sexta-feira, 2 de março de 2018

6633. Grande Lisboa sofre consequências do mau tempo

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6632. Algarve. Mau tempo deixa parque de estacionamento em perigo

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6631. PORTUGAL CONTINENTAL: Propagação da instabilidade atmosférica (21h00)


6630. PORTUGAL CONTINENTAL: Instabilidade às 17h00



6629. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo severo

Portugal Continental com tempo muito instável: aguaceiros, pontualmente fortes e acompanhados de trovoadas, com rajadas de vento muito forte. Queda intensa de neve nas terras altas do interior norte e centro.

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6628. AÇORES: descida da temperatura e possibilidade de neve nas zonas altas


quinta-feira, 1 de março de 2018

6627. Vaga de frio na Europa faz 50 mortos

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6626. Mau tempo. Centenas de pessoas sem eletricidade em Vila Real

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6625. Mau tempo. Mar destrói acesso à praia do Portinho da Arrábida

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6624. Mau tempo destrói bar de praia em Portimão

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6623. Mau tempo na Madeira deixa 12 pessoas desalojadas

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6622. Serra d`Ossa

Manto de nuvens a partir dos 500 metros de altitude.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

6621. Temperaturas às 16h00


6620. Vaga de frio siberiano fustiga a Europa

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6619. Aeroporto da Madeira paralisado pelo mau tempo

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6618. Gelo derruba árvores em Trancoso

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6617. Bragança debaixo do maior nevão dos últimos anos

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6616. Tromba de água fez estragos na doca de Faro

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6615. Como é que o ar frio siberiano chegou a Trás – os – Montes?



A presença de dois potentes anticiclones centrados na Gronelândia e na Escandinávia abriu caminho para o estabelecimento de uma corrente de leste que acabou por chegar até ao norte da Península Ibérica. Esta massa de ar gélida acabou por se encontrar com uma massa de ar tropical húmida procedente do oceano Atlântico; uma vez em contacto formou-se uma superfície frontal estacionária que originou a precipitação em forma de neve ou de chuva congelada (freezing rain).

6614. Tempestade "Emma"



A tempestade Emma (“ciclone”) fará a sua maior aproximação ao território de Portugal Continental por volta das 06h00 de amanhã, altura em que estará centrada a oeste do litoral da Galiza, em deslocamento para nordeste em direcção ao Golfo da Biscaia. A pressão atmosférica estimada para o centro da tempestade será de 976 hPa; as isobáricas (linhas de pressão atmosférica) muito próximas umas das outras traduzem um elevado gradiente de pressão entre distâncias relativamente curtas, ou seja, por outras palavras teremos condições para a ocorrência de vento forte, com rajadas muito fortes, de sudoeste, não se descartando a ocorrência de fenómenos extremos de vento.
A corrente de sudoeste arrasta consigo muita humidade proveniente da longa trajectória que as massas de ar fazem sobre o Oceano Atlântico, favorecendo a ocorrência de precipitação em todo o território de Portugal Continental; a presença de ar muito frio em altitude agrava a instabilidade atmosférica, uma vez que favorece as correntes ascendentes de ar na troposfera, responsáveis pela formação de nuvens de desenvolvimento vertical (cumulonimbos) que originam aguaceiros pontualmente fortes, por vezes acompanhados de trovoadas e queda de granizo.
Ao longo da amanhã de amanhã espera-se uma melhoria temporária do estado do tempo em Portugal Continental, de sul para norte; o vento rodará para oeste ou noroeste e esperar-se-á uma descida de temperatura, favorecendo a ocorrência de queda de neve a cotas mais baixas nas regiões do norte e centro.

6613. Quarta-feira, 28 de Fevereiro (11h00)

Imagem de satélite às 11h00
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Fonte: SAT24

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

6612. PORTUGAL CONTINENTAL: Neve e chuva fecham escolas e estradas

Estradas condicionadas e aulas suspensas em pelo menos 11 dos 14 concelhos do distrito de Vila Real foram as principais consequências do maior nevão dos últimos anos neste território, segundo fontes das autarquias e da GNR.
Durante a tarde começou a nevar com muita intensidade em vários pontos do distrito de Vila Real, provocando muitas dificuldades na circulação rodoviária. Fonte da Infraestruturas de Portugal (IP) disse à agência Lusa que a galeria sul do Túnel do Marão, sentido Amarante –  Vila Real, está a sofrer cortes momentâneos de trânsito para evitar filas no interior da infraestrutura, devido à grande acumulação de neve à saída do lado de Vila Real. Trata-se, segundo a fonte, de um procedimento de segurança. O trânsito fica cortado enquanto os limpa-neves procedem à limpeza na boca do túnel rodoviário
De acordo com a GNR, a circulação está também complicada no Itinerário Principal 4 (IP4), na zona do Alto de Espinho, na serra do Marão, entre Amarante e Vila Real, bem como na Autoestrada 24 (A24), entre Vila Real e Vila Pouca de Aguiar, e no Itinerário Complementar 5 (IC5) que liga a Alijó. Por alguns períodos, estas vias ficam cortadas temporariamente e condicionadas à passagem dos limpa-neves. Outras estradas nacionais e municipais um pouco por todo o distrito estão com a circulação dificultada devido à neve, havendo alguns pontos considerados "mais críticos" e que exigem mais precauções por parte dos automobilistas. Há por isso, um apelo generalizado, para que se evitem viagens desnecessárias.
Devido à neve e ao gelo, as aulas foram suspensas esta tarde em pelo menos 11 dos 14 concelhos do distrito. Por precaução, os alunos regressaram mais cedo a casa em Vila Real, Alijó, Sabrosa, Murça, Boticas, Chaves, Valpaços, Ribeira de Pena, Vila Pouca de Aguiar, Montalegre e Santa Marta de Penaguião, desde o Douro até à zona do Alto Tâmega. Em Murça, devido às dificuldades já sentidas na passagem dos transportes escolares por algumas estradas das zonas de montanha e da Terra Fria, os alunos foram transportados em viaturas dos bombeiros e da câmara municipal. Um pouco por todo o distrito, os meios da protecção civil e das operadoras das autoestradas estão mobilizados para a limpeza da neve e para o espalhamento de sal nas estradas.
A neve caiu também na cidade de Vila Real, uma situação que já não acontecia há alguns anos e que provocou muitos constrangimentos na circulação rodoviária mas levou muitas crianças e também adultos para a rua brincar.
Também os agricultores e produtores de gado se mostraram satisfeitos com a chegada, finalmente, do "bom tempo" que acreditam que vai ajudar a colmatar os efeitos da seca.
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6611. Temperaturas às 16h00


6610. Terça-feira, 27 de Fevereiro (14h27)


6609. Tempo instável: chuva, trovoada, vento, neve e agitação marítima

Carta Sinóptica de Superfície prevista
para 27.02.2018_ 06h00
Fonte: MetOffice
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Na carta sinóptica das 06h00 de hoje podemos observar a presença do centro de baixas pressões (tempestade Emma) próximo dos grupos ocidental e central do Arquipélago dos Açores, linhas de instabilidade cruzando o Arquipélago da Madeira e uma frente fria cruzando o território de Portugal Continental, de sul para norte; por outro lado, um fluxo de leste chega ao nordeste transmontano, transportando uma massa de ar siberiana muito fria.
Assim, o estado do tempo caracteriza-se por forte instabilidade nos Arquipélagos dos Açores e da Madeira, com a ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes e acompanhado por trovoadas; vento moderado a forte com rajadas muito fortes em zonas montanhosas e forte agitação marítima.
Em Portugal Continental há um aumento progressivo da nebulosidade nas regiões do norte e centro – norte, com ocorrência de períodos de chuva, passando progressivamente para queda de neve nas regiões montanhosas do interior, na medida em que a temperatura do ar vai descendo ao longo do período diurno com a chega da massa de ar siberiana procedente de leste.

6608. Terça-feira, 27 de Fevereiro (09h59)

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Centros barométricos e sistemas frontais às 09h59.

6607. Dilúvio no Areeiro justifica aviso vermelho para a chuva

Nas últimas 6 horas (até às 8h) choveu 106,2 litros por metro quadrado na estação do Chão do Areeiro (+ de 60 mm/6h corresponde a aviso vermelho). Nesta mesma estação, durante a madrugada, o vento chegou a soprar até aos 125 km/h.
Um pouco acima, na estação do Pico do Areeiro, a precipitação atingiu os 90,6 mm/6h.
Até às 8 da manhã foram as únicas com registos de risco extremo. Com menos chuva, mas ainda assim significativa, é a chuva caída esta madrugada em São Vicente (48,6 mm/6h), e Bica da Cana (42,9) – nível de aviso laranja.
Orlando Drumond
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Fonte: dnoticias

6606. Tempestade Emma a Oeste dos Açores

Imagem de satélite às 00h00
(AirMass)
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"CopyRight Eumetsat 2018"
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Tempestade Emma a Oeste do Arquipélago dos Açores (966 hPa às 18h00 de ontem).

6605. NEVE NO PICO: Primeiro grande nevão em 2018


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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

6604. Chuva, vento forte e agitação marítima geram alertas

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6603. Chuva, vento e agitação marítima forte em Portugal continental e arquipélago da Madeira



Chuva, vento e agitação marítima forte em Portugal continental – Uma região depressionária (depressão Emma) centrada a oeste do arquipélago dos Açores, à qual estão associados sistemas frontais, irá afectar o estado de tempo durante esta semana.
Esta situação meteorológica caracteriza-se pela ocorrência de precipitação contínua com início hoje, dia 26, na região Sul, estendendo-se gradualmente às restantes regiões e que se prevê, seja por vezes forte, de granizo e acompanhada de trovoada, a partir do final de dia 27. Esta precipitação será de neve nos pontos mais altos da serra da Estrela, descendo temporariamente a cota para 600 metros na região Norte até ao início da manhã de dia 28.
O vento será fraco a moderado do quadrante sul, soprando por vezes forte no litoral oeste e nas terras altas. A partir de dia 28, prevê-se um aumento da intensidade do vento, tornando-se moderado a forte, com rajadas até 80 km/h, podendo chegar a 100 km/h nas terras altas.
A agitação marítima irá também aumentar a partir de dia 28, quarta-feira, com ondulação de sudoeste com 4 a 5 metros de altura significativa, em especial a sul do Cabo Mondego, prevendo-se que chegue a 6 metros no litoral da região Sul no dia 01, podendo atingir 12 metros de altura máxima.
Chuva, vento e agitação marítima forte no Arquipélago da Madeira – Uma região depressionária (depressão Emma) centrada a oeste do arquipélago dos Açores, à qual estão associados sistemas frontais, irá afectar o estado de tempo durante esta semana. Esta situação meteorológica caracteriza-se pela ocorrência de precipitação por vezes forte e vento forte com rajadas até 80/90 km/h, que podem atingir os 125 km/h nas terras altas.
Nos próximos dias também se prevê agitação marítima forte, com ondas de sudoeste com 7 metros de altura significativa, podendo chegar a 14 metros de altura máxima.
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Fonte: IPMA

domingo, 25 de fevereiro de 2018

6602. Domingo, 25 de Fevereiro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Porto Moniz (Madeira): 17,8 ºC
Sagres: 12,1 ºC
Faro (Aeroporto): 11,8 ºC
Vila Real de S. António: 9,8 ºC
Castro Marim (R.N. Sapal): 9,2 ºC
Portimão (Aeródromo): 9,6 ºC
Cabo Raso: 8,8 ºC
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Bragança: - 3,7 ºC
Carrazeda de Ansiães: - 4,7 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro): - 4,6 ºC
Chaves (Aeródromo): - 5,6 ºC
Mirandela: - 6,0 ºC
Miranda do Douro: - 6,4 ºC
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Fonte: IPMA

sábado, 24 de fevereiro de 2018

6601. Sábado, 24 de Fevereiro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Funchal/Lido (Madeira): 15,5 ºC
Cabo Carvoeiro: 8,5 ºC
Faro (Aeroporto): 8,5 ºC
Portalegre (Cidade): 7,7 ºC
Cabo Raso: 7,5 ºC
Lisboa (Geofísico): 7,1 ºC
Almada (P. Rainha): 6,7 ºC
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Macedo de Cavaleiros (Bagueixe): - 5,0 ºC
Bragança: - 6,0 ºC
Chaves (Aeródromo): - 6,4 ºC
Mirandela: - 6,7 ºC
Carrazeda de Ansiães: - 6,9 ºC
Miranda do Douro: - 7,4 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro): - 7,8 ºC
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Fonte: IPMA

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

6600. Sexta-feira, 23 de Fevereiro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Aeroporto de Ponta Delgada (Açores): 15,5 ºC
Faro (Aeroporto): 9,1 ºC
Aveiro (Universidade): 8,3 ºC
Viana do Castelo: 7,8 ºC
Sines: 7,6 ºC
Cabo Carvoeiro: 7,4 ºC
Porto (S. Gens): 7,0 ºC
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Mirandela: - 2,6 ºC
Tomar (Valdonas): - 2,7 ºC
Portel (Oriola): - 3,2 ºC
Sabugal (Martim Rei): - 3,2 ºC
Miranda do Douro: - 3,9 ºC
Aljezur: - 4,1 ºC
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Fonte: IPMA

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

6598. IPMA: Extremos diários

Extremos Diários
Temp. máxima, Temp. mínima, Precip. acumulada, Rajada máxima,
(Continente, Açores e Madeira)
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Fonte: IPMA

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

6597. Deputados exigem firmeza do Governo sobre mina de urânio espanhola

O presidente da Comissão parlamentar de Ambiente exigiu hoje do Governo firmeza junto de Espanha para que Portugal seja envolvido na avaliação ambiental da mina de urânio de Retortillo, a 40 quilómetros da fronteira, perto de Almeida. "É necessário que o Governo português intervenha rapidamente, com firmeza e exigência porque a razão está do nosso lado, queremos que haja uma avaliação de impacto ambiental transfronteiriço", disse à agência Lusa Pedro Soares.
Deputados da Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação visitaram o local para onde está planeada a instalação de uma mina de urânio a céu aberto, em Retortillo, Espanha, juntamente com deputados espanhóis. No domingo, os deputados portugueses estiveram com vários autarcas da região da Guarda que transmitiram o desacordo relativamente à instalação da mina e os receios acerca dos seus efeitos para o ambiente e para a saúde.
A delegação da Comissão tem representantes de todos os partidos e "nota-se uma convergência grande relativamente a esta questão no sentido de exigir a participação das autoridades portuguesas na avaliação transfronteiriça", relatou Pedro Soares, do Bloco de Esquerda. Por isso, defendeu ser "possível que a Assembleia da República venha a aprovar em breve um diploma, um projecto de resolução que exija uma posição clara do Governo português".
A instalação da mina em Retortillo pela empresa Berkeley "teria efeitos devastadores sobre o território português, sobre toda aquela região" pois fica em frente do Parque Natural do Douro internacional, realçou. "Queremos é que haja firmeza da parte do Governo português e exigência no cumprimento das normas, não queremos que se repita – e parece que é para ai que vai o caminho – o que se passou em Almaraz", insistiu o presidente da Comissão parlamentar de Ambiente.
Referia-se à ausência de consulta a Portugal na decisão de construir um armazém de resíduos nucleares junto à central de Almaraz, perto do rio Tejo, levando à apresentação de uma queixa à Comissão Europeia, tendo sido conseguido posteriormente um acordo entre os dois países. "Percebemos que, tanto de um lado como de outro da fronteira, há uma grande preocupação dos autarcas e das populações relativamente a esta mina, [que] tem impactos óbvios em termos ambientais e em termos da qualidade de vida das pessoas", salientou Pedro Soares.
O deputado explicou que a mina, cuja instalação tem também suscitado críticas de ambientalistas portugueses e espanhóis, está em cima da bacia hidrográfica do Douro e "todas as escorrências e detritos da produção vão parar" ao rio. "O problema fundamental é que o urânio tem emissões radioactivas que não se controlam e podem, além de via água e aquíferos, também por via aérea chegar a Portugal e a mina está a 40 quilómetros em linha recta da fronteira de Almeida", alertou Pedro Soares.
Um estudo de avaliação de impacto ambiental feito pelo governo regional de Castela e Leon, que autorizou o projecto, define, segundo o deputado, que há "14 impactos severos, é o termo que utilizam, ao nível da avifauna, das questões ambientais, das populações, da água". A Berkeley "tenta manipular isto e diz que vai criar 400 postos de trabalho, vai ser muito importante para o desenvolvimento da região, mas qualquer pessoa minimamente inteligente percebe que isso é uma manobra para tentar manipular a opinião pública", disse ainda o político português.
Pedro Soares relatou que o Governo português já pediu informação a Espanha sobre este assunto e o executivo espanhol terá respondido que não tem de partilhar informação ou fazer avaliação de impacto ambiental transfronteiriço porque considera que não há impactos em Portugal.
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domingo, 18 de fevereiro de 2018

6596. Domingo, 18 de Fevereiro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Aeródromo do Corvo (Açores): 15,9 ºC
Cabo Carvoeiro: 10,9 ºC
Cabo Raso: 10,9 ºC
Aveiro (Universidade): 10,7 ºC
Lisboa (Geofísico): 10,5 ºC
Vila Real de S. António: 10,5 ºC
Faro (Aeroporto): 10,3 ºC
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Penhas Douradas: - 0,1 ºC
Mirandela: - 0,1 ºC
Sabugal (Martim Rei): - 0,4 ºC
Miranda do Douro: - 0,7 ºC
Bragança: - 1,2 ºC
Chaves (Aeródromo): - 1,4 ºC
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Fonte: IPMA