O governo chinês refutou o relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) que conclui que o consumo energético chinês é e será um dos principais causadores do aquecimento global até que faça alterações no cabaz energético. «O relatório da AIE parte de premissas e cenários que não são muito satisfatórios», considerou Wang Siqiang, vice-presidente do Grupo de Trabalho para a Energia do governo chinês. «Espero que no futuro a AIE possa continuar a fazer um trabalho sólido, mas também espero que as suas premissas e cenários reflictam melhor a realidade», acrescentou Wang, durante a cerimónia de apresentação da versão do relatório em chinês.
O relatório sobre perspectivas energéticas mundiais (World Energy Outlook 2007) que a agência com base em Paris apresentou, concluía que o crescimento económico chinês vai depender em grande medida do aumento do consumo de combustíveis fósseis por parte do país asiático, num contexto em que o mundo encara as alterações climáticas como uma ameaça. O estudo sugere ainda que Pequim deve adoptar um novo modelo de desenvolvimento para melhorar a eficiência energética, reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), causadores do aquecimento global, e adoptar fontes alternativas de energia. A AIE calcula também que a procura chinesa de combustíveis fósseis vai duplicar até 2030, com um consequente aumento de 57% nas emissões de GEE.
Wang Siqiang não apontou quaisquer objecções específicas, limitando-se a afirmar que os cálculos da AIE se baseiam em «premissas subjectivas e cheias de incertezas». O estudo, que se baseia em dados oficiais chineses, calcula que a procura energética chinesa vai aumentar 3,2% ao ano entre 2005 e 2030.
Em 2005, o governo chinês definiu como objectivo a redução em 20% do consumo energético nacional até 2010, mas em 2006 o consumo energético caiu apenas 1,23%, abaixo do alvo médio anual de 4% por ano. Para produzir cada unidade de produto interno bruto, a China consome 7,1 vezes mais de recursos minerais que o Japão, 5,7 mais que os Estados Unidos da América e 2,8 vezes mais que a Índia.
O relatório sobre perspectivas energéticas mundiais (World Energy Outlook 2007) que a agência com base em Paris apresentou, concluía que o crescimento económico chinês vai depender em grande medida do aumento do consumo de combustíveis fósseis por parte do país asiático, num contexto em que o mundo encara as alterações climáticas como uma ameaça. O estudo sugere ainda que Pequim deve adoptar um novo modelo de desenvolvimento para melhorar a eficiência energética, reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), causadores do aquecimento global, e adoptar fontes alternativas de energia. A AIE calcula também que a procura chinesa de combustíveis fósseis vai duplicar até 2030, com um consequente aumento de 57% nas emissões de GEE.
Wang Siqiang não apontou quaisquer objecções específicas, limitando-se a afirmar que os cálculos da AIE se baseiam em «premissas subjectivas e cheias de incertezas». O estudo, que se baseia em dados oficiais chineses, calcula que a procura energética chinesa vai aumentar 3,2% ao ano entre 2005 e 2030.
Em 2005, o governo chinês definiu como objectivo a redução em 20% do consumo energético nacional até 2010, mas em 2006 o consumo energético caiu apenas 1,23%, abaixo do alvo médio anual de 4% por ano. Para produzir cada unidade de produto interno bruto, a China consome 7,1 vezes mais de recursos minerais que o Japão, 5,7 mais que os Estados Unidos da América e 2,8 vezes mais que a Índia.
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Fonte: Diário Digital
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