quarta-feira, 18 de abril de 2018

6698. Quarta-feira, 18 de Abril (16h00)

CopyRight @ MeteoEstrela
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Algumas temperaturas às 16h00
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Pinhão (Santa Bárbara): 30,0 ºC
Lousã: 29,2 ºC
Alvega: 28,3 ºC
Cabeceiras de Basto: 28,0 ºC
Portalegre (Cidade): 27,9 ºC
Santarém: 27,7 ºC
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Guarda: 19,7 ºC
Sagres: 19,2 ºC
Santa Cruz (Aeródromo): 18,4 ºC
Cabo Raso: 18,0 ºC
Cabo Carvoeiro: 17,9 ºC
Penhas Douradas: 17,3 ºC
Areeiro (Madeira): 13,4 ºC
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Fonte: IPMA

segunda-feira, 16 de abril de 2018

6697. A Máfia do Pinhal, reportagem completa

CopyRight @ Gato Canal
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Incêndio no Pinhal de Leiria foi planeado um mês antes da tragédia. A TVI recolheu provas de que o incêndio que devastou o Pinhal de Leiria teve mão criminosa e que terá sido planeado um mês antes da tragédia. Vários madeireiros, entre donos de grandes empresas e donos de fábricas que compram e vendem madeira, estiveram reunidos numa cave de um restaurante, para planearem o incêndio. As reuniões secretas serviram também para acordar os preços da madeira. A TVI sabe também que usaram como engenho incendiário vasos de resina com caruma lá dentro. Um madeireiro, sob anonimato, admitiu à TVI que “se não houvesse este incêndio, a madeira nesta altura estava a 80 euros e não havia para cortar porque o pessoal não disponibilizava a venda”. Nos encontros, um mês antes, terão estado os donos de pelo menos quatro empresas de madeiras da região, mas também os donos de fábricas que compram e vendem madeira. Numa segunda reunião, oito dias antes do incêndio, acordaram os preços da madeira. O testemunho é de quem terá sido convidado para o encontro, mas que não gostou do que ouviu. O restaurante onde terão decorrido as reuniões está actualmente fechado e encontra-se à venda. Mas confirma-se a existência de uma cave com entrada discreta pelas traseiras. A investigação da TVI está em condições de garantir que o primeiro incêndio, o da Légua, teve mão criminosa e terá começado a ser planeado no dia 12. Aqui mesmo terão sido encontrados vasos de resina que terão servido como engenho incendiário, como mostram fotografias que já estão nas mãos da Polícia Judiciária. Noutras zonas fomos encontrar os mesmos engenhos, colocados estrategicamente, para que o incêndio acabasse por ter as proporções que conhecemos. Garrafas embrulhadas em papel prata também poderão ter sido outro dos engenhos utilizados. O dia 15 de Outubro de 2017 foi considerado o pior dia do ano. Mais de 440 incêndios activos no norte e centro do país. Ao todo, 45 mortos e cerca de 500 empresas destruídas. Em Leiria, 86% da mata nacional ardeu.

domingo, 15 de abril de 2018

6696. Europa (Tendência climática)

Lista de estações com maior tendência de subida no
RANKING METEOROLÓGICO EUROPEU
(Actualização da postagem Nº 6578)
Temperaturas máximas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas máximas diárias mais elevadas ao longo do ano.
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Temperaturas minímas diárias 
(acumuladas em doze meses)
* * *
Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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* * *
Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas mínimas absolutas diárias mais baixas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas mínimas diárias mais baixas ao longo do ano.
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Precipitação total em 24 horas
(acumuladas em doze meses)
* * *
Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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* * *
Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez precipitações máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com maiores precipitações diárias acumuladas diariamente ao longo do ano.

6695. Tendências de dados meteorológicos (EUROPA)

ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 6577
 Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas máximas 
no TOP 10 diário
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas mínimas 
no TOP 10 diário
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos precipitações em 24 horas 
no TOP 10 diário
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sexta-feira, 13 de abril de 2018

6694. PORTUGAL CONTINENTAL: Precipitação acumulada 12.04.2018

Precipitação acumulada em Portugal Continental
13 de Abril de 2018
* * *

6693. Percentagem de acerto nas previsões climáticas trimestrais (Europa)

2º Trimestre 2016 até 1º Trimestre 2018 = 68,08 %
1º Trimestre 2016 até 4º Trimestre 2017 = 67,08 %
4º Trimestre 2015 até 3º Trimestre 2017 = 66,83 %
3º Trimestre 2015 até 2º Trimestre 2017 = 66,17 %
2º Trimestre 2015 até 1º Trimestre 2017 = 66,25 %
1º Trimestre 2015 até 4º Trimestre 2016 = 65,08 %
4º Trimestre 2014 até 3º Trimestre 2016 = 65,58 %
3º Trimestre 2014 até 2º Trimestre 2016 = 63,83 %
2º Trimestre 2014 até 1º Trimestre 2016 = 62,92 %
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1º Trimestre 2015 até 4º Trimestre 2016 = 65,08 %
1º Trimestre 2013 até 4º Trimestre 2014 = 58,00 %

6692. Estimativa climática (Resumo)

Em Dezembro de 2017 foi apresentada uma estimativa (postagem 6545) para para as estações do Ranking Meteorológico Europeu sobre a provável evolução das temperaturas máximas diárias acumuladas, temperaturas mínimas diárias acumuladas e precipitações máximas diárias acumuladas, ao longo do primeiro trimestre de 2018 (INVERNO). Terminado o período para o qual foram feitas as previsões, apresentam-se os quadros de apuramento final com os dados acertados.



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SÍNTESE RELATIVAMENTE AOS APURAMENTOS
(percentagem de acerto nas previsões)
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1º Trimestre de 2018 (MÉDIA = 78 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 60 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 72 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 44 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média - 100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
 * * *
4º Trimestre de 2017 (MÉDIA = 63 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 36 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 24 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
 3º Trimestre de 2017 (MÉDIA = 70 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 64 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
2º Trimestre de 2017 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 36 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 48 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
1º Trimestre de 2017 (MÉDIA = 67 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 52 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 48 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
4º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 56 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
3º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 69 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 44 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 60 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
2º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 68 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 56 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 16 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
1º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 70 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 68 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 44 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
4º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 61 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 16 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %

quarta-feira, 11 de abril de 2018

6690. As fake news do ministro da Administração Interna

Se há pasta governamental que exige total confiança e responsabilidade é a Administração Interna, onde se lida com a segurança das pessoas e bens, onde os portugueses devem depositar toda a sua confiança e que deve ser um pilar de sobriedade, transparência e confiança entre todas as instituições. Não pode servir para propaganda, para criar fake news e simular uma sensação de segurança em torno de anúncios e meias verdades ocultando a realidade das pessoas.
Vem isto a propósito dos constantes anúncios que Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna, tem vindo a fazer, ora mentindo, ora manipulando informações ou escondendo a verdade dos portugueses sobre a preparação da época de incêndios. Tudo isto ensombra algumas boas medidas que mesmo assim têm sido tomadas.
Depois de todas as tragédias do verão passado o Governo insiste na propaganda para disfarçar a sua incompetência. Começámos pelas “cabras sapadoras”, no domingo ficámos a saber que “finalmente haveria bombeiros na coordenação do combate aos fogos”, como se nos últimos anos tivessem sido enfermeiros, electricistas ou advogados a fazê-lo. Ontem ficámos a conhecer os “oficiais de aldeia”.
Depois de na semana passada ter sido questionado no Parlamento sobre os atrasos no planeamento operacional dos meios aéreos e terrestres, o ministro voltou a tentar enganar os portugueses e a confessar que não disse a verdade no Parlamento.
Questionado sobre a definição dos meios terrestres no debate na Assembleia da República, Eduardo Cabrita respondeu que estava tudo resolvido, que pela primeira vez na nossa história havia já uma Directiva Única em vigor e uma Directiva Financeira tinha sido publicada nesses dias. Ora nada disto tem a ver com meios, apenas com a definição de responsabilidades entre as várias instituições, algo que existe há anos e nunca muda. A novidade foi o Governo ter compilado num único documento, a directiva única, algo que era feito por instituição.
No último domingo, em Pedrógão Grande, confrontado pelos jornalistas com o tema dos meios, o ministro da Administração Interna disse que afinal a Directiva de Meios, conhecida na gíria por “DON”, seria aprovada nos próximos dias e que isso também significava que seria o “mais cedo de sempre, da nossa história”. Ou seja, confessa que, ao contrário do que disse no Parlamento, não estavam ainda definidos os meios terrestres a pedir aos bombeiros de cada concelho e mentiu ao dizer que no passado isto tinha sido definido mais tarde. Conforme consulta no site da ANPC, tutelada pelo MAI, em 2013 esta DON foi aprovada a 14 de Março, em 2014 a 26 de Março, em 2015 a 30 de Março, em 2016 a 17 de Março e em 2017 a 31 de Março. Já estamos a 10 de Abril e até agora nada. Mais uma vez Eduardo Cabrita mentiu aos portugueses.
Quantos aos meios aéreos a confusão é total. Tudo começou com os ziguezagues e incertezas sobre a participação da Força Aérea. Depois tivemos os consecutivos falhanços dos concursos para a contracção dos meios que resultam do irrealismo, dos erros e dos disparates dos respectivos cadernos de encargos. Sem esquecer a danosa gestão do processo Kamov (adquiridos por António Costa enquanto MAI) cuja incompetência o governo decidiu ocultar sob o manto do “interesse nacional”. A cada dia que passa o Governo está em pior posição para resolver estes dossiês. Primeiro porque quanto mais tarde decidir menos meios haverá no mercado, já que outros países trataram atempadamente destes processos. Havendo menos oferta, Portugal corre o risco de ficar com o “refugo” que ninguém quer e os preços subirão em flecha. Para esconder tamanha incompetência o Governo opta pelo discurso “dos cartéis”, mas quem nos coloca à mercê desses supostos carteis é precisamente a incompetência do Governo de António Costa.
Outras das fake news é sobre as “EIP´s”, as tais equipas de bombeiros profissionais que o Governo vai colocar ao serviço das corporações. Primeiro, o Governo anunciou mais 120 equipas, depois disse que seriam mais 80, na semana passada já eram 79. Mas a verdade é que em 2017 já existiam 165. Pergunto quantas serão de facto no verão? O MAI aposta nesta propaganda, mas esquece-se de dizer que estas equipas trabalham das 8 às 17 horas e apenas nos dias úteis. Estranha aposta quando a maioria dos fogos tem início após as 17 horas e ao fim de semana.
A mais recente “reforma” do ministro Eduardo Cabrita foi também anunciada no domingo quando disse que “pela primeira vez” passariam a existir bombeiros nos Postos de Comando dos incêndios. Mais uma mentira e um disparate. Primeiro é mentira que não existissem bombeiros nos postos de comando já que a esmagadora maioria dos responsáveis nos postos de comando são precisamente bombeiros. Depois veio o disparate. Eduardo Cabrita diz que a Liga de Bombeiros passará a ter um representante do posto de comando. Mas para quê? É um cargo político para comprometer a Liga? Ou quis dizer que a Liga de Bombeiros vai passar a nomear os comandantes responsáveis pelo comando das operações? É tudo tão confuso e propagandístico que o caos é cada vez maior.
É revoltante ver que, tal como após a tragédia de Pedrógão, o Governo está mais preocupado com a politiquice, com a propaganda e em transferir responsabilidades do que em fazer reformas sérias e a preparar melhor a época de incêndios de 2018.
Duarte Marques
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Fonte: Expresso

6689. PORTUGAL: Análise ponderada para dia de 31 de Março de 2018


Acima publicam-se os quadros referentes à situação meteorológica para as estações meteorológicas portuguesas representadas no portal WeatherOnline. O quadro superior refere-se ao acumulado das temperaturas máximas registadas diariamente entre 1 de Abril de 2017 e 31 de Março de 2018; o quadro inferior refere-se ao acumulado das precipitações máximas diárias ocorridas ao longo do mesmo período de tempo.
Assim, no dia 31 de Março deste ano, observamos que em Portugal, relativamente à acumulação de temperaturas máximas diárias, constata-se que as estações meteorológicas das Lajes/Terceira, Horta/Faial, Ponta Delgada, Santa Maria, Ovar, Évora, Base Aérea de Beja e Beja acumularam valores absolutos acima da média ao longo do período compreendido entre 1 de Abril de 2017 e 31 de Março de 2018, traduzindo um ano com registo de temperaturas máximas absolutas acumuladas acima do normal (ano quente ou muito quente). Nas restantes estações os valores acumulados de temperatura máxima no mesmo período foram normais ou inferiores ao normal.
A soma dos valores absolutos mostraram uma tendência para diminuir relativamente à situação observada no dia 31 de Dezembro do ano passado, pelo que se pode considerar que o primeiro trimestre deste ano (Janeiro, Fevereiro e Março) predominou uma acumulação de temperaturas máximas absolutas inferiores aos valores normais esperados.
Relativamente à precipitação máxima diária acumulada, constata-se que, no período compreendido entre 1 de Abril de 2017 e 31 de Março de 2017, todas as estações meteorológicas portuguesas acumularam valores inferiores ao normal, traduzindo um ano seco em todo o território nacional, incluindo o continente e os arquipélagos dos Açores e da Madeira.
No primeiro trimestre deste ano (Janeiro, Fevereiro e Março), a situação de défice de precipitação global teve um ligeiro agravamento no conjunto de todas as estações meteorológicas do país. Este facto explica-se pelo prolongamento da situação de seca até muito tarde, ao longo do trimestre.

terça-feira, 10 de abril de 2018

6688. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável

Imagem de satélite às 18h00
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Fonte: SAT24
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Tarde de tempo instável em Portugal Continental, com períodos de céu muito nublado e ocorrência de aguaceiros, mais intensos e frequentes no litoral oeste das regiões norte e centro; queda de neve nas terras altas e forte agitação marítima.

6687. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média nos últimos 12 meses até 31.03.2018)

(Actualização da postagem número 6570)
BALANÇO ENTRE 01.04.2017 E 31.03.2018
 Estações com maiores desvios de temperaturas 
(Temperatura máxima absoluta acumulada diariamente)  
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BALANÇO ENTRE 01.04.2017 E 31.03.2018
Estações com maiores desvios de temperaturas
(Temperatura mínima absoluta acumulada diariamente)
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BALANÇO ENTRE 01.04.2017 E 31.03.2018
Estações com maiores desvios de precipitação
 (Precipitação máxima acumulada diariamente)
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6686. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média no 1º Trimestre de 2018)

1º TRIMESTRE DE 2018
Estações com maiores desvios de temperaturas
(temperatura máxima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal no 1º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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1º TRIMESTRE DE 2018
Estações com maiores desvios de temperaturas
(temperatura mínima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal no 1º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
* * *
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1º TRIMESTRE DE 2018
Estações com maiores desvios de precipitação
(precipitação máxima acumulada diariamente)
comparação ao normal no 1º Trimestre de cada ano
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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domingo, 8 de abril de 2018

6684. Domingo, 8 de Abril (19h45)

Imagem de Satélite às 19h45
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Fonte: SAT24

6683. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo frio e instável


O estado do tempo em Portugal Continental está condicionado pela passagem de uma superfície frontal fria sobre o território do continente ao longo da tarde de hoje, deslocando-se do litoral oeste para o interior, provocando aumento de nebulosidade e ocorrência de precipitação. Em altitude aproxima-se um núcleo de ar muito frio (temperaturas inferiores aos 30 ºC negativos a 550 hPa, sensivelmente aos 5500 metros de altitude) que cruzará o território do continente ao longo da próxima madrugada e manhã de Segunda-feira, favorecendo uma moderada instabilidade atmosférica.
Assim, ao longo da noite e manhã de Segunda-feira espera-se que os períodos de chuva passem a regime de aguaceiros, pontualmente fortes e acompanhados de trovoadas com possibilidade de queda de granizo; a entrada de ar muito frio provocará uma descida significativa da temperatura do ar, o que favorecerá a ocorrência de queda de neve nas regiões montanhosas.

6682. Ranking Meteorológico Europeu (ACUMULADO)



Relatório descritivo para as estações portuguesas

A análise dos quadros acima representados permite concluir que, relativamente às temperaturas máximas acumuladas diariamente ao longo do último ano (entre 1 de Abril de 2017 e 31 de Março de 2018), destacaram-se em Portugal as estações meteorológicas do Corvo Airport, Lajes/Terceira, Horta, Horta/Faial, Ponta Delgada e Santa Maria, no arquipélago dos Açores, de Viana do Castelo, Porto/Pedras Rubras, Ovar, Ovar Airport, Viseu, Penhas Douradas, Coimbra, Alverca do Ribatejo, Base Aérea de Sintra, Lisboa, Lisboa Airport, Portalegre, Évora, Sines/Montes Chaos, Beja e Base Aérea de Beja, em Portugal Continental, que registaram uma acumulação superior aos valores normais, evidenciando temperaturas máximas acima do normal naquelas estações meteorológicas (ano tendencialmente mais quente que o normal).
As restantes estações meteorológicas (Flores e Angra do Heroísmo, no Arquipélago dos Açores, Bragança, Vila Real, Monte Real, Cabo Carvoeiro, Castelo Branco, Lisboa/Geofísico, Montijo e Faro, em Portugal Continental, e o Porto Santo e o Funchal, no Arquipélago da Madeira) registaram uma acumulação inferior aos valores normais, evidenciando temperaturas máximas abaixo do normal naquelas estações meteorológicas (ano tendencialmente mais fresco que o normal).
Relativamente à situação verificada três meses atrás (31 de Dezembro de Setembro de 2017) constata-se as seguintes alterações: as estação meteorológica da Horta e do Corvo Airport, no Arquipélago dos Açores, e de Lisboa e de Sines/Montes Chaos, em Portugal Continental, passaram de uma situação de valores inferiores ao normal para valores superiores ao normal (estações meteorológicas onde o primeiro trimestre de 2018 foi excessivamente quente). A estação meteorológica de Portalegre passou de uma situação normal para uma situação de valores superiores ao normal e a estação de Cristiano Ronaldo Intl. Airport, no arquipélago da Madeira, passou de uma situação de valores superiores ao normal para valores normais. Por fim, as estações meteorológicas de Angra do Heroísmo, no arquipélago dos Açores, de Monte Real e Montijo, em Portugal Continental, e do Porto Santo, no arquipélago da Madeira, passaram de uma situação de valores superiores ao normal para valores inferiores ao normal (estações meteorológicas onde o primeiro trimestre de 2018 foi excessivamente fresco).
No que se refere aos dados de precipitação máximas acumuladas diariamente para o mesmo período (entre 1 de Abril de 2017 e 31 de Março de 2018), as estações meteorológicas de Angra do Heroísmo e de Ponta Delgada, no Arquipélago dos Açores, de Penhas Douradas, Coimbra, Castelo Branco, em Portugal Continental, e de Cristiano Ronaldo Intl. Airport, no Arquipélago da Madeira, registaram uma acumulação superior aos valores normais, evidenciando precipitações máximas diárias acima do normal naquelas estações meteorológicas (ano tendencialmente mais húmido que o normal).
As estações meteorológicas de Ovar e de Portalegre, em Portugal Continental, registaram uma acumulação normal para o período em referência, tendo todas as restantes estações registado valores inferiores ao normal: Flores, Lajes/Terceira, Horta e Santa Maria, no Arquipélago dos Açores, Viana do Castelo, Porto/Pedras Rubras, Bragança, Vila Real, Viseu, Monte Real, Cabo Carvoeiro, Lisboa, Lisboa/Geofísico, Montijo, Évora, Sines/Montes Chaos, Base Aérea de Beja, Sagres e de Faro, em Portugal Continental, e do Porto Santo e Funchal, no Arquipélago da Madeira, tiveram um ano tendencialmente mais seco que o normal.

sábado, 7 de abril de 2018

6681. Ranking Meteorológico Europeu (1º Trimestre de 2018)



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Relatório descritivo para as estações portuguesas

A análise dos dados das estações meteorológicas portuguesas representados nos quadros, elaborados a partir da informação recolhida no portal WeatherOnline, permite concluir que, no registo da temperatura máxima acumuladas diariamente ao longo do primeiro trimestre de 2018, a maior parte das estações meteorológicas do território do continente e das regiões autónomas registaram valores inferiores à média esperada para o primeiro trimestre do ano, traduzindo um trimestre mais fresco que o normal, invertendo0 uma situação contrária que tinha ocorrido no ultimo trimestre de 2017. Apenas as estações meteorológicas do Aeroporto do Corvo e de Santa Maria, no Arquipélago dos Açores, e de Faro, em Portugal Continental, registaram valores superiores à média esperada para o primeiro trimestre do ano.
Relativamente à distribuição da precipitação (valor máximo diário acumulado ao longo do primeiro trimestre de 2018), encontramos as estações meteorológicas de Ovar, Viseu, Penhas Douradas, Castelo Branco, Portalegre e Évora, em Portugal Continental, e o Aeroporto Cristiano Ronaldo, no Arquipélago da Madeira, com valores acima dos valores médios esperados para o primeiro trimestre do ano, traduzindo um trimestre mais húmido do que o normal; todas as restantes estações meteorológicas do Arquipélago dos Açores, de Portugal Continental e do Arquipélago da Madeira registaram valores inferiores à média esperada para o primeiro trimestre do ano, traduzindo um mês mais seco que o normal.
Os presentes dados referem-se ao primeiro trimestre de 2018. Os dados entre parênteses correspondem ao desvio percentual em relação à média para o primeiro trimestre do ano, calculado com base nos valores registados desde 2007 (acumulação de temperatura máxima diária e precipitação máxima diária) e 2010 (acumulação de temperatura mínima diária). A cor verde assinala que, no referido trimestre, a estação meteorológica registou valores superiores ao que é normal no trimestre, enquanto a cor vermelha significa que a estação meteorológica registou valores inferiores ao que é normal para o trimestre.
Os dados estatísticos assinalam uma pontuação elaborada a partir do WeatherOnline, atribuindo uma pontuação de 10 a 1 a cada estação meteorológica que se posicionou nos 1º a 10º lugar no ranking diário de temperaturas máximas e mínimas e de precipitação acumulada em 24 horas, no conjunto de todas as estações meteorológicas da Europa, consideradas no seu conjunto como padrão de comparação. Todos os dados vão sendo actualizados e disponíveis livremente para consulta e download em ficheiro Excel no GrupoYahoo TEMPOGERO.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

6680. UNIVERSIDADE DE AVEIRO: Comemoração do dia mundial da meteorologia


6679. PORTUGAL CONTINENTAL: Março extremamente chuvoso e frio

O valor médio da quantidade de precipitação em Março, 272 mm, foi cerca de 4 vezes o valor médio mensal e foi o 2º Março mais chuvoso desde 1931, com um valor muito próximo de Março 2001, 274 mm, o Março mais chuvoso desde 1931. Março de 2018 foi ainda, em algumas estações, o mais chuvoso desde o início das respectivas séries.
De acordo com o índice meteorológico de seca PDSI, no final do mês de Março, Portugal continental já não se encontra em seca meteorológica. A ocorrência de valores muito elevados da quantidade de precipitação em todo o território do continente, tiveram como consequência o final da situação de seca meteorológica que se verificava desde Abril de 2017; apenas uma pequena região no sotavento algarvio ainda se encontra na classe de seca fraca (0.1% do território).
A 31 de Março de 2018, 2 % do território estava na classe de chuva severa, 36 % na classe de chuva moderada, 52 % na classe de chuva fraca e 10 % na classe normal.
Março de 2018 foi o mais frio desde 2000, com anomalia da temperatura média de – 1.6 °C.
O valor médio da temperatura máxima do ar, inferior ao valor normal em cerca de 2.6 °C, corresponde ao valor mais baixo desde 2000. O valor médio da temperatura mínima do ar foi inferior ao normal em 0.6 °C; valores da temperatura mínima inferiores aos agora registados ocorreram em 25% dos anos (desde 1931). Ao longo do mês os valores de temperatura do ar estiveram persistentemente inferiores aos valores médios.
Ver aqui o relatório completo do IPMA
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Fonte: IPMA

quarta-feira, 28 de março de 2018

6678. Previsão especial de Páscoa

PORTUGAL CONTINENTAL – No período compreendido entre 29 de Março e 02 de Abril, o estado do tempo irá ser condicionado pela passagem sucessiva de superfícies frontais, com ocorrência de precipitação, em especial nas regiões Norte e Centro, e vento por vezes forte do quadrante oeste.
Neste período, destaca-se o dia 30, sexta-feira, com ocorrência de precipitação persistente e queda de neve acima de 600/800 metros nas regiões Norte e Centro. Também neste dia, o vento do quadrante oeste poderá soprar com rajadas até 70 km/h no litoral e nas terras altas. Haverá agitação marítima forte na costa ocidental, com ondas de noroeste com 4 a 5 metros.
No domingo de Páscoa, a precipitação forte regressará no final do dia à região Norte e estender-se-á gradualmente às restantes regiões no dia 02. A queda de neve deverá ocorrer nos pontos mais altos da serra da Estrela. O vento será do quadrante sul mais intenso no final de domingo nas terras altas.
Entre o dia 29 de Março e 02 de Abril, a temperatura máxima irá variar entre 15 e 18 ºC na generalidade do território, variando entre 5 e 10 ºC no interior Norte e Centro. A temperatura mínima será inferior a 10ºC em todo o continente, podendo variar entre -3 e 0ºC nas terras altas do interior Norte e Centro, em especial nos dias 30 e 31.
ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES – Entre os dias 27 e 29 de Março, o estado do tempo nos Açores deverá ser relativamente estável, com períodos de céu muito nublado com abertas e o vento a soprar moderado do quadrante norte. Deverá ocorrer temporariamente alguma precipitação na terça-feira (dia 27) nos Grupos Ocidental e Central e que se estenderá na madrugada e manhã de quarta-feira (dia 28) ao Grupo Oriental. A partir do dia 30, espera-se um agravamento do estado do tempo, a começar pelo grupo Ocidental, com o vento a soprar por vezes forte de sudoeste com rajadas entre 70 a 80 km/h e deverá ocorrer precipitação – esta situação deverá estender-se às restantes ilhas a partir do dia 31. Assim, para os dias 31 de Março (sábado) e 1 de Abril (domingo) deverão ocorrer aguaceiros em todas as ilhas e o vento deverá soprar por vezes forte com rajadas entre 70 a 80 km/h.
A partir de quarta-feira, dia 28, espera-se uma descida da temperatura do ar em todas as ilhas.
ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA – No período compreendido entre 29 de Março e 02 de Abril, o estado do tempo irá ser condicionado essencialmente pelo anticiclone localizado a oes-sudoeste dos Açores, que irá enfraquecer temporariamente permitindo a passagem de superfícies frontais, em especial nos dias 29 de Março e 01 de Abril.
Neste período irá predominar a nebulosidade e a ocorrência de precipitação será em especial nas vertentes norte e terras altas da ilha da Madeira. O vento será do quadrante norte, soprando temporariamente do quadrante oeste no dia 01, e com mais intensidade nos dias 29 e 30 de Março e 01 de Abril.
A temperatura mínima deverá variar entre 11 e 15ºC e a máxima entre 17 e 22ºC, com excepção das terras altas, onde a temperatura será mais baixa, com a mínima a oscilar entre 0 e 8ºC e a máxima entre 6 e 13ºC.
No dia 30 de Março, a agitação marítima irá aumentar, com ondas de noroeste com 4 a 5 metros na costa norte do arquipélago.
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Fonte: IPMA

segunda-feira, 26 de março de 2018

6677. RANKING EUROPEU: Tendência climática para a Primavera de 2018

PRIMAVERA 2018
(Abril/Maio/Junho)
  Tendência climática para o segundo trimestre de 2018
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TEMPERATURAS MÁXIMAS DIÁRIAS
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com temperaturas máximas diárias superiores aos valores máximos normais deste trimestre.
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TEMPERATURAS MÍNIMAS DIÁRIAS
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com temperaturas mínimas diárias inferiores aos valores mínimos normais deste trimestre.
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PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com precipitações máximas diárias superiores aos valores máximos diários normais deste trimestre.
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 Prováveis regiões da Europa
com valores INFERIORES à média
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PRIMAVERA 2018
(Abril/Maio/Junho)
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TEMPERATURA MÁXIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para menos calor
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TEMPERATURA MÍNIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para menos frio 
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PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para uma diminuição da precipitação
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