2015 às 1:33 UTC
Previsão para Sexta-feira, 7 de Agosto de 2015
Céu pouco nublado, apresentando-se geralmente muito nublado na região Sul, onde correrão aguaceiros, que poderão ser acompanhados de trovoada. Vento fraco a moderado (10 a 30 km/h) do quadrante norte, soprando moderado a forte (30 a 50 km/h) nas terras altas e no litoral oeste, com rajadas da ordem dos 70 km/h.
GRANDE LISBOA: Céu geralmente muito nublado. Vento moderado (20 a 35 km/h) de norte, com rajadas da ordem dos 60 km/h.
GRANDE PORTO: Céu pouco nublado. Vento moderado (20 a 35 km/h) de noroeste, com rajadas da ordem dos 55 km/h.
Atualizado a 7 de agosto de 2015 às 16:39 UTC

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

5395. Mammatus (Estremoz_07.08.2015_19h30)




5394. Linhas de instabilidade: aguaceiros e trovoadas (17h30)

Fonte: Rain Alarm

5393. PORTUGAL CONTINENTAL: Tarde com instabilidade

Imagem de Satélite às 17h00
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CopyRight Eumetsat 2015
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Tarde instável, com aguaceiros e trovoadas progredindo do litoral sul para nordeste.

5392. Julho estende seca “severa” ou “extrema” a 80% de Portugal Continental

Quase 80% do território continental de Portugal estão em seca meteorológica “severa” ou “extrema”, segundo dados do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Mas as barragens ainda estão razoavelmente cheias e a agricultura por ora não se está a ressentir. Depois de mais um mês com chuva muito abaixo do que é considerado normal, Julho terminou com um agravamento da seca, que já afectava a totalidade do país em Junho. A área em situação “severa” ou “extrema” passou de 68% para 79%. O resto do Continente (21%) está em seca “fraca” ou “moderada”.
O IPMA caracteriza apenas a seca meteorológica – um indicador que leva em conta a temperatura, a chuva e a quantidade de água no solo. No entanto, as barragens não estão em má situação, apesar do seu nível ter vindo a baixar. Das 60 albufeiras monitorizadas pela Agência Portuguesa do Ambiente, apenas três estão abaixo de 40% da sua capacidade máxima. Barragens grandes estão relativamente cheias, como Alqueva (77%) e Castelo de Bode (80%).
A maior parte das bacias hidrográficas do país está com 60 a 80% de água. Há seis – Lima, Douro, Mondego, Tejo, Sado e Guadiana – cujos valores estão abaixo da média para o mês de Julho. Mas as diferenças não são muito elevadas.
Os dados do IPMA confirmam o que os portugueses sentiram em Julho: foi um mês quente e seco. Não foram quebrados recordes, nem foi o Julho mais candente de que se tem notícia – distinção que cabe ao ano de 1989. Mas a temperatura média do país – 23,2 ºC – apenas foi superada em 15% dos anos desde 1931, quando começam as séries de dados meteorológicas em Portugal. Já as temperaturas máximas tiveram uma média de 30,4 ºC, a nona mais elevada desde 1931 e a quinta maior desde 2000. O recorde desta média para o mês de Julho, nos últimos 85 anos, cabe a 2010: 31,8 ºC.
As médias escondem o que os cidadãos realmente sentem no dia-a-dia. E em quatro estações meteorológicas, Mirandela, Reguengos de Monsaraz, Amareleja e Mértola, em todos os dias de Julho, sem excepção, os termómetros subiram acima dos 30 ºC. Em Reguengos, em particular, houve 25 dias com mais de 35 ºC. Mas quem ficou com a maior temperatura do mês foi Mirandela: 42,1 ºC, no dia 16 de Julho, em meio a uma onda de calor que durou seis dias naquele ponto do país. Em mais quatro estações meteorológicas, Guarda, Portalegre, Évora e Mértola, houve também uma onda de calor de seis dias.
Chuva foi o que pouco se viu na generalidade do país. O normal para o mês de Julho são 13,8 milímetros de precipitação. Mas caíram apenas 3,5 milímetros. Desde Dezembro que a quantidade de chuva tem sido menor do que o normal. Mas em Novembro e Outubro a precipitação tinha sido elevada, reduzindo o impacto da seca meteorológica que agora se verifica. Ainda assim, desde Outubro – o início do ano meteorológico – em praticamente todo o país, a precipitação acumulada até agora represente 50 a 75% da média.
Os agricultores, os primeiros a se ressentirem da falta de chuva, não têm sido muito afectados pela situação deste ano. “As pastagens e as culturas nas terras mais fracas tiveram alguma diminuição”, afirma Luís Mira, secretário-geral da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP). “Mas não se pode dizer que é um ano de seca”, acrescenta. Luís Mira explica que algumas culturas foram já colhidas e muitas outras não dependem tanto da meteorologia, dado que já utilizam a rega – como a vinha, os olivais e culturas de frutas em geral.
As condições do tempo estão, este ano, particularmente favoráveis aos fogos florestais. Segundo a Autoridade Nacional de Protecção Civil, é o pior dos últimos 16 anos, em termos de severidade meteorológica – um indicador médio associado ao risco de incêndios. Os fogos, no entanto, dependem muito de factores de curto prazo, como dias de temperaturas muito extremas ou ondas de calor prolongadas. Entre Janeiro e finais de Julho, arderam 28.781 hectares de matos e florestas em Portugal, um valor próximo da média da década anterior.
Ricardo Garcia
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Fonte: PÚBLICO

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

5391. IPMA: Bolsas de investigação

Bolsas de investigação

Projeto
Âmbito
Data Publicação
Data Limite
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. (IPMA) abre concurso, no prazo de 10 dias úteis a contar da data de publicação deste anúncio, para atribuição de duas (2) Bolsas de Investigação para habilitados com o grau de Mestre, no âmbito do Projeto “Desenvolvimento e Implementação de Métodos de Detecção de Biotoxinas Marinhas por Espectrometria de Massa – TOXMASS”, financiado pelo Programa Operacional Pescas - PROMAR.
2015-08-05
2015-08-19
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. (IPMA) abre concurso, no prazo de 10 (dez) dias úteis a contar da data de publicação deste anúncio, para atribuição de uma bolsa de Investigação de Nível 2 (Mestrado), no âmbito do projeto “BIOMETORE-Biodiversity in seamounts: the Madeira-Tore and Great Meteor”, financiado pelo programa PT02 – Gestão Integrada das Águas Marinhas e Costeiras do Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu (EEA Grants).
2015-08-05
2015-08-19
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P./IPMA abre concurso, no prazo de 10 (dez) dias úteis a contar da data de publicação deste anúncio, para atribuição de 1 Bolsa de Investigação (BI) grau Doutor, no âmbito do projeto “BIOMETORE-Biodiversity in seamounts: the Madeira-Tore and Great Meteor”, financiado pelo programa PT02 – Gestão Integrada das Águas Marinhas e Costeiras do Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu (EEA Grants).
2015-08-05
2015-08-19
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. (IPMA) abre concurso, no prazo de 10 (dez) dias úteis a contar da data de publicação deste anúncio, para atribuição de uma bolsa de Investigação de nível 2 (Mestrado), no âmbito do projeto “BIOMETORE-Biodiversity in seamounts: the Madeira-Tore and Great Meteor”, financiado pelo programa PT02 – Gestão Integrada das Águas Marinhas e Costeiras do Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu (EEA Grants).
2015-08-05
2015-08-19
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. (IPMA) abre concurso, no prazo de 10 dias úteis a contar da data de publicação deste anúncio, para atribuição de uma bolsa de Técnico de Investigação, no âmbito do projecto Toxmass “Desenvolvimento e Implementação de Métodos de Detecção de Biotoxinas Marinhas por Espectrometria de Massa”, financiado pelo Programa Operacional Pescas - PROMAR.
2015-08-05
2015-08-19
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. (IPMA) abre concurso, no prazo de 10 dias úteis a contar da data de publicação deste anúncio, para atribuição de uma bolsa de investigação no âmbito do projeto TRANSPOLVO (Identificação das condições para transporte do polvo vivo por longos períodos a altas densidades).
2015-08-03
2015-08-17
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. (IPMA) abre concurso, no prazo de 10 dias úteis a contar da data de publicação deste anúncio, para atribuição de uma bolsa de Investigador com licenciatura (equivalente a BI) no âmbito do projeto Classificação e mapeamento de habitats marinhos em áreas de pesca da costa alentejana – HABITMAP financiado pelo PROMAR.
2015-07-28
2015-08-11
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. (IPMA) abre concurso, no prazo de 10 dias úteis a contar da data de publicação deste anúncio, para atribuição de uma bolsa de Técnico de Laboratório (equivalente a BTI) no âmbito do projeto Classificação e mapeamento de habitats marinhos em áreas de pesca da costa alentejana – HABITMAP financiado pelo PROMAR.
2015-07-28
2015-08-11
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. (IPMA) abre concurso, no prazo de 10 dias úteis a contar da data de publicação deste anúncio, para atribuição de uma bolsa de Técnico de Laboratório (equivalente a BTI) no âmbito do projeto Classificação e mapeamento de habitats marinhos em áreas de pesca da costa alentejana – HABITMAP financiado pelo PROMAR.
2015-07-28
2015-08-11
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P./IPMA abre concurso, no prazo de dez dias úteis, a contar da data de publicação deste anúncio, para atribuição de uma bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia, no âmbito do projeto BIOMETORE-Biodiversity in seamounts: the Madeira-Tore and Great Meteor”, financiado pelas EEA Grants, PT02_Aviso2_0001 (OBJETIVO EEA PT02 PA, Bom Estado Ambiental das águas marinhas e costeiras na Europa).
2015-07-24
2015-08-07
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P./IPMA abre concurso, no prazo de dez dias úteis a contar da data de publicação deste anúncio, para atribuição de uma Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT), no âmbito do Projeto “Criação de uma infraestrutura portuguesa para armazenar e disseminar dados Sentinel (IP Sentinel)”, ao abrigo da parceria entre o IPMA e a Direção-Geral do Território (DGT).
2015-07-24
2015-08-07

terça-feira, 4 de agosto de 2015

5390. Portugal enfrenta pior severidade meteorológica dos últimos 16 anos

Portugal está a enfrentar condições meteorológicas favoráveis a incêndios florestais como não se via há cerca de uma década e meia. E o calor promete apertar na generalidade do país nesta primeira metade de Agosto. Mas a protecção civil está confiante de que o combate aos incêndios está a funcionar.
O índice de severidade meteorológica – um dos que são normalmente utilizados para descrever as condições de risco para os fogos florestais – está mais elevado do que em 2003, 2005 e 2013, anos catastróficos em termos de área ardida em Portugal. “Este ano é o mais severo dos últimos 16 anos”, disse José Manuel Moura, responsável pelo Comando de Operações Nacional de Socorro da Protecção Civil, numa conferência de imprensa esta terça-feira. Os incêndios deste ano consumiram, até 31 de Julho, 28.781 hectares de matos e florestas, segundo o último relatório do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), divulgado esta terça-feira. Na década anterior (2005-2014), apenas dois anos tiveram maior área ardida até ao fim de Julho: 2005 (92 mil hectares) e 2012 (68 mil hectares).
Em 2014, ao longo de todo o ano arderam apenas 20 mil hectares – o menor valor desde que há registos sobre os fogos florestais em Portugal. Já este ano, tanto a área ardida, como o número de fogos até ao final de Julho ultrapassam os valores totais de 2014, mas estão próximos dos valores médios da década anterior. Houve 10.340 incêndios. A média entre 2005 e 2014 foi de 9961. Já a área ardida está ligeiramente inferior à média, que é de 29.467 hectares. José Manuel Moura afirma que as condições meteorológicas actuais são capazes de criar grandes problemas em pouco tempo. “Temos incêndios a arrancar em 20 minutos com uma força brutal”, afirma.
Mas o coordenador nacional das operações de socorro faz um balanço positivo do combate aos incêndios até agora. “Em nenhuma ocorrência tivemos um incêndio com mais de 24 horas”, justifica. O tempo médio para a primeira equipa de combate chegar a um incêndio é de cerca de 12 minutos. E, em média, os fogos têm vindo a ser controlados em 36 minutos. A “resposta musculada” aos fogos, segundo José Manuel Moura, tem feito com que muitos nem cheguem a ser notícia. Na prática, 79% dos incêndios são fogachos, com menos de um hectare de área ardida, segundo os números do ICNF.
Este ano, contam-se para já 43 incêndios com mais de 100 hectares. Os maiores ocorreram em Sever do Vouga, a 2 de Abril, com 1574 hectares de área ardida, e em Tomar, dia 7 de Julho, com 1580 hectares. O combate tem sido facilitado por um número menor de fogos ao mesmo tempo, em relação a outros anos. O maior volume de ocorrências diárias foi registado na Primavera, durante uma onda de calor que afectou parte do país entre 27 de Março e 7 de Abril. No dia 4, houve 217 incêndios – o maior número deste ano. Nos verões candentes de 2003 e 2005, chegou a haver mais de 400 ocorrências diárias.
Com a situação meteorológica deste ano, uma nova onde de calor pode complicar substancialmente o trabalho dos bombeiros. Desde Dezembro, tem caído menos chuva do que o normal. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) classificou todos os meses entre Dezembro e Junho como “secos” ou “muito secos”. Os dados para Julho ainda não estão publicados, mas dificilmente fugirão à regra. O mês de Agosto começou com 383 incêndios registados nos seus três primeiros dias. O mais problemático deflagrou em Oleiros na segunda-feira à tarde e foi dado como dominado na manhã seguinte. Entre 500 a 700 hectares de matos e florestas terão ardido, segundo estimativa da Câmara Municipal.
A previsão do IPMA para os próximos dez dias aponta para condições potencialmente mais problemáticas. O tempo deve-se manter quente e seco e a temperatura vai aumentar na generalidade do território continental no fim-de-semana. No domingo, os termómetros poderão chegar a 40 graus nalguns pontos do país.
Ricardo Garcia
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Fonte: PÚBLICO

domingo, 2 de agosto de 2015

5389. Domingo, 2 de Agosto (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Elvas – 37,5 ºC
Portel (Oriola) – 36,8 ºC
Amareleja – 36,6 ºC
Reguengos (S. Pedro do Corval) – 36,3 ºC
Mirandela – 36,3 ºC
Tomar (VAldonas) – 36,2 ºC
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Sintra (Colares) – 21,9 ºC
Viana do Castelo (Chafé) – 21,5 ºC
Porto (Aeroporto) – 21,4 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 21,0 ºC
Cabo Carvoeiro – 20,7 ºC
Cabo Raso – 19,5 ºC
Areeiro (Madeira) – 16,3 ºC
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Fonte: IPMA