Uma casa foi incendiada por um raio durante uma trovoada que atingiu Brejo do Campo, nas Caldas da Rainha, na segunda-feira à noite.
O raio atingiu uma vivenda pelas 22h30: “Estava na cama a ver a novela e sentia os trovões. De repente, houve um estalo tão grande que parecia que o vidro do televisor estava a rebentar, mas eram bocados do candeeiro que passaram por cima da minha cabeça. Nunca passei por uma coisa tão grave na minha vida”, afirmou a moradora da vivenda.
“Não fiquei em casa, vim logo para rua, de pijama e descalça. Não sabia que o sótão estava a arder. Quando cheguei à porta senti uma aflição grande porque parecia que estava tudo a cair. Gritei pela vizinhança e foi então que reparei no fogo”, recorda a idosa. “Arderam três camas que tinha no sótão e ficou tudo cheio de fumo”, adiantou, explicando que, “segundo os bombeiros, o raio entrou por uma parede lateral, onde ficou um buraco no sótão”.
A moradora, que não é proprietária da vivenda, tem seguro da casa e do recheio, que deverá cobrir os prejuízos do incêndio e de eventuais equipamentos avariados. “Devo ter tudo afectado - televisores, frigorífico, quadro eléctrico - mas só quando tiver luz novamente é que posso verificar”.
Nas moradias em redor, o susto também foi grande. A vizinha da frente, de 79 anos de idade, contou como ficou em sobressalto: “Ouvi um estrondo, que parecia uma bomba, e vi logo que não era um trovão. Era uma faísca que tinha caído bem perto. Fiquei sem luz e sem telefone, e vim para a rua”. Há relatos de vários moradores que ficaram com os quadros eléctricos estragados e estão a ser apurados os danos em equipamentos como televisores, computadores e frigoríficos.
O pára-raios mais próximo das habitações está situado a 200 metros e foi colocado numa sub-estação da EDP, mas a sua abrangência é pequena. Os oito elementos dos bombeiros enviados ao local, apoiados por duas viaturas, extinguiram o incêndio em meia hora, mas os trabalhos de remoção dos destroços duraram até à 01H00.
* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
Fonte: Jornal CORREIO DA MANHÃ
O raio atingiu uma vivenda pelas 22h30: “Estava na cama a ver a novela e sentia os trovões. De repente, houve um estalo tão grande que parecia que o vidro do televisor estava a rebentar, mas eram bocados do candeeiro que passaram por cima da minha cabeça. Nunca passei por uma coisa tão grave na minha vida”, afirmou a moradora da vivenda.
“Não fiquei em casa, vim logo para rua, de pijama e descalça. Não sabia que o sótão estava a arder. Quando cheguei à porta senti uma aflição grande porque parecia que estava tudo a cair. Gritei pela vizinhança e foi então que reparei no fogo”, recorda a idosa. “Arderam três camas que tinha no sótão e ficou tudo cheio de fumo”, adiantou, explicando que, “segundo os bombeiros, o raio entrou por uma parede lateral, onde ficou um buraco no sótão”.
A moradora, que não é proprietária da vivenda, tem seguro da casa e do recheio, que deverá cobrir os prejuízos do incêndio e de eventuais equipamentos avariados. “Devo ter tudo afectado - televisores, frigorífico, quadro eléctrico - mas só quando tiver luz novamente é que posso verificar”.
Nas moradias em redor, o susto também foi grande. A vizinha da frente, de 79 anos de idade, contou como ficou em sobressalto: “Ouvi um estrondo, que parecia uma bomba, e vi logo que não era um trovão. Era uma faísca que tinha caído bem perto. Fiquei sem luz e sem telefone, e vim para a rua”. Há relatos de vários moradores que ficaram com os quadros eléctricos estragados e estão a ser apurados os danos em equipamentos como televisores, computadores e frigoríficos.
O pára-raios mais próximo das habitações está situado a 200 metros e foi colocado numa sub-estação da EDP, mas a sua abrangência é pequena. Os oito elementos dos bombeiros enviados ao local, apoiados por duas viaturas, extinguiram o incêndio em meia hora, mas os trabalhos de remoção dos destroços duraram até à 01H00.
* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
Fonte: Jornal CORREIO DA MANHÃ
Sem comentários:
Enviar um comentário