domingo, 6 de agosto de 2017

6371. 5.500 passageiros afetados pelo cancelamento de voos no Aeroporto da Madeira



Cerca de 5.500 passageiros foram hoje afectados pelo cancelamento de dezenas de voos no Aeroporto da Madeira devido ao vento forte, segundo a ANA – Aeroportos de Portugal. Fonte da ANA – Aeroportos de Portugal referiu que, até às 18:30, “o ponto da situação são dois voos atrasados e 56 cancelados, entre aterragens e descolagens”. “Esta situação afectou próximo de 5.500 passageiros”, acrescentou.
De acordo com a informação disponibilizada na página da Internet da ANA, hoje apenas o avião que assegura as ligações entre as ilhas da Madeira e o Porto Santo conseguiu aterrar. O avião da Aerovip chegou ao Aeroporto da Madeira – Cristiano Ronaldo às 17:19. Desde a meia-noite, ainda segundo a informação disponível no ‘site’ da ANA, foram canceladas 23 aterragens e 24 descolagens e apenas dois voos partiram do aeroporto do Funchal, um com destino ao Porto, às 07:21, e outro para Lisboa, às 07:32. Durante o dia, segundo fonte aeroportuária divergiram para Porto Santo seis aviões, cinco dos quais ainda permanecem nessa ilha. Um avião da Monarch, oriundo de Gatwick (Inglaterra), acabou por ir para Las Palmas, nas Ilhas Canárias.
Quinta-feira, a ANA alertou para condições meteorológicas adversas entre sábado e terça-feira, que podem provocar constrangimentos nas operações no aeroporto madeirense. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera colocou a parte sul da ilha da Madeira sob aviso amarelo, devido à previsão de temperaturas elevadas e vento forte, com rajadas que podem atingir os 80 quilómetros no extremo leste da ilha.
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Fonte: DN Madeira

sábado, 5 de agosto de 2017

6370. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo quente


Temperaturas máximas >= 40,0 ºC
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Sexta-feira, 4 de Agosto de 2017
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 42,3 ºC
Elvas – 41,5 ºC
Amareleja – 41,4 ºC
Castro Marim (R.N. Sapal) – 41,2 ºC
Portel (Oriola) – 41,1 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 40,6 ºC
Zebreira – 40,4 ºC
Beja – 40,4 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 40,1 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 40,0 ºC
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Fonte: IPMA

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

6369. Sexta-feira, 4 de Agosto (16h00)



Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 40,5 ºC
Portel (Oriola) – 39,8 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 39,3 ºC
Zebreira – 39,1 ºC
Évora (Aeródromo) – 39,1 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 39,0 ºC
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Viana do Castelo (Chafé) – 24,9 ºC
Aveiro (Universidade) – 24,5 ºC
Montalegre – 22,4 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 21,2 ºC
Cabo Carvoeiro – 20,4 ºC
Cabo Raso – 20,3 ºC
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Fonte: IPMA

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

6368. Quinta-feira, 3 de Agosto (16h00)



Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 37,4 ºC
Alvega – 37,1 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 36,7 ºC
Portel (Oriola) – 36,5 ºC
Viana do Alentejo – 36,5 ºC
Amareleja – 36,5 ºC
Zebreira – 36,5 ºC
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Viana do Castelo – 23,9 ºC
Sagres – 23,9 ºC
Viana do Castelo (Chafé) – 23,3 ºC
Penhas Douradas – 23,7 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 22,2 ºC
Cabo Carvoeiro – 21,8 ºC
Cabo Raso – 20,0 ºC
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Fonte: IPMA

terça-feira, 1 de agosto de 2017

6367. Temperatura da Terra pode aumentar até 4,9 graus neste século


O aquecimento do planeta em dois graus até final do século, uma meta que é referida como passível de evitar, pode mais do que duplicar, de acordo com uma investigação da Universidade de Washington hoje divulgada.
A comunidade internacional concordou, no chamado Acordo de Paris, combater o aquecimento global (limitando a emissão de gases com efeito de estufa) de forma a que esse aumento de temperatura não ultrapasse os 1,5 graus celsius (e não os 02 graus, que era a meta anterior). No entanto, a investigação agora divulgada considera como muito provável que o planeta exceda essa meta. O estudo usa ferramentas estatísticas as quais indicam que há apenas 05% de probabilidades de a Terra aquecer apenas 02 graus ou menos até final do século. E a possibilidade de aquecer 1,5 graus ou menos é de 01%.
"A nossa análise mostra que o objectivo dos 02 graus é o melhor cenário", disse o autor principal do trabalho, Adrian Raftery, acrescentando que para isso era necessário um grande e sustentando esforço, em todas as frentes, nos próximos 80 anos. Ao contrário, as projecções indicam 90% de hipóteses de que as temperaturas aumentem, neste século, entre 02 e 4,9 graus celsius.
[citação: A nossa análise é compatível com estimativas anteriores, mas conclui que as projecções mais optimistas são improváveis de acontecer]
Raftery afirma que o planeta está mais perto "da margem" do que as pessoas pensam. Os responsáveis pela investigação trabalharam sobre três cenários de emissões de gases com efeito de estufa e usaram projecções estatísticas sustentadas em 50 anos de dados de países de todo o mundo. E encontraram um valor médio de aquecimento de 3,2 graus até 2100, com 90% de hipóteses de que o aquecimento global seja neste século entre 02 e 4,9 graus.
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segunda-feira, 31 de julho de 2017

6366. Cavado


Cavado corresponde a uma situação sinóptica em que ocorre uma prenunciada descida de pressão entre duas áreas de altas pressões. Neste exemplo, a imagem de satélite das 20h00 de hoje mostra um pronunciado cavado a oeste da Península Ibérica, abarcando quase toda a faixa litoral ocidental de Portugal Continental. As áreas de maior instabilidade dos cavados correspondem, no hemisfério norte, aos bordos orientais dos cavados – são as áreas onde geralmente aparecem linhas de instabilidade associadas a superfícies frontais, com desenvolvimento de nebulosidade e ocorrência de precipitação.

Estas situações são muito raras de ocorrerem no Verão em Portugal Continental; ocorrem sobretudo a partir do Outono e geralmente provocam tempo muito instável, com ventos fortes e precipitações concentradas, com descida da temperatura do ar. O deslocamento dos cavados faz-se de oeste para este, no hemisfério norte.

6365. Segunda-feira, 31 de Julho (20h00)

Imagem de Satélite às 20h00
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Fonte: SAT24

6364. Segunda-feira, 31 de Julho (09h00)

Aproximação e passagem de superfície frontal em fase de dissipação, originando aumento temporário de nebulosidade nas regiões do norte e centro, com possibilidade de precipitação nas regiões do litoral oeste.

sábado, 29 de julho de 2017

6363. Sábado, 29 de Julho (16h00)



Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 38,2 ºC
Alvega – 37,5 ºC
Elvas – 37,4 ºC
Portel (Oriola) – 37,3 ºC
Évora (Aeródromo) – 37,2 ºC
Viana do Alentejo – 37,2 ºC
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Viana do Castelo – 22,0 ºC
Sines – 21,8 ºC
Viana do Castelo (Chafé) – 20,7 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 20,7 ºC
Cabo Carvoeiro – 20,2 ºC
Cabo Raso – 18,9 ºC
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Fonte: IPMA

6362. PORTUGAL CONTINENTAL: Junho extremamente quente e muito seco




O mês de Junho de 2017 em Portugal Continental foi extremamente quente e muito seco. Este foi o 3º mês de Junho mais quente desde 1931, depois de 2004 (23.25 °C) e 2005 (22.81 °C).
O valor médio da temperatura média do ar foi de 22.34 °C, +2.92 °C acima do valor normal. O valor médio da temperatura máxima do ar, 29.57 °C, foi o 3º mais alto desde 1931, com uma anomalia de +4.21 °C. O maior valor da temperatura máxima, 30.14 °C, ocorreu em 2004. O valor médio da temperatura mínima do ar, 15.10 °C, foi o 4º mais alto desde 1931, com uma anomalia de +1.61 °C, valor mais alto em 2004, 16.36 °C.
Ao longo do mês observaram-se valores altos da temperatura máxima, muito superiores aos valores normais para este mês, devido a uma massa de ar muito quente e seco, em particular a partir do dia 7 e com destaque para o período de 16 a 19 de Junho. Em Portugal continental, o dia 17 de Junho foi o mais quente, com 29.4 °C de temperatura média (+10.0 °C em relação ao normal); 39.12 °C de temperatura máxima (+13.8 °C em relação ao normal) e 19.7 °C de temperatura mínima (+6.2 °C em relação ao normal).
No período de 16 a 19, valores de temperatura máxima superiores ou iguais a 30 °C (dias quentes) observaram-se em mais de 90% das estações meteorológicas. No dia 17 cerca de 85% das estações meteorológicas registaram valores de temperatura máxima superiores ou iguais a 35 °C (dias muito quentes) e cerca de 50% registaram valores superiores ou iguais a 40 °C (dias extremamente quentes). Nos dias 17, 18 e 19 mais de 50% das estações meteorológicas registaram valores de temperatura mínima do ar igual ou superior a 20 °C.
Ocorreu uma onda de calor no período de 7 a 24 de Junho com duração de 17/18 dias nas regiões do interior Norte e Centro (9 estações) e 11/12 dias nas restantes regiões do interior. Grande parte das regiões do litoral não teve em onda de calor.
Em relação  à precipitação o mês de Junho classificou-se como muito seco, com um valor médio de precipitação em Portugal continental de 9.6 mm, o que corresponde a 30% do valor médio. Menores valores da quantidade de precipitação ocorreram em 20 % dos anos desde 1931.
De acordo com o índice meteorológico de seca – PDSI, no final do mês de Junho mantém-se a situação de seca meteorológica em quase todo o território de Portugal continental, verificando-se, em relação a 31 de Maio, um agravamento da intensidade da seca. No final deste mês cerca de 80 % do território estava em seca severa (72.3 %) e extrema (7.3 %).
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sexta-feira, 28 de julho de 2017

6361. Sexta-feira, 28 de Julho (16h00)



Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) 39,2 ºC
Elvas – 38,3 ºC
Portel (Oriola) – 37,8 ºC
Viana do Alentejo – 37,7 ºC
Amareleja – 37,6 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 37,5 ºC
Mértola (Formoso) – 37,5 ºC
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Viana do Castelo (Chafé) – 23,0 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 22,4 ºC
Sagres – 21,4 ºC
Cabo Raso – 19,6 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 19,3 ºC
Cabo Carvoeiro – 18,6 ºC
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Fonte: IPMA

quarta-feira, 26 de julho de 2017

6359. PORTUGAL CONTINENTAL: Incêndios no interior

Imagem de Satélite às 20h30
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Fonte: SAT24

6358. Capacete de cinza

Estremoz, Terça-feira, dia 25 de Julho (21h00)

6357. Quarta-feira, 26 de Julho (16h00)



Algumas temperaturas às 16h00
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Viana do Alentejo – 38,6 ºC
Portel (Oriola) – 38,5 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 38,4 ºC
Alvalade – 38,1 ºC
Avis (Benavila) – 38,0 ºC
Elvas – 37,9 ºC
Évora (Aeródromo) – 37,9 ºC
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Viana do Castelo (Chafé) – 23,3 ºC
Dunas de Mira – 22,0 ºC
Aveiro (Universidade) – 21,5 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 19,4 ºC
Cabo Carvoeiro – 19,3 ºC
Cabo Raso – 19,1 ºC
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Fonte: IPMA

6356. Ciclone extra-tropical



Os ciclones que se formam sobre as latitudes médias da Terra – como a tempestade que girou sobre os EstadosUnidos em 2010 – são muitas vezes memoráveis ​​para o vento, a chuva e os tornados que podem gerar. Mas nem todos esses sistemas de baixa pressão oferecem um clima severo.
Em 16 de Julho de 2017, o Spectroradiometer de Imagem de Resolução Moderada (MODIS) no satélite Terra da NASA capturou esta imagem de rotação ciclónica na costa de Portugal. É possível que as nuvens nem sequer produzam chuva, mas ainda fazem uma imagem impressionante. Esta imagem foi composta com luz visível e infravermelha (bandas MODIS 7-2-1), uma combinação que destaca o contraste entre nuvens e a superfície terrestre.
Na vizinhança da Península Ibérica, esses sistemas de baixa pressão são relativamente lentos e tendem a ser pouco desenvolvidos no Verão; geralmente formam nuvens sem precipitação. Em contraste, os sistemas de movimento rápido dominam no Inverno, quando são mais desenvolvidos e, muitas vezes, estão ligados a fortes chuvas e ventos mais fortes.
"Um ciclone lento sobre a costa portuguesa sugou um ar seco e sem nuvens da Península Ibérica e um ar húmido e nublado do Atlântico, formando uma espiral", disse Peter Knippertz, meteorologista do Instituto de Tecnologia Karlsruhe. Ele observou que as nuvens envolvidas na circulação parecem ser estratocúmulos marinhos.
As áreas continentais quentes e secas geralmente têm menor pressão atmosférica menor (baixas térmicas) do que o oceano próximo. Às vezes, essas baixas térmicas tornam-se móveis e deslocam-se para o exterior. Quando a imagem foi captada, houve um contraste particularmente forte entre o Atlântico Norte e a Europa continental. De acordo com Knippertz, a Península Ibérica estava a experimentar uma onda de calor no momento, com temperaturas generalizadas acima de 40 graus Celsius (100 ° Fahrenheit).
Precisamente o que causou essa rotação de latitude média permanece um pouco misterioso. "Eu chamaria isso de redemoinho mesoescala de baixo nível", disse Stephen Munchak, meteorologista de pesquisa no Goddard Space Flight Center da NASA.
Rotações ciclónicas como esta geralmente ocorrem durante os meses de verão sobre a Ibéria, bem como Marrocos. Veja a circulação de Marrocos em Julho de 2016 e, mais recentemente, em Junhode 2017.
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6355. Incêndios por controlar em Mação, Sertã, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão



Por dominar continuam os fogos em Mação, Sertã, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão. Em Mação, distrito de Santarém, o fogo tem duas frentes activas, numa área muito extensa. O vice-presidente da câmara de Mação fala num caos total, um pandemónio provocado pelo incêndio. António Louro diz mesmo que este é o pior cenário desde que as chamas chegaram a Mação, há dois dias.
As chamas estendem-se ao concelho de Proença-a-Nova, onde o presidente da câmara João Lobo, espera controlar o perímetro que atinge uma vasta área. Na terça-feira à noite, Marcelo Rebelo de Sousa esteve no posto de comando, em Mação, no centro da vila. O Presidente da República elogiou o trabalho dos bombeiros e pediu à população que perceba as dificuldades no combate aos incêndios, já que as equipas no terreno têm literalmente de tentar apagar vários fogos.
Sublinhando as condições adversas, o Marcelo Rebelo de Sousa fez questão de deixar uma palavra solidária, para quem está no terreno. Por causa dos fogos na região centro, está cortada nos dois sentidos a A23, entre Fratel e Vila Velha de Ródão. No terreno estão mais de 1800 operacionais.
Também na terça-feira à noite as chamas estiveram às portas da cidade de Setúbal. 500 pessoas chegaram a ser retiradas de casa, mas o fogo foi dominado pouco antes da meia-noite. Os moradores de dois bairros, Reboreda e Viso, foram retirados por precaução, mas já regressaram a casa.
Cristina Lai Men
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Fonte: TSF

6354.12 casas ardidas e cerca de 200 pessoas evacuadas em Mação



O presidente da Câmara de Mação, Vasco Estrela, anunciou esta terça-feira, 25 de Julho, ao final da tarde, que já arderam 12 casas, algumas de primeira habitação no concelho, onde desde ontem já foram evacuadas cerca de 200 pessoas. "Contam-se duas habitações permanentes ardidas na aldeia de Frei João, freguesia de Carvoeiro, além das restantes cinco já reportadas anteriormente e mais cinco agora em Envendos", disse o autarca, em declarações à agência Lusa.
"É uma situação inimaginável que não se previa que pudesse acontecer", descreveu Vasco Estrela, avançando que, em termos de danos materiais, os prejuízos continuam a aumentar a toda a hora. "Vamos ver como é que é possível tentar defender essas pessoas e localidades, tirando essas pessoas das aldeias para evitar que haja dramas humanos ou situações como a que se está a verificar em Envendos, onde já arderam hoje várias casas [algumas de primeira habitação]; ver concretamente o que aconteceu, para tentarmos perceber como é que podemos aliviar esse problema", afirmou, contabilizando um total de 10 mil hectares de área ardida desde domingo no concelho. "São estes levantamentos que terão de ser feitos agora à medida que o tempo for passando e que seja possível entrar nas localidades, falar com as pessoas e perceber em concreto os danos causados", explicou.
O fogo que lavra em Mação continua numa situação muito preocupante, com vento muito forte, aldeias em perigo e casas a arder, estando no local o Presidente da República e o secretário de Estado da Administração Interna no local. Marcelo Rebelo de Sousa, chegou cerca das 21h30 ao posto de comando da protecção civil em Mação, para se inteirar sobre a evolução do incêndio. Uma hora antes tinha chegado o secretário de Estado, Jorge Gomes, que já afirmou que o incêndio de Mação se tem desenvolvido "de uma forma anormal, a uma velocidade muito grande, que o sistema não conseguiu acompanhar".
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segunda-feira, 24 de julho de 2017

6350. 31 voos para a Madeira ‘atingidos’ pelo vento



Dez aterragens abortadas, número igual às partidas que estavam agendadas e foram canceladas, e ainda 11 voos divergidos, perfazem um total de 31 voos que não cumpriram com a sua escala durante o dia de hoje. É este o balanço feito até agora no Aeroporto da Madeira Cristiano Ronaldo, que neste momento está “impossível para os aviões aterrarem”, assegura o departamento de meteorologia responsável por aquela pista.
O vento encontra-se entre 22 a 27 nós, o que equivale a uma velocidade de 40 a 48 quilómetros, estando a ‘cortar’ a pista ao meio. Como se não bastasse, as rajadas estão ainda mais fortes e tornam a acção dos pilotos insegura na aproximação a Santa Cruz. A quem arrisque pousar, neste momento as rajadas estão entre os 30 e 36 nós, números que em quilómetros significam um valor na casa dos 56km e 66km.
Recorde-se que a easyJet cancelou todos os seus voos para a Madeira até ao final do dia de hoje, quando estavam agendados para aterrar sete voos da companhia britânica e levantarem da Região cinco aeronaves. Até às 18 horas de terça-feira mantém-se a previsão de vento.
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Fonte: dnoticias.pt

6349. Jaime Marta Soares: "A Liga dos Bombeiros não deixará que isto fique como antes"

CopyRight @ RTP Notícias

6348. PORTUGAL CONTINENTAL: Incêndios no interior

Imagem de satélite às 20h30
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Fonte: SAT24

quinta-feira, 20 de julho de 2017

6344. Há seca no Alentejo

Quinze localidades do Alentejo vão ter de reduzir o consumo urbano de água imediatamente. Com o país numa situação de seca preocupante – principalmente na bacia hidrográfica do Sado –, vai ser obrigatório reduzir a rega dos jardins e hortas, passará a ser proibido encher piscinas e lavar carros, e devem ser encerradas as fontes decorativas nas localidades de Alcácer do Sal, Aljustrel, Alvito, Ferreira do Alentejo, Grândola, Santiago do Cacém, Sines, Viana do Alentejo, Almodôvar, Castro Verde, Redondo, Alandroal, Arraiolos, Arronches e Borba. Autarquias que terão a partir de hoje reuniões com as autoridades do Ambiente para colocar em prática as medidas.
Esta foi um das decisões da Comissão Permanente de Prevenção, Monitorização e Acompanhamento dos Efeitos da Seca que ontem reuniu pela primeira e que aprovou várias medidas de prevenção e regulação da gestão da água que existe nas albufeiras nacionais, que estão, na sua maioria, cada vez mais vazias: segundo os dados de segunda -feira há 16 albufeiras com reservas de 40% ou menos da sua capacidade.
"A situação é cada dia mais preocupante, principalmente na bacia do Sado, mas parece claro que temos solução para ela", adiantou ao DN o ministro do Ambiente, João Matos Fernandes. O governante salvaguardou que apesar de a actual situação de seca ser a pior desde 1995 "não vai faltar água nas torneiras. Não há restrições para o consumo humano. Aliás estão definidas as prioridades: primeiro os humanos, depois animais, regas agrícolas e piscinas, lavagens etc." E lembrou que a barragem de Alqueva está a dar uma ajuda – devido às suas ligações a albufeiras na região alentejana – a que o impacte da seca não seja tão visível na sua área de influência.
Entre as medidas aprovadas na reunião em que estiveram os ministros do Ambiente, Agricultura (Capoulas Santos), Mar (Paula Vitorino) e o ministro-adjunto Eduardo Cabrita, contam-se a proibição de fazer furos para a captação de água sem haver um licenciamento – até agora bastava um aviso prévio – e a possibilidade de retirar os peixes das albufeiras do Divor (Évora) e Pego do Altar (Alcácer do Sal), existindo ainda a hipótese de tal acontecer também na represa de Monte da Rocha (Ourique), onde também vão ser colocadas restrições a alguns usos da água. Já a produção de energia eléctrica na albufeira de Póvoas e Meadas será condicionada.
João Matos Fernandes explicou ao DN que estão a ser efectuados furos em Odemira, Arraiolos, Avis, Borba, Alandroal e Mértola para melhorar o abastecimento às populações e que foi feito um investimento de 510 milhões de euros na pré-reserva de camiões cisterna para o caso de ser necessário levar agua aos sistemas de abastecimento mais isolados.
O Ministério da Agricultura adiantou, entretanto, que em Outubro vão ser distribuídos 400 milhões de euros a todos os agricultores devido à antecipação, autorizada pela Comissão Europeia, dos pagamentos da Politica Agrícola Comum.
Carlos Ferro
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terça-feira, 18 de julho de 2017

6342. Europa (Tendência climática)

Lista de estações com maior tendência de subida no
RANKING METEOROLÓGICO EUROPEU
(ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 6209)
Temperaturas máximas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas máximas diárias mais elevadas ao longo do ano.
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Temperaturas minímas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas mínimas absolutas diárias mais baixas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas mínimas diárias mais baixas ao longo do ano.
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Precipitação total em 24 horas
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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* * *
Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez precipitações máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com maiores precipitações diárias acumuladas diariamente ao longo do ano.

6341. Tendências de dados meteorológicos (EUROPA)

ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 6208
 Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas máximas 
no TOP 10 diário
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas mínimas 
no TOP 10 diário
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos precipitações em 24 horas 
no TOP 10 diário
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6340. Percentagem de acerto nas previsões climáticas trimestrais (Europa)

3º Trimestre 2015 até 2º Trimestre 2017 = 66,17 %
2º Trimestre 2015 até 1º Trimestre 2017 = 66,25 %
1º Trimestre 2015 até 4º Trimestre 2016 = 65,08 %
4º Trimestre 2014 até 3º Trimestre 2016 = 65,58 %
3º Trimestre 2014 até 2º Trimestre 2016 = 63,83 %
2º Trimestre 2014 até 1º Trimestre 2016 = 62,92 %
1º Trimestre 2014 até 4º Trimestre 2015 = 61,17 %
4º Trimestre 2013 até 3º Trimestre 2015 = 61,14 %
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1º Trimestre 2015 até 4º Trimestre 2016 = 65,08 %
1º Trimestre 2013 até 4º Trimestre 2014 = 58,00 %

6339. Estimativa climática (Resumo)

Em Março de 2017 foi apresentada uma estimativa (postagem 6182)  para para as estações do Ranking Meteorológico Europeu sobre a provável evolução das temperaturas máximas diárias acumuladas, temperaturas mínimas diárias acumuladas e precipitações máximas diárias acumuladas, ao longo do segundo trimestre de 2017 (PRIMAVERA). Terminado o período para o qual foram feitas as previsões, apresentam-se os quadros de apuramento final com os dados acertados.


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SÍNTESE RELATIVAMENTE AOS APURAMENTOS
(percentagem de acerto nas previsões)
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2º Trimestre de 2017 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 36 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 48 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
1º Trimestre de 2017 (MÉDIA = 67 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 52 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 48 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
4º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 56 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
3º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 69 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 44 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 60 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
2º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 68 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 56 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 16 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
1º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 70 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 68 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 44 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
4º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 61 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 16 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
3º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 52 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
2º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 40 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
1º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 59 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %