A EDP vai fazer uma auditoria energética aos edifícios municipais, no âmbito de uma parceria com a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) destinada a diminuir os consumos e a melhorar a qualidade de ambiente e serviços prestados, numa campanha nacional de eficiência energética que visa também sensibilizar os cidadãos para a importância de adoptar medidas em prol de um melhor uso da energia.
Cada município fará como entender melhor, dentro dos parâmetros de um "contrato-chapéu" que será assinado em Seia entre a ANMP e a EDP. A escolha de Seia resultou da data em que a ANMP aí realiza uma reunião descentralizada do seu conselho directivo, mas também por ser um dos locais onde há maiores diferenças de temperatura no país, com frio e calor, logo um bom exemplo para adoptar estas medidas.
Além dos edifícios dos Paços do Concelho e da sede da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), a auditoria energética pode abranger todos os edifícios municipais que os autarcas decidam contratualizar com a EDP, como as piscinas municipais, pavilhões gimnodesportivos e outras estruturas, explicou à agência Lusa o secretário-geral da ANMP, Artur Trindade. "A auditoria energética é no fundo um estudo que visa apurar o que é necessário introduzir nestes edifícios para reduzir os consumos, sem prejuízo da qualidade e do conforto", afirmou o responsável, salientando que o investimento será depois compensado pela diminuição da factura.
Mudança das lâmpadas convencionais por outras mais económicas no consumo e isolamento de portas são medidas simples que podem ser adoptadas tanto nos edifícios públicos, como em casas particulares, exemplificou Artur Trindade, frisando a necessidade das medidas de racionalização de energia serem adoptadas nos novos edifícios a construir.
Além dos edifícios dos Paços do Concelho e da sede da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), a auditoria energética pode abranger todos os edifícios municipais que os autarcas decidam contratualizar com a EDP, como as piscinas municipais, pavilhões gimnodesportivos e outras estruturas, explicou à agência Lusa o secretário-geral da ANMP, Artur Trindade. "A auditoria energética é no fundo um estudo que visa apurar o que é necessário introduzir nestes edifícios para reduzir os consumos, sem prejuízo da qualidade e do conforto", afirmou o responsável, salientando que o investimento será depois compensado pela diminuição da factura.
Mudança das lâmpadas convencionais por outras mais económicas no consumo e isolamento de portas são medidas simples que podem ser adoptadas tanto nos edifícios públicos, como em casas particulares, exemplificou Artur Trindade, frisando a necessidade das medidas de racionalização de energia serem adoptadas nos novos edifícios a construir.
A iluminação pública é uma das vertentes que pode vir a beneficiar da adopção desta política. "Gastamos por ano 100 milhões de euros. Se tivermos uma poupança de 10 por cento, poupamos dois milhões de euros, que podemos investir numa iluminação pública melhor", explicou o secretário-geral da ANMP.
O investimento será suportado pelos municípios, mas pode ser financiado pela EDP através da seguinte modalidade: o município continua a pagar a mesma factura à empresa até o valor investido estar amortizado. Esta campanha, a realizar no continente, surge no quadro da celebração do Ano Internacional do Planeta Terra e visa materializar uma das medidas identificadas no Plano Nacional para as Alterações Climáticas.
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Fonte: Kaminhos
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