sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

5615. Furacão Alex

Um alerta de furacão está em vigor para o Grupo Central do Arquipélago dos Açores (Ilhas do Faial, Pico, São Jorge, Graciosa e Terceira) e um aviso de tempestade tropical está em vigor para o Grupo Oriental do Arquipélago dos Açores (Ilhas de São Miguel e Santa Maria).
Discussão e perspectivas nas próximas 48 horas – Às 00h00_UTC, o centro do furacão Alex estava localizado perto da latitude 33,9º Norte e da longitude 27,8º Oeste. O furacão Alex está-se a mover em direcção ao norte, aproximadamente a 22 milhas por hora (35 km/h). Um deslocamento para norte com um aumento da velocidade é esperado esta noite e ao longo do dia de sexta-feira; para sábado espera-se que o furação gire para noroeste. Assim, o furacão irá atravessar o Arquipélago dos Açores ao longo desta sexta-feira.
Os ventos máximos do furacão rondam as 85 milhas por hora (140 km/h) com rajadas mais fortes. Poucas mudanças são esperados na força dos ventos ao longo desta sexta-feira; no entanto, Alex é provável que perca as suas características tropicais ainda durante esta sexta-feira.
Ventos com força de furacão estendem-se num raio até 25 milhas (35 km) do centro (olho) do furacão; ventos com força de tempestade tropical estendem-se num raio até 175 milhas (280 km) do centro do furacão. Santa Maria, nos Açores relatou rajadas de vento de até 45 milhas por hora (72 km/h) durante as últimas horas. A pressão central mínima estimada é de 981 milibares.
Perigos que podem ser sentidos em terra – Os ventos de força de tempestade tropical deverão começar a afectar o Arquipélago dos Açores a partir das próximas horas; ventos de força de furacão são esperados para as ilhas do Grupo Central do Arquipélago dos Açores na primeira metade do dia de hoje.
A velocidade do vento nos topos montanhosos e nas vertentes laterais expostas aos ventos das áreas mais elevadas são frequentemente até 30 por cento mais forte do que os ventos referidos atrás neste comunicado, podendo mesmo vir a ocorrer rajadas mais fortes pontualmente em alguns locais mais elevados.
Precipitação – O furacão Alex deverá produzir nesta sexta-feira acumulações totais de precipitação, no Arquipélago dos Açores, entre os 76,3 mm e os 127,0 mm, com possibilidade de serem atingidos os 177,8 mm em alguns locais. Estas precipitações poderão originar enchentes e deslizamentos de terra com risco de vida.
Tempestade no mar – Uma maré de tempestade perigosa deverá produzir inundações costeiras significativa perto e a leste do olho do furacão. Junto à costa, o aumento da ondulação poderá provocar grandes ondas destrutivas.

5614. Coimbra diz que Agência do Ambiente tenta branquear cheias do Mondego

O presidente da Câmara de Coimbra, Manuel Machado, disse hoje que a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) está a tentar "branquear responsabilidades" em relação às cheias do fim-de-semana naquela cidade. "No comunicado que ontem [na quarta-feira] distribuiu, a APA não explica e tenta branquear responsabilidades, num estranho conluio com a entidade que explora a barragem [da Aguieira]", no rio Mondego, afirmou Manuel Machado, que falava hoje à tarde durante a sessão da Câmara Municipal de Coimbra.
A APA afirma, num comunicado distribuído na quarta-feira, que a ocorrência de cheias no vale do Mondego, sobretudo na zona do Baixo Mondego, é uma "situação recorrente" e que acontece quando há períodos de grande precipitação. O aumento intenso e brusco dos caudais afluídos à albufeira da Aguieira desde a tarde de domingo até à madrugada do dia seguinte resultou da "intensificação da pluviosidade", que foi "superior às previsões", e "levou a um incremento dos caudais debitados, não só para garantir a segurança da barragem, como também para evitar o lançamento de caudais muito superiores mais tarde", refere a APA na mesma nota. O aumento do volume de caudais de água poderia "pôr em risco a segurança dos diques no Baixo Mondego e provocar assim inundações mais graves", justifica a APA.
A posição da APA foi divulgada depois de, também na quarta-feira, os presidentes das câmaras de Coimbra, Manuel Machado, da Figueira da Foz, João Ataíde das Neves, de Montemor-o-Velho, Emílio Torrão, e de Soure, Mário Jorge Nunes, terem exigido, em conferência de imprensa, informações sobre "o critério que enquadrou as descargas de água entre a madrugada de 09 de Janeiro e as 24:00 do dia 11".
Na reunião de hoje do executivo municipal de Coimbra, o presidente da Câmara voltou a referir os efeitos provocados pelas cheias no Baixo Mondego, resultantes de uma "subida abrupta" do nível das águas do rio (o volume de água "quase triplicou" num curto espaço de tempo), causando prejuízos elevados, sobretudo no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. "Custa-me acreditar em maldades, mas há razões para desconfiança e é muito difícil explicar" ao aumento do volume de água no Mondego, no fim-de-semana anterior, que "não seja explorar o recurso 'água'", sustentou o vereador do movimento Cidadãos por Coimbra (CpC), José Augusto Ferreira da Silva.
O vereador do CpC defendeu a criação de "uma comissão de inquérito", integrando, designadamente, representantes das autarquias e da administração central, para que seja possível tirar "conclusões sólidas", responsabilizar os culpados e "fazer contas" para que esta situação não se repita. "Exigimos que nos expliquem o que aconteceu e se andaram a brincar com os 'coitadinhos de Coimbra'", salientou o vereador eleito pela CDU, Francisco Queirós.
Perante as posições assumidas na reunião camarária de hoje, o vereador Paulo Leitão concluiu que existem "fortes indícios da prática de um crime ambiental na gestão da barragem da Aguieira", devendo, por isso, a Câmara comunicar ao Ministério Público para que averigúe o que realmente se passou".
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

5613. Furacão Alex

Fonte: ImapWeather

5612. Furacão Alex

De acordo com o Centro de Furacões de Miami, a tempestade tropical Alex intensificou-se sendo neste momento um furacão de categoria 1, prevendo-se um aumento da intensidade de vento e da agitação marítima, em especial nas ilhas do Grupo Central.
Nestas condições prevê-se a ocorrência de precipitação forte (superior a 60 mm/6h), vento muito forte (superior a 87 km/h) de leste rodando para sul, com rajadas até 130 km/h no Grupo Oriental e até 170 km/h no Grupo Central e agitação marítima forte, com ondas de leste/sueste de 6 a 8 m no Grupo Oriental e de 10 a 12 m do Grupo Central, podendo a onda máxima atingir os 18m.
O ciclone deverá começar a notar-se nas ilhas, sensivelmente a partir das 23h de hoje (14 de Janeiro), devendo atingir o máximo de intensidade entre as 05h e as 13 horas de amanhã.
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Fonte: IPMA

5611. PORTUGAL CONTINENTAL: Precipitação forte e persistente no período de 1 a 11 de janeiro 2016

No final de Dezembro 2015 (dias 28 a 31) registaram-se valores de precipitação superiores a 50 mm em alguns locais das regiões do Norte e Centro. A ocorrência de precipitação prolongou-se pelo início de Janeiro.
Nos primeiros onze dias de Janeiro ocorreram valores muito elevados da quantidade de precipitação nas regiões a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela, em especial nos dias 3 e 4 e nos dias 8 a 10 de Janeiro. Nestas regiões os valores acumulados da precipitação observados até ao dia 11 de Janeiro são cerca de 1.5 a 2 vezes o valor médio mensal de Janeiro. Os maiores valores acumulados de precipitação, considerando a rede meteorológica do IPMA, ocorreram em: Cabril, 475.5 mm; Penhas Douradas, 451.9 mm; Arouca, 419.2 mm; Lamas de Mouro, 395.9 mm; Luzim, 382.0 mm; Braga, 375.4 mm.
Neste período (1 a 11 de Janeiro) e nas regiões referidas, ocorreu precipitação em todos os dias. O número de dias chuvosos (precipitação ≥ 10 mm) variou entre 5 e 10 dias; e o número de dias muito chuvosos (precipitação ≥ 30 mm) variou entre 4 e 8 dias. Nos dias 3, 4 e 8 a 10 (5 dias) os valores de precipitação ocorridos correspondem a 70% a 90% do valor total no período de 11 dias. No dia 11 de Janeiro, a Norte do rio Mondego, os valores de percentagem de água no solo excederam a capacidade de campo, chegando em algumas regiões à saturação.
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Fonte: IPMA

5610. PORTUGAL CONTINENTAL: Depois da chuva, vem aí o frio

As temperaturas mínimas vão descer entre três e cinco graus Célsius de sexta-feira para sábado, prevendo-se tempo frio, disse à agência Lusa a meteorologista Madalena Rodrigues, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). “Para o fim-de-semana, estamos a prever uma descida da temperatura mínima entre três e cinco graus. A máxima não vai registar alterações significativas”, adiantou a meteorologista.

Madalena Rodrigues referiu que durante o dia de hoje vai ocorrer precipitação forte no Minho e Douro litoral devido à passagem de uma superfície frontal. “Esta situação vai progredindo de norte para sul, mas diminuindo de intensidade. Não se prevê precipitação forte na região sul. O vento será fraco a moderado do quadrante sul, rondado para o quadrante noroeste e soprando por vezes forte no litoral a norte do Cabo Carvoeiro e terras altas”, indicou.

Na sexta-feira, referiu a meteorologista do IPMA, prevê-se apenas alguma nebulosidade até ao final da manhã, mas depois deverá predominar o céu pouco nublado ou limpo. “Amanhã [sexta-feira], já teremos uma descida da temperatura mínima entre quatro a cinco graus nas regiões do litoral e dois a três nas restantes regiões. No sábado vamos ter uma nova descida da mínima”, adiantou.

De acordo com Madalena Rodrigues, no sábado prevêem-se valores negativos da temperatura mínima nas regiões do interior e mesmo no litoral vão situar-se entre um e cinco graus. “No sábado, a descida será em todo o território. A temperatura máxima não deverá ultrapassar os 13/14 graus”, disse.

O IPMA prevê para sábado temperaturas mínimas de quatro graus negativos nas Penhas Douradas, três negativos em Bragança, dois negativos na Guarda, quatro [positivos] em Lisboa e no Porto e oito em Faro. Quanto a domingo, a especialista do IPMA, adiantou que está prevista precipitação fraca e na segunda-feira calcula-se nova descida da temperatura.
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Fonte: TVI24

5609. AÇORES (/Grupos central e oriental): Avisos meteorológicos vermelhos


5608. Ciclone tropical Alex deve atingir Açores na noite de quinta-feira

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O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) informou hoje que o ciclone tropical Alex deve atingir os Açores no final do dia de quinta-feira, situação que pode originar fenómenos extremos de chuva, vento e agitação marítima. Em declarações à agência Lusa, pelas 20:00 (mais uma hora em Lisboa), a meteorologista Vanda Costa, da delegação regional dos Açores do IPMA, informou que o ciclone tropical “está sensivelmente a 1.260 quilómetros sul-sudoeste dos Açores, a deslocar-se para nordeste”.
“Nas próximas 48 horas deve manter a sua força e chegará aos Açores no final do dia de quinta-feira, prolongando-se até sexta-feira”, adiantou Vanda Costa, referindo que se prevê que o ciclone tropical atinja os grupos central (ilhas do Faial, Pico, Terceira, Graciosa e São Jorge) e oriental (São Miguel e Santa Maria) do arquipélago. A meteorologista explicou que um ciclone é “uma depressão cujos ventos atingem velocidade elevada e, por norma, inclui precipitação”, salientando que “é uma situação que poderá originar fenómenos extremos de chuva, vento e de agitação marítima”.
Segundo Vanda Costa, “este ciclone tropical Alex é, desde 1978, o primeiro a formar-se em Janeiro, de acordo com o National Hurricane Center, sediado em Miami, Estados Unidos da América”. “É, também, apenas o quarto conhecido no mês de Janeiro desde que há registos, ou seja, desde 1851″, afirmou Vanda Costa, acrescentando que “nas próximas horas o IPMA prevê emitir avisos meteorológicos de acordo com o evoluir da situação”.
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

5607. Estimativa climática (Resumo)

Em Setembro de 2015 foi apresentada uma estimativa (postagem 5444)  para para as estações do Ranking Meteorológico Europeu sobre a provável evolução das temperaturas máximas diárias acumuladas, temperaturas mínimas diárias acumuladas e precipitações máximas diárias acumuladas, ao longo do quarto trimestre de 2015 (OUTONO). Terminado o período para o qual foram feitas as previsões, apresentam-se os quadros de apuramento final com os dados acertados.


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SÍNTESE RELATIVAMENTE AOS APURAMENTOS
(percentagem de acerto nas previsões)
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4º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 61 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 16 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
3º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 52 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
2º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 40 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
1º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 59 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
4º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 68 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 68 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 44 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
3º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 55 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 76 %
2º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 61 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 36 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 4 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
1º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 56 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
4º Trimestre de 2013 (MÉDIA = 62 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 48 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 16 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
3º Trimestre de 2013 (MÉDIA = 58 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 24 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

5606. PORTUGAL: Dados ponderados para dia 31 de Dezembro de 2015

Ranking Meteorológico para Portugal
Janeiro/2015 a Dezembro/2015 
(Últimos doze meses) 
ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 5494
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Desvios em relação ao normal 
(considerando os dados desde MARÇO/2007) 
acima do normal > 0; normal = 0; abaixo do normal < 0
  • Simbologia a verde = subiu de valor (Mais quente/Mais húmido no último trimestre) 
  • Simbologia a encarnado = desceu de valor (Mais fresco/Mais seco no último trimestre)
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Temperaturas máximas diárias acumuladas
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VALORES POSITIVOS
 Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de temperatura máxima diária
superiores ao normal
 VALORES NEGATIVOS
 Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de temperatura máxima diária
inferiores ao normal
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Precipitação máxima diária acumulada
 * * *
VALORES NEGATIVOS
Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de precipitação máxima diária
 inferiores ao normal
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A análise dos quadros representados acima permite constatar que, em 31 de Dezembro de 2015, e tendo em conta os últimos doze meses, tínhamos as seguintes situações referente às estações meteorológicas portuguesas representadas no painel do Weatheronline:
-em relação às temperaturas máximas diárias acumuladas diariamente, os valores estavam acima do normal apenas nas estações meteorológicas das Flores e das Lajes/Terceira, no Arquipélago dos Açores, e em Viana do Castelo, em Portugal Continental. Todas as outras estações meteorológicas portuguesas acumularam, nos últimos doze meses, valores de temperatura máxima diária inferiores ao normal esperado para cada uma das estações meteorológicas; relativamente ao registado três meses antes, a estação meteorológica de Faro passou do grupo das estações meteorológicas com valores acumulados de temperatura máxima superiores ao normal para o grupo das estações meteorológicas com valores acumulados de temperatura máxima inferior ao normal.
Os três valores mais baixos referiram-se às estações meteorológicas de Beja, Aeroporto da Madeira e Funchal (estações meteorológicas com maior desfasamento em relação às temperaturas máximas acumuladas entre Janeiro e Dezembro de 2015 e os valores normais que seriam de esperar no mesmo período nessas estações meteorológicas).
No último trimestre (Outubro a Dezembro de 2015), quase todas as estações meteorológicas portuguesas representadas no WeatherOnline mantiveram ou viram diminuir os seus dados relativamente aos valores normais; as excepções dizem respeito unicamente às três estações meteorológicas do Arquipélago da Madeira (trimestre relativamente quente), que aproximaram-se dos valores normais embora continuem a ser relativamente inferiores ao que seria normal. As estações meteorológicas do litoral oeste e do sul, bem como das Lajes/Terceira foram onde se acentuou o desfasamento, pela negativa, relativamente aos valores normais.
-relativamente às precipitações máximas diárias acumuladas diariamente ao longo dos últimos doze meses, a situação em 31 de Dezembro de 2015 mostra todas as estações meteorológicas portuguesas com valores inferiores ao normal neste indicador (precipitações máximas diárias acumuladas diariamente ao longo dos últimos doze meses), repetindo uma situação que já se registava três meses antes.
Os três valores mais desfasados dos valores normais correspondiam às estações meteorológicas de Santa Maria, no Arquipélago dos Açores, e de Viseu e Penhas Douradas, em Portugal Continental (estações meteorológicas com maior desfasamento em relação às precipitações máximas diárias acumuladas diariamente entre Janeiro e Dezembro de 2015).
No entanto, no último trimestre (Outubro a Dezembro de 2015), quase todas as estações meteorológicas portuguesas registaram valores idênticos ou uma recuperação para valores mais próximos dos valores normais, o que revelou uma tendência para o desagravamento do desfasamento relativamente ao que é normal registar-se. Apenas a estação meteorológica de Porto Santo, no Arquipélago da Madeira, registou um aumento, em termos negativos, do intervalo entre a precipitação máxima diária acumulada diariamente e o normal que seria de esperar que tivesse ocorrido.

5605. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média nos últimos 12 meses até 31.12.2015)

(Actualização da postagem número 5485)
BALANÇO ENTRE 01.01.2015 E 31.12.2015
 Estações com maiores desvios de temperaturas 
(Temperatura máxima absoluta acumulada diariamente)  
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 BALANÇO ENTRE 01.01.2015 E 31.12.2015
Estações com maiores desvios de temperaturas
(Temperatura mínima absoluta acumulada diariamente)
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BALANÇO ENTRE 01.01.2015 E 31.12.2015
Estações com maiores desvios de precipitação
 (Precipitação máxima acumulada diariamente)
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5604. Cheias no Mondego: Estação do Foja não funcionou

A Agência Portuguesa do Ambiente esclareceu que a Estação do Foja ainda não entrou em funcionamento porque não foi atingida a cota prevista para esta operação, que vem sendo reclamada por autarcas para evitar cheias no Vale do Mondego. "Esclarece-se de que a bomba da estação do Foja, que neste momento se encontra operacional, ainda não entrou em funcionamento porque ainda não foi atingida a cota prevista para esta operação (2,30m)", disse a agência.
De acordo com fonte da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), está tudo preparado para que a bomba seja ligada, assim que se atingir a referida cota. "Neste momento, a cota de inundação no campo situa-se em 2,15 m, não havendo corte de comunicações, pelo que ainda não se justifica a sua entrada em funcionamento para drenar simplesmente campos de arroz, em pousio nesta época do ano", acrescentou.
Ao início da tarde de segunda-feira, o presidente da câmara de Montemor-o-Velho, Emílio Torrão, criticou a APA, questionando o porquê da chamada Estação do Foja [sistema de bombagem que pode retirar água do rio Foja, afluente da margem direita do Mondego e despejá-la no leito principal do rio] não estar a funcionar. "Devem estar em poupança de energia porque as bombas estão paradas. Quando temos água a mais não actuam, só o fazem no limite, quando a cheia já é irreversível. Lamentavelmente, estamos num país de faz de conta", acusou.
O autarca de Montemor-o-Velho apontou ainda o dedo à EDP, por ter deixado encher a barragem da Aguieira e estar a fazer descargas que põem em risco as populações do vale do Mondego. "Não compreendemos e não aceitamos que sejamos confrontados ao início da manhã de hoje [segunda-feira] com esta situação de cheia iminente. Quem gere a barragem da Aguieira não a pode deixar encher e depois largar a água como se não houvesse pessoas e bens a jusante. Não há o mínimo respeito pelas populações", referiu.
Por sua vez, a EDP veio garantir que a barragem da Aguieira cumpriu a sua função de contenção de caudais de cheia, apesar da subida brusca que foi registada ao longo do fim-de-semana. "A barragem da Aguieira cumpriu, mesmo com a subida brusca dos caudais afluentes ocorrida neste fim-de-semana, a sua função de contenção de caudais de cheia. Mesmo com picos entre 1.500 e os 1.600 metros cúbicos, ocorridos na madrugada de 10 para 11 de Janeiro, o caudal máximo lançado na Raiva foi de 1.100 metros cúbicos e durante apenas um período de duas horas", alegou.
A EDP sublinhou ainda que "fez uma exploração controlada e com segurança, tendo sempre como primeira preocupação a minimização de danos gravosos nas populações". "A exploração do sistema Aguieira/Raiva/Fronhas é feita em articulação com a Agência Portuguesa do Ambiente, a quem compete a decisão final no que respeita aos caudais lançados pela Raiva que se reflecte na exploração da Aguieira. Compete-lhes também o aviso às diversas entidades, no que possam ser afectadas", concluiu.
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Fonte: TVI24

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

5603. PORTUGAL CONTINENTAL (Precipitação acumulada_10.01.2016)


5602. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média no 4º Trimestre de 2015)

4º TRIMESTRE DE 2015
Estações com maiores desvios de temperaturas
(temperatura máxima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal no 4º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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4º TRIMESTRE DE 2015
Estações com maiores desvios de temperaturas
(temperatura mínima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal no 4º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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4º TRIMESTRE DE 2015
Estações com maiores desvios de precipitação
(precipitação máxima acumulada diariamente)
comparação ao normal no Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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5601. Segunda-feira, 11 de Janeiro (00h00)

Intensidade da precipitação às 00h00
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Fonte: IPMA
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Superfície frontal fria em deslocamento para sueste, atravessando o centro-sul do continente. Nas próximas horas, a superfície frontal fria atravessará o Alentejo; às primeiras horas da manhã atravessará o Algarve.

5600. Cheias e inundações: as imagens dos estragos provocados pelo mau tempo no norte e centro

domingo, 10 de janeiro de 2016

5599. Mau tempo no Norte do continente

O Centro de Previsão e Prevenção de Cheias (CPPC) do rio Douro alertou este domingo para a possibilidade de inundações nas ribeiras do Porto e de Vila Nova de Gaia, devido ao mau tempo em conjugação com a preia-mar.
"As condições de preia-mar de marés vivas com ondulação do quadrante oeste de quatro a cinco metros de altura previstas às 15h11 horas locais, retarda os caudais de escoamento no troço do rio Douro da Foz a Crestuma, podendo agravar as necessidades de descarga da albufeira de Crestuma, com possível inundação na Ribeira do Porto/Gaia, de Miragaia e Alfândega, situação que será acompanhada", pode ler-se no comunicado enviado pelo CPPC. "Há uma tendência de subida e vamos acompanhar nas próximas horas", disse à Lusa a mesma fonte, realçando que a preia-mar estaria a ocorrer nesse momento.
Já do lado de Gaia, o Comandante da Protecção Civil alertou para a possibilidade de, durante a preia-mar a partir das 15h00, as águas do Douro poderem subir, afectando as áreas ribeirinhas do concelho. Segundo Salvador Almeida, há várias equipas em toda a orla fluvial de Gaia "a alertar as pessoas para estarem atentas" a uma subida do rio Douro.
Baixa de Amarante inundada – O rio Tâmega, em Amarante, atingiu este domingo de manhã a praça mais baixa da cidade, provocando prejuízos em alguns estabelecimentos de restauração, disse à Lusa a protecção civil local. O nível do rio atingiu os 6,3 metros.
Aluimento de terras na Maia – O mau tempo e as chuvas intensas causaram a inundação do parque de estacionamento do centro comercial Maia Jardim, na Maia (Porto), que acabou por ser evacuado e encerrado, disse à Lusa o Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS) do Porto.
Estradas cortadas na Trofa – O mau tempo obrigou este domingo ao corte de trânsito na Estrada Nacional (EN) 14 e da 104, à passagem pelo concelho da Trofa, distrito do Porto, informou à Lusa fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR) local.
Tornado em Matosinhos – Quatro pessoas ficaram desalojadas este domingo na sequência de estragos feitos por um tornado em Matosinhos.
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5598. PORTUGAL CONTINENTAL: Instabilidade no norte e centro

Imagem de Satélite às 17h00
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Fonte: SAT24

sábado, 9 de janeiro de 2016

5597. Sábado, 9 de Janeiro (15h00): Temporal no litoral norte e centro

Imagem de Satélite às 15h00
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"CopyRight Eumesat 2016"

5596. Ranking Meteorológico Europeu (ACUMULADO)



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(Actualização da postagem nº 5467)
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Nestes quadros de dados mostra-se que, relativamente às estações meteorológicas portuguesas representadas no Weatheronline, o período de um ano, compreendido entre Janeiro e Dezembro de 2015, ficou caracterizado, relativamente às temperaturas máximas diárias, pelo predomínio de estações meteorológicas que acumularam valores inferiores ao esperado ao longo dos doze meses (ano mais fresco que o normal, tendo em conta a variação média verificada no conjunto de todas as estações meteorológicas europeias registadas no portal do WeatherOnline) na maior parte das estações meteorológicas; só as estações meteorológicas das Flores e de Angra do Heroísmo, no Arquipélago dos Açores, e de Viana do Castelo, Ovar, Cabo Carvoeiro, Évora e Faro, em Portugal Continental, e do Porto Santo, no Arquipélago da Madeira, tiveram um comportamento inverso e registaram doze meses relativamente igual ou mais quente que o normal. A estação meteorológica do Funchal, no Arquipélago da Madeira, manteve-se inalterável relativamente à posição que ocupava há um ano, ou seja, tive uma evolução normal com a média registada em todo o continente europeu.
No quarto trimestre de 2015, destacam-se as estações meteorológicas de Ovar e Cabo Carvoeiro, em Portugal Continental, e do Porto Santo, no Arquipélago da Madeira, por terem registado valores relativamente acima da média (tiveram uma acumulação de temperaturas máximas superior ao normal, ou seja, registaram um trimestre relativamente mais quente que o esperado).
Já as estações meteorológicas da Horta, Horta/Faial, Lajes/Terceira e Santa Maria, no Arquipélago dos Açores, do Porto/Pedras Rubras, Vila Real, Coimbra, Maceda, Monte Real, Lisboa, Lisboa/Geofísico, Alverca do Ribatejo, Montijo, Portalegre, Sines/Montes Chãos e Beja/Base Aérea, em Portugal Continental, registaram valores relativamente abaixo da média (tiveram uma acumulação de temperaturas máximas inferiores ao normal, ou seja, tiveram um trimestre relativamente mais fresco que o esperado, quando comparado com o que sucedeu na média das estações meteorológicas europeias).
No que concerne à precipitação, considerando o último ano compreendido entre Janeiro e Dezembro de 2015, se considerado o parâmetro relativamente à quantidade máxima de precipitação em 24 horas, acumulado ao longo de doze meses consecutivos, tendo em conta a média registada por todas as estações meteorológicas europeias registadas no portal do WeatherOnline, realce para, em Portugal Continental, o predomínio de um ano mais húmido que o normal nas estações meteorológicas localizadas no litoral oeste e para o predomínio de um ano mais seco que o normal nas estações meteorológicas localizadas no interior.
Verificou-se que as estações meteorológicas das Lajes/Terceira e Ponta Delgada, no Arquipélago dos Açores, em Viana do Castelo, Porto/Pedras Rubras, Ovar, Monte Real e Sagres, em Portugal Continental, no Aeroporto da Madeira, no Arquipélago da Madeira, o ano foi relativamente húmido, uma vez que o parâmetro atrás referido registou valores superiores ao normal. Já nas estações meteorológicas da Horta e Santa Maria, no Arquipélago dos Açores, Bragança, Vila Real, Viseu, Penhas Douradas, Coimbra, Castelo Branco, Cabo Carvoeiro, Lisboa, Lisboa/Geofísico, Portalegre, Montijo, Évora, Sines/Montes Chãos, Beja, Base Aérea de Beja e Faro, em Portugal Continental, e do Porto Santo e Funchal, no Arquipélago da Madeira, o ano foi relativamente seco, uma vez que o parâmetro atrás referido registou valores inferiores ao normal.
No quarto trimestre de 2015, destacam-se as estações meteorológicas de Ponta Delgada, no Arquipélago dos Açores, de Viana do Castelo, Porto/Pedras Rubras, Ovar, Monte Real e Sagres, em Portugal Continental, e do Aeroporto da Madeira, no Arquipélago da Madeira, por terem registado valores relativamente superiores à média (tiveram uma acumulação de registos, de precipitação máxima em 24 horas, superiores ao normal), tendo tido um trimestre húmido.
Pelo contrário, as estações meteorológicas da Horta, no Arquipélago dos Açores, de Bragança, Vila Real, Castelo Branco, Cabo Carvoeiro, Lisboa/Geofísico, Montijo, Évora, Beja e Base Aérea de Beja, em Portugal Continental, e do Porto Santo, no Arquipélago da Madeira, registaram valores relativamente inferiores à média (tiveram uma acumulação de registos, de precipitação máxima em 24 horas, inferiores ao normal), tendo tido um trimestre seco.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

5593. PORTUGAL CONTINENTAL: Previsão do estado do tempo entre 7 e 11 de Janeiro

O estado do tempo no Continente, entre os dias 7 e 11 de Janeiro, será influenciado por um fluxo forte de sudoeste com transporte de ar quente e húmido associado a ondulações frontais que se deslocam no Atlântico em direcção às ilhas Britânicas.
Prevê-se precipitação persistente que atingirá de forma mais significativa as regiões a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela e, em especial nos dias 8 e 11. Nos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Vila Real, Viseu e Guarda e, em especial nas zonas e montanhosas, os valores da precipitação acumulada no período entre 7 e 11 poderão ultrapassar 200 mm.
No final do dia 8 e no dia 9, haverá queda de neve nos locais acima de 1400 metros, no dia 10, só deverá ocorrer na Serra da Estrela a cotas acima de 1600 metros e dia 11 prevê-se que a cota desça gradualmente até 800/1000 metros.
O vento predominará de sudoeste soprando forte e com rajadas até 80 km/h no litoral oeste e até 100 km/h nas terras altas.
Na costa ocidental, a norte do Cabo Raso, prevê-se ondas do quadrante oeste com 4 a 5 metros de altura significativa.
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Fonte: IPMA

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

5592. Ranking Meteorológico Europeu (4º Trimestre de 2015)

Totais acumulados e percentagem de desvio em relação ao normal

TEMPERATURA MÁXIMA DIÁRIA

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TEMPERATURA MÍNIMA DIÁRIA

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PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA

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Uma primeira análise sintética aos dados para as estações meteorológicas portuguesas permite concluir que, no registo das temperaturas máximas observadas diariamente ao longo do trimestre, todas as estações de Portugal WeatherOnline (com excepção de Porto Santo), apresentaram valores acumulados iguais ou inferiores à média esperada para o quarto trimestre de 2015, traduzindo um trimestre mais fresco do que é normal; Porto Santo foi a estação meteorológico onde ocorreu o oposto, ou seja, acumulou valores superiores à média esperada para todo o trimestre.
No que se refere aos máximos diários de precipitação acumulados ao longo do quarto trimestre de 2015, os valores da maior parte das estações portuguesas ficaram abaixo dos valores normais esperados para o conjunto dos três meses do trimestre; apenas as estações meteorológicas das Flores, Lajes/Terceira, Viana do Castelo, Penhas Douradas, Portalegre e Sagres tiveram um acumulado de máximos diários de precipitação acima do que é normal neste quarto trimestre de 2015.
Os presentes dados referem-se ao quarto trimestre do ano de 2015. Os dados entre parênteses correspondem ao desvio em relação à média para o quarto trimestre do ano, calculado com base nos valores registados desde 2007 (acumulação de temperatura máxima diária e precipitação máxima diária) e 2010 (acumulação de temperatura mínima diária). A cor verde assinala que, no referido trimestre, a estação meteorológica registou valores superiores ao que é normal no trimestre, enquanto a cor vermelha significa que a estação meteorológica registou valores inferiores ao que é normal para o trimestre.
Os dados estatísticos assinalam uma pontuação elaborada a partir do WeatherOnline, atribuindo uma pontuação de 10 a 1 a cada estação meteorológica que se posicionou nos 1º a 10º lugar no ranking diário de temperaturas máximas e mínimas e de precipitação acumulada em 24 horas, no conjunto de todas as estações meteorológicas da Europa, consideradas no seu conjunto como padrão de comparação. Todos os dados vão sendo actualizados e disponíveis livremente em ficheiro Excel no Grupo Yahoo TEMPOGERO.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

5591. PORTUGAL CONTINENTAL: Mau tempo está a afetar quinze distritos

Várias regiões do país estão esta terça-feira em alerta devido à queda de neve. A Autoridade Nacional de Protecção Civil tinha alertado na segunda-feira a população para a adopção de medidas preventivas devido às previsões de chuva, neve e agitação marítima para os próximos dias.
Num aviso à população, a Protecção Civil referiu que, para os próximos dias, está prevista a queda de neve nas regiões do norte acima dos 800 metros e formação de geada durante a noite, sendo expectável desconforto térmico devido à descida acentuada da temperatura mínima, sobretudo nas terras altas, associada ao vento forte.
Granizo cai em Lisboa – Ao início da tarde, em Lisboa, a população foi surpreendida pela queda de granizo, associada à chuva e ventos fortes que têm fustigado a capital durante todo o dia. Pequenas pedras de gelo, com cerca de 0,5 cm de diâmetro caíram um pouco por toda a cidade.
Estradas cortadas na Serra da Estrela – A queda de neve na Serra da Estrela levou esta terça-feira às 13h00 ao encerramento de mais troços, depois de a circulação automóvel estar já proibida em algumas das vias que atravessam o maciço central daquela montanha. De acordo com fonte do Centro de Limpeza de Neve dos Piornos, às 13h00 foi encerrado o troço entre Sabugueiro e Gouveia, Gouveia/Penhas Douradas e Manteigas. "Continua a nevar com intensidade e a cotas mais baixas e por isso não estavam reunidas as condições de segurança para a circulação", especificou. Já esta terça-feira, a estrada Piornos-Torre-Lagoa Comprida, na Serra da Estrela, foi encerrada ao trânsito às 04h30 desta terça-feira devido à queda de neve, disse à agência Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Castelo Branco. Segundo a fonte, no terreno estão cinco limpa-neves que têm estado a proceder ao trabalho de limpeza das vias desde que começou a nevar.
Estradas fechadas em Viseu – A queda de neve na Serra de Montemuro, no norte do distrito de Viseu, obrigou esta terça-feira de manhã ao corte de uma estrada nacional e de duas municipais, disse à agência Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro.
Constrangimentos em Montalegre – A queda de neve está a causar esta terça-feira alguns constrangimentos em Montalegre, onde o transporte escolar não se vai efectuar da zona de Pitões das Júnias por motivos de segurança, disse fonte do município. O Agrupamento de Escolas Dr. Bento da Cruz, em Montalegre, decidiu suspender as actividades lectivas a partir das 13h45 nos seus estabelecimentos de ensino devido à neve que cai com alguma intensidade no concelho. Na página da internet do agrupamento, a direcção informa que a decisão de encerrar as escolas à tarde foi tomada devido "às condições climatéricas adversas" e em articulação com a protecção civil municipal.
Grande nevão na Lousã – O ponto mais alto da Serra da Lousã, Trevim, está coberto de neve, naquele que é o primeiro nevão deste Inverno, disse à agência Lusa o comandante dos Bombeiros Municipais da Lousã. Segundo João Melo, às 15h50 nevava com intensidade a partir da aldeia do Candal, a 740 metros de altitude.
Seis centímetros de neve em Melgaço – Um manto com cerca dez centímetros de neve cobre as freguesias de Lamas de Mouro e Castro Laboreiro, em Melgaço, após o primeiro nevão deste inverno, disse à Lusa fonte da Protecção Civil municipal. Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Melgaço, Manoel Batista, adiantou que "a neve começou a cair cerca das 08h10, em Castro Laboreiro e já chegou a Lamas de Mouro". "Está a nevar com bastante intensidade", afirmou o autarca.
Neve corta estrada em Arcos de Valdevez – A queda de neve cortou esta terça-feira o acesso à freguesia de Padroso, em Arcos de Valdevez, obrigando à intervenção dos serviços municipais de protecção civil para limpeza da via, disse à Lusa o vereador com aquele pelouro. Em declarações à agência Lusa, Olegário Gonçalves adiantou que "o alerta foi dado cerca das 08h30, tendo sido deslocados para o local meios dos serviço municipais de protecção civil para garantir o acesso àquela freguesia de montanha", situada nas proximidades do concelho vizinho de Paredes de Coura, distrito de Viana do Castelo. O vereador com a área da protecção civil adiantou que "também já neva na freguesia da Gavieira", inserida na área do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG). "Está a nevar na Gavieira mas as estradas ainda estão transitáveis", afirmou o responsável.
Escolas encerram em Boticas e Castro Daire – Dezenas de alunos da zona mais alta do concelho de Boticas vão regressar mais cedo a casa esta tarde devido à queda de neve que está a condicionar este território, disse o presidente da autarquia. Fernando Queiroga afirmou à agência Lusa que o município decidiu vai mandar regressar mais cedo a casa os cerca de 60 alunos da zona de Alturas, por uma "questão de precaução" devido à neve que cai desde as 09h00 neste concelho do distrito de Vila Real. Outras três escolas básicas do concelho de Castro Daire fecharam ao início da tarde de hoje devido à queda de neve, disse à agência Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Viseu. A mesma fonte referiu que, a partir das 12h00, as escolas de Picão, Carvalhas e Mezio "fecharam por precaução e as crianças foram transportadas para casa".
Tenda de eventos destruída na Nazaré – Uma tenda de grandes dimensões foi destruída pelo vento, na Praia da Nazaré, onde a estrutura esteve instalada para acolher um presépio feito com 25 toneladas de areia e, posteriormente, os festejos de passagem de ano. "A estrutura, de lona e ferro, ficou completamente destruída e foi arrastada pelo areal, causando danos num contentor balneário de apoio às actividades desportivas", disse à agência Lusa o presidente da Câmara da Nazaré, Walter Chicharro. O arrastamento da tenda ocorreu no areal, sem afectar a marginal da Nazaré, onde "o trânsito esteve momentaneamente condicionado por precaução", afirmou o presidente.
Aluimento de terras na Maia – O mau tempo provocou esta terça-feira a queda de um muro e o aluimento de terras na Maia, distrito do Porto, atingindo duas viaturas, disse à Lusa fonte dos bombeiros locais.
Mau tempo marca o início da semana – Esta segunda-feira, de acordo com o alerta emitido pela Protecção Civil, a chuva e os ventos fortes fustigaram a zona Norte e Centro do País. Em Águeda, Trofa, Vila Real e Braga, cheias, inundações e até uma derrocada assustaram as populações e obrigaram ao corte de muitas estradas.
Comboio embateu contra árvore em Pombal – A queda de uma árvore na linha do Norte, no concelho de Pombal, danificou esta terça-feira um comboio e está a afectar a circulação ferroviária, mas não há vítimas a registar, informou fonte da Comboios de Portugal (CP). Este é um dos principais constrangimentos na circulação ferroviária provocados pelo mau tempo que se tem feito sentir nos últimos dias.
Estrada Nacional 2 reabre após derrocada – O troço da Estrada Nacional 2 (EN2) em Parada de Cunhos, Vila Real, reabriu às 18h00 desta terça-feira com circulação alternada, depois de cortada ao trânsito na segunda-feira devido a uma derrocada, disse a Infraestruturas de Portugal. O mau tempo, nomeadamente a forte precipitação, que se fez sentir na segunda-feira, no distrito de Vila Real provocou uma derrocada na EN2, na zona de Parada de Cunhos, entre Vila Real e Santa Marta de Penaguião, que destruiu um anexo agrícola de uma moradia que foi também afectada, o que obrigou ao realojamento de um homem de 66 anos. Esta derrocada arrastou muito entulho para a EN2, o que conjuntamente com o forte caudal de água que descia a encosta, obrigou ao corte da estrada.
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5590. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável

Carta de 50 hPa prevista para
Terça-feira, 5 de Janeiro de 2015_15h00UTC
Fonte: MeteoPT
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O estado do t6empo em Portugal Continental estará hoje condicionado pela presença de um núcleo de ar muito frio em altitude (temperaturas inferiores a – 30 ºC aos 500 hPa, aproximadamente a 5500 metros de altitude) que afecta as regiões do norte, centro, Grande Lisboa, Península de Setúbal e Alto Alentejo, associado a um centro de baixas pressões em superfície centrado no mediterrâneo ocidental.
Assim, Portugal Continental estará sob a influência de linhas de instabilidade muito instáveis, procedentes de noroeste e que cruzam o território do continente, de norte para sul e do litoral para o interior, dando origem a períodos de céu muito nublado e ocorrência de aguaceiros, pontualmente fortes e acompanhados de trovoadas e de granizo. A temperatura do ar tenderá a baixar significativamente, sobretudo as temperaturas diurnas, favorecendo a queda de neve a cotas relativamente baixas nas regiões do norte e centro.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

5589. PORTUGAL CONTINENTAL: Mau tempo nas regiões do norte e centro

O mau tempo obrigou ao corte de várias estradas nos distritos de Vila Real, Porto e Aveiro, nomeadamente nas zonas de Aveção do Cabo e de Parada de Cunhos (Vila Real), Vilarinho de Cotas (Alijó), Trofa (Porto) e Águeda (Aveiro).
O tenente-coronel José Faria, do comando distrital da GNR de Vila Real, referiu que alguns desmoronamentos levaram ao corte de três estradas no distrito transmontano, que esta segunda-feira está a ser afectado por uma forte precipitação. De acordo com o oficial, com o trânsito cortado está a Estrada Nacional (EN) 304, que liga a Campeã (Vila Real) a Mondim de Basto, na zona de Aveção do Cabo, sendo a alternativa a via que atravessa esta mesma localidade. Também a Estrada Municipal (EM) 585 foi interrompida nos dois sentidos devido ao deslizamento de terras para a via. A alternativa é a EN 323-3.
Desde esta manhã que a EN2, entre Parada de Cunhos e a Cumieira, está também cortada devido a um desmoronamento para a via, que tem como alternativa a EM 1244 em Pomarelhos, que tem saída para o Itinerário Principal 4 (IP4) em Arrabães. Segundo José Faria, o mau tempo condicionou a EN 312, na zona de Cerva, Ribeira de Pena, onde a circulação rodoviária se faz de forma alternada. Para estes locais, foram mobilizados meios da Infraestruturas de Portugal e a protecções civis municipais para a limpeza e desobstrução das vias.
O mau tempo obrigou, também, ao corte do trânsito numa segunda estrada nacional de acesso à Trofa, a EN104, depois de anteriormente ter levado à supressão de circulação noutra rodovia da zona, a EN14, informaram as autoridades locais. Fonte da GNR da Trofa indicou que as estradas nacionais 14 (Famalicão-Maia) e 104 (Vila do Conde-Santo Tirso) estão cortadas à passagem pelo concelho da Trofa, distrito do Porto, sendo que o tráfego está a ser feito por vias alternativas.
Já os Bombeiros Voluntários da Trofa acudiram a dois alertas de pessoas que ficaram retidas nas inundações. A primeira ocorrência desta natureza foi registada às 14:45 quando um motociclista "insistiu" em atravessar a rua CEE apesar do alerta de perigo, tendo sido arrastado até conseguir agarrar-se a um objecto que se encontrava na estrada. A mesma fonte dos bombeiros locais indicou que a vítima, um homem de cerca de 35 anos, foi conduzido ao Centro Hospitalar de Vila Nova de Famalicão em estado de hipotermia, enquanto o veículo continua desaparecido. Estiveram envolvidos no resgate dois veículos e quatro bombeiros. O trânsito está também condicionado na rua das Indústrias e na rua 16 de Maio.
No distrito de Aveiro, a subida do nível das águas levou ao corte da circulação em três estradas e à derrocada de algumas barreiras devido à chuva intensa, mas sem a dimensão das cheias de outros anos. Segundo disse à Lusa o vice-presidente da Câmara de Águeda, a situação “é habitual” em períodos de chuva, sendo acompanhada pelos Serviços Municipais de protecção Civil, Bombeiros e GNR.
“O rio subiu devido à chuva forte que se fez sentir nas encostas do Caramulo e temos algumas ruas inundadas, onde isso é frequente”, disse à Lusa Jorge Almeida. De acordo com o autarca, registaram-se ainda derrocadas de algumas barreiras e de um muro, situações essas que estão a ser resolvidas pela Protecção Civil Municipal que, durante a tarde, procedeu igualmente à remoção de material lenhoso que se encontrava a boiar no Rio. “Andámos durante a tarde a desimpedir a passagem da água junto à Ponte de Águeda, onde se acumulam detritos florestais e está tudo limpo”, esclareceu.
Tranquilidade é a palavra usada pelo comandante dos Bombeiros de Águeda para descrever a situação, tanto mais que a chuva intensa “parou há algumas horas e a tendência do Rio vai ser de descer o caudal”. Segundo disse à Lusa, apenas a zona do Sardão, como é frequente, ficou inundada, o que levou ao corte de algumas estradas, como ocorre em situações semelhantes. “A parte comercial da baixa de Águeda não foi atingida, mas apenas a zona do Sardão e não tivemos nenhum pedido de auxílio por parte de particulares, sendo, até agora, uma cheia perfeitamente normal”, considerou. O comandante dos Bombeiros esclareceu que, por precaução, será mantido o alerta e foi reforçado o piquete da Corporação com mais homens.
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Fonte: TVI24

domingo, 3 de janeiro de 2016

5588. PORTUGAL CONTINENTAL: Análise sinóptica e tendência do estado do tempo

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2016_12h00UTC
Fonte: MetOffice
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O estado do tempo em Portugal Continental está esta semana condicionado pela aproximação e passagem de sucessivos sistemas frontais associados ao deslocamento de borrascas atlânticas que se dirigem para leste e que estendem o seu raio de acção sobre a Península Ibérica.

Assim, desde hoje que o sector quente de um desses sistemas frontais está a condicionar o estado do tempo em todo o continente, provocando o aumento de nebulosidade e a ocorrência de precipitação.

Para amanhã espera-se a aproximação e passagem, a partir da tarde, da superfície frontal fria associada ao sistema frontal, pelo que a precipitação irá persistir, podendo tornar-se moderada a forte nas regiões no litoral norte e centro; o vento será moderado, inicialmente de sudoeste e rodando depois para noroeste, podendo soprar forte, com rajadas, no litoral oeste e nas terras altas. Após a frente fria haverá a passagem de períodos de chuva para aguaceiros, que poderão ser acompanhados de trovoada, e uma descida de temperatura que irá favorecer a ocorrência de queda de neve nas regiões mais montanhosas do norte e centro.

Esta situação de instabilidade será acompanhada pela ocorrência de forte agitação marítima, particularmente na costa ocidental.