terça-feira, 31 de março de 2020

7661. Trancoso acordou com neve

CopyRight @ Beira Alta TV

7660. Pinhel (Guarda)

Fonte: PÚBLICO

7659. Depois de dois anos sem ver neve, Guarda acordou pintada de branco

CopyRight @ TVI24

7658. PORTUGAL: Probabilidades na Primavera



7657. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável



Situação meteorológica em Portugal Continental condicionada por baixas pressões atmosféricas associadas a um núcleo de ar muito frio em altitude (temperaturas próximas aos 30 ºC negativos aos 500 hPa, cerca de 5500 metros de altitude). Assim, para o resto do dia de hoje e ao longo do dia de amanhã continuará o tempo instável em todo o território de Portugal Continental, com períodos de céu muito nublado e ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes acompanhados por trovoadas e queda de granizo; queda de neve nas regiões montanhosas do norte e centro e descida acentuada da temperatura.

segunda-feira, 30 de março de 2020

7656. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável

Imagem de satélite às 17h00
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Fonte: SAT24
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Intensidade da precipitação às 17h00
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Fonte: IPMA
Períodos de céu muito nublado e ocorrência de aguaceiros dispersos; queda de neve nas terras altas do interior.

quarta-feira, 25 de março de 2020

7654. Quarta-feira, 25 de Março (18h00)


Imagem de Satélite às 18h00
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Fonte: SAT24
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Portugal Continental: nebulosidade baixa na orla ocidental; aguaceiros e trovoadas nas regiões do interior, especialmente no sul.

domingo, 22 de março de 2020

7653. Instabilidade no Noroeste



Instabilidade no Noroeste, com aguaceiros e trovoadas; progressão para sudoeste, em direcção ao grande Porto.

sábado, 21 de março de 2020

7652. Sábado, 21 de Março (12h30)

Imagem de satélite às 12h30
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Fonte: SAT24
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A imagem de satélite das 12h30 mostra uma depressão centrada no interior do Baixo Alentejo. Para a tarde de hoje haverá a possibilidade de ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, pontualmente fortes e acompanhados de trovoadas, principalmente nas regiões do interior sul.

7651. PORTUGAL CONTINENTAL: Precipitação acumulada 20.03.2020


Precipitação acumulada superior a 20,0 mm
(20 de Março de 2020)
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Penela (Serra do Espinhal) – 57,6 mm
Mealhada (Quinta do Vale) – 56,9 mm
Soure – 53,1 mm
Coimbra (Mata de São Pedro) – 46,0 mm
Zebreira – 43,6 mm
Penacova (Hombres) – 41,4 mm
Amareleja – 41,1 mm
Prença – a – Nova – 41,0 mm
Coimbra (Aeródromo) – 40,2 mm
Anadia – 39,8 mm
Góis (Quinta da Ribrira) – 39,0 mm
Elvas – 38,2 mm
Castelo Branco – 38,1 mm
Castro Verde (N. Corvo) – 38,0 mm
Aldeia Souto (Q. Lageosa) – 37,0 mm
Reguengos (S.P. do Corval) – 34,7 mm
Oliveira do Hospital – 33,0 mm
Lousã (Aeródromo) – 32,7 mm
Luzim – 32,4 mm
Tomar (Valdonas) – 32,0 mm
Avis (Benavila) – 31,4 mm
Portalegre – 31,4 mm
Arouca – 30,5 mm
Évora (Aeródromo) – 30,1 mm
Santa Comba Dão – 29,8 mm
Fundão – 29,3 mm
Vila Verde – 29,2 mm
Amares (Caldelas) – 29,2 mm
Braga – 29,1 mm
Nelas – 28,7 mm
Viseu (Aeródromo) – 28,2 mm
Nelas (Vilar Seco) – 27,7 mm
Viseu – 27,1 mm
Terras de Bouro (Barral) – 24,8 mm
Sabugal (Martim Rei) – 24,5 mm
Alvega – 22,9 mm
Faro (Aeroporto) – 22,9 mm
Sátão – 22,0 mm
Penhas Douradas – 21,9 mm
Mangualde (Chãs de Tavares) – 21,9 mm
Braga (Merelim) – 21,5 mm
Penalva do Castelo – 21,2 mm
Estremoz – 21,0 mm
Ponte de Lima – 20,8 mm
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Fonte: IPMA

sexta-feira, 20 de março de 2020

7650. PORTUGAL CONTINENTAL: Tarde com períodos chuva ou aguaceiros

Imagem de satélite às 18h00
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Fonte: SAT24 
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Intensidade da precipitação às 18h00
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Fonte: IPMA
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Carta Sinóptica de Superfície às 18h00
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Fonte: Met Office
Tarde com tempo instável no centro e sul de Portugal Continental, com períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoadas, associados à passagem de uma superfície frontal fria em deslocamento para nordeste.

segunda-feira, 16 de março de 2020

7648. Segunda-feira, 16 de Março (17h00)

Imagem de satélite às 17h00
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Fonte: SAT24
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Aumento da nebulosidade nas regiões do interior de Portugal Continental, com ocorrência de precipitação. Agravamento do estado do tempo nas próximas horas, nas regiões do centro e sul.

7647. PORTUGAL CONTINENTAL: Análise sinóptica e tendência do estado do tempo

Fonte: MeteoPT
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Fonte: IPMA
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Fonte: Met Office
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Terça-feira: instabilidade nas regiões do sul, com aguaceiros e trovoadas, podendo ser acompanhado por queda de granizo e de neve nas terras altas.
O estado do tempo em Portugal Continental, particularmente nas regiões do centro/sul e sul, estará condicionado a partir da próxima noite pelo deslocamento retrógrado de um núcleo de ar muito frio em altitude (temperaturas até 30 ºC negativos aos 500 hPa, sensivelmente a 5500 metros de altitude) que irá atravessar o Alentejo e o Algarve na primeira metade do dia de Terça-feira (deslocamento de nordeste para sudoeste); em superfície corresponde a um centro de baixas pressões no sul da Península Ibérica, em contraste com as altas pressões a noroeste da Península Ibérica.
Neste contexto, é esperado o aumento significativo da instabilidade atmosférica no sul de Portugal Continental, particularmente no Baixo Alentejo e Algarve: aumento da nebulosidade e ocorrência de aguaceiros, acompanhados de trovoadas, podendo ser de granizo e de neve nas terras altas; vento moderado a forte, com rajadas muito fortes nas terras altas, do quadrante norte e rodando para leste. Descida de temperatura.



domingo, 15 de março de 2020

7646. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo variável

Imagem de satélite às 16h45
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Fonte: SAT24
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Períodos de céu muito nublado e aguaceiros no norte e centro, associados à passagem de uma superfície frontal fria em fase de dissipação; aguaceiros e trovoadas no leste do Algarve e Baixo Alentejo.
 

quinta-feira, 12 de março de 2020

7644. PORTUGAL CONTINENTAL: mês de fevereiro de 2020 extremamente quente e extremamente seco

O mês de Fevereiro de 2020, em Portugal continental, classificou-se como extremamente quente e extremamente seco. Fevereiro de 2020 foi o mais quente desde 1931. O valor médio da temperatura média do ar, 12,43 °C, foi muito superior ao normal com uma anomalia de + 2,45 °C.
O valor médio da temperatura máxima do ar, 17,89 °C, foi o valor mais alto desde 1931, com uma anomalia de + 3,51 °C. O valor médio da temperatura mínima do ar, 6,96 °C, também foi superior ao normal (+ 1,39 °C), sendo o 10º valor mais alto desde 1931 e o 2º mais alto desde 2000 (mais alto em 2008).

Durante o mês de destacar no território:
  • Temperatura máxima diária sempre acima do valor médio mensal, sendo de realçar os períodos de 2 a 3 e de 21 a 24 com valores médios diários superiores a 20°C;
  • Temperatura média diária sempre acima do valor médio mensal, excepto dia 18;
  • Temperatura mínima diária acima do valor médio mensal nos primeiros 17 dias do mês e no dia 29;
  • Nos dias 23 e 24 foram ultrapassados os maiores valores da temperatura máxima do ar para o mês de Fevereiro em cerca de 40% das estações meteorológicas da rede IPMA.
Fevereiro 2020 foi o 5º mais seco desde 1931 (mais seco em 2012), Figura 5. O valor médio da quantidade de precipitação em Fevereiro, 16,6 mm, corresponde apenas a 17 % do valor normal 1971-2000 (100.1 mm). Em termos de distribuição espacial, os valores de precipitação foram inferiores ao normal em todo o território, sendo que em grande parte das regiões o valor foi inferior em 25% do normal.
No final do mês de Fevereiro, verificou-se, em relação ao final de Janeiro uma diminuição significativa dos valores de percentagem de água no solo em todo o território, sendo de destacar alguns locais das regiões do Baixo Alentejo e Algarve, com valores inferiores a 20 %.
De acordo com o índice PDSI, no final Fevereiro, aumentou a área e a intensidade da seca meteorológica nas regiões a sul do Tejo sendo de realçar as regiões do Alentejo e Algarve nas classes de seca severa e extrema. Nas regiões a norte do Tejo diminuiu significativamente a área das classes de chuva. A distribuição percentual por classes do índice PDSI no território é a seguinte: 0.8 % chuva moderada, 9.1 % chuva fraca, 37.5 % normal, 11.0 % seca fraca, 15.1 % seca moderada, 19.2 % seca severa e 7.3% seca extrema.
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Fonte: IPMA

7643. PORTUGAL CONTINENTAL: Temperaturas máximas vão descer entre 6 a 8 graus a partir de hoje

O tempo vai mudar a partir de hoje, dia em que já se vai registar uma descida das temperaturas, em especial da máxima, que na quarta-feira esteve próxima dos 30 graus em algumas regiões do continente, de acordo com a meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). “Na quarta-feira, Portugal continental esteve sob a acção de uma massa de ar quente com uma predominância de sul vinda da região do norte de África. Nestas situações, por vezes, a temperatura sobe consideravelmente por um lado porque não havia nebulosidade e o vento era relativamente fraco”, disse.
Ângela Lourenço esclareceu ser comum em circunstâncias de baixa nebulosidade e vento fraco haver uma subida da temperatura. “Estamos a falar de temperaturas muito acima da média para o mês de Março. No entanto, por vezes estas situações ocorrem neste mês. É mais comum na segunda quinzena de Março, mas não é uma situação rara. O mês de Março caracteriza-se por ter muitos dias típicos de Inverno, mas também de primavera e pontualmente alguns dias mais tipicamente de verão que foi o que aconteceu ontem”, realçou.
De acordo com a meteorologista, Aljezur, no distrito de Faro, foi a localidade onde foi registada a temperatura máxima mais elevada, de 29,6 graus. “Tivemos muitos locais dos distritos de Setúbal, Beja e Santarém com valores da ordem dos 28. Lisboa esteve com 27. As regiões a sul do Tejo foram as que registaram valores mais elevados”, referiu.
No entanto, segundo Ângela Lourenço, a situação vai mudar a partir de hoje, prevendo-se um regresso da chuva mais provável a partir de dia 15. “Hoje já vamos ter descida da temperatura principalmente da máxima entre 6 a 8 graus. Nalguns locais ontem [quarta-feira] foram registadas máximas perto dos 30 graus no baixo Alentejo, interior do Alentejo, e vão começar a descer já hoje. Vai haver uma mudança gradual das condições meteorológicas”, disse.
Segundo a meteorologista do IPMA, entre hoje e dia 15 vai haver alguma instabilidade no interior de Portugal continental que poderão dar origem a aguaceiros acompanhados de trovoada, com maior probabilidade a partir de dia 15. “As regiões com descidas mais acentuadas serão as do centro e sul, que foram as que registaram subidas mais elevadas na quarta-feira. Hoje as temperaturas vão estar entre os 20 e os 24 graus, sendo em alguns locais do interior e próximos do mar de 17/18 graus””, disse.
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quarta-feira, 11 de março de 2020

7642. Quarta-feira, 11 de Março (15h00)

Imagem de satélite às 15h00
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CopyRight Eumetsat 2020
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Algumas temperaturas às 15h00
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Setúbal: 28,4 ºC
Pegões: 28,2 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha): 28,0 ºC
Alvalade: 27,7 ºC
Rio Maior: 27,2 ºC
Mértola (Vale Formoso): 27,2 ºC
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Dunas de Mira: 17,1 ºC
Cabo Raso: 16,6 ºC
Pedras Rubras: 16,2 ºC
Aveiro (Universidade): 16,1 ºC
Santa Cruz (Aeródromo): 16,0 ºC
São Pedro de Moel: 14,1 ºC
Areeiro (Madeira): 12,1 ºC
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Fonte: IPMA

terça-feira, 10 de março de 2020

7641. Terça-feira, 10 de Março (15h00)

Algumas temperaturas às 15h00
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Amareleja: 27,5 ºC
Castro Verde (N. Corvo): 26,9 ºC
Portel (Oriola): 26,8 ºC
Mértola (Vale Formoso): 26,4 ºC
Alcoutim (Mart. Longo): 26,3 ºC
Alcácer do sal (Barrosinha): 26,0 ºC
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Santa Cruz (Aeródromo): 15,9 ºC
Aveiro (Universidade): 15,7 ºC
Viana do Castelo: 15,6 ºC
Cabo Raso: 15,1 ºC
Pedras Rubras: 14,8 ºC
São Pedro de Moel: 14,2 ºC
Flores (Aeródromo): 11,8 ºC
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Fonte: IPMA

7640. Autoridade Nacional de Proteção Civil contra aeroporto do Montijo

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7639. A instalação de um Radar Meteorológico do IPMA na Serra de Santa Bárbara Ilha Terceira Açores. RTP1, IPMA 10-03-2020

sábado, 7 de março de 2020

7636. Sábado, 7 de Março (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Aeródromo da Graciosa (Açores): 17,5 ºC
Aeródromo do Pico (Açores): 17,5 ºC
Cabo Raso: 11,6 ºC
Lisboa (Geofísico): 10,7 ºC
Faro (Aeroporto): 10,5 ºC
Lisboa (Tapada da Ajuda): 10,0 ºC
Viana do Castelo: 9,9 ºC
Lisboa Gago Coutinho): 9,8 ºC
Olhão: 9,8 ºC
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Penhas Douradas: 1,6 ºC
Arganil (Aeródromo): 1,4 ºC
Oliveira do Bairro: 1,1 ºC
Aguiar da Beira: 1,1 ºC
Góis (Quinta da Ribeira): 0,3 ºC
Alvega: 0,0 ºC
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Fonte: IPMA

quarta-feira, 4 de março de 2020

7635. Clima: Florestas estão a perder capacidade de retirar dióxido de carbono da atmosfera

A investigação liderada pela universidade britânica de Leeds, publicada hoje na revista Nature, revela que as florestas tropicais começaram a passar de depósitos de dióxido de carbono para emissores daquele gás que provoca o efeito de estufa. As florestas tropicais sequestram o carbono, retirando-o da atmosfera e depositando-o nas árvores, combatendo assim lentamente as alterações climáticas, mas os novos dados indicam que essa capacidade atingiu o seu pico na década de 1990 e tem vindo a diminuir.
A equipa de cientistas analisou três décadas de crescimento e morte de árvores em 65 florestas tropicais virgens em África e na Amazónia e chegou à conclusão que na década passada, a capacidade de sequestro de carbono da floresta diminuiu em um terço, o que acontece porque mais árvores morrem e a floresta perde a capacidade de capturá-lo. Mais de 100 instituições colaboraram na investigação que demonstra pela primeira vez em larga escala que já está a acontecer uma perda preocupante num modelo que normalmente se considerava a salvo nas próximas décadas.
O aumento de dióxido de carbono na atmosfera favorece o crescimento de árvores, "mas a cada ano este efeito está a ser neutralizado pelos impactos negativos das temperaturas altas e das secas que atrasam o crescimento das árvores e as podem matar", afirmou o investigador e principal autor do estudo, Wannes Hubau, da Universidade de Leeds, no norte de Inglaterra. "Combinando dados de África e da Amazónia, começámos a perceber porque estão estas florestas a mudar, principalmente por causa dos níveis de dióxido de carbono, das temperaturas, secas e das dinâmicas florestais", acrescentou.
O que os dados mostram é "um declínio futuro a longo prazo" em África e que a Amazónia "continuará a enfraquecer rapidamente" até se tornar uma fonte de carbono em meados da década de 2030. Na década de 1990, as florestas tropicais virgens retiraram cerca de 46 mil milhões de toneladas de dióxido de carbono da atmosfera, descendo para 25 mil milhões de toneladas na década de 2010.
O que se perdeu é o equivalente ao que França, Alemanha, Reino Unido e Canadá emitem em conjunto durante dez anos para a atmosfera pelo consumo de combustíveis fósseis. Em percentagem, de 17% das emissões provocadas pela actividade humana retiradas na década de 1990, passou-se para apenas 6% vinte anos depois. As florestas perderam 33% da sua capacidade de reter dióxido de carbono e a área de floresta intacta diminuiu 19%, enquanto as emissões aumentaram 46%.
O investigador Simon Lewis, da faculdade de geografia da Universidade de Leeds, notou que "as florestas tropicais intactas continuam a ser um sequestrador de carbono vital, mas sem políticas que permitam estabilizar o clima da Terra é apenas uma questão de tempo até já não serem capazes de absorver dióxido de carbono". As perdas começaram primeiro na Amazónia em meados dos anos 90, enquanto em África começaram quinze anos mais tarde. A diferença explica-se por as florestas amazónicas serem mais dinâmicas que as africanas e estarem mais sujeitas a impactos climáticos fortes, com temperaturas mais altas, com subidas rápidas, e secas mais severas e frequentes.
Os autores ressalvam que as florestas tropicais ainda são enormes reservatórios de carbono, armazenando 250 mil milhões de toneladas só nas árvores, o que equivale a 90 anos de emissões globais geradas pelo consumo de combustíveis fósseis.
O investigador camaronês Bonaventure Sonké, da Universidade Yaounde I, afirmou que "os países africanos e a comunidade internacional terão que investir seriamente na preparação para os impactos actuais das alterações climáticas nas regiões tropicais". Outro cientista da Universidade de Leeds, Oliver Phillips, acrescentou que é preciso apoiar o trabalho dos cientistas de África e da Amazónia, cujas "capacidades e potencial têm sido menosprezados". "Caberá à próxima geração de cientistas africanos e da Amazónia vigiar estas florestas notáveis para ajudar a geri-las e protegê-las", considerou. Os perigos mais urgentes são a desflorestação, a indústria madeireira e os incêndios.
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Fonte (Texto e imagem): SAPO24

segunda-feira, 2 de março de 2020

7634. A queda de neve em 29.01.2006


A queda de neve, registada dia 29 de Janeiro, nas regiões do Centro e Sul do Continente ficou a dever-se ao deslocamento de uma depressão ao longo do território, de norte para sul. Esta depressão formou-se numa massa de ar muito frio e teve uma linha de instabilidade associada.
A referida massa de ar foi gradualmente transportada na circulação de um anticiclone localizado na região das Ilhas Britânicas, desde a Europa Central até à região do Golfo da Biscaia e posteriormente transportada para sul em direcção à Península Ibérica. Deste modo, foram criadas as condições para a ocorrência de precipitação sob a forma de neve em grande parte do Continente.
Durante a ocorrência de queda de neve, a temperatura do ar atingiu valores mínimos de:
 • 0.5ºC na Figueira da Foz (10h10);
 • 0.4ºC em Rio Maior (12h50);
 • 0.1ºC em Santarém (13h30);
 • 0.4ºC em Torres Vedras (14h50);
 • 0.5ºC em Lisboa (15h00);
 • 0.8ºC em Setúbal (16h10).
A queda de neve em Portugal é um fenómeno raro em cotas baixas. Segundo os registos do Arquivo Meteorológico, a data da última ocorrência de queda de neve em Lisboa reporta a Fevereiro de 1954, dias 1 e 2. Tal como se verificou agora, também há 52 anos, caiu neve em várias localidades do Ribatejo (Santarém, Dois Portos, Rio Maior) e do Algarve (Monchique e Vila do Bispo). Registou-se, no entanto, queda de neve mais recentemente em Monchique (11 e 12 de Fevereiro de 1983) e em Rio Maior e em Dois Portos (Janeiro de 1987).
Em Setúbal a data da última ocorrência de queda de neve reporta a 22 de Janeiro de 1950, em Évora a 28 de Fevereiro de 1993 e em Portalegre a 1 de Março do mesmo ano. Na Figueira da Foz o último registo de queda de neve data de 10 e 11 de Janeiro de 1960.  No Ano de 1993, houve ainda relatos de queda de neve noutras localidades como, por exemplo, Cacém e Queluz, e ainda na Serra de Monchique, no Algarve.
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Fonte: IPMA
A queda de neve voltou a ocorrer na Grande Lisboa no ano seguinte, no dia 28 de Janeiro de 2007.

7633. PORTUGAL CONTINENTAL: início de Março muito chuvoso no norte e centro

Precipitação acumulada
(dia 1 de Março de 2020)
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Fonte: IPMA

domingo, 1 de março de 2020

7632. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo variável

Intensidade da precipitação às 22h15
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Fonte: IPMA
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Portugal Continental com tempo próprio para esta época do ano, associado à passagem de sucessivas ondulações da corrente de oeste, provocando instabilidade sobretudo nas regiões do norte e centro, o que origina períodos de céu muito nublado, vento moderado a forte e precipitação, em especial nas regiões do norte e centro.
Esta situação meteorológica deverá permanecer ao longo de toda a próxima semana, com tempo variável, alterando entre períodos de céu muito nublado e ocorrência de precipitação, em especial nas regiões do norte e centro, e períodos de menor nebulosidade e sem precipitação.