segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

7120. PORTUGAL CONTINENTAL: dados meteorológicos



Fonte: IPMA

7119. ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES: dados meteorológicos



Fonte: IPMA

7118. Fake News


7117. ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES: tempo instável

Previsão do estado do tempo para o
Arquipélago dos Açores (25 de Fevereiro de 2019)
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GRUPO OCIDENTAL
Períodos de céu muito nublado com abertas. Descida da temperatura do ar. Aguaceiros, por vezes de granizo. Possibilidade de trovoadas. Possível queda de neve acima da cota dos 850 metros. Vento sudoeste fresco a muito fresco (30/50 km/h) com rajadas até 60 km/h, rodando para noroeste.
GRUPO CENTRAL
Períodos de céu muito nublado com abertas. Descida da temperatura do ar. Aguaceiros por vezes de granizo. Possibilidade de trovoadas. Queda de neva acima da cota dos 1000 metros. Vento sudoeste fresco a muito fresco (30/50 km/h) com rajadas até 75 km/h, rodando para oeste.
GRUPO ORIENTAL
Períodos de céu muito nublado com abertas. pequena descida da temperatura do ar para a noite. Aguaceiros mais frequentes para a partir da tarde e que poderão ser de granizo. Possibilidade de trovoadas. Vento oeste bonançoso a moderado (10/30 km/h), rodando para sudoeste e tornando-se fresco a muito fresco (30/50 km/h) com rajadas até 65 km/h para o fim do dia.
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Fonte: IPMA

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

7114. ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES: Avisos meteorológicos para amanhã

Prevê-se que a depressão KYLLIAN, às 00 TUC de sábado (23 de Fevereiro) se encontre centrada em 40.3N 39.1W a noroeste do arquipélago dos Açores (aproximadamente 680 km a oeste-noroeste da ilha do Corvo), com uma pressão atmosférica prevista no seu centro de 962 hPa, com deslocamento para norte-nordeste, provocando um aumento significativo da intensidade do vento e da agitação marítima em toda a região.
É esperado, para o Grupo Ocidental na madrugada e manhã de sábado vento sul/sudoeste tempestuoso (70 a 90 km/h) com rajadas da ordem dos 140 km/h; prevêem-se ainda ondas oeste de 7 a 8 metros tornando-se sudoeste de 10 a 11 metros.
Para o Grupo Central o vento deverá soprar de sul/sudoeste muito forte a tempestuoso (60 a 80 km/h) e durante a manhã esperam-se rajadas da ordem dos 120 km/h; no Grupo Oriental o vento irá soprar sul/sudoeste forte a muito forte (50 a 75 km/h) as rajadas até 100 km/h.
Devido a uma superfície frontal, associada à depressão, prevêem-se períodos de chuva por vezes forte em todas as ilhas.
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Fonte: IPMA Açores

7113. Neve na Ilha das Flores (Açores_21.02.2019)

Imagens de Telma Silva
CopyRight @ Azores Today

7112. Sexta-feira, 22 de Fevereiro (10h03)

Fonte: ImapWEATHER

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

7111. AÇORES: Tempo instável com granizo e neve

A chegada ao arquipélago dos Açores de uma potente entrada de ar frio em altitude, procedente de latitudes polares, com temperaturas inferiores a 30 graus Celsius negativos aos 500 hPa (sensivelmente a 5500 metros de altitude), com correspondente baixas pressões à superfície, está a originar tempo severo sobre o arquipélago, traduzido por forte instabilidade atmosférica.
Assim, predominam períodos de céu muito nublado, com surgimento de nebulosidade de desenvolvimento vertical, propícia à ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoadas. A presença de ar muito frio em altitude reforça as condições de instabilidade, favorecendo a queda de granizo e de neve nos sistemas montanhosos, especialmente nos grupos ocidental e central.

7110. Previsão do estado do tempo para o Arquipélago dos Açores

Previsão para Quinta-feira, dia 21 de Fevereiro de 2019
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GRUPO OCIDENTAL: Períodos de céu muito nublado com abertas. Descida da temperatura do ar. Aguaceiros, por vezes de granizo, que poderão ser de neve acima dos 800 metros. Possibilidade de trovoadas. Vento oeste muito fresco a FORTE com rajadas até 80 km/h, rodando para sudoeste.
GRUPO CENTRAL: Períodos de céu muito nublado com abertas. Descida da temperatura do ar. Aguaceiros por vezes FORTES na madrugada e manhã e que poderão ser de granizo. Queda de neve acima dos 1300 metros no Pico. Possibilidade de trovoadas. Vento sudoeste muito fresco a FORTE com rajadas até 80 km/h.
GRUPO ORIENTAL: Períodos de céu muito nublado com abertas. Descida da temperatura do ar. Aguaceiros por vezes FORTES na madrugada e manhã e que poderão ser de granizo. Possibilidade de trovoadas. Vento sudoeste muito fresco a FORTE com rajadas até 80 km/h.
ESTADO DO MAR
GRUPO OCIDENTAL: Mar grosso a ALTEROSO. Ondas oeste de 5 a 6 metros.
GRUPO CENTRAL: Mar grosso a ALTEROSO. Ondas oeste de 4 a 5,5 metros.
GRUPO ORIENTAL: Mar grosso a ALTEROSO. Ondas sudoeste de 4 a 5,5 metros.
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Previsão para Sexta-feira, dia 22 de Fevereiro de 2019
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GRUPO OCIDENTAL: Períodos de céu muito nublado com abertas, tornando-se encoberto. Aguaceiros, que podem ser de granizo e, acima dos 800 metros que poderão ser de neve na madrugada e inicio da manhã. Vento oeste muito fresco, rodando para sul e tornando-se MUITO FORTE com rajadas até 90 km/h para a noite.
GRUPO CENTRAL: Períodos de céu muito nublado com abertas. Aguaceiros, que poderão ser de granizo especialmente na madrugada e manhã. Vento oeste fresco a muito fresco com rajadas até 70 km/h, sendo temporariamente moderado na tarde, rodando para sul para a noite.
GRUPO ORIENTAL: Períodos de céu muito nublado com boas abertas. Aguaceiros, que poderão ser de granizo especialmente na madrugada e manhã. Vento oeste muito fresco a FORTE com rajadas até 80 km/h, tornando-se moderado e rodando para sudoeste para a noite.
ESTADO DO MAR
GRUPO OCIDENTAL: Mar grosso tornando-se ALTEROSO. Ondas oeste de 5 a 7 metros.
GRUPO CENTRAL: Mar cavado a grosso. Ondas oeste de 4 a 6 metros.
GRUPO ORIENTAL: Mar grosso a ALTEROSO tornando-se cavado. Ondas sudoeste de 4 a 6 metros, passando a oeste.
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Previsão para Sábado, dia 23 de Fevereiro de 2019
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GRUPO OCIDENTAL: Céu muito nublado, com abertas a partir da manhã. Períodos de chuva durante a madrugada, passando a aguaceiros. Vento sudoeste MUITO FORTE a TEMPESTUOSO com rajadas até 130 km/h, rodando para oeste e tornando-se fresco.
GRUPO CENTRAL: Céu muito nublado, com abertas a partir da tarde. Períodos de chuva, passando a aguaceiros. Vento sul muito fresco a FORTE, temporariamente MUITO FORTE com rajadas até 120 km/h, rodando para sudoeste e tornando-se fresco.
GRUPO ORIENTAL: Céu geralmente muito nublado. Períodos de chuva especialmente a partir da tarde. Vento sul muito fresco a FORTE com rajadas até 100 km/h, rodando para sudoeste e tornando-se moderado.
ESTADO DO MAR
GRUPO OCIDENTAL: Mar TEMPESTUOSO, tornando-se cavado. Ondas oeste de 6 a 7 metros, temporariamente sudoeste de 8 a 10 metros.
GRUPO CENTRAL: Mar ALTEROSO a TEMPESTUOSO, tornando-se cavado. Ondas sudoeste de 5 a 7 metros, passando a oeste.
GRUPO ORIENTAL: Mar grosso a ALTEROSO, tornando-se cavado. Ondas sudoeste de 5 a 6 metros, passando a oeste.
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Fonte: IPMA

7109. ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES: Tempestade KILLIAN com tempo muito severo no SÁBADO, dia 23 de Fevereiro

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Sábado, 23 de Fevereiro às 12h00
Fonte: MetOffice
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Prevê-se que a depressão KYLLIAN, às 00 TUC de sábado (23 de Fevereiro) se encontre centrada em 40.6N 38.7W a noroeste do arquipélago dos Açores, com uma pressão atmosférica prevista no seu centro de 963 hPa, com deslocamento para norte-nordeste, provocando um aumento significativo da intensidade do vento e da agitação marítima em toda a região.
É esperado, para o Grupo Ocidental na tarde de sábado vento médio de sul muito forte a rodar para sudoeste com rajadas da ordem dos 130 km/h; prevêem-se ainda ondas oeste de 7 a 8 metros tornando-se sudoeste de 10 a 11 metros.
Para o Grupo Central e durante a manhã esperam-se rajadas da ordem dos 130 km/h; no Grupo Oriental as rajadas não deverão superar os 100 km/h.
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Fonte: IPMA

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

7108. PORTUGAL CONTINENTAL: Subida da temperatura máxima e ondulação na costa ocidental

Prevê-se para os próximos dias um aumento gradual da temperatura máxima. No fim-de-semana os valores da temperatura máxima deverão variar entre 20 a 26°C, e entre 17 a 20°C nas regiões do interior Norte e Centro. Estes valores previstos da temperatura máxima estão acima do valor médio para esta época do ano, sendo 7 a 9°C acima da normal no domingo, dia 24, que será o dia com temperatura mais elevada.
A temperatura mínima, terá uma pequena subida dia 21, não registando alterações significativas até ao fim-de-semana, com valores entre 5 a 7°C, excepto no interior Norte e Centro onde deverá variar entre 2 a 5°C e no Algarve entre 10 a 12°C.
Estes valores configuram uma elevada amplitude térmica, traduzindo-se nos próximos dias num acentuado arrefecimento nocturno.
A partir da tarde de dia 21, quinta-feira, prevê-se também um aumento da agitação marítima em toda a costa ocidental, com ondas de oeste-noroeste entre 2,5 a 3,5 metros. Na costa sul do Algarve prevêem-se ondas de sueste com 1 a 2 metros.
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Fonte: IPMA

7107. Quarta-feira, 20 de Fevereiro (12h00)

Imagem de satélite às 12h00
(AirMass)
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CopyRight Eumetsat 2019

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

7106. Terça-feira, 19 de Fevereiro: Instabilidade no interior

Imagem de Satélite às 17h30
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Fonte: SAT24
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Intensidade da precipitação às 18h15
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Fonte: IPMA
Tarde com períodos de céu muito nublado com aguaceiros nas regiões do interior sul.

7105. PORTUGAL CONTINENTAL: Precipitação dia 18 de Fevereiro

Portugal Continental
(Precipitação total)
18 de Fevereiro de 2019
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Fonte: IPMA

7104. A maior Super Lua do ano ocorre esta terça-feira

A maior Super Lua do ano acontece na noite desta terça-feira. O fenómeno ocorre pela segunda vez em 2019, depois de se ter verificado em Janeiro,  mas agora a sua observação será ainda mais favorável.
Nas noites de Super Lua a Lua Cheia está ainda maior e mais brilhante do que o habitual. Isto acontece devido à ocorrência simultânea da fase de Lua Cheia e da presença da Lua no perigeu (ponto da órbita da Lua em que esta se encontra mais próxima da Terra). Ora, na noite desta terça-feira, o fenómeno deverá atrair ainda mais curiosos uma vez que se trata da maior Super Lua de 2019: o desfasamento entre os instantes do perigeu e da Lua Cheia é de apenas 6:51 horas, como explica o Observatório Astronómico de Lisboa. A Lua Cheia estará 14% maior e 30% mais brilhante.
O Observatório Astronómico de Lisboa indica que a melhor altura para observar o fenómeno, se as condições meteorológicas o permitirem, será no momento em que a Lua nasce – em Lisboa pelas 18:17 horas, Porto pelas 18:10 horas, no Funchal pelas 18:58 horas e em Ponta Delgada pelas 18:28 horas.
A próxima e última Super Lua do ano ocorrerá a 21 de Março, mas aí os instantes do perigeu e da lua cheia já estarão desfasados 29:56 horas.
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Fonte: TVI24

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

7103. ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES: Duas perturbações consecutivas


O estado do tempo no Arquipélago dos Açores estará esta semana condicionado pela aproximação e passagem de linhas de instabilidade associadas a profundas depressões, tempestades muito cavadas formadas no Atlântico Ocidental e que se irão deslocar para nordeste em direcção ao Atlântico Norte.
Assim, entre o final de Terça-feira e o meio – dia de Quarta – feira, uma primeira superfície frontal fria muito activa irá atravessar o arquipélago, desde o grupo ocidental até ao grupo oriental, provocando períodos de chuva ou aguaceiros, acompanhados de vento muito forte, com rajadas na ordem dos 100 a 110 quilómetros por hora e forte agitação marítima.
Entre o final de Sexta-feira e a tarde de Sábado, um sistema frontal irá atravessar também todo o arquipélago, desde o grupo ocidental até ao grupo oriental, provocando novamente períodos de chuva ou aguaceiros, acompanhados novamente por vento muito forte, com rajadas acima dos 100 quilómetros por hora e forte agitação marítima.
Proteja-se e siga as orientações que vierem a ser emitidas pela protecção civil regional.

7102. PORTUGAL CONTINENTAL: Previsão de precipitação intensa




Fonte: IPMA
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O modelo AROME prevê quantidades de precipitação que poderão ser superiores a 20,0 mm em 3 horas em alguns locais do Algarve no início da manhã desta segunda-feira (aguaceiros por vezes fortes e com possibilidade de ocorrência de trovoadas).

domingo, 17 de fevereiro de 2019

7101. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável

Imagem de satélite às 17h30
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Fonte: SAT24
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A imagem de satélite reporta a aproximação de uma superfície frontal fria ao território de Portugal Continental, procedente do oceano Atlântico. A partir desta próxima noite espera-se um aumento da nebulosidade e ocorrência de precipitação em todo o território do continente, progredindo do litoral oeste para o interior; descida de temperatura após a passagem da superfície frontal.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

7099. ANGRA DO HEROÍSMO: Porto das Pipas

CopyRight @ Paulo Gil

7098. AÇORES (Grupo oriental): Instabilidade moderada ao final da tarde


Imagem de satélite às 17h40
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Fonte: IPMA
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Agravamento do estado do tempo para São Miguel e Santa Maria (Grupo Oriental dos Açores), associado à passagem de uma superfície frontal fria que se desloca para leste, provocando períodos de chuva, por vezes fortes e acompanhados de trovoadas, com posterior passagem a regime de aguaceiros. Vento moderado a forte, com rajadas.

7097. Quarta-feira, 13 de Fevereiro (00h00)

Imagem de satélite às 00h00
(AirMass)
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CopyRight Eumetsat 2019

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

7096. ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES: Passagem de depressão cavada pelo arquipélago

Arquipélago dos Açores – Previsão do estado do tempo

Quarta-feira, dia 13 de Fevereiro de 2019

GRUPO OCIDENTAL: Céu muito nublado, com abertas a partir da tarde. Descida da temperatura do ar. Períodos de chuva, que poderá ser FORTE, passando a aguaceiros que poderão ser de granizo. Possibilidade de trovoadas.
Vento sudoeste fresco a muito fresco com rajadas até 70 km/h, rodando para noroeste.
GRUPO CENTRAL: Céu geralmente muito nublado. Descida da temperatura do ar a partir da tarde. Períodos de chuva, que poderá ser FORTE, passando a aguaceiros que poderão ser de granizo. Possibilidade de trovoadas.
Vento sudoeste muito fresco a FORTE com rajadas até 100 km/h, rodando para noroeste e tornando-se moderado a fresco.
GRUPO ORIENTAL: Céu geralmente muito nublado. Períodos de chuva, que poderá ser FORTE a partir da tarde, passando a aguaceiros. Possibilidade de trovoadas.
Vento sul moderado, tornando-se muito fresco a FORTE com rajadas até 90 km/h, rodando para noroeste à noite.
ESTADO DO MAR
GRUPO OCIDENTAL: Mar cavado a grosso. Ondas oeste de 6 metros, passando a noroeste e diminuindo para 4 metros.
GRUPO CENTRAL: Mar grosso a ALTEROSO, tornando-se cavado. Ondas oeste de 4 a 5 metros, temporariamente de sudoeste.
GRUPO ORIENTAL: Mar cavado tornando-se grosso a ALTEROSO. Ondas oeste de 2 a 3 metros, passando a sudoeste e aumentando para 4 a 5 metros.

Quinta-feira, dia 14 de Fevereiro de 2019

GRUPO OCIDENTAL: Períodos de céu muito nublado com abertas. Aguaceiros, que poderão ser de granizo na madrugada e manhã. Vento noroeste fresco a muito fresco com rajadas até 65 km/h.
GRUPO CENTRAL: Períodos de céu muito nublado com abertas. Aguaceiros, que poderão ser de granizo. Vento noroeste moderado a fresco com rajadas até 50 km/h. GRUPO ORIENTAL: Períodos de céu muito nublado com abertas. Descida da temperatura do ar. Aguaceiros, que poderão ser de granizo. Vento noroeste muito fresco com rajadas até 65 km/h, tornando-se moderado a fresco.
ESTADO DO MAR
GRUPO OCIDENTAL: Mar cavado a grosso. Ondas noroeste de 3 a 4 metros. GRUPO CENTRAL: Mar cavado. Ondas oeste de 4 a 5 metros, diminuindo para 3 a 4 metros e passando a noroeste.
GRUPO ORIENTAL: Mar grosso tornando-se cavado. Ondas sudoeste 4 a 5 metros, passando a noroeste e diminuindo para 3 metros.
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Fonte: IPMA

7095. CIRCULAÇÃO SINÓPTICA: Perspectiva a médio prazo

Fonte: ECMWF
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Perspectiva de uma mudança significativa da circulação geral da atmosfera a partir da próxima semana, com o deslocamento do anticiclone dos Açores para sul e a consolidação da corrente de oeste sobre a latitude do arquipélago dos Açores e de Portugal Continental.
Este novo panorama sinóptico será favorável à alteração dos estados do tempo predominantes, tanto no arquipélago dos Açores como de Portugal Continental, favorecendo a aproximação e passagem da frente polar que espera-se que venha a favorecer a ocorrência de tempo instável com chuva em todo o território de Portugal Continental ao longo de um vasto período de tempo.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

7094. AQUECIMENTO GLOBAL: Fenómenos extremos e cada vez mais mortais

A vaga de frio que provocou mais de duas dezenas de mortes nos Estados Unidos, devido a um vórtice polar (ciclone localizado junto ao Pólo Norte), ou a seca seguida de inundações que assolou a Austrália e que causou inúmeras mortes são cenários cada vez mais prováveis num futuro ameaçado pelas alterações climáticas. Segundo os especialistas, Portugal será um dos países mais afectados.
"O aumento da temperatura média a norte do círculo polar Árctico é cerca do dobro do aumento da temperatura média global. Esta amplificação no Árctico causa a fragmentação no Inverno do vórtice polar que contém o ar frio polar. Consequentemente, formam-se dois ou três vortices que descem para latitudes mais baixas causando eventos de temperaturas muito baixas a sul do círculo polar Árctico. Note-se que, quando se dá essa fragmentação, a temperatura nas regiões polares fica anormalmente elevada. Contudo, esses vórtices, embora afectem indirectamente o tempo em Portugal, não causam as temperaturas muito baixas que se observam no ‘midwest’ americano", explica Filipe Duarte Santos, especialista em alterações climáticas da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
Ainda assim, Portugal não está a salvo. Pelo contrário. "A região do Mediterrâneo, o Sul da Europa e portanto a Península Ibérica e Portugal são um ‘hotspot’ das alterações climáticas pelos impactos serem gravosos em vários sectores socioeconómicos, tais como os recursos hídricos, a agricultura, as florestas e a saúde, entre outros, devido à diminuição da precipitação média anual e às secas e ondas de calor mais frequentes e intensas. Portugal, por ter em parte uma zona costeira baixa e arenosa, também é bastante vulnerável à subida do nível médio global do mar", afirma aquele cientista.
João Branco, presidente da Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, há muito que já reflectiu sobre o mapa das alterações climáticas em Portugal. As zonas mais afectadas serão Trás-os-Montes e Alto Douro, Beira Alta, Beira Baixa, Alentejo e Algarve. Os fenómenos climáticos extremos (furacões, tempestades, etc.) podem ocorrer com mais frequência em todo o País, mas o efeito que será mais sentido e que terá mais impacto será o aumento da frequência de secas prolongadas. "Já podemos verificar a ocorrência de alguns fenómenos visíveis, como o declínio e morte do montado de sobreiros e azinheiras no Sul, e também o declínio dos soutos de castanheiros no Norte. Os grandes fogos são também uma manifestação das alterações climáticas.
Em Portugal, muito provavelmente haverá uma progressiva desertificação (no sentido físico - ou seja, deserto mesmo, como o deserto do Sara) do Sul. As secas prolongadas provocarão a ocorrência de grandes fogos incontroláveis, em alternância com períodos de chuva em regime torrencial, o que provocará a aceleração do fenómeno da erosão dos solos", vaticina.
As últimas ondas de calor sentidas em Portugal são outro exemplo, para o qual alerta o meteorologista Costa Alves: "Comparativamente com os muitos decénios anteriores, podemos dizer que, desde 2003, a ocorrência de ondas de calor tem aumentado muito. Além do grande aumento das áreas florestais ardidas, em quatro dos 11 anos que decorreram entre 2003 e 2013, aconteceram ondas de calor que originaram excedentes de mortalidade (por causas relacionadas com a exposição ao calor extremo) superiores a mil mortos em cada um desses anos e um total de 6320 óbitos. E, sem que conheçamos as razões, não são fornecidos dados relativos aos verões mortíferos de 2016, 2017 e 2018."
Mas há mais problemas a caminho: "É mais que provável que, agregadas a estas alterações, apareçam novas doenças como dengue, malária e zika. Por enquanto não se sabe ainda quanto vai subir o nível das águas do mar, mas é certo que este problema irá trazer a salinização de alguns solos e graves prejuízos em imóveis e infra-estruturas à beira-mar", antevê, por seu turno, o responsável da Quercus. À escala global, além das alterações na paisagem, as mudanças climáticas também conduzirão a cataclismos sociais e humanos. "É actualmente o maior problema da humanidade. Num curto prazo, irão aumentar os desertos, muitas florestas vão desaparecer, haverá alterações na vida dos mares, subida do nível da água do mar e danos económicos graves por todo o Mundo. Mais cedo ou mais tarde vão surgir grandes migrações e mesmo guerras provocadas pelas alterações climáticas. Penso que a África e a Ásia serão gravemente afectadas, pois a estrutura social e económica dificilmente conseguirá fazer frente aos problemas que estão a surgir com as alterações climáticas. Outra zona de grandes mudanças será a bacia do Mediterrâneo, na qual Portugal se inclui, claro", prevê João Branco.
Atravessar uma era de aquecimento global não é propriamente uma novidade para o planeta Terra e para a humanidade, conforme refere o meteorologista Manuel Costa Alves: "Historicamente, o funcionamento da atmosfera gera fenómenos extremos. Nas últimas décadas têm ocorrido com maior frequência e temos como assente que o aquecimento global produzido pelo aumento da concentração de gases com efeito atmosférico de estufa (GEE) gera efeitos em diversas escalas espaciais e temporais." Mas são, frisa o meteorologista, efeitos com "causalidades complexas" que necessitam de muita investigação, até porque integram outros acontecimentos complexos: "Por exemplo, a migração do vórtice polar do Hemisfério Norte para latitudes mais a sul é recorrente, mas está a ocorrer com maior virulência, provavelmente como resposta às alterações que resultaram na diminuição da superfície gelada do oceano Árctico, consequência do aquecimento global e que, com o aumento da superfície no estado líquido, gera ainda mais aquecimento."
Mas será que estamos num ponto de não retorno? Para João Branco, as perspectivas não são animadoras. "A maior parte do Mundo depende da queima de combustíveis fósseis para produzir energia e para fazer crescer a economia. Não há sinais de os países estarem dispostos a abdicar do crescimento económico (que é sinónimo de mais queima de combustíveis fósseis) para salvar o clima. O facto de alguns países importantes como os EUA, Rússia, Brasil e outros assumirem claramente que o combate às alterações climáticas não é uma prioridade para eles não augura nada de bom para o futuro. Outros, como a China, a Índia e alguns países europeus, dizem que vão diminuir a queima de combustíveis fósseis, mas não para já. Na minha opinião estamos num ponto de não retorno que trará consequências terríveis para as futuras gerações, ou mesmo ainda para a nossa geração", diz o dirigente da Quercus.
Manuel Costa Alves é mais brando, mas ainda assim considera o problema muito grave. "Não estamos numa situação de não-retorno à configuração climática mais equilibrada que tínhamos. Mas, a continuarmos com este nível de emissões de GEE, dentro de 15 e 20 anos atingiremos o nível crítico que corresponde ao aumento da temperatura média global de 2 graus Célsius relativamente ao referencial do início da Revolução Industrial. Anualmente, estamos, sempre em crescendo, a ter incrementos anuais das emissões de GEE superiores a 2,5 ppm (concentrações limite de referência). A redução terá de ser maior do que a indicada pelo acordo de Paris e, claro está, terá de envolver todos os países." União, pois, precisa-se para salvar o planeta.
Vanessa Fidalgo
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7093. ESTREMOZ: Neve a cotas baixas (fotografias históricas)



domingo, 10 de fevereiro de 2019

7092. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável

Imagem de satélite às 15h00
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Fonte: SAT24
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Tempo instável em Portugal Continental, associado à passagem de uma superfície frontal fria em deslocamento para sueste: períodos de chuva ou aguaceiros, principalmente no litoral oeste, sendo pouco frequentes no interior e no sul.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

7089. Segunda-feira, 4 de Fevereiro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Aeródromo das Flores (Açores): 18,0 ºC
Cabo da Roca: 9,3 ºC
Sines: 7,2 ºC
Faro (Aeroporto): 6,8 ºC
Olhão (EPPO): 6,4 ºC
Almada (P. Rainha): 6,3 ºC
Lisboa (Geofísico): 6,2 ºC
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Lamas de Mouro (P. Ribeiro): - 2,7 ºC
Macedo de Cavaleiros (Bagueixe): - 2,7 ºC
Bragança: - 3,3 ºC
Chaves (Aeródromo): - 3,6 ºC
Mirandela: - 4,0 ºC
Miranda do Douro: - 4,6 ºC
Carrazeda de Ansiães: - 4,6 ºC
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Fonte: IPMA

domingo, 3 de fevereiro de 2019

7088. Domingo, 3 de Fevereiro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Aeródromo das Flores (Açores): 17,4 ºC
Cabo da Roca: 9,2 ºC
Barreiro (Lavradio): 8,4 ºC
Lisboa (Geofísico): 7,9 ºC
Olhão (EPPO): 7,5 ºC
Lisboa (G. Coutinho): 7,3 ºC
Cabo Raso: 7,0 ºC
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Mirandela: - 2,3 ºC
Macedo de Cavaleiros (Bagueixe): - 2,4 ºC
Chaves (Aeródromo): - 2,5 ºC
Montalegre: - 2,6 ºC
Miranda do Douro: - 3,7 ºC
Penhas Douradas: - 4,2 ºC
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Fonte: IPMA

sábado, 2 de fevereiro de 2019

7087. Sábado, 2 de Fevereiro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Aeródromo do Corvo (Açores): 16,8 ºC
Cabo Raso: 12,3 ºC
Santa Cruz (Aeródromo): 11,4 ºC
Aljezur: 11,1 ºC
Cabo da Roca: 10,9 ºC
Sagres: 10,9 ºC
Barreiro (Lavradio): 10,7 ºC
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Trancoso (Bandarra): 0,5 ºC
Sabugal (Martim Rei): 0,5 ºC
Pico do Areeiro (Madeira): 0,1 ºC
Guarda: - 0,7 ºC
Pampilhosa da Serra (Fajão): - 0,7 ºC
Montalegre: - 3,5 ºC
Penhas Douradas: - 3,2 ºC
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Fonte: IPMA

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

7086. TEMPESTADE HELENA: Queda de árvores e inundações em mais de 700 ocorrências do mau tempo

Esta sexta-feira, até às 18.30 horas, foram registadas 702 ocorrências relacionadas com "meteorologia adversa", mobilizando 2435 operacionais e 919 veículos, indica a Autoridade Nacional da Protecção Civil (ANPC) na sua página de Internet.
Segundo dados da ANPC, as ocorrências dizem respeito a quedas de árvores, movimento de massas, limpezas de via e sinalização de perigo, queda de estruturas temporárias ou móveis e elementos de construção, desabamento de estruturas edificadas e inundações de estruturas ou superfícies por causa da chuva intensa.
Árvore caída cortou trânsito no centro de Famalicão – Uma árvore de grande porte caiu esta manhã na Avenida General Humberto Delgado, no campo da Feira, no centro de Vila Nova de Famalicão, cortando o trânsito no sentido Braga/Porto, cerca das 9.30 horas.
Estrada cortada em Penacova e árvores caídas no distrito de Coimbra – A Estrada Nacional 110, entre Rebordosa e Foz do Caneiro, em Penacova, no distrito de Coimbra, está encerrada ao trânsito devido a uma derrocada, ocorrida depois da meia-noite, que terá sido provocada pelo mau tempo.
Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Coimbra, adiantou à Lusa ainda que as condições meteorológicas adversas já provocaram várias quedas de árvores um pouco por todo o distrito, sem, no entanto, causar estragos ou vítimas.
Mar destrói passadiços em Mira – As dunas, paliçadas e passadiços da praia de Mira foram destruídos nas últimas horas por vagas de grandes dimensões. A zona mais afectada é junto ao bairro norte, mas não há casas afectadas.
Segundo Raul Almeida, presidente da Câmara de Mira, "o mar arrastou os 'big bags', sacos de areia de grandes dimensões que foram colocados na base das dunas, há uns anos, para protecção" e "os passadiços foram afectados", numa zona de cerca de 100 metros, perto do bairro norte.
Para já "não há perigo eminente", mas os serviços de Protecção Civil da Câmara, a Região Hidrográfica do Centro e Agência Portuguesa do Ambiente estão a monitorizar a situação, acrescentou o autarca.
Deslizamento de terras em Sintra – Um deslizamento de terras arrastou um candeeiro para um baldio, na Tapada das Mercês, em Sintra, junto a uma zona de habitação, cerca das 2.30 horas desta sexta-feira. Segundo os bombeiros, devido ao mau tempo, houve uma falha na estabilização na ligação entre dois taludes.
Bomba de combustível destruída e carros atingidos por temporal em Esposende – Pelo menos dois carros ficaram danificados devido ao temporal que se fez sentir em Esposende. Os veículos foram atingidos por placas metálicas arrancadas pelo vento forte. O posto de combustível da Repsol, em Esposende, também ficou danificado.
O alerta para os Bombeiros de Esposende foi dado às 11.40 horas. A GNR também foi chamada ao local. Apesar do aparato, não há feridos a registar.
Escola evacuada em Espinho por causa de estragos do mau tempo – A Escola EB 2/3 Gomes de Almeida, em Espinho, foi evacuada depois de uma parte da cobertura de um edifício administrativo ter caído, como consequência do mau tempo que se tem feito sentir. As aulas foram canceladas até segunda-feira, uma vez que as placas que caíram podiam constituir perigo para os alunos.
Queda de árvore e de poste de electricidade em Braga – A queda de uma árvore de grande porte cortou a circulação de uma estrada municipal em Braga. O trânsito estava, pelas 13.40 horas, encerrado em ambos os sentidos da via, que liga as freguesias de Gualtar a Adaúfe, na zona norte do concelho de Braga. Ao local, acorreram os Bombeiros Sapadores de Braga e a Guarda Nacional Republicana de Braga.
Foi derrubado também um poste de electricidade, na Rua do Quartilho, na freguesia de Adaúfe.
Mau tempo corta Avenida Dom Carlos I no Porto – A avenida D. Carlos I, na zona da Foz do Douro, no Porto, está cortada ao trânsito devido ao mau tempo. A Autoridade Marítima Nacional e a Marinha já alertou para a possibilidade de cheias, formação de lençóis de água e gelo e quedas de árvore.
Marginal Norte em Peniche cortada ao trânsito – A estrada Marginal Norte, que liga o centro da cidade de Peniche ao Cabo Carvoeiro, no distrito de Leiria, foi esta sexta-feira cortada ao trânsito, devido à agitação marítima, informou o segundo comandante dos bombeiros locais.
"O mar estava a galgar a Marginal Norte e decidiu-se cortar a estrada desde a entrada da cidade até ao Cabo Carvoeiro", afirmou Alexandre Barradas à agência Lusa.
A via encontra-se cortada desde as 13 horas e deverá assim permanecer até às 19 horas, altura em que se prevê a baixa-mar e as autoridades locais deverão fazer uma nova avaliação.
Alexandra Lopes, Augusto Correia, Rita Salcedas, Luís Pedro Carvalho, Adriana Castro, Zulay Costa, Salomão Rodrigues e Joaquim Gomes
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