quarta-feira, 29 de março de 2017

6180. PORTUGAL: Tendência climática para o 2º trimestre de 2017

Tome nota: Esta é uma previsão sujeita a uma elevada margem de erro; apenas e só deve ser vista como uma linha de tendência geral, tendo em conta o que tem sucedido nos últimos anos.
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2º TRIMESTRE DE 2017
Probabilidade em percentagem
(relativamente aos valores normais)
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domingo, 26 de março de 2017

6178. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável




Uma depressão centrada sobre a região de Lisboa, ao qual se encontram associadas linhas de instabilidade que giram em torno do centro de baixas pressões, em sentido contrário aos ponteiros do relógio, tem provocado períodos de chuva ou aguaceiros, progredindo do litoral para o interior e do sul para o norte do território do continente.

sexta-feira, 24 de março de 2017

6177. Análise sinóptica e tendência do estado do tempo


O estado do tempo em Portugal Continental continua a estar condicionado pela presença de um núcleo isolado de ar muito frio em altitude (temperatura inferior aos 30 graus célsius negativos aos 500 hPa, sensivelmente aos 5500 metros de altitude), centrado a oeste de Portugal Continental, a que corresponde um centro de baixas pressões em superfície, centrado na região de Lisboa amanhã às 12h00. A partir do centro de baixas pressões surgem linhas de instabilidade que cruzam as regiões do centro – sul e sul de Portugal Continental, do litoral para o interior.
O ar muito frio em altitude favorece movimentos ascendentes de massas de ar que arrefecem e se saturam, levando à formação de nuvens de grande desenvolvimento vertical (cumulonimbos), que originam aguaceiros por vezes fortes e acompanhados de trovoadas e queda de granizo.

6176. Sexta-feira, 24 de Março (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Aeródromo do Corvo (Açores): 15,8 ºC
Funchal / Lido (Madeira): 14,7 ºC
Cabo Carvoeiro: 9,5 ºC
Cabo Raso: 9,0 ºC
Barreiro (Lavradio): 8,0 ºC
Sagres: 7,4 ºC
Faro (Aeroporto): 7,2 ºC
Lisboa (Geofísico): 7,1 ºC
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Guarda: - 1,2 ºC
Moimenta da Beira: - 1,3 ºC
Fundão: - 1,7 ºC
Montalegre: - 1,9 ºC
Covilhã (Aeródromo): - 2,1 ºC
Portel (Oriola): - 2,3 ºC
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Fonte: IPMA

6175. Já não nevava com tanta intensidade em Vila Real há sete anos

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quinta-feira, 23 de março de 2017

6174. Primavera arranca com neve nas regiões mais altas de Portugal

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6173. Hoje caiu neve no alto da Fóia

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) tinha alertado: hoje havia a possibilidade de queda de neve acima dos 800 a 1000 metros na região Sul, ou seja, poderia cair neve na Serra de Monchique. E foi o que aconteceu esta tarde, no alto da Fóia, embora não tenha chegado a deixar um manto branco.
Com as temperaturas baixas que se prevê durante esta noite e madrugada, bem como com a manutenção da previsão de precipitação, é possível que a neve volte ao alto da Serra de Monchique, o ponto mais alto do Algarve, mas não será para dar muito nas vistas.
Ao longo do dia, como indicam os dados do IPMA, a temperatura mais alta na Fóia foi de 3,7ºC, mas também nunca caiu abaixo dos 0 graus. Durante a noite, esse valor poderá baixar um pouco. Mas o mais provável é que haja geada na serra, pelo que as estradas de Monchique, em especial as que ligam a vila à Fóia, poderão ter gelo e tornar-se perigosas.
Por isso, na sua página de facebook, o presidente da Câmara de Monchique aconselha «prudência aos mais ousados e os devidos cuidados aos mais entusiastas». «Com neve, geada ou simplesmente com muito frio, é sempre apetecível uma subida à serra!!!», salienta o autarca Rui André. Mas há que ter muito, muito cuidado.
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6172. Penedono com Neve

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6171. Quinta-feira, 23 de Março (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Aeródromo do Corvo (Açores): 15,0 ºC
Ponta do Sol (Madeira): 14,5 ºC
Ilhas Selvagens (Madeira): 14,5 ºC
Cabo Raso: 10,8 ºC
Cabo Carvoeiro: 9,6 ºC
Torres Vedras (Aeródromo): 9,3 ºC
Barreiro (Lavradio): 8,6 ºC
Faro (Aeroporto): 7,7 ºC
Sines: 7,4 ºC
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Trancoso (Bandarra): - 1,3 ºC
Vila Real: - 1,3 ºC
Carrazeda de Ansiães: - 1,5 ºC
Guarda: - 2,1 ºC
Montalegre: - 2,2 ºC
Penhas Douradas: - 4,5 ºC
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Fonte: IPMA

6170. Escolas fechadas em Montalegre e Sabrosa devido à neve e gelo

As escolas das vilas de Montalegre e Sabrosa, distrito de Vila Real, vão estar fechadas esta quinta-feira devido à dificuldade de circulação dos transportes escolares provocada pela queda de neve e ao gelo, segundo fontes da autarquia. David Teixeira, vice-presidente da Câmara de Montalegre e responsável pela Protecção Civil, disse à agência Lusa que a circulação é perigosa, principalmente devido ao gelo, pelo que, e por uma medida de precaução, foi decidido que os transportes escolares não vão circular e as escolas da vila vão ficar fechadas esta quinta-feira.
Ficam assim, sem aulas cerca de 500 alunos do centro escolar (1.º ciclo e pré-escolar) e escola básica e secundária Doutor Bento da Cruz, no distrito de Vila Real.
O responsável adiantou que os meios da protecção civil estão no terreno nas operações de limpeza das vias e no espalhamento de sal. Mais a Sul do distrito, em Sabrosa, as aulas vão também estar suspensas esta quinta-feira por causa da neve.
Segundo o presidente do município, Domingos Carvas, apesar das ligações principais do concelho estarem transitáveis, considerou-se que não havia condições de segurança para a passagem dos transportes mais pesados, como os escolares. O autarca referiu que são cerca de 650 as crianças, desde o primeiro ciclo ao secundário, que esta quinta-feira não vão ter aulas.
Em Boticas, cerca de 100 estudantes das aldeias mais altas também não vão às aulas esta manhã devido às dificuldades de circulação dos transportes escolares. O presidente da Câmara de Boticas, Fernando Queiroga, referiu que a neve, mas principalmente o gelo que se acumulou por cima, está a criar dificuldades nas estradas das zonas mais altas. No terreno estão também os meios da Protecção Civil mas, segundo o autarca, as temperaturas negativas estão a dificultar a actuação do sal sobre o gelo e neve.
Em Vila Pouca de Aguiar, os limpa-neves estiveram no terreno durante a noite a proceder à limpeza das vias e, segundo o responsável pela Protecção Civil Municipal, João Fontes, todas as estradas estão transitáveis e os transportes escolares a circular.
A cidade de Vila Real acordou esta quinta-feira pintada de branco, um cenário que não é muito comum. A maior preocupação da Protecção Civil de Vila Real foi com a estrada de Lamas de Olo, na serra do Alvão, para onde foram mobilizados os limpa-neves que estão a proceder às operações de limpeza.
Devido à intensidade da neve, o Itinerário Principal 4 (IP4), na zona do Alto de Espinho, na serra do Marão, chegou a estar cortado ao trânsito durante a noite e a neve desceu também à cota da Auto-estrada 4 (A4) Túnel do Marão. Segundo fonte da GNR, as principais estradas do distrito estavam transitáveis esta manhã, aconselhando, no entanto, precaução na condução.
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Fonte: Observador

6169. Dia Meteorológico Mundial 2017 – comemorações nas instalações do IPMA nos Açores

No âmbito das comemorações do Dia Meteorológico Mundial 2017, a Delegação Regional do IPMA nos Açores (DRA) promove de 23 a 30 de Março, uma série de comunicações orais abertas ao público em geral, nas instalações do Observatório Afonso Chaves em Ponta Delgada. Haverá ainda espaço para visitas ao Observatório durante estes dias.
Consulte aqui o programa de talhado
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Fonte: IPMA

6168. Falta de nevões em Montesinho mostra flutuações cíclicas do clima

Os últimos grandes nevões em Bragança e em Montesinho ocorreram na década de 1990. A falta de nevões em Montesinho é uma evidência das flutuações cíclicas do clima entre o arrefecimento e o aquecimento, defende o meteorologista Dionísio Gonçalves, que rejeita que exista alguma tendência em torno das alterações.
Depois de um fim-de-semana de temperaturas acima dos 20 graus, Bragança está hoje incluída nos avisos de neve e, em situações semelhantes, a primeira pergunta que surge é se "já neva em Montesinho". Com ou sem previsões oficiais, a realidade é que "já não neva como antigamente, nem em Montesinho, nem na cidade" de Bragança e a falta de nevões é "uma das únicas evidências no clima regional" das alterações climáticas que, para o meteorologista Dionísio Gonçalves, "são questões cíclicas".
Os últimos grandes nevões consecutivos de que há registo em Montesinho ocorreram nos anos "excepcionais" da viragem da década de 1960 para 1970, numa época em não se falava do aquecimento global ('Global Warming'), mas do arrefecimento ('Global Cooling). "A temperatura nas décadas de 1960 e 1970 desceu significativamente e, o que se falava nos meios científicos, era do 'Global Cooling' porque a temperatura estava a arrefecer, embora houvesse uma poluição desmesurada", contou à Lusa.
Depois dos anos 80, a temperatura "recuperou e teria atingido os máximos antes de chegar ao final do século". Agora está, continuou, "para cima e para baixo, com grandes oscilações, e não se pode dizer que haja uma tendência nítida de progressão".
Dionísio Gonçalves é professor catedrático jubilado de Bragança e foi sempre um curioso do clima, o que o levou a fazer um doutoramento em meteorologia e a estudar o clima da região ao longo da sua carreira. Em entrevista à Lusa, lembrou que "só a partir do final da década de 80 é que se começou a falar do Aquecimento Global de uma forma muito alarmista, dizendo que se chegava ao fim do século XX com quatro a cinco graus acima da média". "Alias, dizia-se mesmo que o Árctico estaria livre de gelo em 2013. Foi precisamente no ano de 2012 para 2013 que o gelo aumentou dois mil quilómetros", apontou.
Isto acontece, na opinião deste estudioso, "porque há flutuações" e Dionísio Gonçalves acredita que a comunidade científica começou a aperceber-se de que "não se pode simular o clima futuro, basear os modelos, apenas nos gases de efeito de estufa, porque há outros componentes". E há também "as questões políticas", enfatizou.
"O clima sempre esteve em alteração permanente. Agora, sob o ponto de vista político e mundial, quer-se vincular de uma forma, talvez exagerada, que é o Homem que está a forçar o clima para além daquilo que seria normal", considerou. A ideia parece-lhe "sem pés nem cabeça" e defende: "não tem muito cabimento chamarmos a nós essa capacidade de fazer aquecer e arrefecer o globo".
Dionísio Gonçalves lembra que estas situações climáticas já aconteciam antes, "mas politicamente e economicamente o mundo tinha outras preocupações, como aquando do grande 'boom' depois da guerra". Os últimos grandes nevões em Bragança e em Montesinho ocorreram na década de 1990. A cidade entrou no ano de 1997 com vários dias sucessivos de neve e gelo que provocaram constrangimentos e a queda de estruturas na zona industrial.
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quarta-feira, 22 de março de 2017

6167. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável

Imagem de Satélite às 17h00
(AirMass)
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A passagem de uma superfície frontal sobre o território de Portugal continental ao longo do dia de hoje provocou precipitação que se estendeu de norte para sul; a massa de ar pós-frontal que se lhe seguiu tem estado a provocar períodos de céu muito nublado e a ocorrência de aguaceiros, por vezes acompanhados de trovoada e de queda de granizo, nas regiões do norte e centro. Queda de neve nas terras altas do interior.
Para as próximas horas e ao longo da próxima noite esperam-se que novas linhas de instabilidade, procedentes de noroeste, afectem as regiões do norte e centro, provocando a continuação da instabilidade, com ocorrência de aguaceiros, por vezes acompanhados de trovoada e queda de granizo. As regiões do interior poderão registar queda de neve.

6166. Agravamento do estado do mar a partir do final da tarde

A Autoridade Marítima Nacional e a Marinha alertaram para o agravamento do estado do mar a partir do final da tarde desta quarta-feira na costa oeste do continente, sobretudo na zona a norte do Cabo da Roca. "É esperado um aumento gradual da altura das ondas, sendo provável a ocorrência de forte agitação marítima de noroeste com altura que pode chegar aos 6 metros, passando a valores na ordem dos 4 a 5 metros ao longo de quinta-feira", lê-se num comunicado hoje divulgado. Segundo a mesma fonte, é expectável que as condições do mar melhorem a partir da tarde de sexta-feira.
As autoridades recomendam à população que “caso exista necessidade de se deslocar até à orla costeira, mantenha uma atitude vigilante e tenha sempre presente" que nestas condições "o mar pode facilmente alcançar zonas aparentemente seguras”.
O IPMA prevê para nas regiões do norte e centro céu geralmente muito nublado, com abertas nas regiões do interior durante a tarde, períodos de chuva, passando gradualmente a regime de aguaceiros, queda de neve acima de 800/1000 metros, descendo gradualmente a cota para os 400/600 metros na região Norte e interior Centro e possibilidade de ocorrência de trovoada a partir da manhã.
A previsão aponta ainda para vento fraco a moderado do quadrante oeste, soprando moderado a forte com rajadas até 70 quilómetros por hora no litoral e forte com rajadas até 80 quilómetros por hora nas terras altas, neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais e descida de temperatura, em especial da máxima e nas regiões do interior.
Na região sul, céu geralmente muito nublado, diminuindo de nebulosidade a partir da tarde, períodos de chuva a partir do início da manhã, passando gradualmente a regime de aguaceiros fracos, que poderão ser de neve na Serra de São Mamede.
Está também previsto vento fraco a moderado do quadrante oeste, soprando moderado a forte no litoral oeste e nas terras altas, neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais e pequena descida de temperatura, em especial da máxima e nas regiões do interior.
Em Lisboa as temperaturas vão oscilar entre 08 e 14 graus, no Porto entre 04 e 12, em Vila Real entre 0 e 08, em Bragança entre -1 e 08, em Viseu entre 0 e 08, na Guarda entre -1 e 05, em Coimbra entre 05 e 12, em Castelo Branco entre 03 e 11, em Santarém entre 07 e 14, em Évora entre 03 e 13, em Beja entre 05 e 14 e em Faro entre 07 e 17.
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Fonte: TVI24

terça-feira, 21 de março de 2017

6165. Análise sinóptica e tendência do estado do tempo





O estado do tempo em Portugal Continental irá ficar condicionado, a partir de amanhã, pela aproximação de um centro de baixas pressões ao Golfo da Biscaia e a passagem de sucessivas linhas de instabilidade sobre o território do continente (Figura 1). A este centro de baixas pressões ao nível da superfície terrestre corresponde um núcleo de ar muito frio em altitude (500 hPa, sensivelmente aos 5500 metros de altitude), com temperaturas muito baixas, na ordem dos 35 graus célsius negativos; este embolsamento de ar frio descolou-se da circulação geral da atmosfera, baixando de latitude e isolando-se sobre a Península Ibérica (Figura 2). Em consequência deste embolsamento de ar frio sobre a Península, teremos um elevado gradiente térmico entre a superfície terrestre a as camadas superiores da troposfera (camada da atmosfera em contacto com a superfície terrestre e que atinge uma altitude acima dos 10 quilómetros à latitude de Portugal Continental), o que favorece os movimentos ascendentes das massas de ar e a formação de nebulosidade de desenvolvimento vertical (cumulonimbos), uma vez que o ar ascendente arrefece e atinge o ponto de saturação, obrigando o vapor de água a condensar-se e formar nuvens (Figura 3).
Assim, espera-se para amanhã um aumento da nebulosidade e ocorrência de precipitação, estendendo-se do litoral para o interior (Figura 4), em forma de chuva passando a regime de aguaceiros, com possibilidade de trovoadas (Figura 5) e queda de granizo.
Com o deslocamento do núcleo de ar frio em altitude para uma posição geográfica sobre a Península Ibérica, a temperatura da camada de ar junto da superfície terrestre irá diminuindo e favorecerá a queda de neve em cotas que vão diminuindo progressivamente ao longo do dia.
Esta instabilidade prosseguirá ao longo de Quinta-feira, com tempo frio, períodos de céu muito e ocorrência de precipitação, associada a aguaceiros e trovoadas, especialmente nas regiões do norte e centro, e queda de granizo. Os aguaceiros serão em forma de neve nas regiões montanhosas do interior norte e centro.

segunda-feira, 20 de março de 2017

6164. Associação Zero diz que documentos de Almaraz não trazem nada de novo

A organização ambientalista Zero manifestou esta segunda-feira surpresa perante os documentos colocados em consulta pública em Portugal sobre o armazém de resíduos nucleares de Almaraz, considerando que não apresentam "nada de novo".
"Para nós, Zero, foi uma relativa surpresa os documentos que estão disponibilizados, neste momento, para consulta pública em Portugal porque nada trazem de novo", e são aqueles que eram públicos em Espanha, disse à agência Lusa Carla Graça. A especialista da Associação Sistema Terrestre Sustentável – Zero, comentava os documentos que esta segunda-feira ficaram em consulta pública no site da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), sobre a construção do armazém de resíduos nucleares para a central nuclear espanhola de Almaraz. "Estamos a falar [do que] foi a base da queixa que Portugal apresentou na Comissão Europeia por violação da directiva europeia, transposta para as legislações nacionais quer de Portugal quer de Espanha, que é a avaliação de impactos transfronteiriços do projecto", especificou Carla Graça.
A construção de um armazém de resíduos nucleares na central de Almaraz, a 100 quilómetros da fronteira portuguesa, e a falta de um estudo de impacto transfronteiriço do projecto levou Portugal a apresentar uma queixa na Comissão Europeia, depois retirada, com a promessa de Espanha fornecer os dados pedidos, nos próximos dois meses. Se os resultados deste trabalho forem "inconclusivos", Portugal poderá voltar a apresentar queixa na Comissão Europeia. Carla Graça referiu que estão em consulta pública a proposta de projecto e estudo de impacto ambiental divulgados em Setembro, aquando da consulta pública em Espanha, a declaração de impacto ambiental que aprova o projecto em Novembro, com uma adenda em Dezembro, e pareceres do conselho de segurança nuclear.
"Mais grave é que não há aqui avaliação alguma de impactos transfronteiriços", realçou a ambientalista. Assim, "não percebemos que acordo foi este que Portugal fez com Espanha para estabelecer o diálogo e a transparência do processo" nem o que significa esta consulta pública em Portugal, se "tem alguma repercussão efectiva do lado espanhol, em termos de projecto", especificou.
Na nota de enquadramento da APA, salientou, é dito que "existem documentos que são de acesso restrito e, pelos vistos, não foram sequer divulgados pelas entidades espanholas às entidades portuguesas". Carla Graça recordou que associações espanholas e portuguesas já tinham alertado para o problema em Setembro, mas "o Governo só assumiu o problema quando a declaração de impacto ambiental foi publicada, no final de Novembro". E listou questões que continuam sem resposta, tais como se vai mesmo haver uma avaliação de impactos transfronteiriços, como decorre da lei, quem a faz e se vai ter algum efeito na declaração de impacto ambiental que já foi publicitada. "Tememos muito que isto signifique absolutamente nada", alertou.
No final de Fevereiro, 16 técnicos de Portugal, três dos quais de entidades independentes e os restantes da administração pública, nomeadamente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e da Direcção Geral da Saúde, visitaram a central de Almaraz e estão a preparar um relatório sobre a instalação. Vários sectores da sociedade, como ambientalistas e partidos políticos, receiam que a construção do armazém signifique que Espanha se prepara para autorizar o prolongamento do funcionamento da central nuclear além dos 40 anos, quando deveria terminar em 2020.
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6163. Nevoeiro

Imagem de Satélite às 09h00
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CopyRight Eumetsat 2017

domingo, 19 de março de 2017

6162. APMG2017


6161. Domingo, 19 de Março (15h00)

Algumas temperaturas às 15h00
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Pinhão (Santa Bárbara): 26,6 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha): 25,4 ºC
Alvalade: 25,2 ºC
Aldeia Souto (Q. Lageosa): 24,9 ºC
Covilhã (Aeródromo): 24,9 ºC
Avis (Benavila): 24,9 ºC
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Aveiro (Universidade): 15,2 ºC
Leiria (Aeródromo): 15,2 ºC
Cabo Raso: 14,9 ºC
Porto (Pedras Rubras): 14,8 ºC
Aeroporto de Ponta Delgada (Açores): 14,7 ºC
Santa Cruz (Aeródromo): 14,6 ºC
Cabo Carvoeiro: 14,3 ºC
Bico da Cana (Madeira): 5,1 ºC
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Fonte: IPMA

sábado, 18 de março de 2017

6160. ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA: Alerta amarelo

Previsão para Sábado, 18 de Março de 2017 – Céu Céu geralmente muito nublado, com abertas nas vertentes sul a partir da tarde. Aguaceiros, diminuindo de frequência e intensidade a partir do meio da tarde. Condições favoráveis à ocorrência de trovoada. Vento moderado (20 a 35 km/h) de nordeste, soprando moderado a forte (30 a 45 km/h) nas terras altas.
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Fonte: IPMA

quinta-feira, 16 de março de 2017

6156. Quinta-feira, 16 de Março (15h00)

Algumas temperaturas às 15h00
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Anadia: 23,6 ºC
Pinhão (Santa Bárbara): 23,3 ºC
Arouca: 22,5 ºC
Cabeceiras de Basto: 22,3 ºC
Mirandela: 22,1 ºC
Rio Maior: 22,0 ºC
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Sines: 11,9 ºC
Faro (Aeroporto): 11,9 ºC
Penhas Douradas: 11,7 ºC
Mértola (Vale Formoso): 11,2 ºC
Alcoutim (Mart. Longo): 10,0 ºC
Foía: 6,2 ºC
Areeiro (Madeira): 2,6 ºC
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Fonte: IPMA

6155. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável no Algarve


Tarde instável nas regiões do sul, com ocorrência de aguaceiros, pontualmente fortes e acompanhados de trovoadas, em especial no Algarve. Grande contrate de temperatura às 15h00 entre as regiões do norte e centro e as regiões do sul.

6154. ALGARVE: Tempo instável


Algarve: períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoadas, estendendo-se do sotavento para o barlavento.

quarta-feira, 15 de março de 2017

6153. Quarta-feira, 15 de Março (15h00)

Algumas temperaturas às 15h00
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Ponte de Lima: 26,2 ºC
Anadia: 25,5 ºC
Porto (P. Rubras): 25,4 ºC
Viana do Castelo: 25,1 ºC
Vila Nova de Cerveira (Aeródromo): 24,9 ºC
Braga (Merelim): 24,4 ºC
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Trancoso (Bandarra): 15,6 ºC
Mértola (Vale Formoso): 15,3 ºC
Alcoutim (Mart. Longo): 14,7 ºC
Castro Verde (Neves Corvo): 14,6 ºC
Penhas Douradas: 14,1 ºC
Horta (Observatório Princípe Alberto): 12,4 ºC
Foía: 10,6 ºC
Areeiro (Madeira): 2,8 ºC
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Fonte: IPMA

6152. PORTUGAL CONTINENTAL: concentração de poeiras

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A partir de hoje Portugal Continental volta novamente a ser afectado por poeiras procedentes do deserto do Sara, em virtude da presença de um núcleo depressionário a sul do Algarve que, por sua vez, arrasta as massas de ar do norte de África em direcção à Península Ibérica.
Em termos meteorológicos poderá eventualmente ocorrer alguma precipitação de barro nas regiões do centro e sul do continente.

terça-feira, 14 de março de 2017

6151. Fogo em Ribeira de Pena combatido por oitenta operacionais

Oitenta operacionais foram mobilizados para combater um incêndio florestal em São Salvador, concelho de Ribeira de Pena, tendo como principal dificuldade a intensidade do vento, disse fonte dos bombeiros.
O comandante dos bombeiros de Ribeira de Pena, António Martins, afirmou à agência Lusa que o fogo começou numa “zona agrícola e rapidamente chegou ao povoamento florestal, que possui bastante inclinação,” e que “o vento foi de tal forma forte que fez com que a evolução das frentes fosse muito rápida”. O responsável referiu que o fogo se aproximou de algumas aldeias, como Escarei, Vilarinho ou Lamelas, onde foi necessário concentrar os meios.
O alerta para o incêndio foi dado às 13.20 e, cerca das 18:00, avançava em “duas frentes” que, segundo o comandante, “estavam a ceder aos meios”. Para o terreno foram mobilizados 82 operacionais, entre militares de GNR e de várias corporações do distrito de Vila Real, que contam com o apoio de 20 viaturas.
Cerca das 18:30, a página da internet da Autoridade Nacional de Protecção Civil, informava que estavam activos cinco incêndios no distrito de Vila Real, que estavam a ser combatidos por 116 operacionais e 33 viaturas.
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Fonte: TVI24

6150. Terça-feira, 14 de Março (15h00)

Algumas temperaturas às 15h00
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Braga (Merelim): 23,4 ºC
Viana do Castelo: 23,3 ºC
Ponte de Lima: 23,3 ºC
Vila Nova de Cerveira (Aeródromo): 23,0 ºC
Aveiro (Universidade): 23,0 ºC
Viana do Castelo (Chafé): 22,8 ºC
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Beja: 12,9 ºC
Castro Verde (Neves Corvo): 12,7 ºC
Mértola (Vale Formoso): 12,0 ºC
Alcoutim (Mart. Longo): 11,3 ºC
Penhas Douradas: 10,7 ºC
Foía: 6,6 ºC
Areeiro (Madeira): 2,8 ºC
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Fonte: IPMA

6149. PORTUGAL CONTINENTAL: contraste norte/sul




CÉU LIMPO E RELATIVAMENTE QUENTE NO NORTE; CÉU NUBLADO E RELATIVAMENTE FRIO NO SUL – O estado do tempo em Portugal Continental está esta tarde condicionado pela presença de um centro de altas pressões no Oceano Atlântico, a noroeste da Península Ibérica, estendendo-se em crista até ao território de França, e baixas pressões sobre o norte do continente africano, com um núcleo de ar muito frio em altitude, centrado a sul do Algarve às 15h00 de hoje.
Esta configuração sinóptica origina um grande gradiente de pressão entre o norte e sul do território de Portugal Continental, responsável pelo vento moderado a forte do quadrante leste, que fez subir moderadamente as temperaturas, sobretudo ao longo do litoral do norte e centro (temperatura a variar entre os 20 e os 25 ºC às 15h00). Por outro lado, a humidade transportada desde o Mar Mediterrâneo deu origem a nebulosidade que cobre as regiões do centro-sul e sul de Portugal Continental, onde a temperatura permanece relativamente mais baixa, oscilando entre os 10 e 15 ºC às 15h00, com excepção de Fóía no Algarve, onde a temperatura era apenas de 6,6 º aquela hora).
Tecle sobre as imagens para ampliar.

segunda-feira, 13 de março de 2017

6148. Madeira: vento forte cancela 11 voos e desvia cinco

O vento forte que se faz sentir no aeroporto da Madeira está esta segunda-feira a condicionar o normal movimento de aviões. Foram cancelados 11 voos, mantendo-se ainda cinco divergidos para outros aeroportos.
De acordo com fonte da estrutura aeroportuária, que falava perto das 20:30, estão "cinco aviões distribuídos por Faro, ilhas Canárias e Lisboa", adiantou. Os 11 voos cancelados, disse a mesma fonte, eram provenientes de locais como Newscastle, Lisboa, East Midlands, Paris e Furteventura. Até às 16:30, 18 aeronaves tinham sido desviadas. Cinco aviões para a ilha do Porto Santo, dez para as ilhas Canárias, um para Faro e dois para Lisboa, segundo fonte do aeroporto do Funchal, citada pela agência Lusa.
De acordo com a previsão para hoje do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o vento pode chegar aos 85 quilómetros/hora na zona lesta da ilha da Madeira, local da pista do aeroporto, condição que se deve manter até muito perto do final deste dia. Num destes aviões deveria ter chegado a prémio Nobel da Literatura Svetlana Alexievich, que vai participar na edição deste ano do Festival Literário da Madeira e que deveria ter sido recebida pelo presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, numa audiência entretanto adiada.
O arquipélago da Madeira mantém um aviso amarelo até perto das zero horas de dia 14, devido à previsão de vento forte e agitação marítima, informou o IPMA. A Capitania do Porto do Funchal aconselhou hoje o regresso das embarcações aos portos de abrigo devido aos avisos de agitação marítima e de vento forte.
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Fonte: TVI24

6147. Segunda-feira, 13 de Março (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Funchal/Lido (Madeira): 17,2 ºC
Cabo Carvoeiro: 12,8 ºC
Cabo Raso: 12,3 ºC
Santa Cruz (Aeródromo): 11,9 ºC
Barreiro (Lavradio): 11,7 ºC
Sagres: 11,6 ºC
Lisboa (Geofísico): 10,8 ºC
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Sabugal (Matrim Rei): 0,8 ºC
Guarda: 0,4 ºC
Bragança: 0,0 ºC
Macedo de Cavaleiros (Bagueixe): - 0,3 ºC
Penhas Douradas: - 1,6 ºC
Miranda do Douro: - 2,1 ºC
* * *
Fonte: IPMA

sexta-feira, 10 de março de 2017

6146. Sexta-feira, 10 de Março (15h00)

Algumas temperaturas às 15h00
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Quinta Grande (Madeira): 31,1 ºC
Anadia: 29,2 ºC
Coimbra (Bencata): 28,5 ºC
Arouca: 28,0 ºC
Cabeceiras de Basto: 27,9 ºC
Alvega: 27,9 ºC
Alvalade: 27,8 ºC
* * *
Almada (P. Rainha): 21,4 ºC
Santa Cruz (Aeródromo): 21,3 ºC
Guarda: 19,9 ºC
Cabo Raso: 19,7 ºC
Cabo Carvoeiro: 19,3 ºC
Sagres: 18,9 ºC
Penhas Douradas: 18,6 ºC
Nordeste (S.Miguel, Açores): 14,6 ºC
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Fonte: IPMA