quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

7515. Diminui problema da seca mas não em todo o país


CopyRight @ RTP Notícias

7514. Quinta-feira, 5 de Dezembro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Porto  Moniz (Madeira): 17,5 ºC
Cabo Raso: 12,3 ºC
Lisboa (Geofísico): 11,2 ºC
Faro (Aeroporto): 10,5 ºC
Sagres: 10,5 ºC
Almada (P. Rainha): 10,3 ºC
Olhão (EPPO): 10,1 ºC
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Macedo de Cavaleiros (Bagueixe): 1,1 ºC
Miranda do Douro: 1,1 ºC
Braga (Merelim): 0,8 ºC
Bragança: 0,0 ºC
Carrazeda de Ansiães: - 0,1 ºC
Mirandela: - 0,1 ºC
Chaves (Aeródromo): - 1,4 ºC
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Fonte: IPMA

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

7513. TAP cancela voos de ligação à Madeira devidos a ventos fortes

A TAP cancelou seis voos entre a Madeira e os aeroportos de Lisboa e Porto que estavam previstos para a noite desta quarta-feira e a manhã de quinta-feira. A decisão surge após o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) ter emitido um aviso laranja para a região, com previsão de ventos superiores a 90 km/h. Este aviso do IPMA vigora até às 06.00 de quinta-feira.
Foram cancelados os voos com partida de Lisboa e chegada prevista ao Funchal às 21.00 e 01.00, e a ligação do Porto que tinha aterragem prevista para as 00.10. Os voos com destino a Lisboa das 21.50 e das 05.05 foram igualmente cancelados tal como o voo com destino ao Porto às 07.05 de quinta-feira.
O IPMA coloca em vigor a partir das 18.00 o alerta amarelo para o vento forte, com a previsão de rajadas até 80 km/h, subindo para laranja depois das 21.00, período em que o IPMA admite rajadas até 90 km/h.
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

7512. COP 25: Madrid vai ser o centro do mundo durante duas semanas. O que vai ser discutido?

O Parlamento Europeu declarou emergência climática global na semana passada, com o objectivo de aumentar os esforços para combater as alterações climáticas que têm deixado marcas no nosso planeta. Para discutir o que se pode fazer depois deste anúncio, Madrid recebe durante as próximas duas semanas a Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (COP25).
O que é a COP25? – A COP25, ou Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, é a conferência anual da ONU que pretende discutir a urgência de uma resposta à emergência climática que tem vindo a acelerar. Segundo a Convenção da ONU de 1992, todos os países mundiais estão sujeitos a encontrar formas de reduzir as emissões de gases de efeito estufa, de maneira equitativa.
Onde acontece a Cimeira? – Inicialmente, o Chile foi escolhido para assumir a Cimeira Climática, mas com os tumultos e uma crise política a eclodir no Chile, o governo espanhol ofereceu Madrid para a Cimeira da ONU.
Quem vai estar nesta conferência mundial? – Até agora, sabe-se que Pedro Sánchez, António Guterres e Greta Thunberg vão marcar presença. Também António Costa, primeiro-ministro português, vai marcar presença em Madrid. De Portugal, vai estar presente a delegação representativa de todos os grupos parlamentares (PS, PSD, BE, PCP-PEV, CDS-PP e PAN), além do Livre, que também pertence à Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território, apesar dos oito deputados apenas marcarem presença na qualidade de observadores.
O encontro vai durar até 13 de Dezembro, e as discussões vão ser lideradas por diversos ministros do meio ambiente. Aponta-se que deverão ainda marcar presença vários secretários do Ambiente e também grandes economias mundiais. Apesar de não se saber nomes, vão estar presentes novas empresas tecnológicas, cientistas e actores financeiros. Os grandes emissores de gases com efeito de estufa e os países que lideram os programas mais ambiciosos de medidas para combater as alterações climáticas, além daqueles que mais têm sofrido com as consequências do aumento da temperatura do planeta.
O que difere esta Cimeira das restantes? – Este é o único fórum onde todos os países são tratados de forma igual, sendo que as economias mais pobres têm o mesmo peso que as grandes economias, como os EUA. Todos os acordos só podem ser atingidos quando existe um consenso entre as 196 nações que integram a discussão.
O que pode ser decidido este ano? – O foco da discussão durante as duas semanas será o artigo seis do Acordo de Paris, que permite a utilização de um mercado global de carbono para ajudar os países a reduzir as emissões e financiar medidas que reduzam as emissões nos países em desenvolvimento. Este projecto dos mercados de carbono foi criado para o Protocolo de Quioto, assinado em 1997, em que o objectivo consistia no financiamento dos países em desenvolvimento, pelos países desenvolvidos, embora a ideia tenha sido colocada de lado em 2008. A ideia consiste nas grandes economias comprarem créditos de carbono aos países em desenvolvimento, para que os primeiros consigam ganhar tempo para o combate e para os países mais pobres receberem dinheiro para os encaminhar para um futuro ‘limpo’.
Vai ser ainda discutido os apoios ao Fundo Verde do Clima, os mecanismos de dados e compensações pelos fenómenos climáticos extremos e o apoio aos países menos desenvolvidos para que aconteça uma transição para o novo modelo energético.
Esta é a última oportunidade para resolver as questões que se prendem com o Acordo de Paris, do qual os EUA querem sair, que entra em vigor no próximo ano.
Inês Pinto Miguel
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domingo, 1 de dezembro de 2019

7511. Interior alentejano: Tarde de chuva

Imagem de Satélite às 16h30
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Fonte: SAT24
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Intensidade da precipoitação às 16h30
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Fonte: IPMA
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Uma depressão localizada sobre o interior do Alto Alentejo foi responsável pelo tempo chuvoso que se registou ao longo de todo o período diurno deste Domingo.

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

7510. Estudo aponta que só dois países estão a cumprir metas de Paris sobre o clima


Nas vésperas da 25.ª cimeira da ONU sobre alterações climáticas, em Madrid, os últimos dados da análise científica Climate Action Tracker (CAT) indicam que só Marrocos e a Gâmbia estão no caminho de cumprir as metas de evitar um aquecimento superior a 1,5 graus Celsius, e que cinco países caminham para cumprir a meta de menos 02 graus Celsius (Butão, Costa Rica, Etiópia, Índia e Filipinas). O CAT é produzido por duas organizações, a Climate Analytics e o New Climate Institute, e analisa as promessas e políticas climáticas de 32 países/regiões, cobrindo cerca de 80% das emissões globais de gases com efeito de estufa.
O Acordo de Paris, assinado por praticamente todos os países em 12 de Dezembro de 2015, é um plano de acção para limitar o aquecimento global a um valor abaixo de 02 graus (em relação à era pré-industrial), e de preferência abaixo de 1,5 graus, a partir de 2020. Segundo o acordo, os países apresentam planos de acção para reduzir as suas emissões de gases. Segundo o CAT, as medidas da União Europeia e de grandes países como a Austrália, Canadá, Brasil ou México apenas limitariam o aumento das temperaturas a três graus. E outros como a China, o maior emissor de gases, o Japão a Indonésia ou a Argentina, com medidas muito insuficientes, limitam o aquecimento global apenas nos quatro graus. E no fundo da tabela, numa situação crítica, praticamente sem medidas para conter as emissões de gases, encontram-se outros dos maiores emissores, a Federação Russa e os Estados Unidos, mas também a Arábia Saudita, a Turquia e a Ucrânia.
O CAT tem vindo a alertar para as “poucas mudanças” por parte dos governos, e diz que se todos os compromissos actuais fossem alcançados a temperatura do mundo aumentaria 03 graus, o dobro do que concordaram em Paris. O alerta para o não cumprimento tem partido de outras vozes, como de cientistas e especialistas de vários países que produziram recentemente o relatório “A verdade por trás das promessas climáticas”.
No documento, os autores, alguns deles antigos responsáveis do Painel Intergovernamental da ONU para as Alterações Climáticas (IPCC), deixam bem claro que a análise dos compromissos para reduzir as emissões de gases entre 2020 e 2030 mostra que “75% das promessas são parciais ou totalmente insuficientes” e que parte delas provavelmente não serão alcançadas. Os principais emissores de gases são a China (26,8% do total), os Estados Unidos (13,1%), a União Europeia (09%) e a Índia (07%) e nem tudo é favorável, com os Estados Unidos a anunciarem mesmo que vão sair do Acordo de Paris, nota-se no relatório, no qual se salienta ainda que a Federação Russa, o quinto maior emissor, não tem um plano de corte de emissões de gases.
E depois, refere-se ainda no documento, de 152 promessas 126 estão parcial ou totalmente dependentes de financiamento internacional, tecnologia e capacidade de construção. “Assim, pelo menos 130 nações, incluindo quatro dos cinco maiores emissores do mundo, estão muito aquém de contribuir para atender às reduções de 50% das emissões globais necessárias em 2030 para limitar o aumento da temperatura global a 1,5º C acima dos níveis pré-industriais”, alerta o relatório. A falta dessas medidas levará a perdas económicas decorrentes de eventos climáticos que os autores do relatório estimam em dois mil milhões de dólares por dia até 2030.
Sob a ameaça das alterações climáticas e a urgência de reduzir as emissões de gases para as limitar, a verdade é que essas emissões de gases com efeito de estufa não têm diminuído, mas aumentado (20% na última década). Em 2017 subiram 1,7%, no ano passado 2,7%, e este ano os valores continuam a crescer. “Sem mudanças massivas e uma liderança activa num futuro próximo, podemos estar a viver num mundo de 1,5.C [aumento] em cerca de uma década”, avisa-se no relatório.
Baseado unicamente nas promessas o documento apenas considera como suficientes as feitas pela União Europeia, colocando as do Brasil, Canadá e Austrália como parcialmente suficientes. Com promessas insuficientes surge quase toda a África e grande parte da Ásia, os Estados Unidos e toda a América do Sul com excepção do Brasil.
Na análise do CAT são tidos em conta os compromissos dos países mas também outras variáveis. Marrocos, o país melhor posicionado para responde às metas do Acordo de Paris, está a cumprir a proposta de ter 42% de energias renováveis em 2020 e 52% em 2030 (muito pela energia solar em Ouarzazate), apesar de planear expandir as centrais a carvão. A Gâmbia, outros dos países ‘top’, está também a investir nas energias renováveis e no ano passado lançou o projecto de restaurar 10.000 hectares de florestas.
Depois a Índia, apesar de ser um grande emissor de gases como o dióxido de carbono, está a investir mais em energias renováveis do que em combustíveis fósseis, e estaria ainda melhor posicionada não fossem as centrais termoeléctricas.
A China, o maior emissor, apresentou metas pouco ambiciosas, tem emissões de CO2 (dióxido de carbono) em crescendo e continua a investir no carvão, com o mesmo entusiasmo com que investe nos carros eléctricos. É paradoxalmente o maior consumidor de carvão e o maior construtor de painéis solares e o CAT coloca-a no grupo de países cujas medidas são altamente insuficientes para as metas do Acordo de Paris. Mesmo assim melhores do que o pior grupo na classificação da página oficial do CAT. Como a Arábia Saudita, por exemplo, que no ano passado anunciou a construção de uma central fotovoltaica de 200 Gigawatts e a depois a cancelou ainda antes que o ano acabasse. Ou a Turquia, que nem ratificou o Acordo de Paris. Ou os Estados Unidos, que querem sair do Acordo em 2020.
Esta semana a organização ecologista Greenpeace lamentou o “retrocesso” na vontade política de alguns países em diminuir as emissões, como aconteceu nos últimos seis meses com a China e com a Índia, segundo Juan Pablo Osornio, responsável da política climática da Greenpeace Internacional. Dizem os responsáveis que a União Europeia ainda é o melhor que há, mas que a promessa de reduzir as emissões em 40% até 2030 não é suficiente.
E a um mês da entrada em vigor do Acordo de Paris, com a COP25 a começar, o cenário não é animador. As emissões de gases com efeito de estufa atingiram novos recordes no ano passado e as temperaturas mundiais podem subir mais do dobro do limite combinado em Paris, segundo um relatório da ONU divulgado esta semana em Genebra. Da responsabilidade do Programa das Nações Unidas para o Ambiente, o relatório explica que a quantidade de gases com efeito de estufa causados pelo Homem chegou em 2018 a 55,3 mil milhões de toneladas de dióxido de carbono.
Para manter as temperaturas abaixo de um aumento de 1,5 graus Celsius é preciso diminuir as emissões mundiais de gases em 7,6% por ano entre 2020 e 2030, segunda a ONU, que diz também que tal evitaria mudanças climáticas mais extremas. John Christensen, principal autor do trabalho, disse que as emissões precisam de diminuir 55% até 2030, e que, mesmo num cenário menos ambicioso, de um aumento de temperatura até 02 graus, os cortes de emissões anuais teriam de ser de 2,7%.
Nas contas da ONU as promessas nacionais actuais levarão a uma subida de temperatura de 3,2 graus Celsius. Manter o aumento abaixo dos 1,5 graus exigiria um aumento de cinco vezes nas medidas que estão prometidas até agora. O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse a propósito do relatório que nunca houve um momento mais importante para ouvir a ciência do que o actual, mas a julgar pelo panorama actual os países não estão a ouvi-lo.
A Cimeira do Clima, COP25 no caso da que se realiza em Espanha, é há 25 anos o fórum político mundial ao mais alto nível para debater as alterações climáticas, as medidas para as mitigar e enfrentar. Também conhecida como Conferência das Partes, a COP reúne-se em cada ano num país diferente e resulta da Convenção Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas, adoptada em 1992 e que entrou em vigor dois anos depois. A COP25 devia realizar-se no Chile, depois de a COP24 se ter realizado na Europa (Polónia), mas o Governo acabou por desistir da organização, devido a revoltas sociais e situações de violência no país nos últimos meses. Espanha aceitou organizar a cimeira, que decorre entre os dias 02 e 13 de Dezembro.
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Fonte: SAPO

7509. Agricultores do Alentejo preocupados com a seca

Mariana Lopes e Diana Santos Gomez
CopyRight @ CM TV

domingo, 24 de novembro de 2019

7506. AÇORES: Aproximação e passagem da Tempestade Tropical SEBASTIEN


A tempestade tropical SEBASTIEN (escala de Saffir-Simpson) encontrava-se às 21:00 UTC (20:00 horas locais nos Açores) de hoje (domingo, 24 de Novembro) a cerca de 120 km a oeste-sudoeste das Flores, com um deslocamento para este-nordeste a uma velocidade de 63 km/h, devendo assim afectar o estado do tempo, em proporções diferentes, em todas as ilhas dos Açores nas próximas horas.

Espera-se que, à medida que a tempestade se desloca para nordeste, se vá transformando numa depressão extra-tropical com um sistema frontal associado, perdendo assim gradualmente as características tropicais.

Mantendo-se a trajectória mais provável prevista, o centro deste sistema de baixas pressões deverá passar, nas próximas horas, muito próximo do grupo Ocidental dos Açores e o sistema frontal associado irá atravessar todas as ilhas, podendo provocar precipitação por vezes forte nos grupos Ocidental e Central.

Assim para as próximas horas, prevê-se que o vento sopre forte com rajadas até 120 km/h no grupo Ocidental, 100 km/h no grupo Central e até 90 km/h no grupo Oriental. Espera-se ainda uma aumento da agitação marítima com ondas de altura significativa de 6 a 7 metros e períodos de chuva por vezes forte.

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Fonte: IPMA

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

7501. PORTUGAL CONTINENTAL: Temporal nas próximas horas

Carta sinóptica de superfície prevista para amanhã,
Sexta-feira, 22 de Novembro de 2019_12h00
Fonte: MetOffice
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O estado do tempo em Portugal Continental estará influenciado, a partir desta noite, pela aproximação e passagem de um sistema frontal associado a uma depressão muito profunda (977 hPa) que amanhã, pelo meio – dia, estará centrada no Golfo da Biscaia.

Assim, a partir desta noite ocorrerá um aumento da nebulosidade e ocorrência de precipitação sob a forma de períodos de chuva, estendendo-se do litoral para o interior e sendo mais intensos nas regiões do norte e centro durante a noite e madrugada e nas regiões do centro e do sul a partir da manhã de sexta-feira. Atenção à possibilidade de inundações muito rápidas em leitos de cheias.

A grande diferença de pressão atmosférica, em superfície, entre o núcleo da depressão e o seu exterior (representada na imagens por linhas isobáricas muito próximas umas das outras) traduz a previsão de ventos fortes, com rajadas muito fortes, particularmente no litoral oeste e nas terras altas. Atenção à possibilidade de queda de estruturas que não estejam fixas, bem como para a probabilidade de queda pontual de árvores sobre as vias públicas.

O desagravamento do estado do tempo fazer-se-á sentir a partir do meio – dia de sexta-feira, primeiro no norte e mais tarde no sul.

7500. PORTUGAL CONTINENTAL: Precipitação acumulada


Fonte: IPMA

sábado, 16 de novembro de 2019

7494. Sábado, 16 de Novembro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Aeródromo do Corvo (Açores): 18,4 ºC
Cabo Raso: 11,5 ºC
Santa Cruz (Aeródromo): 11,4 ºC
Sagres: 10,8 ºC
Cabo da Roca: 10,0 ºC
Portimão (Praia da Rocha): 9,5 ºC
Lisboa (Geofísico): 9,2 ºC
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Mirandela: - 0,5 ºC
Paços de Ferreira: - 0,6 ºC
Sabugal (Martim Rei): -0,6 ºC
Guarda: - 0,7 ºC
Penhas Douradas: - 1,9 ºC
Miranda do Douro: - 2,4 ºC
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Fonte: IPMA

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

7493. Sismos em Portugal - Entrevista da RTP ao Presidente do IPMA

7492. Sexta-feira, 15 de Novembro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Aeródromo do Corvo (Açores): 17,9 ºC
Cabo Raso: 11,4 ºC
Santa Cruz (Aeródromo): 11,2 ºC
Sagres: 11,2 ºC
São Pedro de Moel: 10,6 ºC
Cabo da Roca: 10,1 ºC
Vila Real de Santo António: 10,1 ºC
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V. N. de Cerveira (Aeródromo): 1,2 ºC
Trancoso (Bandarra): 1,0 ºC
Pampilhosa da Serra (Fajão): 1,0 ºC
Montalegre: 0,5 ºC
Guarda: 0,5 ºC
Penhas Douradas: - 2,2 ºC
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Fonte: IPMA

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

7491. Neve vai continuar a cair nos próximos dias na Serra da Estrela

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7490. PORTUGAL CONTINENTAL: Forte agitação marítima e rajadas de vento que podem chegar aos 100 km/hora

CopyRight @ SIC Notícias

7489. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo muito adverso



O território de Portugal Continental está a partir de hoje sob o efeito de uma massa de ar polar marítima muito instável, procedente das regiões polares; esta massa de ar, ao fazer o seu trajecto sobre o oceano Atlântico, é muito húmida. Em altitude temos também a intrusão de ar muito frio de origem polar, com temperatura na ordem dos 30º C negativos aos 500 hPa (aproximadamente aos 5 500 metros de altitude); à superfície encontramo-nos entre as altas pressões localizadas a norte do Arquipélago dos Açores e as baixas pressões no Golfo da Biscaia (a enorme diferença de pressão entre ambos nota-se no vento forte, com rajadas muito fortes sobretudo no litoral oeste e nas terras altas e na forte ondulação marítima ao largo de toda a costa ocidental).

Com estas condições espera-se tempo instável no território de Portugal Continental, especialmente nas regiões do norte e centro, com a ocorrência de períodos de céu muito nublado e de aguaceiros, pontualmente acompanhados de trovoadas e queda de granizo, com vento forte do quadrante norte e forte agitação marítima na costa ocidental; haverá também uma descida acentuada da temperatura, especialmente dos valores máximos, o que irá favorecer também a ocorrência de queda de neve nas regiões montanhosas do interior norte e centro.

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

7488. PORTUGAL CONTINENTAL: Análise sinóptica e tendência do estado do tempo

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Quinta-feira, 14 de Novembro de 2019_12h00
Fonte: Met Office
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O território de Portugal Continental será atravessado por uma superfície frontal fria, ao longo desta noite e na manhã de quinta-feira; assim, iniciando-se pelo norte e progredindo posteriormente para o centro e sul, ocorrerá um aumento da nebulosidade e ocorrência de precipitação, mais intensa e frequente quanto mais a norte e menos intensa e menos frequente quanto mais a sul.
Após a passagem da superfície frontal fria, ocorrerá um pós-frontal ao qual estará associado uma massa de ar polar marítima, relativamente instável e favorável à ocorrência de aguaceiros e trovoadas, especialmente na faixa litoral ocidental; a descida significativa de temperatura possibilitará a queda de neve nas terras altas.
Atenção especial ao vento, que tenderá a ser forte, com rajadas muito fortes, do quadrante norte, principalmente no litoral oeste e terras altas; o estado do mar alterar-se-á significativamente na costa ocidental, com forte ondulação, desaconselhando-se as actividades marítimas ou ao longo da linha de costa.

terça-feira, 12 de novembro de 2019

7487. Terça-feira, 12 de Novembro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Ponta do Sol (Madeira): 19,7 ºC
Cabo Raso: 14,1 ºC
Portimão (Praia da Rocha): 14,0 ºC
Santa Cruz (Aeródromo): 13,9 ºC
Faro (Aeroporto): 13,8 ºC
Barreiro (Lavradio): 13,5 ºC
Cabo da Roca: 13,3 ºC
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Carrazeda de Ansiães: 3,9 ºC
Bragança: 3,6 ºC
Montalegre: 3,5 ºC
Miranda do Douro: 3,1 ºC
Guarda: 2,9 ºC
Penhas Douradas: 1,6 ºC
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Fonte: IPMA

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

7485. Sexta-feira, 8 de Novembro (00h00)

Intensidade da precipitação às 00h00
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Fonte: IPMA
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Períodos de céu muito nublado e ocorrência de aguaceiros dispersos no norte e centro, acompanhados por vezes de trovoadas e queda de granizo; alguma queda de neve nas montanhas mais elevadas.

terça-feira, 5 de novembro de 2019

7484. Ministro do Ambiente pediu reunião urgente a homóloga espanhola sobre caudal do Tejo


O ministro do Ambiente pediu esta terça-feira uma reunião urgente à sua homóloga espanhola para ter "resposta cabal" sobre como Espanha compensará o caudal do Tejo depois do quase esvaziamento da barragem de Cedillo, que afectou o rio do lado português.
Em declarações aos jornalistas à margem de uma conferência sobre financiamento da economia de baixo carbono em Lisboa, João Pedro Matos Fernandes afirmou querer acreditar que "não se repetirá" a mega descarga de 14 milhões de metros cúbicos da barragem de Cedillo em Setembro passado – para Espanha cumprir o volume anual integrado estabelecido na Convenção de Albufeira sobre a gestão dos rios internacionais da Península Ibérica – que passaram por Portugal sem qualquer aproveitamento.
O ministro defendeu que Portugal deve construir mais uma barragem num afluente do Tejo, uma decisão que reconhece que terá impactos ambientais e para a qual o Governo quer ter pronto um estudo prévio até ao próximo verão.
Matos Fernandes afirmou que caudais mais altos no fim do ano hidrológico – que termina em Setembro – não são invulgares mas que foi "absolutamente invulgar" ter sido feito em Cedillo e não ter sido compensado a montante, deixando os rios adjacentes ao Tejo do lado português com menos de metade da água que tinham.
"Isso foi uma surpresa que nos foi pregada e não faz sentido", salientou, referindo que Espanha ainda não deu a Portugal, apesar de questionada repetidamente, "uma resposta cabal" de Teresa Ribera sobre como pretende regular o fluxo do rio depois de despejar Cedillo, o que logicamente aconteceria com a água retida na barragem de Alcantara, a montante, como sempre se fez.
"Espanha fez o que nunca tinha feito", reiterou, afirmando que "Portugal nunca deixará de pugnar para que Espanha seja mais regular nos caudais que manda", com regulação diária, reconhecendo que haverá sempre alturas de maiores caudais e que, para todos os efeitos, Espanha cumpriu a convenção, mas "de uma estranha forma".
A Convenção de Alcântara, celebrada em 1998, tem que ser "aprofundada" para "introduzir a questão da qualidade da água, garantir uma gestão conjunta das massas de água comuns e promover muito maior regularidade dos caudais", mas não faz sentido renegociá-la, afirmou, até porque desde que existe a convenção, o Tejo perdeu "23 a 25 por cento" da água que tinha.
"Não faz sentido renegociar a convenção no sentido de termos mais água, isso não vai acontecer", declarou, mas Portugal tem que ter "mais defesas" para conseguir compensar situações como aquela em que Espanha o colocou.
Matos Fernandes defendeu "a construção de uma barragem em Portugal, o mais próximo da fronteira possível, onde o rio Ocreza se afigura como aquele onde é mais provável que a barragem venha a acontecer", uma ideia já avançada na legislatura anterior.
"Sabemos que isso provoca impactos ambientais, é inequívoco, mas se [a construção da barragem] conseguir dar uma ajuda na regularização dos caudais do Tejo, isso terá também grandes ganhos ambientais para o ecossistema e para os utilizadores", argumentou.
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