O Bloco de Esquerda acusou hoje a empresa municipal Águas do Porto de "insensibilidade social" ao cortar o abastecimento de água a "largas dezenas de moradores em habitações camarárias", por falta de pagamento. Em comunicado, o BE refere que as acções de corte de abastecimento de água decorreram "nos últimos dias" e foram acompanhadas por um "desproporcionado aparato policial de seis viaturas".
"Idosos acamados e casais com vários filhos que auferem apenas o rendimento mínimo garantido foram alguns dos que ficaram sem esse `serviço público essencial` que é o abastecimento de água", salienta o partido. O BE reconhece que "os débitos de mais de 10 milhões de euros de consumos de água têm de ser cobrados", mas acusa a Águas do Porto de não recorrer aos mesmos meios policiais face aos outros devedores, entre os quais "condomínios fechados, hotéis e grandes empresas".
Contactada pela Lusa, fonte da Câmara do Porto referiu que nem a autarquia nem a Águas do Porto pretendem comentar as denúncias e críticas do BE.
"Idosos acamados e casais com vários filhos que auferem apenas o rendimento mínimo garantido foram alguns dos que ficaram sem esse `serviço público essencial` que é o abastecimento de água", salienta o partido. O BE reconhece que "os débitos de mais de 10 milhões de euros de consumos de água têm de ser cobrados", mas acusa a Águas do Porto de não recorrer aos mesmos meios policiais face aos outros devedores, entre os quais "condomínios fechados, hotéis e grandes empresas".
Contactada pela Lusa, fonte da Câmara do Porto referiu que nem a autarquia nem a Águas do Porto pretendem comentar as denúncias e críticas do BE.
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Fonte: Agência LUSA
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