Fonte: SAT24
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Tempo variável em Portugal Continental, com muita nebulosidade dispersa e ocorrência de precipitação fraca no litoral oeste e, na parte da manhã, no interior do Alentejo.
BLOG DE INFORMAÇÃO SOBRE O ESTADO DO TEMPO E METEOROLOGIA. Todos os valores referentes a dados meteorológicos que são publicados neste blog carecem de homologação por parte das respectivas fontes. Reprodução autorizada mediante indicação da fonte original, desde que não se destine ao uso comercial ou se destine a actividades ilícitas. PARA PREVISÕES METEOROLÓGICAS OFICIAIS CONSULTE O SITE DO INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA (https://www.ipma.pt/pt/index.html) Email: ludbrioa@hotmail.com
Fonte: SAT24
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Tempo variável em Portugal Continental, com muita nebulosidade dispersa e ocorrência de precipitação fraca no litoral oeste e, na parte da manhã, no interior do Alentejo.
Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) -39,7 ºC
Elvas – 38,2 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 38,2 ºC
CastroVerde (N. Corvo) – 38,1 ºC
Alvega – 37,8 ºC
Alvalade – 37,8 ºC
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Cabo Carvoeiro – 21,9 ºC
Sintra (Tapada do Mouco) – 21,7 ºC
Cabo da Roca – 21,7 ºC
Cabo Raso – 21,1 ºC
Viana do Castelo (Chafé) – 20,8 ºC
Esposende (CIM) – 19,4 ºC
Alto do Cabouco/Faial (Açores) – 17,8 ºC
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Fonte: IPMA
Além dos dados operacionais sobre o combate aos fogos, o blog oferece uma avaliação técnica detalhada das plataformas digitais do IPMA, analisando a sua eficácia na comunicação de alertas à população. O autor reforça a importância de consultar fontes oficiais e adoptar medidas de prevenção contra os riscos térmicos e a desinformação digital. Esta compilação serve como um registo crítico da gestão de emergências e da vigilância climática num período de crise ambiental severa.
O incêndio que deflagrou em Valpaços e atingiu os concelhos de Mirandela e Vinhais já queimou 15 mil hectares, entre vinhas, olivais, floresta e mato, segundo o presidente da Câmara de Valpaços, que adiantou ter pedido a declaração de situação de calamidade. "Já arderam 15 mil hectares, dos quais mais de 10 mil hectares são em Valpaços", afirmou esta sexta-feira à agência Lusa Jorge Mata Pires.
O autarca descreveu uma situação “dantesca” que atingiu o concelho do norte do distrito de Vila Real e adiantou já ter enviado o pedido para que seja declarada situação de calamidade. Este é um município essencialmente de produção agrícola e o fogo atingiu, segundo salientou, "centenas de hectares de vinha, arderam muitos olivais, muitos amendoais, explorações de frutos vermelhos, mirtilos".
Contabilizam-se ainda cerca de duas dezenas de casas atingidas, entre casas de primeira e segunda habitação e devolutas, com quatro pessoas desalojadas e que foram realojadas em locais temporários. Jorge Mata Pires disse que "são muitos os prejuízos" deixados pelo fogo que deflagrou na terça-feira à tarde em Ervões, em Valpaços, e se estendeu aos concelhos de Mirandela e Vinhais, já no distrito de Bragança.
Na quarta-feira, a câmara activou o Plano Municipal de Emergência e Protecção Civil. Esta sexta-feira, segundo disse, ainda se combatem as chamas no terreno, com uma frente na zona de Bouçoais e "ilhas" noutros locais, pelo que espalhados pelo terreno estão vários bombeiros atentos a reacendimentos e em acções de consolidação e rescaldo. Já se está a trabalhar no levantamento dos prejuízos, antecipando que o município deverá remeter ao Governo o dossiê preliminar na segunda-feira.
Jorge Mata Pires realçou que, durante estes dias, a “prioridade absoluta foi a protecção das pessoas e dos seus bens, a segurança das comunidades afectadas”, destacando o trabalho incansável de todos os operacionais que estão no terreno, desde bombeiros, militares da GNR, Protecção Civil ou Exército. Explicou que várias aldeias foram evacuadas ou então optou-se pelo confinamento das populações em locais seguros como forma de prevenção e de protecção dos residentes. Disse ainda estar em contacto com o ministro da Administração Interna, com o secretário de Estado da Protecção Civil e até com o primeiro-ministro, que estão a acompanhar a situação.
O combate ao fogo foi dificultado, salientou, pelo vento intenso e, em alguns períodos, o fumo intenso impossibilitou a actuação dos meios aéreos. Segundo a página online da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC), pelas 14h18 desta sexta-feira estavam mobilizados para este incêndio 937 operacionais, 307 viaturas e seis meios aéreos.
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Fonte: Expresso
Algumas temperaturas às 16h00
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Mirandela – 39,2 ºC
Macedo de Cavaleiros (Bagueixe) – 37,4 ºC
Miranda do Douro – 36,6 ºC
Zebreira – 36,5 ºC
Moncorvo – 36,1 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 36,1 ºC
* * *
Espinho (Aeródromo) – 22,2 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 22,1 ºC
Cabo da Roca – 22,0 ºC
Sintra (Tapada do Mouco) – 21,5 ºC
Esposende (CIM) – 21,4 ºC
Cabo Raso – 21,3 ºC
Pico Alto (Madeira) – 18,0 ºC
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Fonte: IPMA
Algumas temperaturas às 16h00
* * *
Mirandela – 40,4 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 40,3 ºC
Alvega – 40,3 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 39,4 ºC
Zebreira – 39,0 ºC
Amareleja – 39,0 ºC
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São Pedro de Moel – 21,9ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 21,9 ºC
Viana do Castelo (Chafé) – 21,6 ºC
Cabo da Roca – 21,3 ºC
Espinho (Aeródromo) – 21,0 ºC
Esposende (CIM) – 20,6 ºC
Cabo Raso – 20,6 ºC
Areeiro (Madeira) – 15,2 ºC
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Fonte: IPMA
Responsáveis da UE alertam para “condições extremas” em várias zonas da Europa, prevendo agravamento dos fogos florestais em França, Espanha e Portugal. Bombeiros em França e Espanha correram para conter grandes incêndios florestais na terça-feira, antes de uma nova subida das temperaturas ameaçar agravar as condições.
Mais de 300.000 pessoas foram obrigadas a abandonar as suas casas nos dois países, numa operação que a agência Associated Press descreveu como uma das maiores evacuações na Europa em décadas. No sudoeste de França, os bombeiros conseguiram travar durante a noite o avanço de um incêndio perto de Bordéus, embora tenham sido registados vários reacendimentos. O fogo já consumiu cerca de 42.000 hectares em seis dias, obrigou 220.000 pessoas a sair e destruiu 240 casas.
O presidente francês, Emmanuel Macron, advertiu que “as próximas semanas vão ser duras e temos de aguentar”. Macron visitou o centro operacional departamental dos bombeiros e de salvamento em Bordéus na segunda-feira, 27 de Julho de 2026. Em Espanha, os bombeiros combatem incêndios a oeste de Madrid que já levaram à retirada de cerca de 60.000 pessoas. O ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, afirmou que as próximas horas serão “absolutamente decisivas”, à medida que as temperaturas voltam a subir. Em reacção à previsão, o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, afirmou: "Peço compreensão e apelo a todos os cidadãos de todo o país para que tenham extrema cautela e tomem todas as precauções possíveis. Temos pela frente horas difíceis, horas complexas", alertou. A dimensão da destruição tem sido particularmente grave na região, onde cerca de 77.000 hectares foram consumidos pelos incêndios atuais — uma área aproximadamente do tamanho de Hamburgo.
Previsão de nova onda de calor – A União Europeia está a utilizar o seu sistema de satélites Copernicus para monitorizar os incêndios e fornecer às autoridades um mapeamento rápido das áreas afectadas, ajudando os serviços de emergência a avaliar a propagação e o impacto dos incêndios. O Mecanismo de Protecção Civil da UE disponibiliza aeronaves e bombeiros fornecidos pelos Estados-Membros e pela reserva rescEU, financiada pela UE, mas essa capacidade poderá enfrentar uma pressão adicional à medida que mais um período de calor extremo se espalha pela Europa.
A agência meteorológica espanhola AEMET previu uma nova onda de calor a partir de quarta-feira até ao final da semana, com temperaturas a atingirem os 42 °C no nordeste e os 39 °C nas regiões centrais. A Météo-France previu temperaturas até aos 40 °C a partir de terça-feira, acompanhadas por ventos secos que poderão aumentar ainda mais o risco de propagação de incêndios.
Desde o início do ano, arderam cerca de 150.000 hectares em Espanha e 115.000 hectares em França, mas a comissária da UE para a Gestão de Crises, Hadja Lahbib, alertou que a ameaça se estende para além dos países que, neste momento, enfrentam incêndios de grandes proporções.
“Prevêem-se condições extremas para a Hungria, a Eslováquia e a Chéquia, além de França, da Península Ibérica... onde se espera que a situação piore, incluindo em Portugal a partir de hoje”, afirmou Lahbib.
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Fonte: EuroNews
Os incêndios voltaram em força a Portugal Continental esta segunda-feira. Os maiores focos e que estão a mobilizar mais meios são na Guarda, em Bragança, Penafiel, Aveiro e Almeirim. Todas as ocorrências e alertas podem ser acompanhados na página em tempo real do Expresso.
O primeiro alerta foi dado para Duas Igrejas, em Penafiel, às 11h09 e, pelas 17h17, mantinham-se duas frentes activas com grande intensidade, revelou a fonte, indicando que as chamas lavram em zona de mato e que estavam a ser combatidas por 103 operacionais, revelou à Lusa fonte do Comando Sub-Regional do Tâmega e Sousa. Devido ao avanço das chamas, a Estrada Municipal 589, em Peroselo, foi cortada ao trânsito, acrescentou. A mesma fonte revelou não haver registo de feridos nem de povoações evacuadas.
Incêndio na Guarda é o que mobiliza mais meios – No concelho da Guarda, um incêndio que deflagrou esta segunda-feira já mobilizou 350 operacionais, apoiados por sete meios aéreos e 92 viaturas, disse a Protecção Civil. "O alerta foi dado pelas 13h51 e o fogo continua activo com uma frente junto à estrada que liga a localidade do Rochoso, no concelho da Guarda, à Cerdeira do Côa, no concelho do Sabugal", disse fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Protecção Civil das Beiras e Serra da Estrela à agência Lusa.
Segundo a Protecção Civil, as chamas lavram em zona de mato e não há habitações ou povoações em risco. "Houve um reforço de meios no terreno. Os operacionais continuam empenhados em controlar o fogo, nomeadamente na estrada que liga o Rochoso à Cerdeira (Estrada Municipal 540)", acrescentou a mesma fonte.
Suspeitas de fogo posto em Aveiro – O incêndio que deflagrou cerca das 15h30 em Mamodeiro, em Aveiro, e alastrou ao concelho de Oliveira do Bairro entrou em resolução cerca das 19h00, segundo a Protecção Civil. Pelas 20h00, a página da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) na internet indicava que o incêndio estava a ser combatido por 196 operacionais, apoiados por 65 meios terrestres e um meio aéreo (chegaram a ser quatro).
A Autoestrada 1 (A1) esteve cortada nos dois sentidos desde as 17h20 entre os nós da Mealhada e Albergaria (ao quilómetro 231) a pedido da Protecção Civil, confirmou ao Expresso fonte da Brisa. A circulação foi entretanto retomada, cerca das 20h15. «A A1 está totalmente reaberta ao trânsito», indicou fonte da GNR à Lusa, apelando aos automobilistas para circularem com precaução, porque «existe um fluxo muito grande de trânsito».
Segundo a GNR, mantém-se ainda cortada ao trânsito a EN235 entre a Moviflor e os Armazéns Reis. Cerca das 20h20, também foi retomada a circulação ferroviária na Linha do Norte, entre Oliveira do Bairro e Oiã, segundo fonte da Infraestruturas de Portugal.
Este incêndio deflagrou numa zona florestal, num local onde têm ocorrido outros focos nos últimos tempos, o que leva as autoridades a suspeitar de fogo posto. “Anda ali alguém continuamente a fazer novas ignições”, disse à Lusa o comandante sub-regional de Emergência e Protecção Civil da Região de Aveiro, António Ribeiro. O responsável disse não ter conhecimento de haver casas em risco, admitindo, porém, que as chamas poderão afectar a zona industrial de Mamodeiro.
Fogo em Bragança consome mato e pinho – Um incêndio perto da localidade de Deilão, no concelho de Bragança, está a consumir mato e pinho desde o início da tarde desta segunda-feira, mobilizando seis meios aéreos. O comandante sub-regional das Terras de Trás-os-Montes da Protecção Civil, Noel Afonso, adiantou, à Lusa, que o fogo arde numa "zona isolada" e não ameaça aldeias ou habitações. Ainda segundo a mesma fonte, a maior dificuldade foi o vento que se fez sentir na parte inicial do incêndio e a dificuldade de acessos, no entanto, reconhece que a situação já esteve mais complicada. Às 17h25, o fogo mobilizava 186 operacionais, apoiados por 60 meios terrestres e quatro meios aéreos, segundo a página da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) . O incêndio deflagrou pouco depois do meio-dia.
Já no concelho de Almeirim, um incêndio estava a ser combatido por 205 operacionais com a ajuda de três meios aéreos e 59 viaturas às 17h25, indica o site da ANEPC. O alerta foi dado às 13h05 na localidade de Paços Negros, na freguesia de Fazendas de Almeirim, no distrito de Santarém, numa zona de mato, em direcção a Frade de Cima. Segundo a Protecção Civil, todo o perímetro do incêndio continua activo, sem ameaçar habitações ou obrigar ao corte de estradas.
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Fonte: Expresso
Algumas temperaturas às 16h00
* * *
Coruche (Cruz do Leão) – 40,5 ºC
Mora – 40,3 ºC
Lousã (Aeródromo) – 40,1 ºC
Alvega – 40,0 ºC
Tomar (Valdonas) – 39,4 ºC
Portel (Oriola) – 39,4 ºC
* * *
Espinho (Aeródromo) – 24,2 ºC
Esposende (CIM) – 23,0 ºC
Cabo Carvoeiro – 22,1 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 21,6 ºC
Cabo da Roca – 21,6 ºC
Cabo Raso – 21,3 ºC
Areeiro (Madeira) – 13,6 ºC
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Fonte: IPMA
Algumas temperaturas às 16h00
* * *
Alvega – 35,3 ºC
Amareleja – 34,8 ºC
Mora – 34,6 ºC
Alvalade – 34,6 ºC
Portel (Oriola) – 34,5 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 34,5 ºC
* * *
São Pedro de Moel – 21,2 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 20,7 ºC
Esposende (CIM) – 20,4 ºC
Cabo Raso – 20,1 ºC
Cabo da Roca – 20,1 ºC
Sintra (Tapada do Mouco) – 19,8 ºC
Areeiro (Madeira) – 12,5 ºC
* * *
Fonte: IPMA
O início de semana será o período mais quente, com a presença de um anticiclone sobre a Europa Central associado a um vale atmosférico no Norte de África a criar uma circulação de sul, com a advecção de uma massa de ar quento e seco sobre a Península Ibérica. No decorrer da semana, deverá formar-se uma depressão a nordeste do arquipélago dos Açores, influenciando o fluxo que passará a ser de sudoeste, ainda com uma massa de ar quente e seco sobre o Sul. As zonas litorais Norte e Centro vão estar sob a influência de uma massa de ar com componente marítima mais acentuada, resultando em neblinas ou nevoeiros matinais.
O vento irá diminuir de intensidade no início da semana, soprando fraco a moderado ao longo dos dias, com uma brisa marítima pouco expressiva.
As temperaturas previstas deverão estar acima dos valores usuais para a época do ano na generalidade do país, com as temperaturas máximas a atingirem ou ultrapassarem os 40 °C nos vales do Douro, Tejo e Guadiana na segunda-feira, dia 27 de Julho. Nos dias seguintes haverá uma ligeira descida das temperaturas, mantendo-se o tempo quente no interior.
Esperam-se noites tropicais no Sotavento Algarvio e em alguns dias, nas zonas fronteiriças do Centro e Sul e nos vales do Douro, Tejo e Guadiana.
As temperaturas máximas devem variar entre 29°C e 41°C nas regiões do interior Norte e Centro, na região Sul variará entre 33°C e 41°C, no litoral ocidental deveremos ter temperaturas máximas entre 23°C e 34°C e no litoral sul deveremos ter temperaturas máximas entre 26°C e 37°C.
Quanto à temperatura mínima no território continental, esta deverá situar-se entre 13°C e 21°C nas regiões do interior Norte e Centro e entre 14°C e 21°C na região Sul, sendo que nas zonas litorais os valores deverão variar entre 14°C e 22°C.
A temperatura da água do mar irá diminuir de forma significativa na costa ocidental durante o fim-de-semana e no início da semana, recuperando lentamente nos dias seguintes. São esperados valores entre 16 °C e 20 °C na costa ocidental e entre 17 °C e 19 °C na costa sul.
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Fonte: IPMA
Esta é a aplicação detalhada do questionário ao ecossistema digital do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), com base nas funcionalidades do seu portal web oficial e aplicações móveis.
1. Identificação e Tipologia
2. Idioma e Abrangência Territorial
3. Frequência de Atualização (Nowcasting)
4. Modelos Numéricos de Previsão
5. Apresentação da Probabilidade de Precipitação
6. Normais Climatológicas
7. Consulta e Exportação de Dados Históricos
8. Sistema de Alertas para Fenómenos Extremos
9. Notificações Push e Alertas em Tempo Real
10. Interatividade dos Mapas Meteorológicos
11. Requisitos de Acessibilidade Web (WCAG)
12. Dados Meteorológicos para Setores Económicos
Aqui tem a Matriz de Avaliação Final do portal e ecossistema digital do IPMA, sintetizada com base nas 12 dimensões do questionário anterior. A matriz utiliza uma escala de 1 a 5 (onde 1 é Insuficiente e 5 é Excelente) e inclui uma ponderação sugerida para calcular a nota final com base no impacto real para o cidadão comum.
Matriz de Avaliação: Portal e Ecossistema Digital IPMA
|
ID |
Dimensão Avaliada |
Nota (1-5) |
Peso |
Pontuação |
Justificação / Nota Técnica |
|
1 |
Identificação e Tipologia |
5 |
5% |
0.25 |
Cumpre perfeitamente o papel de portal oficial de referência nacional. |
|
2 |
Idioma e Abrangência |
5 |
10% |
0.50 |
Cobertura total do território (Continente e Ilhas) e bilingue (PT/EN). |
|
3 |
Frequência de Atualização |
5 |
10% |
0.50 |
Dados de nowcasting (radar e satélite) atualizados a cada 5-10 minutos. |
|
4 |
Modelos Numéricos |
4 |
5% |
0.20 |
Transparência no uso do ECMWF e AROME, embora falte contextualização para leigos. |
|
5 |
Probabilidade de Precipitação |
4 |
10% |
0.40 |
Percentagem clara por localidade, mas os dados de quantidade requerem mapas técnicos. |
|
6 |
Normais Climatológicas |
5 |
5% |
0.25 |
Excelente arquivo com séries históricas completas (1971-2000 até 1991-2020). |
|
7 |
Exportação e Histórico |
5 |
10% |
0.50 |
Disponibilização de API JSON gratuita e dados abertos em formato reutilizável. |
|
8 |
Sistema de Alertas |
5 |
15% |
0.75 |
Sistema SAM/Meteoalarm altamente robusto, georreferenciado e visual. |
|
9 |
Notificações Push |
3 |
10% |
0.30 |
Funciona bem nas apps móveis, mas o site web peca por não enviar alertas push. |
|
10 |
Interatividade dos Mapas |
3 |
10% |
0.30 |
Mapas de avisos fáceis; cartas sinópticas e numéricas são demasiado complexas. |
|
11 |
Acessibilidade Web |
3 |
5% |
0.15 |
Possui selo de acessibilidade, mas páginas antigas falham em leitores de ecrã. |
|
12 |
Setores Económicos |
5 |
5% |
0.25 |
Áreas completas e vitais para a Marinha, Aviação (METAR/TAF) e Agricultura. |
|
- |
Nota Final Ponderada |
4.35 |
100% |
4.35 / 5.0 |
Desempenho Muito Bom (Nível de Excelência Técnica) |
Diagnóstico Rápido (SWOT)
· Pontos Fortes: Rigor científico, gratuitidade da API, robustez do sistema de alertas e dados em tempo real.
· Pontos Fracos: Interface com design antiquado em várias secções e mapas de previsão numérica difíceis de ler pelo cidadão comum.
Com base no diagnóstico efetuado na matriz de avaliação, o portal do IPMA apresenta uma excelente robustez técnica, mas ressente-se de uma interface datada e de alguma complexidade na comunicação com o cidadão comum. Seguem as recomendações prioritárias para modernizar a plataforma, divididas por eixos de ação:
1. Experiência do Utilizador (UX) e Design Interativo
· Simplificar os mapas numéricos: Criar uma camada interativa simplificada sobre os mapas técnicos. O cidadão comum deve conseguir ver a evolução da chuva e do vento através de uma barra cronológica intuitiva (estilo Windy ou Meteoblue).
· Modernizar o arquivo e tabelas: Substituir as tabelas densas e estáticas de dados climáticos por gráficos dinâmicos e interativos (usando bibliotecas como Highcharts ou D3.js).
· Desenhar um portal responsivo: Eliminar as secções antigas que ainda obrigam ao uso de zoom em ecrãs de telemóveis, unificando a experiência mobile e desktop.
2. Comunicação e Alertas (Cidadania)
· Ativar notificações push no browser: Implementar alertas diretamente no navegador web (com autorização do utilizador) para avisos meteorológicos de nível Laranja e Vermelho, sem depender exclusivamente da app móvel.
· Contextualizar a probabilidade: Explicar de forma simples o que significa a "probabilidade de precipitação" na previsão por localidade e associar-lhe o volume estimado (ex: apresentar "60% de probabilidade / 2 a 5 mm").
· Criar resumos em linguagem natural: Utilizar Inteligência Artificial ou automação para gerar pequenos resumos em texto na página inicial (ex: "Amanhã haverá uma descida acentuada da temperatura com vento forte no Norte e Centro").
3. Acessibilidade e Inclusão (WCAG)
· Auditoria de acessibilidade: Atualizar o portal para cumprir integralmente as diretrizes WCAG 2.1 (Nível AA).
· Otimizar para leitores de ecrã: Adicionar etiquetas alt (texto alternativo) em todos os gráficos, mapas de radar e imagens de satélite para cidadãos com deficiência visual.
· Melhorar o contraste: Ajustar as paletas de cores de alguns mapas técnicos para garantir que são legíveis por utilizadores com daltonismo.
4. Setores Económicos e API
· Criar um Dashboard do Agricultor: Unificar os dados de agrometeorologia (seca, água no solo, índice de evapotranspiração) num painel único, personalizável por região.
· Centralizar a documentação da API: Criar um portal moderno para programadores (estilo Swagger/OpenAPI) para facilitar a integração dos dados abertos do IPMA em novas aplicações e startups nacionais.
As respostas de IA podem incluir erros.