sábado, 31 de outubro de 2015

5518. PORTUGAL CONTINENTAL: Instabilidade

Fonte: Wetter3.de
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O estado do tempo em Portugal Continental estará amanhã, Domingo, condicionado pela presença em altitude de um núcleo isolado de ar frio a sudoeste da Península Ibérica. A posição deste núcleo de ar frio, associado a uma corrente húmida e quente de sueste, aportará humidade sobretudo às regiões do centro e sul do continente.
Assim, nestas condições sinópticas irão favorecer o desenvolvimento de nebulosidade e ocorrência de precipitação, em especial nas regiões do centro e sul, podendo ser forte e persistente no Baixo Alentejo e Algarve, onde poderão ocorrer também trovoadas.

5517. PORTUGAL CONTINENTAL: Análise sinóptica e tendência do estado do tempo

O estado do tempo em Portugal Continental está condicionado pela presença de um centro de baixas pressões a noroeste da Península Ibérica (12h00 de Sábado) e pela passagem de linhas de instabilidade (associadas ao centro de baixas pressões) que irão cruzar o território de Portugal Continental ao longo deste Sábado, no sentido oeste – este, afectando inicialmente o litoral e progredindo posteriormente para o interior.
Assim, espera-se um aumento da nebulosidade e ocorrência de precipitação, a partir desta madrugada, inicialmente no litoral oeste e posteriormente, pela manhã, estendendo-se para o interior do continente. As precipitações deverão diminuir e cessar a partir do meio da tarde, primeiro também no litoral e no interior já para o final da tarde.
A formação de uma segunda baixa pressão junto ao Estreito de Gibraltar voltara a tornar instável o estado do tempo nas regiões do centro e sul a partir da noite de Sábado para Domingo, com o regresso de nebulosidade e ocorrência de precipitação, que poderá ser por vezes forte. O tempo instável tenderá a expandir-se por todo o território do continente durante o dia de Domingo.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

5513. Previsão do estado do tempo para os Açores

ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES
Previsão para Quinta-feira, 29 de Outubro de 2015
GRUPO OCIDENTAL - Períodos de céu muito nublado com abertas. Aguaceiros, mais frequentes a partir da tarde. Descida acentuada da temperatura do ar. Vento noroeste fresco, tornando-se FORTE a MUITO FORTE com rajadas até 105 km/h, e soprando temporariamente de oeste.
GRUPO CENTRAL - Períodos de céu muito nublado com abertas. Aguaceiros, mais frequentes a partir da tarde. Descida acentuada da temperatura do ar. Vento noroeste moderado, tornando-se muito fresco a FORTE com rajadas até 100 km/h, e soprando temporariamente de oeste.
GRUPO ORIENTAL- Períodos de céu muito nublado com abertas. Aguaceiros especialmente na madrugada. Descida da temperatura do ar. Vento noroeste moderado, rodando para oeste e tornando-se muito fresco a FORTE com rajadas até 90 km/h.
ESTADO DO MAR
GRUPO OCIDENTAL: Mar cavado, tornando-se ALTEROSO. Ondas noroeste de 3,5 metros, aumentando gradualmente para 7 a 7,5 metros.
GRUPO CENTRAL: Mar cavado, tornando-se grosso a ALTEROSO. Ondas noroeste de 3 metros, aumentando gradualmente para 6 a 6,5 metros.
GRUPO ORIENTAL: Mar cavado, tornando-se grosso a ALTEROSO. Ondas oeste de 2,5 a 3 metros, aumentando para 4 a 4,5 metros.
Previsão para Sexta-feira, 30 de Outubro de 2015
GRUPO OCIDENTAL - Períodos de céu muito nublado com abertas. Aguaceiros, mais frequentes durante a madrugada. Vento noroeste FORTE a MUITO FORTE com rajadas até 110 km/h durante a madrugada, tornando-se gradualmente fresco.
GRUPO CENTRAL - Períodos de céu muito nublado com abertas. Aguaceiros, mais frequentes durante a madrugada e manhã. Vento noroeste muito fresco com rajadas até 100 km/h, tornando-se gradualmente moderado.
GRUPO ORIENTAL - Períodos de céu muito nublado com abertas. Aguaceiros, mais frequentes durante a madrugada e manhã. Vento oeste FORTE com rajadas até 90 km/h, rodando para noroeste e tornando-se fresco.
ESTADO DO MAR
GRUPO OCIDENTAL: Mar ALTEROSO tornando-se cavado. Ondas noroeste de 7,5 a 8,5 metros, diminuindo para 5 metros.
GRUPO CENTRAL: Mar grosso tornando-se cavado. Ondas noroeste de 6,5 a 7,5 metros, diminuindo para 5 metros.
GRUPO ORIENTAL: Mar ALTEROSO, tornando-se cavado. Ondas oeste de 4 a 4,5 metros, passando a noroeste e aumentando temporariamente para 6 metros.
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Fonte: IPMA

5512. ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES: Agravamento do estado do tempo

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Sexta-feira, 30 de Outubro de 2015
Fonte: MetOffice
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O estado do tempo nos Açores estará condicionado, a partir de amanhã, pela aproximação de um profundo centro de baixas pressões que estará localizado a norte do arquipélago na noite de Quinta para Sexta-feira. O posicionamento do centro de baixas pressões favorecerá o estabelecimento de um fluxo intenso procedente de noroeste, transportando uma massa de ar bastante fria, procedente de latitudes muito elevadas; a grande proximidade das linhas de pressão mostra o grande cavamento que esta depressão irá ter.
Neste sentido, o estado do tempo tender-se-á a agravar a partir da tarde de amanhã, com o aumento da nebulosidade e ocorrência de precipitação, associado a um acentuado aumento da intensidade do vento e subsequente ondulação no mar.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

5511. Pontos vulneráveis da costa afectados por forte ondulação

A forte ondulação que ontem se fez sentir em toda a costa portuguesa já voltou a fazer das suas em vários pontos do Continente e em São Miguel, nos açores. O Furadouro, no distrito de Aveiro, e a Costa da Caparica, no distrito de Setúbal, foram duas das zonas mais afectadas. Em Rabo de peixe, várias embarcações foram danificadas.
No norte do país a forte ondulação originou galgamentos, e a população do Furadouro, em Ovar, voltou a não ter sossego. Ao início da tarde desta terça-feira, no pico da maré, as ondas cresceram de tamanho e destruíram a esplanada e uma parte do interior de um bar que só abre na época balnear. O mar subiu, ainda percorreu uma avenida, mas não provocou inundações nas habitações. “Os prejuízos foram apenas materiais. Com a alteração das vagas, de cinco metros, o mar saltou fora a sul da praia, na zona mais desprotegida”, conta Carlos Borges, comandante dos Bombeiros de Ovar. O bar envidraçado, a poucos metros do mar, ficou bastante danificado. “É capaz de não ter reparação”, avança o comandante. A zona foi isolada de forma a impedir o acesso, o local foi limpo, e a corporação de bombeiros mantém-se em alerta, embora as previsões indiquem que na próxima preia-mar vagas não sejam tão fortes. A marginal do Furadouro, que costuma sofrer os avanços do mar que em Fevereiro do ano passado derrubou parte de um muro e inundou casas e estabelecimentos comerciais, não foi afectada. Os trabalhos de protecção da costa vareira na área central do Furadouro terão feito diferença neste dia de alerta amarelo por causa da agitação marítima.
Na Póvoa de Varzim, um homem com 67 anos de idade foi esta terça-feira á tarde projectado por uma onda contra as pedras de suporte do molhe norte do porto de pesca, o que provocou diversas escoriações que foram tratadas no hospital local. As autoridades só deram conta que o ferido estava no cais quando o viram aparecer ensanguentado depois de ter lutado contra a ondulação. Também a meio da tarde, um catamaran francês quis aceder à marina local apesar de a barra se encontrar interdita à navegação, tal como em Vila do Conde. As manobras difíceis que teve de efectuar atraíram diversos curiosos que, ignorando as placas com avisos, invadiram o molhe sul para acompanharem o caso. O comandante da capitania e capitão do porto, Simas Silva, disse ao PÚBLICO que a Polícia Marítima foi obrigada a ordenar a retirada as pessoas que corriam o mesmo risco do sexagenário que, no outro lado do porto, foi projectado pela ondulação. O mar chegou à Avenida dos Banhos, na marginal poveira, mas não causou danos em lojas e bares, mas, por cautela, a Câmara Municipal decidiu encerrar a via ao trânsito automóvel entre as duas e as quatro da madrugada, num novo período de pico da maré.
A sul, também na Costa da Caparica, em Almada, o mar voltou a ultrapassar o paredão – um clássico dos piores dias de Inverno – avançou pela estrada e entrou por alguns bares e restaurantes da Praia do CDS. E mais a sul ainda, em Odeceixe, no concelho de Aljezur, a maré terá danificado uma intervenção de enchimento da praia feita pelo Polis este ano.
Nos Açores, a agitação marítima causou danos em seis embarcações de pesca de pequeno porte e duas embarcações auxiliares que estavam varadas em terra no porto de Rabo de Peixe, no concelho da Ribeira Grande, informou o Governo dos Açores. Uma nota do executivo explica que ondas de quatro a cinco metros, "predominantemente de norte e com períodos de 15 segundos", galgaram o porto de pescas, na costa norte da ilha de São Miguel, provocando o alagamento de parte do terrapleno da infra-estrutura.
Abel Coentrão
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Fonte: PÚBLICO

5510. Segunda-feira, 26 de Outubro (23h00)

Imagem de satélite às 23h00
(AirMass)
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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

5509. PORTUGAL CONTINENTAL: Intensidade da precipitação (21h00)

Intensidade da precipitação (21h00)
* * *
Fonte: IPMA

5508. Europa (Tendência climática)

Lista de estações com maior tendência de subida no
RANKING METEOROLÓGICO EUROPEU
(ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 5359)
Temperaturas máximas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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* * * 
Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas máximas diárias mais elevadas ao longo do ano.
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Temperaturas minímas diárias 
(acumuladas em doze meses)
* * *
Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas mínimas absolutas diárias mais baixas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas mínimas diárias mais baixas ao longo do ano.
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Precipitação total em 24 horas
(acumuladas em doze meses)
* * *
Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
====================================
* * *
Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez precipitações máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com maiores precipitações diárias acumuladas diariamente ao longo do ano.

5507. Tendências de dados meteorológicos (EUROPA)

ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 5358
Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas máximas 
no TOP 10 diário
* * *
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas mínimas 
no TOP 10 diário
* * *
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos precipitações em 24 horas 
no TOP 10 diário
* * *
Estatísticas elaboradas diariamente a partir do WeatherOnline, com o registo diário das dez estações meteorológicas com temperaturas máximas mais elevadas, temperaturas mínimas mais baixas e maiores quantidades de precipitação em vinte e quatro horas.

5506. Intensidade da precipitação (00h00)

Fonte: IPMA

5505. PORTUGAL CONTINENTAL: Análise sinóptica e tendência do estado do tempo

O estado do tempo em Portugal Continental esta noite está condicionado pela presença de uma linha de instabilidade que se desenvolve entre uma massa de ar fria procedente de norte e uma massa de ar quente procedente de sul. Ao longo da linha de instabilidade desenvolve-se nebulosidade convectiva que origina aguaceiros e trovoadas, pontualmente fortes.
A linha de instabilidade estava, por volta das 23h00 de ontem, junto à costa ocidental de Portugal Continental, em deslocamento secundário para leste. Assim, durante as próximas horas serão esperados períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoadas, progredindo do litoral para o interior. Esta linha de instabilidade tenderá a perder a sua actividade à medida que progrida para o interior.
A partir da tarde desta Segunda-feira entrará pelo oeste um sistema frontal, que voltará a tornar instável o estado do tempo em todo o território de Portugal Continental, progredindo de norte para sul e do litoral para o interior.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

5504. MADEIRA: Precipitação acumulada (21.10.2015)


5503. IPMA: Vento excecionalmente forte atinge o litoral Centro (17.10.2015)

Uma depressão localizada na região atlântica a leste dos Açores, compreendida entre Portugal continental e o arquipélago da Madeira, isolada da corrente geral de oeste, tem afectado, alternadamente, o estado do tempo naquele arquipélago e no Continente desde o dia 15. No dia 17, aquela depressão aproximou-se da região sudoeste de Portugal continental, em fase de cavamento, deslocando-se ao longo da costa ocidental portuguesa no sentido sul-norte. Às 13 horas locais, a depressão centrou-se a 50 km a oeste do Cabo Carvoeiro com um valor de pressão de cerca de 988 hPa.
Durante este percurso da depressão, as condições meteorológicas no território foram afectadas muito significativamente em especial na variação da pressão atmosférica, no aumento da intensidade do vento e da precipitação. Na estação meteorológica de Lisboa/Gago Coutinho a pressão desceu 7 hPa entre as 4 e as 11 horas locais do dia 17.
Valores de rajadas superiores a 90 km/h ocorreram em vários locais do litoral e nas terras altas, registando-se os valores mais elevados do vento médio e da rajada no litoral oeste a sul do cabo Mondego, em especial entre o Cabo Carvoeiro e o Cabo Raso. Nesta região do litoral, os valores do vento médio e das rajadas foram excepcionalmente elevados, requerendo, por isso, uma análise mais cuidada. De acordo com uma validação provisória da intensidade do vento, no período entre as 8 e as 15 horas locais, naquela região, atingiram-se valores excepcionalmente elevados do vento médio, entre 70 a 90 km/h, e rajadas de 140 km/h. Valores mais elevados de vento médio e de rajada foram registados na estação do IPMA do Cabo da Roca, onde a rajada máxima atingiu o valor 169 km/h às 11:30 horas de 17 de Outubro.
Valores elevados da precipitação foram registados em vários locais do território, em especial na região Centro e no Alto Alentejo, onde os valores horários da precipitação foram superiores 20mm em alguns locais, nomeadamente em Elvas (24 mm) e Proença-a-Nova (23 mm) no dia 17 e em Coimbra (26 mm) no dia 18. A precipitação acumulada em 24 horas, foi também muito elevada. Os valores mais elevados da precipitação acumulada em 24 registaram-se nas Penhas Douradas, com 83mm, e no Fundão, com 64mm, (entre as 13 horas do dia 17 e as 13 horas do dia 18) e em Elvas, com 77 mm, entre as 11 horas do dia 17 e as 17 horas do dia 18.
No dia 18 a depressão deslocou-se oeste, registando-se, a partir deste dia data uma diminuição significativa da intensidade do vento, assim como subida dos valores da pressão atmosférica.
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Fonte: IPMA

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

5502. Percentagem de acerto nas previsões climáticas trimestrais (Europa)

4º Trimestre 2013 até 3º Trimestre 2015 = 61,14 %
3º Trimestre 2013 até 2º Trimestre 2015 = 60,42 %
2º Trimestre 2013 até 1º Trimestre 2015 = 59,17 %
1º Trimestre 2013 até 4º Trimestre 2014 = 58,00 %

5501. Estimativa climática (Resumo)

Em Junho de 2015 foi apresentada uma estimativa (postagem 5340) para para as estações do Ranking Meteorológico Europeu sobre a provável evolução das temperaturas máximas diárias acumuladas, temperaturas mínimas diárias acumuladas e precipitações máximas diárias acumuladas, ao longo do terceiro trimestre de 2015 (VERÃO). Terminado o período para o qual foram feitas as previsões, apresentam-se os quadros de apuramento final com os dados acertados.


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SÍNTESE RELATIVAMENTE AOS APURAMENTOS
(percentagem de acerto nas previsões)
* * *
3º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 52 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
2º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 40 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
1º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 59 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
4º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 68 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 68 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 44 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
3º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 55 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 76 %
2º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 61 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 36 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 4 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
1º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 56 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
4º Trimestre de 2013 (MÉDIA = 62 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 48 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 16 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
3º Trimestre de 2013 (MÉDIA = 58 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 24 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %
2º Trimestre de 2013 (MÉDIA = 55 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 4 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 88 %

terça-feira, 20 de outubro de 2015

5498. PORTUGAL CONTINENTAL (Precipitação acumulada_19.10.2015)

Precipitação acumulada – 19 de Outubro
(Precipitação superior a 10,0 mm)
* * *
Sagres – 51,4 mm
Portel (Oriola) – 22,2 mm
Foía – 20,2 mm
Elvas – 18,5 mm
Beja – 17,8 mm
Faro (Aeroporto) – 17,6 mm
Portimão (Aeródromo) – 17,2 mm
Évora (Aeródromo) – 17,0mm
Castro Marim (R.N. Sapal) – 14,8 mm
Portalehre – 14,4 mm
Aljezur – 13,3 mm
Odemira (S. Teotónio) – 13,0 mm
Bragança – 11,1 mm
Zambujeira – 10,9 mm
Chaves (Aeródromo) – 10,6 mm
Sines – 10,6 mm
Estremoz – 10,0 mm
* * *
Fonte: IPMA

5497. Grande Lisboa/Alentejo: Tarde convectiva







5496. Terça-feira, 20 de Outubro (11h00)

Imagem de Satélite às 11h00
* * *
Fonte: SAT24

5495. SUPERCELULA (Aveiro): 18.10.2015

Fonte: METEOPT
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Trajecto da Supercelula
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5494. PORTUGAL: Dados ponderados para dia 30 de Setembro de 2015

Ranking Meteorológico para Portugal
Outubro/2014 a Setembro/2015 
(Últimos doze meses) 
ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 5353
* * *
Desvios em relação ao normal 
(considerando os dados desde MARÇO/2007) 
acima do normal > 0; normal = 0; abaixo do normal < 0
  • Simbologia a verde = subiu de valor (Mais quente/Mais húmido no último trimestre) 
  • Simbologia a encarnado = desceu de valor (Mais fresco/Mais seco no último trimestre)
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Temperaturas máximas diárias acumuladas
 * * *
 Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de temperatura máxima diária
superiores ao normal
 VALORES NEGATIVOS
 Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de temperatura máxima diária
inferiores ao normal
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Precipitação máxima diária acumulada
 * * *
VALORES NEGATIVOS
Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de precipitação máxima diária
 inferiores ao normal
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A análise dos quadros representados acima permite constatar que, em 30 de Setembro de 2015, e tendo em conta os últimos doze meses, tínhamos as seguintes situações referente às estações meteorológicas portuguesas representadas no painel do Weatheronline:
-em relação às temperaturas máximas diárias acumuladas diariamente, os valores estavam acima do normal apenas nas estações meteorológicas das Flores e das Lajes/Terceira, no Arquipélago dos Açores, e em Viana do Castelo e Faro, em Portugal Continental, mantendo-se assim uma situação que já se tinha verificado no final dos dois trimestres anteriores deste ano. Todas as outras estações meteorológicas portuguesas acumularam, nos últimos doze meses, valores de temperatura máxima diária inferiores ao normal esperado para cada uma das estações meteorológicas; os três valores mais baixos referiram-se às estações meteorológicas de Beja, Aeroporto da Madeira e Funchal (estações meteorológicas com maior desfasamento em relação às temperaturas máximas acumuladas entre Outubro de 2014 e Setembro de 2015 e os valores normais que seriam de esperar no mesmo período nessas estações meteorológicas).
No último trimestre (Abril a Junho de 2015), quase todas as estações meteorológicas portuguesas representadas no WeatherOnline mantiveram os seus dados; a excepção diz respeito unicamente a duas estações: Évora (trimestre relativamente quente), que aproximou-se dos valores normais embora continuem a ser relativamente inferiores ao que seria normal, e Castelo Branco (trimestre relativamente fresco), que teve uma inversão inversa, ou seja, ficou ainda mais longe dos valores normais.
-relativamente às precipitações máximas diárias acumuladas diariamente ao longo dos últimos doze meses, a situação em 30 de Setembro de 2015 mostra todas as estações meteorológicas portuguesas com valores inferiores ao normal neste indicador (precipitações máximas diárias acumuladas diariamente ao longo dos últimos doze meses). Os três valores mais baixos, relativamente aos valores médios, ocorreram nas estações meteorológicas das Flores, no Arquipélago dos Açores, e Viseu e Penhas Douradas, em Portugal Continental (estações meteorológicas com maior desfasamento em relação às precipitações máximas diárias acumuladas diariamente entre Outubro de 2014 e Setembro de 2015).
No último trimestre (Julho a Setembro de 2015), nas estações meteorológicas da Horta e Ponta Delgada, no Arquipélago dos Açores, e de Viana do Castelo, em Portugal Continental, registaram um aumento, em termos negativos, do intervalo entre a precipitação máxima diária acumulada diariamente e o normal que seria de esperar que tivesse ocorrido; pelo contrário, nas estações meteorológicas das Flores, Lajes/TerceiraFlores e Angra do Heroísmo, no Arquipélago dos Açores, e do Porto/Pedras Rubras, em Portugal Continental, a evolução foi oposta, isto é, embora os valores estejam abaixo do que seria normal, registou-se uma aproximação entre a precipitação máxima diária acumulada diariamente e aquela que seria normal ocorrer.
Utilize o link de comentários abaixo para colocar questões ou tirar dúvidas.
 

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

5493. Segunda-feira, 19 de Outubro (18h05)

Imagem de satélite às 18h08
* * *
Fonte: SAT24

5492. PORTUGAL CONTINENTAL: Dados de precipitação de ontem

Precipitação acumulada – 18 de Outubro
 (Precipitação superior a 17,5 mm)
 * * *

Penhas Douradas – 47,9 mm
Sabugal (Martim Rei) – 42,3 mm
 Coimbra (Bencata) – 41,8 mm
 Elvas – 41,6 mm
 Coimbra (Aeródromo) – 39,2 mm
 Fundão – 37,4 mm
 Santaém (Fonte Boa) – 32,5 mm
 Moimenta da Beira – 31,9 mm
 Aveiro (Universidade) – 31,8 mm
 Castro Marim (R.N. Sapal) – 30,5 mm
 Faro (Aeroporto) – 30,1 mm
 Rio Maior – 29,2 mm
 Castelo Branco – 28,9 mm
 Barreiro (Lavradio) – 27,7 mm
 Leiria (Aeródromo) – 27,3 mm
 Carrazeda de Ansiães – 27,2 mm
 Lisboa (Gago Coutinho) – 26,9 mm
 Anadia – 26,6 mm
 Zebreira – 25,0 mm

Figueira de Castelo Rodrigo (Vila Torpim) – 24,4 mm
 Lisboa (Tapada da Ajuda) – 22,2 mm
 Covilhã (Aeródromo) – 21,5 mm
 Mirandela – 21,0 mm
 Arouca – 19,3 mm
 Reguengos (S. Pedro do Corval) – 19,2 mm
 Braga (Merelim) – 19,2 mm
 Moncorvo – 19,2 mm
 Luzim – 19,1 mm
 Lisboa (Alvalade) – 18,0 mm
 Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 17,6 mm
 * * *
 Fonte: IPMA

domingo, 18 de outubro de 2015

5491. Domingo, 18 de Outubro (19h25)


5490. Domingo, 18 de Outubro (18h05)

Imagem de satélite às 18h05
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Fonte: SAT24

5489. PORTUGAL CONTINENTAL: Dados de vento e precipitação de ontem

Vento (Rajadas máximas) – 17 de Outubro
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Cabo Carvoeiro – 129,6 km/h
Foía – 110,9 km/h
Penhas Douradas – 103,7 km/h
Torres Vedras (Dois Portos) – 102,2 mm
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Precipitação acumulada – 17 de Outubro
(Precipitação superior a 10,0 mm)
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Penhas Douradas – 55,4 mm
Elvas – 47,8 mm
Proença – a – Nova (P. Moitas) – 45,0 mm
Fundão – 43,4 mm
Covilhã (Aeródromo) – 29,0 mm
Estremoz – 27,1 mm
Beja – 25,1 mm
Portalegre (Cidade) – 22,9 mm
Sabugal (Martim Rei) – 20,0 mm
Aldeia Souto (Quinta Lageosa) – 18,7 mm
Carrazeda de Ansiães – 18,4 mm
Montalegre – 17,7 mm
Pegões – 16,5 mm
Lousã (Aeródromo) – 16,0 mm
Sines – 16,0 mm
Cabo Raso – 15,3 mm
Barreiro (Lavradio) – 15,3 mm
Reguengos (S. Pedro do Corval) – 14,6 mm
Castelo Branco – 13,4 mm
Braga (Merelim) – 13,1 mm
Zambujeira – 13,1 mm
Trancoso (Bandarra) – 12,7 mm
Lisboa (Geofísico) – 12,1 mm
Coruche (Estação de Regadio do I.N.I.A.) – 11,8 mm
Moimenta da Beira – 11,7 mm
Cabo Carvoeiro – 10,9 mm
Lisboa (Tapada da Ajuda) – 10,7 mm
Sagres – 10,3 mm
Alvega – 10,2 mm
Leiria (Cidade) – 10,2 mm
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Fonte: IPMA