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terça-feira, 26 de maio de 2026
Terça-feira, 26 de Maio (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Alvalade – 37,8 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 37,5 ºC
Mora – 37,4 ºC
Coruche – 36,9 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 36,9 ºC
Amareleja – 36,9 ºC
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Fóia – 24,2 ºC
Sagres – 23,6 ºC
São Pedro de Moel – 23,4 ºC
Penhas Douradas – 22,9 ºC
Espinho (Aeródromo) – 22,8 ºC
Esposende (CIM) – 19,2 ºC
Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 9,6 ºC
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Fonte: IPMA
segunda-feira, 25 de maio de 2026
domingo, 24 de maio de 2026
sábado, 23 de maio de 2026
Sábado, 23 de Maio: Instabilidade no norte e centro
Imagem de Satélite às 12h00
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Fonte: SAT24
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Um núcleo de ar frio em altitude centrado ligeiramente a noroeste de Portugal Continental favorece o desenvolvimento de nebulosidade convectiva nas regiões do norte e centro, originando tempo instável com a ocorrência de aguaceiros e trovoadas, acompanhados de vento com rajadas.
PORTUGAL CONTINENTAL: Temperaturas máximas dia 22 de Maio
22 de Maio de 2026
(Tecle na imagem para ampliar)
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Fonte: IPMA
Sábado, 23 de Maio (03h00)
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Nevoeiro condiciona operação aérea em Ponta Delgada
O nevoeiro intenso provocou vários constrangimentos na operação aérea ao longo do dia de hoje, em Ponta Delgada – atrasos, cancelamentos e a divergência de voos para outros aeroportos.
Os voos desta manhã provenientes de Boston, Toronto, Montreal, Lisboa e Newark divergiram e não aterraram no Aeroporto João Paulo II. As viagens de Ponta Delgada para Praia, Porto, Lisboa, Funchal e Barcelona foram cancelados. Na operação interilhas, os voos para as Flores e Corvo foram também cancelados.
Em comunicado, a SATA garante que os passageiros afectados “serão contactados e reacomodados com a maior brevidade possível”.
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Fonte: RTP Açores
Sexta-feira, 22 de Maio (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Alvega – 37,4 ºC
Alvalade – 37,1 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 37,0 ºC
Portel (Oriola) – 36,9 ºC
Mora – 36,8 ºC
Amareleja – 36,6 ºC
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Espinho (Aeródromo) – 22,9 ºC
Cabo da Roca – 21,9 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 21,4 ºC
São Pedro de Moel – 21,3 ºC
Sintra (Tapada do Mouco) – 21,2 ºC
Cabo Raso – 21,2 ºC
Esposende (CIM) – 20,2 ºC
Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 13,6 ºC
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Fonte: IPMA
quinta-feira, 21 de maio de 2026
IPMA: Temperaturas elevadas e poeiras em suspensão em Portugal continental (II)
A influência conjunta de um anticiclone localizado na Europa Central, a estender-se em crista para o arquipélago da Madeira e de um vale depressionário que se estende desde o norte de África até à Península Ibérica, origina o transporte de uma massa de ar tropical sobre a Península Ibérica, a qual é responsável por um episódio de tempo quente, com temperaturas acima de média para a época do ano nos próximos dias.
Desde dia 20 que se registou uma subida acentuada da temperatura máxima, subida essa que se vai continuar a fazer sentir até dia 22, embora de forma menos significativa. Assim, na generalidade do território os valores da temperatura máxima deverão variar aproximadamente entre 30 e 35 °C, com excepção de alguns locais da faixa costeira, onde deverão ser ligeiramente inferiores, e do interior do Alentejo, vale do Tejo, e na parte mais interior de alguns vales dos rios, onde se poderão atingir 37 a 39 °C.
A temperatura mínima deverá também subir em todo o território, prevendo-se que em alguns locais do Alentejo e do Algarve, sejam registados valores próximos de 20°C, ou seja, noites tropicais.
A temperatura manter-se-á elevada nos dias seguintes, contribuindo para uma provável onda de calor em grande parte das estações do IPMA, com excepção de estações do litoral, onde é previsível que seja quebrada nos dias 23 e 24. De facto, no sábado dia 23 está prevista uma pequena descida de temperatura, em especial da máxima e no litoral oeste, devido a uma conjugação de factores, que vão desde a entrada de uma componente marítima mais significativa a um aumento de nebulosidade devido a uma depressão isolada em altitude, e ocorrência de aguaceiros localizados, especialmente nas zonas montanhosas do interior, que poderão ser fortes, de granizo e acompanhados de trovoadas. Esta situação dever-se-á prolongar durante o fim-de-semana.
Adicionalmente, a referida situação meteorológica é favorável ao transporte de poeiras em suspensão provenientes do norte de África, a qual se deverá manter até dia 23, embora com tendência a diminuir a sua concentração a partir do meio da tarde.
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Fonte: IPMA
Quinta-feira, 21 de Maio (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Alvega – 35,8 ºC
Amareleja – 35,6 ºC
Mora – 35,3 ºC
Alvalade – 35,1 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 34,9 ºC
Portel (Oriola) – 34,5 ºC
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Penhas Douradas – 22,1 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 21,7 ºC
São Pedro de Moel – 20,7 ºC
Cabo da Roca – 21,6 ºC
Cabo Raso – 19,8 ºC
Esposende (CIM) – 19,4 ºC
Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 9,1 ºC
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Fonte: IPMA
quarta-feira, 20 de maio de 2026
IPMA: Temperaturas elevadas e poeiras em suspensão em Portugal continental (I)
Já hoje, dia 20, foi possível observar uma subida acentuada dos valores da temperatura máxima em Portugal continental, que ronda cerca de 6 a 10°C relativamente ao dia de ontem. Amanhã prevê-se nova subida, com os valores de temperatura máxima a variarem entre 30 e 35°C na grande maioria do território, com excepção de alguns locais da faixa costeira ocidental, podendo atingir 37 ou 38°C no Alentejo, vale do Tejo e alguns vales dos rios na parte mais interior das regiões Norte e Centro. A temperatura mínima irá também subir em todo o território, prevendo-se que em alguns locais do Alentejo e do Algarve, sejam registados valores próximos de 20°C, ou seja, noites tropicais.
A temperatura manter-se-á elevada nos dias seguintes, contribuindo para uma possível onda de calor em algumas regiões, embora esteja prevista uma pequena descida no domingo, dia 24, devido a uma depressão isolada em altitude, cuja posição apresenta ainda elevada incerteza. Devido à referida depressão, não é de descartar que possam ocorrer aguaceiros e trovoada nas regiões Norte e Centro, particularmente nas regiões montanhosas, durante o fim-de-semana.
Deverão observar-se poeiras em suspensão a partir de amanhã, dia 21, mantendo-se nos dias seguintes, embora diminuindo gradualmente a sua concentração.
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Fonte: IPMA
Quarta-feira, 20 de Maio (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 34,0 ºC
Alvalade – 34,0 ºC
Alvega – 33,8 ºC
Mora – 33,7 ºC
Amareleja – 33,7 ºC
Portel (Oriola) – 33,6 ºC
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Penhas Douradas – 20,0 ºC
São Pedro de Moel – 19,6 ºC
Cabo da Roca – 19,2 ºC
Cabo Raso – 18,3 ºC
Espinho (Aeródromo) – 18,2 ºC
Esposende (CIM) – 17,6 ºC
Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 10,0 ºC
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Fonte: IPMA
Quarta-feira, 20 de Maio (07h00)
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Portalegre – 19,0 ºC
Tavira – 18,1 ºC
Aeródromo de Santa Catarina (Madeira) – 18,0 ºC
Vila Real de Santo António – 17,6 ºC
Olhão (EPPO) – 17,6 ºC
Castro Marim (R.N. Sapal) – 17,5 ºC
Portimão (Praia da Rocha) – 17,4 ºC
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Miranda do Douro – 5,7 ºC
Bragança (Aeródromo) – 5,5 ºC
Arouca – 5,3 ºC
Montalegre – 4,5 ºC
Carrazeda de Ansiães – 2,4 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 1,5 ºC
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Fonte: IPMA
terça-feira, 19 de maio de 2026
Terça-feira, 19 de Maio (16h00)
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 27,8 ºC
Alvega – 26,6 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 26,5 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 26,2 ºC
Elvas – 26,0 ºC
Alvalade – 26,0 ºC
Alcoutim (M. Longo) – 26,0 ºC
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Paços Ferreira – 16,1 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 15,8 ºC
Castro Daire/Mézio (CIM) – 15,3 ºC
Montalegre – 15,1 ºC
Oliveira de Frades (CIM) – 14,7 ºC
Penhas Douradas – 14,1 ºC
Pico Alto (Madeira) – 13,1 ºC
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Fonte: IPMA
segunda-feira, 18 de maio de 2026
Segunda-feira, 18 de Maio (07h00)
Algumas temperaturas às 07h00
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Funchal (Madeira) – 17,5 ºC
Portimão (Praia da Rocha) – 15,6 ºC
Olhão (EPPO) – 15,3 ºC
Cabo Raso – 14,8 ºC
Barreiro (Lavradio) – 14,8 ºC
Tavira – 14,8 ºC
Faro (Aeródromo) – 14,7 ºC
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Satão (CIM) – 5,5 ºC
Aguiar da Beira (CIM) – 5,0 ºC
Lousã/Trevim – 4,6 ºC
Montalegre – 4,5 ºC
Vila Pouca de Paiva – 3,5 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 3,0 ºC
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Fonte: IPMA
quarta-feira, 13 de maio de 2026
segunda-feira, 11 de maio de 2026
Segunda-feira, 11 de Maio (16h00)
Imagem de Satélite às 16h00
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Fonte: SAT24
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Tempo instável em Portugal Continental, associado à passagem de sucessivas linhas de instabilidade sobre o território do continente, em deslocamento de sudoeste para nordeste e associadas ao centro da depressão centrada a oeste da Península Ibérica. Períodos de chuva ou aguaceiros.
domingo, 10 de maio de 2026
Domingo, 9 de Maio (16h00)
sábado, 9 de maio de 2026
PORTUGAL CONTINENTAL: Tarde instável
Tarde de instabilidade em Portugal Continental com várias linhas de instabilidade sobre o território do continente, deslocando-se do litoral para o interior em progressão para nordeste e afectando sobretudo o litoral oeste; ocorrência de aguaceiros e trovoadas dispersas, por vezes com queda de granizo.
sexta-feira, 8 de maio de 2026
PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável
Avanço da instabilidade pelo sudoeste do território de Portugal Continental, associado a linhas de instabilidade girando em torno de uma depressão cavada a oeste da Península Ibérica. É previsível que a instabilidade progrida para o interior e para norte ao longo desta noite, originando períodos de chuva ou aguaceiros, pontualmente acompanhados por trovoadas.
Sexta-feira, 8 de Maio (12h05)
Imagem de satélite às 12h05
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Fonte: SAT24
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Tempo variável, com maior instabilidade nas regiões montanhosas do norte e centro, com ocorrência de aguaceiros e trovoadas dispersas.
quinta-feira, 7 de maio de 2026
quarta-feira, 6 de maio de 2026
Mau tempo: Três meses depois apoios continuam a chegar a “conta-gotas” (IV)
Zonas Ribeirinhas – Em 16 de Abril, o Conselho de Ministros aprovou um apoio de 76,5 milhões de euros (ME) “para reconstruir e proteger territórios ribeirinhos e costeiros” mais afectados pelo “comboio de tempestades”, em particular nas infraestruturas hídricas e no litoral, nos municípios abrangidos pela “declaração do estado de calamidade e outros nos quais a Agência Portuguesa do Ambiente [APA] identificou danos relevantes e de intervenção urgente”. Em 7 de Abril, a ministra do Ambiente tinha indicado que o Governo tem 174 milhões de euros para intervir no litoral até ao fim de 2027 e que tinham sido contabilizados 571 danos causados pelas tempestades do inverno.
Maria da Graça Carvalho apontou que as intervenções mais urgentes, que vão ser feitas antes da época balnear, correspondem a 27 milhões.
Fundo de Solidariedade Europeu – O Governo submeteu, em 13 de Abril, um pedido de apoio ao Fundo de Solidariedade da União Europeia (FSUE), declarando prejuízos superiores a 5.300 milhões de euros devido ao mau tempo. O FSUE destina-se a apoiar os Estados-membros face à ocorrência de catástrofes naturais graves ou emergências de saúde pública e a candidatura pretende ajudar na reconstrução das infraestruturas públicas afectadas e nas intervenções de emergência.
Dois dias depois, a Comissão Europeia disse ter recebido e estar a avaliar o pedido de Portugal.
Adiantamento para despesas urgentes dos municípios – O Governo publicou, em 15 de Abril, um despacho para o reforço, em 75 milhões de euros (ME), do Fundo de Emergência Municipal (FEM) como adiantamento “por conta dos contractos de auxílio financeiro que venham a ser celebrados”, para que os municípios tenham fundos para fazer frente às despesas mais urgentes decorrentes das tempestades. Os fundos devem ser utilizados na recuperação imediata de escolas e estradas municipais e outros equipamentos das autarquias locais.
O adiantamento poderá ser atribuído aos municípios com um apuramento preliminar de danos de, no mínimo, 500 mil euros e num montante que tem como limite máximo 50% do valor dos danos. A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) tinha reiterado a necessidade de um pacote financeiro para as autarquias reconstruírem infraestruturas e equipamentos, sobretudo no caso de Câmaras de pequena e média dimensão, com orçamentos e recursos escassos.
Seguros – As seguradoras pagaram, até meados de Abril, 359 milhões de euros em indemnizações por danos causados pelas tempestades, prevendo que os estragos cobertos atinjam 1.086 milhões de euros. Segundo a Associação Portuguesa de Seguradores (APS), o mau tempo tinha provocado até então 193 mil participações de sinistros, das quais 106 mil já se encontravam encerrados ou com adiantamentos efectuados.
A APS indicou que Leiria é o concelho com maior volume de perdas protegidas por seguros, seguindo-se Marinha Grande e Pombal.
Banca – Perto de 7.400 clientes particulares e empresas afectados pelo mau tempo, com créditos de 930 milhões de euros, tinham aderido, até final de Março, à moratória de créditos decretada pelo Governo, disse, esta semana, a vice-governadora do Banco de Portugal, salientando que esta informação é ainda “incompleta e provisória”. Clara Raposo afirmou que o montante dos créditos abrangidos pela moratória representa “menos de 1,5% dos créditos à habitação das famílias e 4% dos créditos concedidos a empresas” nas regiões afectadas pelas tempestades.
A vice-governadora salientou ainda que 60% dos pedidos de adesão à moratória de 90 dias partiu das empresas, maioritariamente de média dimensão e com vocação exportadora.
Programa PTRR – O Governo vai aprovar a versão final do programa “Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência” (PTRR) na terça-feira e só nessa altura anunciará o seu valor global, disse o primeiro-ministro. O PTRR é um programa para que o país possa recuperar economicamente das consequências do mau tempo e actuar nas infraestruturas mais críticas, com medidas que devem ser executadas até 2035.
No âmbito da consulta pública do programa, a Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Leiria apresentou propostas de investimentos de 675 ME, dos quais 350 ME para a área das infraestruturas. A CCDR de Lisboa a Vale do Tejo remeteu ao Governo uma proposta com 187 projectos considerados estruturantes para a região e a prioridade da região Norte será a recuperação das infraestruturas críticas, sem esquecer a resiliência e o futuro, salientou o presidente desta CCDR, Álvaro Santos.
PRR – O valor das obras que estavam a ser realizadas no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e que ficaram suspensas devido à tempestade Kristin rondará os 500 milhões de euros, disse, em 28 de Março, o ministro da Economia e da Coesão Territorial. Castro de Almeida sublinhou que Portugal não perderá o financiamento europeu e precisou que o dinheiro vai ser afectado a outros investimentos, enquanto as obras do PRR “serão financiadas de outra forma”.
A Comissão Europeia confirmou, em resposta à Lusa, que está a identificar, com as autoridades portuguesas, os projectos do PRR que não poderão ser executados até 31 de agosto devido às tempestades, para realocar o seu financiamento para outros fins, incluindo em esforços de reparação.
Presidência Aberta – O Presidente da República iniciou em 06 de Abril, na região Centro, a sua primeira Presidência Aberta, focada na resposta ao mau tempo, para “ajudar a minorar as dificuldades das pessoas e centrada nas soluções dos seus problemas”. António José Seguro prometeu manter a vigilância reactivamente à reconstrução da zona Centro, considerando que é preciso manter “o nível de ajuda e proximidade”, acelerar apoios e adaptar medidas.
Salientando que ainda não é o momento de uma avaliação, pediu “menos palavras e mais acção”, mas considerou que é preciso perceber o que aconteceu para “tirar ilações para o futuro”. Na semana anterior, Seguro tinha visitado Alcácer do Sal, sem anúncio prévio, para verificar, no local, o ponto de situação dos trabalhos de recuperação na sequência das cheias que afectaram toda a zona ribeirinha e campos agrícolas do concelho no início de Fevereiro.
CONCLUSÃO
26 de Abril de 2026
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Fonte: Notícias de Coimbra




















