segunda-feira, 13 de março de 2017

6148. Madeira: vento forte cancela 11 voos e desvia cinco

O vento forte que se faz sentir no aeroporto da Madeira está esta segunda-feira a condicionar o normal movimento de aviões. Foram cancelados 11 voos, mantendo-se ainda cinco divergidos para outros aeroportos.
De acordo com fonte da estrutura aeroportuária, que falava perto das 20:30, estão "cinco aviões distribuídos por Faro, ilhas Canárias e Lisboa", adiantou. Os 11 voos cancelados, disse a mesma fonte, eram provenientes de locais como Newscastle, Lisboa, East Midlands, Paris e Furteventura. Até às 16:30, 18 aeronaves tinham sido desviadas. Cinco aviões para a ilha do Porto Santo, dez para as ilhas Canárias, um para Faro e dois para Lisboa, segundo fonte do aeroporto do Funchal, citada pela agência Lusa.
De acordo com a previsão para hoje do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o vento pode chegar aos 85 quilómetros/hora na zona lesta da ilha da Madeira, local da pista do aeroporto, condição que se deve manter até muito perto do final deste dia. Num destes aviões deveria ter chegado a prémio Nobel da Literatura Svetlana Alexievich, que vai participar na edição deste ano do Festival Literário da Madeira e que deveria ter sido recebida pelo presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, numa audiência entretanto adiada.
O arquipélago da Madeira mantém um aviso amarelo até perto das zero horas de dia 14, devido à previsão de vento forte e agitação marítima, informou o IPMA. A Capitania do Porto do Funchal aconselhou hoje o regresso das embarcações aos portos de abrigo devido aos avisos de agitação marítima e de vento forte.
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Fonte: TVI24

6147. Segunda-feira, 13 de Março (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Funchal/Lido (Madeira): 17,2 ºC
Cabo Carvoeiro: 12,8 ºC
Cabo Raso: 12,3 ºC
Santa Cruz (Aeródromo): 11,9 ºC
Barreiro (Lavradio): 11,7 ºC
Sagres: 11,6 ºC
Lisboa (Geofísico): 10,8 ºC
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Sabugal (Matrim Rei): 0,8 ºC
Guarda: 0,4 ºC
Bragança: 0,0 ºC
Macedo de Cavaleiros (Bagueixe): - 0,3 ºC
Penhas Douradas: - 1,6 ºC
Miranda do Douro: - 2,1 ºC
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Fonte: IPMA

sexta-feira, 10 de março de 2017

6146. Sexta-feira, 10 de Março (15h00)

Algumas temperaturas às 15h00
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Quinta Grande (Madeira): 31,1 ºC
Anadia: 29,2 ºC
Coimbra (Bencata): 28,5 ºC
Arouca: 28,0 ºC
Cabeceiras de Basto: 27,9 ºC
Alvega: 27,9 ºC
Alvalade: 27,8 ºC
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Almada (P. Rainha): 21,4 ºC
Santa Cruz (Aeródromo): 21,3 ºC
Guarda: 19,9 ºC
Cabo Raso: 19,7 ºC
Cabo Carvoeiro: 19,3 ºC
Sagres: 18,9 ºC
Penhas Douradas: 18,6 ºC
Nordeste (S.Miguel, Açores): 14,6 ºC
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Fonte: IPMA

6145. PORTUGAL CONTINENTAL: Fim de semana instável

Imagem de satélite às 16h00
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Fonte: SAT24
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A imagem de satélite das 16h00 permite observar a aproximação ao litoral oeste de uma superfície frontal que irá condicionar o estado do tempo em Portugal Continental a partir desta noite. Assim, prevê-se um aumento da nebulosidade e a possibilidade de ocorrência de precipitação, principalmente nas regiões do norte e centro, estendendo-se do litoral oeste para as regiões do interior; descida significativa de temperatura, sobretudo dos valores máximos.

quinta-feira, 9 de março de 2017

6144. Quinta-feira, 9 de Março (15h00)

Algumas temperaturas às 15h00
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Santana (Madeira): 29,3 ºC
Mora: 29,3 ºC
Santarém (Fonte Boa): 28,6 ºC
Anadia: 28,5 ºC
Rio Maior: 28,4 ºC
Portalegre (Cidade): 28,2 ºC
Coimbra (Bencata): 28,1 ºC
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Vinhais: 21,5 ºC
Montalegre: 21,3 ºC
Guarda: 19,9 ºC
Sagres: 19,7 ºC
Penhas Douradas: 18,8 ºC
Foía: 18,3 ºC
Aeródromo do Corvo (Açores): 12,4 ºC
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Fonte: IPMA

6143. Na Serra do Perdigão, o ar sopra para o Novo Atlas Europeu do Vento

E se lhe disséssemos que os estudos do vento têm sido feitos com medições de 1989? Para actualizar essa informação para toda a União Europeia, uma panóplia de equipamentos já está a funcionar numa serra em Vila Velha de Ródão.
Num atlas podemos encontrar todo o tipo de informações. Geralmente tem mapas com informações de cartografia, geografia e astronomia. E tudo isto porquê? Porque na mitologia grega Atlas é a personagem que foi castigada a carregar o mundo. O geógrafo grego Ptolomeu, no ano 150, atribuiu este mesmo nome ao primeiro atlas de que se tem conhecimento. Mas para criar um atlas é necessário reunir primeiro a informação. É isso que já está a acontecer na Serra do Perdigão, em Vila Velha de Ródão. Um grupo de cientistas de oito países da Europa – incluindo Portugal – e de um consórcio de instituições dos Estados Unidos estão a fazer medições do vento para futuros estudos.
“Começámos a pensar no projecto em 2005”, diz-nos José Laginha Palma, coordenador português do projecto e professor da Faculdade de Engenharia do Porto (FEUP). O Novo Atlas Europeu do Vento (NEWA, na sigla em inglês), como se chama o projecto, pretende “recolher direcções e velocidades do vento e conjuntos de informações e parâmetros físicos, que serão guardados para futuros estudos”, salienta José Laginha Palma. Além de poder ser aplicado no sector da energia eólica, este atlas será útil para estudar a poluição atmosférica, a dispersão de poluentes, os fogos florestais e situações em que é necessário conhecer bem o terreno.
Com a duração de cinco anos (2015-2019), o projecto é formado por instituições da Dinamarca, Bélgica, Suécia, Espanha, Alemanha, Letónia e Turquia. De Portugal conta com a FEUP, o Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Engenharia Industrial (INEGI), o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG) e o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). E dos Estados Unidos participam, por exemplo, o Centro Nacional de Investigação Atmosférica e as universidades do Colorado e da Califórnia. No total, o financiamento do NEWA é de cerca de 14 milhões de euros.
Até agora, a avaliação das características do vento, sobretudo com fins energéticos, baseava-se no Atlas Europeu do Vento de 1989, elaborado para a Comissão Europeia tendo em conta um conjunto de medições principalmente no Monte em Askervein, numa ilha ao largo da Escócia. Na altura, de Portugal participava no projecto o então Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica e a Universidade do Porto. “O Atlas do Vento fornece um retrato fiável da distribuição global dos recursos do vento na Europa”, lê-se no atlas de 1989. Ao longo do documento, há algumas referências a Portugal e à instalação de torres eólicas no futuro.
Agora, houve a necessidade de renovar os dados da década de 80: “Hoje os procedimentos do atlas estão obsoletos devido à maior dimensão e potência dos aerogeradores e à sua instalação em terrenos de maior complexidade do que inicialmente previsto”, refere um comunicado da Universidade do Porto. “Hoje em dia conseguimos fazer simulações em computador, mas não sabemos os valores reais”, acrescenta José Laginha Palma.
A Serra do Perdigão foi o local escolhido para a colocação de equipamentos em 2011 e a “experiência-piloto” ocorreu em 2015. A recolha de informação para o Novo Atlas Europeu do Vento – com cobertura para os países da União Europeia, o Mar do Norte e o Báltico e indo até 100 quilómetros da costa – e começou com a medição das características do vento a grandes distâncias. Contudo, estas medições foram feitas sem torres meteorológicas e apenas com seis unidades de detecção remota.
Em 2017, o projecto cresceu. A Serra do Perdigão já está electrificada e vários equipamentos invadiram-na, desde sensores locais a aparelhos de detecção remota com lasers, assim como uma torre meteorológica com cerca de 100 metros. Ao todo, são 54 torres e cada uma pode ter até 30 sensores para medir a velocidade e a direcção do vento, a temperatura do ar, a humidade e outros factores. A velocidade do vento pode ser medida 20 vezes por segundo e a temperatura do solo uma vez por hora. Além disso, 22 instrumentos vão estudar a flutuação do vento em pequena escala a três dimensões usando uma técnica de laser. E há sistemas de comunicação dos dados.
O IPMA, por exemplo, terá mais de dez técnicos e serão usados sondas e balões meteorológicos. “A nossa principal tarefa é preparar previsões mais específicas para a experiência”, explica Margarida Belo Pereira, investigadora do IPMA. Irá fazer-se a previsão de trovoadas, nevoeiros ou a passagem de uma frente fria centradas na Serra do Perdigão, embora possa haver também previsões para outros locais do país. “Vamos conhecer melhor a meteorologia daquela região. Nunca se fez uma captura [de informações meteorológicas] em Portugal tão detalhada”, afirma Margarida Belo Pereira. Ter-se-á um retrato do vento a uma microescala de um quilómetro. “Vai permitir-nos conhecer [o vento] a uma escala mais realista do que conhecíamos.”
E porquê a escolha de Portugal? Devido às características orográficas da Serra do Perdigão: “Os dois montes da serra são paralelos e têm lombas que se destacam na planície”, explica José Laginha Palma. Entre os dois montes, que se separam por 500 metros, o vento sopra geralmente oito metros por segundo, mas pode ir até aos 40 metros por segundo.
A partir da Serra do Perdigão, os investigadores poderão aplicar as suas informações a outros sítios. “A forma como o vento contorna o terreno e a velocidade do vento variam com a distância ao solo será semelhante”, diz José Laginha Palma.
As medições do vento já começaram a 15 de Fevereiro e terão a sua maior intensidade entre Março e Julho. Em campo, vão estar 30 a 40 investigadores, técnicos e alunos de doutoramento. “Os resultados finais servem para [elaborar] um mapa e ver os locais com mais vento e onde há mais na serra, bem como a sua distribuição espacial”, afirma o coordenador português.
Mas a serra portuguesa não é o único local de experiências para o Novo Atlas Europeu do Vento. Desde Junho de 2015, já começaram também no Norte da Europa, nomeadamente na Alemanha, Dinamarca, Suécia e Letónia, e só terminarão em Maio deste ano. Aqui o objectivo é criar um modelo de mesometeorologia (que pode ir até algumas centenas de quilómetros), para conhecer com mais detalhe o vento nas zonas costeiras.
Em 2016, em Kassel, na Alemanha, também decorreram experiências para obter dados a partir de terrenos montanhosos. E está ainda previsto que Pamplona, em Espanha, contribua com informações para o Novo Atlas Europeu já a partir de Julho.
O projecto foi notícia este mês na revista Nature – “um ventoso vale rural no Leste de Portugal foi invadido por máquinas”, assim começa o artigo. Para o projecto em Vila Velha de Ródão, o consórcio norte-americano tem cerca de 2,8 milhões de euros, segundo a revista. A parte portuguesa do financiamento é de 750 mil euros, 500 mil dos quais financiados pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e 250 mil euros de fundos europeus, especifica José Laginha Palma. “O orçamento é insuficiente. O ideal seria algo na ordem dos três milhões de euros só da parte portuguesa”, considera.
“O objectivo é clarificar propriedades fundamentais do fluxo do vento sobre terrenos complexos, para ajudar os investigadores a melhorar os modelos atmosféricos e permitir que os engenheiros decidam onde colocar as turbinas de vento para obterem mais energia”, refere ainda o artigo na Nature. Também é salientado que o atlas servirá para ajudar a perceber melhor o que se passa com a poluição atmosférica e facilitar a navegação de drones. “Isto irá mudar a compreensão da física da atmosfera e a forma como podemos optimizar a energia do vento”, disse à Nature Sara Pryor, investigadora na Universidade de Cornell, em Ithaca, EUA. “É brilhante.”
Teresa Serafim
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Fonte (texto e imagens): PÚBLICO

quarta-feira, 8 de março de 2017

6142. Quarta-feira, 8 de Março (15h00)

Algumas temperaturas às 15h00
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Alcácer do Sal (Barrosinha): 25,8 ºC
Castro Marim (RN Sapal): 25,8 ºC
Pegões: 25,5 ºC
Tomar (Valdonas): 25,4 ºC
Castro Verde (N. Corvo): 25,4 ºC
Mora: 25,3 ºC
Alvalade: 25,3 ºC
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Aveiro (Universidade): 17,3 ºC
Viana do Castelo (Chafé): 17,2 ºC
Porto (P. Rubras): 16,5 ºC
Torres Vedras (Aeródromo): 15,3 ºC
Cabo Raso: 15,3 ºC
Cabo Carvoeiro: 13,8 ºC
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Fonte: IPMA

6141. ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA: Regime de poeiras nos próximos dias

TAU DESERT DUST FORECAST

terça-feira, 7 de março de 2017

6140. Informação de risco de incêndio florestal mais detalhada

O site do IPMA passou a incluir uma representação do risco de incêndio florestal (RCM) para o continente com informação mais detalhada, na sequência de uma colaboração entre o IPMA e o ICNF (Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas).
Deste modo, além de se representar o risco de incêndio florestal ao nível do concelho, inclui-se, também para cada concelho, previsão meteorológica diária complementar, bem como as restrições ao uso do fogo em função da época do ano e do risco previsto.
É ainda de salientar que a colaboração em curso entre o IPMA e o ICNF deverá resultar num melhoramento das componentes de risco estrutural e meteorológico que compõem o índice RCM.
A referida informação está acessível através do seguinte link:
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Fonte: IPMA

6139. Terça-feira, 7 de Março (15h00)

Algumas temperaturas às 15h00
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Amadora: 24,6 ºC
Pegões: 24,2 ºC
Lisboa (Alvalade): 24,0 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha): 23,9 ºC
Lisboa (Tapada da Ajuda): 23,5 ºC
Castro Marim (RN Sapal): 23,2 ºC
Vila Real de S. António: 23,2 ºC
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Viana do Castelo (Chafé): 14,9 ºC
Vinhais: 14,9 ºC
Luzim: 14,9 ºC
Areeiro (Madeira): 14,4 ºC
Pampilhosa da Serra (Fajão): 14,1 ºC
Guarda: 13,4 ºC
Montalegre: 12,8 ºC
Penhas Douradas: 10,5 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro): 10,4 ºC
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Fonte: IPMA

sábado, 4 de março de 2017

6138. Tragédia em Entre-os-Rios: Erosão e extracção de areias foram as causas da queda da ponte Hintze Ribeiro (04/03/2001)

A erosão, a extracção de areias, as fortes chuvas e as descargas das barragens foram as principais causas da queda da Ponte Hintze Ribeiro, anunciou hoje a comissão de inquérito às causas do acidente do passado dia 4 de Março.
Numa curta declaração à imprensa, no Ministério do Equipamento Social, em Lisboa, a comissão de inquérito citou a extinta Junta Autónoma das Estradas e os organismos que lhe sucederam, nomeadamente o Instituto das Estradas de Portugal, para referir que "não evidenciaram a devida percepção para os riscos envolvidos" na Ponte Hintze Ribeiro. Apesar de inspecções realizadas às fundações da estrutura sinistrada, esses organismos "não desenvolveram acções que evitassem ou reduzissem os riscos" de ruína, realça o relatório, que denuncia não haver "uma fiscalização adequada à extracção de inertes" no rio Douro. Isso acontece – acrescenta o documento – porque "estão dispersas as competências" de fiscalização por diversas entidades, faltando depois a necessária articulação entre elas. O relatório não refere, porém, as entidades que têm sido responsáveis pela gestão do leito do Douro em matéria de autorizações e fiscalização de extracção de areias.
O texto sublinha, contudo, que "mesmo depois da entrada em vigor do Decreto-Lei 46/94, de 22 de Fevereiro, as actividades de extracção de inertes no rio Douro, e em particular na albufeira de Crestuma, continuaram a ser feitas sem o suporte de planos específicos e de estudos técnicos que demonstrem que, entre outros valores de natureza ambiental, não é afectada a integridade do leito e das margens". "Não parece existir uma fiscalização adequada de extracção de inertes no rio Douro, facto a que não será alheia a dispersão, por diversas entidades, de competência nesta matéria", adiantam as conclusões.
As conclusões do relatório às causas do desastre foram apresentadas cerca das 00h00 horas de hoje no auditório do Ministério do Equipamento por Rui Correia, presidente da comissão de inquérito, que esteve acompanhado pelos outros dois membros do órgão, António Flores de Andrade e Francisco de Sousa Soares. Para a comissão, "o mecanismo provável de colapso da ponte consistiu na queda do quarto pilar por perda de sustentação do terreno sob a base do caixão de fundação e no subsequente colapso da estrutura da tabuleiro".
A comissão apurou ainda que nas últimas três décadas o perfil longitudinal do que é hoje a albufeira da barragem de Crestuma "sofreu um forte e generalizado abaixamento, que nalguns pontos chega a atingir 28 metros". O relatório refere também que, entre Fevereiro de 2000 e Março de 2001, "o leito sofreu uma descida adicional muito acentuada, tendo ficado perto da base do caixão, em virtude da persistência de caudais elevados", resultantes das chuvas intensas.
Comissão recomenda inspecções periódicas – Entretanto, a comissão fez um conjunto de recomendações, a primeira das quais se refere à necessidade de realização de inspecções às pontes. A comissão admite mesmo que haja "pilares de pontes em situação de risco de colapso provocado por fenómenos" semelhantes aos de Entre – os – Rios. A comissão recomenda que os institutos rodoviários implementem um sistema adequado de inspecções periódicas de pontes e de intervenções para a sua conservação, adiantando que o ICOR e o ICERR devem clarificar as suas responsabilidades e competências em matéria de conservação de pontes e viadutos. A comissão recomenda ainda a definição de "uma política integrada de gestão de sedimentos dos rios" para se garantir a estabilidade e integridade dos leitos e considera que no Douro "tal política assume particular acuidade".
O ministro do Equipamento Social, Ferro Rodrigues, vai enviar ainda hoje o relatório da comissão de inquérito à Procuradoria-Geral da República e à Assembleia da República. O relatório, de 54 páginas, foi entregue terça-feira à noite ao ministro do Equipamento, Ferro Rodrigues.
Marta Fernandes
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6137. Ontem na cidade da Guarda

CopyRight @ Gonçalves João

6136. Neve intensa - Subida à Guarda 03/03/2017

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6135. Neve - Guarda 03/03/2017

CopyRight @ João Ferreira

sexta-feira, 3 de março de 2017

6134. PORTUGAL CONTINENTAL: aproximação e passagem de superfície frontal fria

Intensidade da precipitação às 09h00
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Fonte: IPMA
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Imagem de satélite às 15h00
(Airmass)
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CopyRight Eumetsat 2017
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As imagens ilustram a intensidade da precipitação às 09h00, associada à passagem da superfície frontal fria, em deslocamento do litoral oeste para o interior, e a entrada da massa de ar fria pós-frontal às 15h00, procedente de noroeste.

6133. Meteorologista amador português ajuda alpinistas em todo o planeta

6132. PORTUGAL CONTINENTAL: Análise sinóptica e tendência do estado do tempo


O estado do tempo em Portugal Continental estará hoje condicionado pela aproximação e passagem de uma superfície frontal fria sobre o território do continente. Assim, a partir do início da manhã espera-se um aumento da nebulosidade e ocorrência de períodos de chuva, por vezes fortes e acompanhados de trovoadas, estendendo-se do litoral para o interior e afectando particularmente as regiões do norte e centro; o vento soprará moderado a forte, com rajadas, em especial na faixa costeira ocidental e terras altas.
Após a rápida passagem da superfície frontal durante a manhã de sexta-feira, um pronunciado cavado permitirá a entrada de ar muito frio sobre Portugal Continental, procedente de noroeste, o que provocará tempo instável, com ocorrência de períodos de céu muito nublado e de aguaceiros, pontualmente fortes e acompanhados de trovoadas e queda de granizo. Existirão condições para a queda de neve nas terras altas, a partir da tarde, com a entrada da massa de ar frio que fará descer significativamente a temperatura do ar.

quinta-feira, 2 de março de 2017

6131. Quinta-feira, 2 de Março (15h00)

Algumas temperaturas às 15h00
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Quinta Grande (Madeira): 22,3 ºC
Alvalade: 19,7 ºC
Reguengos (S. Pedro do Corval): 19,2 ºC
Amareleja: 19,1 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha): 19,1 ºC
Ponta do Sol (Madeira): 19,1 ºC
Castro Verde (N. Corvo): 19,0 ºC
Portel (Oriola): 18,8 ºC
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Guarda: 10,5 ºC
Cabril: 10,4 ºC
Vinhais: 9,6 ºC
Montalegre: 7,9 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro): 7,6 ºC
Penhas Douradas: 7,6 ºC
Areeiro (Madeira): 5,8 ºC
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Fonte: IPMA

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

6129. Previsão do estado do tempo no período de Carnaval

Previsão para Portugal Continental – Um anticiclone localizado na região dos Açores e a estender-se em crista em direcção ao Golfo da Biscaia irá afectar o estado do tempo até dia 26. A partir deste dia, o anticiclone irá deslocar-se ligeiramente para sul e enfraquecer permitindo a aproximação e passagem de sistemas frontais.
Até domingo, predominará a nebulosidade e irá ocorrer neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais. Prevê-se a ocorrência de precipitação, em geral fraca, no litoral a norte do Cabo Mondego a partir da tarde de domingo que irá estender-se às restantes regiões a partir de segunda-feira.
Na terça-feira de Carnaval prevê-se períodos de chuva em geral fraca nas regiões Norte e Centro podendo chegar a alguns locais do Alto Alentejo. A neve poderá cair a partir do meio da tarde de segunda-feira nas serras da região Norte acima da cota de 1300/1500 metros.
A temperatura do ar não irá registar variações significativas excepto nas regiões Norte e Centro no dia 27, segunda-feira, com uma ligeira descida da temperatura máxima e uma ligeira subida da temperatura mínima.
A temperatura mínima deverá variar entre 2 e 8ºC nas regiões do interior Norte e Centro e entre 6 e 11ºC no litoral das regiões Norte e Centro e na região Sul. A temperatura máxima será da ordem de 15 a 20ºC embora a partir de segunda-feira no interior das regiões Norte e Centro varie, de um modo geral, entre 10 e 14ºC.
Previsão para o Arquipélago da Madeira – Um anticiclone localizado na região dos Açores e a estender-se em crista em direcção ao Golfo da Biscaia irá afectar o estado do tempo no arquipélago da Madeira, no entanto, a partir do dia 26, o seu enfraquecimento e ligeiro deslocamento para sul poderá permitir a aproximação de sistema frontais de fraca actividade e já em dissipação.
Nos próximos dias, o céu estará em geral muito nublado pontualmente com abertas nas vertentes sul da ilha da Madeira. A precipitação deverá ocorrer essencialmente nas vertentes norte e nas terras altas podendo estender-se às restantes regiões nos dias 27 e 28. O vento predomina do quadrante norte tornando-se do quadrante leste a partir de segunda-feira.
A temperatura mínima irá variar entre 12 e 15ºC, sendo entre 1 e 8ºC nas terras altas. A temperatura máxima irá variar entre 17 e 21ºC, sendo entre 8 e 11ºC nas terras altas.
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Fonte: IPMA

6128. Ciclone em Moçambique provocou estragos de cerca de 12 milhões de euros

O Governo moçambicano precisa de 900 milhões de meticais (12 milhões de euros) para repor as infra-estruturas destruídas pelo ciclone DINEO. "O processo de levantamento de dados continua, mas este pode ser assumido como o valor oficial necessário para a reposição dos estragos", disse à Lusa o porta-voz do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), Paulo Tomás, avançando que o número de afectados pode aumentar.
O Centro Nacional Operativo de Emergência (CENOE) informa que, além de causar a morte de sete pessoas e ferir outras 55, em Inhambane, o ciclone destruiu 106 edifícios públicos, 70 unidades hospitalares, 998 salas de aula, três torres de comunicação e 48 postos de transporte de energia eléctrica.
O porta-voz do INGC diz que um dos principais problemas no levantamento dos dados tem sido a comunicação, uma vez que, com a queda das torres, o contacto com as equipas no terreno está condicionado. "Continuamos a fazer o trabalho, mesmo com estas limitações", observou, e acrescenta que o mais complexo tem sido escalar o interior dos distritos afectados pelo ciclone.
Os distritos de Massinga, Morrumbene, Maxixe, Jangamo, Zavala, Homoíne, Vilanculos, Inharrime e Inhassoro foram os mais atingidos pelo ciclone, o que levou as autoridades moçambicanas a activarem os centros operativos de emergência em todos os locais afectados.
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Fonte: TSF

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

6127. Quinta-feira, 23 de Fevereiro (12h00)


Portugal Continental permanece sob o efeito das poeiras provenientes do deserto do Sara, consequência da circulação atmosférica derivada do posicionamento de um centro de baixas pressões no Norte de África. A concentração de poeiras na atmosfera deverá começar a diminuir a partir de amanhã, com a entrada de uma massa de ar proveniente de norte.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

6125. PORTUGAL CONTINENTAL (21.02.2017)


6124. Terça-feira, 21 de Fevereiro (17h00)

Imagem de satélite às 17h00
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CopyRight Eumetsat 2017
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Centro e sul de Portugal Continental com poeira com origem do deserto do Sara, arrastada pelos ventos do quadrante leste.

6123. PORTUGAL CONTINENTAL: Poeiras sobre o centro e sul



Um centro de baixas pressões centrado no norte de África é o responsável pelo transporte de poeiras com origem no deserto do Sara e que hoje estão a afectar com particular intensidade as regiões do centro e sul de Portugal Continental. Esta situação deverá manter-se até ao final do dia de amanhã, Quarta-feira.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

6122. MADEIRA: Dez anos para recuperar do 20 de Fevereiro

"Dois anos a reconstruir”. A manchete do DIÁRIO de 24 de Fevereiro de 2010 revelava as primeiras estimativas para a recuperação da Madeira após o trágico dia 20. As escavadoras já estavam em força em ribeiras, muros, casas e estradas que a aluvião tinha atingido de forma impiedosa. Essa imagem de reconstrução perdura até hoje.
Sete anos depois do temporal e da destruição, constata-se que as obras demoram muito mais do que o previsto. E vão continuar. A reconstrução nunca estará totalmente terminada antes de uma década e isso só com muito esforço para que tudo fique concluído no mandato do actual Governo, em Outubro de 2019.
Embora nesta altura seja visível um grande volume de obras públicas, particularmente no Funchal, para repor as zonas afectadas a verdade é que ainda há muito por fazer. Mesmo no centro da principal cidade da ilha, há trabalhos que ainda nem estão no terreno.
Ribeira de João Gomes com muralhas provisórias... há 7 anos – O caso mais visível deste atraso será o da recuperação das muralhas da ribeira de João Gomes, particularmente o troço entre o Mercado dos Lavradores e o Campo da Barca, uma zona central do Funchal em que apenas foi feita a recolha dos materiais sólidos que encheram completamente o leito da ribeira e foram, mais tarde, colocadas protecções de betão. Ainda hoje, sete anos após a catástrofe, essas protecções, colocadas de forma provisória, lá estão. E por lá vão ficar pelo menos mais alguns meses.
O atraso nesta intervenção acaba por ir ao encontro dos defensores das muralhas em pedra emparelhada. A ideia do actual Governo Regional é proteger esse quadro da paisagem da cidade, depois de ter ocultado idêntica imagem em Santa Luzia.
Na verdade, também para a ribeira de João Gomes já havia projecto desde 2011, quando Jardim era o presidente do Governo e Cunha e Silva o titular das obras públicas. Mas os atrasos no financiamento e, mais tarde, a opção política da Secretaria de Sérgio Marques, de procurar uma nova solução, fizeram adiar os trabalhos. A obra continua na lista das intervenções por iniciar. E assim vai continuar. Para já, apenas se sabe que para a zona da ribeira de João Gomes “foi encontrado novo projecto” com uma solução alternativa às cortinas de betão que tanta polémica deram, e continuam a dar, na ribeira de Santa Luzia. Mas falta conhecer esse projecto, saber quanto custa e quando começam as obras.
Mas não é caso único. Outras obras, no Funchal e noutros concelhos como Ribeira Brava, Câmara de Lobos, Calheta, Porto Moniz, Santa Cruz e Machico, ainda têm contas a acertar com os estragos causados pelas enxurradas de 2010. As intervenções previstas estão devidamente sinalizadas, algumas estão em curso, mas muitas outras estão em fase de preparação.
Financiamento explica demora – O volume de trabalhos em carteira garante a manutenção de muitos postos de trabalho ao longo de anos, tal como tem acontecido sobretudo desde 2015. Depois de atrasos diversos ditados por constrangimentos financeiros como as obrigações da Lei de Meios e, sobretudo, o Plano de Ajustamento Económico e Financeiro, homens, camiões e máquinas voltaram em força em obras de muitos milhões de euros, sobretudo na correcção dos leitos das ribeiras da Ribeira Brava, de Santa Luzia e de São João. A primeira destas três volumosas obras já está concluída, as duas do Funchal estão em vias disso com o calendário a apontar para Junho o términos dos trabalhos.
A explicação da Secretaria para o tempo que demora a concluir estas intervenções prende-se essencialmente com questões relativas ao financiamento. Além dos constrangimentos já referidos, a Região acabou por transformar o envelope assegurado através da Lei de Meios na comparticipação regional que complementa os fundos europeus. Nos casos em que as obras são totalmente elegíveis nessas candidaturas, a Região tem de assegurar 15% do valor total, o que obriga não só a um esforço significativo, mas também a um cuidado espaçamento entre os projectos de forma a garantir o financiamento regional sem perder o comunitário.
Miguel Silva
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Fonte (texto e imagem): Dnotícias.pt

sábado, 18 de fevereiro de 2017

6120. PORTUGAL CONTINENTAL: Instabilidade no interior



Um núcleo de ar frio em altitude deslocando-se de norte para sul pelo lado ocidental da Península Ibérica condiciona a entrada de uma massa de ar frio sobre as regiões do norte e centro de Portugal Continental, procedente de noroeste, e que é responsável pelo aumento da actividade convectiva nas regiões montanhosas do interior.
Assim, ao longo da tarde de hoje continuarão a ocorrer períodos de céu muito nublado e aguaceiros, por vezes acompanhados de trovoadas, em especial nas regiões do norte e centro. A instabilidade tenderá a deslocar-se para as regiões do sul, à medida que diminuirá de intensidade.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

6119. Sexta-feira, 17 de Fevereiro (15h00)

Algumas temperaturas às 15h00
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Quinta Grande (Madeira): 22,3 ºC
Amadora: 21,3 ºC
Rio Maior: 20,8 ºC
Pegões: 20,7 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha): 20,7 ºC
Alcobaça: 20,5 ºC
Leiria (Aeródromo): 20,4 ºC
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Bragança: 13,6 ºC
Montalegre: 13,6 ºC
Carrazeda de Ansiães: 13,5 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro): 12,9 ºC
Guarda: 12,1 ºC
Foía: 10,5 ºC
Penhas Douradas: 9,1 ºC
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Fonte: IPMA

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

6117. MADEIRA: Precipitação acumulada (14.02.2017)


6116. ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA: Aviso meteorológico laranja

Arquipélago da Madeira – Previsão para Quarta-feira, dia 15 de Fevereiro de 2017 – Céu muito nublado. Períodos de chuva, que será persistente e por vezes forte e até ao final da manhã. Condições favoráveis à ocorrência de trovoada, em especial até ao final da manhã. Vento moderado a forte do quadrante sul, por vezes com rajadas até 70 km/h, soprando forte nas zonas montanhosas até ao final da manhã, por vezes com rajadas até
90 km/h. Pequena subida da temperatura máxima.
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Fonte: IPMA

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

6115. Tempestade tropical “Dineo” se forma entre Madagascar e Moçambique

Segundo projecções do National Hurricane Center (NHC), dos Estados Unidos, a tormenta tende a se deslocar para Moçambique como um ciclone de categoria um, com ventos que variam entre 119-153 km/h, ondas entre 1,20-1,53 metros e pressão mínima maior que 980 hPa no centro, de acordo com a Escala Saffir-Simpson. O Instituto Nacional de Meteorologia de Moçambique (Inam), previu que “Dineo” invada o território africano, já na condição de uma tempestade tropical, levando chuva e ventos fortes também para África do Sul, Botsuana, Suazilândia e Zimbabué.
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Fonte (texto e imagem): De Olho no Tempo Meteorologia

6114. PORTUGAL CONTINENTAL: Tarde instável

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2017_12h00
Fonte: MetOffice
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Intensidade da precipitação às 17h00
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Fonte: IPMA
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Uma superfície frontal oclusa em deslocamento para nordeste atravessou as regiões do interior ao longo da tarde de hoje, tendo sido responsável pela ocorrência de períodos de chuva e aguaceiros, por vezes fortes, e que causaram diversas situações de inundações, nomeadamente em Olhão.