Instabilidade estática no centro/sul durante a tarde, com períodos de céu muito nublado e ocorrência de aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoadas; queda de granizo.
BLOG DE INFORMAÇÃO SOBRE O ESTADO DO TEMPO E METEOROLOGIA. Todos os valores referentes a dados meteorológicos que são publicados neste blog carecem de homologação por parte das respectivas fontes. Reprodução autorizada mediante indicação da fonte original, desde que não se destine ao uso comercial ou se destine a actividades ilícitas. PARA PREVISÕES METEOROLÓGICAS OFICIAIS CONSULTE O SITE DO INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA (https://www.ipma.pt/pt/index.html) Email: ludbrioa@hotmail.com
Imagem de satélite às 19h00
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Fonte: SAT24
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Nesta imagem de satélite às 19h00 pode-se observar a aproximação de uma superfície frontal fria ao litoral oeste de Portugal Continental; ao longo desta noite e na próxima madrugada, a superfície frontal irá atravessar o território do continente, provocando precipitação que se estenderá do litoral para o interior, mais frequente e intensa nas regiões do norte e centro, onde no litoral poderá ser temporariamente forte, sendo pouco provável quanto mais a sul do território do continente.
Melhoria do estado do tempo a partir da manhã de Quarta-feira.
Nos últimos dias tem sido mencionado por alguns órgãos de comunicação social que Portugal irá ser atingido por um "ciclone bomba". Importa referir que esse termo vem da expressão na língua inglesa "bomb cyclone", e que se refere a um ciclone em intensificação, cuja pressão atmosférica no seu centro diminui muito rapidamente, sendo esse fenómeno normalmente designado na meteorologia como "ciclogénese explosiva".
Uma vez esclarecida a origem e a definição do termo, importa referir que Portugal não irá ser atingido por qualquer "ciclone bomba" na próxima semana. De facto, está previsto a ocorrência de uma ciclogénese explosiva durante o dia 29 mas no Atlântico Norte, a oeste da Irlanda, portanto a uma distância muito significativa de Portugal.
Ainda assim, Portugal irá sentir alguns efeitos indirectos desse sistema. Na segunda-feira, dia 28, devido à aproximação do vale depressionário associado a essa depressão, poderão já ocorrer aguaceiros, acompanhados de trovoada, mais prováveis no interior durante a tarde. Entre a tarde de dia 29 e o dia 30, uma superfície frontal fria associada à referida depressão irá atravessar o continente, originando períodos de chuva, temporariamente mais intensa nas regiões Norte e Centro. Na região sul, a incerteza na previsão é maior, sendo menos provável a ocorrência de precipitação significativa.
A temperatura irá diminuir face aos valores registados nos últimos dias, embora com as máximas a manterem-se entre 20 e 26°C nas regiões Norte e Centro e entre 25 e 32°C na região Sul.
As previsões e as actualizações dos avisos meteorológicos poderão ser consultadas em:
http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev.descritiva/
http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev.significativa
http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev-sam/
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Fonte: IPMA
Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 37,0 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 36,7 ºC
Castro Verde (N. Corvo)- 36,7 ºC
Elvas – 36,6 ºC
Amareleja – 36,3 ºC
Alvalade – 36,2 ºC
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Aveiro (Universidade) – 21,2 ºC
Viana do Castelo (Chafé) – 21,1 ºC
São Pedro de Moel – 19,8 ºC
Cabo Raso – 19,5 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 18,9 ºC
Espinho (Aeródromo) – 18,6 ºC
Alto do Cabouco/Faial (Açores) – 14,8 ºC
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Fonte: IPMA
Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 36,7 ºC
Portimão (Aeródromo) – 36,7 ºC
Silves (São Marcos da Serra) – 36,5 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 36,2 ºC
Elvas – 36,1 ºC
Amareleja – 36,0ºC
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Aveiro (Universidade) – 20,0 ºC
Cabo Raso – 19,4 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 18,7 ºC
São Pedro de Moel – 18,5 ºC
Espinho (Aeródromo) – 18,2 ºC
Cabo da Roca – 17,6 ºC
Cabeço do Teicho/Pico (Açores) – 12,4 ºC
Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 12,4 ºC
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Fonte: IPMA
Algumas temperaturas às 16h00
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Alvega – 38,6 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 37,6 ºC
Portel (Oriola) – 37,2 ºC
Alvalade – 37,1 ºC
Ponte de Sôr (Aeródromo) – 37,0 ºC
Avis (Benavila) – 36,7 ºC
Mora – 36,7 ºC
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Aveiro (Universidade) – 18,3 ºC
Cabo da Roca – 18,3 ºC
Cabo Raso – 17,7 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 17,1 ºC
São Pedro de Moel – 16,8 ºC
Espinho (Aeródromo) – 16,2 ºC
Cabeço do Teicho/Pico (Açores) – 17,8 ºC
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Fonte: IPMA
Imagem de satélite às 16h00
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Fonte: SAT24
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Algumas temperaturas às 16h00
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Alvega – 40,0 ºC
Ponte de Sôr (Aeródromo) – 38,5 ºC
Tomar (Valdonas) – 38,4 ºC
Avis (Benavila) – 38,3 ºC
Mora – 38,2 ºC
Portel (Oriola) – 38,1 ºC
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Figueira da Foz (Vila Verde) – 21,6 ºC
Esposende (CIM) – 18,6 ºC
Cabo Raso – 17,8 ºC
Cabo da Roca – 17,6 ºC
São Pedro de Moel – 17,4 ºC
Espinho (Aeródromo) – 16,1 ºC
Pico Santos de Cima/São Miguel (Açores) – 17,4 ºC
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Fonte: IPMA
Algumas temperaturas às 16h00
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Alvega – 39,1 ºC
Tomar (Valdonas) – 38,5 ºC
Lousã (Aeródromo) – 37,8 ºC
Carregal do Sal (CIM) – 37,6 ºC
Santarém (Fonte Boa) – 37,6 ºC
Coruche – 37,6 ºC
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Viana do Castelo (Chafé) – 24,6 ºC
Cabo Raso – 23,7 ºC
Espinho (Aeródromo) – 21,9 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 21,9 ºC
São Pedro de Moel – 21,8 ºC
Esposende (CIM) – 20,3 ºC
Pico Alto (Madeira) – 17,1 ºC
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Fonte: IPMA
Algumas temperaturas às 16h00
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Lousã (Aeródromo) – 37,2 ºC
Alvega – 37,1 ºC
Coruche (Cruz do Leão) – 36,8 ºC
Oliveira do Hospital (CIM) – 36,7 ºC
Mora – 36,5 ºC
Tomar (Valdonas) – 36,4 ºC
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Penhas Douradas – 26,1 ºC
Portimão (Praia da Rocha) – 25,1 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 24,4 ºC
Esposende (CIM) – 23,1 ºC
Cabo Raso – 22,9 ºC
Espinho (Aeródromo) – 22,7 ºC
Areeiro (Madeira) – 16,4 ºC
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Fonte: IPMA
Algumas temperaturas às 16h00
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Alvega – 36,7 ºC
Lousã (Aeródromo) – 36,4 ºC
Coruche (Cruz do Leão) – 36,4 ºC
Monção (Valinha) – 36,2 ºC
Tomar (Valdonas) – 36,2 ºC
Oliveira do Hospital (CIM) – 36,1 ºC
Mora – 36,1 ºC
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Portimão (Praia da Rocha) – 26,0 ºC
Penhas Douradas – 25,1 ºC
São Pedro de Moel – 25,1 ºC
Cabo Raso – 24,7 ºC
Esposende (CIM) – 23,4 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 23,2 ºC
Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 16,3 ºC
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Fonte: IPMA
Algumas temperaturas às 16h0
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Alvega – 36,1 ºC
Lousã (Aeródromo) – 35,1 ºC
Coruche – 35,1 ºC
Coruche (Cruz do Leão) – 35,0 C
Tomar (Valdonas) – 34,9 ºC
Pegões – 34,7 ºC
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Penhas Douradas – 22,1 ºC
São Pedro de Moel – 21,9 ºC
Cabo da Roca – 21,3 ºC
Cabo Raso – 20,7 ºC
Esposende (CIM) – 20,3 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 20,3 ºC
Areeiro (Madeira) – 13,6 ºC
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Fonte: IPMA
A Europa Ocidental teve o primeiro vislumbre de um verão atípico em maio de 2026, quando uma onda de calor produziu temperaturas excepcionais que bateram recordes em vários países. Por mais notável que tenha sido, esta onda de calor inicial revelou-se apenas o primeiro sinal.
Em meados de Agosto, os europeus enfrentavam a quinta onda de calor da temporada, com a mais recente a elevar as temperaturas bem acima dos 40 graus Celsius (104 graus Fahrenheit) numa vasta área. Durante estes períodos de clima extremo, as altas temperaturas eram frequentemente implacáveis, persistindo durante vários dias e, por vezes, semanas a fio, e permanecendo durante a noite.
Para uma região habituada a verões relativamente amenos, o calor transformou o quotidiano. Hospitalizações e mortes relacionadas com o calor dispararam. As auto-estradas e os carris de comboio cederam, obrigando ao encerramento de estradas e à interrupção de serviços. Grandes e destrutivos incêndios florestais devastaram áreas onde antes eram raros. O calor também agravou a seca severa que assola a região há meses, contribuindo para níveis recorde de baixa nos rios e interrompendo o abastecimento de água e energia, as rotas de transporte e a agricultura.
O calor bateu recordes a um ritmo frenético, muitas vezes por larga margem. De acordo com o Met Office do Reino Unido, as temperaturas atingiram os 35,1°C em Londres no dia 26 de maio, superando o recorde anterior para maio em 2,3°C. Em Junho, Bordéus, em França, bateu o seu recorde de temperatura máxima durante três dias consecutivos, atingindo os 42,5°C a 24 de Junho, informou a Météo-France. A Eslováquia, por sua vez, estabeleceu novos recordes nacionais para as temperaturas máximas diurnas e nocturnas em Agosto. As temperaturas combinadas de Junho e Julho na Europa Ocidental foram as mais elevadas de sempre, de acordo com o serviço europeu de monitorização climática Copernicus.
Na Europa, as temperaturas extremas colidiram com diversas vulnerabilidades, incluindo o acesso limitado a ar condicionado, as altas temperaturas nocturnas e a falta de espaços verdes em algumas cidades. Estas circunstâncias desencadearam não só desconforto, mas também exaustão e insolação em alguns casos. Os relatórios preliminares sugerem que o calor pode ter estado associado a 10.000 mortes adicionais, incluindo milhares de pessoas no Reino Unido, França, Alemanha e Bélgica.
"O ar condicionado é uma questão especialmente crítica na Europa a curto prazo", disse Anamika Shreevastava, investigadora da Universidade de Nova Iorque que estudou ilhas de calor urbanas como pós-doutorada no Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA. Um dos seus objectivos era produzir mapas térmicos com base em dados da NASA de missões como a ECOSTRESS, que os urbanistas pudessem utilizar para tornar as cidades mais resilientes às ondas de calor.
Dados da Agência Internacional de Energia mostram que 23% das casas na Europa têm ar condicionado, em comparação com 90% das casas nos Estados Unidos. Esta diferença contribui para as taxas de mortalidade muito mais elevadas que os investigadores documentaram nas cidades europeias durante as ondas de calor, em comparação com cidades americanas semelhantes. "A longo prazo, as cidades também podem plantar árvores, expandir parques, utilizar tinta reflectora nos telhados e fazer a transição para materiais de construção com menor probabilidade de reter calor", disse Shreevastava.
Uma análise da Organização Mundial de Saúde indica que o stress térmico é a principal causa de mortes relacionadas com o clima no mundo, agravando doenças pré-existentes, como as doenças cardiovasculares, diabetes, perturbações mentais e asma. Os investigadores calcularam que ocorrem anualmente aproximadamente 489.000 mortes relacionadas com o calor, sendo 45% delas na Ásia e 36% na Europa.
"Para os idosos com problemas de saúde física, temperaturas tão baixas como 26,7°C (80°F) podem representar um perigo significativo", disse Deborah Carr, socióloga da Universidade de Boston especializada no estudo do envelhecimento. "O calor nocturno é especialmente prejudicial para os idosos cujas casas não têm ar condicionado."
Carr faz parte de uma equipa de investigação que utilizou dados demográficos, juntamente com dados de temperatura e clima arquivados pela NASA, para identificar quais as partes do mundo que correm maior risco de exposição ao calor, tanto actual como futura. O sul da Europa estava entre as áreas que enfrentam uma crescente exposição ao calor e uma população envelhecida, constataram os investigadores.
Outra investigação, publicada na Lancet Planetary Health em Agosto de 2026, reforça a importância da demografia na avaliação dos riscos representados pelo calor. Este estudo, liderado pela investigadora de Stanford, Qinqin Kong, mapeou onde o aumento do calor provavelmente levará a condições intoleráveis nas próximas décadas para jovens, adultos de meia-idade e idosos, concluindo que os limites de segurança serão ultrapassados frequentemente e em grande escala, com os riscos a recaírem desproporcionalmente sobre os idosos.
"O corpo humano só consegue tolerar uma gama limitada de calor ambiente", disse Kong, vencedor de um prémio da NASA em Ciência e Tecnologia da Terra e do Espaço. "Compreender onde, quando e em que medida esses limites são ultrapassados é fundamental."
Com a previsão de níveis intoleráveis de calor a afectar mais pessoas em regiões maiores e por períodos mais longos do que se pensava anteriormente, Kong e os seus colegas esperam que as suas descobertas contribuam para planos de acção direccionados para o calor, preparação para emergências e planeamento do sistema de saúde.
Texto de Adam Voiland
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Fonte: NASA (Earth Observatory)
Algumas temperaturas às 16h00
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Alvega – 39,3 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 38,6 ºC
Tomar (Valdonas) – 38,4 ºC
Ponte de Sôr (Aeródromo) – 38,3 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 38,1 ºC
Santarém (Fonte Boa) – 37,9 ºC
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Viana do Castelo (Chafé) – 25,1 ºC
Cabo da Roca – 24,8 ºC
Espinho (Aeródromo) – 23,5 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 22,4 ºC
Esposende (CIM) – 22,2 ºC
Cabo Raso – 22,2 ºC
Alto do Cabouco/Faial (Açores) – 18,0 ºC
* * *
Fonte: IPMA
Algumas temperaturas às 16h00
* * *
Alvega – 38,8 ºC
Tomar (Valdonas) – 38,5 ºC
Mora – 38,5 ºC
Lousã (Aeródromo) – 38,4 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 38,2 ºC
Coruche (Cruz do Leão) – 38,1 ºC
Amareleja – 38,1 ºC
Alvalade – 38,1 ºC
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Albufeira – 27,3 ºC
Cabo da Roca – 26,8 ºC
Espinho (Aeródromo) – 24,4 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 26,6 ºC
Cabo Raso – 26,2 ºC
Portimão (Praia da Rocha) – 25,9 ºC
Pico do Areeiro/São Jorge (Açores) – 20,1 ºC
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Fonte: IPMA
Algumas temperaturas às 16h00
* * *
Alvega – 38,6 ºC
Tomar (Valdonas) – 38,3 ºC
Mora – 38,3 ºC
Coruche – 38,2 ºC
Coruche (Cruz do Leão) – 37,9 ºC
Alvalade – 37,5 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 37,5 ºC
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Penhas Douradas – 25,7 ºC
Portimão (Praia da Rocha) – 25,7 ºC
Espinho (Aeródromo) – 24,4 ºC
Cabo da Roca – 22,7 ºC
São Pedro de Moel – 22,0 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 20,9 ºC
Cabo Raso – 20,4 ºC
Santo da Serra (Madeira) – 19,7 ºC
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Fonte: IPMA
Algumas temperaturas às 16h00
* * *
Alvega – 36,4 ºC
Alvalade – 35,8 ºC
Portel (Oriola) – 35,7 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 35,6 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 35,4 ºC
Coruche (Cruz do Leão) – 35,2 ºC
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Sintra (Tapada do Mouco) – 22,4 ºC
São Pedro de Moel – 21,5 ºC
Cabo da Roca – 20,6 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 20,5 ºC
Cabo Raso – 20,5 ºC
Espinho (Aeródromo) – 20,3 ºC
Areeiro (Madeira) – 16,7 ºC
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Fonte: IPMA
O IPMA disponibilizou os resumos dos boletins climatológicos relativos a Portugal continental, Açores e Madeira referentes ao mês de agosto de 2026. A informação constante nestes resumos corresponde a uma análise preliminar dos dados disponíveis, até à data da publicação da versão final, em meados do mês.
PORTUGAL CONTINENTAL: O mês de agosto de 2026 foi quente e muito chuvoso – Foi o quinto mais chuvoso em Portugal continental desde 1931. A precipitação registada contribuiu para o desagravamento da situação de seca meteorológica na maior parte do território, no entanto, no interior do Baixo Alentejo e Sotavento Algarvio, verificou-se um agravamento da situação.
Temperatura do ar – O valor médio da temperatura média do ar registou o valor de 23.07 °C, correspondendo a uma anomalia de +0.16 °C em relação ao período de referência 1991-2020. O valor médio da temperatura máxima foi de 29.77 °C, ligeiramente inferior (-0.13 °C) ao valor médio, enquanto o valor médio da temperatura mínima, 16.38 °C, com um desvio positivo de 0.44 °C, foi o 8º valor mais elevado desde 2000.
No mês de agosto foi registado, 1 novo extremo absoluto no maior valor da temperatura máxima do ar, 5 novos extremos nos menores valores da temperatura máxima e 1 novo maior valor da temperatura mínima no dia 14. O valor mais elevado da temperatura máxima do ar, 43.5 °C, foi registado no dia 18 de agosto no Pinhão.
Precipitação
– O valor médio
da quantidade de precipitação total mensal foi de 36.6 mm, mais de 2.5 vezes o
valor normal para o período 1991-2020. Foi o 5.º agosto mais chuvoso desde 1931
e o 3.º desde 2000. Foram registados 17 novos extremos da precipitação.
Destacam-se os dias 23 a 28 de agosto, com ocorrência de chuva ou aguaceiros
fortes, em especial na região de Lisboa, vale do Tejo e litoral entre Setúbal e
Sines. Os maiores desvios registaram-se na região de Lisboa, mais de 7 vezes o
valor médio de agosto.
ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES: O mês de agosto de 2026 relativamente quente e ligeiramente chuvoso – A relação entre os desvios médios da temperatura do ar e os desvios relativos da quantidade de precipitação nas estações do IPMA nos Açores, para agosto desde o ano 2000, mostra que agosto de 2026 foi relativamente quente e ligeiramente chuvoso.
A
temperatura média mensal observada nas várias estações meteorológicas do IPMA
nos Açores, foi superior às respectivas média e mediana para o período
1999-2025. As estações das Flores, Pico, Horta, Graciosa e Nordeste registaram
valores da temperatura média mensal acima do terceiro quartil das respectivas
distribuições.
Os totais mensais de precipitação observados nas estações meteorológicas do
IPMA nos Açores estiveram geralmente dentro do 1º e 3º quartis das respectivas
distribuições para o período 1999-2025, excepto nas estações Horta e Santa
Maria, onde foi superado o 3º quartil, e nas Flores onde foi inferior ao
primeiro quartil.
ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA: Nas quatro estações de referência (Funchal/Observatório, Chão do Areeiro, Santana e Porto Santo), o mês de agosto de 2026 caracterizou-se por valores médios da temperatura do ar superiores à normal (1991-2020). Relativamente à precipitação acumulada, registaram-se anomalias positivas em duas estações e negativas nas restantes, considerando o período de referência 1991-2020.
Temperatura do ar – Durante o mês de agosto, as quatro estações de referência registaram valores médios da temperatura do ar superiores à normal, destacando-se a estação do Porto Santo, que registou o valor médio mais elevado para o mês de agosto desde 1961, com uma anomalia positiva de +1.6 °C. Foram ainda registados dois novos extremos de temperatura:
-Maior valor
de temperatura mínima, na estação de Porto Santo.
-Maior valor de temperatura máxima, na estação da Selvagem Grande.
Precipitação – Em relação
à precipitação, as estações do Funchal/Observatório e Chão do Areeiro
registaram valores inferiores à normal, com anomalias negativas de -1.3 mm e
-11.8 mm, respectivamente. As estações de Santana e Porto Santo registaram
valores de precipitação acumulada superiores à normal, com anomalias positivas
de +6.1 mm e +2.4 mm, respectivamente. Foi registado um novo extremo para o
maior valor de precipitação diária, na estação dos Prazeres.
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Fonte: IPMA