quarta-feira, 27 de abril de 2016

5745. Europa (Tendência climática)

Lista de estações com maior tendência de subida no
RANKING METEOROLÓGICO EUROPEU
(ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 5623)
Temperaturas máximas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas máximas diárias mais elevadas ao longo do ano.
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Temperaturas minímas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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 Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas mínimas absolutas diárias mais baixas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas mínimas diárias mais baixas ao longo do ano.
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Precipitação total em 24 horas
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez precipitações máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com maiores precipitações diárias acumuladas diariamente ao longo do ano.

5744. Tendências de dados meteorológicos (EUROPA)

ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 5622
Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas máximas 
no TOP 10 diário
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas mínimas 
no TOP 10 diário
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos precipitações em 24 horas 
no TOP 10 diário
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terça-feira, 26 de abril de 2016

5743. Em dia histórico na ONU, 171 países assinam o Acordo de Paris sobre o clima

No Dia da Terra, chefes de Estado e governo de 171 países começaram a assinar o Acordo de Paris na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, no dia 22 de Abril de 2016, o que pode ser considerado um avanço capaz de fazer o pacto sobre as alterações climáticas firmado no final de 2015, no final da COP21, entre em vigor anos antes do previsto. De acordo com as Nações Unidas, nunca antes tantos países assinaram um acordo no primeiro dia disponível para isso. “A era do consumo sem consequências acabou”, declarou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, no discurso de abertura da cerimónia, afirmando ser “uma boa notícia” que recordes estão sendo batidos na sala da Assembleia-geral, mas alertou que isto também está a acontecer “do lado de fora”. Ban citou recordes “nas temperaturas globais, na perda de gelo e nos índices de carbono na atmosfera”, além de mencionar uma “corrida contra o tempo”.
O chefe das Nações Unidas aproveitou para fazer um apelo, no sentido de que todos os países ratifiquem o tratado rapidamente para que o Acordo de Paris possa entrar em vigor “o mais cedo possível”. Os Estados que não o fizeram hoje têm até um ano para assiná-lo. O acordo envolve, por exemplo, a redução da emissão de gases de efeito-estufa, a adopção de matrizes energéticas mais limpas e o reflorestamento de áreas verdes desmatadas. O Secretário de Estado americano, John Kerry, assinou o Acordo de Paris com a neta no colo, afirmando que os Estados Unidos tem o objectivo de ratificá-lo ainda em 2016. De acordo com analistas, se o pacto entrar em vigor antes de Janeiro de 2017, quando o presidente Barack Obama deixar a Casa Branca, seria mais complicado para o seu sucessor reverter a medida porque seriam necessários quatro anos, sob as regras do tratado, para adoptar tal iniciativa.
O maior poluidor do planeta, a China adiantou que “finalizará os procedimentos domésticos” para ratificar o Acordo de Paris antes da Cúpula do G20, em Setembro, o que gerou um elogio imediato do secretário-geral da ONU. Marcos Sefcovic, chefe de Energia da União Europeia, destacou que o bloco de 28 países quer estar na “primeira leva” de países ractificadores. Primeiro a assinar o pacto, o presidente da França, François Hollande, anunciou que pedirá ao Parlamento para ratificá-lo até ao Verão; “não há como retroceder agora”, acrescentou Hollande.
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Fonte (adaptado): Agrosoft Brasil

sexta-feira, 22 de abril de 2016

5742. Percentagem de acerto nas previsões climáticas trimestrais (Europa)

2º Trimestre 2014 até 1º Trimestre 2016 = 62,92 %
1º Trimestre 2014 até 4º Trimestre 2015 = 61,17 %
4º Trimestre 2013 até 3º Trimestre 2015 = 61,14 %
3º Trimestre 2013 até 2º Trimestre 2015 = 60,42 %
2º Trimestre 2013 até 1º Trimestre 2015 = 59,17 %
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1º Trimestre 2013 até 4º Trimestre 2014 = 58,00 %

5741. Estimativa climática (Resumo)

Em Janeiro de 2016 foi apresentada uma estimativa (postagem 5579) para para as estações do Ranking Meteorológico Europeu sobre a provável evolução das temperaturas máximas diárias acumuladas, temperaturas mínimas diárias acumuladas e precipitações máximas diárias acumuladas, ao longo do primeiro trimestre de 2016 (INVERNO). Terminado o período para o qual foram feitas as previsões, apresentam-se os quadros de apuramento final com os dados acertados.


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SÍNTESE RELATIVAMENTE AOS APURAMENTOS
(percentagem de acerto nas previsões)
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1º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 70 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 68 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 44 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
4º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 61 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 16 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
3º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 52 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
2º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 40 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
1º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 59 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
4º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 68 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 68 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 44 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
3º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 55 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 76 %
2º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 61 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 36 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 4 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
1º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 56 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  96 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
4º Trimestre de 2013 (MÉDIA = 62 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 48 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 16 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 84 %

quinta-feira, 21 de abril de 2016

5740. PORTUGAL: Dados ponderados para dia 31 de Março de 2016

Ranking Meteorológico para Portugal
Abril/2015 a Março/2016
(Últimos doze meses) 
ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 5606
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Desvios em relação ao normal 
(considerando os dados desde MARÇO/2007) 
acima do normal > 0; normal = 0; abaixo do normal < 0
  • Simbologia a verde = subiu de valor (Mais quente/Mais húmido no último trimestre) 
  • Simbologia a encarnado = desceu de valor (Mais fresco/Mais seco no último trimestre)
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Temperaturas máximas diárias acumuladas
 * * *
 VALORES NEGATIVOS
 Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de temperatura máxima diária
inferiores ao normal
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Precipitação máxima diária acumulada

VALORES POSITIVOS
 Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de precipitação máxima diária
superiores ao normal
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VALORES NEGATIVOS
Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de precipitação máxima diária
 inferiores ao normal
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A análise dos quadros representados acima permite constatar que, em 31 de Março de 2016, e tendo em conta os últimos doze meses, tínhamos as seguintes situações referente às estações meteorológicas portuguesas representadas no painel do Weatheronline:
-em relação às temperaturas máximas diárias acumuladas diariamente, os valores estavam abaixo do normal em todas as estações portuguesas que acumularam, nos últimos doze meses, valores de temperatura máxima diária inferiores ao normal esperado para cada uma das estações meteorológicas; relativamente ao registado três meses antes, as estações meteorológicas das Flores e Lajes/Terceira, do Arquipélago dos Açores, e a estação meteorológica de Viana do Castelo, em Portugal Continental, passaram do grupo das estações meteorológicas com valores acumulados de temperatura máxima superiores ao normal para o grupo das estações meteorológicas com valores acumulados de temperatura máxima inferior ao normal.
Os três valores mais baixos referiram-se às estações meteorológicas de Beja, Aeroporto da Madeira e Funchal (estações meteorológicas com maior desfasamento em relação às temperaturas máximas acumuladas entre Abril de 2015 e Março de 2016 e os valores normais que seriam de esperar no mesmo período nessas estações meteorológicas), repetindo assim uma situação que já se tinha verificado no final do quarto trimestre do ano passado.
No último trimestre (Janeiro a Março de 2016), a maior parte das estações meteorológicas portuguesas representadas no WeatherOnline mantiveram ou viram diminuir os seus dados relativamente aos valores normais; as excepções dizem respeito unicamente às estações meteorológicas de Lisboa/Geofísico e de Portalegre, em Portugal Continental, e do Porto santo e do Aeroporto da Madeira, no Arquipélago da Madeira, que aproximaram-se dos valores normais (trimestre relativamente quente) embora continuem a ser relativamente inferiores ao que seria normal.
A estação meteorológica das Lajes/Terceira, no Arquipélago dos Açores, de Viana do Castelo, Porto/Pedras Rubras, Ovar, Coimbra, Monte Real, Montijo, Castelo Branco, Évora, Base Aérea de Beja e Beja, em Portugal Continental, e do Funchal, no Arquipélago da Madeira, foram as que onde se acentuou o desfasamento, pela negativa, relativamente aos valores normais (trimestre mais frio, relativamente às temperaturas máximas que ficaram abaixo do normal esperado para o primeiro trimestre do ano).
-relativamente às precipitações máximas diárias acumuladas diariamente ao longo dos últimos doze meses, a situação em 31 de Março de 2016 variava entre uma situação com valores acima dos normais para as estações meteorológicas do Porto/Pedras Rubras e de Penhas Douradas (precipitações máximas diárias acumuladas diariamente ao longo dos últimos doze meses acima do normal), correspondendo a um ano relativamente húmido, enquanto que todas as restantes estações meteorológicas portuguesas representadas no WeatherOnline tinham valores inferiores ao normal neste indicador, traduzindo um ano mais seco que o normal em cada uma das estações meteorológicas.
Os três valores mais desfasados dos valores normais correspondiam às estações meteorológicas de Santa Maria e Ponta Delgada, no Arquipélago dos Açores, e de Castelo Branco, em Portugal Continental (estações meteorológicas com maior desfasamento em relação às precipitações máximas diárias acumuladas diariamente entre Abril de 2015 e Março de 2016).
No entanto, no último trimestre (Janeiro a Abril de 2016), quase todas as estações meteorológicas portuguesas registaram valores idênticos ou uma recuperação para valores mais próximos dos valores normais, o que revelou uma tendência para o desagravamento do desfasamento relativamente ao que é normal registar-se. Apenas a estação meteorológica de Monte Real, em Portugal Continental, e do Aeroporto da Madeira, no Arquipélago da Madeira, registaram um aumento, em termos negativos, do intervalo entre a precipitação máxima diária acumulada diariamente e o normal que seria de esperar que tivesse ocorrido.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

5739. Precipitação acumulada ontem (dia 19/Abril)

(Tecle na imagem para ampliar)
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Fonte: IPMA

5738. ROSWITHA

Centrada ao largo da costa ocidental portuguesa, a ROSWITHA, nome atribuído pelo Serviço de Meteorologia da Universidade de Berlim e adoptado internacionalmente, é a depressão (ou centro de baixas pressões) que nos tem feito companhia ao longo desta semana (na imagem observa-se nitidamente o seu núcleo centrado a oeste de Portugal Continental, à latitude do Minho/Trás – os – Montes). É este centro de baixas pressões (ou sistema depressionário) que tem enviado linhas de instabilidade sobre o território de Portugal Continental, procedentes de sudoeste e que cruzam o continente de sul para norte, dando origem ao tempo instável, precipitação e trovoadas. Trata-se de correntes de ar muito húmidas que, aliadas ao aquecimento diurno da camada inferior da troposfera, rapidamente ascendem em altitude, arrefecendo de forma rápida, o que leva à formação de nuvens de desenvolvimento vertical (cúmulo-nimbo) que acabam por originar precipitação; tudo isto aliado também à presença de um núcleo de ar muito frio em altitude (entre os 20º e os 25ºC Célsius negativos aos 500 hPa, sensivelmente aos 5500 metros de altitude), posicionado geograficamente sobre a mesma posição em que se encontra o centro de baixas pressões, e que reforça a instabilidade atmosférica. As linhas de instabilidade giram em torno do centro de baixas pressões, no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio.
É previsível que a ROSWITHA tenha tendência de se ir dissipando, à medida que o ar frio seja desgastado ao longo dos dias; o que é mais saliente é o facto de ter permanecido quase estática geograficamente a oeste da Península Ibérica durante tantos dias, algo pouco frequente à latitude de Portugal Continental, zona em que os centros de baixas pressões fazem uma trajectória predominantemente do Atlântico para o interior da Europa, mas que desta vez não tem tido seguimento devido à presença de altas pressões (anticiclones) quer sobre as ilhas Britânicas quer sobre o Mediterrâneo ocidental, barreiras que impedem que as baixas pressões se dirijam para leste. A imagem de satélite é de hoje.

5737. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média nos últimos 12 meses até 31.03.2016)

(Actualização da postagem número 5605)
BALANÇO ENTRE 01.04.2015 E 31.03.2016
 Estações com maiores desvios de temperaturas 
(Temperatura máxima absoluta acumulada diariamente)  
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 BALANÇO ENTRE 01.04.2015 E 31.03.2016
Estações com maiores desvios de temperaturas
(Temperatura mínima absoluta acumulada diariamente)
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BALANÇO ENTRE 01.04.2015 E 31.03.2016
Estações com maiores desvios de precipitação
 (Precipitação máxima acumulada diariamente)
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terça-feira, 19 de abril de 2016

5736. ALENTEJO CENTRAL: Tempo severo (19h00)

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Imagem de satélite às 19h20
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Fonte: SAT24

5735. PORTUGAL CONTINENTAL: tempo instável

Imagem de satélite às 10h00
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Fonte: SAT24
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Tempo instável, com ocorrência de períodos de chuva, por vezes fortes, passando a regime de aguaceiros, associados à passagem de uma superfície frontal fria com deslocamento para leste.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

5734. Cheias alagaram Vilariça, a maior zona de hortícolas de Bragança

A maior zona de produção de hortícolas do distrito de Bragança, no Vale do Vilariça, está alagada pelas cheias provocadas pela chuva intensa dos últimos dias, com perdas totais de culturas, disse à Lusa um representante local. O presidente da Associação de Beneficiários do Regadio do Vale da Vilariça disse que “90% da zona dos hortícolas foi afectada e ainda está alagada”, nomeadamente nas zonas de Vilariça, Sampaio, Junqueira, Horta da Vilariça e Foz do Sabor. Nesta esta zona do sul do distrito de Bragança localiza-se um dos vales mais férteis do país, o Vale do Vilariça, com diversas culturas, em que têm um peso significativo as hortícolas, que acabaram de ser plantadas para as novas colheitas.
Segundo o presidente da daquela associação, ainda que os agricultores encarem a hipótese de repor as plantações, não sabem se e quando o podem fazer, visto as previsões meteorológicas continuarem a apontar para chuva nos próximos dias. Além das culturas há também outros prejuízos a contabilizar, nomeadamente em “infra-estruturas como componentes electrónicos, contadores, e sistema de telegestão de rega”.
Esta zona, ainda de acordo com o dirigente, tem sido constantemente fustigada por cheias e já não é a primeira vez que alguns agricultores perdem tudo, devido ao aumento do caudal da ribeira da Vilariça e do rio Sabor.
O dirigente disse não entender a razão porque “a EDP não actuou preventivamente”, já que se encontra construído todo o complexo da barragem do Baixo Sabor, precisamente naquela zona, com duas barragens, uma mais pequena, a jusante, com capacidade de bombear água para armazenamento na principal, a montante. A mesma questão colocou uma jovem agricultura da zona, numa exposição por escrito feita às autoridades locais e a que a Lusa teve acesso. A jovem agricultora lembra que já foi vítima de situações idênticas em 2013 e 2014 e pergunta onde estão as entidades para responder aos prejuízos, nomeadamente EDP, concessionária da barragem, Protecção Civil, municípios e Centro de Previsão de Cheias”.
A deputada do PS por Bragança, na Assembleia da República, Júlia Rodrigues, anunciou que já fez a comunicação da situação ao Director Regional de Agricultura e Pescas do Norte, “dando-lhe conta das legítimas preocupações e solicitando uma avaliação técnica dos prejuízos causados pelas cheias, tendo em vista minorar os impactos económicos avultados”. De acordo com a exposição, as cheias em terrenos agrícolas afectaram ainda a freguesia de Cedães, em Mirandela, no distrito de Bragança.
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Fonte: TVI

5733. Açores (S.Miguel): 17/abril/2016


domingo, 17 de abril de 2016

5732. AÇORES: Tornado passou junto à costa de São Miguel

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) elevou para a laranja o aviso de precipitação, trovoada e vento em duas ilhas açorianas, depois de se ter registado um pequeno tornado junto à costa da ilha de São Miguel." Acrescenta-se aviso laranja de vento para as ilhas do grupo oriental [São Miguel e Santa Maria], devido à possibilidade de ocorrência de fenómenos de vento extremo associados à forte instabilidade atmosférica, tendo sido observado na costa sul da ilha de São Miguel um tornado por volta das 13:45 [mais uma hora em Lisboa]", adiantou o IPMA, numa nota de imprensa.
Fonte do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA) disse, em declarações à Lusa, que não se registaram até ao momento danos provocados pelo tornado. Segundo o meteorologista Carlos Ramalho, da delegação do IPMA nos Açores, o fenómeno durou "minutos" e ocupou uma "área pequena", estimando-se que tenha passado "muito próximo da costa" da ilha de São Miguel.
De acordo com Carlos Ramalho, a forte instabilidade atmosférica que afecta o arquipélago tem originado a formação de "nuvens de desenvolvimento vertical", que têm provocado aguaceiros, granizo e trovoada nas ilhas. As nove ilhas dos Açores estavam sob aviso amarelo até às 9:00 de segunda-feira, devido à possibilidade de ocorrência de aguaceiros fortes, granizo e trovoada, mas o IPMA elevou o aviso para laranja nas ilhas do grupo oriental (São Miguel e Santa Maria).
Até às 03:00 de segunda-feira, o IPMA prevê a ocorrência de trovoada frequente e concentrada, e de aguaceiros localmente fortes e de granizo nestas duas ilhas, emitindo ainda um aviso laranja relativo à rajada máxima de vento.
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Fonte: DN