A presidente da Câmara de Setúbal vai ser recebida pelo ministro do Ambiente no próximo dia 31 de Março, pelas 15:00, revelou hoje à Lusa fonte da autarquia. A reunião foi marcada pelo ministro Nunes Correia na sequência do protesto público da autarca setubalense, que se deslocou segunda-feira ao Ministério do Ambiente para exigir uma audiência onde pretende discutir questões relacionadas com as cheias do passado dia 18 de Fevereiro.
A presidente da Câmara Municipal de Setúbal quer saber em que medida o Ministério do Ambiente poderá ajudar a ressarcir os comerciantes afectados pelas inundações e discutir a realização das obras de regularização das ribeiras da Figueira e do Livramento, que são consideradas fundamentais para minorar o efeito das cheias na baixa da cidade. A presidente da Câmara de Setúbal pretende também discutir a integração do concelho de Setúbal no sistema multimunicipal de gestão da água em alta da Simarsul, tal como terá sido acordado com o antecessor de Nunes Correia.
A Câmara de Setúbal aguarda há mais de uma década pela concretização de soluções estudadas para minorar os efeitos das inundações na baixa setubalense, que passam pela regularização das ribeiras do Livramento e da Figueira, com um custo global estimado de dez milhões de euros. As obras em causa chegaram a estar incluídas no Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC), em 1994, mas nunca foram efectuadas.
De acordo com a Associação de Comércio e Serviços do Distrito de Setúbal, as inundações de 18 de Fevereiro provocaram prejuízos estimados em mais de quatro milhões de euros a cerca de uma centena de comerciantes da baixa setubalense, alguns dos quais já anunciaram que vão cessar a actividade. Por sua vez, a presidente da Câmara Municipal, afirmou publicamente que as inundações provocaram cerca de 10 milhões de euros de prejuízos em todo o concelho.
A presidente da Câmara Municipal de Setúbal quer saber em que medida o Ministério do Ambiente poderá ajudar a ressarcir os comerciantes afectados pelas inundações e discutir a realização das obras de regularização das ribeiras da Figueira e do Livramento, que são consideradas fundamentais para minorar o efeito das cheias na baixa da cidade. A presidente da Câmara de Setúbal pretende também discutir a integração do concelho de Setúbal no sistema multimunicipal de gestão da água em alta da Simarsul, tal como terá sido acordado com o antecessor de Nunes Correia.
A Câmara de Setúbal aguarda há mais de uma década pela concretização de soluções estudadas para minorar os efeitos das inundações na baixa setubalense, que passam pela regularização das ribeiras do Livramento e da Figueira, com um custo global estimado de dez milhões de euros. As obras em causa chegaram a estar incluídas no Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC), em 1994, mas nunca foram efectuadas.
De acordo com a Associação de Comércio e Serviços do Distrito de Setúbal, as inundações de 18 de Fevereiro provocaram prejuízos estimados em mais de quatro milhões de euros a cerca de uma centena de comerciantes da baixa setubalense, alguns dos quais já anunciaram que vão cessar a actividade. Por sua vez, a presidente da Câmara Municipal, afirmou publicamente que as inundações provocaram cerca de 10 milhões de euros de prejuízos em todo o concelho.
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Fonte: Agência LUSA
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