quinta-feira, 28 de junho de 2007

1093. A Terra e a sua atmosfera (XI)

Composição da atmosfera (II)
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Com base em estudos, ficou estabelecido que a composição química do ar seco ao nível do mar é a seguinte:
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Azoto – 78,08 %
Oxigénio – 20,95 %
Argon – 0,93 %
Dióxido de carbono – 0,03 %
Outros gases raros (Neón, Hélio, Crípton, Hidrogénio, Xenón e ozono)
- 0,01 %
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Nesta relação não está incluído o vapor de água, já que a sua presença na atmosfera é muito variável, não chegando quase nunca a 0,0001 %. Também existem vestígios de radón, óxido de azoto e metano, ainda que sejam apenas considerados mais como resíduos contaminantes do que elementos integrantes da própria atmosfera.
O oxigénio é o gás mais importante para a vida na Terra, de entre todos os gases que compõem o ar que nos rodeia; é vital para a respiração dos animais, já que os tecidos não podem utilizar outro gás como carburante. O azoto, por exemplo, é assimilado através dos alimentos, onde está quase sempre combinado com carbono, oxigénio e hidrogénio.
Como é sabido, o fornecimento de oxigénio é feito pelas plantas, que produzem oxigénio durante o seu processo de síntese de alimentos; parte do oxigénio é utilizado pelas próprias plantas, sendo o restante libertado para a atmosfera onde fica disponível para a respiração dos animais. Este ciclo renova-se continuamente devido à presença da luz solar.
Analisada a importância do oxigénio na atmosfera, há que valorizar o papel da ciência designada por meteorologia, cuja função não radica apenas em observar e analisar os fenómenos que ocorrem na atmosfera mas também em vigiar e cuidar da manutenção de todo o ciclo que, em conjunto com os fenómenos meteorológicos dependentes da água (outro produto essencial para a existência de vida), são em definitivo a essência do mundo em que vivemos, a única morada que temos e que teremos de a cuidar para a não perder.

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