quarta-feira, 15 de julho de 2026

Questionário de avaliação técnica e de usabilidade para plataformas de meteorologia e climatologia

Este é um questionário completo de avaliação técnica e de usabilidade para plataformas de meteorologia e climatologia em Portugal, acompanhado pelas respostas padrão idealizadas que servem de matriz de correção ou guia de excelência.


Módulo 1: Identificação e Aspetos Gerais

1. Qual é o nome da plataforma avaliada e qual a sua tipologia principal?

Resposta Padrão: O avaliador deve indicar o nome (ex: IPMA, MeteoTec, Windguru, Tempo.pt) e classificar se é um portal oficial do Estado, uma plataforma privada comercial, um subsetor académico ou uma aplicação móvel de suporte à navegação/desporto.

2. O idioma principal é o Português de Portugal (pt-PT) e a plataforma abrange as regiões autónomas?

Resposta Padrão: Sim. A plataforma deve estar totalmente traduzida e adaptada à terminologia local (ex: "aguaceiros", "vento moderado") e incluir obrigatoriamente dados detalhados para os arquipélagos dos Açores e da Madeira, e não apenas para o Continente.


Módulo 2: Precisão e Atualização dos Dados (Meteorologia)

3. Qual é a frequência de atualização dos dados de previsão a curto prazo (nowcasting)?

      Resposta Padrão: Os dados de observação direta (temperatura atual, radar) devem ser atualizados a cada 10 ou 15 minutos. As previsões numéricas horárias devem ser recalculadas, no mínimo, de 6 em 6 horas.

 

4. 4. A plataforma indica claramente qual o modelo numérico de previsão utilizado (ex: ECMWF, GFS, AROME)?

 

      Resposta Padrão: Sim. As plataformas de excelência técnica discriminam o modelo meteorológico de base no rodapé dos gráficos ou mapas, permitindo a utilizadores avançados compreender a resolução espacial da previsão (ex: AROME para alta resolução local).

 

5. 5. Como é apresentada a probabilidade de precipitação (percentagem vs. quantidade)?

 

       Resposta Padrão: A plataforma deve apresentar ambas as métricas. Apenas indicar a percentagem (ex: 60%) é insuficiente; deve constar a estimativa de volume em milímetros (mm) ou litros por metro quadrado (l/m²) para o intervalo de tempo selecionado.


Módulo 3: Informação Climatológica e Histórica

6. A plataforma disponibiliza normais climatológicas (médias de 30 anos) para comparação com o tempo atual?

Resposta Padrão: Sim. Para ser considerada completa em climatologia, a plataforma deve permitir comparar a temperatura ou precipitação do dia/mês atual com a Normal Climatológica de referência (ex: 1981-2010 ou 1991-2020) daquela estação específica.

7. É possível exportar ou consultar dados históricos de anos anteriores?

     Resposta Padrão: Sim. Deve existir um arquivo digital acessível onde o utilizador possa consultar ou descarregar (em formatos como CSV ou JSON) os registos diários ou mensais de temperatura, vento e precipitação de anos passados.


Módulo 4: Avisos Meteorológicos e Proteção Civil

8. Como funciona o sistema de alertas para fenómenos meteorológicos extremos?

   Resposta Padrão: O sistema deve estar parametrizado com o código internacional de cores (Verde, Amarelo, Laranja, Vermelho). Deve haver uma ligação clara aos critérios de aviso e avisos ativos coordenados com o IPMA ou a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

 

9. 9. Existe um sistema de notificações push ou alertas em tempo real para o utilizador?

 

    Resposta Padrão: Sim (especialmente em aplicações móveis). O utilizador deve poder ativar alertas geolocalizados para avisos severos iminentes, tais como trovoadas, rajadas de vento extremo ou taxas de precipitação elevadas.


Módulo 5: Usabilidade, Interface e Acessibilidade

 10. Os mapas meteorológicos são interativos e fáceis de interpretar por um cidadão comum?

       Resposta Padrão: Sim. Os mapas devem permitir fazer zoom dinâmico até ao nível do concelho/freguesia, possuir legendas claras para as cores utilizadas (ex: escalas de intensidade de chuva) e permitir alternar facilmente entre camadas (temperatura, vento, satélite, radar).

 11. A interface cumpre os requisitos básicos de acessibilidade web (ex: WCAG)?

     Resposta Padrão: Sim. O contraste de cores das fontes e dos ícones de estado do tempo deve ser inteligível para pessoas com daltonismo ou baixa visão. Os gráficos de evolução diária devem conter texto alternativo ou tabelas de dados legíveis por leitores de ecrã.


Módulo 6: Recursos Avançados e Setoriais

12. A plataforma oferece dados meteorológicos específicos para setores económicos (Agricultura, Mar, Aviação)?

 

  Resposta Padrão: Sim. Uma plataforma completa em Portugal deve incluir índices como a evapotranspiração e humidade do solo (Agricultura), estado do mar, altura de ondas e período de vaga (Mar/Pesca), e o índice UV diário (Saúde Pública).

As respostas de IA podem incluir erros.

 

 

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Pelo menos 12 mortos num violento incêndio no Sul de Espanha

Um incêndio que deflagrou na quinta-feira à tarde na província espanhola de Almería, e que se propagou a enorme velocidade devido ao vento forte e às temperaturas muito elevadas, provocou pelo menos 12 mortos. As vítimas são pessoas que tentaram escapar ao avanço das chamas e acabaram encurraladas numa estrada. Há ainda 23 pessoas que estão dadas como desaparecidas e oito feridos, quatro em estado grave, que tiveram de ser levadas de helicóptero para a unidade de queimados de um hospital em Sevilha.

As autoridades espanholas dizem que praticamente todos os mortos já confirmados são estrangeiros, ainda que não se conheça exactamente a sua identidade. O Ministério dos Negócios Estrangeiros português disse à Lusa que está a acompanhar a situação e que não tem, até ao momento, informação sobre a existência de cidadãos nacionais entre as vítimas.

Este é já o incêndio mais mortífero da história da Andaluzia e mesmo em Espanha inteira é preciso recuar mais de duas décadas para encontrar registo pior. A extensão do fogo não é particularmente grande quando comparada com a de outros incêndios recentes (cerca de 3200 hectares; o de Vouzela consumiu mais de 12 mil), mas o terreno acidentado e o isolamento das habitações potenciaram este desfecho.

O incêndio começou junto à pequena povoação de Los Gallardos, a pouca distância da costa mediterrânica da Andaluzia. As autoridades suspeitam que o rompimento de um cabo eléctrico possa ter estado na origem do fogo.

Leonor Alhinho e João Pedro Pincha

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Fonte: PÚBLICO

 

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Quarta-feira, 8 de Julho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

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Castro Verde (N. Corvo) – 40,2 ºC

Elvas – 40,0 ºC

Reguengos (São pedro do Corval) – 40,0 ºC

Amareleja – 39,6 ºC

Alcoutim (Mart. Longo) – 39,5 ºC

Portel (Oriola) – 39,1 ºC

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São Pedro de Moel – 20,7 ºC

Santa Cruz (Aeródromo) – 20,3 ºC

Cabo Raso – 20,3 ºC

Espinho (Aeródromo) – 20,1 ºC

Cabo da Roca – 19,7 ºC

Esposende (CIM) – 19,0 ºC

Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 18,4 ºC

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Fonte: IPMA

 

terça-feira, 7 de julho de 2026

Terça-feira, 7 de Julho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

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Reguengos (São pedro do Corval) – 41,0 ºC

Mértola (Vale Formoso) – 40,3 ºC

Alcoutim (Mart. Longo) – 40,2 ºC

Castro Verde (N. Corvo) – 39,8 ºC

Alvalade – 39,4 ºC

Mirandela – 39,2 ºC

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Santa Cruz (Aeródromo) – 21,0 ºC

Sintra (Tapada do Mouco) – 21,0 ºC

Viana do Castelo (Chafé) – 20,8 ºC

Espinho (Aeródromo) – 20,3 ºC

Cabo Raso – 20,3 ºC

Cabo da Roca – 20,1 ºC

Esposende (CIM) – 19,8 ºC

Ribeira das Nove/Terceira (Açores) – 16,3 ºC

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Fonte: IPMA

 

PORTUGAL CONTINENTAL: Temperaturas máximas entre 1 e 6 de Julho

Temperaturas máximas diárias
(Temperaturas superiores ou iguais a 42,0 ºC)
1 de Julho 
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Reguengos, S. P. do Corval – 42,4 ºC
Alvega – 42,3 ºC
Alcoutim (Mart.Longo) – 42,3 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 42,0ºC
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2 de Julho
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Alvalade – 43,9 ºC
Mora – 43,9 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 43,4 ºC
Portel (Oriola) – 43,2 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 43,1 ºC
Coruche (Cruz do Leão) – 43,0 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 42,9 ºC
Coruche – 42,8 ºC
Évora (C. Coordenação) – 42,5 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 42,5 ºC
Amareleja – 42,4 ºC
Santarém (Fonte Boa) – 42,2 ºC
Pegões – 42,1 ºC
Beja – 42,0 ºC
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3 de Julho
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Mora – 44,3 ºC
Coruche (Cruz do Leão) – 43,3 ºC
Alvega – 42,9 ºC
Coruche – 42,6 ºC
Santarém (Fonte Boa) – 42,4 ºC
Chamusca (Chouto) – 42,4 ºC
Ponte de Sôr (Aeródromo) – 42,4 ºC
Lousã (Aeródromo) – 42,3 ºC
Alvalade – 42,0 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 42,0 ºC
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4 de Julho
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Alvega – 44,1ºC
Mora – 43,6 ºC
Lousã (Aeródromo) – 43,2 ºC
Monção (Valinha) – 43,0 ºC
Alvalade – 42,9 ºC
Amareleja – 42,9 ºC
Portel (Oriola) – 42,8 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 42,7 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) 42,7 ºC
Coruche (Cruz do Leão) – 42,6 ºC
Ponte de Sôr (Aeródromo) – 42,5 ºC
Avis (Benavila) – 42,3 ºC
Pegões – 42,2 ºC
Vila Nova de Poiares (CIM) - 42,2 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 42,0 ºC
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5 de Julho
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Alvega – 44,1 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 43,9 ºC
Amareleja – 43,2 ºC
Carregal do Sal (CIM) – 43,2 ºC
Portel (Oriola) 42,3 ºC
Monção (Valinha) – 42,2 ºC
Pinhão, Santa Bárbara – 42,2 ºC  

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6 de Julho
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Pinhão (Santa Bárbara) – 43,8 ºC

Alvega – 43,3 ºC

Reguengos (São Pedro do Corval) – 42,7 ºC

Mirandela – 42,3 ºC

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Fonte: IPMA

Terça-feira, 7 de Julho (09h00)

Imagem de satélite às 09h00
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Fonte: SAT24

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Mais de 15 mil hectares arderam em Portugal nos últimos cinco dias

Mais de 15.000 hectares arderam em Portugal nos últimos cinco dias, tendo a área ardida duplicado entre 01 e 05 de julho, revelam dados provisórios do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR). Consultados pela agência Lusa, os dados do SGIFR indicam que os 4.592 incêndios florestais registados este ano provocaram 30.155 hectares de área queimada e mais de 15.000 arderam entre quarta-feira e domingo.

Segundo o SGIFR, gerido pela Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, os incêndios consumiram mais área na região Centro, num total de 14.244, tendo contribuído para estes números o fogo que começou na madrugada de quinta-feira em Vouzela (Viseu) e que só hoje foi dominado. Na região norte, a área ardida totaliza este ano 11.834.

Em relação ao mesmo período de 2025, a área ardida quase quadruplicou, registando-se este ano a maior desde 2017. Já os incêndios aumentaram este ano cerca de 70% em relação ao mesmo período de 2025 e verifica-se o maior número de fogos desde 2022.

Os dados do SGIFR indicam ainda que 56% da área ardida se verificou nos dias de risco elevado de incêndio. Desde a semana passada que Portugal está a registar temperaturas muito elevadas, tendo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocado vários distritos sob aviso vermelho devido ao calor.

O Governo decretou na sexta-feira situação de alerta que está em vigor até às 23:59 de hoje devido ao "significativo agravamento do risco de incêndios rurais".

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Fonte: Diário de Notícias

 

Nordeste transmontano: instabilidade severa (19h10)


Tarde com instabilidade severa associada ao desenvolvimento de cumulonimbos, com aguaceiros e trovoadas no nordeste transmontano.

Segunda-feira, 6 de Julho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

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Pinão (Santa Bárbara) – 42,4 ºC

Alvega – 42,1 ºC

Mirandela – 41,6 ºC

Reguengos (São pedro do Corval) – 41,5 ºC

Castelo Branco – 41,2 ºC

Mértola (Vale Formoso) – 40,6 ºC

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Santa Cruz (Aeródromo) – 20,9 ºC

Espinho (Aeródromo) – 20,1 ºC

Viana do Castelo (Chafé) – 19,5 ºC

Cabo da Roca – 19,5 ºC

Cabo Raso – 19,3 ºC

Esposende (CIM) – 19,2 ºC

Serra do Cume/Terceira (Açores) – 18,3 ºC

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Fonte: IPMA

 

domingo, 5 de julho de 2026

Domingo, 5 de Julho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

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Alvega – 42,8 ºC

Reguengos (São pedro do Corval) – 42,6 ºC

Amareleja – 42,1 ºC

Carregal do Sal(CIM) – 42,0 ºC

Viseu (Cidade)- 41,1 ºC

Portel (Oriola) – 41,1 ºC

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Cabo da Roca – 27,0 ºC

Fóia – 26,7 ºC

Espinho (Aeródromo) – 26,2 ºC

Santa Cruz (Aeródromo) – 24,9 ºC

Esposende (CIM) – 24,0 ºC

Cabo Raso – 23,0 ºC

Ribeira das Nove/Terceira (Açores) – 17,2 ºC

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Fonte: IPMA

 

sábado, 4 de julho de 2026

IPMA: Portugal Continental já registou seis ondas de calor este ano


Até ao início de Julho de 2026, registaram-se seis ondas de calor em Portugal continental, evidenciando a elevada frequência destes episódios nos últimos anos, mesmo em períodos fora da época estival. Foram classificados como ondas de calor os eventos de temperatura máxima do ar com valores acima da referência climatológica, que ocorreram em Fevereiro, Março (duas), Abril, Maio e Junho.

Tendo por base a análise da série histórica de dados registados na rede de Estações Meteorológicas do IPMA desde o início do século XXI, identifica-se uma tendência crescente do número máximo de dias em onda de calor, destacando-se o ano 2009 com 93 dias, seguido de 2017 com 83 dias e 2023 com 80 dias. Em 2025 registaram-se 74 dias em situação de onda de calor e 59 dias nos seis primeiros meses de 2026.
Da análise efectuada aos mais recentes anos, é identificável que a constituição de onda de calor deixou de ocorrer apenas durante o verão, sendo cada vez mais frequente na primavera e, em alguns anos, também no inverno e no outono.
O IPMA recorda que a onda de calor mais marcante em Portugal continental continua a ser a de Julho e agosto de 2003, tanto pela sua duração e extensão territorial, como pelos recordes de temperatura do ar registados. Entre estes últimos, destaca-se a temperatura máxima do ar de 47,3°C observada na estação meteorológica da Amareleja, que permanece o valor mais elevado alguma vez registado no continente.
Estes dados reforçam a importância da monitorização contínua destes fenómenos e da adopção de medidas de adaptação face ao aumento da frequência e intensidade dos extremos de temperatura.
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Fonte (texto e imagem): IPMA

A atenção dos estimados leitores...

DIGA NÃO A FALSOS CLIMATOLOGISTAS E FALSOS METEOROLOGISTAS QUE PROLIFERAM NO ESPAÇO ONLINE QUE CONSTANTEMENTE FAZEM PREVISÕES DE FENÓMENOS QUE NÃO ACONTECEM, ASSUSTANDO POPULAÇÕES SEM ASSUMIREM QUALQUER RESPONSABILIDADE PELAS PREVISÕES QUE FAZEM; CONSULTE APENAS SITES CONFIÁVEIS.

POR FAVOR COMBATA TAMBÉM A PROLIFERAÇÃO DE INCENDIÁRIOS DIGITAIS QUE PROLIFERAM NA INTERNET QUE NÃO TÊM QUAISQUER SENTIMENTO PELO SOFRIMENTO HUMANO; RECORRA APENAS A FONTES OFICIAIS E NÃO COLOQUE MAIS GASOLINA NOS FOGOS COM IMAGENS DE INCÊNDIOS E DE POPULAÇÕES EM EXTREMO SOFRIMENTO HUMANO.

Sábado, 4 de Julho (16h00)

  

Algumas temperaturas às 16h00

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Monção (Valinha) – 42,5 ºC

Reguengos (São pedro do Corval) – 42,4 ºC

Amareleja – 42,2 ºC

Lousã (Aeródromo) – 42,1 ºC

Alvalade – 42,0 ºC

Ponte de Sôr (Aeródromo) – 41,7 ºC

Portel (Oriola) – 41,7 ºC

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Esposende (CIM) – 28,9 ºC

Sintra (Tapada do Mouco) – 28,7 ºC

Cabo da Roca – 28,4 ºC

Espinho (Aeródromo) – 28,3 ºC

Santa Cruz (Aeródromo) – 27,1 ºC

Cabo Raso – 22,9 ºC

Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 15,5 ºC

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Fonte: IPMA

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Sexta-feira, 3 de Julho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

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Mora – 42,7 ºC

Alvega – 41,9 ºC

Coruche (Cruz do Leão) – 41,9 ºC

Coruche – 41,3 ºC

Santarém (Fonte Boa) – 41,2 ºC

Lousã (Aeródromo) – 41,0 ºC

Alvalade – 41,0 ºC

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Portimão (Praia da Rocha) – 29,2 ºC

Penhas Douradas – 29,0 ºC

Carrazêda de Ansiães – 28,2 ºC

Esposende (CIM) – 27,3 ºC

Espinho (Aeródromo) – 27,2 ºC

Santa Cruz (Aeródromo) – 27,1 ºC

Cabo Raso – 26,4 ºC

Cabeço Verde/Faial (Açores) – 17,2 ºC

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Fonte: IPMA

Entrevista meteorologista do IPMA, Bruno Café, ao Bom dia Portugal da RTP

Fonte: IPMA
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Partilhamos a entrevista meteorologista do IPMA, Bruno Café, ao Bom dia Portugal da RTP, hoje, 3 de Julho de 2026, onde refere que se prevê um desagravamento das altas temperaturas a partir de segunda-feira, 6 de Julho. 

quinta-feira, 2 de julho de 2026

Entrevista do chefe de divisão de previsão meteorológica e vigilância do IPMA, Jorge Ponte, à SIC Notícias

Fonte: IPMA

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Partilhamos a entrevista do chefe de divisão de previsão meteorológica e vigilância do IPMA, Jorge Ponte, à SIC Notícias, hoje, 2 de Julho de 2026, onde aborda a duração da onda de calor que está a afectar Portugal continental e as temperaturas mínimas elevadas.

Quinta-feira, 2 de Julho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

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Mora – 42,6 ºC

Mértola (Vale Formoso) – 42,4 ºC

Castro Verde (N. Corvo) – 42,0 ºC

Amareleja – 41,8 ºC

Coruche (Cruz do Leão) – 41,6 ºC

Pegões – 41,4 ºC

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Cabo da Roca – 28,7 ºC

Santa Cruz (Aeródromo) – 25,4 ºC

Cabo Raso – 25,1 ºC

São Pedro de Moel – 23,2 ºC

Esposende (CIM) – 22,9 ºC

Cabo Carvoeiro – 16,1 ºC

Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 17,3 ºC

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Fonte: IPMA