Três mil elementos da Protecção Civil, Exército e INEM, entre outros, estão até amanhã envolvidos no maior simulacro realizado em Portugal. O exercício está a decorrer nos distritos de Lisboa, Santarém e Setúbal e vai testar, pela primeira vez, o Plano Especial de Emergência de Risco Sísmico.
A terra tremeu ontem às 16.30 nos distritos de Lisboa, Santarém e Setúbal. O sismo com epicentro em Benavente atingiu a magnitude de 6.9 na escala aberta de Richter e provocou mais de 200 mortos, 795 feridos e quase 800 desalojados. Médicos, enfermeiros, bombeiros, protecção civil, Cruz Vermelha, Exército e polícias procuram sobreviventes nos escombros e socorrem as vítimas de deslizamentos de terra, explosões de gás e colapsos de edifícios que aconteceram em toda a parte – Alenquer, Samora Correia, Porto Brandão, Vila Franca de Xira, Benavente, Seixal, Porto Alto, Almada, Sintra e Barreiro são as localidades mais afectadas.
A terra tremeu ontem às 16.30 nos distritos de Lisboa, Santarém e Setúbal. O sismo com epicentro em Benavente atingiu a magnitude de 6.9 na escala aberta de Richter e provocou mais de 200 mortos, 795 feridos e quase 800 desalojados. Médicos, enfermeiros, bombeiros, protecção civil, Cruz Vermelha, Exército e polícias procuram sobreviventes nos escombros e socorrem as vítimas de deslizamentos de terra, explosões de gás e colapsos de edifícios que aconteceram em toda a parte – Alenquer, Samora Correia, Porto Brandão, Vila Franca de Xira, Benavente, Seixal, Porto Alto, Almada, Sintra e Barreiro são as localidades mais afectadas.
O cenário é assustador, mas não passa de ficção. Ou melhor, de um simulacro coordenado pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) para testar a capacidade de resposta de todos os meios de socorro. Denominado Prociv IV/2008, o ensaio vai mobilizar, até amanhã, 2750 elementos e 1798 figurantes.
Trata-se do maior exercício alguma vez realizado no País que vai pôr à prova o Plano Especial de Emergência de Risco Sísmico para a Área Metropolitana de Lisboa e concelhos limítrofes. Gil Martins, comandante da ANPC, garante que o exemplo vai repetir-se e terá objectivos mais ambiciosos: "Em 2009 termos oportunidade de testar também a intervenção dos meios internacionais."
* * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
Fonte: Diário de Notícias
Fonte: Diário de Notícias
Sem comentários:
Enviar um comentário