O degelo causado pelas alterações climáticas no Árctico poderá provocar o desaparecimento de dois terços da população de ursos polares nos próximos 50 anos, informou hoje o Instituto Geológico dos Estados Unidos. O aviso figura num estudo pedido em Dezembro passado pelo secretário do Interior, Dirk Kempthorne, para determinar se esses animais devem ser incluídos na lista de espécies ameaçadas de extinção.
A ameaça que atinge 16 mil ursos polares poderá tornar-se mais grave pelo facto de o degelo estar a ser mais rápido do que o calculado, especialmente nas costas setentrionais do Alasca e da Rússia, assinalaram os investigadores. «Existe uma relação directa entre as mudanças no gelo marinho e o bem-estar dos ursos polares», afirmou em conferência de imprensa um dos cientistas participantes na investigação, explicando que, sem esse gelo, os ursos vêem-se obrigados a caçar em terra onde a sua destreza é muito menor.
Os ursos polares dependem das plataformas de gelo para caçar focas, que constituem o seu principal alimento. O número dessas plataformas está a diminuir em todo o Árctico devido às alterações climáticas, assinala o documento, acrescentando que os cientistas do Instituto Geológico estimam que a meio deste século se tenham perdido 42 por cento do habitat dos ursos polares.
De acordo com o Centro norte-americano de Dados sobre a Neve e o gelo, as massas de gelo no Árctico atingiram o seu ponto mais baixo este ano e teme-se que continuem a diminuir no próximo mês.
A ameaça que atinge 16 mil ursos polares poderá tornar-se mais grave pelo facto de o degelo estar a ser mais rápido do que o calculado, especialmente nas costas setentrionais do Alasca e da Rússia, assinalaram os investigadores. «Existe uma relação directa entre as mudanças no gelo marinho e o bem-estar dos ursos polares», afirmou em conferência de imprensa um dos cientistas participantes na investigação, explicando que, sem esse gelo, os ursos vêem-se obrigados a caçar em terra onde a sua destreza é muito menor.
Os ursos polares dependem das plataformas de gelo para caçar focas, que constituem o seu principal alimento. O número dessas plataformas está a diminuir em todo o Árctico devido às alterações climáticas, assinala o documento, acrescentando que os cientistas do Instituto Geológico estimam que a meio deste século se tenham perdido 42 por cento do habitat dos ursos polares.
De acordo com o Centro norte-americano de Dados sobre a Neve e o gelo, as massas de gelo no Árctico atingiram o seu ponto mais baixo este ano e teme-se que continuem a diminuir no próximo mês.
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Fonte: Diário Digital
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