quinta-feira, 30 de junho de 2022

8626. RANKING EUROPEU: Tendência climática para o Verão de 2022

Actualização da postagem nº 8225
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VERÃO 2022
(Julho/Agosto/Setembro)
  Tendência climática para o terceiro trimestre de 2022
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TEMPERATURAS MÁXIMAS DIÁRIAS
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com temperaturas máximas diárias superiores aos valores máximos normais deste trimestre.
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TEMPERATURAS MÍNIMAS DIÁRIAS
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com temperaturas mínimas diárias inferiores aos valores mínimos normais deste trimestre.
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PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com precipitações máximas diárias superiores aos valores máximos diários normais deste trimestre.
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 Prováveis regiões da Europa
com valores INFERIORES à média
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VERÃO 2022
(Julho/Agosto/Setembro)
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TEMPERATURA MÁXIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para menos calor
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TEMPERATURA MÍNIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para menos frio 
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PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para uma diminuição da precipitação
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quinta-feira, 23 de junho de 2022

8622. ALENTEJO (20h58)

 


8621. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável e fresco

Imagem de satélite às 14h00

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Fonte: SAT24

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Portugal Continental com períodos de céu muito nublado e ocorrência de aguaceiros, mais intensos e frequentes nas regiões do norte e centro. Temperaturas abaixo dos valores normais para a época do ano.

terça-feira, 21 de junho de 2022

8619. JUNHO: Tempo quente em Portugal Continental

Temperaturas máximas em Portugal Continental

entre 13 e 17 de Junho de 2022

(Tecle sobre as imagens para ampliar)

Fonte: IPMA

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8618. Terça-feira, 21 de Junho (19h30)

Imagem de satélite às 19h30

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Fonte: SAT24

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Centro de baixas pressões a oeste do Minho/Douro Litoral e rotação da nebulosidade no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio; períodos de céu muito nublado nas regiões do norte e centro, com aguaceiros dispersos.

quinta-feira, 16 de junho de 2022

8616. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável

Imagem de Satélite às 13h00

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Fonte: SAT24

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Instabilidade com aguaceiros e trovoadas ao longo do litoral oeste, progredindo de sul para norte. No interior, alguns focos de aguaceiros e trovoadas durante a manhã no Alentejo.


8615. Quarta-feira, 15 de Junho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

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Pinhão (Santa Bárbara) – 39,2 ºC

Mirandela – 38,8 ºC

Amareleja – 38,7 ºC

Elvas – 38,6 ºC

Arganil/Aeródromo (CIM) – 38,3 ºC

Reguengos (São Pedro do Corval) – 38,3 ºC

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Aljezur – 20,9 ºC

Sagres – 20,2 ºC

Fóia – 19,9 ºC

São Pedro de Moel – 19,9 ºC

Cabo Raso – 19,8 ºC

Cabo da Roca – 19,4 ºC

Lombo da Terça (Madeira) – 13,2 ºC

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Fonte: IPMA


quarta-feira, 15 de junho de 2022

8614. PORTUGAL CONTINENTAL: Progressão da instabilidade para norte

Intensidade da precipitação às 19h30
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Fonte: IPMA

8613. PORTUGAL CONTINENTAL: Tarde instável

 


Focos de instabilidade no centro e sul, com ocorrência de aguaceiros e trovoadas. Zonas de ventos fortes, particularmente na região sul.

terça-feira, 14 de junho de 2022

8612. Terça-feira, 14 de Junho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

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Castro Verde (N. Corvo) – 39,2 ºC

Mirandela – 38,9 ºC

Alvega – 38,6 ºC

Pinhão (Santa Bárbara) – 38,5 ºC

Elvas – 38,5 ºC

Reguengos (São Pedro do Corval) – 38,1 ºC

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Viana do Castelo (Chafé) – 20,5

Cabo da Roca – 20,5 ºC

Cabo Raso – 19,9 ºC

Cabo Carvoeiro – 19,6 ºC

Santa Cruz (Aeródromo) – 19,6 ºC

São Pedro de Moel – 18,7 ºC

Pico do Areeiro (Madeira) – 10,3 ºC

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Fonte: IPMA


segunda-feira, 13 de junho de 2022

8611. Segunda-feira, 13 de Junho (20h20): Virga em Estremoz


Formação de nebulosidade, sob a forma de virga, com precipitação também a chegar ao solo; fotografia às 20h20.

8610. Segunda-feira, 13 de Junho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

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Pinhão (Santa Bárbara) – 40,0 ºC

Alvega – 40,0 ºC

Amareleja – 40,0 ºC

Elvas – 39,2 ºC

Reguengos (São Pedro do Corval) – 39,1 ºC

Tomar (Valdonas) – 39,0 ºC

Mora – 39,0 ºC

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Figueira da Foz (Vila Verde) – 22,9 ºC

Cabo da Roca – 20,8 ºC

São Pedro de Moel – 20,2 ºC

Cabo Carvoeiro- 20,2 ºC

Cabo Raso – 19,3 ºC

Santa Cruz (Aeródromo) – 19,0 ºC

Alto do Cabouco/Faial (Açores) – 11,9 ºC

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Fonte: IPMA


domingo, 12 de junho de 2022

8609. Domingo, 12 de Junho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Amareleja – 40,1 ºC
Alvalade – 39,6 ºC
Alvega – 39,4 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 39,0 ºC
Elvas – 38,9 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 38,7 ºC
Portel (Oriola) – 38,7 ºC
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Sintra (Colares) – 22,0 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 20,3 ºC
São Pedro de Moel – 19,5 ºC
Cabo Carvoeiro- 19,3 ºC
Cabo da Roca – 19,2 ºC
Cabo Raso – 18,9 ºC
Alto do Cabouco/Faial (Açores) – 10,5 ºC
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Fonte: IPMA

sábado, 11 de junho de 2022

8608. Sábado, 11 de Junho (16h00)

 Algumas temperaturas às 16h00

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Pinhão (Santa Bárbara) – 39,3 ºC

Amareleja – 39,1 ºC

Reguengos (São Pedro do Corval) – 38,7 ºC

Zebreira – 38,6 ºC

Alvalade – 38,6 ºC

Castro Verde (N. Corvo) – 38,6 ºC

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Aveiro (Universidade) – 23,0 ºC

Santa Cruz (Aeródromo) – 20,4 ºC

Cabo Carvoeiro – 19,2 ºC

Cabo Raso – 18,8 ºC

São Pedro de Moel – 18,7 ºC

Cabo da Roca – 18,4 ºC

Alto do Cabouco/Faial (Açores) – 11,8 ºC

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Fonte: IPMA

sexta-feira, 10 de junho de 2022

8607. Sexta-feira, 10 de Junho (19h30)

Imagem de Satélite às 19h30

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Fonte: SAT24

8606. Sexta-feira, 10 de Junho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

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Alvega – 40,5 ºC

Pinhão (Santa Bárbara) – 38,5 ºC

Mora – 39,7 ºC

Ponte de Sôr (Aeródromo) – 39,6 ºC

Reguengos (São Pedro do Corval) – 39,4 ºC

Avis (Benavila) – 38,9 ºC

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Sintra (Colares) – 21,6 ºC

Santa Cruz (Aeródromo) – 19,9 ºC

Cabo Raso – 19,5 ºC

Cabo Carvoeiro – 19,0 ºC

São Pedro de Moel – 18,3 ºC

Cabo da Roca – 18,3 ºC

Serra do Cume/Terceira (Açores) – 14,0 ºC

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Fonte: IPMA


8605. PORTUGAL CONTINENTAL: Elevada probabilidade para trovoadas secas

Fonte: IPMA

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Sábado, 10 de Junho: Modelos apontam para a elevada probabilidade de ocorrência de trovoadas secas no Alto Alentejo durante o período da tarde. As tempestades secas são notáveis ​​por duas razões: são a origem natural mais comum dos incêndios florestais e podem produzir fortes rajadas de vento de superfície.

quinta-feira, 9 de junho de 2022

8604. Quinta-feira, 9 de Junho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00

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Alvega – 37,1 ºC

Alcácer do sal (Barrosinha) – 35,9 ºC

Amareleja – 35,6 ºC

Ponte de Sôr (Aeródromo) – 35,4 ºC

Portel (Oriola) – 35,3 ºC

Alvalade – 35,3 ºC

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Fóia – 21,7 ºC

Santa Cruz (Aeródromo) – 20,0 ºC

Cabo Raso – 19,0 ºC

Cabo Carvoeiro – 19,0 ºC

São Pedro de Moel – 17,8 ºC

Cabo da Roca – 17,6 ºC

Alto do Cabouco/Faial (Açores) – 12,9 ºC

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Fonte: IPMA

8603. Maio: o mês mais quente em Portugal Continental

Em Portugal continental o mês de maio de 2022, classificou-se como extremamente quente e muito seco. Foi o maio mais quente dos últimos 92 anos: temperatura média, 19.19 °C, muito superior ao valor normal com uma anomalia de + 3.47 °C.

O valor médio de temperatura máxima do ar, 25.87 °C, foi o mais alto desde 1931, com uma anomalia de + 4.91°C; o valor médio de temperatura mínima do ar, 12.52 °C, foi muito superior ao normal, +2.02 °C, sendo o 3º mais alto desde 1931.

Durante o mês os valores de temperatura do ar (média, máxima e mínima) estiveram quase sempre acima do valor médio mensal, sendo de realçar o período consecutivo de 10 dias (5 a 14) com desvios superiores a 5 °C da temperatura máxima em relação à normal mensal; nos dias 20, 27 e 28 o valor médio de temperatura máxima do ar no continente foi superior a 30 °C. De realçar o dia 21 de maio, caracterizado por temperaturas do ar muito elevadas, sendo que em 20% das estações meteorológicas o valor máximo da temperatura do ar foi registado em período nocturno, entre as 00:00 e as 08:00 UTC.

O valor médio da quantidade de precipitação em maio, 8.9 mm, foi muito inferior ao valor normal 1971-2000, correspondendo a apenas 13 %. Em relação à situação de seca meteorológica verificou-se um agravamento em todo o território, com um aumento muito significativo da área em seca severa, estando agora 97 % do território nessa classe.

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Fonte: IPMA

terça-feira, 7 de junho de 2022

8602. PORTUGAL CONTINENTAL: 9 a 13 de Junho (Tempo quente e instável)

Entre dias 9 e 13 de Junho em Portugal continental prevê-se uma situação de tempo quente, devido a uma massa de ar tropical proveniente do Norte de África/Península Ibérica transportada na circulação conjunta de um anticiclone localizado sobre a região dos Açores, em crista para a Europa Central, e um vale depressionário que se estende desde o norte de África até à Península Ibérica.

Assim, prevê-se uma subida dos valores da temperatura, em especial da máxima e nos dias 9 e 10, atingindo-se na generalidade do território, temperaturas máximas entre 30 e 35°C, com valores mais elevados, da ordem de 40°C, na Beira Baixa, vale do Tejo e interior do Alentejo. Na faixa costeira ocidental, os valores deverão ser ligeiramente inferiores, variando aproximadamente entre 25 e 30°C, devido ao vento de nor-noroeste, que poderá ser por vezes forte durante as tardes. No dia 13, a tendência aponta para uma pequena descida dos valores de temperatura, em especial da máxima, entre 2 e 5°C.

Os valores das temperaturas máximas deverão estar entre 5 e 12°C acima dos valores médios para a época do ano, situação que é comum nesta altura do ano, e que neste contexto levará à emissão de avisos de Tempo Quente, em particular no interior.
As temperaturas mínimas deverão subir no dia 10, prevendo-se noites tropicais no interior, em especial do Centro e Sul, e no sotavento algarvio. Salienta-se ainda, condições de instabilidade nas regiões do interior a partir da tarde de dia 10, com possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoadas localizados. Adicionalmente, poderá haver transporte de poeiras oriundas do norte de África.

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Fonte: IPMA


8601. PORTUGAL CONTINENTAL: Céu nublado e alguma precipitação

Imagem de satélite às 20h00

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Fonte: SAT24

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Na imagem de satélite observa-se à aproximação e a passagem de uma superfície frontal pelo noroeste da Península Ibérica. Assim para hoje (Terça-feira) e amanhã (Quarta-feira) espera-se um aumento da nebulosidade e a ocorrência de precipitação em Portugal Continental, sobretudo na faixa litoral oeste, e uma descida da temperatura.


segunda-feira, 6 de junho de 2022

8600. Tendência de evolução das estações meteorológicas portuguesas no portal WeatherOnline (evolução no INVERNO)

Actualização da postagem número 8170

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Neste quadro de dados, referente à temperatura máxima diária no primeiro trimestre do ano (Inverno), constata-se que as estações meteorológicas com TENDÊNCIA A REGISTAR MAIS DIAS DE CALOR EXTREMO são Viana do Castelo, Ovar (17), Ovar (22) e Sines/Montes Chaos, em Portugal Continental, e o Funchal, no Arquipélago da Madeira; estas estações meteorológicas têm a tendência de registar no Inverno, cada vez mais, valores entre as 10 estações meteorológicas com temperaturas máximas mais elevadas diariamente na Europa (são as estações meteorológicas portuguesas onde existe cada vez mais a tendência de registarem as temperaturas máximas mais elevadas diariamente do continente europeu no Inverno).

Comparativamente ao que sucedia em 2021, deixaram de pertencer a este grupo (com tendência de registarem as temperaturas máximas mais elevadas diariamente do continente europeu no Inverno) as estações meteorológicas do Aeródromo do Corvo e das Lajes/Terceira (54), no Arquipélago dos Açores, e do Porto Santo e o Aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo, no Arquipélago da Madeira; passaram a integrar este grupo as estações meteorológicas de Ovar (17) e de Sines/Montes Chaos em Portugal Continental.

Pelo contrário, nas estações meteorológicas com TENDÊNCIA A REGISTAR MENOS DIAS DE CALOR EXTREMO, são as Flores, Horta, Angra do Heroísmo e Santa Maria, no Arquipélago dos Açores, de Bragança, Vila Real, Porto/Pedras Rubras, Coimbra, Castelo Branco, Lisboa/Geofísico, Lisboa, Portalegre, Évora, Base Aérea de Beja, Beja e Faro, em Portugal Continental, e o Aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo, no Arquipélago da Madeira, são as estações meteorológicas que têm tendência de registar no Inverno, cada vez menos, valores entre as 10 estações meteorológicas com temperaturas mais elevadas diariamente na Europa (são as estações meteorológicas portuguesas onde existe cada vez menos a tendência de registarem as temperaturas mais elevadas do continente europeu durante o Inverno).

Comparativamente ao que sucedia em 2021, passou a integrar também este grupo (onde existe cada vez menos a tendência de registarem as temperaturas mais elevadas do continente europeu durante o Inverno) a estação meteorológica do Aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo, no Arquipélago da Madeira.


Neste quadro de dados, referente à precipitação máxima diária no primeiro trimestre do ano (Inverno), constata-se que nas estações meteorológicas com TENDÊNCIA A REGISTAR MAIS DIAS DE PRECIPITAÇÃO EXTREMA, são as estações meteorológicas das Flores, Lajes/Terceira (54), Ponta Delgada e Santa Maria, no Arquipélago dos Açores, de Viana do Castelo, Porto/Pedras Rubras, Monte Real, Coimbra e Évora, em Portugal Continental, e do Porto Santo, Aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo e o Funchal, no Arquipélago da Madeira, que têm a tendência de registar no Inverno, cada vez mais, valores entre as 10 estações meteorológicas com precipitações mais elevadas diariamente na Europa (são as estações meteorológicas portuguesas onde existe cada vez mais a tendência de registarem as precipitações mais elevadas diariamente do continente europeu no Inverno).

Comparativamente ao que sucedia em 2021, deixaram de pertencer a este grupo (com tendência de registarem as precipitações mais elevadas diariamente do continente europeu no Inverno) as estações meteorológicas de Vila Real, Aeródromo de Viseu, Penhas Douradas e Portalegre em Portugal Continental; passaram a integrar este grupo as estações meteorológicas de Évora, em Portugal Continental, e do Funchal, no Arquipélago da Madeira.

Pelo contrário, nas estações meteorológicas com TENDÊNCIA A REGISTAR MENOS DIAS DE PRECIPITAÇÃO EXTREMA, as estações meteorológicas de Bragança, Castelo Branco, Lisboa/Geofísico, Lisboa e do Montijo, em Portugal Continental, são as que têm tendência de registar no Inverno, cada vez menos, valores entre as 10 estações meteorológicas com precipitação mais elevadas diariamente na Europa (são as estações meteorológicas portuguesas onde existe cada vez menos a tendência de registarem as precipitações mais elevadas diariamente do continente europeu no Inverno).

Comparativamente ao que sucedia em 2021, passaram também a pertencer a este grupo (com tendência de registarem cada vez menos a tendência de registarem as precipitações mais elevadas diariamente do continente europeu no Inverno) as estações meteorológicas de Castelo Branco, Lisboa e Lisboa/Geofísico, em Portugal Continental.


sábado, 4 de junho de 2022

8599. Sábado, 4 de Junho (16h00)

Imagem de satélite às 16h00


Fonte: SAT24

Tempo fresco e instável, com aguaceiros e trovoadas dispersas, sobretudo nas regiões do interior norte e centro.

quinta-feira, 2 de junho de 2022

8597. Heatburst: Fenómeno raro em Beja (21 de Maio)

Beja registou um aumento de 10.5 graus entre as 4.40 horas e as 4.45 horas do dia 21 de Maio, devido a um fenómeno raro designado "heatburst".  Em vários locais do interior do país, a madrugada de 21 de Maio foi "a mais quente desde que há registos", com temperaturas entre os 26 e os 32ºC. Foi ainda detectado um "fenómeno raro" em Beja, onde a temperatura do ar subiu de 22.9°C para 33.4°C em apenas 5 minutos.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) explica que este fenómeno se designa por "heatburst" e pode ser causado por "uma massa de ar quente e seco proveniente do norte de África e com poeiras em suspensão", condicionada "pela presença de um núcleo depressionário à superfície com expressão em altitude, centrado a oeste" de Portugal continental.
"Se o aquecimento for excessivo, a corrente descendente poderá ser totalmente contrariada e nem sequer chegar ao solo. Se tal não ocorrer, no entanto, a corrente descendente atingirá o solo ainda com algum momento linear, não obstante o aquecimento a que foi sujeita. Este tipo de fenómeno designa-se habitualmente por heatburst", esclarece o IPMA na nota publicada. A par da subida da temperatura, a humidade relativa desceu 35% em poucos minutos.
Houve ainda registo de rajadas de vento até 53 km/h, o que provocou a queda de dezenas de árvores de grande porte. Ainda assim, perante estas condições, a formação de um tornado seria "muito pouco provável". Este fenómeno foi observado noutras estações da rede IPMA, embora com menor intensidade. As temperaturas voltaram a descer tão rapidamente como subiram, arrefecendo para 25.5ºC às 4.50 horas.
Joana Soutosa
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Fonte: Jornal de Notícias

 

quarta-feira, 1 de junho de 2022

8596. Um declínio global no monóxido de carbono


Por mais de duas décadas, o satélite Terra da NASA mediu as concentrações atmosféricas de monóxido de carbono (CO) . A boa notícia é que os níveis médios do poluente tóxico do ar caíram cerca de 15% desde 2000. No entanto, a taxa de declínio diminuiu, caindo de cerca de 1% ao ano na parte anterior do registro para cerca de 0,5% ao ano. nos anos posteriores.

“Vimos os níveis de monóxido de carbono caírem porque as tecnologias de queima mais limpa são muito mais comuns agora nos Estados Unidos, Europa Ocidental e Leste da China devido a padrões de qualidade do ar mais rigorosos”, explicou Rebecca Buchholz , cientista atmosférica do Centro Nacional dos EUA. para Pesquisa Atmosférica (NCAR). “Também vimos uma redução nos incêndios e na área queimada nos trópicos.” Os resultados da pesquisa foram publicados em Sensoriamento Remoto do Meio Ambiente .

Decifrar as razões para o declínio dos níveis de monóxido de carbono foi complicado para Buchholz e colegas porque existem várias fontes do poluente. A queima de qualquer tipo de combustível à base de carbono – incluindo carvão, gasolina, petróleo, gás natural e madeira – pode emitir CO. Como resultado, muitas tecnologias comuns (motores de combustão, altos-fornos e lareiras) são todas fontes potenciais de isto. Incêndios ao ar livre – tanto incêndios florestais quanto incêndios agrícolas – também são as principais fontes do poluente. Finalmente, existem as fontes naturais, como as emissões de certas plantas que reagem com a atmosfera para produzir o gás. Vulcões e matéria orgânica em decomposição em rios e oceanos também são fontes menores.

O monóxido de carbono também é um gás de vida longa, muitas vezes persistindo na atmosfera por cerca de dois meses. Isso significa que ele tem muito tempo para se espalhar e se misturar no ar, o que torna mais difícil para os cientistas atmosféricos identificar as fontes do gás e entender quais fatores estão contribuindo para seu declínio.

No entanto, as tendências gerais são claras. As figuras nesta página ajudam a ilustrar como as concentrações de monóxido de carbono variaram durante as últimas duas décadas. A imagem acima destaca a variação sazonal e geográfica no monóxido de carbono atmosférico medida pela Medição de Poluição na Troposfera  (MOPITT) entre 2000 e 2019. Os picos sazonais na primavera em ambos os hemisférios são impulsionados por mudanças na disponibilidade de luz solar e hidroxila radical(OH), uma molécula “detergente” que remove o monóxido de carbono da atmosfera convertendo-o em dióxido de carbono. A redução da luz no inverno reduz a quantidade de hidroxila no ar, o que permite que os níveis de monóxido de carbono aumentem no inverno e no início da primavera. Durante todo o ano, os níveis de monóxido de carbono são mais altos no Hemisfério Norte, onde há mais massas de terra, pessoas e incêndios do que no Hemisfério Sul. (As lacunas em branco no gráfico superior são períodos de tempo em que não havia dados disponíveis.)

Observe como o pico sazonal no Hemisfério Norte fica cada vez menor no final do registro, um sinal de céus mais limpos e níveis decrescentes do poluente. Alguns anos atípicos se destacam. Em 2002-2003 , a atividade extrema de incêndios no oeste e sudeste da Rússia aumentou drasticamente os níveis de monóxido de carbono no Hemisfério Norte. Da mesma forma, uma seca causada pelo El-Niño produziu uma temporada recorde de incêndios na Indonésia em 2015 .


A segunda imagem mostra as tendências residuais - onde as concentrações de monóxido de carbono estão diminuindo mais rápido (laranja) ou mais lento (azul) do que a média global desde 2002. cerca de 1% ao ano”, explicou Helen Worden , investigadora principal do MOPITT nos EUA. “Isso se deve em grande parte a uma mudança de pessoas queimando carvão em suas casas para usar gás natural ou eletricidade proveniente de usinas de energia que produzem outros poluentes, mas não muito monóxido de carbono”.

Na Índia, o crescimento econômico e populacional ocorreu sem uma mudança generalizada para tecnologias mais limpas, limitando assim o progresso na poluição por CO. Na África Central, uma combinação de urbanização e queimadas generalizadas para colheitas e outras razões podem ter limitado a taxa de redução, explicou Worden. Em contraste com a África Central, o Sudeste Asiático Marítimo também registrou declínios, provavelmente devido a uma tendência de menor queima de biomassa nas florestas.

A queima de biomassa também diminuiu na América do Sul e provavelmente contribuiu para o declínio do monóxido de carbono lá. “No entanto, o desmatamento e os incêndios estão aumentando novamente no Brasil após uma queda anterior no início dos anos 2000”, disse Worden. “É possível que comecemos a ver a recuperação do monóxido de carbono nessa região quando atualizarmos a análise para incluir dados mais recentes.”

As mudanças no oceano são provavelmente o resultado de processos que ocorrem na terra antes que o monóxido de carbono fosse transportado pelos oceanos pelo vento. “Os oceanos são uma fonte menor em comparação com outras fontes naturais e antropogênicas”, disse Worden. 

Imagens do Observatório da Terra da NASA por Joshua Stevens , usando dados cortesia de Buchholz, R., et al. (2021) . História de Adam Voiland .

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Tradução automática do Google

Fonte (texto e imagens): earth observatory