Foi lançada uma segunda edição do "Almanaque Açoriano - dos Fenómenos da Terra, do Mar e do Céu", depois da primeira ter ficado esgotada no primeiro mês. A segunda edição não apresenta alterações em relação à primeira e foi impressa na Gráfica Açoriana com uma tiragem de 1.500 exemplares.
Trata-se uma versão simplificada do Almanaque Açoriano, dedicada e orientada sobretudo para as questões da agricultura, amadora e profissional. Em formato pequeno (um pouco maior que A5), o Almanaque pretende ser uma versão regional do famoso "Borda d´Água" nacional, embora adaptado aos usos, costumes e tradições dos Açores.
O Almanaque tem 32 páginas, sendo explicado para cada mês as principais actividades agrícolas que podem ser realizadas ao nível hortícola, florícola e de viveiro. Cada dia tem explicações sobre os Santos que são comemorados e os Dias Internacionais e Nacionais, e semanalmente são apresentadas as fases da Lua e as mudanças das marés.
São apresentadas as datas das principais festas e arraiais de freguesia de todas as ilhas, assim como os feriados regionais e municipais. É publicado um quadro com as melhores alturas para plantar e semear com a Lua, dezenas de provérbios populares, uma listagem das principais plantas medicinais utilizadas nos Açores e receitas para insecticidas biológicos de fabrico caseiro.
É ainda apresentada uma tabela com as médias de precipitação, humidade temperatura e horas de sol consoante as estações nos Açores, uma tabela com a conversão das principais medidas tradicionais de peso, superfície e capacidade utilizadas na Região e uma listagem de prognósticos de tempo tirados de diversos elementos da natureza.
O presente Almanaque é inspirado no Calendário Rústico de 1851, publicado pela Sociedade Promotora da Agricultura Micaelense e assume-se como um defensor das práticas amigas do ambiente.
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Fonte: Diário dos Açores
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