Imagem fotografada às 15h45 (hora de verão em Portugal Continental) sobre os Pirinéus; imagem captada nos arredores de Santander, com vista para leste, a 22 000 pés de altitude ( - 57 ºC).
sábado, 15 de agosto de 2026
Sábado, 15 de Agosto (16h00)
Algumas temperaturas às 15h00
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Pinhão (Santa Bárbara) – 38,6 ºC
Mirandela – 37,8 ºC
Monção (Valinha) – 36,9 ºC
Cabeceiras de Basto – 36,9 ºC
Cabril – 36,2 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 35,9 ºC
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Espinho (Aeródrmo) – 22,4 ºC
Esposende (CIM) – 22,2 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 21,7 ºC
Cabo da Roca – 21,5 ºC
Cabo Raso – 21,1 ºC
Sintra (Tapada do Mouco) – 19,3 ºC
Areeiro (Madeira) – 15,3 ºC
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Fonte: IPMA
Sábado, 15 de Agosto (08h00)
sexta-feira, 14 de agosto de 2026
Sexta-feira, 14 de Agosto (08h00)
Imagem de satélite às 08h00
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Fonte: SAT24
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Predomínio de neblinas e nebulosidade baixa no litoral oeste e interior do Alentejo.
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
IPMA: Estado do tempo em Portugal continental para o dia do eclipse (12.08.2026)
No dia 12 de Agosto ocorrerá um eclipse solar observável em Portugal continental. O fenómeno será parcial (entre 92 e 99%) na maior parte do território e total (100%) no Parque Natural de Montesinho, no nordeste transmontano. Nesse dia, o estado do tempo em Portugal continental será condicionado por uma região anticiclónica que se estende entre os países do norte da Europa e a região da Madeira e por uma depressão térmica centrada no interior da Península Ibérica.
Durante o período do eclipse, o céu deverá apresentar-se pouco nublado ou limpo na generalidade do território do continente, condição que favorece uma boa visualização do fenómeno. Existe, no entanto, uma probabilidade de cerca de 25%, segundo os dados mais actualizados, de formação de nebulosidade baixa em algumas regiões do litoral Norte e Centro, um padrão que é relativamente comum no verão.
O IPMA acompanha permanentemente a evolução da situação meteorológica e actualizará as previsões. Sempre que se justifique, será divulgada informação adicional através dos canais oficiais.
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Fonte: IPMA
sábado, 8 de agosto de 2026
IPMA: Boletins Climatológicos de Julho
O IPMA publicou os resumos dos boletins climatológicos relativos a Portugal continental, Açores e Madeira referentes ao mês de Julho de 2026. Tratam-se das versões preliminares com os dados disponibilizados até ao momento, sendo os documentos finais publicados em meados do mês.
PORTUGAL CONTINENTAL – Julho de 2026 muito quente e extremamente seco – A classificação do mês de Julho de 2026 resulta da continuação da temperatura do ar muito acima da média, situação relacionada com a ocorrência de uma onda de calor e, pelo défice muito acentuado de precipitação. Estas condições tiveram reflexos na redução da água disponível no solo e no agravamento, de forma generalizada, da seca meteorológica em todo o território de Portugal continental.
Temperatura do ar – O valor médio da temperatura média do ar registou um valor de 24.04°C, correspondendo a uma anomalia de + 1,41 °C em relação ao período de referência 1991-2020, fazendo deste o 7º Julho mais quente desde 1931. O valor médio da temperatura máxima do ar foi de 31,46 °C, 1,96 °C acima do normal, correspondendo ao 6º valor mais elevado desde 1931. A temperatura mínima do ar teve um valor médio de 16,61 °C, cerca de + 0,86 °C, acima da normal.
A temperatura bastante elevada na primeira semana de Julho (valores de anomalias positivas superiores a 8°C na temperatura máxima do ar nos dias 3 a 5) esteve associada a uma onda de calor que ocorreu entre os dias 29 de Junho e 11 de Julho e que abrangeu grande parte do território continental. O episódio de onda de calor registado constitui um dos mais relevantes registados em Portugal Continental desde 1981, uma vez que apresenta a maior magnitude (tendo em conta o total da série de ondas de calor) e a segunda com maior extensão espacial. Importa referir que actualmente a onda de calor é classificada com recurso à informação que deriva do período da normal climatológica 1991-2020.
Neste período foram registados 2 novos extremos absolutos do maior valor da temperatura máxima do ar (dia 4 Julho) e 5 novos extremos absolutos do maior valor da temperatura mínima do ar (dias 3 e 4). O valor mais elevado da temperatura máxima do ar, 44.3°C, foi registado no dia 3 de Julho em Mora.
Precipitação – 8.º Julho mais seco desde 1931 e o mais seco deste século. O valor médio da quantidade de precipitação total mensal foi de apenas 0.8 mm, correspondendo a menos de 8% do valor normal para o mês.
No final do mês verificou-se um agravamento generalizado da situação de seca meteorológica em Portugal continental, estendendo-se a todo o território e reflectindo a persistência de temperaturas elevadas e a escassez de precipitação observadas durante Julho.
ARQUIPÉLAGO
DOS AÇORES – Julho de 2026 foi considerado frio e muito
chuvoso. A relação entre os desvios médios da temperatura do ar e os
desvios relativos da quantidade de precipitação nas estações do IPMA nos
Açores, para Julho desde o ano 2000, mostra que Julho de 2026 foi relativamente
frio e muito chuvoso.
Os totais mensais de precipitação observados nos Açores estiveram muito acima
dos terceiros quartis das respectivas distribuições para o período 1999-2025,
ultrapassando os valores absolutos da série nas estações das Flores, Graciosa e
S. Maria.
ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA – Nas quatro estações de referência (Funchal/Observatório, Chão do Areeiro, Santana e Porto Santo), o mês de Julho de 2026 caracterizou-se por valores médios de temperatura do ar superiores à normal e por quantidades de precipitação acumulada inferiores à normal (período de referência 1991 – 2020).
Temperatura do ar – Durante o mês de Julho, as quatro estações de referência registaram valores médios de temperatura do ar acima da normal. Destacou-se a estação do Porto Santo, que registou o valor médio mais elevado para o mês de Julho desde 1961, correspondendo a uma anomalia positiva de + 1,3 °C. As estações do Funchal/Observatório e de Santana registaram, cada uma, o 2º valor mais elevado de temperatura média do ar para o mês de Julho desde 1961, com anomalias positivas de 1,1 °C e 1,2 °C, respectivamente. Foram ainda registados dois novos extremos para o maior valor de temperatura máxima do ar, nas estações do Porto Moniz e Selvagem Grande.
Precipitação – Relativamente à precipitação, as quatro estações de referência registaram quantidades acumuladas inferiores aos respectivos valores da normal.
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Fonte: IPMA
Sábado, 7 de Agosto (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 39,0 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 38,8 ºC
Elvas – 38,1 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 38,0 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 37,9 ºC
Portel (Oriola) – 37,1 ºC
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Espinho (Aeródromo) – 24,4 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 24,4 ºC
Cabo da Roca – 24,4 ºC
Esposende (CIM) – 23,7 ºC
Sintra (Tapada do Mouco)- 23,6 ºC
Cabo Raso – 23,6 ºC
Pico do Areeiro/São Jorge – 18,2 ºC
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Fonte: IPMA
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
Sexta-feira, 7 de Agosto (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) -39,3 ºC
Alvega – 38,6 ºC
Elvas – 38,6 ºC
Zebreira – 38,5 ºC
Portel (Oriola) – 38,0 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 37,9 ºC
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Espinho (Aeródromo) – 23,0 ºC
Sintra (Tapada do Mouco)- 23,0 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 28,0 ºC
Esposende (CIM) – 22,7 ºC
Cabo da Roca – 22,7 ºC
Cabo Raso – 21,1 ºC
Ribeira das Nove/Terceira (Açores) – 16,9 ºC
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Fonte: IPMA
Onda de calor bate recordes de temperatura na Europa Central e de Leste
A onda de calor que afecta grande parte da Europa Central e de Leste continua a bater recordes de temperatura, com máximos históricos registados na Eslováquia e na Áustria e valores excepcionais também na Hungria, Polónia e República Checa. As temperaturas extremas estão a agravar a seca, a aumentar o risco de incêndios florestais e a provocar constrangimentos no abastecimento de energia e nos transportes.
A Eslováquia registou 42,2 graus Celsius, o valor mais elevado desde que existem registos meteorológicos no país. Também a Áustria bateu o seu recorde absoluto, com 41,2 graus, superando a anterior marca nacional. A Hungria voltou igualmente a enfrentar temperaturas próximas dos 40 graus, num episódio de calor considerado excepcional para a região.
Segundo os serviços meteorológicos, a massa de ar quente continua a afectar vários países da Europa Central e Oriental, incluindo Alemanha, Polónia, República Checa e Roménia.
A persistência das temperaturas elevadas está a reduzir os caudais de rios importantes, como o Danúbio e o Reno, criando dificuldades na produção de energia e no transporte fluvial. Na Hungria, a central nuclear de Paks teve de reduzir temporariamente a produção devido à escassez de água para arrefecimento, enquanto o Governo adoptou medidas para reduzir o consumo eléctrico, incluindo o desligamento da iluminação decorativa de edifícios públicos. Na Roménia foram implementadas medidas semelhantes para aliviar a pressão sobre a rede eléctrica.
Na Alemanha, o baixo nível das águas do Reno está a dificultar a navegação comercial e a aumentar os custos de transporte de mercadorias.
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Fonte: SAPO Notícias
Comissão conclui que resposta aos incêndios de 2025 “foi insuficiente”
A Comissão Técnica Independente para a avaliação dos incêndios rurais de 2025 concluiu que a resposta operacional e as condições de gestão do território foram insuficientes para conter a propagação dos fogos, apesar das condições meteorológicas extremas registadas nesse ano. O relatório final, entregue na Assembleia da República, identifica falhas na prevenção, no combate e na operacionalização das políticas públicas de gestão integrada de fogos rurais.
Criada ao abrigo da Lei n.º 5/2026, de 19 de Janeiro, a comissão tinha como missão analisar os incêndios rurais de 2025, avaliar as suas causas, impactos e o funcionamento do sistema de prevenção e combate, bem como apresentar recomendações para evitar situações semelhantes no futuro. Embora a designação da comissão remeta para os incêndios de agosto de 2025, o relatório analisa toda a época de incêndios rurais desse ano em Portugal continental, recorrendo também aos dados de 2018 a 2024 para avaliar a evolução das medidas adoptadas após os incêndios de 2017.
A investigação incidiu sobretudo nos 11 incêndios que ultrapassaram os cinco mil hectares de área ardida e incluiu a audição de 20 entidades, bem como questionários dirigidos a dirigentes, operacionais e população. Segundo o relatório, em 2025 registaram-se 8.256 incêndios rurais e arderam 271.587 hectares, a quarta maior área ardida desde que existem registos oficiais. O incêndio do Piódão, com mais de 65 mil hectares consumidos pelas chamas, foi o maior de que há registo em Portugal.
A comissão reconhece que as condições meteorológicas do verão de 2025 foram determinantes para a severidade da época de incêndios. Ainda assim, considera que a dimensão da área ardida ultrapassou o que seria expectável, concluindo que a resposta operacional e a gestão do território não foram suficientes para travar a expansão dos fogos.
Entre as principais fragilidades identificadas está a reduzida execução da gestão de combustíveis, que permaneceu “num nível estruturalmente baixo” face ao previsto. A comissão aponta uma incapacidade sistémica e insuficiência estratégica nesta matéria, embora refira que os elementos recolhidos não permitem concluir pela existência de negligência por parte das entidades responsáveis.
O relatório identifica igualmente limitações na resposta operacional, descrevendo-a como predominantemente reactiva. Entre os problemas assinalados estão a dificuldade em antecipar o comportamento dos incêndios, o reduzido aproveitamento das oportunidades de supressão, a falta de apoio técnico à decisão, falhas na documentação das operações, insuficiente qualificação e especialização dos recursos humanos e dificuldades na gestão do desgaste dos operacionais durante operações prolongadas. A comissão destaca ainda que os meios de combate estiveram frequentemente concentrados na protecção de povoações e estradas, o que permitiu que os incêndios continuassem a progredir para outras zonas, acabando por ameaçar novas localidades.
Ao nível da protecção civil, o relatório aponta persistentes assimetrias entre municípios na comunicação de emergência e na preparação das populações. A ausência de procedimentos uniformes de coordenação e validação da informação favoreceu, segundo a comissão, a circulação de mensagens contraditórias, com potencial impacto na confiança dos cidadãos e na adopção de comportamentos de autoprotecção.
No plano das políticas públicas, a comissão considera que a criação do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais e do respectivo Plano Nacional estabeleceu um novo paradigma, mas salienta que vários instrumentos essenciais para a sua concretização continuam por implementar. Apesar de considerar válidos os princípios de aproximação entre prevenção e combate, da profissionalização e da especialização dos agentes, conclui que a sua aplicação efectiva no terreno permanece aquém do necessário.
Bianca Marques
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Fonte: O JornalEconómico
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
quarta-feira, 5 de agosto de 2026
Quarta-feira, 5 de Agosto (07h50)
Imagem de Satélite às 07h50
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Fonte: SAT24
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Manhã marcada em Portugal Continental pela presença de neblinas e nebulosidade baixa, em fase de dissipação.
segunda-feira, 3 de agosto de 2026
PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo variável
Fonte: SAT24
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Tempo variável em Portugal Continental, com muita nebulosidade dispersa e ocorrência de precipitação fraca no litoral oeste e, na parte da manhã, no interior do Alentejo.
sábado, 1 de agosto de 2026
Sábado, 1 de Agosto (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) -39,7 ºC
Elvas – 38,2 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 38,2 ºC
CastroVerde (N. Corvo) – 38,1 ºC
Alvega – 37,8 ºC
Alvalade – 37,8 ºC
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Cabo Carvoeiro – 21,9 ºC
Sintra (Tapada do Mouco) – 21,7 ºC
Cabo da Roca – 21,7 ºC
Cabo Raso – 21,1 ºC
Viana do Castelo (Chafé) – 20,8 ºC
Esposende (CIM) – 19,4 ºC
Alto do Cabouco/Faial (Açores) – 17,8 ºC
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Fonte: IPMA
sexta-feira, 31 de julho de 2026
A meteorologia, os incêndios florestais e o papel do IPMA
Além dos dados operacionais sobre o combate aos fogos, o blog oferece uma avaliação técnica detalhada das plataformas digitais do IPMA, analisando a sua eficácia na comunicação de alertas à população. O autor reforça a importância de consultar fontes oficiais e adoptar medidas de prevenção contra os riscos térmicos e a desinformação digital. Esta compilação serve como um registo crítico da gestão de emergências e da vigilância climática num período de crise ambiental severa.
Autarca de Valpaços pede declaração de situação de calamidade após fogo destruir 15 mil hectares
O incêndio que deflagrou em Valpaços e atingiu os concelhos de Mirandela e Vinhais já queimou 15 mil hectares, entre vinhas, olivais, floresta e mato, segundo o presidente da Câmara de Valpaços, que adiantou ter pedido a declaração de situação de calamidade. "Já arderam 15 mil hectares, dos quais mais de 10 mil hectares são em Valpaços", afirmou esta sexta-feira à agência Lusa Jorge Mata Pires.
O autarca descreveu uma situação “dantesca” que atingiu o concelho do norte do distrito de Vila Real e adiantou já ter enviado o pedido para que seja declarada situação de calamidade. Este é um município essencialmente de produção agrícola e o fogo atingiu, segundo salientou, "centenas de hectares de vinha, arderam muitos olivais, muitos amendoais, explorações de frutos vermelhos, mirtilos".
Contabilizam-se ainda cerca de duas dezenas de casas atingidas, entre casas de primeira e segunda habitação e devolutas, com quatro pessoas desalojadas e que foram realojadas em locais temporários. Jorge Mata Pires disse que "são muitos os prejuízos" deixados pelo fogo que deflagrou na terça-feira à tarde em Ervões, em Valpaços, e se estendeu aos concelhos de Mirandela e Vinhais, já no distrito de Bragança.
Na quarta-feira, a câmara activou o Plano Municipal de Emergência e Protecção Civil. Esta sexta-feira, segundo disse, ainda se combatem as chamas no terreno, com uma frente na zona de Bouçoais e "ilhas" noutros locais, pelo que espalhados pelo terreno estão vários bombeiros atentos a reacendimentos e em acções de consolidação e rescaldo. Já se está a trabalhar no levantamento dos prejuízos, antecipando que o município deverá remeter ao Governo o dossiê preliminar na segunda-feira.
Jorge Mata Pires realçou que, durante estes dias, a “prioridade absoluta foi a protecção das pessoas e dos seus bens, a segurança das comunidades afectadas”, destacando o trabalho incansável de todos os operacionais que estão no terreno, desde bombeiros, militares da GNR, Protecção Civil ou Exército. Explicou que várias aldeias foram evacuadas ou então optou-se pelo confinamento das populações em locais seguros como forma de prevenção e de protecção dos residentes. Disse ainda estar em contacto com o ministro da Administração Interna, com o secretário de Estado da Protecção Civil e até com o primeiro-ministro, que estão a acompanhar a situação.
O combate ao fogo foi dificultado, salientou, pelo vento intenso e, em alguns períodos, o fumo intenso impossibilitou a actuação dos meios aéreos. Segundo a página online da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC), pelas 14h18 desta sexta-feira estavam mobilizados para este incêndio 937 operacionais, 307 viaturas e seis meios aéreos.
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Fonte: Expresso
quarta-feira, 29 de julho de 2026
Quarta-feira, 29de Julho (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Mirandela – 39,2 ºC
Macedo de Cavaleiros (Bagueixe) – 37,4 ºC
Miranda do Douro – 36,6 ºC
Zebreira – 36,5 ºC
Moncorvo – 36,1 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 36,1 ºC
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Espinho (Aeródromo) – 22,2 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 22,1 ºC
Cabo da Roca – 22,0 ºC
Sintra (Tapada do Mouco) – 21,5 ºC
Esposende (CIM) – 21,4 ºC
Cabo Raso – 21,3 ºC
Pico Alto (Madeira) – 18,0 ºC
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Fonte: IPMA
terça-feira, 28 de julho de 2026
Terça-feira, 28 de Julho (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Mirandela – 40,4 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 40,3 ºC
Alvega – 40,3 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 39,4 ºC
Zebreira – 39,0 ºC
Amareleja – 39,0 ºC
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São Pedro de Moel – 21,9ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 21,9 ºC
Viana do Castelo (Chafé) – 21,6 ºC
Cabo da Roca – 21,3 ºC
Espinho (Aeródromo) – 21,0 ºC
Esposende (CIM) – 20,6 ºC
Cabo Raso – 20,6 ºC
Areeiro (Madeira) – 15,2 ºC
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Fonte: IPMA








