segunda-feira, 18 de junho de 2018

6747. PORTUGAL CONTINENTAL: Instabilidade no interior sul

Imagem de satélite às 19h00
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Fonte: SAT24
Tarde com aguaceiros e trovoadas no interior sul.
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Algumas temperaturas às 16h00
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Mora – 39,6 ºC
Coruche – 39,3 ºC
Rio Maior – 38,4 ºC
Alvega – 38,4 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 37,8 ºC
Tomar (Valdonas) – 37,7 ºC
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Almada (P. Rainha) – 25,3 ºC
Foía – 25,2 ºC
Penhas Douradas – 24,3 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 22,1 ºC
Cabo Carvoeiro – 20,1 ºC
Cabo Raso – 19,7 ºC
Lombo da Terça (Madeira) – 13,3 ºC
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Fonte: IPMA

domingo, 17 de junho de 2018

sábado, 16 de junho de 2018

6742. Análise sinóptica e tendência do estado do tempo


Carta de altitude (200 hPa) prevista para
Quarta-feira, 20 de Junho de 2018_00h00UTC
Fonte: Wetter3
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Humidade relativa aos 700 hPa prevista para
Terça-feira, 19 de Junho de 2018_18h00UTC
Fonte: MeteoPT
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Partículas de poeira em suspensão
na atmosfera previsto para
Segunda-feira, 18 de Junho de 2018_06h00UTC
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A situação sinóptica nos próximos dias será marcada pela presença de um núcleo de ar frio isolado em altitude, centrado entre o Arquipélago da Madeira e o território de Portugal Continental, e que não se reflecte à superfície. O posicionamento do núcleo de ar frio gerará uma corrente continental seca de leste sobre Portugal Continental; a ausência de nebulosidade e a forte radiação solar diurna irão favorecer um aquecimento da superfície terrestre que, por sua vez, transferirá calor e provocará um sobreaquecimento da camada inferior da troposfera, originando movimentos verticais das massas de ar na atmosfera. Esta situação será propícia ao surgimento de nebulosidade convectiva (formada pela subida de massas de ar que arrefecem a uma maior altitude, atingindo o ponto de saturação e dando origem a condensação e formação de nuvens) que poderá traduzir-se por períodos de céu muito nublado e possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoadas.
Neste contexto, o estado do tempo em Portugal Continental a partir de amanhã tenderá a apresentar-se instável, com predomínio do céu pouco nublado ou limpo ao longo das manhãs e aumentando de nebulosidade a partir do início da tarde, especialmente nas regiões do interior centro e do sul; poderão vir a surgir condições para a ocorrência de aguaceiros e trovoadas, especialmente durante a tarde nas regiões do centro e do sul. Espera-se também uma subida dos valores da temperatura do ar.
A partir de Terça-feira poderá aumentar a presença de poeiras em suspensão na atmosfera, provenientes do norte de África, que se traduzirá sobretudo por afectar a ocorrência de nebulosidade convectiva e por aumento da temperatura do ar.
Esta é uma tendência geral feita a partir da análise de vários modelos, disponíveis no momento; para previsões oficiais consulte o site do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

6741. Sábado, 16 de Junho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Portalegre (Cidade): 34,5 ºC
Elvas: 34,3 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval): 33,4 ºC
Alvega: 33,2 ºC
Proença – a – Nova (P. Moitas): 33,1 ºC
Amareleja: 33,1 ºC
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Sagres: 20,0 ºC
Viana do Castelo (Chafé): 19,9 ºC
Aveiro (Universidade): 19,0 ºC
Santa Cruz (Aeródromo): 18,3 ºC
Cabo Raso: 17,7 ºC
Cabo Carvoeiro: 17,5 ºC
Bico da Cana (Madeira): 11,5 ºC
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Fonte: IPMA

sexta-feira, 15 de junho de 2018

6740. PORTUGAL CONTINENTAL: Nortada no litoral oeste

Imagem de satélite às 19h00
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Fonte: SAT24
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Rajadas de vento às 19h00
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Fonte: Meteociel
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Períodos de céu muito nublado no litoral oeste, com vento moderado a forte, com rajadas muito fortes, a sul do Cabo Carvoeiro.

6739. PORTUGAL CONTINENTAL: Massa de ar quente sobe temperaturas até perto dos 40 e traz noites tropicais

Uma massa de ar quente vai chegar a Portugal no fim-de-semana e fazer subir as temperaturas, que se podem aproximar dos 40 graus no interior do Alentejo, e trazer noites tropicais. Segundo a meteorologista Maria João Frada, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), no sábado o dia ainda terá temperaturas amenas, mas no domingo os termómetros vão começar a subir, sobretudo por causa de uma massa de ar quente, que vai entrar no território e fazer subir as temperaturas entre três a seis graus.
"Teremos no sábado ainda um dia com temperaturas amenas, em especial no litoral oeste, por causa do vento, que durante a tarde será de noroeste moderado e a soprar por vezes forte, com rajadas que podem chegar aos 65 quilómetros por hora", disse a meteorologista. Nas regiões do interior, a partir do final de dia de sábado, vai chegar uma massa de ar quente, com temperaturas a atingirem os 30 a 34 graus em alguns locais, à excepção da Serra da Estrela, que terá valores mais baixos.
"No domingo e segunda-feira há uma mudança de cenário, com o vento a rodar para leste/nordeste (...) a trazer uma massa de ar tropical, ou mesmo equatorial modificada, e o que vai trazer é uma subida generalizada da temperatura a todo o território, mas que se vai fazer sentir essencialmente nas regiões do litoral oeste", explicou Maria João Frada. A meteorologista sublinhou que as subidas de temperaturas no domingo "serão na ordem dos três a cinco ou seis graus no litoral oeste, em particular na região da Grande Lisboa" e, na segunda-feira, "a corrente de leste vai ser reforçada e as temperaturas máximas tendem a subir mais".
"Vamos chegar a segunda-feira e na generalidade do território as temperaturas máximas vão variar entre os 30 e os 35 graus, com excepção da zona da Serra da Estrela, onde serão ligeiramente mais baixas. No interior do Alentejo vão variar entre os 35 e os 39 graus, assim como no Vale do Tejo e Santarém. Serão estas as regiões mais quentes". Na Grande Lisboa, a temperatura vai subir também de forma significativa na segunda-feira, podendo atingir valores próximos dos 35 graus, acrescentou. Segundo a especialista do IPMA, também no fim de semana, "sobretudo a partir de domingo, vai subir a temperatura mínima e em alguns locais do território "poderá haver valores compatíveis com noites tropicais, com temperaturas mínimas na casa dos 20 graus, em particular no Algarve, no interior do Alentejo, na Grande Lisboa e Vale do Tejo".
A Direcção-Geral da Saúde (DGS) alertou hoje para a previsão de temperaturas elevadas nos próximos dias e recorda que o calor pode ter efeitos negativos na saúde e que a população se deve hidratar e manter as casas frescas. Numa informação colocada no seu site, a DGS sublinha que a exposição ao calor intenso pode ter efeitos negativos na saúde, como a desidratação e outras complicações que podem ser evitadas e que "a reacção de cada pessoa à temperatura e os seus efeitos na saúde podem ser diferentes".
Para proteger a saúde, a DGS recomenda que, durante os dias mais quentes, a população se mantenha hidratada, se proteja do calor, mantenha a casa fresca e fique em contacto e atento aos outros. Recomenda ainda especial atenção, entre outros grupos, aos doentes crónicos, crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida e aconselha a população a evitar zonas de poluição elevada, lembrando que "as temperaturas elevadas e a poluição do ar estão muitas vezes associadas".
Aconselha ainda a que se evite a exposição directa ao sol, especialmente entre as 11h00 e as 17h00, e as actividades físicas no exterior, principalmente nos horários mais quentes. No exterior, recomenda à população que procure locais à sombra e frescos, use roupas leves, claras e soltas, chapéu e óculos com protecção contra a radiação UVA e UVB. Aconselha ainda o uso de protector solar com índice de protecção igual ou superior a 30 sempre que se estiver ao ar livre, renovando a aplicação a cada duas horas.
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Fonte: Sábado

quarta-feira, 13 de junho de 2018

6738. Governo dos Açores acompanha e avalia efeitos da seca prolongada na ilha Terceira

O Governo dos Açores garantiu hoje que está a acompanhar e a avaliar os efeitos da seca prolongada na ilha Terceira e caso seja necessário intervir para apoiar os agricultores nos prejuízos resultantes dessa situação.
Numa nota divulgada hoje pelo executivo açoriano, o secretário regional da Agricultura e Florestas refere que "o Governo dos Açores está a acompanhar e a avaliar, conjuntamente com a Associação Agrícola da Ilha Terceira, os efeitos da seca prolongada que está a atingir o sector agrícola".
O executivo acrescenta que "não se demitirá das suas responsabilidades caso seja necessário intervir para apoiar os agricultores nos prejuízos resultantes dessa situação".
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Fonte: Destak

segunda-feira, 11 de junho de 2018

6737. Temperaturas vão subir a partir desta semana

CopyRight @ RTP Notícias

6736. ARTIGO DE OPINIÃO: O tempo, a meteorologia, o clima, a internet e os impostores

A crescente utilização da Internet e expansão das redes sociais fez surgir nos últimos anos uma aproximação e o interesse do público a temas específicos que afectam o dia a dia das pessoas, como seja o estado do tempo e os fenómenos meteorológicos e climatológicos. Este fenómeno goza cada vez mais de adeptos à escala global e o nosso país não foge à regra.
Inicialmente a partir de fóruns temáticos e mais recentemente com forte presença nas redes sociais, surgem páginas sobre páginas sobre o tempo e a meteorologia, muitas vezes encadeados e sem que haja uma nítida separação entre os dois fenómenos.
Se antigamente existia uma fonte oficial pública nacional que se responsabilizava pelas análises e previsões do estado do tempo para o nosso país, hoje em dia dispararam as páginas e páginas individuais ou de comunidades que se tentam apropriar desse serviço; no entanto, grande parte das pessoas que dirigem essas páginas on line, quer individualmente quer em comunidades pelo facebook, por exemplo, não assumem responsabilidades pelo trabalho que executam, uma vez que a ninguém têm de apresentar responsabilidades, pelo que podem tudo prever mesmo que nada aconteça.
É lamentável que, em pleno século XXI, haja pessoas que se dediquem a divulgar supostas previsões meteorológicas sem para o qual tenham qualquer tipo de formação específica, correndo o risco de se comportarem como impostores da ciência meteorológica, fazendo recordar o período obscuro das crenças da idade média.
É pois necessário alertar a opinião pública sobre tudo o que aparece como sendo válido em termos de previsões meteorológicas; supostamente deverá sempre questionar quem está por detrás de tais páginas ou comunidades no facebook, sabendo qual a sua formação para aferir a validade de tais previsões e quais as responsabilidades que eles próprios assumem no caso de divulgarem previsões que causem graves transtornos à população.
Não se permita que a meteorologia e a climatologia sejam apropriadas por leigos.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

6735. Junho com temperaturas diurnas muito baixas em relação ao normal




O dia de hoje fica marcado pelas baixas temperaturas diurnas, associadas à presença de um núcleo de ar muito frio em altitude a noroeste da Península Ibérica.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

6734. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável

Imagem de Satélite às 12h00
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Fonte: SAT24
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Passagem de sistema frontal de fraca actividade sobre o território de Portugal Continental; períodos de chuva fraca ou aguaceiros, pouco frequentes e sobretudo no litoral oeste do norte e centro.

terça-feira, 5 de junho de 2018

6733. INCÊNDIOS: Maio com mais do triplo das ocorrências do que o ano passado

A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) registou, em Maio, 2.260 ocorrências de incêndios rurais, mais do triplo das registadas o ano passado (707) e cerca de seis vezes mais do que em 2016 (380). Segundo dados enviados pelo Ministério da Administração Interna (MAI) à agência Lusa, 15 de Maio foi o dia com maior número de incêndios, com 221 ocorrências e em que foram mobilizados o maior número de operacionais (mais de 2 mil), meios terrestres e aéreos (42 meios aéreos no ataque inicial).
No mesmo mês, o dispositivo aéreo de combate aos incêndios esteve envolvido em 396 missões, com uma taxa de sucesso de 97% no ataque inicial. Dados provisórios do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, indicam que a área ardida em Maio foi de 1.101 hectares, contra 724 o ano passado e 610 em 2016.
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Fonte: Observador

6732. Chuva e frio em Portugal, calor e sol no centro da Europa

Quem esperava que o início de Junho trouxesse o bom tempo vai ter que esperar pelo menos até sábado. Portugal está sob a influência de um anticiclone que deixa a primavera em pausa. Ao contrário, a zona central da Europa vive um verão antecipado. Ao JN, especialistas do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) explicam o fenómeno que não é assim tão estranho.
Chuva, nuvens a tapar o sol e até frio. A primavera em Portugal está a defraudar as expectativas de quem contava fazer os primeiros dias de praia no início de Junho. "Os valores que têm sido registados nesta altura do ano têm sido abaixo do que é normal para a época", explica Vânia Lopes, do IPMA.
A culpa do tempo cinzento é do Anticiclone dos Açores que este ano "está ligeiramente abaixo da sua posição normal", originando uma "corrente de oeste e permitindo a passagem de perturbações frontais" e depressões "que têm causado o tempo mais instável". Apesar do desapontamento que a falta de calor possa causar, a especialista revela que "não se trata de uma situação inédita no território continental".
De acordo com os dados do IPMA, a chuva e o tempo mais frio "deverão manter-se até pelo menos o dia 9 de Junho". "É expectável que as temperaturas subam nos meses de Julho e Agosto, no entanto, não podemos afirmar que o verão venha a ser mais quente que o normal", conta.
Mas, se em Portugal são as baixas temperaturas que surpreendem, no resto da Europa é o calor e o sol. Berlim, na Alemanha, tem máximas de 26 graus e a capital austríaca, Viena, atinge mesmo os 29. Mais a norte, na Dinamarca, as máximas estão perto dos 30. "Nos últimos dias a Europa central tem estado sob a influência de uma vasta região depressionária", explica Vânia Lopes.
"O Mediterrâneo tem estado com uma corrente de sul que transporta o ar quente do norte de África para a Europa, que entra na circulação da referida região depressionária, aumentando os valores de temperatura e também aumentando a instabilidade atmosférica", conclui.
Ivo Neto
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quinta-feira, 31 de maio de 2018

6730. Meteo Trás os Montes

https://pt-pt.facebook.com/MeteoTrasOsMontes

6729. Mau tempo provoca estragos avultados em Pinhão e Sabrosa

Chuva forte, vento e granizo ao final da tarde de segunda-feira, provocaram o caos na zona do Pinhão, Alijó. Sabrosa e Moimenta da Beira foram outros concelhos afectados pela intempérie.
Segundo o presidente da Câmara de Alijó, “cerca das 17:30 começou a cair uma verdadeira tromba de água em especial na vila do Pinhão e ainda na zona das freguesias de Vale de Mendiz e Vilarinho de Cotas”. O autarca, em declarações ao VivaDouro, afirmou ainda que “os estragos são avultados, por exemplo a Quinta do Noval, situada na freguesia de Vale de Mendiz, a produção de vinho deste ano foi praticamente destruída pelo forte granizo que ali caiu”, situação confirmada pelo nosso jornal junto dos responsáveis da propriedade que não prestaram mais declarações por estarem neste momento no terreno a avaliar o real impacto do temporal. O autarca disse ainda que “o município está solidário com todas as pessoas afectadas, em especial os produtores mais pequenos, disponibilizando-se desde já para custear o primeiro tratamento curativo a que estas situações obrigam”.
Contactada pelo nosso jornal, a Junta de Freguesia do Pinhão remeteu qualquer declaração para um comunicado enviado às redacções onde se pode ler que “ontem ao final da tarde um fenómeno extremo de precipitação na vila do Pinhão que alagou a Rua António Manuel Saraiva em vários pontos, sobretudo na zona da estação ferroviária e na ponte rodoviária da N323/N222 que liga à Régua. Felizmente não há danos pessoais a considerar mas há diversos prejuízos em estabelecimentos comerciais e danos muito avultados nas vinhas envolventes à vila”.
No documento pode ainda ler-se que o executivo “salienta a rápida resposta da Protecção Civil que rapidamente activou não só a corporação de Bombeiros do Pinhão mas também outras corporações do concelho e da região com 78 operacionais e vários veículos de apoio. Esta pronta resposta, que contou também com a ajuda de muitos populares, permitiu que por volta das 22h00 a normalidade estivesse praticamente reposta na vila”.
Ainda segundo o comunicado da Junta de Freguesia, as chuvas intensas são comuns na região, contudo as consequências têm sido cada vez mais graves “devido às alterações nas vinhas, nem sempre acompanhadas pelo correcto dimensionamento dos sistemas de drenagem. Por outro lado a nossa rede de águas pluviais, uma das primeiras do distrito a ser instalada, está a chegar ao limite e em vários pontos já não tem a capacidade de vazão necessária, sendo urgente uma intervenção séria”.
O VivaDouro tentou ainda falar com o comandante dos bombeiros do Pinhão que se encontra ocupado em trabalhos de limpeza, razão pela qual não foi possível prestar-nos qualquer declaração. Contudo, fonte da corporação confirmou um avultado número de ocorrências, bem como o reforço dos meios humanos com operacionais deslocados de corporações vizinhas para ajudar nas operações de limpeza.
Em Sabrosa o mau tempo também se fez sentir de forma violenta, obrigando, inclusivamente, ao corte de algumas vias, em especial a estrada (N323), que liga aquela vila ao Pinhão. Segundo o departamento de comunicação da autarquia sabrosense, contactado pelo nosso jornal, “várias quintas foram afectadas pela queda de granizo” estando neste momento a ser feito um levantamento exaustivo de todos os danos causados para estudar possíveis medidas a tomar.
Situada na N323, a Quinta do Junco foi também fortemente afectada pelo mau tempo. Contactada pelo VivaDouro, a responsável de comunicação da empresa proprietária da quinta confirmou que esta foi “uma das situações mais graves de que há registo”, levando a “estragos significativos que ainda estão a ser avaliados”. Afirmou ainda que “é tempo da região pensar em mecanismos de protecção para situações destas, à semelhança do que já se faz em outras regiões vinícolas do mundo como Bordéus ou Champanhe, em França”, contudo, continua a responsável “esta é uma preparação que deve ser feita pela região como um todo e não por apenas um ou outro proprietário, até porque estes fenómenos são cada vez mais recorrentes”.
Em Moimenta da Beira também choveu com intensidade “durante cerca de meia hora”, informou um autarca local que, no entanto, se mostrou aliviado por não se registarem “danos de grande relevância, apenas alguns deslizamentos de terras aos quais a Protecção Civil Municipal respondeu prontamente”. Ao VivaDouro o autarca confirmou ainda que “não chegou ao município qualquer aviso por parte do IPMA ou da Protecção Civil Distrital”.
Para um dos responsáveis da página do Facebook, Meteo Trás-os-Montes, e criador da página Luso Meteo, esta situação era previsível “logo a partir das 11/12H, quando se começou a ver forte instabilidade, com aguaceiros e trovoada intensa um pouco por toda a região de Trás-os-Montes e Beira Interior”. Para o meteorologista amador, os avisos do IPMA não foram adequados à situação previsível, “olhando aos acumulados das estações, e aos registos dos estragos penso que o aviso laranja seria o mais adequado. No mínimo amarelo era exigido, mas não houve qualquer aviso”.
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Fonte (adaptado): Viva Douro

quarta-feira, 30 de maio de 2018

6728. Quarta-feira, 30 de Maio (20h00)

Imagem de satélite às 20h00
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Fonte: SAT24
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Predomínio de nebulosidade baixa no território de Portugal Continental.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

6720. PORTUGAL CONTINENTAL: Instabilidade atmosférica (19h00)




6719. PORTUGAL CONTINENTAL: Tendência do estado do tempo

Fonte: IPMA
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O estado do tempo em Portugal Continental estará condicionado nesta Quinta-feira pela presença de um núcleo de ar frio em altitude a sudoeste da Península Ibérica e que se encontra em deslocamento para nordeste. Assim, a partir das primeiras horas da madrugada espera-se um aumento na nebulosidade de sul para norte e do litoral para o interior.
A conjugação entre o aquecimento da camada inferior da troposfera, por irradiação provocada pelo aquecimento diurno da superfície terrestre, e a presença de ar muito frio em altitude irá favorecer a ocorrência de movimentos ascendentes de massas de ar que ao arrefecerem em altitude provocam condensação e formação de nuvens de desenvolvimento vertical (cumulonimbos); esta nebulosidade dará origem a períodos de chuva ou aguaceiros, podendo ser localmente fortes e acompanhados de trovoadas dispersas, não se descartando a queda de granizo.
A instabilidade irá progredindo de sul para norte, afectando particularmente as regiões montanhosas expostas aos ventos predominantes do quadrante sul e menos activa nas regiões do litoral norte e centro.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

6715. Intensidade da precipitação (16h00)

Intensidade da precipitação às 16h00
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Fonte: IPMA
Tempo instável no centro e sul do território de Portugal Continental, com aguaceiros e trovoadas dispersas.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

6714. Quinta-feira, 17 de Maio: Instabilidade no interior

Imagem de Satélite às 19h00
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Fonte: SAT24
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Tarde com instabilidade nas regiões do interior norte, centro e Alentejo, com desenvolvimento de nebulosidade vertical e ocorrência de aguaceiros e trovoadas dispersas.