Um dia após o temporal, que deixou dez pessoas desalojadas na ilha da Madeira, a oposição apontou duras críticas à reconstrução efectuada após as derrocadas e inundações de 20 de Fevereiro que provocaram a morte a 42 pessoas. Ontem, no regresso à normalidade, a ilha viveu um dia de sol limpo. As escolas reabriram, as estradas foram desimpedidas e iniciaram-se as limpezas das lojas alagadas.
A CDU-Madeira defende que as intervenções mal feitas após o temporal de Fevereiro, quer pelo Governo Regional quer pelas câmaras, são uma das causas para os danos provocados na quinta-feira. Um dos exemplos referidos pelo coordenador regional da CDU-M, Edgar Silva, "foi a Ribeira Grande, em Santo António, onde o leito da ribeira foi estreitado acima do campo do Andorinha, para a ocupação de 30 metros da linha da ribeira".
Também o vereador do PND na Câmara do Funchal, Gil Canha, criticou a "falta de determinação das entidades públicas para corrigir os erros" nas obras de reconstrução em curso no concelho, considerando que estão apenas a "colocar pensos rápidos". Gil Canha deslocou-se ao sítio da Corujeira de Dentro, na freguesia do Monte, onde alertou para o facto de "algumas linhas de água estarem a ser corrigidas a montante, sendo alargadas e reforçadas em termos de muralhas". Como "não houve planeamento", disse, "acabam por afunilar quando encontram alguma propriedade privada".
Já o Governo madeirense disse, em comunicado, que foram mobilizados prontamente todos os meios para lidar com a chuva intensa, tendo ficado demonstrado "a eficácia dos trabalhos realizados, de recuperação dos estragos de 20 de Fevereiro".
O executivo repudiou também as acusações de que o processo de reconstrução da Serra d’Água, de onde são os desalojados de Fevereiro, decorre fora dos prazos previstos.
Também o vereador do PND na Câmara do Funchal, Gil Canha, criticou a "falta de determinação das entidades públicas para corrigir os erros" nas obras de reconstrução em curso no concelho, considerando que estão apenas a "colocar pensos rápidos". Gil Canha deslocou-se ao sítio da Corujeira de Dentro, na freguesia do Monte, onde alertou para o facto de "algumas linhas de água estarem a ser corrigidas a montante, sendo alargadas e reforçadas em termos de muralhas". Como "não houve planeamento", disse, "acabam por afunilar quando encontram alguma propriedade privada".
Já o Governo madeirense disse, em comunicado, que foram mobilizados prontamente todos os meios para lidar com a chuva intensa, tendo ficado demonstrado "a eficácia dos trabalhos realizados, de recuperação dos estragos de 20 de Fevereiro".
O executivo repudiou também as acusações de que o processo de reconstrução da Serra d’Água, de onde são os desalojados de Fevereiro, decorre fora dos prazos previstos.
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Fonte: Correio da Manhã
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