A Associação de Municípios Portugueses acredita que as câmaras municipais têm planos de emergência para responder às situações de inundações, frequentes nesta altura do ano, mas reconhece que há "erros do passado" que são "complicados" de resolver hoje. O vice-presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) disse à Lusa que "há sempre uma preocupação acrescida e de prevenção" e que as autoridades competentes estão, nesta altura do ano, a fazer "vistorias nas zonas inundáveis, sarjetas e linhas de água".
O responsável referiu que "dentro do que é técnica e humanamente possível", as autoridades estão "preparadas", embora as alterações meteorológicas tragam situações adversas "incontornáveis". "Acredito que, no passado, tenha havido erros de planeamento, porventura houve construções em linhas de água ou em leitos de cheia. Se calhar, há muitos anos atrás quando houve um 'boom' de crescimento talvez um pouco selvagem, podem ter sido criadas situações que hoje são muito complicadas de resolver", disse.
A Lusa contactou algumas autarquias onde é frequente as chuvas causarem inundações, como Lisboa, Loures e Setúbal. A directora municipal da Protecção Civil de Lisboa frisou que a autarquia está a proceder a trabalhos de limpeza e campanhas de sensibilização da população sobretudo nas zonas "mais vulneráveis", considerando que "por vezes, as medidas simples podem fazer toda a diferença". A responsável reconhece que "não há nenhum plano propriamente para as chuvas", adiantando que, "em algumas zonas da Baixa e em Sete Rios, houve obras de saneamento geral".
Fonte oficial da câmara de Loures, por seu lado, disse que existem "planos de intervenção rápida e localizada nas zonas em que há risco elevado de cheias", como é o caso da baixa de Loures, da baixa de Sacavém e de Frielas e que, neste momento, se está a proceder à limpeza do Rio Loures, para "minimizar os riscos".
Em Setúbal, há planos para a construção de "pequenas bacias de retenção [de água] a montante das ribeiras que desaguam em Setúbal, uma medida que pretende "minorar" os problemas das cheias que são recorrentes na zona ribeirinha da cidade, disse o coordenador da Protecção Civil que acrescentou ainda que "estão a ser desenvolvidos estudos" para a construção destas bacias de retenção de água mas que tal não acontecerá este ano. O responsável não adiantou uma data.
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Fonte: PÚBLICO
O responsável referiu que "dentro do que é técnica e humanamente possível", as autoridades estão "preparadas", embora as alterações meteorológicas tragam situações adversas "incontornáveis". "Acredito que, no passado, tenha havido erros de planeamento, porventura houve construções em linhas de água ou em leitos de cheia. Se calhar, há muitos anos atrás quando houve um 'boom' de crescimento talvez um pouco selvagem, podem ter sido criadas situações que hoje são muito complicadas de resolver", disse.
A Lusa contactou algumas autarquias onde é frequente as chuvas causarem inundações, como Lisboa, Loures e Setúbal. A directora municipal da Protecção Civil de Lisboa frisou que a autarquia está a proceder a trabalhos de limpeza e campanhas de sensibilização da população sobretudo nas zonas "mais vulneráveis", considerando que "por vezes, as medidas simples podem fazer toda a diferença". A responsável reconhece que "não há nenhum plano propriamente para as chuvas", adiantando que, "em algumas zonas da Baixa e em Sete Rios, houve obras de saneamento geral".
Fonte oficial da câmara de Loures, por seu lado, disse que existem "planos de intervenção rápida e localizada nas zonas em que há risco elevado de cheias", como é o caso da baixa de Loures, da baixa de Sacavém e de Frielas e que, neste momento, se está a proceder à limpeza do Rio Loures, para "minimizar os riscos".
Em Setúbal, há planos para a construção de "pequenas bacias de retenção [de água] a montante das ribeiras que desaguam em Setúbal, uma medida que pretende "minorar" os problemas das cheias que são recorrentes na zona ribeirinha da cidade, disse o coordenador da Protecção Civil que acrescentou ainda que "estão a ser desenvolvidos estudos" para a construção destas bacias de retenção de água mas que tal não acontecerá este ano. O responsável não adiantou uma data.
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Fonte: PÚBLICO
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