domingo, 14 de fevereiro de 2016

5647. Precipitação (13.02.2016)

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5646. Domingo, 14 de Fevereiro (17h10)



Imagem de Satélite às 17h10
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Fonte: SAT 24
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Tarde de Domingo com períodos de céu muito nublado e vento moderado a forte de noroeste, com rajadas; aguaceiros com granizo e trovoadas dispersas, especialmente nas regiões norte e centro. Queda de neve nas terras altas.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

5645. PORTUGAL CONTINENTAL: Previsão do estado do tempo para Domingo

Períodos de céu muito nublado. Aguaceiros, que poderão ser de granizo e acompanhados de trovoada, em especial nas regiões Norte e Centro. Queda de neve acima de 1200 metros, descendo gradualmente a cota para 600 metros.
Vento moderado a forte (30 a 55 km/h) predominando de noroeste, com rajadas até 100 km/h, em especial no litoral a norte do Cabo Raso. Nas terras altas, o vento será vento forte a muito forte (45 a 65 km/h) de noroeste, com rajadas até 120 km/h, em especial nos distritos do litoral Centro.
Descida de temperatura, em especial nas regiões Norte e Centro.
ESTADO DO MAR
Costa Ocidental a norte do Cabo Raso: Ondas de noroeste com 4 a 5 metros, aumentando gradualmente para 6 a 8 metros.
Costa Ocidental a sul do Cabo Raso: Ondas de noroeste com 3,5 a 4,5 metros, aumentando gradualmente para 5 a 7 metros. Temperatura da água do mar: 15/16ºC
Costa Sul: Ondas sudoeste com 1 a 2 metros, aumentando para 2 a 3 metros no barlavento. Temperatura da água do mar: 16ºC
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Fonte: IPMA

5644. PORTUGAL CONTINENTAL: Temporal no norte e centro

A partir do fim da tarde de hoje, o vento forte poderá atingir rajadas até cem quilómetros por hora, no litoral, e até 120 quilómetros por hora, nas terras altas, "com possibilidade de situações mais extremas". O vento forte manter-se-á até terça-feira. A chuva persistente, por vezes forte, passará a aguaceiros, podendo, no domingo, contudo, ser acompanhada de trovoada e de granizo, em especial nas regiões do Norte e do Centro.

A agitação marítima na costa ocidental irá aumentar, com as ondas a poderem atingir os cinco a sete metros a partir da madrugada de domingo, sendo que a norte do Cabo Raso poderão chegar aos sete a oito metros, entre a tarde de domingo e a manhã de segunda-feira. Segundo o aviso, a norte do Cabo Raso, as ondas poderão atingir o máximo de 14 metros.

A queda de neve, nas regiões Norte e Centro, poderá ocorrer, no domingo, a uma cota até aos 600 metros.

O aviso da ANPC alerta para a possibilidade de inundações em "zonas historicamente vulneráveis", mais prováveis nas bacias dos rios Minho, Lima, Cávado, Ave, Vouga, Douro e Mondego, "não sendo de excluir situações de cheias provocadas pelo aumento do caudal das principais linhas de água". De acordo com a Protecção Civil, existe o risco de "as condições de saturação dos solos favorecerem a possibilidade de ocorrência de deslizamentos em zonas de declive mais acentuado".

O mau tempo no continente, sobretudo no norte, levou hoje ao corte de estradas, ao encerramento de barras marítimas, à suspensão da circulação de comboios, a inundações e a deslizamentos de terras. A CP, entretanto, decidiu suspender a venda de bilhetes nas linhas ferroviárias do Norte e da Beira Alta, indicou à Lusa a empresa.

Quase 600 ocorrências – A Autoridade Nacional de Protecção Civil registou este sábado, das 00h00 até às 20h00, um total de 580 situações devido ao mau tempo, a maioria inundações e deslizamentos de terras. Segundo informações prestadas à Lusa pelo Comando Nacional de Operações de Socorro da ANPC, os distritos mais fustigados são Coimbra (com 129 situações reportadas), Aveiro (102) e Porto (84).

Inundações (291), deslizamentos de terra (107), limpeza de vias (96), quedas de árvores (58), quedas de estruturas (24) e salvamentos (quatro) foram os casos registados. De acordo com a ANPC, 95% das estradas cortadas, devido a cheias e inundações, são municipais.

A25 cortada (informação actualizada às 20h10) – De acordo com fonte do destacamento territorial de Aveiro da GNR, a A25 teve de ser interdita à circulação pelas 18:20, junto ao nó de Angeja, e a EN 109, entre Angeja e Cacia, também está encerrada devido às cheias. Trata-se do acesso norte à cidade de Aveiro.

Aluimento de terras na A41 (actualizado às 19h) – Parte do asfalto da autoestrada cedeu e não circulam automóveis nas seis faixas da A41 no troço entre Alfena e Valongo. A circulação apenas se faz num sentido, mas apenas numa faixa paralela e de acesso à autoestrada.

Comboios (dados das 18h) – Por causa do mau tempo e da muita chuva que tem caído a Norte do país, há duas linhas de comboios que estão esta tarde cortadas. À TSF, a CP confirma problemas na Linha da Beira Alta onde a circulação está interrompida entre Mortágua e Pampilhosa devido a um túnel que ficou inundado.

Na Linha do Norte o corte acontece na zona de Estarreja e a razão é a mesma: acumulação de água nos carris. Em ambos os casos a CP está a levar os passageiros de autocarros nas zonas cortadas. A CP decidiu entretanto deixar de vender bilhetes para as viagens entre estes dois troços. Ainda por causa da chuva, também a Linha do Douro chegou a estar cortada no concelho de Baião, mas a circulação já foi restabelecida.

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Fonte: TSF

5643. Precipitação (12.02.2016)

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

5642. PORTUGAL CONTINENTAL: Mau tempo (12 de Fevereiro)

Precauções tomadas em Amarante – A Protecção Civil de Amarante aconselhou os comerciantes da baixa da cidade a retirarem os seus haveres dos estabelecimentos, para precaver uma eventual subida do Tâmega, cujo caudal já inundou as caves mais baixas. O comandante operacional disse à Lusa que, por "uma questão de prevenção", foi dada esta indicação aos comerciantes, sobretudo da Rua 31 de Janeiro, e alguns deles seguiram a recomendação.
"As previsões para as próximas horas apontam para muita precipitação, por isso estamos de prevenção", afirmou, frisando que os bombeiros estão a monitorizar a situação e os meios estão no terreno. O caudal do rio está a cerca de 40 centímetros de atingir a praceta mais baixa da cidade, acrescentou, ao início da noite.
Linha da Beira Alta cortada em Mortágua – O mau tempo obrigou hoje a que a circulação ferroviária tivesse sido cortada na Linha da Beira Alta, no concelho de Mortágua, informou fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viseu. De acordo com a fonte, as fortes chuvas obrigaram a que a circulação na linha da Beira Alta tivesse sido interrompida perto das 16:00, no concelho de Mortágua, distrito de Viseu. "Não há qualquer tipo de previsão para a sua reabertura", acrescentou, cerca das 19:00.
Derrocada condiciona trânsito na EN202 – O mau tempo provocou hoje uma derrocada de terras e pedra junto à Estrada Nacional 202 (EN202), entre Arcos de Valdevez e Soajo, estando o trânsito parcialmente cortado, disse à Lusa o vereador da Protecção Civil municipal. A derrocada ocorreu cerca das 18:30 no lugar de Figueiredo, freguesia de Ázere, e não há vítimas.
De acordo com o vereador da Câmara de Arcos de Valdevez, um outro deslizamento de muros para a estrada municipal que serve a freguesia de Távora São Vicente provocou o "corte total" do trânsito, também sem causar vítimas.
Pontes fechadas em Vizela – A Câmara de Vizela anunciou hoje que encerrou à circulação rodoviárias e pedonal a Ponte Velha, sobre o rio Vizela, e a travessia para peões no Parque das Termas, devido ao mau tempo que se faz sentir há várias horas no concelho. "Tendo em atenção as condições climatéricas adversas, assim como o aumento do caudal do rio Vizela, informa-se que se encontra encerrada ao trânsito e acesso pedonal a Ponte Velha", lê-se num comunicado da autarquia.
Aquela infra-estrutura faz a ligação entre as freguesias de Santo Adrião e Tagilde, através da rua de Lamelas. A ponte encerrada no Parque das Termas, também sobre o rio Vizela, situa-se junto ao campo de ténis. Segundo a autarquia, "estes condicionamentos serão estabelecidos por tempo indeterminado, até estarem asseguradas as condições para levantamento das referidas restrições".
A Câmara de Vizela alerta também, de acordo com a informação meteorológica, "para um agravamento das condições meteorológicas nos próximos dias".
Rio Lima galga as margens e inunda Ponte da Barca – Um restaurante emblemático de Ponte da Barca, situado junto ao rio Lima, "tem a água à porta" devido ao mau tempo e às descargas das barragens do Lindoso e Touvedo, disse hoje à Lusa o comandante dos bombeiros locais, que adiantou que as águas do rio "estão a três centímetros de entrar no restaurante, o que deverá acontecer face à previsão de agravamento do mau tempo a partir das 18:00. A protecção civil está "em estado de prontidão" e as barragens de Touvedo e Alto-Lindoso "estão a fazer uma gestão cuidada para não aumentar o débito do caudal", sendo que, nesta altura, "a barragem de Touvedo está a debitar 750 metros cúbicos de água por segundo e a do Alto-Lindoso cerca de 539 metros cúbicos de água por segundo".
O responsável adiantou que, além do restaurante, "não há habitações inundadas nas proximidades do rio", acrescentando que a população da zona ribeirinha "foi aconselhada a tomar medidas de prevenção e a permanecer vigilante".
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Fonte: DN Sociedade

5641. Previsão Especial no Continente de 12 a 14 de fevereiro de 2016

O estado do tempo no Continente, nos dias 12 e 13 de Fevereiro, será influenciado por um fluxo forte de oeste e uma massa de ar quente e húmido associado a ondulações frontais que se deslocam no Atlântico em direcção às Ilhas Britânicas.
Nas regiões a norte do sistema Montejunto-Estrela, prevê-se precipitação persistente e por vezes forte. Nos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro e Coimbra prevê-se que os valores da precipitação acumulada possam atingir 200 mm em 48 horas.
No dia 14, devido ao estabelecimento de um fluxo forte de noroeste, com transporte de ar polar, haverá uma descida significativa de temperatura, queda de neve, intensificação do vento e aumento da agitação marítima.
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Fonte: IPMA

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

5640. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável e frio

Carta Sinóptica prevista para Segunda-feira,
15 de Fevereiro de 2016_12h00
Fonte: MetOffice
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A situação sinóptica em Portugal Continental estará influenciado, a partir de Sábado, pela presença de um anticiclone centrado sobre o Arquipélago dos Açores, estendendo-se em crista até à Islândia, e a presença de vários núcleos de baixas pressões centrados na Europa Central e Mar mediterrâneo; esta conjugação irá favorecer que se estabeleça uma corrente de norte sobre a Península Ibérica, aportando uma massa de ar húmida muito fria, com origem em latitudes muito elevadas, próximas já do Oceano Árctico. Entre o anticiclone a as baixas pressões descem de latitude linhas de instabilidade; a relativa proximidade entre as linhas isobáricas irá favorecer a ocorrência de vento moderado a forte, do quadrante norte.
Assim, o estado do tempo em Portugal Continental será caracterizado por uma descida acentuada da temperatura do ar a partir de Domingo, com a rotação do vento para o quadrante norte, tornando-se moderado a forte, com rajadas, especialmente nas terras altas. O céu estará parcialmente nublado, com períodos de muito nublado, em especial nas regiões do norte e centro, prevendo-se a ocorrência de precipitação, especialmente no litoral oeste, onde poderá ser de granizo e acompanhado de trovoadas.
Para as regiões do interior norte e centro haverá a possibilidade de ocorrer precipitação, especialmente nas terras altas; a cota de neve irá diminuindo progressivamente ao longo de Domingo e Segunda-feira.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

5639. Janeiro caracterizou-se como um mês muito chuvoso e extremamente quente

Boletim Climatológico Mensal
Janeiro de 2016 (Resumo: Portugal Continental)
O valor médio da temperatura média do ar em Portugal Continental em Janeiro (10,78 °C) foi muito superior ao normal, com um desvio de +1,97 °C, sendo o 3º valor mais alto desde 1931 e o mais alto dos últimos 50 anos (maiores valores: 1955 e 1966, anomalias de cerca de 2,5 °C).
O valor médio mensal da temperatura máxima (14,50 °C) e mínima (7,07 °C) do ar foram muito superiores ao valor normal, com anomalias de +1,41 °C e +2,53 °C, respectivamente. O valor da temperatura máxima é o 3º valor mais alto desde 1931 (valor mais alto em 2008: 14,70 °C); o valor da temperatura mínima do ar é o 6º mais alto desde 1931 (valor mais alto em 1955: 8,58 °C).
Nalguns dias do mês de Janeiro, ocorreram valores de temperatura do ar muito altos, muito superiores aos respectivos valores médios, sendo de destacar os valores da temperatura máxima que ocorreram nos dias 24 e 25; nestes  dias  cerca  de  40%  das  estações  meteorológicas  registaram valores superiores a 20 °C. 
O valor médio da quantidade de precipitação em Janeiro (189.0 mm) foi superior ao valor médio, sendo o valor mais alto dos últimos 15 anos (anterior maior valor em 2001, 254.2 mm). Valores da quantidade de precipitação superiores aos registados neste mês de Janeiro ocorreram em cerca de 20 % dos anos (desde 1931).
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Fonte: IPMA

domingo, 7 de fevereiro de 2016

5638. PORTUGAL CONTINENTAL: Precipitação acumulada (06.02.2016)

Precipitação acumulada ontem
(> 20,0 mm)
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Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 39,8 mm
Luzim – 37,4 mm
Cabril – 33,8 mm
Arouca – 31,4 mm
Nelas – 29,7 mm
Viseu (Aeródromo) – 25,7 mm
Penhas Douradas – 22,5 mm
Ponte de Lima – 24,2 mm
Moimenta da Beira – 24,0 mm
Monção (Valinha) – 22,9 mm
Braga (Merelim) – 21,0 mm
Porto (P. Ribras) – 20,7 mm
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Fonte: IPMA

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

5637. PORTUGAL CONTINENTAL: Carnaval com chuva e vento

A chuva e o vento vão marcar o fim de semana de Carnaval no norte e centro do país, com queda de neve nas terras altas, avançou hoje a meteorologista Sandra Correia, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
“O estado do tempo para sábado, durante o fim de semana, e ainda a prolongar-se na época de carnaval, vai ser de alguma precipitação e vento. No sábado, com uma aproximação de uma superfície frontal, durante a tarde, vamos ter precipitação, que poderá ser por vezes forte, nos distritos de Viana, Braga, Porto, Vila Real, Viseu e Aveiro, entre as 15:00 e as 21:00 de sábado”, disse à Lusa Sandra Correia.
Segundo a meteorologista do IPMA, a passagem de uma superfície frontal irá provocar vento no litoral norte e centro, assim como nas terras altas, com rajadas que podem chegar aos 100 quilómetros por hora, e aos 80 km/h nos distritos do litoral.
Para domingo, de acordo com Sandra Correia, o dia ficará igualmente marcado por aguaceiros, mas “só a norte e centro”, prolongando-se para segunda e terça-feira.
Quanto às temperaturas, a meteorologista adiantou que no sábado ocorrerá uma descida da temperatura, que não sofrerá grandes alterações no fim de semana.
No entanto, na noite de terça para quarta-feira “assistir-se-á a uma nova descida da temperatura”.
A neve irá também marcar presença durante o fim de semana de Carnaval, com queda acima dos 800 e até aos 1000 metros, nas serras a norte junto com a fronteira de Espanha, assim como na Serra da Estrela, acima dos 1000 metros, sobretudo durante a tarde de sábado e na madrugada de sábado para domingo.
Em relação à agitação marítima, a partir de sábado à tarde, são esperadas ondas de noroeste entre 4/5 metros, situação que se prolonga para domingo e segunda-feira na costa ocidental.
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5636. PORTUGAL CONTINENTAL: Precipitação, neve, vento e agitação marítima

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), realizado hoje no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), e de acordo com a informação meteorológica hoje atualizada, salienta-se para sábado e madrugada de domingo, um agravamento das condições meteorológicas atuais, com especial incidência para as regiões a norte do rio Tejo e, em particular, para as regiões do Minho e Douro Litoral. Destacam-se como principais fatores:
–Precipitação: Ocorrência de aguaceiros que poderão ser fortes (> 10mm/h, 40mm/24h) em particular nas regiões Norte e Centro;
–Vento: moderado a forte do quadrante Oeste com rajadas a variar entre 85km/h – 100km/h, no litoral e terras altas, respetivamente e com possibilidade de fenómenos extremos à passagem da frente no dia 06;
–Agitação marítima – na costa ocidental, forte de NW (4 a 5 m), com período de pico 14-16s que se prolongará até domingo;
–Neve – Queda de neve acima dos 800/1000m nas serras da região norte e acima dos 1200m na serra da Estrela.
Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:
–Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água;
–Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
–Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
–Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
–Danos em estruturas montadas ou suspensas;
–Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte;
–Possíveis acidentes na orla costeira.
A ANPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:
–Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
–Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias; 
–Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
–Proceder à colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;
–Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
–Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
–Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;
–Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;
–Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.
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Fonte: ANPC

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

5635. PORTUGAL CONTINENTAL: Estado do tempo no fim de semana

Previsão para Sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2016 – Períodos de céu muito nublado, apresentando-se em geral pouco nublado na região Norte. Possibilidade de ocorrência de aguaceiros fracos no Algarve.
Vento fraco a moderado do quadrante leste, soprando moderado a forte na costa sul e nas terras altas, tornando-se em geral fraco do quadrante sul a partir do meio da tarde. Neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais das regiões do interior Norte e Centro. Formação de geada nas regiões do interior Norte e Centro.
ESTADO DO MAR
Costa Ocidental: Ondas de noroeste com 1,5 a 2,5 metros, diminuindo gradualmente para 1 a 1,5 metros.
Costa Sul: Ondas de sueste com 1,5 a 2,5 metros, diminuindo gradualmente para 1 metro a partir da tarde.
Previsão para Sábado, 6 de Fevereiro de 2016 – Céu geralmente muito nublado. Períodos de chuva no Minho e Douro Litoral, a partir do final da manhã, estendendo-se gradualmente às restantes regiões Norte e Centro e ao Alentejo, e que poderão ser por vezes fortes a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela. A partir do final da tarde, passagem a regime de aguaceiros nas regiões a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela, que poderão ser por vezes fortes, ocasionalmente de granizo, e sob a forma de neve acima de 1200/1500 metros de altitude.
Vento fraco a moderado do quadrante sul, tornando-se, a partir da manhã, sudoeste moderado a forte, com rajadas até 70/90 km/h no litoral a norte do Cabo Raso e nas terras altas. Formação de geada nas regiões do interior Norte e Centro.
Pequena subida da temperatura mínima. Pequena descida da temperatura máxima.
Previsão para Domingo, 7 de Fevereiro de 2016 – Céu geralmente muito nublado, com boas abertas a partir da manhã nas regiões a sul do sistema montanhoso Montejunto-Estrela. Aguaceiros ou períodos de chuva, em especial a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela, que serão de neve acima de 1000/1200 metros de altitude.
Vento moderado a forte do quadrante oeste, com rajadas até 70/90 km/h no litoral e nas terras altas, tornando-se fraco a moderado a partir da tarde.
Pequena subida da temperatura mínima. Pequena descida da temperatura máxima nas regiões do interior.
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Fonte: IPMA

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

5634. Meteo Europe

CopyRight @ Meteo Europe
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A typical transverse cloud band within cirrus clouds is visible over Iberian Peninsula currently on satellite, extending the country with 100 of km's.
A sharp boundary of the clouds lies along the border which differentiates the warmer and cooler airmass within the jets core.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

5633. Vale do Rio Guadiana: Nevoeiro persistente (15h00)


5632. PORTUGAL CONTINENTAL: tendência do estado do tempo

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Sábado, 6 de Fevereiro de 2016_12h00
Fonte: MetOffice
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O estado do tempo na Península Ibérica para o próximo fim de semana estará condicionado pela presença de um potente anticiclone, centrado no Mar Mediterrâneo (1033 hPa), o deslocamento para sul do anticiclone dos Açores, centrado a menor latitude, por um centro de baixas pressões (depressão ou ciclone) muito profundo (959 hPa), centrado entre a Islândia e o Reino Unido/República da Irlanda, e um potente anticiclone centrado na Gronelândia.
Assim, a conjugação do posicionamento dos anticiclones, quer mais a norte quer mais a sul, força que os centros de baixas pressões cruzem o Oceano Atlântico em direcção à Escandinávia, num rumo quase para nordeste. Entre os vários centros de baixas pressões sucedem-se cavados mais ou menos pronunciados, que ora injectam ar tropical para as latitudes mais elevadas ora injectam ar polar marítimo para as latitudes mais baixas; a separar estas massas de ar definem-se sistemas frontais, combinando uma série de diversas superfícies frontais frias e quentes.
A partir da segunda metade do dia de Sexta-feira ocorrerá a aproximação de uma superfície frontal fria ao noroeste da Península Ibérica, precedida por uma linha de instabilidade. É previsível que esta superfície frontal fria cruze a Península Ibérica ao longo do dia de Sábado, afectando particularmente as regiões mais setentrionais de Portugal Continental e Espanha. O aumento da nebulosidade irá favorecer a ocorrência de precipitação, que poderá ser por vezes forte nas regiões do norte e centro, não se descartando a possibilidade de ocorrência de trovoadas e queda de granizo.
O vento, inicialmente do quadrante sul, tornar-se-á moderado a forte, especialmente no Sábado, com rajadas muito fortes, em especial no litoral oeste, a norte do Cabo Mondego, e nas terras altas (descida muito rápida da pressão atmosférica, com as isóbaras a tornarem-se muito próximas umas das outras; possibilidade de ocorrência de eventos severos associados ao vento forte). O estado do mar tenderá a tornar-se bastante alteroso, nomeadamente na costa ocidental.
A temperatura do ar tenderá a registar uma temperatura mínima mais elevada na noite de Sexta-feira para Sábado (o aumento da nebulosidade e a saturação do ar farão que a temperatura não desça significativamente nessa noite), devendo descer significativamente após a passagem da superfície frontal fria, contribuindo para uma descida da cota de neve nas regiões montanhosas do norte e centro.
Esta é uma tendência do estado do tempo, não oficial, feita com a análise de modelos disponíveis neste momento e sujeita a um ajustamento mais correcto à medida que se aproxime o fim-de-semana.
Para todos os efeitos deve seguir-se as previsões oficiais do IPMA e as recomendações da ANPC para as situações meteorológicas severas.

domingo, 31 de janeiro de 2016

5631. Beira-Baixa, Alentejo e Algarve com tempo primaveril

Imagem de satélite às 15h00
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Fonte: Sat24
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Algumas temperaturas às 15h00
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Ponta do Sol (Madeira): 21,9 ºC
Portimão (Aeródromo): 19,6 ºC
Alvega: 19,0 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha): 18,9 ºC
Elvas: 18,5 ºC
Castro Marim (R.N. Sapal): 18,0 ºC
Reguengos (S. Pedro Corval): 17,9 ºC
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Areeiro (Madeira): 11,1 ºC
Luzim: 11,1 ºC
Moimenta da Beira: 10,9 ºC
Mogadouro: 10,7 ºC
Montalegre: 10,1 ºC
Viseu (Aeródromo): 9,3 ºC
Guarda: 8,5 ºC
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Fonte: IPMA

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

domingo, 24 de janeiro de 2016

5627. Mini tornado atingiu ilha de Santa Maria nos Açores


Mini tornado atingiu ilha de Santa Maria nos... por Gerofil

5626. Domingo, 24 de Janeiro (15h00)

Algumas temperaturas às 15h00
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S.Vicente (Madeira): 23,4 ºC
Porto (serra do Pilar): 23,2 ºC
Monção (Valinha): 22,7 ºC
Porto (S. Gens): 22,7 ºC
Ponte de Linha: 22,3 ºC
Aveiro (Universidade): 22,1 ºC
Porto (P. Rubras): 21,9 ºC
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Pampilhosa da Serra (Fajão): 13,9 ºC
Montalegre: 11,8 ºC
Miranda do Douro: 11,7 ºC
Foía: 11,6 ºC
Guarda: 11,1 ºC
Penhas Douradas: 8,9 ºC
Bico da Cana (Madeira): 7,8 ºC
Areeiro: 7,8 ºC
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Fonte: IPMA

sábado, 23 de janeiro de 2016

5625. Arquipélago dos Açores: tempo instável

Imagem de satélite às 15h15
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Fonte: iMapWeather
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Arquipélago dos Açores com tempo instável, especialmente nos grupos Central e Oriental: céu muito nublado e ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoadas.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

5624. Previsão do estado do tempo para o fim-de-semana das eleições presidencais

Portugal Continental – O estado do tempo em Portugal continental será condicionado, desde hoje dia 20 de Janeiro, e pelo menos até Domingo, dia 24 de Janeiro, por dois centros de acção: uma vasta região depressionária complexa centrada sobre o Atlântico Norte, e por outro lado, um anticiclone localizado sobre o interior do continente europeu que, gradualmente, tende a impor a sua influência no fim-de-semana das eleições. Associada a esta corrente, ter-se-á a passagem de massas de ar tropical húmido.
Prevê-se a ocorrência de períodos de chuva fraca ou chuvisco, que no fim de semana tendem a ser pouco frequentes e eventualmente apenas nas regiões Norte e Centro, e em particular no Domingo, dia 24, a probabilidade de não ocorrer precipitação em todo o território é superior a 90%, com predomínio de céu pouco nublado.
As temperaturas mínimas tenderão a subir ligeiramente, e no dia 24, deverão variar aproximadamente entre 8ºC e 12ºC, embora com valores ligeiramente mais baixos no nordeste transmontano e na Beira Alta, e valores ligeiramente mais elevados na costa sul do Algarve. As temperaturas máximas serão agradáveis, variando aproximadamente, entre 14ºC e 20ºC, com excepção da zona da serra da Estrela, onde serão ligeiramente inferiores.
Arquipélago dos Açores – Devido à passagem de um sistema frontal com ondulações no dia 23, o céu irá apresentar-se muito nublado com períodos de chuva e aguaceiros em todo o arquipélago. O vento irá soprar de sudoeste muito fresco a FORTE, com rajadas que poderão atingir 85 km/h. As temperaturas mínimas irão variar entre 14ºC e 15ºC e as máximas entre 16ºC e 17ºC.
Para o dia 24 prevê-se ainda alguns aguaceiros em todo o arquipélago, descida da temperatura e vento moderado a fresco de noroeste, com rajadas até 55 km/h. As temperaturas mínimas irão variar entre 09ºC e 10ºC e as máximas entre 12ºC e 13ºC.
Arquipélago da Madeira – O estado do tempo na Madeira será condicionado, desde hoje, dia 20 de Janeiro, e pelo menos até Domingo, dia 24 de Janeiro, por um anticiclone relativamente estacionário localizado a su-sudoeste do arquipélago, e ao qual está associada uma massa de ar, maioritariamente tropical. No final de dia 24, ter-se-á aproximação de uma superfície frontal fria.
O céu terá períodos de muita nebulosidade e poderão ocorrer períodos de chuva fraca ou aguaceiros fracos e pouco frequentes, e para o final do dia 24 poderão ocorrer períodos de chuva.
As temperaturas mínimas deverão variar, aproximadamente, entre 15ºC e 17ºC, e as máximas, entre 18ºC e 22ºC. Nas zonas montanhosas, os valores mínimos e máximos serão substancialmente mais baixos.
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Fonte: IPMA

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

5623. Europa (Tendência climática)

Lista de estações com maior tendência de subida no
RANKING METEOROLÓGICO EUROPEU
(ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 5508)
Temperaturas máximas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas máximas diárias mais elevadas ao longo do ano.
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Temperaturas minímas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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 Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas mínimas absolutas diárias mais baixas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas mínimas diárias mais baixas ao longo do ano.
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Precipitação total em 24 horas
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez precipitações máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com maiores precipitações diárias acumuladas diariamente ao longo do ano.

5622. Tendências de dados meteorológicos (EUROPA)

ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 5507
Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas máximas 
no TOP 10 diário
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas mínimas 
no TOP 10 diário
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos precipitações em 24 horas 
no TOP 10 diário
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Estatísticas elaboradas diariamente a partir do WeatherOnline, com o registo diário das dez estações meteorológicas com temperaturas máximas mais elevadas, temperaturas mínimas mais baixas e maiores quantidades de precipitação em vinte e quatro horas.

5621. Percentagem de acerto nas previsões climáticas trimestrais (Europa)

1º Trimestre 2014 até 4º Trimestre 2015 = 61,17 %
4º Trimestre 2013 até 3º Trimestre 2015 = 61,14 %
3º Trimestre 2013 até 2º Trimestre 2015 = 60,42 %
2º Trimestre 2013 até 1º Trimestre 2015 = 59,17 %
1º Trimestre 2013 até 4º Trimestre 2014 = 58,00 %

5620. Governo satisfeito com a reacção da população face à ameaça do furacão ALEX

O Presidente do Governo dos Açores manifestou reconhecimento pela disponibilidade e dedicação de centenas de pessoas que estiveram envolvidas, a vários níveis, no dispositivo de prevenção para a passagem do furacão Alex pelo arquipélago. “É-lhes devida uma palavra de reconhecimento pelo seu trabalho, pela sua dedicação e pelo seu esforço. Foram algumas centenas de pessoas, entre bombeiros e membros da Protecção Civil regional e municipais, dos departamentos do Governo e das autarquias locais, entre outros, que estiveram disponíveis” ao longo dos últimos dias, salientou Vasco Cordeiro.
O Presidente do Governo, que falava sexta-feira aos jornalistas na freguesia de São Roque, em São Miguel, considerou que a “melhor retribuição que cada Açoriano pode dar a este esforço e a esta dedicação é, exactamente, cumprir as recomendações da Protecção Civil numa situação como esta”. Num balanço final à passagem do furacão Alex pelos Açores, Vasco Cordeiro adiantou que não se registaram danos de monta, mas apenas ocorrências como pequenas inundações, algumas derrocadas e quedas de árvores, entre outras, que foram sendo resolvidas ao longo do dia pelas equipas de Protecção Civil regional e municipais, pelas autarquias locais e pelos departamentos do Governo que estiveram no terreno.
“Penso que, para termos este resultado, foi fundamental o cuidado que os Açorianos tiveram no cumprimento das recomendações emitidas, na devida altura, pela Protecção Civil”, afirmou o Presidente do Governo, ao salientar que o facto de não se terem registado danos graves “não pode constituir motivo para não se seguir sempre, com o máximo rigor, essas recomendações”. “Nunca é demais realçar a importância de serem seguidas as recomendações da Protecção Civil, que são baseadas em dados, desde logo, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera”, frisou Vasco Cordeiro.
O Presidente do Governo dos Açores esteve desde o início da noite de quinta-feira na sede do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA), na ilha Terceira, a acompanhar a evolução da situação meteorológica, tendo em conta as previsões que indicavam que o Grupo Central seria o mais atingido pelo furação Alex.
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

5619. Ex-furacão Alex (Tempestade tropical/subtropical)

Desde o último comunicado, o furacão ALEX acabou por atravessar a região do arquipélago, tendo o seu centro passado a cerca de 20 km a leste da ilha Terceira. A área com ventos mais fortes localizava-se a leste do seu centro, tendo por isso afectado com maior intensidade as ilhas do Grupo Oriental. Durante a sua passagem, o vento observado não atingiu a força de furacão em terra, tendo sido apenas observados ventos médios até 70 km/h e rajadas até 110 km/h (Ponta Delgada). As quantidades máximas de precipitação observadas atingiram apenas valores correspondentes ao nível de alerta amarelo.
De acordo com o Centro de Furacões de Miami (National Hurricane Center) o ALEX perdeu intensidade, tendo passado a tempestade tropical/subtropical e encontrando-se pelas 15:00 UTC de hoje centrado a cerca de 65 km a NNE da ilha Terceira, dirigindo-se para norte e devendo passar a depressão pós-tropical/extratropical nas próximas horas. Nestas condições, prevê-se a melhoria gradual das condições meteorológicas, mantendo-se apenas o aviso para a agitação marítima para os Grupos Oriental e Central.
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Fonte: IPMA