quinta-feira, 25 de junho de 2026
quarta-feira, 24 de junho de 2026
Enquanto a Europa “ferve”, uma depressão marítima salvou Portugal da onda de calor
Como escapou Portugal à onda de calor que está a deixar de rastos os países mais próximos? Uma depressão vinda do mar empurrou a massa de ar quente para outras paragens, explicou ao PÚBLICO Jorge Ponte, chefe da Divisão de Previsão Meteorológica e Vigilância do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Paris teve nesta quarta-feira a temperatura mais alta desde que há registos, 40,9 graus, com 90% dos franceses expostos a calor extremo. No Reino Unido, foi batido o recorde do dia mais quente em Junho, com 35,8 graus no Sul de Inglaterra. Em Espanha, segunda e terça-feira foram os dias mais quentes desde que se fazem registos, com uma temperatura sete graus acima do valor normal, com a situação mais grave no Norte do país.
“Neste
momento temos uma depressão em altitude, a oeste de Portugal continental, que
está a injectar ar de origem marítima em Portugal, portanto, ar mais ameno”,
explicou ao PÚBLICO Jorge Ponte, chefe da Divisão de Previsão Meteorológica e
Vigilância do IPMA.
“Ao mesmo tempo que uma crista anticiclónica se posiciona no continente
europeu, na região do interior da Península Ibérica, de França e da Europa
Central, está a haver o transporte de uma massa de ar muito quente com origem
no Norte de África”, acrescentou. “Portugal ficou aqui um pouco à margem,
porque apanhámos com a circulação mais próxima da depressão e, portanto,
estamos com a influência de uma massa de ar mais de origem marítima”, conclui
Jorge Ponte.
“A acção conjunta da depressão a oeste de
Portugal e a crise anticiclónica que está na Europa transportou a massa de ar
quente mais na direcção da Europa Central.”
É por isso que Portugal pode respirar, enquanto pelo menos 95 milhões de
europeus estão a abafar nesta quarta-feira sob temperaturas de acima de 35
graus, segundo cálculos divulgados pela agência noticiosa AFP.
Calor perturba economia – A temperatura está a bater recordes e a afectar o funcionamento da economia e das instituições. Além de escolas fechadas, a produção de energia nuclear teve uma redução, nesta quarta-feira, de 4,1 gigawatts, ou seja, 7% da procura verificada a meio do dia, segundo dados da eléctrica francesa EDF, citados pela Reuters.
Isto porque os reactores precisam de água para arrefecer, e a água dos rios está também muito quente, demasiado quente para as centrais nucleares trabalharem em segurança. França é um grande exportador de energia, pelo que estas reduções têm reflexos imediatos no preço da electricidade. “As alterações climáticas estão a mostrar que, para os preços, o calor extremo pode ser tão disruptivo como o tempo frio no Inverno”, disse à Reuters o analista Alessandro Armenia, da consultora Kpler.
O calor extremo matou centenas de milhares de aves de capoeira em França, em regiões onde o calor foi mais intenso, como a Bretanha e o Paus de la Loire. Isto está a acontecer tanto nas criações de aves ao ar livre, como dentro dos aviários, salientou à Reuters Yann Nedelec, dirigente do grupo que representa os criadores de aves naquele país, Anvol. França é o terceiro maior produtor de aves de capoeira na União Europeia, depois da Polónia e de Espanha.
“Agora fomos surpreendidos, mas devemos esperar uma dinâmica semelhante no Verão, porque as alterações climáticas são inegáveis”, acrescentou Alessandro Armenia.
A
Organização Meteorológica Mundial (OMM) indicou, nesta quarta-feira, que é
provável que esta onda de calor na Europa se mantenha durante mais duas
semanas.
As condições de calor extremo acentuam os problemas da saúde das pessoas mais
frágeis: segundo o jornal catalão La Vanguardia, morreram já 108
pessoas nos últimos quatro dias em Espanha, a maior parte delas com mais de 65
anos. Terça-feira foi o dia mais mortífero, com 66 óbitos.
Pedro e o Lobo em Portugal - Portugal ficou resguardado desta onda de calor por causa da depressão vinda do mar. Mas, na semana passada, todos os portugueses com telemóvel ou Internet foram bombardeados com notícias a dizer que vinham aí temperaturas extraordinárias, de 45 graus ou mais ainda… Foi uma espécie de conto de Pedro e o Lobo, em que o menino estava sempre a gritar que vinha lá um lobo e não era verdade, e quando veio mesmo o lobo ninguém acreditou?
“Sim, esse tipo de notícias é contraproducente. Mas o IPMA está de consciência tranquila, não fomos nós que difundimos essas notícias, foram outros comentadores na televisão, algumas páginas de meteorologia, no Facebook, que não têm a mesma responsabilidade que nós temos”, esclareceu Jorge Ponte.
A questão é que havia alguns modelos que, de facto, mostravam a possibilidade de temperaturas muito elevadas em Portugal continental nesta semana. “Identificámos isto no IPMA. A questão é que também havia outros cenários a dar precisamente o oposto”, salienta o cientista.
“Uma vez que havia muita incerteza na previsão a uma semana, o IPMA não podia aparecer a dizer que vinha lá uma onda de calor em que se atingiriam 45 ou 50 graus, os valores noticiados, porque ainda estava muito longe de ser uma certeza”, explicou Jorge Ponte. A incerteza tinha a ver com a posição da depressão que vem do Atlântico. “Se ficasse mais afastada da Península Ibérica, Portugal ficaria sob a influência desta massa de ar quente” que está a pôr a Europa a suar.
O
ar frio húmido marítimo aproximou-se mais de Portugal do que se previa na
semana passada e como que empurrou o ar quente para outras paragens.
“É preciso perceber como é que os modelos meteorológicos funcionam e, para
analisar a longo prazo, com uma semana de antecedência, é preciso analisar um
conjunto de cenários possíveis que a atmosfera pode tomar, até haver mais
certeza, para evitar precisamente essa questão de Pedro e o Lobo”,
salientou Jorge Ponte.
Mais duas semanas? – A tendência para a Europa, em princípio, é que esta massa de ar quente se vá deslocando gradualmente para leste, e afecte mais os países da Europa Central, como a Alemanha, Polónia, Áustria e ainda o Reino Unido, explicou o meteorologista. A OMM, que fala na possibilidade de mais duas semanas deste calor intenso, destaca também a região dos Balcãs.
Em
Portugal, esperam-se trovoadas durante a noite de quarta para quinta-feira,
sobretudo no Minho e Douro Litoral, potencialmente acompanhadas de granizo.
“Embora as trovoadas sejam um parâmetro difícil de prever, porque às vezes
surgem praticamente do nada, é difícil prever exactamente onde e quando
ocorrem”, ressalvou Jorge Ponte. Há possibilidade de chuva um pouco por todo o
território até sexta-feira.
Mas, para a semana, é esperada uma subida de temperatura — na verdade, a partir
deste fim-de-semana. “Gradualmente, não é logo muito calor, o fim-de-semana
ainda vai ter temperaturas relativamente normais para a época do ano. Mas é
expectável que as temperaturas venham a subir.”
Clara Barata
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Fonte (texto e imagem): PÚBLICO
Quarta-feira, 24 de Junho (17h15)
terça-feira, 23 de junho de 2026
Instabilidade no Baixo Alentejo (09h30)
segunda-feira, 22 de junho de 2026
Calor Perde Força: Alteração da Sinóptica Quebra o Episódio Extremo
A evolução sinóptica das últimas horas sofreu uma alteração relevante, com a depressão a posicionar-se um pouco mais a sul e mais próxima da costa Oeste, empurrando o núcleo de ar muito quente para o centro da Europa e reforçando sobre o litoral norte um padrão fresco, húmido e estável, típico desta altura do ano. Esta mudança deverá reduzir a persistência e a intensidade da onda de calor, em particular na metade Oeste e sul de Portugal, tornando o episódio menos severo e mais alinhado com o regime estival habitual. Ainda assim, o interior do país continuará com temperaturas acima da média, após ter registado valores muito elevados — como os 42,7 °C no Pinhão, 42,5 °C em Alvega e perto dos 40 °C em Mirandela, Ponte de Sôr e Mora.
Devido a esta circulação mais atlântica, a noite de S. João deverá apresentar céu muito nublado, humidade elevada e vento fraco de quadrantes marítimos, favorecendo a formação das típicas orvalhadas — um comportamento clássico do litoral norte nesta época e associado ao posicionamento mais meridional do anticiclone dos Açores. O ambiente será suave e húmido, com possibilidade moderada de nevoeiro nas primeiras horas da madrugada.
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Fonte: IClimateAdviserSegunda-feira, 22 de junho (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Pinhão (Santa Bárbara) – 37,6 ºC
Mirandela – 37,5 ºC
Miranda do Douro – 37,3 ºC
Macedo de Cavaleiros (Bagueixe) – 36,8 ºC
Zebreira – 36,7 ºC
Moncorvo- 35,8 ºC
Bragança – 35,6 ºC
Chaves (Aeródromo) – 35,6 ºC
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Esposende (CIM) – 20,3 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 19,9 ºC
Espinho (Aeródromo) – 19,4 ºC
Cabo Raso – 19,2 ºC
Sintra (Tapada do Mouco) – 19,1 ºC
Cabo da Roca – 19,0 ºC
Areeiro (Madeira) – 15,5 ºC
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Fonte: IPMA
A atenção dos estimados leitores...
DIGA NÃO A FALSOS CLIMATOLOGISTAS E FALSOS METEOROLOGISTAS QUE PROLIFERAM NO ESPAÇO ONLINE QUE CONSTANTEMENTE FAZEM PREVISÕES DE FENÓMENOS QUE NÃO ACONTECEM, ASSUSTANDO POPULAÇÕES SEM ASSUMIREM QUALQUER RESPONSABILIDADE PELAS PREVISÕES QUE FAZEM; CONSULTE APENAS SITES CONFIÁVEIS.
POR FAVOR COMBATA TAMBÉM A PROLIFERAÇÃO DE INCENDIÁRIOS DIGITAIS QUE PROLIFERAM NA INTERNET QUE NÃO TÊM QUAISQUER SENTIMENTO PELO SOFRIMENTO HUMANO; RECORRA APENAS A FONTES OFICIAIS E NÃO COLOQUE MAIS GASOLINA NOS FOGOS COM IMAGENS DE INCÊNDIOS E DE POPULAÇÕES EM EXTREMO SOFRIMENTO HUMANO.
domingo, 21 de junho de 2026
PORTUGAL CONTINENTAL: Início do verão (20h40)
Fonte: SAT24
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Nesta imagem de satélite das 20h40 de hoje, verificamos como em Portugal Continental surgem diferenças nítidas entre uma tarde de sol no norte e e já noite no Algarve.
Domingo, 21de junho (16h00)
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Pinhão (Santa Bárbara) – 42,2 ºC
Alvega – 41,0 ºC
Mirandela – 39,9 ºC
Avis (Benavila) – 39,4 ºC
Mora – 39,2 ºC
Ponte de Sôr (Aeródromo) – 39,1 ºC
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Santa Cruz (Aeródromo) – 20,2 ºC
Cabo da Roca – 19,8 ºC
Espinho (Aeródromo) – 19,4 ºC
São Pedro de Moel – 19,4 ºC
Cabo Raso – 19,4 ºC
Esposende (CIM) – 18,1 ºC
Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 12,8 ºC
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Fonte: IPMA
PORTUGAL CONTINENTAL: Início do verão (06h25)
Imagem de satélite às 06h25
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Nesta imagem de satélite das 06h25 de hoje, verificamos como em Portugal Continental surgem diferenças nítidas entre uma manhã de sol no norte e noite ainda fechada no Algarve.
sábado, 20 de junho de 2026
sexta-feira, 19 de junho de 2026
Sexta-feira, 19 de Junho (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 38,1 ºC
Elvas – 36,9 ºC
Amareleja – 36,4 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 36,1 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 36,1 ºC
Mirandela – 35,6 ºC
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São Pedro de Moel – 19,8 ºC
Cabo Raso – 19,7 ºC
Cabo da Roca – 19,6 ºC
Espinho (Aeródromo) – 19,1 ºC
Esposende (CIM) – 18,8 ºC
Sintra (Tapada do Moco) – 18,6 ºC
Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 15,1 ºC
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Fonte: IPMA
quinta-feira, 18 de junho de 2026
Quinta-feira, 18 de Junho (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 37,9 ºC
Alvalade – 36,5 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 36,5 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 36,4 ºC
Amarelaja – 36,2 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 35,2 ºC
Alvega – 35,9 ºC
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Viana do Castelo (Chafé) – 19,4 ºC
São Pedro de Moel – 19,4 ºC
Cabo Raso – 19,0 ºC
Porto (Pedras Rubras) – 18,6 ºC
Cabo da Roca – 18,6 ºC
Esposende (CIM) – 17,8 ºC
Espinho (Aeródromo) – 17,5 ºC
Ribeira das Nove/Terceira (Açores) – 15,8 ºC
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Fonte: IPMA
PORTUGAL CONTINENTAL: Instabilidade no interior
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quarta-feira, 17 de junho de 2026
Cumulonimbos
Nesta tarde desenvolveram-se cumulonimbos (nuvens de desenvolvimento vertical) no Alentejo e interior da Beira que atingiram os 20 quilómetros de altitude (atravessaram toda a troposfera) originando violentas trombas de água onde se formaram. Note-se que estas nuvens surgem nas horas de maior calor e têm um rapidíssimo desenvolvimento vertical desencadeando fortes aguaceiros e trovoadas intensas; o ar, ao subir na troposfera, arrefece rapidamente e condensa, formando gotas de água ou de gelo que, devido ao peso, precipitam-se rapidamente em direcção ao solo. O que mais impressiona é a altura do topo máximo das nuvens (20 Km), ou seja, o seu topo poderia ser visível até 2 000 quilómetros de distância.
Quarta-feira, 17 de Junho: tarde instável
Quarta-feira, 17 de Junho (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 38,1 ºC
Portel (Oriola) – 37,9 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 37,4 ºC
Alvega – 37,3 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 37,2 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 36,7 ºC
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Sintra (Tapada do Mouco) – 20,6 ºC
São Pedro de Moel – 19,5 ºC
Espinho (Aeródromo) – 19,1 ºC
Cabo Raso - 18,1 ºC
Cabo da Roca – 17,7 ºC
Esposende (CIM) – 17,6 ºC
Pico alto (Madeira) – 15,5 ºC
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Fonte: IPMA
segunda-feira, 15 de junho de 2026
Segunda-feira, 15 de Junho: Tempo variável
domingo, 14 de junho de 2026
Domingo, 14 de Junho: Tempo instável
sábado, 13 de junho de 2026
Sábado, 13 de Junho (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Alvega – 37,9 ºC
Mora – 37,9 ºC
Coruche (Cruz do Leão) – 37,0 ºC
Coruche – 36,6 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 36,4 ºC
Santarém (Fonte Boa) – 36,3 ºC
Amareleja – 36,3 ºC
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Dunas de Mira – 23,0 ºC
Sagres – 23,0 ºC
Viseu (Cidade) – 22,5 ºC
Espinho (Aeródromo) – 22,2 ºC
Portimão (Praia da Rocha) – 22,0 ºC
Viseu (C. Coordenação) – 21,7 ºC
Fóia – 19,6 ºC
Pico do Areeiro/S. Jorge (Açores) – 14,2 ºC
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Fonte: IPMA
Sábado, 13 de Junho (09h30): Instabilidade
sexta-feira, 12 de junho de 2026
Sexta-feira, 12 de Junho: Tarde de instabilidade na região centro
quinta-feira, 11 de junho de 2026
Quinta-feira, 11 de junho (16h00)
Algumas temperaturas às 16h00
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Mora – 38,0 ºC
Alvega – 37,9 ºC
Portel (Oriola) – 37,9 ºC
Coruche (Cruz do Leão) – 37,2 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 37,2 ºC
Coruche – 36,7 ºC
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Espinho (Aeródromo) – 21,3 ºC
Cabo da Roca – 20,9 ºC
Santa cruz (Aeródromo) – 20,6 ºC
Esposende (CIM) – 19,3 ºC
São Pedro de Moel – 19,3 ºC
Cabo Raso – 18,4 ºC
Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 14,7 ºC
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Fonte: IPMA
IPMA: Temperaturas elevadas entre os dias 10 e 13 de junho em Portugal Continental
quarta-feira, 10 de junho de 2026
Quarta-feira, 10 de Junho (16h00)
terça-feira, 9 de junho de 2026
PORTUGAL CONTINENTAL: Extremos de temperatura entre 1 e 8 de Junho
Temperaturas máximas iguais ou superiores a 35,0 ºC
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Dia 1
Zebreira – 35,5 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 35,5 ºC
Dia 3
Faro (Aeródromo) – 35,3 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 35,2 ºC
Castro marim (R.N.Sapal) – 35,1 ºC
Dia 7
Reguengos (São Pedro do Corval) – 35,2 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 35,0 ºC
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Temperaturas mínimas iguais ou inferiores a 5,0 ºC
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Dia 5
Bragança – 5,0 ºC
Miranda do Douro – 4,9 ºC
Paredes de Coura/Vascões (CIM) – 4,7 ºC
Castro Daire/Mézio (CIM) – 4,5 ºC
Oliveira do Hospital (CIM) – 4,5 ºC
Montalegre – 4,2 ºC
Penhas Douradas – 4,1 ºC
Penalva do Castelo (CIM) – 4,0 ºC
Bragança (Aeródromo) – 3,9 ºC
Aeródromo de Seia – 3,7 ºC
Carrazêda de Ansiães – 2,3 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 2,2 ºC
Dia 6
Carrazêda de Ansiães – 4,8 ºC
Dia 7
Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 4,3 ºC
Dia 8
Aeródromo de Seia – 4,8 ºC
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Fonte: IPMA
Terça-feira, 9 de Junho (07h30)
segunda-feira, 8 de junho de 2026
Vénus e Júpiter
A cada entardecer, Vénus e Júpiter ficam visualmente mais próximos no céu, caminhando para uma belíssima conjunção nos dias 09 e 10 de Junho. Embora separados por centenas de milhões de quilómetros no espaço, a perspectiva vista da Terra faz parecer que os dois gigantes estão prestes a se encontrar.
sábado, 6 de junho de 2026
quinta-feira, 4 de junho de 2026
European State of the Climate 2025: Principais impactos em Portugal
O relatório European State of the Climate 2025 do Copernicus destaca que Portugal enfrentou impactos severos de extremos climáticos opostos, caracterizando-se por um ano marcadamente mais húmido do que a média europeia, mas severamente afetado por ondas de calor e incêndios florestais históricos. A Península Ibérica foi identificada como uma das regiões com os impactos mais severos decorrentes das alterações climáticas.
Principais Impactos em Portugal em 2025
Ondas de Calor: Portugal registou um total de seis ondas de calor em terra ao longo do ano, incluindo três episódios críticos durante o verão.
Precipitação e Inundações: Ao contrário do Noroeste e Centro da Europa (que viveram seca extrema), Portugal teve um ano mais húmido do que o habitual, sofrendo com episódios de chuva persistente e cheias associadas a depressões atmosféricas e tempestades severas.
Incêndios Florestais: A combinação de picos de calor extremo com vegetação seca resultou em incêndios de grande escala, com áreas ardidas e emissões de carbono muito elevadas.
Oceano e Costa: O Atlântico adjacente e o Mediterrâneo registaram ondas de calor marítimas moderadas a fortes, com temperaturas à superfície da água em níveis recorde.


























