terça-feira, 19 de março de 2019

7146. Ajuda humanitária começou a chegar à cidade de Beira

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7145. Ciclone Idai provoca mais de 200 vítimas mortais em Moçambique

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7144. União Europeia envia apoio para Moçambique

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7143. Idai. ONU diz que este foi o pior desastre natural de sempre no hemisfério sul

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7142. Devastação na Beira deixa portugueses preocupados

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7141. Cidade da Beira em ruínas tenta recuperar

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7140. Ciclone Idai. Centenas de crianças enfrentam a fome em centros de abrigo

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domingo, 17 de março de 2019

7138. Domingo, 17 de Março (18h00)

Imagem de satélite às 18h00
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Fonte: SAT24
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Nebulosidade/precipitação fraca no litoral oeste.

7137. PORTUGAL CONTINENTAL: Contrastes térmicos (16 e 17 de Março)

Tecle nas imagens para ampliar
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Fonte: IPMA

7136. Ciclone já fez 68 mortos em Moçambique

O número de mortos em Moçambique, à passagem do ciclone Idai, já subiu para 68, na província de Sofala, de acordo com a edição online do jornal moçambicano O País. Na cidade da Beira, há 55 vítimas mortais e, em Dondo, são 13. Nos dois municípios, o jornal aponta para a existência de cerca de 1500 feridos. O balanço é ainda preliminar: o acesso a zonas mais remotas continua a ser muito complicado e o mau tempo vai prolongar-se nos próximos dias. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia moçambicano, citado pelo jornal Verdade, prevêem-se fortes e persistentes chuvadas (com mais de 150 milímetros em 24 horas), ventos com rajadas fortes até 60 quilómetros/hora e trovoadas severas, que se poderão prolongar até quinta-feira. As cidades da Beira e Dondo têm estado sem energia, água e comunicações. Também a circulação está fortemente condicionada: há muitas árvores caídas nas ruas da Beira e militares das Forças de Defesa e Segurança foram mobilizados para a remoção destes obstáculos. Na estrada nacional 6, no troço entre Tica e Nhamatanda, o piso cedeu às correntes fortes do rio Mutua que galgou as suas margens. Na descrição do jornalista de O País, as famílias que ali residem foram apanhadas de surpresa e subiram às árvores para escapar às cheias. Os efeitos da passagem da tempestade fazem-se sentir das formas mais inesperadas. Na Beira, por exemplo, de quinta-feira a sábado foram adiados 32 funerais, previstos para os três cemitérios oficiais e outros privados da cidade. Já as ligações aéreas da Beira com o resto do país, suspensas por três dias, foram retomadas este domingo. O Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, interrompeu a visita de Estado que estava a fazer à Suazilândia, para se deslocar a Quelimane, província da Zambézia, e inteirar-se dos danos provocados pelo ciclone. O mau tempo vai continuar em todos os distritos das províncias de Sofala e Manica e em vários distritos das províncias de Tete (incluindo a cidade de Tete), Inhambane (incluindo Vilanculos) e Gaza, a norte de Maputo.
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domingo, 10 de março de 2019

quinta-feira, 7 de março de 2019

7130. PORTUGAL CONTINENTAL: Tarde de chuva

Imagem de satélite às 17h00
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Fonte: SAT24
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Tarde com períodos de chuva ou aguaceiros, estendendo-se do litoral oeste para o interior e Algarve.

7129. O novo normal do clima é não haver normal

O clima na Europa tem passado por extremos nas últimas semanas. No Reino Unido, por exemplo, se o final de Janeiro trouxe uma vaga de frio que congelou o País, este Fevereiro está a bater recordes de calor.
Os cientistas são comedidos nas análises de fenómenos atípicos – porque as excepções devem ser analisadas em séries longas de 20 a 30 anos e não no imediato – mas cresce a percepção de que os fenómenos extremos são cada vez mais frequentes. E tudo pode estar relacionado com o progressivo degelo que se verifica no Árctico, onde ano após ano os glaciares vão recuando.
Philip Jones, professor da Universidade de East Anglia, em Inglaterra, e um dos mais reputados especialistas mundiais em alterações climáticas, explica ao CM a influência do Árctico no clima terrestre. "É possível que o Árctico seja responsável [por esta instabilidade] mas teremos que analisar mais anos do que os últimos dois ou três. As correntes de jacto circulam pelo Hemisfério Norte entre as latitudes 45 e 65N. Em alguns Invernos, isto provoca mais ondas (meandros). À medida que os meandros sobem a latitudes mais a Norte e depois descem mais para Leste, isto leva a anormalidades de frio e calor nas latitudes intermédias no Hemisfério Norte", explica o cientista que assinou vários relatórios para o Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas (IPCC), da ONU.
O professor explica que "Se a formação deste meandro [corrente de ar em serpentina] se deve à redução do gelo no Oceano Árctico, essa é uma área de pesquisa que tem estado muito activa". Mais do que em qualquer outro ponto do globo, as temperaturas em redor do Pólo Norte têm subido ano após ano. O que significa um degelo acelerado, mais calor a chegar aos oceanos, tudo combinado para criar significativas alterações nas correntes atmosféricas, que a ciência ainda tenta compreender.
Apesar das dúvidas, há factos inquestionáveis. Na última segunda-feira, 25 de Fevereiro, bateu-se o recorde do dia mais quente deste mês alguma vez registado no Reino Unido, com os termómetros a chegarem acima dos 20 graus em várias zonas no País. Mas, como lembra Philip Jones, no ano passado, por esta altura, vivia-se no norte da Europa uma das maiores vagas de frio de sempre, baptizada com o curioso nome de ‘A Besta de Leste’.
O que parece cada vez mais evidente é que o clima está cada vez mais imprevisível em termos globais. Neste mês de Janeiro, vivemos em simultâneo a maior vaga de frio registada nos últimos 50 anos na América do Norte, ao mesmo tempo que a Austrália vivia uma onda de calor sem precedentes.
Os números mostram que os 20 anos mais quentes alguma vez registados aconteceram desde 1981. Ou que os 10 anos mais quentes de sempre ocorreram nuas últimos 12. Os oceanos já registam uma subida do nível das águas de 17 centímetros desde 1900 (indica a NASA), e as temperaturas médias subiram 1 grau. Factos que apontam para uma mudança que muitos consideram já irreversível e que não augura nada de bom.
José Carlos Marques
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7128. IPMA caracteriza áreas de empréstimo de areia para alimentar praias

O projecto CHIMERA, financiado pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR-09-2016-48), foi desenvolvido com o objectivo principal de identificação e caracterização de quatro manchas de empréstimo para recolha de areia (Costa da Caparica, Espinho-Torreira, Barra-Mira, Figueira da Foz - Leirosa) na plataforma continental proximal com o intuito de virem a ser utilizadas em intervenções de alimentação artificial de praias em zonas sensíveis à erosão costeira. A Agência Portuguesa do Ambiente, I.P. (APA) (entidade adjudicante do projecto), contratou a Xavi-Sub – Mergulhadores Profissionais Lda., para a realização deste projecto, com o apoio do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. (IPMA, I.P>.).
Este projecto contou com uma vasta equipa técnica para as diversas tarefas, nomeadamente levantamento hidrográfico – batimetria e retrodispersão acústica, levantamento de sísmica de reflexão ligeira – sonda paramétrica e dados multicanal, amostragem para caracterização dos sedimentos e ainda a identificação de estruturas arqueológicas com base em dados magnéticos.
A caracterização de manchas de empréstimo assume um papel importante se considerarmos que a erosão costeira é responsável pela remobilização dos sedimentos, o que acarreta impactos ambientais e económicos. Esta caracterização multidisciplinar permitiu estimar o volume de areia com determinadas características (e.g., tamanho do grão, composição mineralógica, percentagem de cascalho e de fracção fina, teor em carbonatos, grau de contaminação em conformidade com a Portaria n.º 1450/2007) que serão recomendadas para alimentar as praias e assim atenuar os efeitos da erosão.
As campanhas de aquisição de dados de batimetria, sísmica, retrodispersão acústica e dados magnéticos foram realizadas a bordo das embarcações do IPMA Diplodus e Noruega com uma duração de 56 dias. Foram adquiridos 434km de sísmica (monocanal e multicanal) e 1222km de batimetria, retrodispersão acústica e dados magnéticos. A amostragem de sedimentos ficou a cargo da empresa Xavisub, tendo sido recolhidas 128 amostras de superfície e 66 vibrocores (no total das 4 áreas).
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Fonte: IPMA

quarta-feira, 6 de março de 2019

7127. Quarta-feira, 6 de Março (15h00)

Imagem de satélite às 15h00
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Fonte: SAT24
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Tarde instável, com aguaceiros e trovoadas, especialmente nas regiões do norte e centro; queda de neve nas terras altas. Vento moderado a forte com rajadas.

terça-feira, 5 de março de 2019

7126. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável

Intensidade da precipitação às 22h30
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Fonte: IPMA
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Instabilidade no litoral oeste, associada à aproximação e passagem de uma superfície frontal fria que se desloca para leste e que vai atravessar todo o território de Portugal Continental, provocando períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoadas.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

7120. PORTUGAL CONTINENTAL: dados meteorológicos



Fonte: IPMA

7119. ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES: dados meteorológicos



Fonte: IPMA

7118. Fake News


7117. ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES: tempo instável

Previsão do estado do tempo para o
Arquipélago dos Açores (25 de Fevereiro de 2019)
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GRUPO OCIDENTAL
Períodos de céu muito nublado com abertas. Descida da temperatura do ar. Aguaceiros, por vezes de granizo. Possibilidade de trovoadas. Possível queda de neve acima da cota dos 850 metros. Vento sudoeste fresco a muito fresco (30/50 km/h) com rajadas até 60 km/h, rodando para noroeste.
GRUPO CENTRAL
Períodos de céu muito nublado com abertas. Descida da temperatura do ar. Aguaceiros por vezes de granizo. Possibilidade de trovoadas. Queda de neva acima da cota dos 1000 metros. Vento sudoeste fresco a muito fresco (30/50 km/h) com rajadas até 75 km/h, rodando para oeste.
GRUPO ORIENTAL
Períodos de céu muito nublado com abertas. pequena descida da temperatura do ar para a noite. Aguaceiros mais frequentes para a partir da tarde e que poderão ser de granizo. Possibilidade de trovoadas. Vento oeste bonançoso a moderado (10/30 km/h), rodando para sudoeste e tornando-se fresco a muito fresco (30/50 km/h) com rajadas até 65 km/h para o fim do dia.
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Fonte: IPMA