segunda-feira, 17 de julho de 2017

6337. PORTUGAL CONTINENTAL: Incêndios no interior norte e centro

Imagem de Satélite às 20h15
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Fonte: SAT24

6336. PORTUGAL CONTINENTAL: Temperaturas máximas iguais ou superiores a 40,0 ºC



Temperaturas máximas iguais ou superiores a 40,0 ºC
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Quarta-feira, 12 de Julho de 2017
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Alcoutim (Mart. Longo) – 42,5 ºC
Reguengos (S. Pedro do Corval) – 42,1 ºC
Elvas – 41,9 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 41,8 ºC
Amareleja – 41,8 ºC
Alvalade – 41,8 ºC
Alvega – 40,8 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 40,7 ºC
Avis (Benavila) – 40,2 ºC

Temperaturas máximas iguais ou superiores a 40,0 ºC
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Quinta-feira, 13 de Julho de 2017
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Amarelaja – 46,2 ºC
Elvas – 45,8 ºC
Reguengos (S. Pedro do Corval) – 45,8 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 45,6 ºC
Portel (Oriola) – 45,4 ºC
Alvalade – 44,5 ºC
Évora (Aeródromo) – 44,1 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 43,6 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 43,3 ºC
Estremoz – 43,0 ºC
Aldeia Souto (Q. Lageosa) – 42,5 ºC
Zebreira – 42,0 ºC
Avis (Benavila) – 41,9 ºC
Castelo Branco – 41,6 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 41,5 ºC
Mirandela – 41,2 ºC
Alvega – 41,2 ºC
Fundão – 40,8 ºC
Covilhã (Aeródromo) – 40,7 ºC
Portalegre – 40,5 ºC

Temperaturas máximas iguais ou superiores a 40,0 ºC
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Sexta-feira, 14 de Julho de 2017
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Amareleja – 44,0 ºC
Reguengos (S. Pedro do Corval) – 42,5 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 42,5 ºC
Elvas – 42,4 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 41,8 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 41,6 ºC
Portel (Oriola) – 41,4 ºC
Zebreira – 41,3 ºC
Fundão – 41,2 ºC
Aldeia Souto (Q. Lageosa) – 41,0 ºC
Évora (Aeródromo) – 41,0 ºC
Castelo Branco – 40,7 ºC
Alvega – 40,7 ºC
Viana do Alentejo – 40,7 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 40,6 ºC
Covilhã (Aeródromo) – 40,3 ºC
Beja – 40,3 ºC

Temperaturas máximas iguais ou superiores a 40,0 ºC
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Sábado, 15 de Julho de 2017
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Pinhão (Santa Bárbara) – 42,5 ºC
Amareleja – 40,9 ºC
Mirandela – 40,5 ºC
Aldeia Souto (Q. Lageosa) – 40,5 ºC
Elvas – 40,5 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 40,4 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 40,1 ºC

Temperaturas máximas iguais ou superiores a 40,0 ºC
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Domingo, 16 de Julho de 2017
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Mirandela – 41,5 ºC
Elvas – 41,2 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 41,1 ºC
Amareleja – 40,3 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 40,3 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 40,0 ºC
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Fonte: IPMA

sexta-feira, 14 de julho de 2017

6334. PORTUGAL CONTINENTAL: Entrada de poeiras em suspensão na atmosfera

Imagem de Satélite às 20h00
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"CopyRight Eumetsat 2017"
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Corrente de sudoeste sobre o território de Portugal Continental, transportando poeiras na sua circulação sobre as regiões do centro e sul de Portugal Continental, provenientes do deserto do Sara.

6333. Sexta-feira, 14 de Julho (17h00)



Algumas temperaturas às 17h00
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Amareleja – 43,2 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 41,8 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 41,5 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 40,8 ºC
Zebreira – 40,7 ºC
Aldeia Souto (Q. Lageosa) – 40,4 ºC
Portel (Oriola) – 40,4 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 41,1 ºC
Évora (Aeródromo) – 40,0 ºC
Viana do Alentejo – 40,0 ºC
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Fonte: IPMA

6332. Sexta-feira, 14 de Julho (16h00)



Algumas temperaturas às 16h00
* * *
Amareleja – 42,7 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 41,5 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 41,4 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 41,1 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 40,6 ºC
Zebreira – 40,5 ºC
Portel (Oriola) – 40,3 ºC
Alvega – 40,0 ºC
Évora (Aeródromo) – 40,0 ºC
Viana do Alentejo – 40,0 ºC
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Dunas de Mira – 23,4 ºC
Aveiro (Universidade) – 23,3 ºC
Sagres – 23,0 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 20,1 ºC
Cabo Carvoeiro – 19,8 ºC
Cabo Raso – 19,2 ºC
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Fonte: IPMA

quinta-feira, 13 de julho de 2017

6331. Temperaturas máximas superiores a 45 ºC no interior do Alentejo no dia 13 de Julho de 2017

Devido a uma massa de ar quente transportada na circulação de um anticiclone localizado sobre o norte de África, observaram-se hoje temperaturas elevadas, em especial a máxima.
De acordo com os dados provisórios, durante o dia de hoje 13 de Julho, a temperatura máxima foi superior a 45ºC em alguns locais do interior do Alentejo, observaram-se 46,2ºC na estação da Amareleja, 45,8ºC na estação de Reguengos, 45,6ºC na estação de Neves Corvo e 45,4ºC na estação de Portel.
A temperatura mínima atingiu também valores elevados, sendo superior a 20ºC em alguns locais das regiões Centro e Sul, tendo-se observado temperaturas mínimas de 27,9ºC na estação de Portalegre, 25,1ºC na estação de Castro Marim, 23,9ºC na estação de Proença-a-Nova, 23,7ºC na estação de Castelo Branco e 22,8ºC na estação de Faro. Prevê-se uma descida gradual de temperatura na região sul a partir de amanhã, sexta-feira dia 14 de Julho.
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Fonte: IPMA

6330. Quinta-feira, 13 de Julho (17h00)



Algumas temperaturas às 17h00
* * *
Amareleja – 45,4 ºC
Reguengos (S. Pedro do Corval) – 44,8 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 44,2 ºC
Portel (Oriola) – 43,4 ºC
Viana do Alentejo – 43,0 ºC
Beja – 43,0 ºC
Évora (Aeródromo) – 42,7 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 41,9 ºC
Estremoz – 41,7 ºC
Zebreira – 41,6 ºC
Alvalade – 41,1 ºC
Aldeia Souto (Q. Lageosa) – 41,1 ºC
Castelo Branco – 40,8 ºC
Alvega – 40,7 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 40,5 ºC
Avis (Benavila) – 40,2 ºC
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Fonte: IPMA

6329. Quinta-feira, 13 de Julho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Amareleja – 45,0 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 44,9 ºC
Reguengos (S. Pedro do Corval) – 44,7 ºC
Portel (Oriola) – 44,6 ºC
Évora (Aeródromo) – 43,5 ºC
Beja – 43,2 ºC
Alvalade – 42,9 ºC
Estremoz – 42,2 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 42,2 ºC
Aldeia Souto (Q. Lageosa) – 41,4 ºC
Avis (Benavila) – 41,1 ºC
Zebreira - 41,0 ºC
Castelo Branco - 40,7 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 40,6 ºC
Alvega – 40,4 ºC
Covilhã (Aeródromo) – 40,2 ºC
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Viana do Castelo (Chafé) – 24,5 ºC
Dunas de Mira – 22,8 ºC
Aveiro (Universidade) – 22,8 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 20,4 ºC
Cabo Raso – 19,8 ºC
Cabo Carvoeiro – 18,9 ºC
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Fonte: IPMA

6328. PORTUGAL: Análise ponderada para dia de 30 de Junho de 2017

(Actualização da postagem número 6205)
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Acima publicam-se os quadros referentes à situação meteorológica para as estações meteorológicas portuguesas representadas no portal WeatherOnline. O quadro superior refere-se ao acumulado das temperaturas máximas registadas diariamente entre 1 de Julho de 2016 e 30 de Junho de 2017; o quadro inferior refere-se ao acumulado das precipitações máximas diárias ocorridas ao longo do mesmo período de tempo.
Assim, no dia 30 de Junho do corrente ano, observamos que em Portugal, relativamente à acumulação de temperaturas máximas diárias, os valores mantiveram-se, aproximaram-se ou tornaram-se mais elevados que os valores normais ao longo dos meses de Abril, Maio e Junho deste ano (beneficiando também da substituição dos dados referentes ao segundo trimestre do ano passado pelos dados referentes ao segundo trimestre deste ano).
Destaque para as estações meteorológicas de Angra do Heroísmo (76 m, Portugal), no Arquipélago dos Açores, Viana do Castelo (52 m, Portugal), Porto / Pedras Rubras (77 m, Portugal), Ovar (22 m, Portugal), Coimbra (179 m, Portugal), Évora (246 m, Portugal), Beja Airbase (203 m, Portugal) e Beja (247 m, Portugal), em Portugal Continental, e o Porto Santo (82 m, Portugal), no Arquipélago da Madeira, que passaram a acumular valores acima da média, traduzindo os últimos doze meses mais quente que o normal.
Coimbra, Évora, Base Aérea de Beja e Beja protagonizaram uma acentuada subida relativamente à situação em que se encontravam no dia 31 de Março do corrente ano, traduzindo uma Primavera mais quente do que é normal. Pelo contrário, Sines/Montes Chaos e Faro evoluíram em sentido oposto, tendo registado uma Primavera relativamente mais fresca que o normal.
Relativamente à precipitação máxima diária acumulada, constata-se que, no período compreendido entre 1 de Julho de 2016 e 30 de Junho de 2017, todas as estações meteorológicas portuguesas acumularam valores inferiores ao normal, traduzindo um ano seco em todo o território nacional, incluindo o continente e os arquipélagos dos Açores e da Madeira.
Nos meses da Primavera (Abril, Maio e Junho), apenas nas Flores, Lajes/Terceira e Ponta delgada, no Arquipélago dos Açores, Coimbra, em Portugal Continental, e no Aeroporto da Madeira, no Arquipélago da Madeira, registaram uma precipitação máxima diária acumulada superior aos valores normais do trimestre, tendo todas as restantes estações registado valores iguais ou inferiores ao normal. As estações meteorológicas do Porto/Pedras Rubras, Penhas Douradas e Beja foram as que registaram um maior défice de precipitação relativamente ao que seria normal esperar para o segundo trimestre do ano.
Utilize a caixa de comentários para tirar dúvidas e formalizar questões.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

6327. Quarta-feira, 12 de Julho (16h00)



Algumas temperaturas às 16h00
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Portel (Oriola) – 41,6 ºC
Reguengos (S. Pedro do Corval) – 40,5 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 41,0 ºC
Elvas – 40,8 ºC
Amareleja – 40,7 ºC
Alvalade – 40,7 ºC
Mértola (Valer Formoso) – 40,7 ºC
Évora (Aeródromo) – 40,5 ºC
Alvega – 40,3 ºC
* * *
Viana do Castelo (Chafé) – 23,4 ºC
Dunas de Mira – 22,7 ºC
Aveiro (Universidade) – 21,9 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 19,9 ºC
Cabo Carvoeiro – 19,1 ºC
Cabo Raso – 19,0 ºC
* * *
Fonte: IPMA

terça-feira, 11 de julho de 2017

6326. Terça-feira, 11 de Julho (16h00)



Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 36,4 ºC
Portel (Oriola) – 36,2 ºC
Amareleja – 35,9 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 35,9 ºC
Alvega – 35,7 ºC
Elvas – 35,7 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 35,7 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 35,7 ºC
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Dunas de Mora – 22,3 ºC
Aveiro (Universidade) – 22,2 ºC
Sintra (Colares) – 21,4 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 20,6 ºC
Cabo Raso – 19,3 ºC
Cabo Carvoeiro – 19,1 ºC
Areeiro (Madeira) – 12,3 ºC
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Fonte: IPMA

6325. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média nos últimos 12 meses até 30.06.2017)

(Actualização da postagem número 6202)
BALANÇO ENTRE 01.07.2016 E 30.06.2017
 Estações com maiores desvios de temperaturas 
(Temperatura máxima absoluta acumulada diariamente)  
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 BALANÇO ENTRE 01.07.2016 E 30.06.2017
Estações com maiores desvios de temperaturas
(Temperatura mínima absoluta acumulada diariamente)
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BALANÇO ENTRE 01.07.2016 E 30.06.2017
Estações com maiores desvios de precipitação
 (Precipitação máxima acumulada diariamente)
* * *
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Os quadros acima referem-se aos acumulados ocorridos durante os últimos doze meses (entre 1 de Julho de 2016 e 30 de Junho de 2017) e indicam as estações meteorológicas que registaram os maiores desvios relativamente aos valores normais registados em cada estação.
Assim, relativamente às dez estações meteorológicas com acumulação de temperaturas máximas diárias com maior desvio positivo relativamente ao normal (mais calor), destaque para Granada Airport (570 m, Espanha), Tenerife – Sur Reina (77 m, Espanha), Ourense (127 m, Espanha), St Cruz / La Palma (31 m, Espanha), Naval Air Station Sigonella (22 m, Itália), Alicante-Elche Airport (31 m Espanha), Santa Cruz de Tenerife (36 m, Espanha) e El Hierro Airport (32 m, Espanha) que, entre Abril e Junho deste ano, acumularam valores de temperatura máxima muito superiores ao normal. Granada Airport (570 m, Espanha) é a estação meteorológica europeia com maior desvio positivo (mais calor) relativamente aos valores normais.
Em relação às dez estações meteorológicas com acumulação de temperaturas mínimas diárias com maior desvio negativo relativamente ao normal (mais frio), destaque Vorkuta (172 m, Rússia), Summit Camp (3207 m, Gronelândia) e Latnivaara (453 m, Suécia) que, entre Abril e Junho deste ano, acumularam valores de temperatura mínima muito inferiores ao normal. Karl XII-øya (5 m, Noruega) é a estação meteorológica europeia com maior desvio negativo (mais frio) relativamente aos valores normais.
No que se refere às dez estações meteorológicas em que a acumulação de precipitação máxima diária, ao longo dos últimos doze meses, foi mais elevada que o normal (mais húmido), destaque para Fossmark (10 m, Noruega), Prins Christian (75 m, Gronelândia) e Forde-Vie (64 m, Noruega) que, entre Abril e Junho deste ano, acumularam valores de precipitação máxima diária muito superiores ao normal. Fossmark (10 m, Noruega) é a estação meteorológica europeia com maior desvio positivo (mais húmido) relativamente aos valores normais.

6324. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média no 2º Trimestre de 2017)

2º TRIMESTRE DE 2017
Estações com maiores desvios de temperaturas
(temperatura máxima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal no 2º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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2º TRIMESTRE DE 2017
Estações com maiores desvios de temperaturas
(temperatura mínima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal no 2º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
* * *
=====================================
2º TRIMESTRE DE 2017
Estações com maiores desvios de precipitação
(precipitação máxima acumulada diariamente)
comparação ao normal no 2º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
* * *
 

segunda-feira, 10 de julho de 2017

6323. Ranking Meteorológico Europeu (ACUMULADO)


Relatório descritivo para as estações portuguesas

A análise dos quadros acima representados permite concluir que, relativamente às temperaturas máximas acumuladas diariamente ao longo do último ano (entre 1 de Julho de 2016 e 30 de Junho de 2017), destacaram-se em Portugal as estações meteorológicas do Aeroporto do Corvo, Horta/Faial e Angra do Heroísmo, no Arquipélago dos Açores, Viana do Castelo, Porto/Pedras Rubras, Ovar, Viseu, Coimbra, Lisboa/Aeroporto, Alverca do Ribatejo e Montijo, em Portugal Continental, e o Porto Santo, no Arquipélago da Madeira, que registaram uma acumulação superior aos valores normais, evidenciando temperaturas máximas acima do normal naquelas estações meteorológicas (ano tendencialmente mais quente que o normal). As estações meteorológicas de Monte Real e Évora registaram uma acumulação normal para o período em referência, tendo todas as restantes estações registado valores inferiores ao normal.
Relativamente à situação verificada três meses atrás (31 de Março de 2017) constata-se as seguintes alterações: a estação de Coimbra passou de uma situação de valores normais para uma situação de valores acima da média; a estação do Montijo passou de uma situação de valores inferiores ao normal para uma situação de valores acima da média; a estação de Monte Real passou de uma situação de valores inferiores ao normal para uma situação de valores igual ao normal. Resumindo, nestes últimos três meses, em termos globais assentou-se o número de estações meteorológicas com valores acima dos valores normais (mais calor).
No que se refere aos dados de precipitação máximas acumuladas diariamente para o mesmo período (entre 1 de Julho de 2016 e 30 de Junho de 2017), as estações meteorológicas de Ponta Delgada, no Arquipélago dos Açores, Viana do Castelo, Porto/Pedras Rubras, Ovar, Penhas Douradas, Monte Real, Beja e Sagres, em Portugal Continental, e o Aeroporto da Madeira, no Arquipélago da Madeira, registaram uma acumulação superior aos valores normais, evidenciando precipitações máximas diárias acima do normal naquelas estações meteorológicas (ano tendencialmente mais húmido que o normal). A estação meteorológica das Flores, no Arquipélago dos Açores, registou uma acumulação normal para o período em referência, tendo todas as restantes estações registado valores inferiores ao normal.
Relativamente à situação verificada três meses atrás (31 de Março de 2017) constata-se as seguintes alterações: a estação meteorológica do Aeroporto da Madeira passou de uma situação de valores inferiores ao normal para valores acima da média; a estação meteorológica de Ponta Delgada passou de passou de uma situação de valores normais para uma situação de valores acima da média; as estações de Bragança, Lisboa/Geofísico, Montijo, Portalegre, Porto Santo e Funchal passaram de uma situação de valores superiores ao normal para uma situação de valores abaixo da média. Resumindo, nestes últimos três meses, em termos globais assentou-se o número de estações meteorológicas com valores abaixo dos valores normais (mais seco).

domingo, 9 de julho de 2017

6322. Junho extremamente quente e seco

O mês de Junho de 2017 em Portugal continental foi extremamente quente e seco. Este foi o 3º mês de Junho mais quente desde 1931, depois de 2004 (23.25°C) e 2005 (22.81°C). O valor médio da temperatura média do ar foi de 22.34°C, +2.92 °C acima do valor normal.
O valor médio da temperatura máxima do ar, 29.57°C, foi o 3º mais alto desde 1931, com uma anomalia de +4.21°C, tendo o maior valor médio da temperatura máxima (30.14 °C) ocorrido em 2004.
O valor médio da temperatura mínima do ar, 15.10°C, foi o 4º mais alto desde 1931 (valor mais alto em 2004, 16.36 °C), com uma anomalia de +1.61°C.
Ao longo do mês observaram-se valores altos da temperatura máxima, muito superiores aos valores normais para este mês, devido a uma massa de ar muito quente e seco, em particular a partir do dia 7 e com destaque para o período de 16 a 19 de Junho. Em Portugal continental, o dia 17 de Junho foi o mais quente, com 29.4 °C de temperatura média (+10.0°C em relação ao normal); 39.12°C de temperatura máxima (+13.8°C em relação ao normal) e 19.7°C de temperatura mínima (+6.2°C em relação ao normal).
No período de 16 a 19, observaram-se em mais de 90 % das estações meteorológicas valores de temperatura máxima superiores a 30°C (dias quentes). No dia 17 cerca de 50% das estações meteorológicas registaram valores de temperatura máxima superiores a 40°C (dias extremamente quentes).
Nos dias 17, 18 e 19 mais de 50% das estações meteorológicas registaram valores de temperatura mínima do ar igual ou superior a 20°C (noites tropicais).
Ocorreu uma onda de calor no período de 7 a 24 Junho 2017 com duração de 17/18 dias nas regiões do interior Norte e Centro (9 estações) e 11/12 dias nas regiões do interior. Grande parte das regiões do litoral não esteve em onda de calor.
Em relação à precipitação o mês de Junho classificou-se como muito seco, com um valor médio de precipitação em Portugal continental de 9.6 mm, o que corresponde a 30% do valor médio.
De acordo com o índice meteorológico de seca – PDSI, no final do mês de Junho mantém-se a situação de seca meteorológica em quase todo o território de Portugal continental, verificando-se, em relação a 31 de Maio, um agravamento da intensidade da seca. No final deste mês cerca de 80 % do território estava em seca severa (72.3 %) e extrema (7.3 %).
Consulte o relatório completo aqui 
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Fonte: IPMA

6321. Seca: Governo prepara plano de contingência


O cenário não é optimista: cerca de 80% do território estava em seca severa ou extrema no final do mês de Junho e, das 60 barragens no continente, 18 registam menos de metade da água que conseguem armazenar. Perante estes sinais de alarme, o secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, avançou que o Governo vai activar de imediato a Comissão Permanente de Prevenção, Monitorização e Efeitos da Seca, criada há cerca de um mês. Além disso, confirmou à TSF, será elaborado um plano de contingência para enfrentar a seca e evitar consequências mais graves a meio do verão.
Os indicadores mais preocupantes registam-se, por exemplo, em concelhos do Alentejo e da Beira Interior, que podem chegar a Agosto sem água devido à seca e aos baixos níveis das barragens. “De uma forma geral no país há motivos de preocupação e sobretudo na Bacia do rio Sado o caso já é mesmo muito preocupante”, admite o secretário de Estado. É preciso tomar medidas de contenção de consumos, criar regras e sobretudo alertar para a situação gravíssima que estamos a viver”, declarou o secretário de Estado do Ambiente.
Entre as medidas previstas, Carlos Martins espera que as autarquias mais afectadas procurem ou reactivar antigos furos de água para reforçar ou substituir o abastecimento actual. E apela também aos municípios para que reduzam a rega de espaços verdes. “Ninguém iria perceber que andássemos a regar rotundas numa altura em que há restrições de abastecimento à população ou ao gado. As rotundas não ficam com a mesma beleza… mas não são prioritárias”, justifica o secretário de Estado.
O índice meteorológico de seca – que contabiliza os dados sobre precipitação, temperatura do ar e capacidade de água disponível no solo – mantinha-se, a 30 de Junho, em estado de “situação de seca meteorológica” em quase todo o território de Portugal continental. E, face a 31 de Maio, registou um agravamento da intensidade da seca. Depois de um inverno com pouca chuva, a primavera também foi muito quente, seca e com uma chuva que apenas correspondeu a 75% do valor médio histórico para estes meses do ano.
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Fonte: Observador

6320. Agricultores do Douro com grandes prejuízos por causa do granizo

A agricultora Ilda Oliveira, de Fontes, Santa Marta de Penaguião, queixou-se esta sexta-feira de ter perdido "toda a produção" de vinho e azeitona na tempestade de granizo que caiu sobre o Douro.
"Agora, é mesmo de não saber como vou viver e sustentar um menino com 13 anos que tenho", diz a produtora à agência Lusa. Ilda Oliveira, de 53 anos, referiu que a chuva forte e o granizo que caíram ao final da tarde de quinta-feira, na freguesia de Fontes, no concelho de Santa Marta de Penaguião, distrito de Vila Real, "destruíram" a sua vinha e os olivais. "Fiquei sem nada, foi tudo embora, nem folha ficou. Foi azeitona, vinho, tudo, ficamos sem nada", frisou esta viticultura, que adiantou que a agricultura é o único rendimento familiar.
Há dois anos, uma enxurrada destruiu também vinha nesta freguesia, arrastando terras e as plantas. Ilda Oliveira disse que contabilizou, na altura, prejuízos na "ordem dos 10 mil euros". "Ainda nem me refiz de uma coisa e já aparece outra. Um fenómeno destes é assustador. Não sabemos o que vamos fazer daqui para a frente, do que vamos viver, é complicado", salientou.
O presidente da junta de Fontes, Hugo Sequeira, percorreu entre esta quinta e sexta-feira a sua freguesia, falou com os produtores e, depois, descreveu à Lusa "um cenário de destruição" e em perdas de produção de vinho na ordem dos "80 a 90%". "Eram pedras do tamanho de cerejas. Caiu granizo durante cerca de 10 minutos mas com muita intensidade", contou o autarca.
Hugo Sequeira referiu que os afectados são agricultores com pequenas vinhas, mas também produtores que vivem única e exclusivamente da vinha. Os técnicos da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN) vão hoje para o terreno fazer um levantamento dos prejuízos causados pelo granizo e chuva intensa nas vinhas e pomares do Douro.
O mau tempo atravessou na quinta-feira o distrito de Vila Real e chegou a Viseu, arrastando detritos para as estradas e provocando muitas ocorrências a nível de inundações e também de estragos na agricultura, como em vinhas do Região Demarcada do Douro, pomares de maçãs e hortícolas. Fonte da DRAPN disse à agência Lusa que os técnicos vão hoje para o terreno começar a fazer o levantamento dos estragos, para se perceber a real dimensão dos prejuízos causados.
A Direcção Regional alertou também os produtores para começarem imediatamente a aplicar um tratamento para ajudar a cicatrizar as videiras, nomeadamente adubo foliar com elevada percentagem de cálcio. A DRAPN salientou que o tratamento é "tanto mais eficaz quanto mais rapidamente for efectuado".
Em Sabrosa, no distrito de Vila Real, a chuva forte chegou acompanhada de granizo, deixando um cenário nas vinhas de "bagos rachados, com a grainha à mostra, e folhas esfarrapadas". Quem o descreve é Celeste Marques, da adega de Sabrosa, que disse ainda à Lusa que, esta manhã, os lavradores começaram a deslocar-se à cooperativa para fazer o balanço dos estragos e a participação ao seguro colectivo. O mau tempo afectou principalmente a corda entre a vila de Sabrosa, Vilarinho de São Romão e Celeirós, zona de produção de vinho de Porto e vinhos de mesa de denominação de origem protegida Douro.
Faz hoje precisamente um ano que este concelho foi também afectado por uma tempestade de chuva e granizo. Uma hora de "chuva torrencial", a 07 de Julho de 2016, provocou inundações em cerca de 12 lojas e casas de habitação, uma igreja e até na câmara de Sabrosa, além de estragos em vinhas e hortas deste concelho. Celeste Marques recordou o mau tempo do ano passado, em que a cooperativa perdeu cerca de mil pipas de vinho, e referiu que, em princípio, a dimensão dos estragos este ano "não será tão elevada". No entanto ressalvou que, durante o dia de hoje, os lavradores deslocar-se-ão às instalações da adega para informar dos prejuízos e, só depois, se terá a verdadeira noção dos prejuízos. Em Celeirós, os produtores adiantam quebras na produção na "ordem dos 30%", principalmente nas vinhas expostas a nascente.
O mau tempo afectou ainda áreas de vinha em Alijó, Santa Marta de Penaguião e Mesão Frio, no distrito de Vila Real. Nos concelhos do Douro Sul, como Armamar e Tabuaço (Viseu), há estragos em pomares de maçãs e vinha, enquanto, em Vila Pouca de Aguiar (Vila Real) foram atingidas principalmente as hortícolas.
Os técnicos da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN) vão hoje para o terreno fazer um levantamento dos prejuízos causados pelo granizo e chuva intensa. Há relatos de estragos na agricultura desde as hortícolas de Vila Pouca de Aguiar, vinha em Sabrosa, Alijó, Santa Marta de Penaguião e Mesão Frio, concelhos do distrito de Vila Real, e ainda em pomares de maçãs e vinha de Armamar e Tabuaço, no distrito de Viseu.
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Fonte (texto e fotografia): Correio da Manhã

6319. O incêndio de Pedrógão Grande (estudo de caso): Relatório Final IPMA

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6318. O incêndio de Pedrógão Grande (estudo de caso): Tudo aponta para uma "falha total do sistema de Proteção Civil", alerta Paulo Fernandes

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Paulo Fernandes, do departamento de Engenharia Florestal da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro afirma que houve uma "falha total do nosso sistema de protecção civil". Em causa, por exemplo, o não encerramento de algumas estradas ao trânsito e o facto de "não haver um único meteorologista especializado em incêndios florestais que esteja a trabalhar em situação operacional", alerta Paulo Fernandes. "É claramente um problema de não antecipar o risco potencial face às condições previstas", argumenta.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

6317. O incêndio de Pedrógão Grande (estudo de caso): Thunderstorm | The beginning of hell in Pedrogão Grande

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6316. O incêndio de Pedrógão Grande (estudo de caso): Pedrogão Grande – A tempestade que provocou o incêndio

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6315. O incêndio de Pedrógão Grande (estudo de caso): Lousã tragédia a porta

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6314. PORTUGAL CONTINENTAL: Continuação do mau tempo

Na imagem do canal AirMass das 13h00 é possível localizar aproximadamente o núcleo de ar frio em altitude sobre o centro – sul da Península Ibérica (área interior delimitada pela elíptica amarela); as setas vermelhas representam o movimento das massas de ar em torno do núcleo de ar frio. Para esta tarde é previsível o aumento da nebulosidade nas regiões do interior norte e centro de Portugal Continental, mais próximas da fronteira com Espanha, com a ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, pontualmente muito fortes e acompanhados de trovoada e queda de granizo.

6313. Ranking Meteorológico Europeu (2º Trimestre de 2017)



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Relatório descritivo para as estações portuguesas

A análise dos dados das estações meteorológicas portuguesas representados nos quadros, elaborados a partir da informação recolhida no portal WeatherOnline, permite concluir que, no registo das temperaturas máximas acumuladas diariamente ao longo do segundo trimestre de 2017, as estações meteorológicas de Viana do Castelo, Porto/Pedras Rubras, Ovar, Coimbra, Alverca do Ribatejo, Lisboa, Montijo, Évora, Base Área de Beja, Beja (ou seja, as estações meteorológicas localizadas ao longo do litoral norte e centro e interior sul de Portugal Continental) registaram valores acumulados superiores à média esperada para o trimestre em cada uma das referidas estações meteorológicas, o que evidencia que a Primavera apresentou temperaturas máximas diárias acumuladas relativamente superiores ao normal para aquelas localidades; já as restantes estações meteorológicas de Portugal Continental, bem como dos Arquipélagos dos Açores e da Madeira, registaram valores acumulados iguais ou inferiores à média esperada para o trimestre em cada uma das estações meteorológicas, o que evidencia que a Primavera apresentou temperaturas máximas diárias acumuladas relativamente iguais ou inferiores ao normal no resto do território do país.
Relativamente à distribuição da precipitação (valores máximos diários acumulados ao longo do segundo trimestre de 2017), encontramos três estações meteorológicas do país onde os valores registados ultrapassaram os valores normais esperados para o trimestre: Ponta Delgada no Arquipélago dos Açores, Ovar em Portugal Continental e no Aeroporto da Madeira no Arquipélago da Madeira (estações meteorológicas onde a Primavera foi generosa, com precipitações máximas diárias acumuladas ao longo do trimestre acima do normal, ou seja, uma Primavera húmida); as restantes estações meteorológicas do país representadas no portal WeatherOnline registaram valores de precipitação máxima diária acumulada ao longo do trimestre igual ou inferior ao normal esperado para o segundo trimestre do ano, evidenciando uma Primavera seca na maior parte do território do país.
Os presentes dados referem-se ao segundo trimestre de 2017. Os dados entre parênteses correspondem ao desvio percentual em relação à média para o segundo trimestre do ano, calculado com base nos valores registados desde 2007 (acumulação de temperatura máxima diária e precipitação máxima diária) e 2010 (acumulação de temperatura mínima diária). A cor verde assinala que, no referido trimestre, a estação meteorológica registou valores superiores ao que é normal no trimestre, enquanto a cor vermelha significa que a estação meteorológica registou valores inferiores ao que é normal para o trimestre.
Os dados estatísticos assinalam uma pontuação elaborada a partir do WeatherOnline, atribuindo uma pontuação de 10 a 1 a cada estação meteorológica que se posicionou nos 1º a 10º lugar no ranking diário de temperaturas máximas e mínimas e de precipitação acumulada em 24 horas, no conjunto de todas as estações meteorológicas da Europa, consideradas no seu conjunto como padrão de comparação. Todos os dados vão sendo actualizados e disponíveis livremente para consulta e download em ficheiro Excel no Grupo Yahoo TEMPOGERO.