O aquecimento global vai provocar um aumento do número de casos de cancro da pele que poderá chegar aos 5% na Europa e aos 10% no continente americano, de acordo com o presidente da Comissão Nacional de Dermatologia espanhola, Amaro García. Estas percentagens correspondem ao aumento de tumores cancerígenos da pele devido ao progressivo desaparecimento da camada de ozono, previsto pela Organização Mundial de Saúde.
Jerónimo Lorente, director do departamento de Astronomia e Meteorologia da Universidade de Barcelona, refere que a regeneração da camada de ozono poderá estar em causa por causa do aquecimento global. Lorente afirma que «a cama de ozono deveria regenerar-se em 2050 ou 2060, mas por culpa das alterações climáticas essa regeneração poderá não acontecer ou dar-se apenas no final do século».
O Relatório do Estado do Ambiente de 2006 classifica 19 dos 26 parâmetros analisados como insuficientes ou desfavoráveis, sendo a emissão de gases com efeito de estufa o mais preocupante. A Agência Portuguesa do Ambiente, responsável pelo documento, considera com «tendência desfavorável» sete parâmetros classificados a vermelho, entre os quais a emissão de gases com efeito de estufa, a qualidade das massas de água de superfícies e subterrâneas, episódios de poluição por ozono troposférico e poluição por partículas inaláveis.
Em declarações ao Destak, Hélder Spínola, presidente da Quercus, afirmou que «este relatório mostra que não temos vindo a melhorar porque tardam as medidas concretas para enfrentar este problema», acrescentando que «Portugal está a poluir mais, mas isso não está a significar maior riqueza mas sim um maior desperdício».
Hélder Spínola, da Quercus, afirma que tem que passar a haver vontade política para resolver as questões ambientais, até porque «um relatório europeu de há três ou quatro anos refere que existem 4 mil mortes prematuras em Portugal devido ao excesso de poluição».
Hugo Lourenço
Jerónimo Lorente, director do departamento de Astronomia e Meteorologia da Universidade de Barcelona, refere que a regeneração da camada de ozono poderá estar em causa por causa do aquecimento global. Lorente afirma que «a cama de ozono deveria regenerar-se em 2050 ou 2060, mas por culpa das alterações climáticas essa regeneração poderá não acontecer ou dar-se apenas no final do século».
O Relatório do Estado do Ambiente de 2006 classifica 19 dos 26 parâmetros analisados como insuficientes ou desfavoráveis, sendo a emissão de gases com efeito de estufa o mais preocupante. A Agência Portuguesa do Ambiente, responsável pelo documento, considera com «tendência desfavorável» sete parâmetros classificados a vermelho, entre os quais a emissão de gases com efeito de estufa, a qualidade das massas de água de superfícies e subterrâneas, episódios de poluição por ozono troposférico e poluição por partículas inaláveis.
Em declarações ao Destak, Hélder Spínola, presidente da Quercus, afirmou que «este relatório mostra que não temos vindo a melhorar porque tardam as medidas concretas para enfrentar este problema», acrescentando que «Portugal está a poluir mais, mas isso não está a significar maior riqueza mas sim um maior desperdício».
Hélder Spínola, da Quercus, afirma que tem que passar a haver vontade política para resolver as questões ambientais, até porque «um relatório europeu de há três ou quatro anos refere que existem 4 mil mortes prematuras em Portugal devido ao excesso de poluição».
Hugo Lourenço
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Fonte: Destak
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