domingo, 13 de setembro de 2026

Domingo, 13 de Setembro (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

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Alvega – 38,8 ºC

Tomar (Valdonas) – 38,5 ºC

Mora – 38,5 ºC

Lousã (Aeródromo) – 38,4 ºC

Alcácer do Sal (Barrosinha) – 38,2 ºC

Coruche (Cruz do Leão) – 38,1 ºC

Amareleja – 38,1 ºC

Alvalade – 38,1 ºC

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Albufeira – 27,3 ºC

Cabo da Roca – 26,8 ºC

Espinho (Aeródromo) – 24,4 ºC

Santa Cruz (Aeródromo) – 26,6 ºC

Cabo Raso – 26,2 ºC

Portimão (Praia da Rocha) – 25,9 ºC

Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 20,1 ºC

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Fonte: IPMA

 

sábado, 12 de setembro de 2026

Sábado, 12 de Setembro (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

* * *

Alvega – 38,6 ºC

Tomar (Valdonas) – 38,3 ºC

Mora – 38,3 ºC

Coruche – 38,2 ºC

Coruche (Cruz do Leão) – 37,9 ºC

Alvalade – 37,5 ºC

Mértola (Vale Formoso) – 37,5 ºC

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Penhas Douradas – 25,7 ºC

Portimão (Praia da Rocha) – 25,7 ºC

Espinho (Aeródromo) – 24,4 ºC

Cabo da Roca – 22,7 ºC

São Pedro de Moel – 22,0 ºC

Santa Cruz (Aeródromo) – 20,9 ºC

Cabo Raso – 20,4 ºC

Santo da Serra (Madeira) – 19,7 ºC

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Fonte: IPMA

 

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Sexta-feira, 11 de Setembro (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

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Alvega – 36,4 ºC

Alvalade – 35,8 ºC

Portel (Oriola) – 35,7 ºC

Alcácer do Sal (Barrosinha) – 35,6 ºC

Reguengos (São Pedro do Corval) – 35,4 ºC

Coruche (Cruz do Leão) – 35,2 ºC

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Sintra (Tapada do Mouco) – 22,4 ºC

São Pedro de Moel – 21,5 ºC

Cabo da Roca – 20,6 ºC

Santa Cruz (Aeródromo) – 20,5 ºC

Cabo Raso – 20,5 ºC

Espinho (Aeródromo) – 20,3 ºC

Areeiro (Madeira) – 16,7 ºC

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Fonte: IPMA

 

O outono parece estar longe. Domingo e segunda com quase 40ºC no Alentejo e 37ºC em Lisboa

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Vamos saber como vai estar o tempo. Está aqui o "Quente e Frio", está aqui também a Filomena Martins. Olá, boa tarde, Filomena.
Olá, Nelson. Boa tarde.
Já com muito calor nesta quinta-feira, mas parece que veio para ficar. Já falamos um bocadinho disso ontem no "Quente e Frio", mas agora está confirmadíssimo. E com números.
São dias de muito calor.
Muito mesmo. É só com números: 39, 38, 37, 36, 35 graus. É assim que vai ficar o mapa das temperaturas para os próximos dias e o calor vai aumentar a partir desta sexta-feira e atingir o pico no domingo e na segunda.
Valores muito altos em todo o país, não é?
Sim, os valores mais altos vão concentrar-se nos sítios do costume, no interior Centro, no Vale do Tejo e no Alentejo. Mas há aqui um número que diz muito, que desta sexta até à próxima sexta, só duas capitais de distrito não vão estar acima dos 30 °C.
Dos 30, não é?
São Viana do Castelo e Aveiro. Todas as outras vão estar acima dos 30 °C, o que diz muito. Santarém e Évora, nestes dois dias dos picos de calor, portanto domingo e segunda, vão chegar ali aos 39. Alguns locais, por exemplo, Mora vão chegar aos 40 mesmo. Abrantes, Tomar, Cruz, Corugão, Entroncamento, Vila Velha de Rodão, podem chegar aos 38. Depois há Lisboa e Leiria, onde vão estar 37. Depois há as outras que ficam um bocadinho mais baixas, que é Castelo Branco, Beja e Portalegre, também entre as zonas mais quentes, mas com máximas de 35, 36. E há estas excepções de Viana do Castelo e de Aveiro, na influência atlântica, dá ali mais o fresco. Mesmo assim, o Porto, que também costuma ter temperaturas mais frescas, vai chegar aos 31 durante o fim-de-semana.
E domingo e segunda disse que são os dias mesmo mais quentes.
Serão com grande calor, com picos de calor. Grande parte do interior entre os 35 e os 39. Como Mora, outros locais chegarão aos 40. Depois na terça há uma descida, mas pequena, em várias zonas, sobretudo do interior, mas os termómetros nessas zonas ficam ainda acima dos 35 e o calor, é importante dizer isto, vai entrar também pela noite dentro. Portanto, Lisboa e Faro estão entre as cidades onde as mínimas ficarão acima dos 20, ou seja, essas noites tropicais, daquelas de esplanada e passeios à beira-mar. Portanto, é um episódio de calor que dura vários dias e onde vai haver menos horas de arrefecimento entre uma tarde muito quente e o dia seguinte de manhã.
Já temos visto isto nos últimos anos, até Setembro e Outubro continuamos aqui com dias de muito calor, mas vamos olhar no fenómeno de hoje para o que aconteceu também há alguns dias, no fim-de-semana, em Albergaria-a-Velha, no distrito de Aveiro. Foi um downburst. E o que é isto?
Já tínhamos falado aqui da granizada e de como é que ela vinha da trovoada e como é que se formava esse granizo tão grande. Mas agora o IPMA veio revelar que foi também um downburst. E que foi, sobretudo, por causa do downburst, que apareceram aquelas árvores arrancadas, os telhados e os carros danificados, por causa das rajadas de vento, que foram muito fortes. À primeira vista, os estragos fizeram pensar num tornado, mas não foi um tornado, foi este downburst, e confirmou o IPMA. E este downburst, como tu perguntavas, acontece dentro de uma trovoada. É uma grande quantidade de ar frio e muito pesado, que desce rapidamente da nuvem, vem lá de cima cá para baixo, atinge o solo e quando atinge o solo, espalha-se depois horizontalmente, quase como se despejássemos um balde de água no chão.
Ok.
Só que aqui o que se espalha é ar, é vento, e pode fazer a velocidades capazes de derrubar árvores e provocar danos até em edifícios. Portanto, é bastante forte. Naquele dia 5, havia muita instabilidade, havia uma grande quantidade de água disponível na atmosfera e o ar mais seco à superfície. Portanto, a precipitação e o granizo ajudaram a arrastar e a acelerar o ar mais para baixo e quando chegou ao solo, esta corrente descendente produziu as tais rajadas que atingiram sobretudo a aldeia de Branca e as zonas próximas ali de Albergaria e Oliveira de Azeméis.
É o movimento destas massas de ar que distinguem um tornado de um downburst?
Exactamente. Num tornado, o vento roda em torno de um eixo. Num downburst, o vento desce e abre-se quando chega ao chão. Por isso, no levantamento dos danos, a orientação das árvores e dos objectos derrubados ajuda os meteorologistas a perceber o que é que aconteceu. Mesmo que haja downbursts de dimensões diferentes. Quando a zona afectada tem menos de 4 km, fala-se normalmente em microburst. Quando é maior, é macroburst. Isso tem estas coisas todas. E podem ocorrer com muita chuva ou até com relativamente pouca precipitação. Por isso, digamos que é fácil perceber se o vento se espalhou ou se o vento andou à roda. E não é um fenómeno novo em Portugal, nem sequer o primeiro deste ano, porque em maio, também com trovoadas severas, o IPMA identificou vários tipos de downburst na região de Viseu. E todos sabemos que o episódio mais extremo aconteceu a 17 de Junho de 2017, no incêndio de Pedrógão. O sistema de trovoadas que atravessava aquela região produziu vários downbursts, não foi um. O IPMA identificou pelo menos nove. A maioria não atingiu directamente os incêndios, mas a interacção com as correntes descendentes da tempestade e os fogos alterou violentamente o vento e o comportamento das chamas.
(…)
Filomena Martins
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Fonte: Observador

 

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Downburst em Aveiro (5 de Setembro de 2026)


O IPMA analisou o episódio de instabilidade meteorológica ocorrido a 5 de Setembro de 2026, que originou queda de granizo de grande dimensão e vento forte, causando danos sobretudo no distrito de Aveiro.
Neste dia, a conjugação de vários factores atmosféricos favoreceu a ocorrência de trovoadas e aguaceiros fortes em diferentes zonas do Norte e Centro de Portugal, com maior impacto na região de Albergaria-a-Velha. Foram relatados danos em telhados, mobiliário urbano e viaturas, bem como árvores partidas ou arrancadas. Os aguaceiros fortes foram acompanhados por granizo de grande dimensão, com diâmetro superior a 2 cm, e por rajadas intensas de vento. Também se registaram episódios de granizo e rajadas convectivas noutras localidades do interior Norte e Centro, mas com menor expressão.
A situação meteorológica foi marcada por um sistema de altas pressões a sudeste dos Açores, um vale depressionário entre Marrocos e a Península Ibérica e outro vale depressionário em altitude, localizado a oeste de Portugal continental. Neste contexto, uma massa de ar instável, com valores elevados de água precipitável (superiores a 30 mm) e inicialmente seca nos níveis mais baixos da atmosfera, originou actividade convectiva durante o início da tarde.
A trovoada mais intensa, embora muito localizada, desenvolveu-se na zona Centro a leste de Aveiro, afectando sobretudo a freguesia da Branca e áreas limítrofes dos municípios de Albergaria-a-Velha e Oliveira de Azeméis, cerca das 19H30 (Fig. 2). A combinação de forte instabilidade atmosférica, humidade e diferentes velocidades do vento entre os níveis baixos e altos da atmosfera, que criaram condições favoráveis à formação de granizo de grande dimensão.
Estas condições permitiram o desenvolvimento de nuvens de grande dimensão vertical que favoreceram a formação de volumes extensos de gelo no seu interior, incluindo graupel (Fig. 3). Ao mesmo tempo, a presença de ar seco nos níveis mais baixos da atmosfera, a precipitação intensa e o granizo favoreceram a ocorrência de um fenómeno de “downburst” (1), que originou as fortes rajadas de vento responsáveis pelos danos registados na região.
Na altura, encontrava-se em vigor um aviso amarelo de trovoada para o distrito de Aveiro, válido até às 22h00, que alertava para a possibilidade de trovoadas acompanhadas de aguaceiros fortes, queda de granizo e rajadas intensas de vento, fenómenos que efectivamente se verificaram.
Recorde-se que o IPMA actualizou em agosto último os critérios para a emissão de aviso de trovoada, que actualmente inclui não apenas a distribuição espacial e temporal das descargas eléctricas, mas também os fenómenos meteorológicos severos que frequentemente lhes estão associados, como precipitação intensa, rajadas fortes de vento e granizo.
(1) Downburst: fenómeno meteorológico caracterizado por uma corrente de ar que desce rapidamente de uma nuvem de trovoada e, ao atingir o solo, se espalha em várias direcções, provocando rajadas de vento muito fortes e destrutivas.
Aceda ao Relatório Técnico, teclando aqui
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Fonte (texto e imagem): IPMA 

PORTUGAL CONTINENTAL: Temperas máximas dia 3 de Setembro de 2026

(tecle sobre a imagem para ampliar)
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Fonte: IPMA

terça-feira, 8 de setembro de 2026

Terça-feira, 8 de Setembro (18h30)

Imagem de satélite às 18h30
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Fonte: SAT24
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Passagem de sistema frontal sobre o norte da Península Ibérica, provocando precipitação a norte do sistema Montejunto – Estrela durante a tarde e início da noite. 

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Segunda-feira, 7 de Setembro (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

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Reguengos (São Pedro do Corval) – 39,9 ºC

Portel (Oriola) – 38,9 ºC

Elvas – 38,8 ºC

Mértola (Vale Formoso) – 38,5 ºC

Alcoutim (Mart. Longo) – 38,1 ºC

Amareleja – 38,0 ºC

Alvalade – 38,0 ºC

Castro Verde (N. Corvo) – 38,0 ºC

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Espinho (Aeródromo) – 21,9 ºC

Santa Cruz (Aeródromo) – 21,9 ºC

Cabo Raso – 20,8 ºC

Esposende (CIM) – 20,1 ºC

Sintra (Tapada do Mouco) – 20,0 ºC

Cabo da Roca – 20,0 ºC

Pico Santos de Cima/São Miguel (Açores) – 19,3 ºC

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Fonte: IPMA

 

domingo, 6 de setembro de 2026

Domingo, 6 de Setembro (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

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Reguengos (São Pedro do Corval) – 39,6 ºC

Alcoutim (Mart. Longo) – 39,6 ºC

Mértola (Vale Formoso) – 39,2 ºC

Portel (Oriola) – 38,9 ºC

Castro Verde (N. Corvo) – 38,8 ºC

Alvalade – 38,6 ºC

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Santa Cruz (Aeródromo) – 22,3 ºC

Cabo Raso – 22,1 ºC

Espinho (Aeródromo) – 21,9 ºC

Sintra (Tapada do Mouco) – 21,6 ºC

Cabo da Roca – 21,2ºC

Esposende (CIM) – 20,8 ºC

Areeiro (Madeira) – 15,1 ºC

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Fonte: IPMA

 

PORTUGAL CONTINENTAL: Chuva forte, granizo, trovoada e vento forte no norte e centro



CopyRight @ RTP Notícias

sábado, 5 de setembro de 2026

Região de Aveiro: Temporal

 




Sábado, 5 de Setembro (16h00)

Imagem de satélite às 16h10

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Fonte: SAT24

Tarde instável nas regiões do interior norte e centro, com ocorrência de aguaceiros e trovoadas dispersas.

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Algumas temperaturas às 16h00

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Mora – 39,9 ºC

Alvalade – 39,5 ºC

Alvega – 39,3 ºC

Reguengos (São Pedro do Corval) – 39,3 ºC

Alcácer do Sal (Barrosinha) – 39,0 ºC

Tomar (Valdonas) – 38,9 ºC

Coruche (Cruz do Leão) – 38,9 ºC

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Penhas Douradas – 25,4 ºC

São Pedro de Moel – 24,1 ºC

Esposende (CIM) – 23,9 ºC

Cabo da Rosa – 23,2ºC

Santa Cruz (Aeródromo) – 22,4 ºC

Cabo Raso – 22,2 ºC

Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 18,5 ºC

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Fonte: IPMA

 

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

PORTUGAL CONTINENTAL: Novos Recordes de Temperatura em Setembro


O IPMA analisou os valores de temperatura muito elevados registados em Portugal Continental no dia de ontem, tendo sido registados novos máximos de temperatura para a época.

A 3 de Setembro 2026 foram registados valores muito elevados da temperatura do ar à superfície, em resultado da circulação atmosférica condicionada por uma pequena depressão, com expressão em altitude localizada a sudoeste do território continental e, também, por um anticiclone centrado na região do Norte de África e estendido em crista até à Península Ibérica.

A conjugação de ambos os sistemas meteorológicos promoveu fluxos de sul/sudeste, bem como o transporte de uma massa de ar muito quente e seca, com elevado conteúdo em poeiras, proveniente do Norte de África.

Esta situação de tempo excepcionalmente quente fez com que o dia 3 de Setembro de 2026, com uma temperatura média no continente de 27.61°C, seja actualmente o 4º mais quente, considerando todos os dias de Setembro entre 1941 e 2026.

No dia 3 o valor mais alto da temperatura máxima do ar foi registado em Alcochete 44.3°C, e no dia 4 o valor mais alto da temperatura mínima do ar, 28°C, registado em Portalegre. De realçar que o valor mais elevado até à data registado foi o dia 6 Setembro de 2016 com um valor de 45°C, na estação meteorológica da Lousã (Coimbra).

Foram ultrapassados os anteriores maiores valores da temperatura máxima do ar para o mês de Setembro em 17% das estações meteorológicas analisadas, bem como ultrapassados e/ou igualados os anteriores maiores valores da temperatura mínima do ar em 8 estações meteorológicas.

Consulte o documento aqui para informação completa.

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Fonte (figura e imagem): IPMA  

Sexta-feira, 4 de setembro (16h00)

Imagem de satélite às 16h00

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Fonte: SAT24

Chuviscos dispersos no centro/sul, de lama ou de barro. A queda de "barro" ou "chuva de lama" ocorre devido à precipitação que arrasta as poeiras do deserto do Saara em suspensão na atmosfera.

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Algumas temperaturas às 16h00

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Chaves (Aeródromo) – 35,6 ºC

Amareleja – 35,5 ºC

Macedo de Cavaleiros (Bagueixe) – 35,4 ºC

Miranda do Douro – 35,2 ºC

Bragança – 34,9 ºC

Zebreira – 34,6 ºC

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Santa Cruz (Aeródromo) – 22,7 ºC

Portimão (Praia da Rocha) – 22,7 ºC

Espinho (Aeródromo) – 21,8 ºC

Cabo Raso – 21,5 ºC

Esposende (CIM) – 21,4 ºC

São Pedro de Moel – 21,1 ºC

Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 19,0 ºC

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Fonte: IPMA

 

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Quinta-feira, 3 de Setembro (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

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Mora – 42,5 ºC

Alvalade – 42,5 ºC

Ourique / Santana da Serra – 42,4 ºC

Alvega – 42,3 ºC

Alcochete / Campo de Tiro – 42,3 ºC

Alcácer do Sal (Barrosinha) – 42,3 ºC

Mértola (Vale Formoso) – 42,3 ºC

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Viana do Castelo (Chafé) – 25,1 ºC

Portimão (Praia da Rocha) – 25,1 ºC

Espinho (Aeródromo) – 24,2 ºC

Esposende (CIM) – 23,3 ºC

Cabo Raso – 22,5 ºC

São Pedro de Moel – 22,3 ºC

Santa Cruz (Aeródromo) – 21,7 ºC

Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 19,4 ºC

Alto do Cabouco/Faial (Açores) – 19,4 ºC

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Fonte: IPMA

 

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Quarta-feira, 2 de Setembro (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

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Alcoutim (Mart. Longo) – 37,5 ºC

Reguengos (São Pedro do Corval) – 37,0 ºC

Portel(Oriola) – 36,3 ºC

Amareleja – 36,2 ºC

Pinhão (Santa Bárbara) – 36,1 ºC

Mértola (Vale Formoso) – 36,1 ºC

Castro Verde (N. Corvo) – 36,1 ºC

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São Pedro de Moel – 21,6 ºC

Espinho (Aeródromo) – 21,3 ºC

Santa Cruz (Aeródromo) – 20,7 ºC

Esposende (CIM) – 20,6 ºC

Cabo Raso – 19,2 ºC

Cabo da Roca – 19,0 ºC

Areeiro (Madeira) – 15,5 ºC

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Fonte: IPMA

 

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Quinta-feira, 27 de Agosto: Tempo instável

Imagem de Satélite às 08h20

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Fonte: SAT24

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Passagem de superfície frontal fria bastante activa sobre o território de Portugal Continental, originando fortes precipitações no litoral oeste e estendendo-se gradualmente às regiões do interior.

 

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Quarta-feira, 26 de Agosto (10h40)

Imagem de satélite às 10h40

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Fonte: SAT24

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Passagem de superfície frontal fria sobre o território de Portugal Continental, progredindo do litoral para o interior; regime de chuva, passando a aguaceiros, mais intensos e frequentes nas regiões do norte e centro.

O pós-frontal irá trazer ar polar húmido e mais frio sobre o território do continente, criando condições de instabilidade propícias à ocorrência de aguaceiros dispersos, por vezes fortes e acompanhados por trovoadas e queda de granizo, mais intensos e frentes nas regiões do norte e centro de Portugal Continental.

 

terça-feira, 25 de agosto de 2026

PORTUGAL CONTINENTAL: Análise sinóptica e tendência do estado do tempo



A intrusão em altitude de uma massa de ar polar muito fria sobre o território de Portugal Continental procedente de latitudes muito altas irá provocar tempo instável e frio para esta época do ano; muita precipitação para as regiões do norte e centro, com aguaceiros e trovoadas acompanhados com descida moderada das temperaturas do ar.

Este agravamento do estado do tempo terá início com a passagem de uma superfície frontal fria sobre o território do continente, a partir da manhã de amanhã, provocando aumento da nebulosidade e a ocorrência de precipitação, inicialmente no litoral oeste e progredindo para as regiões do interior. Possibilidade de trovoadas e de queda de granizo.