terça-feira, 23 de junho de 2026
Instabilidade no Baixo Alentejo (09h30)
segunda-feira, 22 de junho de 2026
Calor Perde Força: Alteração da Sinóptica Quebra o Episódio Extremo
A evolução sinóptica das últimas horas sofreu uma alteração relevante, com a depressão a posicionar-se um pouco mais a sul e mais próxima da costa Oeste, empurrando o núcleo de ar muito quente para o centro da Europa e reforçando sobre o litoral norte um padrão fresco, húmido e estável, típico desta altura do ano. Esta mudança deverá reduzir a persistência e a intensidade da onda de calor, em particular na metade Oeste e sul de Portugal, tornando o episódio menos severo e mais alinhado com o regime estival habitual. Ainda assim, o interior do país continuará com temperaturas acima da média, após ter registado valores muito elevados — como os 42,7 °C no Pinhão, 42,5 °C em Alvega e perto dos 40 °C em Mirandela, Ponte de Sôr e Mora.
Devido a esta circulação mais atlântica, a noite de S. João deverá apresentar céu muito nublado, humidade elevada e vento fraco de quadrantes marítimos, favorecendo a formação das típicas orvalhadas — um comportamento clássico do litoral norte nesta época e associado ao posicionamento mais meridional do anticiclone dos Açores. O ambiente será suave e húmido, com possibilidade moderada de nevoeiro nas primeiras horas da madrugada.
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Fonte: IClimateAdviserSegunda-feira, 22 de junho (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Pinhão (Santa Bárbara) – 37,6 ºC
Mirandela – 37,5 ºC
Miranda do Douro – 37,3 ºC
Macedo de Cavaleiros (Bagueixe) – 36,8 ºC
Zebreira – 36,7 ºC
Moncorvo- 35,8 ºC
Bragança – 35,6 ºC
Chaves (Aeródromo) – 35,6 ºC
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Esposende (CIM) – 20,3 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 19,9 ºC
Espinho (Aeródromo) – 19,4 ºC
Cabo Raso – 19,2 ºC
Sintra (Tapada do Mouco) – 19,1 ºC
Cabo da Roca – 19,0 ºC
Areeiro (Madeira) – 15,5 ºC
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Fonte: IPMA
A atenção dos estimados leitores...
DIGA NÃO A FALSOS CLIMATOLOGISTAS E FALSOS METEOROLOGISTAS QUE PROLIFERAM NO ESPAÇO ONLINE QUE CONSTANTEMENTE FAZEM PREVISÕES DE FENÓMENOS QUE NÃO ACONTECEM, ASSUSTANDO POPULAÇÕES SEM ASSUMIREM QUALQUER RESPONSABILIDADE PELAS PREVISÕES QUE FAZEM; CONSULTE APENAS SITES CONFIÁVEIS.
POR FAVOR COMBATA TAMBÉM A PROLIFERAÇÃO DE INCENDIÁRIOS DIGITAIS QUE PROLIFERAM NA INTERNET QUE NÃO TÊM QUAISQUER SENTIMENTO PELO SOFRIMENTO HUMANO; RECORRA APENAS A FONTES OFICIAIS E NÃO COLOQUE MAIS GASOLINA NOS FOGOS COM IMAGENS DE INCÊNDIOS E DE POPULAÇÕES EM EXTREMO SOFRIMENTO HUMANO.
domingo, 21 de junho de 2026
PORTUGAL CONTINENTAL: Início do verão (20h40)
Fonte: SAT24
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Nesta imagem de satélite das 20h40 de hoje, verificamos como em Portugal Continental surgem diferenças nítidas entre uma tarde de sol no norte e e já noite no Algarve.
Domingo, 21de junho (16h00)
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Pinhão (Santa Bárbara) – 42,2 ºC
Alvega – 41,0 ºC
Mirandela – 39,9 ºC
Avis (Benavila) – 39,4 ºC
Mora – 39,2 ºC
Ponte de Sôr (Aeródromo) – 39,1 ºC
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Santa Cruz (Aeródromo) – 20,2 ºC
Cabo da Roca – 19,8 ºC
Espinho (Aeródromo) – 19,4 ºC
São Pedro de Moel – 19,4 ºC
Cabo Raso – 19,4 ºC
Esposende (CIM) – 18,1 ºC
Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 12,8 ºC
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Fonte: IPMA
PORTUGAL CONTINENTAL: Início do verão (06h25)
Imagem de satélite às 06h25
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Nesta imagem de satélite das 06h25 de hoje, verificamos como em Portugal Continental surgem diferenças nítidas entre uma manhã de sol no norte e noite ainda fechada no Algarve.
sábado, 20 de junho de 2026
sexta-feira, 19 de junho de 2026
Sexta-feira, 19 de Junho (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 38,1 ºC
Elvas – 36,9 ºC
Amareleja – 36,4 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 36,1 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 36,1 ºC
Mirandela – 35,6 ºC
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São Pedro de Moel – 19,8 ºC
Cabo Raso – 19,7 ºC
Cabo da Roca – 19,6 ºC
Espinho (Aeródromo) – 19,1 ºC
Esposende (CIM) – 18,8 ºC
Sintra (Tapada do Moco) – 18,6 ºC
Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 15,1 ºC
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Fonte: IPMA
quinta-feira, 18 de junho de 2026
Quinta-feira, 18 de Junho (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 37,9 ºC
Alvalade – 36,5 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 36,5 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 36,4 ºC
Amarelaja – 36,2 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 35,2 ºC
Alvega – 35,9 ºC
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Viana do Castelo (Chafé) – 19,4 ºC
São Pedro de Moel – 19,4 ºC
Cabo Raso – 19,0 ºC
Porto (Pedras Rubras) – 18,6 ºC
Cabo da Roca – 18,6 ºC
Esposende (CIM) – 17,8 ºC
Espinho (Aeródromo) – 17,5 ºC
Ribeira das Nove/Terceira (Açores) – 15,8 ºC
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Fonte: IPMA
PORTUGAL CONTINENTAL: Instabilidade no interior
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quarta-feira, 17 de junho de 2026
Cumulonimbos
Nesta tarde desenvolveram-se cumulonimbos (nuvens de desenvolvimento vertical) no Alentejo e interior da Beira que atingiram os 20 quilómetros de altitude (atravessaram toda a troposfera) originando violentas trombas de água onde se formaram. Note-se que estas nuvens surgem nas horas de maior calor e têm um rapidíssimo desenvolvimento vertical desencadeando fortes aguaceiros e trovoadas intensas; o ar, ao subir na troposfera, arrefece rapidamente e condensa, formando gotas de água ou de gelo que, devido ao peso, precipitam-se rapidamente em direcção ao solo. O que mais impressiona é a altura do topo máximo das nuvens (20 Km), ou seja, o seu topo poderia ser visível até 2 000 quilómetros de distância.
Quarta-feira, 17 de Junho: tarde instável
Quarta-feira, 17 de Junho (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 38,1 ºC
Portel (Oriola) – 37,9 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 37,4 ºC
Alvega – 37,3 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 37,2 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 36,7 ºC
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Sintra (Tapada do Mouco) – 20,6 ºC
São Pedro de Moel – 19,5 ºC
Espinho (Aeródromo) – 19,1 ºC
Cabo Raso - 18,1 ºC
Cabo da Roca – 17,7 ºC
Esposende (CIM) – 17,6 ºC
Pico alto (Madeira) – 15,5 ºC
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Fonte: IPMA
segunda-feira, 15 de junho de 2026
Segunda-feira, 15 de Junho: Tempo variável
domingo, 14 de junho de 2026
Domingo, 14 de Junho: Tempo instável
sábado, 13 de junho de 2026
Sábado, 13 de Junho (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Alvega – 37,9 ºC
Mora – 37,9 ºC
Coruche (Cruz do Leão) – 37,0 ºC
Coruche – 36,6 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 36,4 ºC
Santarém (Fonte Boa) – 36,3 ºC
Amareleja – 36,3 ºC
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Dunas de Mira – 23,0 ºC
Sagres – 23,0 ºC
Viseu (Cidade) – 22,5 ºC
Espinho (Aeródromo) – 22,2 ºC
Portimão (Praia da Rocha) – 22,0 ºC
Viseu (C. Coordenação) – 21,7 ºC
Fóia – 19,6 ºC
Pico do Areeiro/S. Jorge (Açores) – 14,2 ºC
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Fonte: IPMA
Sábado, 13 de Junho (09h30): Instabilidade
sexta-feira, 12 de junho de 2026
Sexta-feira, 12 de Junho: Tarde de instabilidade na região centro
quinta-feira, 11 de junho de 2026
Quinta-feira, 11 de junho (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Mora – 38,0 ºC
Alvega – 37,9 ºC
Portel (Oriola) – 37,9 ºC
Coruche (Cruz do Leão) – 37,2 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 37,2 ºC
Coruche – 36,7 ºC
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Espinho (Aeródromo) – 21,3 ºC
Cabo da Roca – 20,9 ºC
Santa cruz (Aeródromo) – 20,6 ºC
Esposende (CIM) – 19,3 ºC
São Pedro de Moel – 19,3 ºC
Cabo Raso – 18,4 ºC
Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 14,7 ºC
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Fonte: IPMA
IPMA: Temperaturas elevadas entre os dias 10 e 13 de junho em Portugal Continental
quarta-feira, 10 de junho de 2026
Quarta-feira, 10 de Junho (16h00)
terça-feira, 9 de junho de 2026
PORTUGAL CONTINENTAL: Extremos de temperatura entre 1 e 8 de Junho
Temperaturas máximas iguais ou superiores a 35,0 ºC
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Dia 1
Zebreira – 35,5 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 35,5 ºC
Dia 3
Faro (Aeródromo) – 35,3 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 35,2 ºC
Castro marim (R.N.Sapal) – 35,1 ºC
Dia 7
Reguengos (São Pedro do Corval) – 35,2 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 35,0 ºC
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Temperaturas mínimas iguais ou inferiores a 5,0 ºC
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Dia 5
Bragança – 5,0 ºC
Miranda do Douro – 4,9 ºC
Paredes de Coura/Vascões (CIM) – 4,7 ºC
Castro Daire/Mézio (CIM) – 4,5 ºC
Oliveira do Hospital (CIM) – 4,5 ºC
Montalegre – 4,2 ºC
Penhas Douradas – 4,1 ºC
Penalva do Castelo (CIM) – 4,0 ºC
Bragança (Aeródromo) – 3,9 ºC
Aeródromo de Seia – 3,7 ºC
Carrazêda de Ansiães – 2,3 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 2,2 ºC
Dia 6
Carrazêda de Ansiães – 4,8 ºC
Dia 7
Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 4,3 ºC
Dia 8
Aeródromo de Seia – 4,8 ºC
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Fonte: IPMA
Terça-feira, 9 de Junho (07h30)
segunda-feira, 8 de junho de 2026
Vénus e Júpiter
A cada entardecer, Vénus e Júpiter ficam visualmente mais próximos no céu, caminhando para uma belíssima conjunção nos dias 09 e 10 de Junho. Embora separados por centenas de milhões de quilómetros no espaço, a perspectiva vista da Terra faz parecer que os dois gigantes estão prestes a se encontrar.
sábado, 6 de junho de 2026
quinta-feira, 4 de junho de 2026
European State of the Climate 2025: Principais impactos em Portugal
O relatório European State of the Climate 2025 do Copernicus destaca que Portugal enfrentou impactos severos de extremos climáticos opostos, caracterizando-se por um ano marcadamente mais húmido do que a média europeia, mas severamente afetado por ondas de calor e incêndios florestais históricos. A Península Ibérica foi identificada como uma das regiões com os impactos mais severos decorrentes das alterações climáticas.
Principais Impactos em Portugal em 2025
Ondas de Calor: Portugal registou um total de seis ondas de calor em terra ao longo do ano, incluindo três episódios críticos durante o verão.
Precipitação e Inundações: Ao contrário do Noroeste e Centro da Europa (que viveram seca extrema), Portugal teve um ano mais húmido do que o habitual, sofrendo com episódios de chuva persistente e cheias associadas a depressões atmosféricas e tempestades severas.
Incêndios Florestais: A combinação de picos de calor extremo com vegetação seca resultou em incêndios de grande escala, com áreas ardidas e emissões de carbono muito elevadas.
Oceano e Costa: O Atlântico adjacente e o Mediterrâneo registaram ondas de calor marítimas moderadas a fortes, com temperaturas à superfície da água em níveis recorde.
quarta-feira, 3 de junho de 2026
terça-feira, 2 de junho de 2026
IPMA: Evento de intrusão de poeiras saarianas nos Açores
As previsões do programa CAMS (Copernicus Atmosphere Monitoring Service) indicam a presença de partículas de poeira provenientes do deserto do Saara na Região Autónoma dos Açores entre hoje, 2 de Junho, e o próximo dia 5 de Junho. Estas poeiras deverão atravessar progressivamente todo o arquipélago, afectando inicialmente as ilhas do Grupo Ocidental e estendendo-se, posteriormente, aos Grupos Central e Oriental.
Prevê-se que as maiores concentrações destas partículas na atmosfera ocorram nas ilhas dos Grupos Ocidental e Central, que deverão ser as mais afectadas por este episódio.
Este fenómeno resulta da combinação de movimentos verticais ascendentes sobre o deserto do Saara, que elevam as partículas de poeira para níveis mais altos da troposfera, com uma circulação atmosférica favorável ao seu transporte para a Região. O transporte destas partículas para os Açores é favorecido por uma corrente de oeste/sudoeste associada à circulação de um vasto anticiclone centrado a sul do arquipélago.
Desta forma, o céu poderá apresentar uma tonalidade azul mais pálida do que o habitual, adquirindo um aspecto esbranquiçado, visível a olho nu.
Adicionalmente, a ocorrência de precipitação fraca prevista para os próximos dias poderá favorecer a deposição destas partículas à superfície, tornando a presença de poeiras mais evidente em veículos, edifícios e outras superfícies expostas.
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Fonte: IPMA
segunda-feira, 1 de junho de 2026
Relatório da presidência aberta na zona centro do país (6 a 10 de Abril)
Conclusões
-Uma crise territorial sistémica;
-Interdependência e insuficiente redundância dos sistemas essenciais;
-Um choque económico profundo e diferenciado;
-Habitação, seguros e défice de protecção financeira.
-Uma crise também humana e psicossocial.
-Resposta local decisiva, mas desigual;
-Governação e coordenação sob forte tensão;
-Instrumentos de apoio amplos, mas fragmentados e de execução desigual;
-Uma crise longa, e não apenas um momento de emergência;
-Um território ainda vulnerável à entrada do verão;
-Défice estrutural de preparação ex ante, institucional e social.
As conclusões anteriores definem o quadro de leitura da crise. O passo seguinte consiste em identificar, com critério de urgência e utilidade, as prioridades de acção que devem orientar a execução imediata, a preparação dos meses seguintes e a redução dos riscos mais próximos.
Prioridades de acção imediata
-Desbloquear pagamentos e decisões pendentes;
-Remover material lenhoso derrubado e reduzir a biomassa acumulada;
-Apoiar a reabertura de actividades económicas ainda condicionadas;
-Reforçar a protecção e a autonomia das infra-estruturas críticas mais expostas;
-Assegurar apoio psicossocial de proximidade aos grupos mais vulneráveis.
No momento seguinte:
-Preparar famílias e comunidades para rupturas temporárias dos serviços essenciais;
-Passar das reposições provisórias à reconstrução das redes críticas;
-Melhorar instrumentos de apoio, plataformas e interoperabilidade;
-Reforçar a capacidade institucional e territorial de execução;
-Testar a prontidão local e interinstitucional com exercícios e simulações.
Lições estratégicas para o futuro
-Passar da reacção à prevenção;
-Transformar o planeamento civil de emergência num instrumento vivo e compreensível;
-Promover uma cultura de responsabilidade individual, comunitária e literacia para o risco;
-Reconstruir para reduzir vulnerabilidades e não apenas para repor o que existia;
-Integrar plenamente a adaptação climática no ordenamento do território;
-Reforçar a redundância e a robustez física e funcional das infra-estruturas críticas;
-Reformar o sistema nacional de comunicações de emergência e de aviso à População;
-Construir uma arquitectura estável e solidária de protecção financeira contra catástrofes;
-Desenvolver instrumentos estáveis de financiamento misto para uma reconstrução transformadora;
-Tornar a resposta pública mais simples, previsível e proporcional;
-Reforçar a capacidade técnica do Estado e a governação do risco.
Fonte: Presidência da República






















