Imagem de satélite às 08h00
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Fonte: SAT24
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Predomínio de neblinas e nebulosidade baixa no litoral oeste e interior do Alentejo.
BLOG DE INFORMAÇÃO SOBRE O ESTADO DO TEMPO E METEOROLOGIA. Todos os valores referentes a dados meteorológicos que são publicados neste blog carecem de homologação por parte das respectivas fontes. Reprodução autorizada mediante indicação da fonte original, desde que não se destine ao uso comercial ou se destine a actividades ilícitas. PARA PREVISÕES METEOROLÓGICAS OFICIAIS CONSULTE O SITE DO INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA (https://www.ipma.pt/pt/index.html) Email: ludbrioa@hotmail.com
Imagem de satélite às 08h00
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Predomínio de neblinas e nebulosidade baixa no litoral oeste e interior do Alentejo.
No dia 12 de Agosto ocorrerá um eclipse solar observável em Portugal continental. O fenómeno será parcial (entre 92 e 99%) na maior parte do território e total (100%) no Parque Natural de Montesinho, no nordeste transmontano. Nesse dia, o estado do tempo em Portugal continental será condicionado por uma região anticiclónica que se estende entre os países do norte da Europa e a região da Madeira e por uma depressão térmica centrada no interior da Península Ibérica.
Durante o período do eclipse, o céu deverá apresentar-se pouco nublado ou limpo na generalidade do território do continente, condição que favorece uma boa visualização do fenómeno. Existe, no entanto, uma probabilidade de cerca de 25%, segundo os dados mais actualizados, de formação de nebulosidade baixa em algumas regiões do litoral Norte e Centro, um padrão que é relativamente comum no verão.
O IPMA acompanha permanentemente a evolução da situação meteorológica e actualizará as previsões. Sempre que se justifique, será divulgada informação adicional através dos canais oficiais.
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Fonte: IPMA
O IPMA publicou os resumos dos boletins climatológicos relativos a Portugal continental, Açores e Madeira referentes ao mês de Julho de 2026. Tratam-se das versões preliminares com os dados disponibilizados até ao momento, sendo os documentos finais publicados em meados do mês.
PORTUGAL CONTINENTAL – Julho de 2026 muito quente e extremamente seco – A classificação do mês de Julho de 2026 resulta da continuação da temperatura do ar muito acima da média, situação relacionada com a ocorrência de uma onda de calor e, pelo défice muito acentuado de precipitação. Estas condições tiveram reflexos na redução da água disponível no solo e no agravamento, de forma generalizada, da seca meteorológica em todo o território de Portugal continental.
Temperatura do ar – O valor médio da temperatura média do ar registou um valor de 24.04°C, correspondendo a uma anomalia de + 1,41 °C em relação ao período de referência 1991-2020, fazendo deste o 7º Julho mais quente desde 1931. O valor médio da temperatura máxima do ar foi de 31,46 °C, 1,96 °C acima do normal, correspondendo ao 6º valor mais elevado desde 1931. A temperatura mínima do ar teve um valor médio de 16,61 °C, cerca de + 0,86 °C, acima da normal.
A temperatura bastante elevada na primeira semana de Julho (valores de anomalias positivas superiores a 8°C na temperatura máxima do ar nos dias 3 a 5) esteve associada a uma onda de calor que ocorreu entre os dias 29 de Junho e 11 de Julho e que abrangeu grande parte do território continental. O episódio de onda de calor registado constitui um dos mais relevantes registados em Portugal Continental desde 1981, uma vez que apresenta a maior magnitude (tendo em conta o total da série de ondas de calor) e a segunda com maior extensão espacial. Importa referir que actualmente a onda de calor é classificada com recurso à informação que deriva do período da normal climatológica 1991-2020.
Neste período foram registados 2 novos extremos absolutos do maior valor da temperatura máxima do ar (dia 4 Julho) e 5 novos extremos absolutos do maior valor da temperatura mínima do ar (dias 3 e 4). O valor mais elevado da temperatura máxima do ar, 44.3°C, foi registado no dia 3 de Julho em Mora.
Precipitação – 8.º Julho mais seco desde 1931 e o mais seco deste século. O valor médio da quantidade de precipitação total mensal foi de apenas 0.8 mm, correspondendo a menos de 8% do valor normal para o mês.
No final do mês verificou-se um agravamento generalizado da situação de seca meteorológica em Portugal continental, estendendo-se a todo o território e reflectindo a persistência de temperaturas elevadas e a escassez de precipitação observadas durante Julho.
ARQUIPÉLAGO
DOS AÇORES – Julho de 2026 foi considerado frio e muito
chuvoso. A relação entre os desvios médios da temperatura do ar e os
desvios relativos da quantidade de precipitação nas estações do IPMA nos
Açores, para Julho desde o ano 2000, mostra que Julho de 2026 foi relativamente
frio e muito chuvoso.
Os totais mensais de precipitação observados nos Açores estiveram muito acima
dos terceiros quartis das respectivas distribuições para o período 1999-2025,
ultrapassando os valores absolutos da série nas estações das Flores, Graciosa e
S. Maria.
ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA – Nas quatro estações de referência (Funchal/Observatório, Chão do Areeiro, Santana e Porto Santo), o mês de Julho de 2026 caracterizou-se por valores médios de temperatura do ar superiores à normal e por quantidades de precipitação acumulada inferiores à normal (período de referência 1991 – 2020).
Temperatura do ar – Durante o mês de Julho, as quatro estações de referência registaram valores médios de temperatura do ar acima da normal. Destacou-se a estação do Porto Santo, que registou o valor médio mais elevado para o mês de Julho desde 1961, correspondendo a uma anomalia positiva de + 1,3 °C. As estações do Funchal/Observatório e de Santana registaram, cada uma, o 2º valor mais elevado de temperatura média do ar para o mês de Julho desde 1961, com anomalias positivas de 1,1 °C e 1,2 °C, respectivamente. Foram ainda registados dois novos extremos para o maior valor de temperatura máxima do ar, nas estações do Porto Moniz e Selvagem Grande.
Precipitação – Relativamente à precipitação, as quatro estações de referência registaram quantidades acumuladas inferiores aos respectivos valores da normal.
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Fonte: IPMA
Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) – 39,0 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 38,8 ºC
Elvas – 38,1 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 38,0 ºC
Castro Verde (N. Corvo) – 37,9 ºC
Portel (Oriola) – 37,1 ºC
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Espinho (Aeródromo) – 24,4 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 24,4 ºC
Cabo da Roca – 24,4 ºC
Esposende (CIM) – 23,7 ºC
Sintra (Tapada do Mouco)- 23,6 ºC
Cabo Raso – 23,6 ºC
Pico do Areeiro/São Jorge – 18,2 ºC
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Fonte: IPMA
Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) -39,3 ºC
Alvega – 38,6 ºC
Elvas – 38,6 ºC
Zebreira – 38,5 ºC
Portel (Oriola) – 38,0 ºC
Mértola (Vale Formoso) – 37,9 ºC
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Espinho (Aeródromo) – 23,0 ºC
Sintra (Tapada do Mouco)- 23,0 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 28,0 ºC
Esposende (CIM) – 22,7 ºC
Cabo da Roca – 22,7 ºC
Cabo Raso – 21,1 ºC
Ribeira das Nove/Terceira (Açores) – 16,9 ºC
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Fonte: IPMA
A onda de calor que afecta grande parte da Europa Central e de Leste continua a bater recordes de temperatura, com máximos históricos registados na Eslováquia e na Áustria e valores excepcionais também na Hungria, Polónia e República Checa. As temperaturas extremas estão a agravar a seca, a aumentar o risco de incêndios florestais e a provocar constrangimentos no abastecimento de energia e nos transportes.
A Eslováquia registou 42,2 graus Celsius, o valor mais elevado desde que existem registos meteorológicos no país. Também a Áustria bateu o seu recorde absoluto, com 41,2 graus, superando a anterior marca nacional. A Hungria voltou igualmente a enfrentar temperaturas próximas dos 40 graus, num episódio de calor considerado excepcional para a região.
Segundo os serviços meteorológicos, a massa de ar quente continua a afectar vários países da Europa Central e Oriental, incluindo Alemanha, Polónia, República Checa e Roménia.
A persistência das temperaturas elevadas está a reduzir os caudais de rios importantes, como o Danúbio e o Reno, criando dificuldades na produção de energia e no transporte fluvial. Na Hungria, a central nuclear de Paks teve de reduzir temporariamente a produção devido à escassez de água para arrefecimento, enquanto o Governo adoptou medidas para reduzir o consumo eléctrico, incluindo o desligamento da iluminação decorativa de edifícios públicos. Na Roménia foram implementadas medidas semelhantes para aliviar a pressão sobre a rede eléctrica.
Na Alemanha, o baixo nível das águas do Reno está a dificultar a navegação comercial e a aumentar os custos de transporte de mercadorias.
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Fonte: SAPO Notícias
A Comissão Técnica Independente para a avaliação dos incêndios rurais de 2025 concluiu que a resposta operacional e as condições de gestão do território foram insuficientes para conter a propagação dos fogos, apesar das condições meteorológicas extremas registadas nesse ano. O relatório final, entregue na Assembleia da República, identifica falhas na prevenção, no combate e na operacionalização das políticas públicas de gestão integrada de fogos rurais.
Criada ao abrigo da Lei n.º 5/2026, de 19 de Janeiro, a comissão tinha como missão analisar os incêndios rurais de 2025, avaliar as suas causas, impactos e o funcionamento do sistema de prevenção e combate, bem como apresentar recomendações para evitar situações semelhantes no futuro. Embora a designação da comissão remeta para os incêndios de agosto de 2025, o relatório analisa toda a época de incêndios rurais desse ano em Portugal continental, recorrendo também aos dados de 2018 a 2024 para avaliar a evolução das medidas adoptadas após os incêndios de 2017.
A investigação incidiu sobretudo nos 11 incêndios que ultrapassaram os cinco mil hectares de área ardida e incluiu a audição de 20 entidades, bem como questionários dirigidos a dirigentes, operacionais e população. Segundo o relatório, em 2025 registaram-se 8.256 incêndios rurais e arderam 271.587 hectares, a quarta maior área ardida desde que existem registos oficiais. O incêndio do Piódão, com mais de 65 mil hectares consumidos pelas chamas, foi o maior de que há registo em Portugal.
A comissão reconhece que as condições meteorológicas do verão de 2025 foram determinantes para a severidade da época de incêndios. Ainda assim, considera que a dimensão da área ardida ultrapassou o que seria expectável, concluindo que a resposta operacional e a gestão do território não foram suficientes para travar a expansão dos fogos.
Entre as principais fragilidades identificadas está a reduzida execução da gestão de combustíveis, que permaneceu “num nível estruturalmente baixo” face ao previsto. A comissão aponta uma incapacidade sistémica e insuficiência estratégica nesta matéria, embora refira que os elementos recolhidos não permitem concluir pela existência de negligência por parte das entidades responsáveis.
O relatório identifica igualmente limitações na resposta operacional, descrevendo-a como predominantemente reactiva. Entre os problemas assinalados estão a dificuldade em antecipar o comportamento dos incêndios, o reduzido aproveitamento das oportunidades de supressão, a falta de apoio técnico à decisão, falhas na documentação das operações, insuficiente qualificação e especialização dos recursos humanos e dificuldades na gestão do desgaste dos operacionais durante operações prolongadas. A comissão destaca ainda que os meios de combate estiveram frequentemente concentrados na protecção de povoações e estradas, o que permitiu que os incêndios continuassem a progredir para outras zonas, acabando por ameaçar novas localidades.
Ao nível da protecção civil, o relatório aponta persistentes assimetrias entre municípios na comunicação de emergência e na preparação das populações. A ausência de procedimentos uniformes de coordenação e validação da informação favoreceu, segundo a comissão, a circulação de mensagens contraditórias, com potencial impacto na confiança dos cidadãos e na adopção de comportamentos de autoprotecção.
No plano das políticas públicas, a comissão considera que a criação do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais e do respectivo Plano Nacional estabeleceu um novo paradigma, mas salienta que vários instrumentos essenciais para a sua concretização continuam por implementar. Apesar de considerar válidos os princípios de aproximação entre prevenção e combate, da profissionalização e da especialização dos agentes, conclui que a sua aplicação efectiva no terreno permanece aquém do necessário.
Bianca Marques
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Fonte: O JornalEconómico
Imagem de Satélite às 07h50
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Fonte: SAT24
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Manhã marcada em Portugal Continental pela presença de neblinas e nebulosidade baixa, em fase de dissipação.
Fonte: SAT24
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Tempo variável em Portugal Continental, com muita nebulosidade dispersa e ocorrência de precipitação fraca no litoral oeste e, na parte da manhã, no interior do Alentejo.
Algumas temperaturas às 16h00
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Reguengos (São Pedro do Corval) -39,7 ºC
Elvas – 38,2 ºC
Alcoutim (Mart. Longo) – 38,2 ºC
CastroVerde (N. Corvo) – 38,1 ºC
Alvega – 37,8 ºC
Alvalade – 37,8 ºC
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Cabo Carvoeiro – 21,9 ºC
Sintra (Tapada do Mouco) – 21,7 ºC
Cabo da Roca – 21,7 ºC
Cabo Raso – 21,1 ºC
Viana do Castelo (Chafé) – 20,8 ºC
Esposende (CIM) – 19,4 ºC
Alto do Cabouco/Faial (Açores) – 17,8 ºC
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Fonte: IPMA
Além dos dados operacionais sobre o combate aos fogos, o blog oferece uma avaliação técnica detalhada das plataformas digitais do IPMA, analisando a sua eficácia na comunicação de alertas à população. O autor reforça a importância de consultar fontes oficiais e adoptar medidas de prevenção contra os riscos térmicos e a desinformação digital. Esta compilação serve como um registo crítico da gestão de emergências e da vigilância climática num período de crise ambiental severa.
O incêndio que deflagrou em Valpaços e atingiu os concelhos de Mirandela e Vinhais já queimou 15 mil hectares, entre vinhas, olivais, floresta e mato, segundo o presidente da Câmara de Valpaços, que adiantou ter pedido a declaração de situação de calamidade. "Já arderam 15 mil hectares, dos quais mais de 10 mil hectares são em Valpaços", afirmou esta sexta-feira à agência Lusa Jorge Mata Pires.
O autarca descreveu uma situação “dantesca” que atingiu o concelho do norte do distrito de Vila Real e adiantou já ter enviado o pedido para que seja declarada situação de calamidade. Este é um município essencialmente de produção agrícola e o fogo atingiu, segundo salientou, "centenas de hectares de vinha, arderam muitos olivais, muitos amendoais, explorações de frutos vermelhos, mirtilos".
Contabilizam-se ainda cerca de duas dezenas de casas atingidas, entre casas de primeira e segunda habitação e devolutas, com quatro pessoas desalojadas e que foram realojadas em locais temporários. Jorge Mata Pires disse que "são muitos os prejuízos" deixados pelo fogo que deflagrou na terça-feira à tarde em Ervões, em Valpaços, e se estendeu aos concelhos de Mirandela e Vinhais, já no distrito de Bragança.
Na quarta-feira, a câmara activou o Plano Municipal de Emergência e Protecção Civil. Esta sexta-feira, segundo disse, ainda se combatem as chamas no terreno, com uma frente na zona de Bouçoais e "ilhas" noutros locais, pelo que espalhados pelo terreno estão vários bombeiros atentos a reacendimentos e em acções de consolidação e rescaldo. Já se está a trabalhar no levantamento dos prejuízos, antecipando que o município deverá remeter ao Governo o dossiê preliminar na segunda-feira.
Jorge Mata Pires realçou que, durante estes dias, a “prioridade absoluta foi a protecção das pessoas e dos seus bens, a segurança das comunidades afectadas”, destacando o trabalho incansável de todos os operacionais que estão no terreno, desde bombeiros, militares da GNR, Protecção Civil ou Exército. Explicou que várias aldeias foram evacuadas ou então optou-se pelo confinamento das populações em locais seguros como forma de prevenção e de protecção dos residentes. Disse ainda estar em contacto com o ministro da Administração Interna, com o secretário de Estado da Protecção Civil e até com o primeiro-ministro, que estão a acompanhar a situação.
O combate ao fogo foi dificultado, salientou, pelo vento intenso e, em alguns períodos, o fumo intenso impossibilitou a actuação dos meios aéreos. Segundo a página online da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC), pelas 14h18 desta sexta-feira estavam mobilizados para este incêndio 937 operacionais, 307 viaturas e seis meios aéreos.
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Fonte: Expresso
Algumas temperaturas às 16h00
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Mirandela – 39,2 ºC
Macedo de Cavaleiros (Bagueixe) – 37,4 ºC
Miranda do Douro – 36,6 ºC
Zebreira – 36,5 ºC
Moncorvo – 36,1 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 36,1 ºC
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Espinho (Aeródromo) – 22,2 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 22,1 ºC
Cabo da Roca – 22,0 ºC
Sintra (Tapada do Mouco) – 21,5 ºC
Esposende (CIM) – 21,4 ºC
Cabo Raso – 21,3 ºC
Pico Alto (Madeira) – 18,0 ºC
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Fonte: IPMA
Algumas temperaturas às 16h00
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Mirandela – 40,4 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 40,3 ºC
Alvega – 40,3 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 39,4 ºC
Zebreira – 39,0 ºC
Amareleja – 39,0 ºC
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São Pedro de Moel – 21,9ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 21,9 ºC
Viana do Castelo (Chafé) – 21,6 ºC
Cabo da Roca – 21,3 ºC
Espinho (Aeródromo) – 21,0 ºC
Esposende (CIM) – 20,6 ºC
Cabo Raso – 20,6 ºC
Areeiro (Madeira) – 15,2 ºC
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Fonte: IPMA
Responsáveis da UE alertam para “condições extremas” em várias zonas da Europa, prevendo agravamento dos fogos florestais em França, Espanha e Portugal. Bombeiros em França e Espanha correram para conter grandes incêndios florestais na terça-feira, antes de uma nova subida das temperaturas ameaçar agravar as condições.
Mais de 300.000 pessoas foram obrigadas a abandonar as suas casas nos dois países, numa operação que a agência Associated Press descreveu como uma das maiores evacuações na Europa em décadas. No sudoeste de França, os bombeiros conseguiram travar durante a noite o avanço de um incêndio perto de Bordéus, embora tenham sido registados vários reacendimentos. O fogo já consumiu cerca de 42.000 hectares em seis dias, obrigou 220.000 pessoas a sair e destruiu 240 casas.
O presidente francês, Emmanuel Macron, advertiu que “as próximas semanas vão ser duras e temos de aguentar”. Macron visitou o centro operacional departamental dos bombeiros e de salvamento em Bordéus na segunda-feira, 27 de Julho de 2026. Em Espanha, os bombeiros combatem incêndios a oeste de Madrid que já levaram à retirada de cerca de 60.000 pessoas. O ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, afirmou que as próximas horas serão “absolutamente decisivas”, à medida que as temperaturas voltam a subir. Em reacção à previsão, o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, afirmou: "Peço compreensão e apelo a todos os cidadãos de todo o país para que tenham extrema cautela e tomem todas as precauções possíveis. Temos pela frente horas difíceis, horas complexas", alertou. A dimensão da destruição tem sido particularmente grave na região, onde cerca de 77.000 hectares foram consumidos pelos incêndios atuais — uma área aproximadamente do tamanho de Hamburgo.
Previsão de nova onda de calor – A União Europeia está a utilizar o seu sistema de satélites Copernicus para monitorizar os incêndios e fornecer às autoridades um mapeamento rápido das áreas afectadas, ajudando os serviços de emergência a avaliar a propagação e o impacto dos incêndios. O Mecanismo de Protecção Civil da UE disponibiliza aeronaves e bombeiros fornecidos pelos Estados-Membros e pela reserva rescEU, financiada pela UE, mas essa capacidade poderá enfrentar uma pressão adicional à medida que mais um período de calor extremo se espalha pela Europa.
A agência meteorológica espanhola AEMET previu uma nova onda de calor a partir de quarta-feira até ao final da semana, com temperaturas a atingirem os 42 °C no nordeste e os 39 °C nas regiões centrais. A Météo-France previu temperaturas até aos 40 °C a partir de terça-feira, acompanhadas por ventos secos que poderão aumentar ainda mais o risco de propagação de incêndios.
Desde o início do ano, arderam cerca de 150.000 hectares em Espanha e 115.000 hectares em França, mas a comissária da UE para a Gestão de Crises, Hadja Lahbib, alertou que a ameaça se estende para além dos países que, neste momento, enfrentam incêndios de grandes proporções.
“Prevêem-se condições extremas para a Hungria, a Eslováquia e a Chéquia, além de França, da Península Ibérica... onde se espera que a situação piore, incluindo em Portugal a partir de hoje”, afirmou Lahbib.
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Fonte: EuroNews
Os incêndios voltaram em força a Portugal Continental esta segunda-feira. Os maiores focos e que estão a mobilizar mais meios são na Guarda, em Bragança, Penafiel, Aveiro e Almeirim. Todas as ocorrências e alertas podem ser acompanhados na página em tempo real do Expresso.
O primeiro alerta foi dado para Duas Igrejas, em Penafiel, às 11h09 e, pelas 17h17, mantinham-se duas frentes activas com grande intensidade, revelou a fonte, indicando que as chamas lavram em zona de mato e que estavam a ser combatidas por 103 operacionais, revelou à Lusa fonte do Comando Sub-Regional do Tâmega e Sousa. Devido ao avanço das chamas, a Estrada Municipal 589, em Peroselo, foi cortada ao trânsito, acrescentou. A mesma fonte revelou não haver registo de feridos nem de povoações evacuadas.
Incêndio na Guarda é o que mobiliza mais meios – No concelho da Guarda, um incêndio que deflagrou esta segunda-feira já mobilizou 350 operacionais, apoiados por sete meios aéreos e 92 viaturas, disse a Protecção Civil. "O alerta foi dado pelas 13h51 e o fogo continua activo com uma frente junto à estrada que liga a localidade do Rochoso, no concelho da Guarda, à Cerdeira do Côa, no concelho do Sabugal", disse fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Protecção Civil das Beiras e Serra da Estrela à agência Lusa.
Segundo a Protecção Civil, as chamas lavram em zona de mato e não há habitações ou povoações em risco. "Houve um reforço de meios no terreno. Os operacionais continuam empenhados em controlar o fogo, nomeadamente na estrada que liga o Rochoso à Cerdeira (Estrada Municipal 540)", acrescentou a mesma fonte.
Suspeitas de fogo posto em Aveiro – O incêndio que deflagrou cerca das 15h30 em Mamodeiro, em Aveiro, e alastrou ao concelho de Oliveira do Bairro entrou em resolução cerca das 19h00, segundo a Protecção Civil. Pelas 20h00, a página da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) na internet indicava que o incêndio estava a ser combatido por 196 operacionais, apoiados por 65 meios terrestres e um meio aéreo (chegaram a ser quatro).
A Autoestrada 1 (A1) esteve cortada nos dois sentidos desde as 17h20 entre os nós da Mealhada e Albergaria (ao quilómetro 231) a pedido da Protecção Civil, confirmou ao Expresso fonte da Brisa. A circulação foi entretanto retomada, cerca das 20h15. «A A1 está totalmente reaberta ao trânsito», indicou fonte da GNR à Lusa, apelando aos automobilistas para circularem com precaução, porque «existe um fluxo muito grande de trânsito».
Segundo a GNR, mantém-se ainda cortada ao trânsito a EN235 entre a Moviflor e os Armazéns Reis. Cerca das 20h20, também foi retomada a circulação ferroviária na Linha do Norte, entre Oliveira do Bairro e Oiã, segundo fonte da Infraestruturas de Portugal.
Este incêndio deflagrou numa zona florestal, num local onde têm ocorrido outros focos nos últimos tempos, o que leva as autoridades a suspeitar de fogo posto. “Anda ali alguém continuamente a fazer novas ignições”, disse à Lusa o comandante sub-regional de Emergência e Protecção Civil da Região de Aveiro, António Ribeiro. O responsável disse não ter conhecimento de haver casas em risco, admitindo, porém, que as chamas poderão afectar a zona industrial de Mamodeiro.
Fogo em Bragança consome mato e pinho – Um incêndio perto da localidade de Deilão, no concelho de Bragança, está a consumir mato e pinho desde o início da tarde desta segunda-feira, mobilizando seis meios aéreos. O comandante sub-regional das Terras de Trás-os-Montes da Protecção Civil, Noel Afonso, adiantou, à Lusa, que o fogo arde numa "zona isolada" e não ameaça aldeias ou habitações. Ainda segundo a mesma fonte, a maior dificuldade foi o vento que se fez sentir na parte inicial do incêndio e a dificuldade de acessos, no entanto, reconhece que a situação já esteve mais complicada. Às 17h25, o fogo mobilizava 186 operacionais, apoiados por 60 meios terrestres e quatro meios aéreos, segundo a página da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) . O incêndio deflagrou pouco depois do meio-dia.
Já no concelho de Almeirim, um incêndio estava a ser combatido por 205 operacionais com a ajuda de três meios aéreos e 59 viaturas às 17h25, indica o site da ANEPC. O alerta foi dado às 13h05 na localidade de Paços Negros, na freguesia de Fazendas de Almeirim, no distrito de Santarém, numa zona de mato, em direcção a Frade de Cima. Segundo a Protecção Civil, todo o perímetro do incêndio continua activo, sem ameaçar habitações ou obrigar ao corte de estradas.
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Fonte: Expresso
Algumas temperaturas às 16h00
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Coruche (Cruz do Leão) – 40,5 ºC
Mora – 40,3 ºC
Lousã (Aeródromo) – 40,1 ºC
Alvega – 40,0 ºC
Tomar (Valdonas) – 39,4 ºC
Portel (Oriola) – 39,4 ºC
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Espinho (Aeródromo) – 24,2 ºC
Esposende (CIM) – 23,0 ºC
Cabo Carvoeiro – 22,1 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 21,6 ºC
Cabo da Roca – 21,6 ºC
Cabo Raso – 21,3 ºC
Areeiro (Madeira) – 13,6 ºC
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Fonte: IPMA