Uma empresa do ramo imobiliário foi identificada pela GNR como autora do abate ilegal de 27 sobreiros na Mata do Duque, em Benavente. Após confirmarem no terreno a infracção, os militares passaram um auto de contra-ordenação à Benim, SA, que está a promover o empreendimento em Santo Estêvão.
A empresa possui uma licença que a habilita para o corte de sobreiros secos, mas uma equipa do Núcleo de Protecção Ambiental do Destacamento de Coruche da GNR apurou que as árvores abatidas estavam em bom estado vegetativo. A denúncia partiu da Quercus, que confirmou na Mata do Duque "a presença de um tractor com atrelado, carregado de troncos de árvores verdes não cintadas". A associação ambientalista sustenta que o crime está ligado ao negócio de lenha e exige uma maior vigilância e controlo por parte dos organismos do Estado.
"Existem operadores que comercializam madeira provenientes de árvores cujo abate não está autorizado", denuncia a Quercus num comunicado, no qual garante que "tem detectado outras situações idênticas, cuja madeira entra no circuito comercial da venda de lenha". O tipo de madeira e biomassa envolvidos nestas operações deve ser caracterizado e regulado pelo Ministério da Agricultura, afirmam os ambientalistas, para quem o Governo deve apressar-se na produção de legislação própria.
Este abate de sobreiros foi detectado no empreendimento imobiliário Mata do Duque II, que se destina à construção de vivendas de luxo em pleno meio rural, em lotes de terreno com uma dimensão nunca inferior a dois hectares. O loteamento é composto por um conjunto de ‘quintas’ organizadas numa única propriedade, que funciona como um condomínio fechado, guardado por seguranças e de acesso restrito. O CM solicitou esclarecimentos à Benim, que não os prestou.
"Existem operadores que comercializam madeira provenientes de árvores cujo abate não está autorizado", denuncia a Quercus num comunicado, no qual garante que "tem detectado outras situações idênticas, cuja madeira entra no circuito comercial da venda de lenha". O tipo de madeira e biomassa envolvidos nestas operações deve ser caracterizado e regulado pelo Ministério da Agricultura, afirmam os ambientalistas, para quem o Governo deve apressar-se na produção de legislação própria.
Este abate de sobreiros foi detectado no empreendimento imobiliário Mata do Duque II, que se destina à construção de vivendas de luxo em pleno meio rural, em lotes de terreno com uma dimensão nunca inferior a dois hectares. O loteamento é composto por um conjunto de ‘quintas’ organizadas numa única propriedade, que funciona como um condomínio fechado, guardado por seguranças e de acesso restrito. O CM solicitou esclarecimentos à Benim, que não os prestou.
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Fonte: Correio da Manhã
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