O simulacro de sismo realizado em Portugal permitiu identificar “algumas fragilidades”, em particular falhas de comunicação e de gestão de informação. A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) alerta para a falta de um sistema de comunicação único e alternativo às redes móveis e fixas. Em caso de abalo sísmico “não vai haver redes móveis e fixas”, disse o representante da ARSLVT. Actualmente essa é a única forma através do qual os agentes de saúde podem comunicar.
O INEM é a única entidade de saúde que integra o Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP), uma rede nacional única em tecnologia digital, partilhada, que permitirá, em caso de emergência, a centralização do comando e da coordenação das diversas forças e serviços de segurança. O SIRESP, sistema alternativo às redes móveis e fixas, foi testado pela primeira vez no exercício realizado nestes últimos dias.
Para o representante da ARSLVT, esta situação reflecte uma “fragilidade grave” que deve ser corrigida. Adianta ainda que, à parte do sistema de comunicação, a saúde conseguiu “dar uma resposta atempada” nos três dias de exercício.
Protecção Civil admite “fragilidades” - “Nos últimos três dias aprendemos e foram detectadas algumas insuficiências”, disse o comandante operacional nacional da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), explicando que parte dos problemas foi detectada nas falhas de comunicação e de gestão de informação. Foram ainda identificadas lacunas no empenhamento de algumas entidades nos teatros de operação.
Adianta no entanto o comandante que “o exercício não foi feito para correr bem, mas sim para detectar as falhas e fragilidades”. “Se houvesse um sismo amanhã estaríamos melhor preparados do que no dia de ontem”, disse, explicando ainda que o objectivo principal do exercício era “localizar e eliminar estrangulamentos antes que um sismo real ocorra”.
Plano Especial de Emergência de Risco Sísmico para a Área Metropolitana de Lisboa (PEERS-AML) - Ao longo da semana todas as entidades envolvidas no exercício vão reunir para analisar e corrigirem o PEERS-AML, que deverá ser aprovado pelo Governo até ao final de Março. O simulacro de sismo começou na sexta-feira às 15h50, momento em que foi simulado um abalo com uma magnitude de 6.6/6.7 na escala de Richter.
O sismo fictício provocou 281 mortos, 895 feridos e 808 desaparecidos em 16 cenários, espalhados pelas localidades de Lisboa, Vila Franca de Xira, Benavente, Seixal, Samora correia, Porto Alto, centro histórico de Almada, Sintra e Barreiro. Estiveram envolvidas 68 entidades: bombeiros, PSP, GNR, Forças Armadas, Aviação Civil, INEM, Cruz Vermelha Portuguesa, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Polícia Judiciária, autarquias locais e Ministério Público.
* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *O INEM é a única entidade de saúde que integra o Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP), uma rede nacional única em tecnologia digital, partilhada, que permitirá, em caso de emergência, a centralização do comando e da coordenação das diversas forças e serviços de segurança. O SIRESP, sistema alternativo às redes móveis e fixas, foi testado pela primeira vez no exercício realizado nestes últimos dias.
Para o representante da ARSLVT, esta situação reflecte uma “fragilidade grave” que deve ser corrigida. Adianta ainda que, à parte do sistema de comunicação, a saúde conseguiu “dar uma resposta atempada” nos três dias de exercício.
Protecção Civil admite “fragilidades” - “Nos últimos três dias aprendemos e foram detectadas algumas insuficiências”, disse o comandante operacional nacional da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), explicando que parte dos problemas foi detectada nas falhas de comunicação e de gestão de informação. Foram ainda identificadas lacunas no empenhamento de algumas entidades nos teatros de operação.
Adianta no entanto o comandante que “o exercício não foi feito para correr bem, mas sim para detectar as falhas e fragilidades”. “Se houvesse um sismo amanhã estaríamos melhor preparados do que no dia de ontem”, disse, explicando ainda que o objectivo principal do exercício era “localizar e eliminar estrangulamentos antes que um sismo real ocorra”.
Plano Especial de Emergência de Risco Sísmico para a Área Metropolitana de Lisboa (PEERS-AML) - Ao longo da semana todas as entidades envolvidas no exercício vão reunir para analisar e corrigirem o PEERS-AML, que deverá ser aprovado pelo Governo até ao final de Março. O simulacro de sismo começou na sexta-feira às 15h50, momento em que foi simulado um abalo com uma magnitude de 6.6/6.7 na escala de Richter.
O sismo fictício provocou 281 mortos, 895 feridos e 808 desaparecidos em 16 cenários, espalhados pelas localidades de Lisboa, Vila Franca de Xira, Benavente, Seixal, Samora correia, Porto Alto, centro histórico de Almada, Sintra e Barreiro. Estiveram envolvidas 68 entidades: bombeiros, PSP, GNR, Forças Armadas, Aviação Civil, INEM, Cruz Vermelha Portuguesa, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Polícia Judiciária, autarquias locais e Ministério Público.
Fonte (Texto e imagem): RTP
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