sexta-feira, 16 de junho de 2006

235. Melhoria do estado do tempo

"copyright 2006 EUMETSAT"
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Por esta imagem, do início da noite de hoje, é possível constatar o deslocamento da depressão que tem afectado Portugal Continental nos últimos dias; o centro da depressão localiza-se já no interior sul de Espanha, pelo que o vento predominante sobre Portugal Continental mudou de rumo, passando a ser do quadrante norte.
Como consequência, a temperatura diminuiu e, à medida que a depressão se desloca para leste, vai perdendo energia, pelo que as condições de instabilidade em Portugal Continental vão diminuir consideravelmente já a partir desta noite, especialmente nas regiões do litoral e do sul - os aguaceiros e trovoadas, menos frequentes, vão restringir-se sobretudo às regiões do interior norte e centro do Continente.

234. Sexta-feira, 16 de Junho: Chuva intensa causa dezenas de inundações no Alentejo

Fortes chuvadas atingiram hoje à tarde vários pontos do Alentejo, causando dezenas de inundações nas zonas de Beja e Évora, sobretudo na vila da Vidigueira, informaram os bombeiros.
Fonte dos Bombeiros Voluntários da Vidigueira (Beja) adiantou à agência Lusa que foram registados quase 20 pedidos de auxílio, devido a inundações em habitações e vias públicas. "Foi um bocadinho complicado com água no interior de casas", relatou a fonte, garantindo que a situação começou a regressar à normalidade depois da intervenção dos bombeiros.
Ainda no distrito de Beja, a vila de Ferreira do Alentejo também foi atingida pela chuva intensa, que provocou algumas inundações, uma delas nas instalações da junta de freguesia, indicou à Lusa fonte dos bombeiros locais.
Na zona de Évora, as maiores preocupações centraram- se na aldeia de S. Mancos, embora as inundações se tenham estendido até Reguengos de Monsaraz e Alandroal, embora sem registo de casos graves, segundo os bombeiros.
As chuvas fortes, acompanhadas de trovoada, atingiram várias zonas do Alentejo a meio da tarde, sem causar vítimas.
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Agência LUSA 2006-06-16 16:54:32

quinta-feira, 15 de junho de 2006

233. Mau Tempo: Casa do Douro lança apelo

O presidente da Casa do Douro pede a atenção do Governo para as cerca de mil famílias dos quatro concelhos particularmente afectados pelo mau tempo da última noite, naquela região.
A chuva forte e o granizo terão destruído cerca de 80% das culturas dos concelhos de Tabuaço, Sabrosa, Alijó e São João da Pesqueira, por isso, Manuel António dos Santos, o presidente da Casa do Douro, diz que serão necessário apoios do poder central."Há aqui prejuízos que se vão fazer nos próximos anos. Perante esta situação deveriam ser mobilizados meios e, nesse aspecto, alerto o Sr. ministro da Agricultura e quem de direito, para olharem atentamente esta situação e verificarem até que ponto lhes é possível mobilizar apoio", refere. Manuel António dos Santos explica que é necessário "fazer uma sulfatação por meios aéreos, que é a única forma de evitar prejuízos ainda mais graves" e olhar pelas pessoas que viram as suas colheitas ir por "água abaixo".O presidente da Casa do Douro está no terreno a fazer um levantamento dos prejuízos. Já amanhã, os autarcas destes quatro concelhos vão reunir para tomar decidir o que fazer em função dos prejuízos causados pelo mau tempo na região.
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Fonte:
Rádio Renascença

232. 15 de Junho: Nova linha de instabilidade sobre o Sul do Continente, em progressão para Norte


Atenção à nova linha de instabilidade que se desloca de sudoeste/sul para nordeste/norte e que começou a penetrar esta manhã pelo Algarve.

231. 14 de Junho; 22h32


A situação sinóptica continua a ser marcada pela presença de uma depressão estática, localizada a sudoeste de Portugal Continental, que abrange, dentro do seu raio de acção, todo o território do Continente. Esta noite, a maior instabilidade parece centrar-se nas regiões do norte, onde pode ocorrer precipitação por vezes forte, acompanhada de trovoadas.O Instituto de Meteorologia mantém todo o Continente em alerta amarelo e laranja, prevendo-se que o estado do tempo continue bastante instável nos próximos dias; os ventos associados à depressão, rodando em sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, continuam a enviar nebulosidade sobre a parte Ocidental da Península Ibérica – esta nebulosidade acaba geralmente por se desenvolver verticalmente, dando origem a aguaceiros, por vezes fortes, acompanhados por trovoadas e eventual queda de granizo. Esta situação pode ocorrer em qualquer parte do território do Continente.A formação e persistência destas condições meteorológicas serão objecto de análise e comentário numa próxima postagem.

quarta-feira, 14 de junho de 2006

230. Mau tempo causa estragos nos distritos de Leiria e Santarém

Os bombeiros dos distritos de Santarém e Leiria foram chamados para várias inundações causadas pelo mau tempo que se fez sentir ao final da tarde, informaram fontes dos dois centro distritais de Operações de Socorro.
De acordo com os bombeiros, verificaram-se inundações em caves, garagens e ruas particularmente em Tomar, Fátima, Benedita, Alcobaça e Nazaré. O mau tempo atingiu também outros locais, onde se verificaram algumas quedas de árvores e pequenos aluimentos de terras.
Na auto-estrada do Norte, a chuva contribuiu também para um acidente entre ligeiros ao quilómetro 124, no sentido sul-norte, causando uma fila de nove quilómetros. Também na A23, um outro acidente, ao quilómetro 20 do sentido Torres Novas - Castelo Branco, provocou um congestionamento adicional de trânsito numa hora de ponta de uma véspera de feriado. Dos dois acidentes resultou ferido ligeiro, acrescentou o CDOS de Santarém.
Agência LUSA 2006-06-14 21:13:30

229. Península Ibérica - Imagem de satélite desta manhã


Fonte: Allmetsat

228. Quarta-feira, às 3h00


227. Quarta-feira, 14 de Junho - Precipitação forte acompanhada de trovoadas

Esta imagem de satélite, tirada às 0h00 de hoje, Quarta-feira, 14 de Junho, mostra-nos claramente a localização de um núcleo depressionário a sudoeste do Cabo de Sagres e a nebulosidade que lhe está associado, rodando em sentido contrário dos ponteiros do relógio. Este é o núcleo de ar frio identificado nas postagens anteriores e que se formou a norte do Arquipélago da Madeira na tarde do dia 12 de Junho.
As próximas horas serão bastante “críticas” em termos de precipitação, esperando-se a ocorrência de valores bastante elevados, sobretudo nas regiões do centro e do sul do Continente (que são as que se encontram mais próximas do centro da depressão).
O Instituto de Meteorologia de Portugal declarou o estado de alerta amarelo (aguaceiros, que poderão ser por vezes fortes e acompanhados de queda de granizo e trovoada) e laranja (precipitação muito forte e trovoada) para todo o Continente.
O Instituto de Meteorologia de Espanha prevê que na primeira parte do dia de hoje possam ocorrer 30 mm de precipitação numa hora ou até 80 mm de precipitação em 12 horas, para as províncias fronteiriças de Cáceres, Badajoz e Huelva.
Será de todo conveniente manter as devidas precauções em caso de queda de precipitação relativamente anormal, que a ocorrer tenderá a ser pontual e não generalizada no território.

terça-feira, 13 de junho de 2006

226. 13.06.2006 - Imagem de Satélite às 12h00

225. Terça-feira, dia 13 de Junho - ALERTA AMARELO

Previsão de aguaceiros, por vezes fortes, que poderão ser de granizo e acompanhados de trovoada, para o dia de hoje em todo o Continente.

224. Ponto da situação (13 de Junho; 0h00)


Fonte: Foro Meteored
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A formação da depressão formada na última tarde é acompanhada passo a passo no Fórum
Meteored.
Segundo este esquema, a depressão tenderá a deslocar-se para Sudeste e, ao encontrar-se com águas oceânicas mais quentes, tenderá a reforçar-se e a ganhar energia; rodando no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, provavelmente poderá colocar-se numa posição em que enviará nebulosidade sobre o Sul de Portugal Continental.
Deve-se acompanhar com a devida atenção o movimento desta depressão nas próximas horas, uma vez que a mesma poderá ganhar maior actividade e afectar o estado do tempo em Portugal Continental.

segunda-feira, 12 de junho de 2006

223. Atenção às próximas horas ...


Fonte: Meteoliguria
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Para além dos aguaceiros e trovoadas dispersas que se estão a registar neste final de tarde em algumas regiões do interior do Continente, deve-se seguir, com alguma atenção, à evolução da tempestade que surgiu esta tarde e que se localiza a norte da Madeira.

222. Evolução sinóptica nos próximos dias

A actual situação sinóptica que afecta Portugal Continental está condicionada pela circulação atmosférica em altitude, marcada por um cavado com orientação Norte – Sul, que se estende desde o Oeste das Ilhas Britânicas até ao Oeste da Península Ibérica, frente a uma expansão anticiclónica de ar tropical que, desde o Norte de África e o Leste da península Ibérica, se expandiu até ao Mar do Norte e o Sul da Escandinávia.
O cavado localizado a Oeste da Península Ibérica tende a estrangular-se rapidamente, levando à formação de uma depressão em altitude (núcleo de ar frio nas camadas superiores da troposfera), sobre o Sudoeste da Península Ibérica, que ficará localizada próximo ao Golfo de Cádiz durante os próximos dias, de tal forma que irá influenciar, sob o seu raio da acção, todo o território de Portugal Continental.
Fonte: Meteo Office
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Em superfície, a situação não está plenamente de acordo com o que ocorre nas camadas superiores da troposfera, uma vez que a Península Ibérica se encontra entre dois centros de altas pressões: um localizado no interior da Europa e outro localizado sobre os Açores, entre ambos junta-se uma depressão térmica relativa sobre o Sudoeste da Península Ibérica que, nos próximos dias, será reforçada pela presença em altitude do já referido núcleo de ar frio próximo do Golfo de Cádiz.Assim, os próximos dias serão marcados por uma clara instabilidade associada à presença do referido núcleo de ar frio, que irá dar origem à ocorrência de aguaceiros e trovoadas dispersas que pontualmente podem vir a ser fortes.
(COMENTÁRIO ELABORADO A PARTIR DA CONSULTA DE VÁRIOS SITES METEOROLÓGICOS; INFORMAÇÃO MAIS PORMENORIZADA SOBRE PREVISÕES DO ESTADO DO TEMPO NO SITE DO INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA).

sexta-feira, 9 de junho de 2006

220. Coimbra: forte chuvada provoca inundações

Uma forte chuvada causou hoje inundações em habitações e garagens em Coimbra e a água chegou mesmo a cair no interior de um centro comercial da cidade, disse fonte da Protecção Civil municipal. O coronel Carlos Gonçalves disse à agência Lusa que a chuva caiu durante cerca de 45 minutos, atingindo sobretudo a parte Norte da cidade, incluindo Olivais, Celas, Solum, Bairro Norton de Matos e Vale das Flores.
No centro comercial Dolce Vita, junto ao Estádio Cidade de Coimbra, a água acumulou-se na cobertura e, como o sistema de drenagem não conseguiu eliminá-la na totalidade, acabou por entrar na área do público, segundo o director do Gabinete de Protecção Civil da Câmara de Coimbra. Na rua de Angola, no Bairro Norton de Matos, no local onde decorre uma obra de construção, registou-se um aluimento de terras e torrentes de água e lama inundaram os pisos inferiores de algumas habitações, causando elevados prejuízos ao destruírem diversos móveis e equipamentos domésticos.
Carlos Gonçalves adiantou que uma viatura foi arrastada pelo desabamento e recuperada por uma grua dos bombeiros, tendo ficado danificada. Uma testemunha disse ainda à Lusa que algumas dependências da Escola EB 2/3 Eugénio de Castro, na rua Gago Coutinho, foram afectadas pelas inundações, uma informação que não foi confirmada por Carlos Gonçalves.
As duas corporações de bombeiros de Coimbra - Sapadores e Voluntários - receberam durante a tarde várias chamadas para intervir em diferentes pontos da cidade.
Agência LUSA 2006-06-09 19:47:42

219. Desenvolvimento da instabilidade esta tarde


Fonte: Allmesat
(09.06.2006;16h04)

218. Sexta-feira, 9 de Junho (Aguaceiros e trovoadas)

Fonte: Allmetsat
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O início desta tarde está a ser marcada pelo aparecimento de nebulosidade de desenvolvimento vertical que está a originar a ocorrência de aguaceiros e trovoadas dispersas, nomeadamente no distrito de Leiria e no interior de Espanha.É possível que os aguaceiros e trovoadas venham a marcar presença ainda esta tarde noutras regiões, particularmente no Norte e Centro do Continente.

217. Arquivo de cartas sinópticas




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Portal com arquivo de cartas sinópticas

216. Noções de Meteorologia – O vento (III)

Circulação Geral da Atmosfera (Parte II)
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REGIÕES DEPRESSIONÁRIAS E ANTICICLONES
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O ar quente da zona equatorial é mais leve e eleva-se; ao ascender, dirige-se em altitude para os pólos. À medida que se desloca para os pólos, o ar sofre o efeito da força de Coriolis, desviando-se para a sua direita no Hemisfério Norte e para a sua esquerda no Hemisfério Sul.
Quando o ar arrefece desce e, uma vez junto à superfície terrestre, retorna ao equador, absorvido pelas baixas pressões que se originam na zona ascendente de ar quente. Neste novo trajecto, o ar volta a sofrer um novo desvio, devido ao efeito da força de Coriolis, de tal forma que ao chegar à zona subtropical é já um vento de nordeste no Hemisfério Norte e de sudeste no hemisfério Sul. Estes ventos designam-se por ALÍSIOS.
Nos pólos ocorre o oposto: o ar frio e pesado desloca-se, junto à superfície terrestre, da zona polar em direcção ao equador. A força de Coriolis desvia-o para nordeste no Hemisfério Norte e para sudeste no Hemisfério Sul. Ao descer de latitude, o ar aquece e ascende, voltando à zona polar em altitude, absorvido pela depressão em altitude que propaga o ar. Sobre o pólo, o ar volta a arrefecer e desce, iniciando-se assim novamente o ciclo.
O ciclo equatorial abrange a zona compreendida entre o equador e os 30º de latitude em ambos os hemisférios; o ciclo polar desde ambos os pólos até aos 60º de latitude.
As latitudes das zonas temperadas (entre os 30º e os 60º) apresentam outro ciclo: o ar é mais quente que o polar e mais frio que o subtropical. Por isso o ar das zonas temperadas tem tendência a deslocar-se em direcção aos pólos para preencher o vácuo deixado pelo ar ascendente à latitude dos 60º; ao ser desviado de novo pela força de Coriolis adquire uma marcada orientação procedente de oeste em ambos os hemisférios. O predomínio destes ventos entre os 30º e os 60º de latitude está na origem da designação de “ventos de oeste” que ocorrem nas zonas temperadas de ambos os hemisférios.
Assim, as zonas depressionárias e anticiclónicas estão intercaladas por outras zonas de ventos predominantes.

terça-feira, 6 de junho de 2006

215. Incêndios em Portugal Continental

O comandante do Serviço Nacional de Bombeiros Joaquim Leitão admitiu que só na madrugada de hoje as autoridades portuguesas perceberam que precisavam da ajuda de meios aéreos espanhóis para controlar o incêndio de Barcelos, que deflagrou domingo.
"Considerávamos que durante a madrugada do dia de hoje a situação estar ia resolvida", disse o segundo comandante do Serviço nacional de Bombeiros e protecção civil (SNBPC), explicando que depois de feita a avaliação as autoridades se aperceberam de que eram precisos meios aéreos espanhóis.
De acordo com o responsável, um dos aviões Canadairs já está em Portugal, aguardando-se a chegada do segundo.
"Temos de tirar a ideia de que os meios aéreos são sempre a solução do problema", afirmou. O incêndio em Fragoso, concelho de Barcelos, lavra desde o início da tarde de domingo e às 13:00 estava a ser combatido por 201 bombeiros, apoiados por 64 viaturas e um helicóptero bombardeiro.
Agência LUSA 2006-06-06 13:32:08

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Dois incêndios florestais, em São João das Lampas, concelho de Sintra, e Cardia, no Marco de Canaveses, deflagraram hoje de manhã, encontrando-se por circunscrever cerca das 12:30, segundo o Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC).
Estes fogos elevam para três o número de incêndios por circunscrever em território nacional, continuando a lavrar o incêndio em Fragoso, concelho de Barcelos. Este último incêndio lavra desde o início da tarde de domingo e está hoje a ser combatido por 201 bombeiros apoiados por 64 viaturas e um helicóptero bombardeiro.
Em Cardia, no concelho de Marco de Canaveses, 18 homens com quatro viaturas combatem as chamas desde cerca das 09:30.O incêndio em São João das Lampas, Sintra, que deflagrou às 11:11, está a ser combatido por 18 bombeiros, apoiados por cinco viaturas.
Agência LUSA 2006-06-06 12:46:43

214. Terça-feira, 6 de Junho: Nebulosidade e centros de pressão


6 de Junho de 2006 (06h00)

Fonte:
Allmetsat

segunda-feira, 5 de junho de 2006

213. Calor e instabilidade

As condições meteorológicas no continente continuam a ser influenciadas pela entrada de uma massa de ar quente e seca proveniente de leste; assim, o estado do tempo continuará a ser de céu limpo ou pouco nublado e subida de temperatura, com temperaturas máximas elevadas (ALERTA AMARELO DE TEMPO QUENTE PARA O CONTINENTE, COM EXCEPÇÃO DOS DISTRITOS DE VISEU, CASTELO BRANCO E FARO).
A partir da tarde de amanhã haverá um aumento progressivo de nebulosidade do tipo médio e alto, devido à aproximação de um sistema frontal associado a um centro de baixas pressões localizado entre a Península Ibérica e o Arquipélago dos Açores; simultaneamente, devido ao intenso calor, haverá a formação de uma baixa pressão de origem térmica sobre o Península Ibérica, o que vai levar a uma instabilidade do estado do tempo no Continente, traduzida pelo aparecimento de nebulosidade de evolução vertical e a possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoadas, especialmente a partir de Quarta-feira, o que irá favorecer também a ocorrência de uma diminuição da temperatura.

212. Noções de Meteorologia – O vento (II)

Circulação Geral da Atmosfera (Parte I)
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Fonte da imagem: ESPERE
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Na atmosfera, as massas de ar apresentam sistemas de circulação de carácter geral que determinam a climatologia e a estabilidade e evolução dos fenómenos meteorológicos.
RADIAÇÃO SOLAR - A energia calorífica proveniente da radiação solar é a geratriz de todos os processos meteorológicos e climáticos que ocorrem na Terra. Ao incidir sobre o planeta, atravessa os gases da atmosfera sem os aquecer; pelo contrário, aquece a superfície terrestre que, por sua vez, acaba por transferir calor às camadas de ar com as quais se encontra em contacto.
Assim, não é a radiação solar mas sim a superfície terrestre que aquece directamente a atmosfera. Este facto assume uma importância significativa para se perceber a dinâmica de todos os processos que se dão em meteorologia.
Nem toda a superfície terrestre recebe a mesma quantidade de energia: as superfícies das zonas polares são as que menos energia recebem, enquanto que as superfícies da zona equatorial são as que mais energia recebem. Deste modo, a superfície terrestre não transmite de uma forma uniforme o calor ao ar que tenha sobre si.
AS REGIÔES DA ZONA EQUATORIL AQUECEM MAIS PELA ACÇÂO SOLAR QUE AS REGIÔES DAS ZONAS POLARES, UMA VEZ QUE RECEBE UMA MAIOR QUANTIDADE DE ENERGIA POR UNIDADE DE SUPERFÍCIE; isto origina que se produzam trocas térmicas entre as zonas mais quentes e as zonas mais frias para que se estabeleça um equilíbrio: o ar quente dirige-se para as regiões polares e o ar frio para as regiões equatoriais. Deste modo, as massas de ar nivelam e suavizam o clima da Terra, estabelecendo princípios de circulação geral.

domingo, 4 de junho de 2006

211. 4 de Junho: Tempo quente origina primeiros grandes fogos florestais em Portugal Continental


Fonte da Imagem: DRL Portal
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Com a chegada do calor surgem os primeiros grandes fogos no Continente. Nesta imagem pode observar-se o fumo levado para noroeste pelo vento, a partir de um fogo na Serra do Marão.
Com a previsão de subida de temperatura até Terça-feira, outros grandes incêndios podem vir a surgir.

sábado, 3 de junho de 2006

210. Vaga de calor no Continente (até dia 10)

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, nos próximos dias Portugal Continental ficará sob o efeito de uma circulação de ar quente e seca proveniente de leste, o que vai provocar tempo quente.
Mais informações sobre esta vaga de calor clicando
aqui neste link para o site do Instituto de Meteorologia.

sexta-feira, 2 de junho de 2006

209. Açores: persistência das condições de instabilidade


A persistência de uma depressão cavada a sudoeste do Arquipélago dos Açores (canto inferior esquerdo da imagem) tem provocado precipitação, ocasionalmente forte, acompanhada por trovoadas e de vento, do quadrante sul, com rajadas até 75 quilómetros por hora.
O Instituto Nacional de Meteorologia prolongou para amanhã o alerta amarelo para todas as ilhas do Arquipélago.
( Fonte da Imagem:
Allmetsat )

208. Portugal Continental – Evolução sinóptica a partir de hoje, Sexta-feira, 2 de Junho


Carta Sinóptica de Superfície
(Prevista para 3 de Junho de 2006, às 0h00)
Fonte:
OWS
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A situação sinóptica sobre a Península Ibérica está basicamente influenciada pela presença de um anticiclone centrado entre o Mar Cantábrico e as Ilhas Britânicas, abarcando sob o seu raio de acção toda a Península. Assim, o céu tem estado pouco nublado ou limpo em todo o Continente.Os próximos dias vão ser marcados por uma progressiva subida das temperaturas em todo o território de Portugal Continental, atingindo valores típicos de Verão, devido à formação de uma crista de ar quente sobre a Península Ibérica nos próximos dias.

quinta-feira, 1 de junho de 2006

207. Açores: Aviso de Precipitação Forte para 2 de Junho

Açores: Aviso de Precipitação Forte para 2 de Junho
Mais informações no site do Instituto de Meteorologia.

206. Vigilância Meteorológica – Quinta-feira, 1 de Junho

Prováveis aguaceiros fortes com alguma persistência, acompanhados de trovoadas e queda de granizo nas áreas do vale superior do Rio Guadiana.
Esta situação tenderá a desaparecer a partir do início da noite.

quarta-feira, 31 de maio de 2006

205. Noções de Meteorologia – O vento (I)


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Definição
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O vento é a variável que nos indica o estado de movimento do ar. Em meteorologia estuda-se o vento como ar em movimento, tanto horizontal como verticalmente.
Os movimentos verticais do ar caracterizam os fenómenos atmosféricos locais, como a formação de nuvens que estão na origem de ocorrência de trovoadas. O vento é provocado por diferenças de temperatura provocadas por desiguais aquecimentos das diversas zonas da Terra e da atmosfera. As massas de ar mais quentes tendem a subir e, em seu lugar, é ocupado então por ar circundante, mais frio e, portanto, mais denso.
Designa-se propriamente por “vento” a corrente de ar que se desloca em sentido horizontal, reservando-se a designação de “corrente de convecção” para os movimentos de ar que ocorrem verticalmente. A direcção do vento depende da distribuição e evolução dos centros isobáricos; desloca-se dos centros de altas pressões (anticiclones) para os centros de baixas pressões (depressões) e a sua força será maior quanto maior for a diferença de pressão. No seu movimento, o vento vai alterando-se devido a diversos factores, tais como o relevo e a aceleração de Coriolis.
À superfície, o vento está definido por dois parâmetros: a direcção, num plano horizontal, e a velocidade.

segunda-feira, 29 de maio de 2006

204. Segunda-feira, 29 de Maio (13h00)

A tarde de hoje vai ser marcada pelo desenvolvimento de nebulosidade convectiva no interior da Península Ibérica, que pode originar a ocorrência de aguaceiros e trovoadas dispersas. As temperaturas máximas podem ficar acima dos 35 ºC nas regiões do interior.

domingo, 28 de maio de 2006

203. Nebulosidade de evolução vertical (Convectiva)


Nebulosidade de evolução vertical (Convectiva)
Alandroal, 28 de Maio de 2006; 17h45 (35,5 ºC)
Latitude: 38º 42`N; Longitude: 7º 24`O;
Altitude 330 metros; Direcção: SUESTE

sexta-feira, 26 de maio de 2006

202. Sexta-feira, dia 26 de Maio - Situação Sinóptica

Carta Sinóptica de Superfície - 26 de Maio de 2006
Fonte:
Met Office
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A situação sinóptica está determinada pelo Anticiclone dos Açores que abarca, sob o seu raio de acção, toda a Península Ibérica até alcançar o Mediterrâneo Ocidental, com valores de pressão atmosférica entre os 1020 e os 1025 milibares ou mais altos, e pela presença de um pequeno núcleo de ar frio em altitude, isolado, sobre o Norte de África, que determina o estabelecimento de um fluxo de ventos de Leste, sobretudo nas regiões do Sul da Península.
Assim, o céu apresenta-se pouco nublado ou limpo nas regiões do Norte e do Centro de Portugal Continental, existindo a possibilidade de aparecer alguma nebulosidade do tipo médio ou alto nas regiões do Sul.
A tendência nas próximas horas será para que o núcleo de ar frio em altitude se desloque para Oeste, o que irá favorecer uma subida da temperatura do ar em Portugal Continental.
A partir de Domingo, devido às elevadas temperaturas que se deverão registar-se, prevê-se a formação também de uma depressão de origem térmica no interior Sul da Península Ibérica, o que favorecerá o aparecimento de nebulosidade de desenvolvimento vertical que, por sua vez, poderá dar origem à ocorrência de aguaceiros e trovoadas dispersas.

quinta-feira, 25 de maio de 2006

201. Tempo Quente em Portugal Continental

Das previsões para os próximos dias, salientamos a ocorrência de temperaturas relativamente elevadas até 2ª feira, dia 29 de Maio, no território do Continente.
Acompanhe a actualização das previsões meteorológicas neste "site": Instituto de Meteorologia.

terça-feira, 23 de maio de 2006

200. Subida das temperaturas aumenta mortalidade em Portugal

A responsável pela unidade da Organização Mundial da Saúde para as alterações climáticas alertou hoje que, com o agravamento das altas temperaturas, vai subir a mortalidade associada ao calor em Portugal.
O cenário, assumido por Bettina Menne como uma das piores hipóteses, refere-se a projecções para 2020, e indica um aumento para entre 5,8 e 15,1 óbitos por cada cem mil pessoas, tendo como base os actuais níveis de mortalidade, que se situam entre 5,4 e seis por cada cem mil habitantes.
A coordenadora da Global Change and Health Unit da Organização Mundial da Saúde (OMS), que esteve hoje presente numa conferência organizada pela Fundação Calouste Gulbenkian sobre alterações climáticas e saúde, em Lisboa, salientou a necessidade de mitigar os efeitos das temperaturas elevadas na saúde, sublinhando que este é um aspecto que "pode ser prevenido".
Portugal mereceu um destaque de Betinna Menne neste caso, pois foi pioneiro, na Europa, na criação de um sistema que analisasse o impacto do calor sobre os óbitos - o sistema Ícaro, da responsabilidade do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge.
A responsável da OMS enalteceu também o Plano de Contingência para as Ondas de Calor, criado em Portugal após a onda de calor de 2003, mas ressalvou que o teste final à eficácia do sistema será uma nova vaga de altas temperaturas.
"Teremos de esperar pela próxima onda de calor para saber se os sistemas funcionam a longo prazo", resumiu.
Agência LUSA

segunda-feira, 22 de maio de 2006

domingo, 21 de maio de 2006

198. Domingo e Segunda-feira: tempo temporariamente instável


A passagem sobre o território de Portugal Continental de uma superfície frontal fria associada a uma depressão bastante cavada, localizada a Oeste da França, está a provocar o aumento da nebulosidade, especialmente nas regiões do Norte e do Centro. A passagem desta superfície frontal será marcada sobretudo pelo aumento da nebulosidade e a ocorrência de vento moderado a forte de Sudoeste, sobretudo nas terras altas; após a passagem da superfície frontal, o vento tenderá a rodar para Noroeste, o que fará descer significativamente a temperatura do ar.
Esta instabilidade temporária tenderá a diminuir progressivamente já a partir de amanhã, embora as temperaturas do ar só começem a recuperar-se a partir de meados da semana.

sábado, 20 de maio de 2006

197. Noções de Meteorologia - Conceitos teóricos fundamentais de meteorologia sinóptica (XI) / Conclusão

Inversões térmicas (Parte II)
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EFEITOS DA INVERSÃO TÉRMICA
Devido à interrupção dos movimentos verticais, que tendem a desaparecer rapidamente, a inversão térmica é indicativo de estabilidade atmosférica na camada da atmosfera em que se encontra imersa, ainda que não seja necessariamente a causa de altas concentrações de contaminantes.Estas concentrações podem estar associadas a condições meteorológicas mais significativas e de grande escala em termos de extensão.

DESAPARECIMENTO DE UMA INVERSÃO TÉRMICA

Ao longo do dia, os raios solares aquecem a superfície terrestre; esta, por sua vez, aquece as camadas da atmosfera que se encontram mais próximas. Se existe uma inversão, o ar frio que se encontra mais abaixo vai aquecendo pouco a pouco até que atinja a mesma temperatura que o ar que se encontra por cima, o que leva ao desaparecimento da inversão térmica.

ELEMENTOS QUE CARACTERIZAM UMA INVERSÃO TÉRMICA

-A espessura (diferença de altura entre o cimo e a base da inversão);-A intensidade (diferença de temperatura entre o cimo e a base da inversão térmica);-A temperatura e hora de ruptura da inversão térmica (é a temperatura necessária para que desapareça a inversão térmica, isto é, para que a temperatura do cimo da inversão seja similar à temperatura da base da inversão térmica; o valor deste parâmetro pode ser prognosticado, para se ter uma ideia da hora a partir da qual começará a dispersão dos contaminantes, no caso de questões de âmbito ambiental).

Textos traduzidos e adaptados a partir de
Meteored


Nota: Tradução não oficial, com a eventualidade de conter algum erro de linguagem técnica, pelo qual se agradece a chamada de atenção, a fim de se efectuar a devida reparação.

terça-feira, 16 de maio de 2006

196. Observações e previsões meteorológicas - Imagens dos satélites - Normais climatológicas

Observações e previsões meteorológicas
Imagens dos satélites
Normais climatológicas
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http://pt.allmetsat.com/index.html

195. Açores: Protecção Civil alerta para chuvas fortes no Grupo Oriental

Ponta Delgada (Lusa) - A Protecção Civil dos Açores alertou para o agravamento do estado do tempo nas ilhas de São Miguel e Santa Maria na próxima madrugada, com chuvas que poderão ser fortes.
Segundo o Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores, que cita o Instituto de Meteorologia, estão previstas chuvas fortes e possibilidade de trovoadas no Grupo Oriental do arquipélago. A mesma fonte adiantou que o agravamento do estado do tempo deve-se a uma depressão com um sistema frontal associado, que se está a deslocar de Sudoeste para Nordeste, afectando assim as duas ilhas açorianas.
FONTE: Agência LUSA

domingo, 14 de maio de 2006

194. Próximos dias: tempo quente, com máximas acima dos 30º C


Carta Sinóptica de Superfície, prevista para 17 de Maio
Fonte:
OWS
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A localização de um Anticiclone no Mediterrâneo Ocidental, que abarga no seu raio de acção toda a Península Ibérica, irá condicionar o estado do tempo em Portugal Continental nos próximos dias, favorecendo a entrada de uma corrente de ar continental seco procedente do Norte de África e impedindo a aproximação de nebulosidade procedente do Atlântico.
Com esta situação, a temperatura do ar irá subindo progressivamente, pelo que as temperaturas máximas vão ultrapassar os 30º C em grande parte de Portugal Continental nos dias 17 e 18, podendo mesmo alcançar valores superiores a 35º C ao longo do vale do rio Guadiana.
Informação seleccionada a partir do site do Instituto de Meteorologia de Espanha.

sábado, 13 de maio de 2006

193. Sábado, 13 de Maio

Nesta imagem das 8h00 é possível observar a nebulosidade que se encontra a Oeste da Península Ibérica e que se desloca para Nordeste. É possível que, ao longo do dia, ocorra um aumento da nebulosidade em Portugal Continental, sobretudo por nuvens altas.Não se pode colocar de lado, durante a tarde, da hipótese de ocorrência de algum desenvolvimento de nebulosidade do tipo vertical, sobretudo em regiões montanhosas, o que propiciaria a ocorrência de aguaceiros e trovoadas dispersas nessas regiões.

quinta-feira, 11 de maio de 2006

192. Noções de Meteorologia - Conceitos teóricos fundamentais de meteorologia sinóptica (X)




Inversões térmicas (Parte I)

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A temperatura, no seio da troposfera, desce sempre que subimos. Sucede porém que, com alguma frequência, a temperatura pode aumentar com a altitude, consoante a camada da atmosfera. Quando isto ocorre, estamos em presença de uma inversão da temperatura ou, mais simplesmente, inversão térmica.
A inversão térmica é um fenómeno natural que, em princípio, pode ocorrer em qualquer dia do ano e a qualquer hora do dia – devido ao seu carácter natural, por si mesma não representa nenhum risco para a saúde humana; apenas poderá tornar-se perigosa quando, na camada da atmosfera em que ocorra, existam altas concentrações de contaminantes, já que uma inversão térmica é sinónimo de estabilidade atmosférica temporal, pelo que não permitirá a dispersão dos referidos contaminantes enquanto persiste a inversão térmica.
Se a inversão térmica ocorre a partir da superfície terrestre, estamos então na presença de uma inversão à superfície; se a inversão a inversão térmica ocorre em camadas superiores, então estamos em presença de inversões térmicas em altura.
As causas de uma inversão da temperatura são múltiplas, das quais podem destacar-se:
-a radiação (rápido arrefecimento da superfície terrestre durante as noites, principalmente sem nuvens);
-a advecção (principalmente transporte de ar frio para zonas quentes ou superfícies aquosas);
-a subsidência (descida de grandes massas de ar normalmente frio, provocado por sistemas de altas pressões);
-os fenómenos frontais (fenómenos meteorológicos que proporcionam a advecção).

domingo, 7 de maio de 2006

190. Arquipélago dos Açores: Tempo instável com chuva


Carta Sinóptica prevista para 8 de Maio (06h00)
Fonte da Carta Sinóptica:
Met Office
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Previsão para o Arquipélago dos Açores
2ª Feira, 8 de Maio de 2006
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GRUPO OCIDENTAL: Céu geralmente muito nublado; períodos de chuva passando a aguaceiros e vento de sudoeste moderado a fresco (20/40 km/h) com rajadas até 55 km/h, rodando para norte.
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GRUPO CENTRAL: Céu geralmente muito nublado; períodos de chuva e vento de sul moderado a fresco (20/40 km/h) com rajadas até 60 km/h, rodando para sudoeste.
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GRUPO ORIENTAL: Períodos de céu muito nublado com abertas, tornando-se encoberto; períodos de chuva a partir da noite; vento sudoeste bonançoso (10/20 km/h), tornando-se fresco (30/40 km/h) com rajadas até 60 km/h.
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Fonte da previsão:
Instituto de Meteorologia

sexta-feira, 5 de maio de 2006

189. Tendência a partir de Domingo, 7 de Maio


Circulação Geral da Atmosfera aos 500 hPa previsto para
8 de Maio de 2006, às 0h00

A próxima semana irá ser marcada pela presença de centros de baixas pressões localizados no Oceano Atlântico, estendendo-se entre o Arquipélago dos Açores e o Oeste das Ilhas Britânicas.Conforme ocorrer a exacta localização das referidas baixas pressões, assim se repercutirá sobre o estado do tempo que irá ocorrer – devido ao afastamento relativamente à Península Ibérica, o estado do tempo em Portugal Continental deverá ser caracterizado pelo predomínio de céu pouco nublado ou limpo, sem precipitação; apenas as regiões do Norte e do Litoral Centro poderão ter maior nebulosidade em alguns dias, com a ocorrência de alguma precipitação, em quantidade pouco significativa.

terça-feira, 2 de maio de 2006

187. Aproximação de instabilidade


Nesta imagem das 21h00 de hoje, Terça-feira, observa-se já o aumento da nebulosidade na Península Ibérica, associada a um núcleo de ar frio que se encontra localizado proximo do Cabo de São Vicente; como o vento se desloca em sentido contrário dos ponteiros do relógio sobre o Sudoeste da Península, as regiões do interior de Portugal Continental vão ser onde se vai registar uma maior instabilidade, possivelmente a partir das próximas horas.

segunda-feira, 1 de maio de 2006

186. Terça, Quarta e Quinta-feira - Instabilidade

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
3 de Maio de 2006 (00h00)
Fonte da Imagem:
www.wetter3.de
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Esta semana vai ser marcada por instabilidade associada a uma baixa pressão que se vai formar no Sul da Península Ibérica e que irá condicionar o estado do tempo em Portugal Continental.
As previsões apontam para a ocorrência de aguaceiros e trovoadas, afectando inicialmente nas regiões do interior Centro-Sul.
Informação mais detalhada e com actualização diária no site do
Instituto de Meteorologia.