As previsões agrícolas do INE em 31 de Dezembro apontam para um aumento da superfície cerealífera, embora abaixo das expectativas geradas pela escalada dos preços dos cereais. A escassa precipitação acumulada tem condicionado o desenvolvimento vegetativo dos prados, pastagens e culturas forrageiras, restringindo as disponibilidades alimentares em verde do efectivo pecuário. No olival prevê-se uma quebra de produção na ordem dos 35%, perspectivando-se, no entanto, uma campanha oleícola de boa qualidade.
O mês de Dezembro caracterizou-se, de um modo geral, por temperaturas médias do ar próximas dos valores normais para a época e pela continuação de tempo seco. Este quadro climatérico tem condicionado as sementeiras de Outono-Inverno, que se iniciaram em bom ritmo animadas pela elevada cotação dos cereais, e limitado o desenvolvimento dos prados e pastagens permanentes, obrigando ao aumento do consumo dos stocks forrageiros e das rações industriais.
A expectativa de um significativo aumento da superfície de cereais, gerada pela subida dos preços, tem sido algo refreada pelo Outono seco e pelos elevados custos dos factores de produção. Desta forma, prevêem-se aumentos de 35% para o trigo mole, 20% para o triticale, 15% para a aveia e de 5% para o trigo duro. A maioria das searas apresenta um fraco aspecto vegetativo, com especial relevo para as implantadas nos solos mais fracos e de encosta, onde a falta de humidade mais se faz sentir.
Para o olival prevê-se uma quebra de produção na ordem dos 35%, sendo a qualidade da azeitona razoável, apesar de alguma desidratação.
O mês de Dezembro caracterizou-se, de um modo geral, por temperaturas médias do ar próximas dos valores normais para a época e pela continuação de tempo seco. Este quadro climatérico tem condicionado as sementeiras de Outono-Inverno, que se iniciaram em bom ritmo animadas pela elevada cotação dos cereais, e limitado o desenvolvimento dos prados e pastagens permanentes, obrigando ao aumento do consumo dos stocks forrageiros e das rações industriais.
A expectativa de um significativo aumento da superfície de cereais, gerada pela subida dos preços, tem sido algo refreada pelo Outono seco e pelos elevados custos dos factores de produção. Desta forma, prevêem-se aumentos de 35% para o trigo mole, 20% para o triticale, 15% para a aveia e de 5% para o trigo duro. A maioria das searas apresenta um fraco aspecto vegetativo, com especial relevo para as implantadas nos solos mais fracos e de encosta, onde a falta de humidade mais se faz sentir.
Para o olival prevê-se uma quebra de produção na ordem dos 35%, sendo a qualidade da azeitona razoável, apesar de alguma desidratação.
Segundo o Instituto de Meteorologia, o conteúdo de água no solo no final do mês de Dezembro apresentava valores bastante inferiores aos normais para a época (-40%).
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Fonte: AgroNotícias
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