terça-feira, 8 de outubro de 2019

7439. ESTREMOZ: crepúsculo


7438. Terça-feira, 8 de Outubro (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
* * *
Alvalade – 34,6 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 34,5 ºC
Elvas – 34,5
Portel (Oriola) – 34,4 ºC
Évora (Aeródromo) – 33,9 ºC
Amareleja – 33,9 ºC
* * *
Dunas de Mira – 20,9 ºC
Montalegre – 20,8 ºC
Monção (Valinha) – 20,6 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 19,6 ºC
Cabo Raso – 19,5 ºC
São Pedro de Moel – 17,3 ºC
Areeiro (Madeira) – 12,8 ºC
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Fonte: IPMA

7437. Ranking Meteorológico Europeu (ACUMULADO)



Relatório descritivo para as estações portuguesas

A análise dos quadros acima representados permite concluir que, relativamente às temperaturas máximas acumuladas diariamente ao longo do último ano (entre 1 de Outubro de 2018 e 30 de Setembro de 2019), destacaram-se as estações meteorológicas de Ovar, Base Aérea de Ovar e Alverca do Ribatejo, em Portugal Continental, que registaram uma acumulação superior aos valores normais, evidenciando temperaturas máximas acima do normal naquelas estações meteorológicas (ano tendencialmente mais quente que o normal, considerando apenas as temperaturas máximas registadas nos últimos doze meses); assim, comparativamente à situação que se registava a 30 de Junho de 2019:
-as estações meteorológicas de Ovar, Base Aérea de Ovar e Alverca do Ribatejo continuam a registar em 30.09.2019 valores acima do normal, sendo estações meteorológicas que já registavam valores acima do normal em 30.06.2019 (no final do terceiro trimestre deste ano continuam com valores acima do normal, tal e qual como no final do segundo trimestre deste ano);
-a estação meteorológica de Beja, em Portugal Continental, que regista valores normais em 30.09.2019, estava com valores acima do normal em 30.06.2019 (deixou de estar com valores acima do normal no final do segundo trimestre deste ano, passando para valores normais no final do terceiro trimestre deste ano);
-as estações meteorológicas do Aeroporto de Lisboa, Montijo, Évora e Base Aérea de Beja, em Portugal Continental, que registam valores inferiores ao normal em 30.09.2019, estavam acima do normal em 30.06.2019, (deixaram de estar com valores acima do normal no final do segundo trimestre deste ano, passando para valores inferiores ao normal no final do terceiro trimestre deste ano).
-a estação meteorológica do Funchal continua a registar valores normais em 30.09.2019, tal como já registava em 30.06.2019.
No que se refere aos dados de precipitação máximas acumuladas diariamente para o mesmo período (entre 1 de Outubro de 2019 e 30 de Setembro de 2019), as estações meteorológicas das Flores, Aeroporto do Pico, Lajes, Angra do Heroísmo e de Ponta Delgada, no Arquipélago dos Açores, e de Viana do Castelo e de Sagres, em Portugal Continental, registaram uma acumulação superior aos valores normais, evidenciando precipitações máximas diárias acima do normal naquelas estações meteorológicas (ano tendencialmente mais húmido que o normal nos últimos doze meses).
Comparativamente à situação registada em 30.06.2019, regista-se as seguintes alterações:
-as estações meteorológicas de Ponta Delgada, no Arquipélago dos Açores, e de Viana do Castelo e de Sagres, em Portugal Continental, continuam a registar valores acima do normal no final do terceiro trimestre deste ano, tal e qual como já registavam valores acima do normal no final do segundo trimestre deste ano;
-a estação meteorológica das Flores, no Arquipélago dos Açores, regista valores acima do normal em 30.09.2019, quando registava valores normais em 30.06.2019 (passou de uma situação de valores normais no final do segundo trimestre deste ano para uma situação de valores acima do normal no final do terceiro trimestre deste ano);
-a estação meteorológica de Angra do Heroísmo, no Arquipélago dos Açores, regista valores acima do normal em 30.09.2019, quando registava valores inferiores ao normal em 30.06.2019 (passou de uma situação de valores inferiores ao normal no final do segundo trimestre deste ano para uma situação de valores acima do normal no final do terceiro trimestre deste ano)
--a estação meteorológica da Base Aérea de Beja, em Portugal Continental, regista valores inferiores ao normal em 30.09.2019, quando registava valores superiores ao normal em 30.06.2019 (passou de uma situação de valores superiores ao normal no final do segundo trimestre deste ano para uma situação de valores abaixo do normal no final do terceiro trimestre deste ano).
--a estação meteorológica da Horta, no Arquipélago dos Açores, regista valores normais em 30.09.2019, quando registava valores inferiores ao normal em 30.06.2019 (passou de uma situação de valores inferiores ao normal no final do segundo trimestre deste ano para uma situação de valores normais no final do terceiro trimestre deste ano).
--a estação meteorológica das Lajes/Terceira, no Arquipélago dos Açores, regista valores normais em 30.09.2019, quando registava valores superiores ao normal em 30.06.2019 (passou de uma situação de valores superiores ao normal no final do segundo trimestre deste ano para uma situação de valores normais no final do terceiro trimestre deste ano).
-todas as restantes estações meteorológicas portuguesas registadas no portal do WeatherOnline continuam a registar valores inferiores ao normal no final do terceiro trimestre deste ano, tal como já acontecia no final do segundo trimestre deste ano.

7436. Quase metade do país em situação de seca moderada

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segunda-feira, 7 de outubro de 2019

7435. Segunda-feira, 7 de Outubro (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 34,1 ºC
Elvas – 33,9 ºC
Portel (Oriola) – 33,7 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 33,3
Viana do Alentejo – 33,3 ºC
Alvega – 33,0 ºC
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Dunas de Mira – 20,9 ºC
Aveiro (Universidade) – 20,4 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 19,4 ºC
Cabo Raso – 19,0 ºC
São Pedro de Moel – 18,0 ºC
Cabo da Roca – 17,6 ºC
Areeiro (Madeira) – 14,4 ºC
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Fonte: IPMA

sábado, 5 de outubro de 2019

7434. Ranking Meteorológico Europeu (3º Trimestre de 2019)




Relatório descritivo para as estações portuguesas

A análise dos dados das estações meteorológicas portuguesas representados nos quadros, elaborados a partir da informação recolhida no portal WeatherOnline, permite concluir que, relativamente à temperatura máxima acumulada diariamente ao longo do terceiro trimestre de 2019, todas as estações meteorológicas portuguesas acumularam valores iguais ou inferiores aos valores normais esperados para os meses de Julho, Agosto e Setembro, traduzindo assim a ocorrência de um Verão relativamente normal ou mais fresco que o normal.
Relativamente à distribuição da precipitação (valor máximo diário acumulado ao longo do terceiro trimestre de 2019), a estação meteorológica da Horta, no Arquipélago dos Açores, foi a única do país que acumulou valores superiores aos valores normais esperados para os meses de Julho, Agosto e Setembro, traduzindo assim a ocorrência de um Verão relativamente húmida naquela estação meteorológica; todas as restantes estações meteorológicas do país, incluindo os arquipélagos dos Açores e da Madeira, acumularam valores iguais ou inferiores aos valores normais esperados para o terceiro trimestre do ano, traduzindo um Verão normal ou mais seco que o normal.
Os presentes dados referem-se ao terceiro trimestre de 2019. Os dados entre parênteses correspondem ao desvio percentual em relação à média para o segundo trimestre do ano, calculado com base nos valores registados desde 2007 (acumulação de temperatura máxima diária e precipitação máxima diária) e 2010 (acumulação de temperatura mínima diária). A cor verde assinala que, no referido trimestre, a estação meteorológica registou valores superiores ao que é normal no trimestre, enquanto a cor vermelha significa que a estação meteorológica registou valores inferiores ao que é normal para o trimestre.
Os dados estatísticos assinalam uma pontuação elaborada a partir do WeatherOnline, atribuindo uma pontuação de 10 a 1 a cada estação meteorológica que se posicionou nos 1º a 10º lugar no ranking diário de temperaturas máximas e mínimas e de precipitação acumulada em 24 horas, no conjunto de todas as estações meteorológicas da Europa, consideradas no seu conjunto como padrão de comparação.
Todos os dados são fornecidos por correio electrónico, de forma gratuita, a quem assim os solicitar (endereço inserido no cabeçalho do Blogue).

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

7433. Serviço Meteorológico Nacional faz 73 anos

Assinala-se hoje, 4 de Outubro de 2019, o 73º aniversário da criação do SMN – Serviço Meteorológico Nacional, do qual o IPMA – Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. é o herdeiro institucional.
Numa breve retrospectiva podemos considerar que a génese da actividade meteorológica em Portugal, de uma forma continuada e com resultados publicados, data do séc. XVIII. Em 1853 foi criado o "Observatório do Infante D. Luís" – a primeira entidade central da rede meteorológica portuguesa, e que colocava Portugal entre os primeiros do mundo com um serviço meteorológico público. A partir de 1865 teve início uma prática que ainda hoje se verifica, a inclusão do boletim diário de previsão meteorológica nos jornais da capital.
Em 1946 foi criado o SMN que reunia os serviços dispersos existentes na área de meteorologia e geofísica, tendo a sua sede em Campo de Ourique, Lisboa. Em 1976 estes são transferidos para o edifício actual, na zona do aeroporto de Lisboa.
Actualmente cabe ao IPMA assegurar esta missão em área vitais para o país como a Meteorologia, Meteorologia Aeronáutica, Geofísica, Oceanografia, Biogeoquímica e a inerente investigação nestes domínios. Fazem parte desta equipa 414 colaboradores distribuídos pelos serviços centrais, Delegação Regional da Madeira e dos Açores, assim como pelos Centros Aeronáuticos e Estações Meteorológicas.
Acompanhe a nossa actividade através do site e redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram e Youtube.
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Fonte (texto e imagem): IPMA

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

7431. Furacão Lorenzo causou danos em todo o arquipélago dos Açores

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7430. Faial: Freguesias das Angústias e Feteira fustigadas pelo furacão

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7429. Mar bravo no sul do Pico

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7428. Porto das Lajes das Flores totalmente destruído

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7427. Açores. "Lorenzo" provocou 255 ocorrências e 53 desalojados mas situação está normalizada


No mais recente balanço, realizado ao final da tarde em Angra do Heroísmo, o presidente do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores, Carlos Neves, anunciou que o Plano Regional de Emergência foi desactivado às 17:00 locais (18:00 em Lisboa). O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) também já levantou os avisos vermelhos, embora a meteorologista Vanda Costa tenha admitido que, até ao final do dia, ainda se vai sentir a influência do furacão “Lorenzo” em termos de agitação marítima e vento.
Ainda de acordo com o presidente do Serviço Regional de Protecção Civil, todas as situações foram resolvidas e “a vida das pessoas pode decorrer dentro de condições muito satisfatórias de segurança”. Foi necessário realojar 53 pessoas, sobretudo na ilha do Faial, com a intervenção dos serviços municipais e da direcção regional da Habitação. Na ilha do Pico, cerca de 50 pessoas foram retiradas, por precaução, das suas residência e instaladas numa escola, mas devem regressar ainda hoje a casa, segundo o vice-presidente da Câmara das Lajes do Pico, Nélson Macedo.
Relativamente ao número de ocorrências registadas, Carlos Neves adiantou que foram 255 e que, ao nível da Protecção Civil, já se encontram todas resolvidas. Contudo, acrescentou, existem situações, como por exemplo o que aconteceu no Porto das Lajes das Flores, que ultrapassam a Protecção Civil e terão de ser resolvidas “numa escala a longo prazo”.
Numa nota divulgada pelo Governo Regional dos Açores, o líder do executivo, Vasco Cordeiro, também destacou a situação daquela infraestrutura, admitindo que a destruição que se verificou no Porto das Lajes “põe em causa aspectos fundamentais como o abastecimento à ilha”. “Vamos começar já a trabalhar para repor a normalidade das pessoas que viram as suas habitações afectadas por este mau tempo, assim como nas infraestruturas”, referiu o presidente do Governo Regional, que acompanhou a passagem do furacão na ilha das Flores.
Entretanto, a SATA Air Açores já retomou as ligações aéreas com o grupo Central e realizou esta tarde três voos, que reencaminharam 250 passageiros para a Terceira, São Jorge, Pico, Graciosa e Faial.
A rede eléctrica de média tensão já foi normalizada no Pico e nas Flores, esperando-se que, nas próximas horas, todos os danos eléctricos registados ao nível da baixa tensão nestas duas ilhas e no Pico fiquem também resolvidos. Segundo a empresa de Electricidade dos Açores (EDA), a situação nas ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira, Graciosa, São Jorge e Corvo está normalizada.
O serviço móvel da empresa de telecomunicações Vodafone, que foi afectado nas ilhas do Corvo, Flores, Faial, Pico e São Jorge, estava igualmente “totalmente recuperado” a meio da tarde e os serviços da NOS “repostos na totalidade” desde o final da manhã. Ao início da tarde, a Altice Portugal disse também que os maiores constrangimentos se verificaram nas Flores, Corvo, Graciosa, Pico, São Jorge e Faial, sendo que “a sua maioria já estava solucionada”.
Num primeiro balanço depois da passagem do furacão, a meio da tarde de hoje, o presidente da Federação das Pescas dos Açores, Gualberto Rita, referiu que as Lajes, nas Flores, foi onde se registaram mais prejuízos para o sector, ainda não quantificados. Quanto ao sector da agricultura, o presidente da Federação Agrícola dos Açores, Jorge Rita, considerou que a passagem do furacão “Lorenzo” não foi “tão devastadora como era expectável”, reconhecendo, no entanto, “graves prejuízos” em algumas ilhas, nomeadamente nas Flores, Pico, Faial e Corvo.
O ministro-adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, irá na quinta-feira deslocar-se aos Açores, em representação do primeiro-ministro, António Costa, para analisar os danos causados pelo furacão. Esta manhã, o primeiro-ministro esteve na sede da Protecção Civil, em Carnaxide, Oeiras, tendo considerado que a situação de maior risco estava ultrapassada.
O furacão “Lorenzo” passou esta madrugada, entre as 04:00 e as 04:30, a cerca de 70 quilómetros a oeste das Flores ainda com categoria 2 na escala de Saffir-Simpson, mas no limite inferior, segundo uma nota enviada esta manhã pelo IPMA. As rajadas máximas registadas pelo IPMA ocorreram às 08:25 locais no Corvo (aeroporto), com 163 km/h, às 05:00 nas Flores (aeroporto), com 142 km/hora, e às 04:00 no Faial (Horta), com 145 km/h.
O furacão “Lorenzo” perdeu, entretanto, força e está a deslocar-se rumo à Irlanda.
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Fonte: SAPO

7426. Furacão Lorenzo - Aviso Medidas de Autoproteção SRPCBA

sábado, 28 de setembro de 2019

7419. IPMA: Furacão Lorenzo (Açores) - Comunicado n.º 3

Hoje às 09:00 UTC (28 de Setembro) o furacão Lorenzo – categoria 3 na escala de Saffir-Simpson encontrava-se a 2510 km a sudoeste dos Açores, deslocando-se para norte/noroeste a uma velocidade de 17 km/h. É muito provável (probabilidade superior a 80%) que o arquipélago seja afectado por este furacão, na próxima quarta-feira (dia 2 de Outubro). De acordo com os últimos dados prevê-se para quarta-feira:
Grupo Ocidental – vento do quadrante sul com rajadas até 150 km/h, chuva FORTE e ondas de sudoeste com altura significativa entre 10 a 12 metros.
Grupo Central – vento do quadrante sul com rajadas até 180 km/h chuva FORTE e ondas de sudoeste com altura significativa entre 10 a 14 metros, com altura máxima de onda superior a 20 metros.
Grupo Oriental – vento com rajadas até 110 km/h e ondas de altura significativa 7 a 9 metros.
No entanto, devido à distância a que o furacão se encontra, existe ainda incerteza relativamente à trajectória exacta e respectiva intensidade com que poderá atingir o Arquipélago.
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Fonte: IPMA

7418. RANKING EUROPEU: Tendência climática para o Outono de 2019

OUTONO 2019
(Outubro/Novembro/Dezembro)
  Tendência climática para o quarto trimestre de 2019
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TEMPERATURAS MÁXIMAS DIÁRIAS
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com temperaturas máximas diárias superiores aos valores máximos normais deste trimestre.
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TEMPERATURAS MÍNIMAS DIÁRIAS
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com temperaturas mínimas diárias inferiores aos valores mínimos normais deste trimestre.
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PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com precipitações máximas diárias superiores aos valores máximos diários normais deste trimestre.
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 Prováveis regiões da Europa
com valores INFERIORES à média
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OUTONO 2019
(Outubro/Novembro/Dezembro)
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TEMPERATURA MÁXIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para menos calor
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TEMPERATURA MÍNIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para menos frio 
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PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para uma diminuição da precipitação
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7417. ALTO ALENTEJO: Neblina matinal (10h40)







7416. Furacão Lourenzo aproxima-se dos Açores com rajadas de 180km/h

O furacão Lourenzo poderá provocar, na próxima semana, rajadas de vento de 180 quilómetros/hora nas ilhas do Faial e do Pico, nos Açores, um cenário que não se regista no arquipélago há 20 anos, avançou esta sexta-feira a Protecção Civil.
“Estão previstos ventos extremamente fortes, que possivelmente irão ter rajadas na ordem dos 180 quilómetros/hora no Pico e no Faial, atingindo o restante grupo Central com rajadas na ordem dos 120 quilómetros/hora”, adiantou o presidente do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA), Carlos Neves, numa conferência de imprensa, em Angra do Heroísmo. Salientando que a intensidade e a trajectória do furacão ainda poderão sofrer alterações, o responsável pela Protecção Civil dos Açores disse que todos os modelos meteorológicos indicam que o furacão afectará o arquipélago nos dias 1 e 2 de Outubro.
“Ao contrário de situações anteriores, onde os furacões que se dirigiram para o nosso arquipélago, felizmente passaram ao lado, neste caso, e segundo informações do IPMA [Instituto Português do Mar e da Atmosfera], existe mesmo uma forte probabilidade de este furacão nos atingir”, frisou. As previsões meteorológicas apontam para que a parte leste do furacão tenha “maior intensidade”, esperando-se por isso que as ilhas do grupo central (Pico, Faial, São Jorge, Graciosa e Terceira) sejam as mais fustigadas.
Caso se confirmem as previsões actuais, os Açores serão afectados pela pior tempestade das últimas duas décadas. “Penso que nos últimos 20 anos não tivemos registo de algo tão forte na região. Eu penso que por volta de 93/94 tivemos dois furacões que atingiram ventos talvez desta dimensão”, adiantou Carlos Neves.
A Protecção Civil dos Açores está a “acompanhar cuidadosamente e a par e passo” a evolução do furacão, junto do IPMA, estando em contacto com agentes de Protecção Civil, como câmaras municipais, serviços municipais, direcções regionais, forças armadas e forças de segurança. Caso seja necessário, poderão ser enviados 50 elementos da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil para as ilhas do grupo central, para reforçar a capacidade de socorro.
“São equipas de operacionais da Protecção Civil que terão valências no caso da desobstrução de vias ou corte de árvores. Vêm equipados para nos ajudar naquilo que nós pensamos que poderão ser as ocorrências com maior probabilidade de vir a suceder”, adiantou o responsável pela Protecção Civil. Carlos Neves adiantou que será também aumentada a capacidade de emergência pré-hospitalar nas ilhas Graciosa e Flores (que não têm hospital) e que serão activados serviços de suporte imediato de vida (SIV) nessas duas ilhas e reforçados nas ilhas do Pico e do Faial, estando ainda a ser estudada a possibilidade de serem reforçados os meios clínicos das unidades de saúde açorianas.
A Protecção Civil dos Açores vai “reforçar os meios e colocar em alerta máximo” os corpos de bombeiros, as forças de segurança, os serviços das Obras Públicas e os serviços municipais. Será também aumentado o número de operadores da PSP responsáveis pela linha 112 e o número de operadores de Protecção Civil e da linha de emergência médica.
O presidente da Protecção Civil dos Açores recomendou a adopção de medidas de autoproteção como “guardar objectos soltos no jardim e à volta das residências, limpar os sistemas de drenagem, consolidar os telhados, as portas e as janelas, circular só em caso de extrema necessidade, reforçar as amarrações das embarcações, não praticar actividades relacionadas com o mar e praticadas ao ar livre e afastar-se das áreas baixas junto das orlas costeiras e das ribeiras”.
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Fonte: Observador

7415. PORTUGAL: Probabilidades no Outono



terça-feira, 24 de setembro de 2019

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

7412. OUTONO no Hemisfério Norte

Às 8h50 desta segunda-feira, dia 23 de Setembro, começa oficialmente o Outono. Este é o dia do equinócio, a data em que, segundo o saber popular, o dia e a noite têm a mesma duração. O próprio nome do fenómeno indica isso mesmo, como explica o Observatório Astronómico de Lisboa, já que se junta aequus (igual) a nox (noite). Mas se a data que assinala o início do Outono costuma ser sinal de que é preciso tirar os casacos dos armários e ir buscar os guarda-chuvas, este ano pode não ser exactamente assim.
Para esta segunda-feira, dia de início do Outono, as previsões dão conta de que o céu estará muito nublado todo o dia, em todo o país. Mas chuva chegará apenas à região do Minho. Já na terça-feira, dia 24, os aguaceiros atingirão o resto do país: “Para amanhã [terça-feira] temos a passagem de uma superfície frontal com períodos de chuva nas regiões do norte e centro mais frequente e intensa no Minho e Douro litoral, passando depois a regime de aguaceiros fracos a partir do meio da manhã e pouco frequentes durante a tarde”, explicou à agência Lusa o meteorologista do IPMA Bruno Café. No sul também deverá chover, mas apenas a norte do Baixo Alentejo, passando depois a “aguaceiros fracos pouco frequentes”.
Mas apesar de serem esperados alguns aguaceiros, o IPMA explica que os valores de precipitação esperados para esta semana são “abaixo do normal, praticamente para todo o território”. E o mesmo se aplica à semana seguinte, até ao dia 6 de Outubro. Os aguaceiros que se avizinham em vários pontos do país estão, por isso, longe das chuvadas a que o Outono nos tem habituado. E quanto à temperatura?
Em relação às temperaturas, está prevista para hoje [segunda-feira] uma descida da temperatura mínima. As mínimas vão rondar os 10 a 16 graus, sendo mais baixas no interior, onde deverão rondar os 8 a 10 graus”, afirmou o meteorologista Bruno Café. “Vamos ter temperaturas entre os 20 e os 27 graus (as mais elevadas no Alentejo e Santarém). Para amanhã [terça-feira] descem um bocadinho”, disse.
Embora as regiões do litoral oeste tenham temperaturas “abaixo do normal” ao longo desta semana, o interior contrariará e muito esta tendência. De acordo com o IPMA, esperam-se temperaturas “acima do normal para alguns locais do interior do Baixo Alentejo e sotavento Algarvio”, bem como “para as regiões do interior” no geral, até 13 de Outubro.
O mês de Outubro deverá mesmo ser “ligeiramente mais seco e mais quente do que a média”, como explicou a meteorologista Ângela Lourenço ao Diário de Notícias. Ao Público, outra cientista do IPMA, Vanda Pires, aponta que a tendência dos outonos em Portugal tem sido a de “valores elevados de temperatura com ocorrências de ondas de calor”, numa espécie de “prolongamento do verão” que toma conta do Outono.
Por isso, nos próximos dias, já sabe: chuva sim, mas pouca, e as temperaturas devem manter-se elevadas para esta altura do ano. O Outono prolongar-se-á até ao dia 22 de Dezembro, altura em que ocorrerá o solstício de Inverno. Quanto ao equinócio desta segunda-feira, o Observatório Astronómico relembra que, embora o senso comum nos diga que este é o dia em que dia e noite têm a mesma duração, na prática não é exactamente assim: “No equinócio a duração do dia é cerca de 7 minutos maior do que a duração da noite. Só uns dias mais tarde, quando o sol tiver uma declinação um pouco menor, teremos a duração da noite e do dia efectivamente iguais.” Mais concretamente, a 26 de Setembro — dia em que o IPMA prevê céu pouco nublado e uma subida das temperaturas no interior do país.
Cátia Bruno
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Fonte: Observador

7411. Arquipélago dos Açores: Agosto extremamente húmido

No mês de Agosto, registaram-se desvios positivos relativamente à quantidade de precipitação ocorrida: 25% na estação do aeródromo das Flores, 188% na estação do Observatório José Agostinho em Angra do Heroísmo e 265% na estação do Observatório Afonso Chaves em Ponta Delgada. A precipitação registada nos observatórios de Ponta Delgada e Angra do Heroísmo foi a mais elevada no mês de Agosto desde pelo menos o ano 2000.
O valor mais elevado dos totais mensais da precipitação registou-se em S. Miguel/L. Canário-4233 (624,9 mm) e o menor em Santa Maria (70,8 mm). No mês de Agosto e, relativamente ao período de referência de 1961-1990, verificaram-se desvios positivos em todas as estações. Salienta-se que, em Agosto e no período de referência, se superou o máximo absoluto do total da precipitação diária no Faial/Horta (1961-1990: 52,3mm), com 67,2mm, na Graciosa (1961-1990: 36,8mm), com 48,6mm, e na Terceira/Angra do Heroísmo (1961-1990: 65,4mm), com 83,7mm em apenas um só dia.
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Fonte: IPMA

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

7408. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável no sul

Intensidade de precipitação às 13h00
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Fonte: IPMA
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Passagem de linha de instabilidade pelo sul, deslocando-se de oeste para leste e provocando períodos de chuva ou aguaceiros.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

7407. PORTUGAL CONTINENTAL: Monitorização da seca

Fonte: IPMA

7406. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo variável

Imagem de satélite às 18h00
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Fonte: SAT24
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Tempo variável em Portugal Continental, com ocorrência de aguaceiros e trovoadas nos distritos de Viseu e da Guarda; nebulosidade baixa e nevoeiro persistente ao longo do dia na faixa ocidental; céu pouco nublado no litoral norte e centro e em Trás-os-Montes e nebulosidade alta nas regiões do sul.

terça-feira, 17 de setembro de 2019

sábado, 14 de setembro de 2019

7404. Sábado, 14 de Setembro (18h00)

Imagem de satélite às 18h00
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Copyright Eumetsat 2019
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Portugal Continental com períodos de céu muito nublado e ocorrência de aguaceiros e trovoadas dispersas, especialmente nas regiões do interior.