O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu que a ciência será prioridade de seu mandato, ao anunciar a nomeação do cientista John Holdren como o próximo assessor científico da Casa Branca. No discurso transmitido pela rádio, Obama anunciou a nomeação de Holdren, e também o da bióloga marinha Jane Lubchenco, que será a próxima directora da Administração Federal Oceânica e Atmosférica (NOAA, em inglês), que dirige boa parte da pesquisa do Governo sobre meio ambiente.
Tanto Holdren, que dirigirá também o Conselho Assessor Presidencial para a Ciência e a Tecnologia, como Lubchenco são dois conhecidos lutadores contra o aquecimento global.
Tanto Holdren, que dirigirá também o Conselho Assessor Presidencial para a Ciência e a Tecnologia, como Lubchenco são dois conhecidos lutadores contra o aquecimento global.
Além disso, Obama anunciou os cientistas Harold Varmus, prémio Nobel e ex-director do Instituto Nacional de Saúde, e Eric Lander, um especialista na pesquisa do genoma humano, como outros integrantes do conselho assessor. "É hora de voltarmos a fazer com que as ciências sejam uma prioridade na nossa agenda e trabalharmos para restaurar a posição dos Estados Unidos como líder mundial nas ciências e na tecnologia", afirmou Obama.
O presidente eleito, que nas últimas semanas aproveitou o discurso para anunciar uma série de nomeações, declarou também que "promover as ciências não é apenas fornecer os recursos" necessários para a investigação. "Trata-se de proteger o processo investigativo e inquisitivo livre e aberto. Trata-se de assegurar que os factos e a evidência nunca sejam manipulados ou obstruídos pela política ou a ideologia", afirmou, em aparente crítica à actual Administração e suas posições diante da pesquisa com células-tronco ou o aquecimento global.
No ano passado, o ex-assessor médico presidencial Richard Carmona revelou ao Congresso que autoridades da Administração do presidente George W. Bush procuraram tirar importância de relatórios sobre saúde pública que contradiziam as suas ideias políticas e viam o aquecimento global como "uma coisa da esquerda". "Trata-se de escutar o que nossos cientistas têm a dizer, ainda quando for inconveniente; especialmente, quando for inconveniente", destacou Obama.
Como presidente dos Estados Unidos, sua meta será, como a das ciências, "a busca do conhecimento, a verdade e um entendimento maior do mundo que nos cerca", prometeu. Segundo Obama, "se voltarmos a nos comprometer com a descoberta; se apoiarmos a educação científica para criar a próxima geração de cientistas e engenheiros aqui mesmo nos Estados Unidos; se temos uma visão para crer e investir em coisas que ainda não vimos, poderemos dirigir o mundo em direcção a um futuro de paz e prosperidade".
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O presidente eleito, que nas últimas semanas aproveitou o discurso para anunciar uma série de nomeações, declarou também que "promover as ciências não é apenas fornecer os recursos" necessários para a investigação. "Trata-se de proteger o processo investigativo e inquisitivo livre e aberto. Trata-se de assegurar que os factos e a evidência nunca sejam manipulados ou obstruídos pela política ou a ideologia", afirmou, em aparente crítica à actual Administração e suas posições diante da pesquisa com células-tronco ou o aquecimento global.
No ano passado, o ex-assessor médico presidencial Richard Carmona revelou ao Congresso que autoridades da Administração do presidente George W. Bush procuraram tirar importância de relatórios sobre saúde pública que contradiziam as suas ideias políticas e viam o aquecimento global como "uma coisa da esquerda". "Trata-se de escutar o que nossos cientistas têm a dizer, ainda quando for inconveniente; especialmente, quando for inconveniente", destacou Obama.
Como presidente dos Estados Unidos, sua meta será, como a das ciências, "a busca do conhecimento, a verdade e um entendimento maior do mundo que nos cerca", prometeu. Segundo Obama, "se voltarmos a nos comprometer com a descoberta; se apoiarmos a educação científica para criar a próxima geração de cientistas e engenheiros aqui mesmo nos Estados Unidos; se temos uma visão para crer e investir em coisas que ainda não vimos, poderemos dirigir o mundo em direcção a um futuro de paz e prosperidade".
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Fonte: G1
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