sábado, 11 de agosto de 2018

6848. Sábado, 11 de Agosto (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
* * *
Alvega – 37,7 ºC
Portalegre (Cidade) – 37,4 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 37,4 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 37,1 ºC
Portel (Oriola) – 36,9 ºC
Elvas – 36,6 ºC
* * *
Dunas de Mira – 22,8 ºC
Viana do Castelo (Chafé) – 22,3 ºC
Aveiro (Universidade) – 21,0 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 19,8 ºC
Cabo Carvoeiro – 19,5 ºC
Cabo Raso – 19,0 ºC
Lombo da Terça (Madeira) – 15,0 ºC
* * *
Fonte: IPMA

terça-feira, 7 de agosto de 2018

6844 Sábado (4 de Agosto): dados meteorológicos




6843. Sábado (4 de Agosto): Vendaval em Estremoz

6842. Sábado (4 de Agosto): Vento forte e granizo em algumas zonas do continente

Depois de um dia com elevadas temperaturas, algumas zonas do sul do país foram afectadas ao final da tarde por um temporal com fortes ventos, chuva intensa e queda de granizo. Pontos do Algarve foram atingidos pelo temporal, incluindo Vilamoura e Albufeira. Vídeos amadores dão conta da queda intensa de chuva, acompanhada por trovoada. Uma situação considerada perigosa, por parte dos meteorologistas já que foram registadas algumas quedas de árvores.
São ocorrências que se estenderam a outros pontos do sul do país incluindo o Alentejo, na zona de Portalegre. No site da Protecção Civil foram assinaladas quedas de árvores em Nisa, Fronteira e Campo Maior. Também em Castelo Branco, a chuva e o granizo apanharam de surpresa os habitantes, depois de mais um dia de calor extremo.
* * * * * * * * * * * *
Fonte: SIC Notícias

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

6841. Incêndios: Fortes reativações em todo o perímetro do fogo em Monchique

Em todo o perímetro do incêndio de Monchique estão a ser registadas "fortes reactivações" que, associadas à intensidade do vento, estão a tomar grandes proporções, de acordo com um ponto de situação da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC). A informação, publicada na página de Internet da ANPC e actualizada às 17:35, era nesta hora a única disponibilizada no ‘site’ pelas autoridades relativamente ao incêndio que lavra em Monchique.
A Lusa tentou obter esclarecimentos tanto através do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro, como do posto de comando instalado em Monchique, o que não foi possível. Foram mobilizados para o combate às chamas um total de 1.157 operacionais, apoiados por 358 viaturas e 13 meios aéreos.
Ainda de acordo com a informação disponível no ‘site’, foram accionados "três aviões Canadair espanhóis", embora a Lusa não tenha conseguido confirmar se esses meios estão efectivamente a operar. A Secretaria de Estado da Protecção Civil anunciou hoje ao início da tarde que Espanha disponibilizou dois Canadair. Foram ainda accionados grupos de reforço de Aveiro, Beja, Coimbra, Évora, Leiria, Lisboa, Santarém, Setúbal e Viseu.
Depois de um início de tarde em que o céu estava mais limpo, às 17:30 pairava sobre Monchique uma espessa nuvem de fumo, tornando o ar quase irrespirável, havendo também uma grande quantidade de cinzas a serem projectadas sobre a vila. Praticamente não se vêem moradores nas ruas da vila, sendo apenas notória a azáfama de bombeiros e elementos das forças de segurança.
Uma parte da estrada que liga Monchique ao Pico da Fóia, o ponto mais alto do Algarve, a cerca de oito quilómetros da vila, foi evacuada pelas autoridades devido à aproximação do fogo. As autoridades estão ainda a fazer uma avaliação de reconhecimento no terreno sobre o edificado ardido no incêndio da serra de Monchique, não havendo ainda uma quantificação precisa de casas afectadas, informou a Comissão Distrital de Protecção Civil de Faro.
Há registo de 25 feridos, um dos quais em estado grave, uma idosa transportada para a Unidade de Queimados do Hospital de São José, em Lisboa, cujo prognóstico é "favorável". Este incêndio deflagrou em Monchique na sexta-feira.
* * * * * * * *
Fonte: SAPO

6840. Temperaturas às 16h00, 17h00 e 18h00




domingo, 5 de agosto de 2018

6839. SÁBADO: Chuva e granizo em Albufeira em dia de temperaturas recorde no país

CopyRight @ RTP Notícias

6838. Domingo, 5 de Agosto (20h00)

Imagem de Satélite às 20h00
* * *
Fonte: SAT24
==========
Na imagem de satélite observa-se a densa massa de poeiras sobre o território de Portugal Continental e o fumo do incêndio de Monchique.

6837. Temperaturas do ar às 16h00, 17h00 e 18h00




6836. INCÊNDIOS: Jovens feridos em Estremoz

Os seis jovens que ficaram feridos, dois deles em estado grave, no incêndio que deflagrou em Estremoz no sábado, são amigos desde sempre, conta Ana Marques, familiar de um deles ao Observador: “Andaram todos juntos na escola”. No último fim-de-semana tinham decidido passar uns dias de férias juntos na casa de família de um deles, no Monte do Cerradinho. Enquanto estavam dentro de casa, que o calor apertava lá fora, um dos rapazes viu uma nuvem ao longe. Ao início não deu importância: julgava que era a nuvem de poeiras vinda de África de que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera tem falado nos últimos dias. Quando se apercebeu que, afinal, um incêndio estava a galgar rapidamente até às vizinhanças da casa, o rapaz deu o alerta e o grupo fugiu.
A primeira estratégia dos seis jovens — duas raparigas com 20 e 25 anos e quatro rapazes com idades compreendidas entre os 20 e os 25 anos — foi ligar para o 112. Segundo Ana Marques, um dos rapazes ligou para o número de emergência e explicou que estava no Monte do Cerradinho, que a casa onde estava com mais cinco amigos estava prestes a ser consumida pelo fogo e que todos precisavam de ajuda para fugir das chamas. Mas a resposta foi desanimadora:
Do outro lado da chamada responderam que não sabiam o que era o Monte do Cerradinho, que fica a um quilómetro do centro da vila,  e que sendo assim não podiam enviar ninguém para os ajudar. Eles disseram que podiam enviar uma localização GPS para algum membro do 112, mas responderam que isso não seria possível, que não tinha condições para receber a localização GPS”, explica a familiar de um dos jovens.
A seguir, a operadora do 112 que atendeu, desligou a chamada, de acordo com o relato de Ana Marques. Antes terá desejado “boa sorte” ao rapaz que pedia auxílio.
O Observador tentou contactar a Autoridade Nacional de Protecção Civil e o INEM para obter esclarecimentos em relação a estes relatos mas não conseguiu até ao momento obter qualquer comentário.
Com a alegada falta de ajuda do 112, o grupo decidiu utilizar os carros para fugir no sentido contrário do fogo. Estavam dois carros junto à habitação: um Peugeot, que foi o primeiro a sair da casa, e um Mercedes. Segundo Ana Marques, os dois automóveis nunca bateram um no outro apesar do fumo que dificultava cada vez mais a visão: “Os dois carros nunca bateram. Mas o segundo carro, o Mercedes, ao fazer a manobra para sair da casa, tocou nuns arbustos que nessa altura já estavam em chamas. A tinta começou a arder e os miúdos entraram em pânico. Foi nesse momento que os seis decidiram sair do carro e fugir a pé”, descreve Ana Marques.
Entretanto, o fogo avançou mesmo e engoliu os dois automóveis consumindo tudo menos a carcaça dos carros. Quando os bombeiros lá chegaram nem sequer sabiam que aquele incêndio, alegadamente deflagrado por um curto-circuito, já tinha feito seis feridos, dois deles — as duas raparigas — em estado grave.
Já sem hipótese de utilizarem os carros para fugir, os jovens tinham dois caminhos pela frente: o da esquerda iria dar à estrada de asfalto, mas o caminho da direita só iria dar a terra batida. Movidos pelo pânico, o grupo de seis jovens separou-se em três grupos de duas pessoas: um desses grupos seguiu pelo caminho da direita porque nenhuma das duas pessoas conseguia ver nada — o fumo já tinha tomado conta do Monte do Cerradinho — mas apesar de se terem perdido conseguiram chegar a pé ao centro de saúde mais próximo.
Os outros quatro seguiram pelo caminho certo, o da esquerda, à procura da sorte que o 112 lhes terá desejado. Por esta altura “cada um pensava que os outros tinham morrido”, relata a familiar de um dos jovens.
Entre os quatro jovens que seguiram pela esquerda, um deles caiu na estrada e outro decidiu ficar para trás para o acudir. Entre os outros dois, o mais rápido foi em busca de ajuda na vizinhança: primeiro bateu à porta de um vizinho, que não lhe abriu a porta. Depois, descalço, pediu ajuda aos “seis ou sete carros” que passaram por eles, assim como ao carro de bombeiros que seguia em sentido contrário, mas nenhum dos automóveis nem o carro dos bombeiros parou para os acudir.
Só mesmo quando chegou ao caminho de asfalto é que “um anjo da guarda” parou para os apanhar e levou-os até ao centro de saúde onde os outros dois jovens já estavam. Entretanto, os dois jovens que tinham ficado para trás porque um deles caiu também foi acudido por um carro particular que os deixou no centro de saúde.
Só mesmo quando chegaram ao centro de saúde é que foram auxiliados pelo INEM. Antes disso não”, sublinha Ana Marques.
José Ribeiro, responsável pelo Comando Distrital de Évora de Operações de Socorro (CDOS), confirmou que as duas pessoas em estado grave, as duas raparigas, foram levadas de helicóptero para Lisboa, embora uma delas tenha sido entretanto levada para Coimbra. Os outros quatro rapazes foram atendidos no Hospital de Évora: um deles já teve alta, outro foi levado para a unidade de queimados de outro hospital e os outros dois tiveram de ser operados. Segundo José Ribeiro, um carro de bombeiros terá tentado chegar à habitação onde os jovens estavam mas a “violência do incêndio” impediu a viagem: “Tivemos ventos fortíssimos em Estremoz, com registo de quedas de árvores e, com esta violência de propagação, acabaram por ser afectados”.
O incêndio que vitimou estes seis jovens terá começado a partir de um curto-circuito no Monte da Chapada, na União de Freguesias de São Bento do Cortiço e Santo Estêvão, nos arredores de Estremoz (Évora): “O que tivemos foi um incêndio rural que progrediu com muita violência”, devido aos “ventos muito fortes” registados na zona, e que lavrou “numa zona de pasto, mato e olivais, com algumas habitações dispersas”, disse o comandante.
O primeiro alerta terá sido dado aos bombeiros às 18h30, mas só mais tarde é que a corporação enviada para o local foi informada dos seis jovens feridos. Entretanto, também uma bombeira terá sido assistida por inalação de fumos. O incêndio foi dominado na noite de sábado para domingo.
Marta Leite Ferreira
* * * * * * * * * * *
Fonte: Observador

sábado, 4 de agosto de 2018

6835. Saiba quais as estações que bateram recordes históricos de temperatura

As temperaturas estavam às 17h00 deste sábado acima dos 45 graus em 16 das 96 estações de medição de Portugal continental, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que aponta novos máximos históricos em 26 locais. A temperatura mais elevada registada até às 17h00 foi 46,8 graus, em Alvega, a que se seguiram: Santarém/F. Boa (46,3°), Alcácer do Sal (46,2°), Coruche e Alvalade do Sado (46,1°), Pegões (46,0º), Neves Corvo (45,8°), Setúbal (45,5°), Évora e Tomar (45,4°), Reguengos e Amareleja (45,3°), Avis, Viana do Alentejo e Portel (45,2°) e Mora (45,1°).
De acordo com o IPMA, foram hoje batidos recordes históricos de temperatura máxima em 26 estações desde que há medições. "No dia 04 de Agosto (até às 17:00), foram excedidos os extremos absolutos da temperatura máxima em cerca de 30% das estações", lê-se no comunicado que destaca também que "entre os dias 02 e 04, os anteriores extremos foram excedidos em 40% das estações".
Alcácer do Sal (46,2 graus), Alcobaça (42,8º), Alcoutim (44,7º), Alvalade do Sado (46,1º), Alvega (46,8º), Ansião (43,4º), Avis/Benavila (45,2º), Coimbra (41,3º), Coruche (46,1º), Estremoz (44,6º), Évora (45,4º), Figueira da Foz (40,8º), Lisboa/Tapada (44º), Lisboa/Príncipe Real (43,3º) e Lisboa/Gago Coutinho (44º) atingiram hoje os seus máximos históricos. No caso de Lisboa, os 44 graus Celsius hoje registados na avenida Gago Coutinho constituem um novo recorde da temperatura na capital, ultrapassando os 43º sentidos no aeroporto a 14 de Junho de 1981.
Também Mora (45,1º), Neves Corvo (45,8º), Pegões (46º), Portalegre (41,9º), Rio Maior (44,9º), Sagres (40,4º), Santarém/F. Boa (46,3º), Setúbal (45,5º), Tomar (45,4º), Torres Vedras (44,8º) e a Zambujeira (42,8º) alcançaram hoje temperaturas sem precedentes.
Na previsão para os próximos dias, o IPMA indica que "até dia 06 de Agosto, a temperatura máxima do ar, em grande parte do território continental, irá registar valores da ordem de 40 graus".
Para domingo, refere que "apesar de haver tendência para uma pequena descida da temperatura, em vários locais do Alentejo, vales dos rios Douro e Tejo e na Beira Baixa a temperatura máxima poderá ainda atingir 45 graus e, num ou outro local, ultrapassar este valor". Também "os valores da temperatura mínima continuam muito elevados, atingindo valores próximos de 25°C em grande parte do território, aproximando-se de 30°C em alguns locais do interior Centro e Sul, em especial no Alto Alentejo", indica o organismo.
Na segunda-feira, "a temperatura deverá registar uma descida, sendo acentuada a descida da temperatura máxima no litoral oeste", ao passo que no dia 07 de Agosto, terça-feira, o IPMA prevê "uma descida da temperatura em todo o território, com excepção do Algarve, devendo os valores mais altos da temperatura máxima atingir valores próximos de 35 graus no Alentejo e Algarve, e entre 24 e 30 graus no litoral oeste".
* * * * * * *
Fonte: TSF

6834. Resumo de temperaturas até às 17h00

6833. PORTUGAL CONTINENTAL: Temperaturas às 16h00, 17h00 e 18h00




6832. Instabilidade atmosférica



sexta-feira, 3 de agosto de 2018

6831. PORTUGAL CONTINENTAL: Temperaturas às 16h00, 17h00 e 18h00




6830. AVISO À POPULAÇÃO: aumento da severidade meteorológica e riscos agravados de incêndios rurais e problemas de saúde publica

1. SITUAÇÃO: A mudança da situação meteorológica a partir de dia 1 de Agosto, com o estabelecimento de um anticiclone sobre a Península Ibérica e o surgimento de um fluxo do quadrante leste, irá originar aumento significativo da temperatura e a descida da humidade relativa em Portugal continental.
Para 2 e 3 de Agosto prevêem-se temperaturas máximas de 35ºC na generalidade do território, com valores superiores a 40ºC no Alentejo, Vale do Tejo e Beira Baixa, podendo mesmo registar-se temperaturas de 45ºC nalguns locais. As temperaturas mínimas acompanham esta subida, prevendo-se “noites tropicais” com temperaturas acima  dos 20ºC, podendo mesmo ser superiores a 25ºC nalguns locais, em particular na noite de 2 para 3 de Agosto.
Os valores da humidade relativa manter-se-ão sempre muito baixos durante o dia, evidenciando muito fraca recuperação a partir da noite de 1 para 2 de Agosto. Estão reunidas condições para a ocorrência de situações de instabilidade atmosférica, sendo estas mais prováveis a partir da tarde de 2 de Agosto.
Esta situação meteorológica, de tempo muito quente e seco, deverá persistir pelo menos até dia 5 de Agosto.
2. EFEITOS EXPECTÁVEIS: Estas condições configuram a ocorrência de índices de risco de incêndio muito elevados na região do Algarve e no interior Norte e Centro e elevados/muito elevados no baixo Alentejo, com agravamento previsto nas próximas 48 horas para o sotavento algarvio, esperando-se o aumento gradual do número de concelhos com risco máximo. No domingo (5 de Agosto) prevê-se que ocorra o agravamento destes índices no interior Norte e Centro, com um número mais elevado de concelhos a apresentarem risco muito elevado (em especial a região de Trás – os – Montes, podendo existir concelhos em que seja atingido o risco máximo).
Em função da previsão da evolução das condições meteorológicas esperam-se condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais.
Além disso, a exposição ao calor intenso pode produzir efeitos negativos na saúde, sendo as crianças, os doentes crónicos e as pessoas idosas particularmente vulneráveis.
3. MEDIDAS PREVENTIVAS: A ANPC recorda que, de acordo com as disposições legais em vigor, não é permitido:
-Realizar queimadas, fogueiras para recreio ou lazer, ou para confecção de alimentos;
-Utilizar equipamentos de queima e de combustão destinados à iluminação ou à confecção de alimentos;
-Queimar matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração;
-Lançar balões com mecha acesa ou qualquer outro tipo de foguetes;
-Fumar ou fazer lume de qualquer tipo nos espaços florestais e vias que os circundem;
-Fumigar ou desinfestar apiários com fumigadores que não estejam equipados com dispositivos de retenção de faúlhas.
A ANPC recorda ainda alguns cuidados a ter face  às condições meteorológicas previstas, nomeadamente quanto à realização de trabalhos agrícolas e florestais:
-Manter as máquinas e equipamentos limpos de óleos e poeiras;
-Abastecer as máquinas a frio e em local com pouca vegetação;
-Ter cuidado com as faíscas durante o seu manuseamento, evitando a sua utilização nos períodos de maior calor.
A ANPC recomenda também a adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio florestal, nomeadamente a adopção das medidas de prevenção e precaução adequadas, observando-se as proibições em vigor e tomando-se especial atenção à evolução do perigo de incêndio para os próximos dias, que se encontra disponível junto dos sítios da Internet da ANPC e do IPMA, junto  dos Gabinetes Técnicos Florestais das Câmaras Municipais e dos Corpos de Bombeiros.
Para se proteger dos efeitos negativos do calor intenso na saúde mantenha-se informado, hidratado e fresco, pelo que a DGS recomenda:
-Procurar ambientes frescos (preferencialmente climatizados);
-Evitar que o calor entre dentro das habitações; correr as persianas, ou portadas e mantenha o ar circulante dentro de casa; refrescar a habitação e evite ligar fornos.
-Beber água ou sumos de fruta natural sem açúcar e evitar o consumo de bebidas alcoólicas;
-Evitar a exposição directa ao sol, principalmente entre as 11 e as 17 horas;
-Utilizar roupa solta (algodão), que cubra a maior parte do corpo, chapéu de abas largas e óculos de sol;
-Utilizar protector solar com factor > 30 e renovar a sua aplicação de 2 em 2 horas;
-Escolher as horas de menor calor para viajar de carro;
-Não permanecer dentro de viaturas estacionadas e expostas ao sol, nem deixe os animais domésticos no carro;
-Evitar actividades que exijam grandes esforços físicos;
-Dar atenção especial a grupos mais vulneráveis ao calor, tais como: Crianças; Idosos; Doentes crónicos; Grávidas; Pessoas com mobilidade reduzida; Trabalhadores com actividade no exterior; Pessoas isoladas;
-Ofereça água aos recém-nascidos, crianças, pessoas idosas e pessoas doentes porque podem não manifestar sede;
-Os doentes crónicos ou sujeitos a medicação e/ou dietas específicas devem seguir as recomendações do médico assistente;
-As crianças com menos de seis meses não devem ser sujeitas a exposição solar, devendo evitar-se a exposição directa de crianças com menos de três anos (usar roupa e protector solar >50).

6829. CALOR: sintomas e medidas de emergência


quinta-feira, 2 de agosto de 2018

6828. Calor. Foram batidos recordes em oito locais

O calor extremo fez-se sentir em todo o país, mas Alvega foi a localidade mais quente desta quinta-feira. Até às 17.00, a freguesia do concelho de Abrantes registou 45,2 graus Celsius, tornando-se a estação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) que "teve o valor da temperatura máxima mais elevado", conta ao DN o meteorologista Bruno Café. Seguiu-se Coruche, com 44,9 graus e Amareleja, com 44,7 graus.
Mais, até às 17.00, foram oito as estações do IPMA que bateram recordes de temperatura máxima: Castelo Branco (42,2), Odemira (41,9), Nelas (41,3), Anadia (43,8), Coruche (44,9), Setúbal (42,6), Alvalade, Santiago do Cacém (43,8) e Zambujeira do Mar (41,1). "Estamos a falar de estações que têm séries de dados com mais de 15 anos", explica o meteorologista do IPMA. Bruno Café sublinha que o registo foi feito às 17.00 e que depois disso podem ter sido batidos outros recordes, pelo que a informação pode vir a ser corrigida.
Entre as estações onde foram batidos recordes, a da Zambujeira é a que surpreende mais. "No litoral é sempre menos provável", diz Bruno Café, referindo-se à brisa marítima que ocorre nestas regiões durante a tarde, que neste caso "foi pouco intensa". A temperatura máxima mais elevada que a Zambujeira, no concelho de Odemira, registou foi, conta o especialista, 39,7 graus Celsius em 2013. Já Setúbal tinha atingido o valor mais alto em 2003, com 41,7 graus.
Aliás, o calor que se faz sentir e que se vai prolongar, pelo menos, até segunda-feira, com a previsão de que sábado, dia 4, seja o dia "mais crítico", "é comparável à situação meteorológica de Agosto de 2003 em Portugal continental. Na onda de calor de 2003 registaram-se igualmente valores muito elevados da temperatura mínima e da temperatura máxima, fixando-se um novo máximo absoluto relativo à temperatura máxima, com 47,3° C, na Amareleja no dia 1 de Agosto", refere o IPMA.
É "provável que amanhã (sexta-feira) voltem a ser batidos novos recordes" de temperatura
Devido às elevadas temperaturas, 11 distritos estão em alerta vermelho, "com alguns a começar amanhã, como Bragança, Guarda e Vila Real". Para esta sexta-feira, prevê-se que as "temperaturas sejam mais elevadas do que as desta quinta-feira", avisa o meteorologista Bruno Café. "As mínimas durante a noite de hoje não irão descer abaixo dos 20 a 25 graus. A partir dos 20 graus já é considerado noite tropical."
É, por isso, "provável que amanhã voltem a ser batidos novos recordes" de temperatura. De acordo com o meteorologista, prevê-se que as regiões de Alentejo, Beira Baixa, Vale do Tejo e Interior Norte registem as temperaturas mais elevadas, que deverão rondar entre os 40 e os 45 graus. "Os distritos de Évora, Castelo Branco e Santarém deverão ser os mais quentes de sexta-feira", diz Bruno Café.
Prevê-se que sábado seja o dia mais quente. De acordo com a previsão na página de internet do IPMA, Beja pode atingir os 47 graus. Já para Évora e Santarém são esperados 46 graus Celsius.
Susete Henriques
* * * * * * * * * * * * * *

6827. Quinta-feira, 2 de Agosto (19h30)

Imagem de satélite às 19h30
* * *
Fonte: SAT24

6826. Quinta-feira, 2 de Agosto: Tempo quente

Temperaturas iguais ou superiores a 40,0 ºC às 16h00
======================================
Alvega – 43,8 ºC
Mora – 43,8 ºC
Amareleja – 43,8 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 43,4 ºC
Tomar (Valdonas) – 43,3 ºC
Alvalade – 43,0 ºC
Pegões – 42,9 ºC
Anadia – 42,8 ºC
Avis (Benavila) – 42,5 ºC
Lousã (Aeródromo) – 42,4 ºC
Santarém (Fonte Boa) – 42,3 ºC
Portalegre (Cidade) – 42,2 ºC
Viana do Alentejo – 41,9 ºC
Portel (Oriola) – 41,9 ºC
Setúbal – 41,6 ºC
Ansião – 41,5 ºC
Rio Maior – 41,5 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 41,5 ºC
Évora (Aeródromo) – 41,4 ºC
Beja – 41,3 ºC
Proença – a – Nova (P. Moitas) – 41,2 ºC
Coruche – 41,2 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 40,9 ºC
Zebreira – 40,8 ºC
Estremoz – 40,8 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 40,7 ºC
Castelo Branco – 40,7 ºC
Mirandela – 40,6 ºC
Nelas – 40,5 ºC
Torres Vedras (Dois Portos) – 40,3 ºC
======================================
Temperaturas iguais ou superiores a 40,0 ºC às 17h00
======================================
Alvega – 44,6 ºC
Coruche – 43,9 ºC
Amareleja – 43,8 ºC
Mora – 43,7 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 43,7 ºC
Pegões – 43,5 ºC
Tomar (Valdonas) – 43,4 ºC
Portalegre (Cidade) – 43,3 ºC
Avis (Benavila) – 42,9 ºC
Rio Maior – 42,5 ºC
Santarém (Fonte Boa) – 42,5 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 42,5 ºC
Viana do Alentejo – 42,5 ºC
Beja – 42,4 ºC
Alvalade – 42,4 ºC
Lousã (Aeródromo) – 41,8 ºC
Évora (Aeródromo) – 41,8 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 41,5 ºC
Ansião – 41,3 ºC
Zebreira – 41,3 ºC
Proença – a – Nova (P. Moitas) – 41,3 ºC
Mirandela – 41,2 ºC
Estremoz – 41,2 ºC
Setúbal – 41,2 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 41,2 ºC
Castelo Branco – 41,0 ºC
Portel (Oriola) – 41,0 ºC
Nelas – 40,5 ºC
Torres Vedras (Dois Portos) – 40,3 ºC
Cabeceiras de Basto – 40,2 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 40,2 ºC
* * *
Fonte: IPMA

6825. Protecção Civil engana-se e dá número da Glassdrive para alertar incêndios

Como o Pplware já tinha informado aqui,  a ANACOM tinha vindo a trabalhar com as operadoras, rádios e televisões para operacionalizar um sistema de alerta de incêndios. O sistema já está em funcionamento, mas num dos últimos alertas, a Protecção Civil enganou-se no número e enviou um alerta com o número da Glassdrive. A tecnologia hoje está mais simples, contudo necessita de ser afinada para que não aconteçam estes casos.
De acordo com o jornal Publico,  a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC)  enviou nesta quinta-feira alertas de risco de incêndio por SMS à população que está nos distritos de Faro e Beja. No entanto, segundo informações, o número de telefone indicado pela Protecção Civil para mais esclarecimentos ou informações remetia para o número geral de uma empresa de reparação automóvel, a Glassdrive. O número é bastante idêntico e provavelmente gerou confusão. O número que deveria ser indicado é o 800 246 246 mas na mensagem o número indicado era o 808 246 246.
De acordo com o DN, que contactou a Glassdrive, a empresa confirmou que já tinha recebido inúmeras chamadas de pessoas a pedir esclarecimentos sobre a mensagem. Um pouco mais tarde quando se fazia a ligação era-se remetido para uma mensagem – “Não é possível completar a chamada” – e a ligação terminava. Entretanto a Protecção Civil reenviou um novo SMS com o número rectificado.
Em termos de tecnologias, estas são bem conhecidas e a Protecção Civil, para que as mensagens sejam enviadas aos destinatários correctos, conta com a colaboração das operadoras de telecomunicações móveis. Tal como refere o jornal, estas operadoras são quem remete a mensagem previamente elaborada pela ANPC para os assinantes ou utilizadores que se encontrem na área de risco em causa.
* * * * * * * * *
Fonte: Pplware

6824. Governo declara “situação de alerta” no país até dia 6 devido ao calor

O Governo decidiu esta quarta-feira declarar “situação de alerta” para o período entre 2 e 6 de Agosto, devido à previsão de calor extremo e agravamento do risco de incêndio florestal, anunciou o Ministério da Administração Interna em comunicado.
“Face às previsões meteorológicas para os próximos dias, que apontam para um significativo agravamento do risco de incêndio florestal, o Governo, através do Ministro da Administração Interna assinou, esta quarta-feira, o Despacho que determina a Declaração da Situação de Alerta para o período compreendido entre os dias 2 e 6 de Agosto, para a globalidade do território continental”, afirma.
No âmbito desta “Declaração da Situação de Alerta”, prevista na Lei de Bases de Protecção Civil, o Governo determinou algumas medidas de carácter excepcional:
-Elevação do grau de prontidão e resposta operacional por parte da GNR e PSP, com reforço de meios para operações de vigilância, fiscalização, patrulhamentos dissuasores de comportamentos e de apoio geral às operações de protecção e socorro que possam vir a ser desencadeadas;
-Autorizada a interrupção da licença de férias e/ou suspensão de folgas e períodos de descanso;
-Aumento do grau de prontidão e mobilização de equipas de emergência médica, saúde pública e apoio psicossocial, pelas entidades competentes das áreas da saúde e da segurança social;
-Mobilização em permanência das equipas de Sapadores Florestais;
-Mobilização em permanência dos Corpo Nacional de Agentes Florestais e dos Vigilantes da Natureza que integram o dispositivo de prevenção e combate a incêndios;
-Aumento do nível de prontidão das equipas de resposta das entidades com especial dever de cooperação nas áreas das comunicações (operadoras de redes fixas e móveis) e energia (transporte e distribuição);
-Proibição do acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais, previamente definidos nos Planos Municipais de Defesa da
-Floresta Contra Incêndios (PMDFCI), bem como nos caminhos florestais, caminhos rurais e outras vias que os atravessem;
-Proibição total da utilização de fogo-de-artifício ou outros artefactos pirotécnicos, independentemente da sua forma de combustão, bem como a suspensão das autorizações que possam ter sido emitidas, enquanto vigorar a Situação de Alerta;
-Dispensa do serviço público dos trabalhadores da Administração Pública que desempenhem cumulativamente as funções de bombeiro voluntário;
-Dispensa dos trabalhadores do sector privado que desempenhem cumulativamente as funções de bombeiro voluntário, nos distritos para os quais tenha sido Declarado o Estado de Alerta Especial de Nível Vermelho pela ANPC;
-Recurso aos meios disponíveis previstos no Plano Nacional e nos Planos Distritais de Emergência de Protecção Civil.
* * * * * * * * * * *
Fonte: Observador

6823. PORTUGAL CONTINENTAL: Concentração elevadas de poeiras na troposfera

=========================
Previsão de elevada concentração de poeiras nas camadas elevadas da troposfera, com origem na circulação atmosférica precedente do norte de África.

6822. BestWeather: Tempo Extremo nos próximos dias

Acompanhando a pluma de ar extremamente quente, na quinta e sexta-feira, teremos a passagem de uma ÁREA de INSTABILIDADE nas camadas altas da troposfera, vinda dos trópicos. Nestas condições, são possíveis trovoadas isoladas ou algum aguaceiro, que dadas as condições termodinâmicas poderão causar downbursts e heatbursts (rajadas intensas acompanhadas por picos nas temperaturas).
Sábado e domingo, esperamos um ambiente de novo estável com temperaturas que poderão subir até mais alguns graus, em especial, no Interior, segundo alguns modelos. As temperaturas máximas poderão atingir os 45-48ºC, em alguns locais, com valores nocturnos que poderão nem descer dos 30ºC.
* * * * * * * * * * * *
Fonte: BestWeather

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

6821. Quarta-feira, 1 de Agosto (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
* * *
Alvega – 40,7 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 40,3 ºC
Amareleja – 40,2 ºC
Portalegre (Cidade) – 40,0 ºC
Portel (Oriola) – 39,8 ºC
Alvalade – 39,4 ºC
* * *
Viana do Castelo (Chafé) – 24,8 ºC
Dunas de Mira – 24,3 ºC
Aveiro (Universidade) – 23,4 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 20,5 ºC
Cabo Carvoeiro – 19,7 ºC
Cabo Raso – 19,1 ºC
Areeiro (Madeira) – 14,5 ºC
* * *
Fonte: IPMA

6820. IPMA: Previsão significativa para Portugal Continental